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O presente projeto trará o grupo Al-mágama em apresentação de dança tribal, no espetáculo Dura Mater, que busca questionar o papel da mulher na sociedade.
O espetáculo inicia com uma bailarina protagonista com uma saia que cobre boa parte do palco. A protagonista segura uma caixa que servirá de elemento simbólico ao longo do espetáculo, ao abrir a caixa, sua saia borbulha em movimento e de lá saem diversas bailarinas, a partir daí o espetáculo se desenvolve apresentando coreografias diversas apresentando situações onde a padronização feminina e os resultados de uma educação sexista ganham destaque sobre as danças das protagonistas, coreografias sobre o modelo do comportamento feminino onde se é necessário obedecer e se calar, abusos sexuais, a obsessão pela busca do corpo perfeito, as dificuldades de mesmo após entender esse quadro em se libertar dessas amarras culturais, a depressão feminina, etc, são demonstradas ao longo das cenas que finalizam num retorno ao “ventre”, de volta para baixo da saia que abriu o espetáculo, porém agora com a caixa escancarada e um entendimento de que é possível mudar o futuro com base na exposição, no entendimento da própria experiência. Após o espetáculo, uma instalação e performance com algumas bailarinas aguarda o público no saguão de saída, essa instalação é um varal de roupas com informações com dados estatísticos, científicos, imagens, etc que apresentam o quanto a sociedade atual é ainda muito machista.
Objetivos Gerais - Experimentar técnicas corporais da dança tribal; - Entender os processos históricos, de transformação e constituição de novas variáveis da modalidade, bem como o desenvolvimento de criações/composições coreográficas; - Oferecer ferramentas de criação e composição em dança; - Utilizar a dança como instrumento de questionamento acerca do papel da mulher na sociedade; - Discutir e pesquisar sobre as danças no curso e seus processos de transformações. Objetivos Específicos Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Realizar 4 apresentações do espetáculo Dura Máter. Estima-se um público de 250 por apresentação, totalizando 1.000 pessoas. Produto: Contrapartida Social Realizar uma palestra sobre "o papel da mulher na dança ao longo da história". Estima-se um público de 100 pessoas.
O papel da mulher na sociedade se transforma ao longo do tempo. De figura central por sua capacidade de dar a luz para um elemento secundário, apenas responsável pelas tarefas domésticas, sem voz e sem espaço. Não podia ser proprietária de nada, nem ter emprego próprio, depois passou a ter mas somente com autorização do marido. Presentes em momentos de amor, presentes em momentos de luta, as mulheres fizeram parte de movimentos e mobilizações, mas também foram mães e cuidaram de muitos. O que é ser mulher? O que é o feminino? É sinônimo de frágil e delicado? É sempre materno e acolhedor? Há sempre um padrão a se alcançar e, mesmo aquelas no padrão, ainda não chegaram lá. E há a violência, que está sempre presente, seja dentro padrão, seja fora dele, seja em casa, seja no trabalho, seja na rua, a violência está sempre acompanhando e cercando cada vítima no silêncio. Queremos dar voz a essas mulheres através da dança, queremos questionar o que é ser mulher na sociedade atual, afinal, qual o papel da mulher? Assim, surge este espetáculo de dança tribal, que relê a dança do ventre e a mistura com outros estilos de dança e modalidades artísticas. Serão realizadas 4 apresentações do espetáculo, além de promover uma palestra sobre a mulher na dança ao longo dos anos. É fundamental o apoio através da Lei de Incentivo à Cultura por se tratar de um projeto de grande porte. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313, sendo I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 3 da mesma Lei II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Acessibilidade: Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade Física: O espetáculo será realizado em local com estrutura adequada para pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida e idosos, como assentos preferenciais, piso de borracha tátil para deficientes visuais e banheiros adaptados e rampas de acesso para cadeirantes. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: O espetáculo contará com intérprete de libras. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: O espetáculo contará com monitores disponíveis para orientar pessoas com deficiência visual. Acessibilidade: Contrapartida Social Acessibilidade Física: A contrapartida será realizada em local com estrutura adequada para pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida e idosos, como assentos preferenciais, piso de borracha tátil para deficientes visuais e banheiros adaptados e rampas de acesso para cadeirantes. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: A contrapartida contará com intérprete de libras. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: A contrapartida contará com monitores disponíveis para orientar pessoas com deficiência visual.
Referente à distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no item "a", inciso I do artigo 20 Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania para a doação gratuita de 20% do total de produtos, a saber: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística: Adotamos também o exposto no inciso III do artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;
Bruna Maria Gomes - Direção cênica, coreográfa, bailarina e coordenadora geral do projeto Diretora e professora de dança tribal da escola Al-málgama, professora de dança do Colégio Militar de Porto Alegre, bailarina, licenciada em ciências biológicas. Participou de inúmeros cursos de dança e expressão corporal, se tornando professora e bailarina. Ministra oficinas e workshops na área desde 2017, além de atuar como bailarina em vários espetáculos, como Mostra de Dança de Inverno, II Domínio Tribal, Tribal Fest 14, Belly Fusco, entre outros, desde 2005. Atua produzido e coreogrando espetáculos desde 2008, sendo Dura Máter um deles. O proponente realizará a função de Coordenador Geral, sendo também responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Para tal, receberá pela rubrica “Coordenação Geral”. Thaís da Cunha Schneider - Bailarina Massoterapeuta, iniciou seus estudos na dança através da Dança do Ventre e atualmente é bailarina de Dança Tribal Fusion. Conquista de premiações e presença em eventos nos dois estilos. Em 2019, através do Espetáculo Dura Máter, foi indicada ao Prêmio Açorianos de Dança na categoria de Melhor Bailarina. Paula Trombeta - Bailarina e organizadora do Grupo de Estudos sobre a imagem da mulher na dança Psicóloga Clínica, iniciou seus estudos na dança através do Ballet Clássico. Por anos dedicou-se a modalidade de Dança do Ventre e atualmente é bailarina de Tribal Fusion. Conquista de premiações nas categorias de Ballet Clássico, Dança do Ventre e Tribal Fusion. Bárbara Degrandi Borges - Bailarina Bacharel e Licenciada em Artes Visuais pela Universidade Federal de Santa Maria, participou de vários workshops de dança se profissionalizando como bailarina de Dança do Ventre e Tribal Fusion. Participou do espetáculo Dura Máter e realizou apresentações por Porto Alegre. Elisa Morais - Bailarina Artista Visual formada pela Universidade Feevale em Nova Hamburgo, Professora de Yoga e Meditação, Bailarina de Dança do Ventre e Tribal Fusion. Iniciou os estudos em dança através do Ballet Clássico. Participa como bailarina em espetáculos desde 1995. Fernanda Almeida - Bailarina Psicóloga com percurso em Psicanálise. Inicia estudo em dança através da participação em intervenções artísticas no espaço urbano, seguindo com estudos na dança do Ventre e atualmente como bailarina de Tribal Fusion, apresentando em diversos espetáculos. Leandro Gass - Operador de Luz Trabalha na iluminação de espetáculos desde 1997, portador do registro DRT 8233, tendo atuado em espetáculos como "Mario Quintana, o poeta das Coisas Simples" com direção de Rubens Lima Junior, "A mulher sem pecado" com direção de Beto Russo e Caco Coelho, “A menina do cabelo vermelho” com direção de Daniel Colin, “Natal Mágico” com direção de Edson Erdmann e Juliano Rossi, “Flamenco imaginário” com direção de Denis Gosch e “Dura máter” com direção de Bruna Gomes. Lisiane Peixoto - Bailarina Bailarina de Dança Tribal, participou de diversos workshops e cursos extensivos na área da dança do ventre e dança tribal, desde 2015. Atuou como bailarina em espetáculos desde 2016, como Sirena Remake e Dura Máter. Loraine Santos - Bailarina e Figurinista Bailarina de Dança Tribal. Trabalha como Designer de Moda, Costureira, Modelista, Consultora de Estilo e Figurinista. Se formou em Design de Moda em 2017, tendo realizado diversos cursos na área, atuando na área como assistente de confeção e costura. Também participou de cursos extensivos de dança do ventre e dança tribal, se tornando bailarina de espetáculos do grupo Al-mágama. Priscila Rocha Leppich - Bailarina Bailarina de Dança do Ventre e Tribal. Professora de Educação Física. Ministra aulas de Dança do Ventre, Pilates e Treinamento Funcional. Sempre esteve envolvida com a dança, passando por diversas modalidades, tais como ballet, dança contemporânea, dança de rua e dança de salão. Em 2008, ingressou na dança do ventre e dança tribal, se especializando e permanecendo nessas modalidades até a presente data. Atualmente além de ministrar aulas, faz aulas regulares com Bruna Gomes, Kamilia Dance e Alessandra Forte. Renata Barão Rossoni - Bailarina Bailarina de Dança do Ventre e Tribal. Participa de aulas de dança do ventre desde 2016 e na dança tribal desde 2019, além de atuar como bailarina em espetáculos desde 2016, participando de eventos como I Mostra de Danças Shuvanis (Novembro/2016), Mostra de Dança no Teatro Cia de Arte (Junho/2017), 4° Edição do evento beneficente Latir, Miar e Dançar está no coração! (Outubro/2017), Mostra de dança La Vie em Rose (Abril/2018), Mostra Gala de Dança, entre outros.
PROJETO ARQUIVADO.