| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 450,0 mil |
Este projeto propõe a circulação do espetáculo "Auto da Compadecida", dirigido por Gabriel Villela. As apresentações da peça acontecerão em praças, parques e outros espaços alternativos de forma absolutamente democrática, heterogênea e gratuita. Além disso, uma oficina de contrapartida social para educadores da rede pública será ministrada em todas as cidades que receberá a peça.
SINOPSE "AUTO DA COMPADECIDA" As aventuras picarescas de João Grilo e Chicó que começam com o enterro e o testamento do cachorro do Padeiro e de sua Mulher e acabam em uma epopeia milagrosa no sertão envolvendo o clero, o cangaço, Jesus, Maria e o Diabo. RESUMO Neste "Auto da Compadecida", Gabriel Villela teceu sobre o Maria Cutia cada camada de seu trabalho, começando pelas canções e pelos figurinos, passando pelos desenhos de voz e de personagens, emoldurados pelo cenário de cortinas de circo, carrancas e capitonês. Um tempo do "imaginai" em que cada cena criada dá a sensação de um espetáculo inteiro. O espetáculo aborda o universo de Ariano Suassuna de forma mais universal, sem regionalismos. Não se sabe bem, ao assistir a peça dirigida por Gabriel Villela, de onde vem aquelas personagens. Elas são universais, míticas, como o próprio romance picaresco que Ariano se inspirou para escrever a história. Tecidos e cenário vindos de várias partes do mundo para construir um universo barroco-elisabetano-mineiro-ancentral-artesanal. Completamente diferente da abordagem feita pela televisão, esta adaptação torna o texto mais atual, com citações religiosas, políticas, em uma contextualização irônica do atual momento em que vivemos. ROTEIRO O roteiro da peça segue a dramaturgia original escrita por Suassuna na década de 50. A história contada é iniciada e finalizada com um grande cortejo dos atores passando pelo público, inaugurando a experiência coletiva do teatro e encerrando também este encontro ao final da peça.
OBJETIVO GERAL Este projeto visa a apresentação da peça "Auto da Compadecida" em praças, parques e ambientes públicos de forma absolutamente gratuita, democratizando o acesso a arte, em 3 estados brasileiros. Soma-se ainda uma oficina gratuita como contrapartida a esta proposta. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Visitar e apresentar em 14 cidades de 3 estados brasileiros a peça "Auto da Compadecida", dirigida por Gabriel Villela, sendo: MINAS GERAIS - 6 apresentações *Santa Barbara (Local: Praça da Matriz) *Belo Vale (Local: Praça da Igreja Matriz) *Conselheiro Lafaiete (Local: Praça Tiradentes) *Barbacena (Local: Praça dos Andradas) *Governador Valadares (Local: Praça dos Pioneiros) *Resplendor (Local: Praça da Matriz) ESPÍRITO SANTO - 4 apresentações *Colatina (Local: Praça Sol Poente) *Serra (Local: Praça da Igreja Matriz) *Vila Velha (Local: Praça Central) *Anchieta (Local: Praça São José de Anchieta) MARANHÃO 5 apresentações (sendo 2 em São Luís) *São Luís (Local: Praça Deodoro) *Açailândia (Local: Praça do Pedreiro) *Cidelândia (Local: Praça Neto Teixeira) *São Francisco do Brejão (Local: Praça São Francisco) (observação: os locais foram previamente mapeados, mas podem sofrer alguma alteração durante a pré-produção do projeto). 2) Encenar uma peça de qualidade reconhecida e atestada pelos profissionais nela envolvidos e que representam a competência do artista brasileiro. Deve-se observar que este projeto é de Artes Cênicas que se enquadra no art. 18, § 3º, alínea a: I - ARTES CÊNICAS j) teatro musical, quando sua encenação se estabelece por meio de dramaturgia, compreendendo danças e canções. 3) Oferecer a oficina "Iniciação ao Teatro: improvisos a partir da obra 'Auto da Compadecida', como contrapartida a este projeto, para professores, arte-educadores e interessados em geral em todas as cidades visitadas. OFICINA "Iniciação ao Teatro: improvisos a partir da obra 'Auto da Compadecida'" Ementa: A oficina se baseia em jogos de improviso cênico-musicais, partindo da obra "Auto da Compadecida", de Ariano Suassuna. Os alunos irão aprender técnicas vocais e práticas teatrais com a intenção de desenvolver o compartilhamento de uma experiência, uma vivência, cênica coletiva. Oficineiros: Mariana Arruda, Hugo da Silva e Leonardo Rocha. Beneficiários: professores e arte-educadores do ensino público, estudantes, artistas e interessados em geral no universo do teatro e da obra "Auto da Compadecida". Seleção: por meio de disponibilidade e interesse do aluno, do artista, ou do professor da instituição de ensino. Vagas: 25 vagas por oficina ministrada. Carga horária: 3h. Conteúdo programático: a oficina é totalmente prática com ensinamentos e repetições de três cenas a serem escolhidas pelos alunos da obra "Auto da Compadecida": o enterro do cachorro; o gato que descome dinheiro; e o cavalo bento. Os alunos deverão vestir roupas leves e que facilitem o movimento do corpo pelo espaço. Ao final da oficina, as cenas serão gravadas e, caso os alunos queiram, poderão vinculá-las gratuitamente em suas redes sociais. Atendendo ao Art. 18. da IN Nº 2, de 23 de abril de 2019, todos os espetáculos e oficinas terão seus direitos à acessibilidade assegurados, estando mais bem explanados na guia "Responsabilidade Social" deste projeto. 4) Promover bate-papos com o público ao final do espetáculo sobre a processo criativo da peça. 5) Estabelecer laços estéticos com os artistas das cidades visitadas. 6) Democratizar o acesso a um bem cultural de qualidade de forma absolutamente gratuita e descentralizada ao público brasileiro. 7) Contratar profissionais e serviços das cidades visitadas. 8) Alcançar um público aproximado de 3mil espectadores ao final deste projeto. Histórico do grupo: O Grupo Maria Cutia nasceu em Belo Horizonte, em 2006, e desde então, edifica e apresenta seus espetáculos em praças, parques, ruas e palcos de Minas Gerais, do Brasil e do mundo. Como frentes de perscrutação artística, o grupo trabalha com o diálogo entre música autoral e teatro, numa investigação que denomina música-em-cena, que propõe a trilha sonora executada ao vivo pelos atores em uma pesquisa que alia a dramaturgia à canção. Atualmente, mantém em repertório quatro espetáculos de rua (também possíveis de serem encenados em palcos), dois shows cênicos e um espetáculo solo de palco, além da mais nova montagem "Auto da Compadecida". Inspirado na abordagem mítica brasileira do herói sem caráter, com suas vicissitudes morais, e no momento político-social atual do país, o Maria Cutia, juntamento com o diretor Gabriel Villela, reconhecido e premiado diretor brasileiro, narra as aventuras picarescas João Grilo e Chicó. Nessa versão de Auto da Compadecida, o grupo, em alquimia com a direção de Gabriel Villela, traz para o texto de Suassuna pitadas brechtianas. Com tom irônico, o trabalho pode ser tematizado como cênico-musical-picaresco. O olhar político (sem didatismo ou partidarismo) do espetáculo, desprendido do enredo criado pelo célebre autor paraibano, traz outra camada para a obra de Ariano, revelando acontecimentos de um Brasil atual, a partir de personagens e situações que ganham acento ainda mais sarcástico do que os encontrados na dramaturgia original. SINOPSE "AUTO DA COMPADECIDA" As aventuras picarescas de João Grilo e Chicó que começam com o enterro e o testamento do cachorro do Padeiro e de sua Mulher e acabam em uma epopéia milagrosa no sertão envolvendo o clero, o cangaço, Jesus, Maria e o Diabo.
Estreada em 2019, a montagem de "Auto da Compadecida" é fruto de uma parceria desejada há anos entre o Grupo Maria Cutia e o diretor Gabriel Villela. Com 14 anos de história, o grupo mineiro tem histórico de veteranos e se cerca deles no exercício da arte teatral convidando sempre artistas consagrados em seus projetos. Já se apresentou em mais de 170 cidades brasileiras divididas por 18 estados, além de uma turnê pela África, visitando Moçambique, Angola, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Guiné-Bissau, em 2011, a convite do Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty, encenando espetáculos e ministrando oficinas. Este projeto busca apresentar de maneira democrática e gratuita a consistência do trabalho do grupo Maria Cutia, posto que serão encenados espetáculos, ministradas oficinas e debates criativos feitos. Com a intenção clara, ainda, de distribuir os recursos deste edital valorizando os profissionais locais (produtores, agentes culturais) que serão contratados em todas as cidades, além de prestadores de serviços (restaurantes, hotéis, aluguel de cadeiras, de equipamento de luz e som, locação de transporte, dentre outros). É importante ressaltar também a intenção de democratizar o acesso e a fruição de bens culturais por diversas regiões do Brasil. As cidades aqui apresentadas foram escolhidas seguindo esta orientação de diversificação e descentralização. Peça clássica do teatro popular e a mais conhecida da dramaturgia brasileira, "Auto da Compadecida" continua extremamente atual, embora tenha sido escrita em 1955 por Ariano Suassuna. De forma irônica e popular, a peça aborda temas racistas, religiosos, sociais e políticos tão caros aos nossos dias. Ao circular com a peça, o grupo Maria Cutia proporciona a milhares de pessoas o acesso a uma produção artística primorosa, em uma experiência estética raramente difundida em pequenas cidades, principalmente as de fora dos circuitos das artes. Nota-se ainda, o caráter democrático desta proposta, posto que todas as apresentações sejam gratuitas e em espaços abertos para uma grande quantidade de espectadores. O acesso a este bem cultural é uma proposta recorrente e política do grupo Maria Cutia - como se pode atestar pelo histórico do grupo - ao acreditar que o objeto artístico deve, preponderantemente, atingir todas as camadas sociais e econômicas da população em algum momento de sua trajetória. E por ter também a convicção de que a possibilidade de apreciação livre e espontânea, sincera, de uma obra estética é também dever do artista. Além, claro, das cidades que aqui serão contempladas não estarem no eixo Rio-São Paulo, descentralizando as ações deste projeto. Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do ART. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E ainda nos objetivos do ART. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Deve-se também corroborar o já citado nos Objetivos desta proposta, de que este é um espetáculo teatral que se enquadra no art. 18, § 3º, alínea a: I - ARTES CÊNICAS e) teatro; (art. 18, § 3º, alínea a) Soma-se a esta proposta, uma oficina gratuita de contrapartida para educadores do ensino público (também já explanada nos Objetivos e na Descrição da Atividade do Produto). PARA TANTO, NOTA-SE QUE A UTILIZAÇÃO DO MECANISMO INCENTIVO A PROJETOS CULTURAIS E A APROVAÇÃO NA LEI ROUANET, NÃO SÃO SÓ NECESSÁRIOS, MAS PREPONDERANTES PARA A FINALIZAÇÃO ARTÍSTICA E CIRCULAÇÃO DESTA OBRA POR MEIO DE EDITAIS DE CAPTAÇÃO DE EMPRESAS. ESTE É UM PROJETO PRÉ-SELECIONADO NO EDITAL CHAMADA VALE DE PATROCÍNIOS CULTURAIS DE 2020, PORTANTO, É PREPONDERANTE A VALIDAÇÃO DESTA PROPOSTA NO SALIC PARA A EFETIVAÇÃO DO PATROCÍNIO PRÉ-APROVADO.
É IMPORTANTE CITAR QUE ESTE PROJETO FOI PRÉ-SELECIONADO PELO EDITAL CHAMADA VALE DE PATROCÍNIOS CULTURAIS 2020 E NECESSITA SER APROVADO COM URGÊNCIA PARA A HOMOLOGAÇÃO DO PATROCÍNIO (O PRAZO NO REFERIDO EDITAL PARA INSERÇÃO DO PRONAC APROVADO É 01 DE DEZEMBRO DE 2020). EM ANEXO A ESTA PROPOSTA ESTÁ UM DOCUMENTO COMPROVANDO TAL INTERESSE DE PATROCÍNIO. PORTANTO, PEÇO O ENTENDIMENTO SOBRE A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE IMEDIATA DESTA PROPOSTA - CASO HAJA DILIGÊNCIAS - PARA A NÃO PERDA DO PROVÁVEL PATROCÍNIO. Todas as apresentações serão de livre acesso ao público. O Maria Cutia é um grupo de teatro que nasceu em Belo Horizonte, em 2006, e desde então apresenta seus espetáculos em praças, parques e ruas de Minas Gerais, do Brasil e do mundo. Nos últimos anos, aventurou-se em produções criadas para palcos e também adaptou suas obras de rua para teatros fechados. Nesses 14 anos, já se apresentou em 6 países, 20 estados nacionais totalizando mais de 170 cidades brasileiras, para um público superior em mais de 400 mil espectadores, tendo realizado mais de 950 apresentações e mais de 150 oficinas de formação. Como frentes de pesquisa artística, o grupo trabalha com o diálogo entre música e teatro. Em todos os seus espetáculos, a trilha é executada ao vivo pelos atores, em uma pesquisa que alia dramaturgia à canção. Ao partir de diferentes linguagens - do jogo do palhaço, das máscaras expressivas, do ator brincante, do cancioneiro de Chico Buarque, dos textos clássicos da dramaturgia ou de uma dramaturgia original criada em processo colaborativo – cada espetáculo foi elaborado de uma forma distinta, mas sempre pensado com um olhar especial e atento para o seu espectador. Desta forma, o grupo busca um teatro amplo, autoral, simples e com qualidade artística, que tem em seu público o principal interlocutor nas apresentações. O Grupo possui ativo em seu repertório 9 espetáculos (Engenho de Dentro, Auto da Compadecida e Francisco, Ópera de Sabão, Como a Gente Gosta, Na Roda e ParaChicos). Ao longo de sua trajetório trabalhou com diretores como Gabriel Villela, Eduardo Moreira, Antônio Rodrigues, Lira Ribas, Rodrigo Robleño, Zé Regino, Raquel Sokolowicz, Sue Morrison, dentre outros.
Não é o caso.
Atendendo ao Art. 18. da IN Nº 2, de 23 de abril de 2019, este projeto propõem as seguintes medidas de acessibilidade para atender a TODAS as pessoas com deficência visual, auditiva e física: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS -Acessibilidade física: para viabilizar a participação de portadores de mobilidade reduzida (deficientes e idosos), a seleção dos locais dos espetáculos terá como critério condicionante a acessibilidade desse público. A produção reservará espaços para cadeirantes e cadeiras para idosos na plateia. -Acessibilidade para deficientes visuais: 1 apresentação contará com guia-intérprete. -Acessibilidade para deficientes auditivos: todas as apresentações da peça contarão com intérprete de Libras para acessibilidade de surdos. CONTRAPARTIDA SOCIAL -Acessibilidade física: a oficina destinará 5 vagas por cidade para cadeirantes. -Acessibilidade para deficientes visuais: 1 oficina contará com guia-intérprete. -Acessibilidade para deficientes auditivos: 3 oficinas contarão com intérprete de libras.
Em todas as apresentações serão realizados bate-papos entre artistas e público após os espetáculos, como forma de democratizar o processo de criação do espetáculo cênico musical. Todas as apresentações do projeto serão oferecidas gratuitamente ao público e em cidades fora do eixo Rio-São Paulo. Serão, ainda, disponibilizados trechos das apresentações do espetáculo "Auto da Compadecida" no canal oficial no youtube do Grupo Maria Cutia como forma de atender ao artigo 21 da IN 02/2019: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; O projeto atende também ao inciso IV da mesma legislação: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; E, por fim, ao inciso VII - "realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;", já que este público, juntamente com seus pais e tutores configuram também o público alvo principal de apresentações gratuitas no espaço da rua.
Luisa Monteiro será a responsável pela gestão do processo decisório deste projeto e também fará a coordenação de produção. Compõem a empresa proponente como sócios: Luisa Monteiro, Leonardo Rocha e Mariana Arruda. Leonardo Rocha e Mariana Arruda participarão como ator e atriz, respectivamente. APRESENTAÇÃO DO ESPETÁCULO "AUTO DA COMPADECIDA", POR 3 ESTADOS BRASILEIROS E, AINDA, MINISTRAR UMA OFICINA GRATUITA EM CADA UMA DAS CIDADES VISITADAS. AUTO DA COMPADECIDA Concepção e Direção: Gabriel Villela Assistente de Direção: Lydia Del Picchia Preparação Vocal: Babaya Direção Musical: Babaya, Fernando Muzzi e Hugo da Silva Cenário e Figurino: Gabriel Villela Assistente de Figurino: José Rosa Coordenação do Ateliê Gabriel Villela: José Rosa Pintura de Arte: Rai Bento Iluminação: Richard Zaira e Pedro Paulino (CiaTecno) Consultoria de Sonorização: Vinícius Alves Fotografia: Tati Motta Designer: Luiza Godin Produção: Luisa Monteiro - Grupo Maria Cutia GABRIEL VILLELA Um dos mais premiados diretores do teatro brasileiro. LYDIA DEL PICCHIA Atriz, diretora e preparadora corporal do Grupo Galpão. BABAYA MORAIS Um das principais e mais premiadas diretores vocais do Brasil. FERNANDO MUZZI Compositor, arranjador, músico e diretor musical, de premiadas peças, como "Romeu e Julieta", do Grupo Galpão. JOSÉ ROSA Figurinista e ator, trabalha há muitos com Gabriel Villela e participou como ator da premiadíssima montagem "Macunaína", de Antunes Filho. RAI BENTO Cenógrafo, figurinista e bonequeiro, integrou o Grupo Giramundo por mais de 10 anos. LUISA MONTEIRO Gestora Cultural e Coordenadora de produção do Grupo Maria Cutia. GRUPO MARIA CUTIA Criado em 2006, na cidade de Belo Horizonte, o Grupo Maria Cutia dedica-se principalmente à pesquisa do teatro de rua. Com um intenso diálogo com a música, todos os espetáculos da cia tem trilha sonora executada ao vivo, cultivando uma pesquisa própria denominada música-em-cena. O Grupo Maria Cutia já se apresentou em mais de 160 cidades espalhadas por 19 estados brasileiros, além de 5 países da África de Língua Portuguesa: Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Angola e Moçambique. Mariana Arruda - Atriz Atriz fundadora do Grupo Maria Cutia. Atualmente faz parte do elenco dos espetáculos em repertório da cia: “Auto da Compadecida”, com direção de Gabriel Villela (2019), “ParaChicos”, direção de Lira Ribas (2017); "Francisco - Mariana Arruda canta Chico Buarque", direção de Lira Ribas (2015); "Na Roda", direção coletiva (2006); "Ópera de Sabão" (2015) e "Como a Gente Gosta" (2011) - ambos com direção de Eduardo Moreira; "Concerto em Ré", direção coletiva (2010). Nos 3 últimos espetáculos da cia assina, em parceria com Hugo da Silva e Leonardo Rocha, a composição da maioria das canções. Fez formação profissional no Centro de Formação Artística do Palácio das Artes - CEFAR (2005-2007), graduou-se em Comunicação Social na PUC Minas e fez mestrado em Letras na UFMG. Estudou e trabalhou com nomes importantes como: Sue Morrison (no Canadá), Guillermo Angeleli, Raquel Sokolowicz e Marcelo Savignone (na Argentina); Esio Magalhães, Kenia Dias, Rita Clemente, Mariana Muniz, Babaya, dentre outros. Como cantora, fez show na inauguração da Sala Vinícius de Morais em Lima, no Peru, participou de shows em Belo Horizonte e outras cidades mineiras. Assinou a dramaturgia do espetáculo "Sonho de uma noite de São João" (2008) - no projeto Pé na Rua do Galpão Cine Horto; e, em parceria com a atriz Julia Mendes o solo da palhaça Julieta “Desencontro Marcado” (2019) que também assina a direção. Como educadora, coordenou projetos de extensão universitária (de palhaços de hospital) na PUC Minas, no Centro Universitário UNA e na Unifenas de 2005 a 2011. Ministrou oficinas de teatro em Cabo Verde, Angola, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Moçambique, além de oficinas para artistas e educadores na Toca da Cutia (sede do grupo), em escolas da rede pública e particular de BH, em projetos culturais e festivais em mais de 40 cidades brasileiras. Leonardo Rocha - Ator Ator fundador do Grupo Maria Cutia. Atualmente faz parte do elenco dos espetáculos em repertório da cia: “Auto da Compadecida”, com direção de Gabriel Villela (2019), “Engenho de Dentro”, direão de Eduardo Moreira e Antônio Rodrigues (2018); "Francisco - Mariana Arruda canta Chico Buarque" , direção de Lira Ribas (2015); "Na Roda", direção coletiva (2006); "Ópera de Sabão" (2015) e "Como a Gente Gosta" (2011) - ambos com direção de Eduardo Moreira; "Concerto em Ré", direção coletiva com orientação artística de Rodrigo Robleño e Zé Regino Oliveira (2010). Nos 3 últimos espetáculos da cia assina em parceria com Hugo da Silva e Mariana Arruda a composição da maioria das canções. Fez formação profissional no Teatro Universitário da UFMG - TU (2006-2008) e graduou-se em Jornalismo no UNI-BH. Estudou e trabalhou com nomes importantes como: Sue Morrison (no Canadá), Guillermo Angeleli, Raquel Sokolowicz e Marcelo Savignone (na Argentina); Esio Magalhães, Jeannick Dupont, Fernando Limoeiro, Tiche Viana, Babaya, dentre outros. Assina a direção e dramaturgia do espetáculo "Vamos Ficar por Aqui" - solo da palhaça Luba (2015) e dos curtas "As cinco moscas do centro mágico" (2006) e "Ausência" (2007). Ministrou oficinas de teatro em Cabo Verde, Angola, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Moçambique, além de oficinas para artistas e educadores na Toca da Cutia (sede do grupo) e em mais de 10 cidades brasileiras. Hugo da Silva - Ator Ator e diretor musical do Grupo Maria Cutia. Atualmente faz parte do elenco dos espetáculos em repertório da cia: “Auto da Compadecida”, com direção de Gabriel Villela (2019), "Na Roda", direção coletiva (2006); "Ópera de Sabão" (2015) e "Como a Gente Gosta" (2011) - ambos com direção de Eduardo Moreira; "Concerto em Ré", direção coletiva com orientação artística de Rodrigo Robleño e Zé Regino Oliveira (2010). Nestes 3 últimos assina a direção musical das obras. Nos 3 últimos espetáculos da cia assina em parceria com Leonardo Rocha e Mariana Arruda a composição da maioria das canções. Fez formação profissional no Teatro Universitário da UFMG (2008-2010). Estudou e trabalhou com nomes importantes como Esio Magalhães, Raquel Sokolowicz (na Argentina), Fernando Limoiro, Kenia Dias, Fernando Linares, Chico Pelúcio, dentre outros. Como diretor, assinou a direção do espetáculo "O Pintinho Piu" do Grupo Eureca, de Macapá. Como cantor e compositor, apresentou-se no projeto "Cantautores" (2016) e em bandas e show em teatros e espaços alternativos de Minas. Como arte educador, trabalhou como professor de música do CLIC - Centro Lúdico de Interação e Cultura e ministrou oficinas de teatro em Cabo Verde, Angola, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Moçambique, além de oficinas para artistas e educadores na Toca da Cutia (sede do grupo) e em mais de 20 cidades brasileiras. Luisa Monteiro - Coordenadora de Produção Produtora do Grupo Maria Cutia. Assume a coordenação de produção e gestão cultural da cia desde 2010, sendo responsável pela produção de montagens, circulações, festivais e turnês financiadas por prêmios e Leis de Incentivo (Federais, Estaduais e Municipais), produzindo o grupo em mais de 150 cidades brasileiras. Graduou-se em Comunicação Social, com habilitação em Relações Públicas pela PUC Minas, pós-graduou-se em Gestão Estratégica das Organizações (IEC/PUC Minas) e fez Mestrado em comunicação no programa Interações Midiáticas (PUC Minas). Estudou e trabalhou com Rômulo Avelar, Lena Cunha, Marcelo Bones, Ana Luisa Freire, Cristiano Pena, dentre outros. . Coordena a produção do FETO - Festival Estudantil de Teatro desde 2018. Como educadora, ministrou disciplinas no programa de Pós Graduação em Comunicação Estratégica nas Organizações no Instituto de Educação Continuada/ PUC Minas e foi tutora dos cursos de especialização em Comunicação Organizacional pela PUC Virtual.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.