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PRONAC 204917IndeferidoMecenato

Pontes Artísticas: Coexistências Teatrais

FMS PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 199,8 mil
Aprovado
R$ 199,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2021-02-09
Término
2021-07-09
Locais de realização (5)
Anchieta Espírito SantoCariacica Espírito SantoSerra Espírito SantoVitória Espírito SantoRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

"Pontes Artísticas: Coexistências Teatrais" é um projeto de artes cênicas itinerante que visa a realização de intercâmbios artísticos entre o proponente (Cia. dos Bondrés) com grupos teatrais de municípios do estado do Espírito Santo (Serra, Anchieta, Cariacica e Vitória). Esses intercâmbios serão realizados no formato de oficinas entre os grupos, para troca de pesquisas teatrais e mapeamento das ações culturais desse segmento na região. Ademais, o projeto também prevê apresentações teatrais e oficinas artísticas gratuitas e abertas ao público geral, além da produção de um curta-metragem documentário de toda essa circulação, que será distribuído gratuitamente na internet. Como formação cultural, o projeto realizará apresentações para alunos e professores de escolas públicas locais, acompanhadas de um bate papo com os atores e produção.

Sinopse

Pontes Artísticas: Coexistências Teatrais é um projeto de artes cênicas itinerante que visa a realização de intercâmbios artísticos entre o proponente (Cia. dos Bondrés) com grupos teatrais de municípios do estado do Espírito Santo (Serra, Anchieta, Cariacica e Vitória). O projeto busca a democratização do acesso à produção cênica no estado através de diversas ações, são elas: INTERCÂMBIOS ARTÍSTICOS: Os Intercâmbios Artísticos entre a Cia dos Bondrés (Rio de Janeiro/RJ) e os grupos Folgazões e Lacarta Circo Teatro (Vitória/ES),Congo de Roda D’água (Cariacica), Regitiba (Anchieta/ES), Candeeiro De Teatro e Somos de Teatro (Serra/ES) pretendem promover a troca de conhecimentos - práticos e teóricos - em teatro e cultura popular, a partir do encontro entre grupos com diferentes pedagogias, pesquisas e metodologias de criação. Os Intercâmbios Artísticos preveem atividades tais como jogos de improvisação, mimese corporal, estados dramáticos, trabalhos de mascaramento, percepção rítmica e musical, treinamento do ator com a linguagem da máscara teatral, entre outras. Ao final dos laboratórios cênicos, haverá apresentações públicas e gratuitas, em conjunto (Cia dos Bondrés e grupos locais), resultantes dos processos de pesquisa. OFICINA: A Oficina “A Presença das Máscaras” é uma atividade pedagógica que estuda e investiga a técnica das máscaras teatrais, com diversas aplicações. O teatro de máscara insere-se no campo do teatro físico-gestual, que libera o ator da preponderância da palavra e do verbo e abre um novo caminho de percepção por meio do corpo. Assim, a ferramenta das máscaras balinesas serão o principal dispositivo de ensino e criação da oficina. Essas máscaras são provenientes da tradição balinesa (Indonésia) do teatro de rua, na qual desenvolve-se um jogo teatral equivalente ao dos palhaços ocidentais. O desenho do corpo do ator na pesquisa da forma dos estados emocionais é uma etapa importante desse processo de aprendizado. Dessa forma, o ator explora sua criatividade através da potência da linguagem corporal. A oficina propõe importante oportunidade de capacitação artística e destina-se a atores profissionais e amadores, estudantes de teatro e curiosos da arte dramática com interesse em ampliar suas técnicas de criação. Classificação: 18 anos. ESPETÁCULOS: A “Batalha de Improvisação com Máscaras” é um espetáculo baseado nas tradições seculares do teatro oriental de máscaras balinesas e na cultura popular brasileira. Na peça, 6 atores utilizam 6 máscaras balinesas e formam 2 times, em uma competição de cenas a serem improvisadas a partir de sugestões do público e sob o comando de 1 ator mestre de cerimônia, também de máscara. A cada apresentação, um espetáculo diferente. Tudo é imprevisível, inclusive a formação dos times, separados na hora pela plateia. A disputa é dividida em provas, cada uma delas com uma modalidade específica e objetivos a serem cumpridos. O público é convidado a participar ativamente, propondo provocações diferentes para cada modalidade: a plateia sugere temas, lugar da cena, palavras a serem ditas pelos atores, objetos a serem utilizados etc. Cada prova resulta em 2 cenas, 1 de cada equipe, e o público escolhe qual a cena vencedora da prova, por meio de voto popular. A trilha sonora, proposta na hora por 1 atriz DJ, faz desse encontro uma celebração, contribuindo para o caráter festivo. Diferente de outros jogos de improvisação, a Batalha apoia-se no jogo físico dos atores, de modo que os estímulos propostos para as improvisações não passem, necessariamente, pela lógica das palavras e do verbo, mas, sim, busquem o gesto e a expressão física e emotiva. É pelo corpo que se desenha um estado emocional ou uma situação dramática. As máscaras balinesas utilizadas no espetáculo são primas orientais dos palhaços, criando uma atmosfera alusiva a um picadeiro. Classificação livre. A “Batalhinha de Improvisação com Máscaras para Crianças” é a versão da Batalha voltada para crianças e um público jovem. Os dois espetáculos compartilham a mesma estrutura de formação de time e disputa dos votos da plateia, que também participa sugerindo os temas. No entanto, esse espetáculo usa ferramentas mais próximas do universo infantil, com cenas estruturadas no formato de contos. Alguns desses contos são os clássicos da nossa cultura (Contos do folclore brasileiro, Contos de Andersen, Irmãos Grimm…), outros são contos inventados no momento, variam como sempre de acordo com o desejo da plateia. Nesse espetáculo, os atores investem na composição de imagens em cena com recursos de animação de objetos e ressignificação de elementos do cenário, de acordo com a situação dramática. O resultado é um espetáculo tão onírico e versátil quanto a mente de uma criança. Classificação livre. DOCUMENTÁRIO Consiste em vídeo curta metragem, com imagens editadas das atividades, da interação entre os grupos, do encontro com o público capixaba e dos bastidores da Cia dos Bondrés durante a jornada no ES. O documentário será disponibilizado no canal do Youtube da Cia dos Bondrés, para livre veiculação na internet.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Projeto itinerante de artes cênicas que visa a realização de encontros, no formato de intercâmbio, entre a Cia. dos Bondrés (proponente) e grupos teatrais de municípios do estado do Espírito Santo ( Serra, Anchieta Cariacica e Vitória). Objetiva-se a troca de pesquisas cênicas, experiências, metodologias etc. nos intercâmbios, promovendo o crescimento profissional entre artistas, técnicos e produtores culturais dessa região. Para isto, o proponente atuará em parceria com as seguintes trupes: FOLGAZÕES e LACARTA CIRCO TEATRO (Vitória/ES), RERIGTIBA (Anchieta/ES), CANDEEIROS DE TEATRO, GRUPO DE CONGO (Cariacica/ES) e SOMOS DE TEATRO (Serra/ES). O intercâmbio proposto contará com encontros entre essas trupes, para troca de experiências, e resultará na apresentação de um trabalho elaborado coletivamente entre esses grupos. Ademais, o projeto também prevê a itinerância de 02 obras do proponente, que serão apresentadas gratuitamente nos municípios de atuação do projeto,são elas: "Batalha de Improvisação com Máscaras" (público: + 14 anos)"Batalhinha de Improvisação com Máscaras para Crianças" (público: infantil) Oficinas artísticas de máscara também serão oferecidas gratuitamente ao público, sob inscrição prévia e sujeita à lotação. Essas oficinas serão ministradas pelo proponente(Cia. dos Bondrés). Ademais, o projeto prevê também a produção de um curta-metragem, a partir dos registros da realização das ações propostas (oficinas e apresentações teatrais), como forma de documentar e divulgar o conteúdo proposto. Com isso, espera-se incentivar a efervescência cultural e o consumo de artes no estado do Espírito Santo, estimulando a economia local com a participação dos grupos capixabas no projeto e contratação de serviços diversos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realização de 17 dias de intercâmbios(encontros) entre as trupes parceiras, nos municípios de atuação, sendo: 06 dias em Anchieta, 05 dias em Vitória, 01 dia em Cariacica e 05 dias em Serra. Em cada cidade, haverá uma apresentação cênica que será produzida como resultado final dos intercâmbios. Espera-se com os intercâmbios atender cerca de 40 pessoas; - Realizar 04 apresentações teatrais gratuitas, sendo: 02 em Anchieta, 01 em Vitória e 01 em Serra (EspÍrito Santo). Espera-se atender cerca de 443 pessoas; - Realizar oficinas artísticas em cada município de atuação do projeto, da seguinte forma: 06 dias em Serra, 06 dias em Vitória e 04 dias em Anchieta, para capacitação de atores e estudantes locais. Cada oficina com capacidade máxima de 30 pessoas, gratuitas e com inscrição prévia. Espera-se atender cerca de 480 pessoas com essas oficinas; - Produzir um curta-metragem, com cerca de 25 minutos, para distribuição gratuita na internet; - Realizar 10 apresentações teatrais em escolas públicas, nos municípios de atuação do projeto (Serra, Vitória e Anchieta), para cerca de 50 alunos e/ou professores,em cada (como ação de formação cultural (art.22, Instrução Normativa nº02/2019 do Ministério da Cidadania); - Ocupar 4 equipamentos culturais autônomos e público no ES: Centro Cultural Eliziario Rangel (Serra); Casa da Música e sede do grupo Folgazões (Vitória); e Teatro Rerigtiba (Anchieta); - Atingir diretamente cerca de 963 pessoas, com as ações propostas (intercâmbios, apresentações e oficinas); - Atingir indiretamente cerca de 20 mil pessoas, com divulgação das oficinas apresentações teatrais e curta-metragem; - Registrar em foto e vídeo as ações, para difundir o projeto cultural; - Promover a Secretaria Especial da Cultura e o Governo Federal com a aplicação das marcas nas peças de divulgação do projeto.

Justificativa

O Projeto de artes cênicas "Pontes Artísticas: Coexistências Teatrais" prevê intercâmbios artísticos entre a CIA DOS BONDRÉS (Rio de Janeiro/RJ) e os grupos FOLGAZÕES e LACARTA CIRCO, TEATRO (Vitória/ES), RERIGTIBA (Anchieta/ES), CANDEEIROS DE TEATRO e SOMOS DE TEATRO (Serra/ES). O projeto busca coexistências de pesquisas teatrais com grupos artísticos capixabas de relevante atuação local. Para isto, a Cia dos Bondrés fará uma itinerância por municípios do estado do Espirito Santo, realizando intercâmbios artísticos com tais grupos. Em cada município, a Cia dos Bondrés realizará a abertura do processo, apresentando sua peça "Batalha de Improvisação com Máscaras" _ espetáculo baseado nas tradições seculares do teatro oriental de máscaras balinesas e na cultura popular brasileira. As apresentações ocorrerão de forma aberta e gratuita ao público. Em seguida, haverá laboratórios cênicos com os grupos locais, visando a pesquisas e criações artísticas: cada companhia contribuirá com suas perspectivas, experiências e estudos próprios, culminando, ao final, em uma apresentação pública e gratuita, em conjunto entre os grupos). Este Projeto busca fortalecer a cultura regional, mediante intensos intercâmbios artísticos entre essa companhia do RJ e grupos do ES, possibilitando a continuidade dos coletivos envolvidos. Baseia-se na valorização da diversidade de linguagens. Trabalha com a tradição das máscaras, fundamentada no fazer teatral em grupo e colaborativo. Busca novas ligações com a realidade prática capixaba, possibilitando o amadurecimento de grupos mais jovens, que são multiplicadores da experiência teatral local. O caráter horizontal dos intercâmbios possibilitará a atualização e o amadurecimento de todos os grupos envolvidos. O processo permitirá a difusão do teatro em suas dimensões artística, social e econômica, contribuindo para a cidadania no País. Ademais, a Cia dos Bondrés oferecerá, em cada localidade, sua oficina teatral gratuita "A presença das máscaras", destinada a artistas, estudantes e público em geral; e fará apresentações da peça "Batalhinha de Improvisação com Máscaras para Crianças" _ espetáculo com o mesmo mote da "Batalha", mas voltado especificamente para o público infanto-juvenil. Estas apresentações ocorrerão de forma gratuita e em escolas infantis da rede pública, como contrapartida social de formação cultural, e tem com finalidade a democratização do acesso à cultura; além de criar oportunidades de capacitação artística para estudantes e artistas locais, crianças de escolas públicas e para o público em geral, formando indivíduos críticos e atuantes. Durante a execução do Projeto, haverá realização de um Diário de Bordo online em redes sociais e a produção de documentário curta metragem, para posterior veiculação gratuita na internet. Estas ações foram pensadas para registrar as atividades e também aproximar o espectador da fagulha criativa que dá vida aos processos criativos da arte teatral, contribuir para a difusão de saberes, gerar acervo e estimular futuras pesquisas A proponente Cia dos Bondrés (RJ), companhia teatral fundada em 2008, é especializada em pesquisa e produção de espetáculos com máscaras balinesas (tradição do topeng, teatro-dança de Bali, Indonésia), única companhia do País que encena peças com essa linguagem. A diretora possui estudos em Bali _ de onde trouxe as máscaras, feitas à mão por artesãos locais _, Sri Lanka e Japão, além de experiência integrando por 9 anos a companhia Théâtre du Soleil (Paris). A Cia dos Bondrés possui extenso repertório de espetáculos adultos e infanto-juvenis. Recebeu láureas e indicações nos mais importantes prêmios do teatro nacional (Shell, Cesgranrio, Zilka Sallaberry e CBTIJ) e participou da circulação Palco Giratório SESC. Desta forma, o projeto "Pontes Artísticas: Coexistências Teatrais" se enquadra no art.1º da Lei 8313/91, nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto também atende aos incisos abaixo, do art. 3º da referida Lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.

Estratégia de execução

Abaixo, seguem mais informações das trupes regionais que irão interagir com a Cia. dos Bondrés (intercâmbio artístico): GRUPO CANDEEIRO DE TEATRO O Grupo Candeeiro de Teatro nasceu em 2016, no afã de promover as artes cênicas na cidade de Serra, ES. O grupo é composto por quatro atores: Antônio Vitor, Bruno Piazzarollo, Mindu Zinek e Ronald Alves, que se reúnem regularmente para ensaios semanais e experimentação. No seu percurso até o momento, o grupo aposta na criação por meio do processo coletivo. E esse termo, aqui, significa que o processo é horizontal dentro do grupo, no qual todos participam das escolhas de criação dos espetáculos. E isso se dá nas propostas de cenas, na escrita do texto, na improvisação do figurino, no design da luz etc. Esse modo de criação se desenvolveu, ao longo do tempo, a partir das necessidades práticas do grupo, formado apenas por atores. Mas isso, de certa forma, se tornou funcional, porque os integrantes estão dispostos a acreditar nessa forma de criação. Atualmente o grupo reside no Centro Cultural Eliziário Rangel, no município de Serra, onde realiza os ensaios e outras atividades, incluindo as apresentações. GRUPO SOMOS DE TEATRO O grupo “Somos de Teatro” nasceu a partir do curso de Formação de Atores realizado através do Núcleo de Pesquisa em Artes da Cena (NPAC), promovido pelo Centro Cultural Eliziário Rangel e ministrado pelo Professor e ator Tato Brasil no ano de 2018. Nesse espaço surgiu também, ao final do curso, a montagem e produção do espetáculo “Nós no tempo” que acabou por cercar a questão da nossa relação com o tempo e com a fragilidade humana. O grupo é composto por: Breno Héber Gomes, Ramon de Holanda Nascimento, Péricles Pinel Filho, Sirleia Dos Santos Rocha Lube. Além disso, fizemos nossa estreia no segundo semestre de 2019 com a peça “Nós no tempo”, ficando em cartaz por um mês. GRUPO FOLGAZÕES A Folgazões - Companhia de Artes Cênicas - estreou em 2007, o espetáculo Cantantes e Brincantes, na cidade de Vitória (ES), mas atua desde 2003. O artista Edson Nascimento vinha desenvolvendo uma pesquisa acerca da linguagem musical e gestual dos chamados Brincadores - atores/músicos populares. Em 2006, os atores da Cia começaram um processo de pesquisa quando se consolidou, dessa forma, um núcleo que decidiu fundar um grupo. Em 2013 a Folgazões comprou a sua sede própria, localizada no Centro Histórico de Vitória. Em sua trajetória, a Folgazões vem desenvolvendo uma estética teatral alicerçada em quatro diretrizes principais: • Busca de um teatro popular, acessível a qualquer público; Pesquisa sobre as diferentes formas de comicidade; Predileção pela rua enquanto espaço de encenação; Investigação e reflexão sobre a sociedade e cultura brasileira. Em 2019 a Folgazões iniciou sua trajetória no segmento audiovisual com a produção de um curta-metragem retratando uma família de imigrantes alemães no Espírito Santo. GRUPO LACARTA CIRCO TEATRO O Grupo Lacarta, iniciou em 2013 quando dois artistas levantaram a proposta de levar o Circo teatro para as comunidades fora do eixo comercial, onde as praças são escolhidas por sua significação histórica relevante e pelo grande fluxo de crianças, jovens e adultos da comunidade. O grupo é formado pelo palhaço e músico Carlitos Cachoeira e pela atriz e palhaça Amora Gasparini e tem em seu repertório 6 espetáculos, todos na linguagem do circo teatro. O Lacarta tem como pesquisa o circo teatro e a dramaturgia do palhaço brasileiro, sempre levando a linguagem e tradição circense. Buscam a cada espetáculo o olhar de fora, na figura de um(a) diretor(a) convidado(a). Já circularam em estados como ES, SP, RJ, MG, BA, PR e SC. GRUPO REGTIBA Fundado em 1993, o Grupo de Teatro Rerigtiba é um dos mais antigos e atuantes Grupos de Teatro do Espírito Santo. Com sede na cidade de Anchieta a cia se dedica à pesquisa da linguagem teatral nas suas diversas formas de expressão estética como forma de aprimorar seu ofício. Nessa trajetória de 27 anos, o Rerigtiba vem consolidando seu trabalho com participação na cena cultural capixaba com atuação em Anchieta e por várias cidades do Espírito Santo, onde participou de festivais, mostra e apresentações de seus espetáculos. Atualmente mantém em repertório 5 montagens: “O Rei de Quase Tudo”, “Uma Viagem no Tempo”, “Partituras”, “Sono e Sonhos” e “O que é Suficiente?”.

Especificação técnica

INTERCÂMBIOS: Quantidade: 17 , sendo: - Serra (05 dias - 08 pessoas); - Vitória (05 dias - 14 pessoas ); - Anchieta (06 dias- 08 pessoas ) - Cariacica (01 dia - 10 pessoas) OBS: 03 Apresentações finais coletiva do intercâmbio (01 em cada cidade: Anchieta, Serra e Vitória) Classificação: - Intercâmbios: 18 anos Duração: cerca de 18 horas, distribuídos em 5 - 6 dias. ( cada cidade) Público-alvo: Serra – Grupos: Candeeiro de Teatro e Somos de Teatro. Vitória – Grupos: Folgazões e Lacarta Circo Teatro. Anchieta – Grupo: Rerigtiba. Distribuição: Gratuito (contato já feito com os grupos citados) Local: Centro Cultural Eliziario Rangel (Serra); Casa da Música e sede do grupo Folgazões (Vitória);Congo de Roda D’água (Cariacica) e Teatro Rerigtiba (Anchieta). APRESENTAÇÕES TEATRAIS: Quantidade: 04, sendo: - 03 apresentações da obra “BATALHA DE IMPROVISAÇÃO COM MÁSCARA”; - 01 apresentação da obra “BATALHINHA DE IMPROVISAÇÃO COM MÁSCARAS PARA CRIANÇAS”: Classificação: sem restrição de faixa-etária (para todos) Duração: 60 minutos/cada Público-alvo: - “BATALHA DE IMPROVISAÇÃO COM MÁSCARA”: indicada para a partir de 14 anos - “BATALHINHA DE IMPROVISAÇÃO COM MÁSCARAS PARA CRIANÇAS”: público infantil - Apresentação final coletiva do intercâmbio: classificação Livre Lotação: - Casa da música - Vitória> 206 lugares - Centro Cultural Elisiário - Serra> 37 lugares - Espaço Rerigtiba - Anchieta > 100 lugares Distribuição: Gratuita (todos) Local: Centro Cultural Eliziario Rangel (Serra); Casa da Música e sede do grupo Folgazões (Vitória); e Teatro Rerigtiba (Anchieta). OFICINAS Quantidade: 16 dias de oficinas (sendo: 06 dias Serra, 06 dias Vitória e 04 dias Anchieta); Classificação: 18 anos Duração: cerca de 18 horas, distribuídos em 5 ou 6 dias. ( cada) Público-alvo:Atores amadores e profissionais, estudantes de teatro e interessados em artes cênicas. Lotação: 30 pessoas/cada Distribuição: Gratuita (inscrição prévia) Local: Centro Cultural Eliziario Rangel (Serra); Casa da Música e sede do grupo Folgazões (Vitória); e Teatro Rerigtiba (Anchieta). CURTA-METRAGEM: Quantidade: 01 Classificação: Livre Duração: cerca de 25 minutos Público-alvo: público geral (artistas, moradores locais, estudantes etc) Lotação: ilimitada Distribuição: Gratuita Local: Youtube e redes sociais do projeto (Instagram e Facebook)

Acessibilidade

REENCAMINHAMOS conforme solicitado em DILIGÊNCIA do dia 25/11, o plano de acessibilidade dos produtos. INTERCÂMBIOS: Acessibilidade Física: os intercâmbios serão realizados em espaços culturais que se encontram de acordo com as normas de acessibilidade vigentes, com rampas de acesso, vagas reservadas nos locais, elevadores, banheiros adaptados para pessoas cadeirantes. Acessibilidade Visual: Não se aplica a natureza da atividade de Intercâmbio. Os grupos que farão parte dos intercâmbios já estão selecionados para esse projeto. Nenhum dos integrantes dessas trupes apresenta necessidade de qualquer disposição especial de acessibilidade Visual. Acessibilidade Auditiva: Não se aplica a natureza da atividade de Intercâmbio. Os grupos que farão parte dos intercâmbios já estão selecionados para esse projeto. Nenhum dos integrantes dessas trupes apresenta necessidade de qualquer disposição especial de acessibilidade auditiva. Assim, nenhum participante da atividade de intercambio terá sua participação comprometida pela falta de alguma medida de acessibilidade física, Visual ou auditiva. APRESENTAÇÕES TEATRAIS: Acessibilidade Física: as apresentações teatrais serão realizadas em equipamentos culturais que se encontram de acordo com as normas de acessibilidade vigentes, com rampas de acesso, vagas reservadas para deficientes, banheiros adaptados para pessoas cadeirantes, lugares na plateia específico para o púbico cadeirante.Acessibilidade Visual: O espetáculo apresentado se baseia em dramaturgia de improviso e espontânea. Com cenas sendo criadas no momento não cabe o recurso a faixas de audio descrição previamente gravadas. No entanto, uma vez que essas apresentações estão inseridas dentro do contexto pedagógico mais abrangente do projeto, temos à disposição do público de pessoa com deficiência visual o recurso aos alunos das oficinas. Entendemos que um espetáculo com grande participação musical, além do texto das cenas, tem sua apreensão desafiada pela adição de audiodescrição técnica. Nesse sentido os alunos das oficinas, por já estarem familiarizados com a natureza improvisada do espetáculo, são a opção mais apropriada para fazer descrição simultanea e individual do espetáculo enriquecendo a experiência da pessoa com deficiência visual da maneira mais integrada possível. Acessibilidade Auditiva: as apresentações teatrais contarão com 01 intérprete de Libras em pelo menos 01 apresentação de cada cidade, para atender às pessoas com deficiência auditiva. Ademais, os espetáculos apoiam-se no teatro físico e gestual, com cenas com pouco uso de palavras, tornando a sua compreensão mais ampla e acessível às pessoas com deficiência auditiva. OFICINAS: Acessibilidade Física: as apresentações teatrais serão realizadas em equipamentos culturais que se encontram de acordo com as normas de acessibilidade vigentes, com rampas de acesso, vagas reservadas para deficientes, banheiros adaptados para pessoas cadeirantes, lugares na plateia específico para o púbico cadeirante.Acessibilidade Visual: A atividade de oficina teatral é de natureza includente. O deficiente visual tem sua participação plena nas atividades pedagógicas garantida pela própria natureza do trabalho que é individulizado e não depende do recurso visual em nenhum dos exercícios. Os ministrantes da oficina já tiverem oportunidade de desenvolver essa atividade com deficientes visuais em edições anteriores.Acessibilidade Auditiva: A atividade de oficina teatral é de natureza includente e não necessita de disposições especiais para contemplar de forma plena o participante com deficiência Auditiva. Os eventuais alunos portadores de deficiência auditiva serão integrados às atividades pedagógicas da oficina pela própria dinâmica de aprendizado em grupo, por meio das práticas pedagógicas de teatro gestual que é o foco da oficina e não passa pela necessidade da comunicação verbal. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Acessibilidade Física: As atividades de contrapartida serão realizadas nas escolas públicas dos municípios de atuação do projeto. A acessibilidade física com a qual contamos é a mesma que as escolas oferecem a seus alunos. Dessa forma o público visado poderá participar de forma plena por não haver necessidade adicional de transporte ou locomoção.Acessibilidade Visual: O espetáculo apresentado se baseia em dramaturgia de improviso e espontânea. Com cenas sendo criadas no momento não cabe o recurso a faixas de áudio descrição previamente gravadas. No entanto, uma vez que essas apresentações estão inseridas dentro do contexto pedagógico mais abrangente do projeto, temos à disposição do público visualmente deficiente o recurso aos alunos das oficinas. Entendemos que um espetáculo com grande participação musical, além do texto das cenas, tem sua apreensão desafiada pela adição de audiodescrição técnica. Nesse sentido os alunos das oficinas, por já estarem familiarizados com a natureza improvisada do espetáculo, são a opção mais apropriada para fazer uma descrição simultânea e individual do espetáculo enriquecendo a experiência do deficiente visual da maneira mais integrada possível. Acessibilidade Auditiva: as apresentações teatrais contarão com 01 intérprete de Libras em pelo menos 01 apresentação de cada cidade, para atender às pessoas com deficiência auditiva. Ademais, os espetáculos apoiam-se no Teatro físico e gestual, com cenas com pouco uso de palavras, tornando a sua compreensão mais ampla e acessível às pessoas com deficiência auditiva. CURTA-METRAGEM: Acessibilidade Física: não se aplica. Produto audio-visual acessivel em qualquer dispositivo digital.Acessibilidade Visual: O curta-metragem documental contará com audiodescrição na integra.Acessibilidade Auditiva: o curta-metragem contará com legendagem descritiva para atender às pessoas com deficiência auditiva. A acessibilidade ao produto do Curta-Metragem é a mais importante do projeto uma vez que ele documenta todas as atividades previstas. A experiência dos demais produtos é levada, em sua versão audiovisual, para todo público com uma abrangência universal e não limitada no tempo.

Democratização do acesso

INTERCÂMBIOS: - Trata-se de um projeto de artes cênicas que visa a itinerância da Cia. dos Bondrés por municípios do estado do Espírito Santo: Serra, Vitória, Cariacica e Anchieta. Tal itinerância visa uma série de encontros com trupes locais, com finalidade de trocas de pesquisas teatrais, metodologias, vivências, a fim de promover a fruição cultural e a capacitação desse segmento cultural no Estado. - Ao final dos encontros com cada trupe, serão realizadas montagens cênicas como resultado final dos intercâmbios. Essas montagens serão oferecidas gratuitamente ao público, democratizando o acesso à cultura. E para atender ao solicitado no art.21 da Instrução Normativa nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, nestas ações o proponente prevê a adoção dos incisos listados abaixo, para ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; APRESENTAÇÕES TEATRAIS: - Ao mesmo que a Cia. do Bondrés itinera por municípios do estado do Espírito Santo (Serra, Anchieta e Vitória), para promover os intercâmbios com as trupes locais; o projeto também visa a apresentação de 02 obras cênicas desse grupo em todos os lugares de atuação do projeto, são elas: “BATALHA DE IMPROVISAÇÃO COM MÁSCARA” (01 em cada município) e “BATALHINHA DE IMPROVISAÇÃO COM MÁSCARAS PARA CRIANÇAS” (01 em Anchieta). - Dessa forma, as apresentações teatrais buscam a democratização do acesso às produções teatrais no estado, e o fomento à cultura. - Todas as apresentações teatrais propostas são gratuitas e submetidas à lotação do espaço de realização de cada cidade. - O público alvo das apresentações teatrais são moradores e artistas locais de todas as idades – pela apreciação dos espetáculos propostos que possuem classificação livre, quanto pelo estímulo ao intercâmbio de pesquisas teatrais nos municípios. Dessa forma, para atender ao solicitado no art.21 da Instrução Normativa nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, para estas ações o proponente prevê a adoção dos incisos listados abaixo, para ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; OFICINAS - Serão realizadas oficinas artísticas, ministradas pela Cia. dos Bondrés (proponente), em todos os municípios de atuação do projeto: Anchieta (04 dias), Serra (06 dias) e Vitória (06 dias) estimulando a circulação e produção cultural no estado do Espírito Santo. - As oficinas são voltadas para atores e estudantes das regiões, com capacidade máxima de 30 pessoas, em cada, com inscrição prévia e sujeito à lotação. - Dessa forma, para atender ao solicitado no art.21 da Instrução Normativa nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, para estas ações o proponente prevê a adoção dos incisos listados abaixo, para ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das Exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; CURTA-METRAGEM: - O curta-metragem é um subproduto pensado para ampliar ainda mais o acesso ao conteúdo proposto pelo projeto, pois dos registros dos encontros entre artistas e trupes, das oficinas e apresentações teatrais, o proponente também produzirá um curta-metragem de cerca de 25 minutos, que Será distribuído para acesso gratuito na internet, pelo Youtube e redes sociais do projeto (facebook e instagram); - Assim como todo o projeto, o curta é voltado para todos os públicos, com classificação livre. - Dessa forma, para atender ao solicitado no art.21 da Instrução Normativa nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, para estas ações o proponente prevê a adoção dos incisos listados abaixo, para ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das Exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22.

Ficha técnica

CIA. DOS BONBRÉS (PROPONENTE – o proponente atuará nas principais funções do projeto, para garantir a execução das ações propostas, tais como: Direção artística e geral, Direção de Produção, Produção Executiva, dentre outros) Fundada em 2008 pela diretora e atriz Fabianna de Mello e Souza, a Cia teatral dos Bondrés caracteriza-se por uma trupe de atores que investigam a cena e o jogo do ator através do uso de máscaras. A Cia dos Bondrés é a primeira trupe no Brasil a pesquisar a dramaturgia das máscaras balinesas e sua força pedagógica na formação dos atores. A criação imediata de um espaço de investigação começa a surgir. O ateliê de pesquisa e treinamento com máscaras logo ganha acolhida no Teatro Poeira/RJ, no projeto Poente. Montagens “Instantâneos” – 2010\15 Espaços SESC, Flip, Circuito das Artes, Palco Giratório 2012. Prêmio Myrian Muniz 2008, Prêmio Myriam muniz de circulação2011. “Oikos, uma história de vida e de amor a terra” - 2014\16 Seis indicações ao prêmio de Zilka Sallaberry (ator, cenário, figurino, iluminação, dramaturgia e melhor espetáculo). No Prêmio CBTJ, “Oikos” teve indicações de melhor elenco: atores e atrizes e categoria especial: máscaras balinesas. “Estudos para Quase Nada” - 2015 FIMC- Festival Internacional do Cariri e 2017 Festival internacional de Curitiba. “Solos narrativos de Viva o Povo Brasileiro” de João Ubaldo - 2016 Flip- SESC Paraty. “Batalha de Improvisação com Máscaras” - 2017/18/19/20 Teatro Ipanema/RJ, Centro cultural da Maré/RJ, Teatro Sergio Porto/RJ, Fringe (Festival de Teatro de Curitiba), Itaú Cultural/SP, Festival SESC de Inverno/RJ. Prêmio Menção Honrosa Zilka Sallaberry, 2018. “Interior” de Maurice Maeterlinck – 2019 Sesc Copacabana. Oficinas Teatrais - APA - Ateliê de Pesquisa do Ator - SESC Paraty ON LINE (2020). - Festival A Ponte, Itaú Cultural, São Paulo/SP, 2020. - PESARO, Itália, 2019. - SESC Paraná, 2019. - Armazém da Utopia, 2019. - Espaço SESC Copacabana, 2019. - Teatro Ipanema, 2018 e 2019. - Festival SESC de Inverno – SESC Teresópolis, 25 a 29/07/2018. - SESC Niterói, 2018. - Curadoria de oficinas FIMC - Festival de Máscaras no Cariri - CARIRI (2018). Premiações recentes mais relevantes - Prêmio Shell de Teatro 2020 – Indicação a Melhor Figurino e Melhor Música: Espetáculo “As Comadres”. - Prêmio APTR – Indicação às categorias de Melhor Espetáculo e Prêmio Especial para Elenco: Espetáculo “As Comadres”. - Prêmio do Humor – Indicação à Categoria Especial Elenco: Espetáculo “As Comadres”. - Prêmio Aplauso Brasil – Indicação às categorias de Melhor Espetáculo Musical e Melhor Atriz Coadjuvante: Espetáculo “As Comadres”. - Prêmio Cesgranrio de Teatro 2019 – Indicação a Melhor Figurino: Espetáculo “Interior”. - Prêmio Cesgranrio de Teatro 2018 – Indicação à Categoria Especial: 10 anos da Cia dos Bondrés. - Prêmio Zilka Sallaberry 2017/2018 – Menção Honrosa: Espetáculo “Batalhinha de Improvisação com Máscaras para Crianças”. FABIANNA DE MELLO E SOUZA (DIREÇÃO ARTÍSTICA E GERAL): Diretora fundadora da Cia dos Bondrés e atriz, formada pela CAL. De 1997 a 2006, participou da companhia Théâtre du Soleil (França), dirigida por Ariane Mnouchkine, e atuou nos espetáculos “Et soudain des nuits d’eveil”, “Tambours Sur La Digue” e “Le Derniére Caravanecerail”. Atuou na 1º montagem de “Geração Trianon” (Grupo Tapa); “Rainha Alérgica” (Prêmio Coca-Cola de melhor atriz de teatro infantil); “O homem que calculava”, de Malba Tahan. Atuou nos espetáculos “O Dragão” e “Kabul”, do grupo Amok Teatro; “Édipo Rei” e “Incêndios”, dirigidos por Aderbal F. Filho. Dirigiu “A Borralheira” (indicada ao Prêmio Zilka Sallaberry de melhor direção). Na Cia de D. Colker, trabalhou em “Tatyanna”. Foi diretora artística residente do Projeto Ágora no Teatro Maria Clara Machado. Estudou em Bali, Japão e Sri lanka. Em 2010, com a Bolsa Funarte, retornou a Bali para completar seus estudos. Diretora dos espetáculos da Cia dos Bondrés. Co- produtora e atriz no espetáculo “As Comadres” realizado no Brasil em 2019 e dirigido por Ariane Mnouchkine, que foi indicado a vários prêmios nacionais importantes como Shell e Cesgranrio. ISABEL FLAKSMAN (PRODUTOR EXECUTIVO): Bel Flaksman é produtora, atriz e palhaça, mestre em Artes da Cena pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Nos anos de 2018 e 2019 trabalhou como coordenadora de produção na Taiga Filmes, da cineasta Lucia Murat, onde também assinou produção executiva no longa metragem Ana. Sem Título (2020), em cartaz na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, e na série documental Vestígios do Brasil, (2019), exibida pelo canal Cine Brasil TV. Assinou a produção executiva da ocupação Diálogos (2017) no Teatro Cacilda Becker, coordenação de logística no FIL - Festival Internacional de Linguagens (2016), da produtora Karen Acioli, e produção local das exposições Árvore de Luz (2016) e Zeitgeist (2016), ambas no CCBB RJ. No teatro, produziu os espetáculos Sonho Alterosa (2016), Pequeno Quadro Público (2015), Couve Flor (2015), Cavalos e Baias (2012), Caco (2010), Vermelhos Balões Vermelhos (2010), que circularam por diversos teatros, dentre eles o SESC Barra Mansa, SESC Tijuca, Espaço Cultural Municipal Sergio Porto, Galpão Gamboa, Reduto, Sede das Cias, Teatro Gonzaguinha, Teatro Glaucio Gill, Teatro Dulcina, e outros teatros do Rio de Janeiro. Isabella Raposo (VIDEOGRAFISTA) : Cineasta, diretora de teatro e artista visual. Realizou nove curta-metragens como diretora e roteirista, dentre eles “Bem no meio do céu”, com estreia no International Film Festival Rotterdam 2019, “Mar de Monstro”, vencedor do prêmio do público de melhor curta-metragem no festival Morce-GO Vermelho Goiás Horror Film Festival, "Loïe & Lucy", finalista do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2016 e "O Mirante do Azul", contemplado no Prêmio Curta Rio 2015. É diretora de dois episódios da série internacional “/lost+found”, concebida por Hernani Heffner e licenciada pelo Canal Curta. No teatro, dirigiu o espetáculo “Salomé Elétrica”, uma adaptação da peça “Salomé”, de Oscar Wilde, em cartaz no Teatro Gonzaguinha em Abril/Maio de 2019. Também dirigiu uma adaptação de “Otelo, o mouro de Veneza”, de William Shakespeare, e uma adaptação de “Os Cegos”, de Maurice Maeterlinck. Foi diretora assistente do longa-metragem “Tragam-me a cabeça de Carmen M.”, dirigido por Felipe Bragança e Catarina Wallenstein, exibido no Rotterdam International Film Festival 2019 e no IndieLisboa 2019, assistente de direção dos longa-metragens “Claun: Os dias Aventurosos de Ayana” e “Desassossego”, ambos de Felipe Bragança, também exibidos no Rotterdam International Film Festival, dentre outros longas e curta-metragens. Em 2016, foi diretora de vídeos na peça de Julia Gorman, “Afeta-me agora ou desaparecerei com o tempo”, vencedora do Prêmio Yan Michalski de Melhor Direção. Em 2013, montou os vídeos da peça “Cara de Cavalo”, de Marco André Nunes e Pedro Kosovski, de Aquela Cia de Teatro. Em 2010, foi assistente de direção de vídeos da peça “Outside: um musical noir”, também de Marco André Nunes e Pedro Kosovski.Em 2019, foi assistente de direção das peças “Segredo de Justiça” e realizou os vídeos da peça “Filhos De Medea”, ambos dirigidos por Marco André Nunes. Filmou a peça “As comadres”, de Ariane Mnouchkine. Atualmente dirige, a lado de Marco André Nunes, a versão online da peça “Segredo de Justiça”, e desenvolve a série de obras “Objeto Sonho”, exposta no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro em 2018.Também faz parte do Coletivo Zaziê, que em 2019 realizou diversas atividades em parceria com o Espaço Apis, no Centro do Rio de Janeiro, como exposições, cursos, cineclubes e peças de teatro.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.