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A proposta é a montagem e temporada do espetáculo"Por que não diz que me ama". O projeto prevê workshop de iniciação teatral como contrapartida social e ações de acessibilidade e democratização do acesso.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASSINOPSEA história começa mostrando a relação desgastada de um casal que está junto há 25 anos, e o desgaste e a falta de interesse sexual que ali se apresenta. O marido, um artista decadente, vive sua vida entre a pintura, mulheres e bebidas, mas em sua vida seu filho e esposa não importam para ele. O casal além de não terem mais relações sexuais, mostram uma relação de submissão e machista, onde o marido utiliza o seu poder econômico e o discurso machista para destratar e humilhar sua esposa, inclusive falando de sua dependência química aos remédios tarja preta. Tom um músico promissor, é encantador e sua sensibilidade encanta muitas mulheres, mas ele é sensível e se apaixona facilmente por suas namoradas. O problema que muitas vezes ex namoradas continuam apaixonadas por ele. Clara, ex-namorada de Tom, não consegue esquecer o rapaz e mesmo tendo sido estuprada pelo pai de Tom, insiste em ir a casa de Tom na tentativa de reconquistar o seu amor. Sol é a nova namorada de Tom e ela parece frágil, mas sua força é importante para que alguns fatos sejam esclarecidos na história. Ela mostra a mãe de Tom o que Clara passou e faz com que Tom perceba que não apoio e protegeu como deveria a sua ex-namorada. A História se desenrola com intuito a mostrar a relação dessas cinco personagens. O casal desgastado, a exnamorada apaixonada, a atual namorada e o Tom e o amor deles. Neste talvez simples núcleo, podemos mostrar tantas mazelas de nossa atual sociedade, que sem dúvida reconhecemos nestas personagens algumas pessoas que já passaram por nossas vidas. As cenas são entre eles são brutas, ásperas, filho e pai não se entendem, mãe e Clara também não, Sol sem entender aquela família, se incomoda e busca respostas. Tudo é mais complicado do que parece. Quando as feridas ficam expostas, a mãe que estava com seus olhos vendados toma atitude que determina o final da história, ela dá um fim a vida de seu marido. Classificação Indicativa 14 anos.PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS (WORKSHOP DE INICIAÇÃO TEATRAL)SINOPSE Workshop de iniciação teatral de 2 dias que vai através de exercício e improvisação apresentar aos participantes aarte de interpretar.
Objetivo Geral:Realizar a montagem e temporada do espetáculo "Por que não diz que me ama", que aborda temas como o machismo, dependência de remédios tarja preta, paixões doentias, paixões verdadeiras e relações familiares em ambientes conturbados. Objetivo específico:- Realizar de 16 apresentações do espetáculo "Por que não diz que me ama" na cidade do Rio de Janeiro-RJ; - Realizar de 2 Workshops de iniciação teatral;- Realizar de 1 dia com ações de acessibilidade de democratização do acesso.
Falar sobre famílias é sempre muito importante, sobre famílias que convivem em ambiente violento e maléfico ainda mais. Como um homem pode violentar uma mulher, isto é doença ou loucura? Parece algo distante de muitos, mas acontece diariamente, o maior índice de abuso sexual ou estupro, acontece dentro das residências, mas quase não se fala sobre o assunto, pois estaríamos falando da nossa própria doença. "Por que não me diz que me ama", mostra uma dessas muitas famílias em que o responsável da casa acha que pode fazer tudo que tiver vontade e não entende que sem consentimento, é crime. A mulher deve lutar pelo seu amor, todos nós devemos, mas até que ponto devemos ir? Esta linha tênue que separa a luta da humilhação é muito difícil de perceber quando estamos fora de si, cegos e apaixonados por alguém. O que as pessoas fazem por amor? Neste espetáculo a ex-namorada talvez tenha passado dos limites, ou não, depende do ponto de vista. "Por que não diz que me ama", mostra três mulheres apaixonadas pelo mesmo homem, uma ex-namorada, a atual namorada e uma mãe obsessiva. Dizem que não se sentir amado por alguém é como estar privado do mais importante da vida e como será se sentir amado demais? Este espetáculo é essencial para que as pessoas percebam as bengalas que carregam em suas vidas e até que ponto podemos e devemos nos desvencilhar de cada uma delas. Queremos viver a base de tarja preta? Devemos viver em função de um amor? Somos pessoas independentes? O que precisamos para nos olharmos no espelho e percebemos a vida que temos? Por que não diz que me ama, é o espelho de muitas famílias e isto torna este espetáculo essencial para que possamos nos desprender da vida que vivemos. A realização desse projeto, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, será muito importante para que esta iniciativa possa ser realizada da forma pretendida, promovendo verdadeiramente a democratização do acesso ao produto cultural dele resultante. O projeto "Por que não me diz que me ama" se enquadra principalmente nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores deconhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. E nos seguintes objetivos do Art. 3° da referida norma. I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
Não se aplica.
A Duração do espetáculo será de 70 minutos. Classificação Indicativa 14 anos. PLANO PEDÁGOGICO DO WORKSHOP DE INICIAÇÃO TEATRAL Workshop de iniciação teatral com exercicios e jogos teatrais, para desinibição, entrosamento e improvisações cenicas sobre temas escolhidos pelos alunos. 2 turmas- 50 vagas- Carga horária 8 horas, divididos em 2 dias de 4 h cada; Público alvo: Estudantes e professores de instituições públicas de ensino e interessados, a partir de 14 anos; Professor - Marcelo Lavinas (diretor do espetáculo)
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTE CÊNICA ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição. PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral.
O projeto atenderá às medidas de democratização do acesso da sociedade ao produto cultural, com as seguintes ações, de acordo com o inciso/medida do Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania: PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; PÚBLICO ALVO • O público-alvo será de jovens, a partir dos 14 anos, e adultos, sem limite de idade, de todos os gêneros e classes sociais. Prioritariamante alunos e professores da rede pública de ensino. DISTRIBUIÇÃO DOS INGRESSOS e VAGAS • A distribuição das cotas de ingressos gratuitos e vagas para o workshp de iniciação teatral do projeto, contará com 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários constituido por estudantes e professores de instituições públicas de ensino.
O responsável legal da instituição proponente, Marcelo Lavinas , terá a função de Diretor, Coordenador do projeto e Coordenaçãotécnica e financeira. Texto e direção - Marcelo Lavinas Elenco Ana Cláudia NeryFlaviana PereiraIsabele MeyerJorge LandreiRafael de AndradeIluminação- Aurélio de SimoniMúsicas - Marcabru Aiara e Alexandre FélixCenografia - Derô MartinFigurinos - Karlla de LucaPreparação Corporal- Manuela RainhaAssistente de direção-Wagner BarbosaDivulgação -Kassu Assessoria de ComunicaçãoArte gráfica- Tay RangelFotografia - Leandro Andrade e Thiago MoledoProdução -Cia. Ação ContínuaProdução Executiva - Rafael CarreteroAssistente de produção- Daniel CarlosCoordenador do projeto e Coordenação técnica e financeira -Marcelo Lavinas CURRICULOS Marcelo Lavinas (Diretor, Coordenador do projeto e coordenador administrativo Financeiro) Marcelo Lavinas diretor / ator com DRT nº 19591, de 24/01/1994. Foi integrante da Cia. Movimento Carioca, uma das principais Cia. De teatro da década de 90 dirigida por Roberto Bomtempo e César Rodrigues com o foco no teatro para jovens e crianças, atuando como ator e assistente de direção nas montagens da Cia. De 1990 a 1998. Em 1995, estreou o seu primeiro trabalho como diretor, no teatro Posto 6 (Copacabana) e no mesmo ano começou a ministrar oficinas de teatro. A aulas foram ministradas em vários locais da cidade, tais como: Teatro de Lona da Barra, Teatro Barrashopping, UNE-RJ, Globotec (Jardim Botânico), Lona Cultural Hermeto Pascoal, Lona Cultural João Bosco, Lona Cultural Terra, Lona Cultural Jacob do Bandolim, Espaço Cultural Camarim das artes, Espaço Cultural Circo das artes. Diretor da Cia. Ação Contínua, montou mais de vinte espetáculos teatrais, sendo premiado em alguns festivais do estado do Rio de Janeiro. Estudou direção teatral na UFRJ, produção cultural na UFF e interpretação na CAL – Casa de Artes de Laranjeiras, na CAL além de aluno fez assistência de direção de três montagens da escola de Laranjeiras.Alguns espetáculos dirigidos por Marcelo Lavinas: Posso dar um palpite?Texto Tammy LucianoTeatro Gláucio GilCentro Cultural Gama FilhoVII Festival de teatro de Campos – 06 indicações – Prêmio de melhor figurino.VIII Festival de teatro de Macaé – 15 indicações – Prêmio de melhor figurino, maquiagem, iluminação, revelação ecomunicação com o público.XXIV Festival Estadual de Teatro Associativo do Rio de Janeiro – FETAERJ – Não competitivo. Quem faz rir também amaTexto de Marcelo LavinasFESTIAMA – 1º Festival de Araruama – 06 indicações – 03 Prêmios de melhor figurino, maquiagem, iluminaçãoTeatro Arthur Azevedo Uma história sem fimBaseado nos contos de Câmara CascudoCentro Cultural Light Hoje é dia de rockDe josé VicenteLona Cultural Hermeto Pascoal Quem Matou o leão?De Maria Clara MachadoLona Cultural João BoscoLona Cultural Hermeto Pascoal CinderelaAdaptação e concepção Marcelo LavinasCasa de Cultura Elbe de HolandaTeatro GaccensTeatro AméricaLona Cultural Elza OsborneC4 - Rocinha A Bela AdormecidaAdaptação e concepção Marcelo LavinasTeatro do LeblonLona Cultural Carlos ZéfiroLona Cultural Gilberto Gil Arlequim – Servidor de criadosTexto de Carlo GoldoniSESC – São Gonçalo Aurélio de Simoni (Iluminador) Aurélio de Simoni hoje é um nome conhecido nos backstages do teatro carioca. Com 35 anos de carreira, já fez iluminação para mais de 500 espetáculos de teatro, shows e exposições, tem 20 premios no currículo além de outras tantas indicações. Começou sua carreira ajudando aqui e ali na peça de sua então esposa, Aline Molinari em 1976 no teatro Cacilda Becker. Algum tempo depois foi contratado como operador de luz pelo Teatro Sesc Tijuca. De contra-regra para operador de luz foi um pulo e em 1979, criou a sua primeira luz em um espetáculo que curiosamente chamava-se ‘Ponto de partida’ de Gianfrancesco Guarnieri, com direção de Haroldo de Oliveira.A transição do operador de luz para o criador, iniciou-se pelo fato de que algumas peças chegavam ao Sesc sem iluminação definida, o que fazia com que Aurélio opinasse na montagem de luz destes espetáculos. Foi assistente de Jordinho de Carvalho e na mesma época firma parceria com Luiz Paulo Nenen, com quem assina luz para espetáculos durante quatro anos. Aurélio de Simoni tem na sua trajetória, trabalhos realizados com Diretores, Atores, Atrizes e demais profissionais de Teatro, tais como: Fernanda Montenegro, Bibi Ferreira, Sérgio Brito, Paulo Autran, Marília Pera, Celso Nunes, Domingos de Oliveira, Aderbal Freire Filho, Amir Haddad, MiguelFalabella, José Possi Neto, Moacir Chaves, Daniel Herz, Hélio Eichbauer, Fernando Mello da Costa, Kalma Murtinho e outros mais. Karlla de Luca (Figurinista) Cenografa e aderecista na empresa Artesanal Cia. de Teatro, estudou Indumentária na instituição de ensino ufrj - EBA. Formou-se em 1997. Foi figurinista dos seguintes espetáculos: O gigante egoísta, Riobaldo ,O quadro negro ,Posso dar um palpite? Chapeuzinho vermelho. Derô Martin (Cenógrafo) Professor de Cenografia da UNIRIO. Bacharel em Artes Cênicas (habilitação Cenografia) pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Cenógrafo vencedor de dois prêmios Coca- Cola de Teatro Jovem: em 1998 pelo espetáculo “EM CANTOS” e em 1999 por “As Viagens de Guliver”. Foi indicado ao prêmio Maria ClaraMachado de Teatro infantil em 2002 pela ópera-rock “Criança Eu Quero Ser Quando Crescer”. Já trabalhou com diversos diretores entre eles Ernesto Piccolo , Cacá Mourthé, Ricardo Kosovsky e Gilberto Gavronsky. Na TV, participou da equipe responsável por cenário e bonecos da série “Hoje é dia de Maria”.
PROJETO ARQUIVADO.