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Após 4 anos de trajetória pelo Brasil e exterior, o projeto pretende realizar a circulação gratuita do espetáculo "Colônia" em 3 municípios brasileiros, seguidas de bate-papos entre artistas e público e oficinas teatrais gratuitas em cada cidade.
O peça/conferência Colônia versa sobre a capacidade de a arte reagir diante das realidades histórica, social e política sem perder de vista a ambição poética e a pluralidade estética. Expõe ramificações que o termo Colônia evoca de distintos conceitos, entre eles: botânica, filosofia, biologia, fisiologia, entre outros. O monólogo interpretado pelo ator Renato Livera foi indicado ao prêmio APCA 2018 a melhor dramaturgia, eleito um dos melhores espetáculos do ano pelo "Estadão", com participações em importantes festivais, circuitos nacionais e internacionais de teatro. A proposta concretiza a metáfora da exclusão que a sociedade produz na relação com a diferença. Numa espécie de conferência, [ C O L Ô N I A ] guarda horizontes para o desmembramento de uma realidade social histórica e convida a plateia a acompanhar a evolução de um pensamento que habita o espaço úmido entre o conceito e a poesia. Para que a diversidade de definições tenha uma confluência, dois fatos catalisadores foram eleitos: a nossa herança colonial e a história de um manicômio. No entanto, tudo aquilo que se designa colônia é um combustível na dramaturgia e no entendimento desta proposta cênica. A unidade promovida por cena, dramaturgia e performance, neste delicado trabalho, trata do significado de Colônia em um conjunto de ideias e através da celebraçãp teatral resgata a reflexão sobre todo um sistema natural na humanidade e em outras organizações da natureza em geral, fazendo um retrospecto histórico da exclusão de grupos na sociedade e propondo uma reflexão sobre as explorações humanas e as violações de direitos básicos de existir, abrindo um espaço para lançarmos dispositivos que, ainda que subjetivos, podem contrapor os danos e os colapsos sociais.
O objetivo geral do projeto é proporcionar ao público o acesso gratuito a um trabalho de reconhecimento nacional e internacional que dialoga com a história da humanidade, democratizando também através de atividades paralelas como bate-papos e oficinas, a inclusão do cidadão aos bens imateriais da cultura nacional. Pretende-se também lançar um olhar sobre a dramaturgia nacional autoral e sobre o desenvolvimento da linguagem teatral. Esse cronograma pretende não só inserir tais atividades na região, mas também promover a cidadania através de atividades culturais que visam a formação, a reflexão, o lazer e a inclusão. Os objetivos específicos são: - 4 apresentações gratuitas do espetaculo Colônia em três municípios brasileiros. - Expectativa de público total: 520 pessoas no espetáculo e 60 pessoas nas oficinas; - Promoção do ingresso solidário: 1Kg de alimento não perecível e arrecadação de 130 Kg de alimentos que serão distribuídos para instituições de cuidados da saúde mental. - Relização de 4 bate-papos gratuitos após os espetáculos entre os artistas e o público, com foco no processo criativo e nas questões universais que envolvem o tema e a realidade da região visitada. - Realização de 3 edições da Oficina "Narrativas Migrantes", com o total de 60 participantes, tendo como publico alvo jovens e adultos acima de 16 anos desde que estudantes e professores de escolas públicas da região, a título de contrapartida social; - Realizar 4 sessões com legendas descritivas, promovendo acessibilidade ao público com deficiência auditiva; - Promover a impressão de folhetos em braile, com descrição do conteúdo do espetáculo, promovendo acessibilidade ao público com deficiencia visual; - Impacto na economia local com as contratações dos serviços técnicos e artísticos locais (mais de 50% do orçamento); - Acessibilidade à cultura para as pessoas de baixa renda e para a comunidade local.
A Lei Federal de Incentivo à Cultura é de extrema importância, pois através dela, e mediante este projeto, vislumbramos a promoção e o estímulo à produção cultural e artística brasileira, valorizando e difundindo o conjunto de manifestações culturais e seus respectivos criadores, o que possibilita a preservação e acima de tudo o desenvolvimento dos bens imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. Sucesso de público e crítica, é a primeira vez que o espetáculo "Colônia" será realizado em solo mineiro, região mote da obra, incluindo o próprio antigo Hospício Colônia, hoje um respeitado hospital localizado em Barbacena e que comporta o Museu da Loucura, espaço de suma importância histórica e artística. A peça foi indicada ao prêmio APCA 2018 por melhor dramaturgia e eleita uma das três melhores peças em cartaz em São Paulo pelo jornal O Estado de São Paulo. Se destacou em importantes festivais de teatro dentro e fora do país como o Festival Santiago OFF no Chile, e FITEI em Portugal, onde foi eleita uma das três melhores atrações, entre outros. Depois de circular por tantos lugares e tocar públicos tão distintos será a vez de levar ao público mineiro uma história que lhes é familiar, que os compõe consciente e inconscientemente, e que retrata um triste episódio sem precedentes no Brasil, porém promovendo uma oportunidade de ressignificação desta memória profunda, uma espécie de redenção através da arte, e sua transmutação em beleza e poesia. A peça promove a circulação de um pensamento heterodoxo sobre a construção e os problemas coloniais, seja nas dinâmicas sociais e políticas, seja na mentalidade de cada indivíduo brasileiro, em um país latino-americano ainda latente e relutante quanto a sua própria independência. O trabalho que propomos mostra a capacidade que a arte tem em reagir diante das realidades histórica, social e política sem perder a ambição poética e a importância do discurso aliado às vozes das minorias e da diversidade, sem se aliar a ideias partidárias e/ou tendenciosas. Desde o início de sua trajetória "Colônia" é atualizada automaticamente pelos fatos que acontecem no país e no mundo. O assunto não se perde. Trata-se de uma encenação atemporal promotora desde o entretenimento à crítica social, e que traz reflexões sobre fatos que compõe a história destas cidades e, assim, alternativas para enfrentamento dos conflitos. Devido a inegável importância mútua entre o espetáculo e as cidades propostas, serão oferecidos bate papos após as apresentações, oficinas artísticas e mais de 50% do orçamento a ser utilizado na região, possibilitando uma relação ainda mais consistente entre seus habitantes e a produção. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): II - fomento a produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
As doações recebidas através da promoção do ingresso solidário voluntário (1Kg de alimento não perecível), em cada apresentação serão direcionadas às instituições sempre no último dia de estadia em cada cidade, ou seja, logo após as realizações das oficinas. Instituições beneficiadas serão: Centro de Referência em Saúde Mental (Cersam) em Betim, Centro Psiquiátrico de Conselheiro Lafaiete e Centro Hospitalar Psiquiátrico de Barbacena; Solicitação de urgência de avaliação: Conforme informado no plano de execução e no campo de documentos anexados, a presente proposta foi contemplada pela Chamada Vale de Patrocínios Culturais, do Instituto Vale. Por essa razão, solicitamos urgência na avaliação, em caráter de excepcionalidade, visando cumprir as etapas de análise, enquadramento e homologação em tempo hábil para a contratação e aporte pelo edital ainda no ano de 2020.
ESPETÁCULO COLÔNIA Ingressos gratuitos Atores em cena: 1 ator Duração: 60 minutos Classificação indicativa: 14 anos A apresentação pode acontecer em teatro convencional (italiano) ou espaços alternativos. Área mínima/ideal 5m de largura x 6 m de profundidade. O piso pode ter qualquer acabamento, podendo ser madeira, forrado em linóleo preto ou cimento queimado, dentre outros, desde que seja uniforme e sem desnível. O cenário é composto por um quadro negro, uma mesa e uma cadeira. Quando possível usamos uma estrutura retangular de 6m de comprimento x 4,5m de largura, que fica a aprox. 3m do chão, com perfilados metálicos que sustentam os refletores, formando um grid flutuante preso com cabos de aço. A plateia é posicionada na posição frontal e com assentos ascendentes, a partir do piso do palco ou da área delimitada de encenação (no caso de espaço alternativo). LUZ para montagem em espaços alternativos - mesa digital com mínimo 24 canais - 23 refletores par 38 carcaça preta c porta gel - parafusos p prender c borboleta e roela - cabos paralelos 15 - 10 extensões de 10m - 10 extensões de 2m - cabo de duas vias de força de 5m - 2 folhas de gelatinas - 3202 cinegel rosco Se a montagem for em teatro convencional nos adaptamos às condições do local, mantendo a configuração para palco italiano. * lista sujeita a alteração. Os refletores que utilizamos no espetáculo são instalados em um perfilado metálico preto, no formato retangular , rebaixado por cabos de aço ou material similar, presos nas varas do grid existente no espaço, ficando a 3,5m de altura do piso. Esta estrutura compõe a proposta da encenação e determina a ambientação da área de cena. Nós a possuímos e podemos despachar com a carga ou precisará ser confeccionada no local quando possível. * medida ideal 6m profundidade x 4,5/5m largura. *medidas exatas a confirmar de acordo com a área cênica disponível. (fotos e mapa a seguir). SOM 2 caixas de som ativa, mínimo 350w de potência, instaladas em pedestais pretos, posicionadas dentro do palco escondidas por pernas ou outro acabamento, direcionadas para a plateia. 1 mesa de som digital mínimo 6 canais. 1 microfone headset (em caso de espaço muito amplo) * lista sujeita a alteração de acordo com o espaço cênico disponível. TÉCNICOS NECESSÁRIOS 2 técnicos para montagem e afinação luzes. 1 técnico para montagem e afinação de som. 2 técnicos para montagem e afinação de legendagem (nesse caso adicionar estudo de necessidade e superfície para projeção). 1 técnico para operar legendas, quando necessário. (em caso de apresentações no exterior e festivais internacionais) 2 ajudantes para carregamento e descarregamento da cenografia. * Dependendo de como a cenografia for confeccionada se fará necessário montagem e desmontagem em cada espaço de apresentação. Neste caso, considerar adicionar à equipe 1 cenotécnico. MONTAGEM E DESMONTAGEM montagem: 8 horas - considerando a instalação da estrutura que sustentará a iluminação. *É necessário análise prévia dos espaços de apresentação para confirmar os tempos exatos para montagem, afinação e ensaios. desmontagem: 2 horas. CENÁRIO PAINEL (1) Um painel de 3m (comprimento) x 1,30m (altura) x 0,10m (largura) // 40Kg CASE(1) Uma case de 1,20m (comprimento) x 0,60m (largura) x 0.90m (altura) // 75Kg SUPORTE(2) Dois suportes metalon (amarrados) de 1,80m (comprimento) x 1m (altura) x 0,05m (largura) // 7Kg BASE(2) duas bases de concreto de 0,80m (comprimento) x 0,35m (largura) x 0,08m (altura) // 45Kg (cada) TUBO PVC(2) dois tubos PVC 150mm de 2m (comprimento) // 10 Kg (cada) TOTAL: 8 VOLUMES / 300 KILOS BATE PAPO Os bate papos acontecerão sempre após as apresentações em cada cidade, gratuitamente, com o publico que assistiu ao espetaculo. Tema: Processo criativo do espetáculo Colônia e suas referências no contexto cultural brasileiro e mundial Público: aberto ao público presente na apresentação Duração: 50 minutos
Em cumprimento ao Art.18 da IN em vigor, estabelecemos medida de acessibilidade compatível com a característica do projeto: PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: - Escolha prioritária de espaços que já atendam às normas de acessibilidade física. Caso não possuam, a equipe se responsabiliza por garantir o acesso a pessoas com deficiência física ou com dificuldades de locomoção; Acessibilidade para deficientes visuais: - Por se tratar de uma aula/espetáculo o próprio texto falado já é uma descrição da dramaturgia, o que não compromete o entendimento e assimilação do conteúdo apresentado; - Impressão de folder em braile com o conteúdo do espetáculo; Acessibilidade para deficientes auditivos: - Legendagem em todas as sessões do espetáculo, PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade Física: - Escolha prioritária de espaços que já atendam às normas de acessibilidade física. Caso não possuam, a equipe se responsabiliza por garantir o acesso a pessoas com deficiência física ou com dificuldades de locomoção; Acessibilidade para deficientes visuais: - As oficinas são acessíveis a deficientes visuais pois elas também se compoem dessa qualidade de interação para a criação dos conteúdos. Os exercícios incluem a condição do deficiente não necessitando de nenhum tipo de adaptação. Os participantes são motivados a se expressarem da maneira como eles são em seu cotidiano; Acessibilidade para deficientes auditivos: - Um(a) intérprete de libras acompanhará as oficinas caso haja participantes com alguma deficiência auditiva.
O projeto respeitará o Art.20º da IN Nº 2/2019, contendo em seu plano de distribuição: - Distribuição gratuita de 20% dos ingressos das atividades com cobrança de entrada para instituições públicas de ensino e/ou organizações sociais; O projeto atenderá ainda as seguintes medidas do Art. 21º da IN Nº 02/2019: V - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas: - Serão realizados 4 bate papos pós espetáculo para ampliação do conteúdo apresentado em cena.
FICHA TÉCNICA dramaturgia GUSTAVO COLOMBINI direção VINICIUS ARNEIRO atuação, idealização e direção de produção RENATO LIVERA projeto de cenário, som, luz e figurino RENATO LIVERA e VINICIUS ARNEIRO iluminação JOÃO GASPARY produção executiva LISA EIRAS realização META PRODUÇÕES O proponente será remunerado pelas funções de: - Direção de Produção - Ator - Coordenação de Projeto - Remuneração pela captação de recursos (caso seja realizada pelo proponente).* *Alguns itens poderão ser modificados de acordo com os recursos captados e eventual adequação do projeto, sempre respeitando os limites estabelecidos pela lei e garantindo o cumprimento do art. 28 da Lei 8.313/91, ficando a administração do projeto e o processo decisório de gestão sob responsabilidade única do proponente. RENATO LIVERA – Idealizador, Diretor de Produção e Ator Ator brasileiro, produtor e diretor. Formado em Artes Cênicas pela Faculdade da Cidade (RJ), desde sua iniciação artística transita por diferentes linguagens, entre a dança, o teatro, o audiovisual e o cinema. Em 2007 fundou o Grupo Físico de Teatro, idealizando e dirigindo espetáculos autorais, entre eles Savana Glacial, que esteve por 6 anos em cartaz obtendo reconhecimento de público e de crítica, sendo eleito um dos “dez melhores espetáculos do ano” pelos jornais O Globo e Folha de São Paulo e vencedor do Prêmio Shell de melhor dramaturgia. Em 2017 em parceria com Vinicius Arneiro e Gustavo Colombini estreia em seu primeiro monólogo C O L Ô N I A. No cinema dirigiu seu primeiro curta metragem “Acordes” em 2016. Como ator foi indicado em diversos festivais de cinema, prêmios da Televisão e do Teatro, entre eles o Festival de Cinema de Goiás, Festival Claro de Curtas, Prêmio Ítalo Rossi e Troféu Imprensa - como ator revelação da tv do ano de 2016. GUSTAVO COLOMBINI (Dramaturgo) Dramaturgo e diretor teatral formado pela Universidade de São Paulo ECA/USP. Integrou a terceira turma do Núcleo de Dramaturgia SESI - British Council em São Paulo. É autor das peças "O silêncio depois da chuva", indicada ao Prêmio Shell de Teatro de São Paulo e "Colônia", indicada ao prêmio APCA. É integrante e cofundador do grupo artístico Cinza, ao lado do dramaturgo João Turchi. Ministra oficinas e cursos sobre dramaturgia e escrita experimental em diversos espaços culturais do país, além de Argentina, Bolívia e Chile. VINICIÚS ARNEIRO (Diretor) Diretor e ator. Formou-se na Escola de Teatro Martins Penna no Rio de Janeiro, em 2006. Em 2007 estreia no Espaço SESC–RJ sua primeira direção, o espetáculo Cachorro! - com a Cia. Teatro Independente, a qual é fundador e diretor artístico, recebendo indicação ao Prêmio Shell 2007 de Melhor Direção. Dentre os trabalhos que dirigiu estão: Rebú; Cucaracha; Cássia Eller, o musical onde compartilhou a direção com João Fonseca, e recebeu indicação ao Prêmio Arte Qualidade Brasil 2014 nas categorias Melhor Espetáculo Musical e Melhor Direção. Em 2013 estreou Fluxorama, dramaturgia de Jô Bilac – projeto em que atuou e dirigiu em parceria com Inez Viana e Rita Clemente. O espetáculo foi eleito um dos 10 melhores de 2013, pelo jornal O Globo e foi indicado ao Prêmio APTR de Melhor Autor. Dirigiu Os Sonhadores, com dramaturgia de Diogo Liberano, espetáculo indicado ao Prêmio Shell nas categorias Autor, Direção e Cenografia. LISA EIRAS – Produtora Executiva Lisa Eiras foi membro-fundadora do Brecha Coletivo, núcleo de criação artística e pesquisa, onde atuou como produtora do grupo, realizou e produziu a Ocupação "Junto: Práticas de Proximidade", no Teatro Glauce Rocha, em 2011, no RJ, por 8 meses e a Ocupação “BR 3” no Teatro Plinio Marcos, em Brasília, em 2014, por 1 ano, produziu os 4 projetos Brecha de Flashmobs até 2015. Idealizou e produziu o espetáculo Os Inocentes em 2010 e o espetáculo Paralelamente em 2015. Atualmente atua e produz o grupo Armazem Cia de Teatro do qual faz parte desde 2012, e realiza produções diversas para o MAR, Museu de Arte do Rio. JOÃO GASPARY - Iluminador Auxiliar técnico de espetáculos e diversões pela Secretária Municipal de Cultura de Prefeitura de Porto Alegre (SMC). Diretor técnico em montagens de exposições. Operou, montou e criou a iluminação de diversos eventos. Eventualmente projetista de luz da banda “Sururu na Roda”. Assistente de montagens de iluminação do Aurélio de Simoni. Em 2007 atuou como Técnico do Festival Internacional “Porto Alegre em Cena”. Técnico no Projeto “Dulcina Abraça o Sul”, 2012; Técnico do Teatro Odylo Costa Filho, UERJ, NOV/2011 a NOV/2012; Montagem Bienal Mercosul 2009.
PROJETO ARQUIVADO.