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PRONAC 204928Apresentou prestação de contasMecenato

Concerto Brasil, Meu Amor - Turnê da Orquestra Filarmônica de Patos de Minas

ORQUESTRA FILARMONICA DE PATOS DE MINAS/MG
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 152,5 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

76.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
Patos de Minas
Início
2021-02-01
Término

Resumo

O projeto propõe a realização da Turnê da Orquestra Filarmônica de Patos de Minas, apresentando o Concerto "Brasil, Meu Amor!", com um seleto repertório dedicado à valorização da música brasileira.

Sinopse

O projeto propõe a realização da Turnê da Orquestra Filarmônica de Patos de Minas, apresentando o Concerto “Brasil, Meu Amor!”, com um seleto repertório, escolhido pela diretora artística da Orquestra, Regina Carvalho. No repertório, grandes compositores brasileiros, músicas autorais da própria Orquestra e músicas dos grandes clássicos mundiais, como Guerra-Peixe, Camargo Guarnieri, Zequinha de Abreu, Waldir Azevedo, Carlos Gomes, Oscar Lorenzo Fernándes, Trevor Jones, A. Loyd weber, Morricone e Zipolli. A OFPM pretende ampliar suas ações, levando o Concerto para outras cidades e contribuindo para que novos públicos tenham contato com a música erudita e estes compositores, pouco difundidos no Brasil.

Objetivos

Objetivo Geral O projeto prevê a realização da Turnê da Orquestra Filarmônica de Patos de Minas, apresentando o Concerto "Brasil, Meu Amor!", nas cidades de Patos de Minas/MG, Uberlândia/MG e Araxá/MG, totalizando 4 Concertos. Objetivos Específicos - Contribuir para a descentralização por meio do circuito de apresentações. Serão realizados 4 Concertos, sendo 2 apresentações na cidade de Patos de Minas/MG, 1 na cidade de Uberlândia/MG e 1 na cidade de Araxá/MG; - Contribuir para a democratização do acesso por meio da gratuidade. Os Concertos terão entrada gratuita e serão apresentados em salas para concertos, com exceção do município de Patos de Minas que será realizado ao ar livre; - Contribuir para a formação musical, a partir da realização de 4 masterclasses por cidade. As masterclasses ocorrerão em cada um dos municípios do projeto, e o público será de estudantes de música de escolas locais parceiras, totalizando 12 masterclasses no projeto; - Contribuir para a formação de plateia através da CONTRAPARTIDA _ RECITAL DIDÁTICO, que consiste em uma apresentação musical de um pequeno grupo de músicos, onde entre uma música e outra é realizada uma palestra sobre os instrumentos e curiosidades por trás do trabalho de uma orquestra; - Promover acessibilidade e inclusão através das medidas citadas no campo Acessibilidade; - Gerar empregos diretos e indiretos entre profissionais, fornecedores e colaboradores; - Incentivar e fomentar as atividades musicais de música erudita orquestral, por meio das apresentações da Orquestra Filarmônica de Patos de Minas; - Atingir um público de aproximadamente 3.200 mil espectadores, a considerar a ocupação das salas de concerto com a média de 600 lugares e apresentações ao ar livre para 1.000 pessoas por dia.

Justificativa

A OFPM-Orquestra Filarmônica de Patos de Minas foi fundada por Regina Maria Faria Carvalho e Vagner Mesquita em agosto de 2016. A OFPM nasceu com o propósito de realizar um projeto social de formação para músicos em Orquestra. Ao longo dos anos a orquestra realizou diversos concertos e recitais, com uma formação que já chegou a 80 músicos, entre violinistas, pianistas, celistas, acordeonistas e percussionistas. Realizou importantes participações em eventos como o Balaio de Arte e Cultura de Patos de Minas, sempre privilegiando a música autoral e obras dos grandes clássicos brasileiros e de outras partes do mundo. A OFPM foi criada para honrar músicos de todos os tempos e compartilhar com o público suas grandiosas obras. Criando e incentivando novos compositores de músicas orquestrais e divulgando a música brasileira e agora se prepara para realizar sua 1ª Turnê por três municípios do Estado de Minas Gerais. No repertório, grandes compositores brasileiros, músicas autorais da própria Orquestra e músicas dos grandes clássicos mundiais, como Guerra-Peixe, Camargo Guarnieri, Zequinha de Abreu, Waldir Azevedo, Carlos Gomes, Oscar Lorenzo Fernándes, Trevor Jones, A. Loyd weber, Morricone e Zipolli. A Orquestra é um organismo musical de extrema expressividade e possibilidades. A Riqueza de timbres e cores de sons é um grande poder de uma boa orquestra, estes recursos são muito tradicionais e preciosos, de forma que apenas uma orquestra consegue reproduzir tamanha gama de sons acusticamente. Os Concertos da OFPM sempre tiveram a preocupação e o cuidado de trazer ao público informações sobre o contexto histórico-cultural das músicas apresentadas, propondo um diálogo com essas informações a cada nova composição. Nesta nova etapa, a proposta é criar um diálogo com as cidades que receberão o projeto, ajustando o repertório incluindo composições da localidade e traçando um paralelo com a história da música erudita naquele município. Muitas dessas pessoas, que terão nestas apresentações o primeiro contato com uma orquestra, serão surpreendidas com um repertório dedicado à valorização da música brasileira e interações do maestro, que explicará um pouco sobre os instrumentos e sua origem, mostrando como dentro de uma orquestra existem instrumentos oriundos de todas as partes do mundo, inclusive dos diversos povos que formaram o povo brasileiro. Por se tratar de um projeto que abrange a circulação e apresentação de uma orquestra, cuja formação completa é de 40 membros, entre músicos, direção, equipe técnica, de produção, divulgação e administração do projeto, as necessidades financeiras, de produção, execução e logística são maiores. Desta forma se faz necessário o envio do projeto a Lei Federal de Incentivo à Cultura, com o intento de firmar parcerias para circulação de produtos culturais, por meio do incentivo fiscal. Esta proposta enquadra-se nos incisos I, III, IV, VI e VIII do artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Em relação aos objetivos listados no artigo 3º da Lei 8313/91, a proposta atende aos seguintes incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

O proponente será remunerado através da rubrica "Coordenação Administrativo-Financeira", observando os limites determinados pela legislação, bem como a responsabilidade sob a gestão de todo processo decisório no projeto. ------ Item - AnexosApresente documentação também do vice-presidente. Informamos que o Estatuto e a Ata de Eleição da diretoria foram atualizados com os novos documentos nos respectivos campos do sistema. O ex vice-presidente Waldemar Dellalio Junio acaba de assumir a presidência da OFPM, que por enquanto seguirá sem Vice.

Especificação técnica

N/A

Acessibilidade

APRESENTAÇÃO MUSICAL – CONCERTO “BRASIL, MEU AMOR” Acessibilidade física: os locais das apresentações terão lugares reservados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, banheiros adaptados, sinalização com informações sobre a acessibilidade do evento e equipe preparada para atender e se comunicar com pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, atendendo, assim, ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”. Acessibilidade para deficientes auditivos: Serão disponibilizados assentos perto do palco para pessoas com deficiência auditiva, para que possam visualizar instrumentos e instrumentistas com clareza. Acessibilidade para deficientes visuais: Realizaremos 01 apresentação com audiodescrição. Para as pessoas com deficiência visual, a audiodescrição permite associar o aspecto sonoro da Música à sua materialidade: as formas e materiais de cada instrumento, as maneiras de tocá-los, a composição da orquestra no palco. O recurso também traça todos os detalhes que compõem o ambiente, como as roupas usadas pelos músicos, a movimentação no palco, a iluminação do espaço, a interação com o público, entre outros. CONTRAPARTIDA SOCIAL – RECITAL DIDÁTICO Acessibilidade física: os locais das apresentações terão lugares reservados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, banheiros adaptados, sinalização com informações sobre a acessibilidade do evento e equipe preparada para atender e se comunicar com pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, atendendo, assim, ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”. Acessibilidade para deficientes auditivos: Serão disponibilizados assentos perto do palco para pessoas com deficiência auditiva, para que possam visualizar instrumentos e instrumentistas com clareza. Além disso, como este Recital Didático possui um carácter de palestra em conjunto com a apresentação musical, 01 apresentação contará com tradução simultânea para a Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS). Acessibilidade para deficientes visuais: Realizaremos 01 apresentação com audiodescrição. Para as pessoas com deficiência visual, a audiodescrição permite associar o aspecto sonoro da Música à sua materialidade: as formas e materiais de cada instrumento, as maneiras de tocá-los, a composição da orquestra no palco. O recurso também traça todos os detalhes que compõem o ambiente, como as roupas usadas pelos músicos, a movimentação no palco, a iluminação do espaço, a interação com o público, entre outros. O viés didático do concerto envolve, por exemplo, a descrição da sala onde ocorre a apresentação, a disposição no palco, explicação sobre o papel de cada instrumento na orquestra e ouvir um trecho do instrumento sendo tocado. No final do concerto, o público vai poder tocar e pegar os instrumentos. A acessibilidade faz hoje parte das condições essenciais para o desenvolvimento e aprofundamento da nossa democracia, enquanto instrumento de integração dos cidadãos que, se encontram numa situação mais vulnerável, ou que corram o risco de serem excluídos de participar nos mais variados contextos da nossa sociedade.

Democratização do acesso

1) Distribuição gratuita de produtos culturais: todas as apresentações serão gratuitas e abertas ao público em geral; 2) Formação de mão-de-obra musical: realização de 12 masterclasses gratuitas para alunos de música de escolas locais, sendo 4 masterclasses por município, uma de violino, uma de viola, uma de violoncelo, uma de contrabaixo; As ações listadas acima observam as exigências trazidas pelo artigo 21 da IN 02/2019, conforme demonstrado a seguir: Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: (...) I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22.

Ficha técnica

A Orquestra Filarmônica de Patos de Minas - proponente - é uma entidade sem fins lucrativos, com diretores que fazem parte do núcleo artístico do projeto, responsáveis por todo conceito curador e artístico, e todo processo decisório e administrativo do projeto. A remuneração da OFPM ocorrerá através da rubrica "Coordenação Administrativo-Financeira". -Principais: Direção Artística: Regina Carvalho Regência: Felipe Oliveira Spalla (músico Principal): Guilherme Calebe Chefe Naipe Violinos: Bryan Marvean Chefe Naipe Violas: Tiago Vieira Chefe Naipe Cellos: Samuel Oliveira Cantor Solista - Tenor e Palestrante no Recital Didático: Waldemar Dellalio Junio Coordenação administrativo-financeira: Orquestra Filarmônica de Patos de Minas // Regina Maria Faria Carvalho – Fundadora, diretora executiva e artística. Regina Maria Faria Carvalho é escritora tendo já publicado oito livros. É também compositora, mestre em Administração de Empresas, Cofundadora da Fundação Brasil, Meu Amor. Foi proprietária da Filarmonie - Escola de Arte e Evoluz - Desenvolvimento e Cultura. Fundou a Orquestra Filarmônica de Patos de Minas e o Balaio de Arte e Cultura de Patos de Minas, sendo presidente do Conselho Curador por dez anos e fundadora e presidente da ABAC - Associação Balaio de Arte e Cultura de Patos de Minas nos seus primeiros dois anos - 2014 a 2016. Fundou também a OFPM - tornando a orquestra uma instituição sem fins lucrativos. Antes disso foi mantenedora da Orquestra junto a empresa Auma Negócios que é sua patrocinadora. Fundou também a Banda Filarmônica de Patos de Minas. Suas composições orquestrais foram todos temas desenvolvidos para serem tocados pela primeira vez pela OFPM. Composições: Mulher Terra flor, Sinfonia da Esperança, Sinfonia do Brasil. Encanto Brasileiro, Marcha do Novo Mundo, Dança do Novo Mundo; Sinfonia do Entardecer entre outras são composições de Regina Maria. Livros editados: tempo bom todo dia; Tratado dos Seres Encantados; Bifrost e a Confraria do Túnel, Bifrost e o Portal do Espelho; Azul; Caixa de Milagres; O Palacete e Sálvias. Todos os Concertos da Orquestra tiveram a direção executiva e artística de Regina Maria Faria Carvalho. // Felipe Oliveira - Regente Felipe Oliveira é natural de Indaiatuba-SP, iniciou seus estudos musicais no Projeto GURI de Indaiatuba-SP. Dois anos mais tarde frequentou o curso de música no conservatório de Tatuí na classe de violino da professora Graziella Pagoto, participando de apresentações de música de câmara, orquestra de cordas e orquestra sinfônica. Em 2010 iniciou o Curso de Regência Coral na Faculdade Teológica Batista de São Paulo, além de participar de aulas esporádicas de regência com o Maestro Roberto Tibiriçá. Neste mesmo período realizou apresentações musicais com coral na função de diretor artístico e regente com o qual concluiu uma pequena turnê no interior de São Paulo. Posteriormente iniciou o curso de bacharelado em música na Faculdade Cantareira, onde formou-se em 2019 na classe da professora de violino Betina Stegmann. Felipe ministrou “masterclasses” de violino na Universidade Federal de São Carlos-SP (UFSCAR), Na Orquestra Jovem de Indaiatuba-SP, no 1º Encontro Musical de Indaiatuba-SP (EMIN), no Festival Musical de Prados-MG, na Orquestra Filarmônica de Patos de Minas-MG. Foi Spalla Convidado para concertos esporádicos de orquestras como Orquestra Barroca do Festival Poços de Caldas-MG, Orquestra Sinfônica de Indaiatuba, Orquestra Filarmônica de Patos de Minas, Orquestra Jovem de Indaiatuba, Camerata Filarmônica de Indaiatuba, entre outras. Integrou algumas orquestras Nacionais, entre elas Orquestra Sinfônica Jovem Municipal de Guarulhos-SP, Orquestra de Câmara de São Paulo (OCSP), Orquestra Sinfônica de Indaiatuba (OSI), Oficina de Cordas de Campinas-SP, Orquestra de Câmara da Usp (OCAM), Orquestra Sinfônica da USP (OSUSP), Camerata Paulista, Orquestra do Festival de Prados-MG, Orquestra Filarmônica de Patos de Minas-MG, entre outras. Apresentou-se como solista frente a Orquestra Sinfônica de Indaiatuba, Camerata Filarmônica de Indaiatuba, Oficina de Cordas de Campinas, Orquestra de câmara da USP (OCAM), Orquestra do Festival de Prados-MG, Orquestra do Festival Maestro Eleazar de Carvalho em ITU-SP. Em 2015 passou a ser o Spalla (Principal músico) da Orquestra de Câmara da USP (OCAM). Em 2015 e 2016 integrou como convidado do “Quarteto da Cidade de São Paulo” (do Teatro Municipal de São Paulo) em concertos itinerantes por São Paulo-SP e Paraty-RJ. Em 2017 concluiu um intercâmbio na Europa (Alemanha e Holanda) onde recebeu instruções dos violinistas Peter Brunt (Royal Concertgebouw Orchestra - Amsterdam), Rudger Liebermann (Filarmônica de Berlim), Daniel Stabrawa (Spalla Filarmônica de Berlim), entre outros. Desde 2018 tem participado como violinista convidado da OSUSP (Orquestra Sinfônica da USP) para os concertos principais na Sala São Paulo. Em 2019 assumiu a função de coordenador artístico da Orquestra Filarmônica de Patos de Minas-MG trabalhando na Reestruturação desta Orquestra. Em 2020 aceita os convites para ser o Maestro da Orquestra Filarmônica de Patos de Minas-MG e da Orquestra Jovem de Indaiatuba-SP. // Guilherme Calebe - Spalla (músico principal) Bacharel em música pela Faculdade Cantareira, na classe da professora Elisa Fukuda, Guilherme Calebe participou de diversos festivais, como, Festival Berlioz (França), Grachtenfestival (Holanda), Iberian Suite (EUA), Festival Música nas Montanhas, Ilumina Festival, e de Masterclass dos renomados violinistas Lorenz Nasturica, Antal Zalai, Ryu Goto, Alexandra Soumm, Tai Murray, Carmelo de los Santos, Cláudio Cruz, Pablo de León, entre outros. Vencedor de duas eliminatórias do concurso Prelúdio foi classificado para participar da semifinal, também venceu o concurso Jovem Solistas da Orquestra Sinfônica Jovem de Guarulhos e foi finalista do Prêmio Ernani de Almeida Machado. Participou de diversas orquestras, entre elas: Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, Orquestra Experimental de Repertorio, Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, Orquestra Sinfônica de Indaiatuba, Camerata Cantareira e Camerata Fukuda. Atualmente é violinista da Orquestra Sinfônica do Paraná e tem orientações com o maestro e violinista Cláudio Cruz. // Bryan Marvean - Chefe de Naipe Violinos Iniciou seus estudos de Violino no Conservatório Dr. José Zóccoli de Andrade na cidade de Ituiutaba – MG, onde concluiu o curso técnico em habilitação em violino no ano de 2010. Neste período participou de grupos, como: Camerata “Prof. Cilas Pereira Rocha”, Orquestra de Cordas do Conservatório Dr. José Zóccoli de Andrade. Em 2011 ingressou no curso de música, Violino, na Universidade Federal de Uberlândia na classe do professor Dr. Mabio Duarte. Participou das sete últimas edições do festival de cordas Nathan Schwartzman na cidade de Uberlândia, da segunda e quarta edições do Festival de Maio em Belo Horizonte - MG, e também participou do III e IV Gramado in Concert, onde participou de master classes com: Alessandro Borgomanero, Claudio Cruz, Marcello Guerchfeld, Rommel Fenandes, John H. Gilbert, Fagner Magrinelli, Cristiane Cabral, Edson Queiroz, Fredi Gerling, Adonhiran Reis, Carmelo de los Santos, Annie Charlex Boyle, Edwin S. Kim dentre outros. Desde o ingresso na Universidade foi membro dos grupos: Orquestra Camargo Guarnieri, Camerata Jovem de Uberlândia, Quarteto de Cordas da Cidade de Uberlândia, onde teve apresentações em Uberlândia, e região. Em 2014 foi um dos selecionados no programa Jovem Músico BDMG, em Belo Horizonte - MG, para fazer parte da série de recitais. Atualmente, além de ter concluído o Bacharelado em Violino, é chefe de naipe da Orquestra Municipal de Uberaba. // Tiago Vieira Rocha Viola – Chefe de Naipe Violas Tiago Vieira Rocha iniciou seus estudos de viola no conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí aos 10 anos de idade, com o professor Geraldo Olivieri. Posteriormente passou a ter aulas com a professora Ana Lucia Leite Muzel. Foi integrante como primeira estante e chefe de naipe, da Orquestra Sinfônica Jovem do Conservatório de Tatuí, no qual foi orientado pelo maestro Edson Beltrami. Participou dos seguintes Festivais de Música: Festival Música nas Montanhas - Poços de Caldas nos anos de 2005, 2006 e 2013; Encontro de Cordas do Conservatório de Tatuí, em 2007; Festival Internacional Ex Toto Corde, em 2008; Festival Collegium Musicum Schloss Pommersfelden - Alemanha no ano de 2012; Festival de Inverno de Campos do Jordão em 2013 e IV Festival Internacional Sesc de Musica, Pelotas – RS, 2014. Obteve o Prêmio Jovens Talentos na semana da Música de Câmara do conservatório de Tatuí em 2009. Atuou como solista com a Orquestra Jovem do Conservatório de Tatuí em 2009; Orquestra Sinfônica Heliópolis em 2012; Orquestra Sinfônica Jovem de São Caetano do Sul em 2014 e Camerata Fukuda em 2016 e Camerata Quattro Stagioni em 2019. Participou de inúmeras master classes, entre as principais: Emerson de Biaggi, Rainner Moog, Martin von der Nahmer – Orquestra Filarmônica de Berlim, Josep Puchades Escriva – Mahler Chamber Orchestra, Lawrence Dutton – Emerson String Quartet, Julian Rachlin, Marcelo Jaffé, Bárbara Westphal, Roberto Dias, Horácio Schaefer, Carlos Aleixo, Hella Frank, Gabriel Marin e Gina Colleti (USA). Realizou dois recitais com o renomado solista Julian Rachlin no Rio de Janeiro executando obra de Mozart, duo para violino e viola. Foi integrante e chefe de naipe da Orquestra Sinfônica Heliópolis de 2010 a 2013, sob a regência dos maestros Roberto Tibiriçá (2010) e Isaac Karabtchevsky (2011 e 2012), Orquestra Sinfônica da USP (OCAM) e Orquestra Sinfônica Jovem de Guarulhos. Foi aluno do professor Renato Bandel. Atualmente é musico da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e chefe de naipe da Camerata Fukuda. // Samuel Oliveira - Chefe de Naipe Cellos Nascido em Fortaleza Ceará, começou seus estudos de violoncelo no ano de 1999, em seguida mudou para Brasília onde teve aulas com o prestigiado violoncelista José Guerra Vicente. Foi premiado em diversos concursos de cordas, entre eles, o 1º lugar no concurso jovens solista da Orquestra Experimental de Repertório e 1º lugar no concurso jovem solista do Festival Internacional de Música Maestro Eleazar de Carvalho. Fez parte da academia de música da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e Orquestra de Ópera do Teatro São Pedro na cidade de São Paulo. Foi bolsista da University of Manitoba no curso de Mestrado no Canadá. // Waldemar Dellalio Junio - Cantor Solista - Tenor e Palestrante no Recital Didático Nunno Dellalio nasceu em 21 de janeiro de 1976 em Itatiba/SP. Teve o seu primeiro contato com a música, através da Corporação Musical Santa Cecília, na sua cidade, como aluno de Otavio Busca, então regente da Corporação, para então aprender trombone. Posteriormente ingressou ao Coral Municipal ‘Quatro Cantos', regido por César Cerassoma Junior, em 1997, cantando no naipe dos tenores. Por meio do Centro de Cultura e Arte da PUC- Campinas, em 2001, fez curso livre de preparação vocal e técnica de regência coral com a professora Ana Yara Campos, com a qual, no ano de 2004, atuou como preparador do coro (no idioma italiano) para a montagem da ópera Lo Schiavo, de Antonio Carlos Gomes, junto com a Orquestra Sinfônica de Campinas, no coro, como tenor e, também, trabalhando no preparo do idioma para os cantores. Desde então, não parou mais. Recebeu, em seguida, convite para a ópera Don Giovanni, de Mozart, atuando como coralista. Foi solista em diversos espetáculos com a Orquestra Sinfônica de Campinas (óperas, espetáculos piro - musical, concertos, missas) Banda Sinfônica do ITA - Instituto Tecnológico de Aeronáutica - de São José dos Campos, concertos beneficentes, Orquestra de Câmara Zajdembaum, de Taubaté, Orquestra Filarmônica de Valinhos, Orquestra da Câmara ARS MUSICALIS, de Campinas e o Metrocamp, dentre outros tantos teatros e salas de espetáculos. Premiado com a Medalha 'Carlos Gomes', pela Câmara Municipal de Campinas, por propositura do vereador Artur Orsi, como cantor lírico de destaque, em 2009. É membro da ABAL-C (Associação Brasileira Carlos Gomes de Campinas) desde 2004 o qual faz parte do elenco estável, na divulgação das obras do maestro campineiro Antonio Carlos Gomes. Teve e tem ativa participação nos eventos musicais e sociais da cidade de Campinas, foi integrante do Coro Lírico Collegium Vocale. Dentre muitas atividades como dista em cortinas líricas, recitais e concertos, a sua última atuação, foi como Alfredo da Ópera La Traviata, de Giuseppe Verdi, onde atuou ao lado de cantores renomados. Esteve presente também em um concerto no ano de 2018, para comemoração dos 20 anos de carreira do cantor, no teatro de convenções da Società Lavoro e Progresso de Souzas/SP- distrito de Campinas/SP Em Patos de Minas atua como docente do Colégio Marista – Centro Norte-Unidade Patos de Minas e atuou na escola Filarmonie de Artes- como regente coral, professor de canto e de pratica de violino em grupo, regente assistente da Banda Filarmônica de Patos de Minas. Frente a Orquestra Filarmônica de Patos de Minas, atuou como solista no concerto Brasil Meu Amor, dentro das programações do Balaio de Arte e Cultura. // Orquestra Filarmônica de Patos de Minas - Coordenação Administrativo-Financeira A OFPM-Orquestra Filarmônica de Patos de Minas foi fundada por Regina Maria Faria Carvalho e Vagner Mesquita em agosto de 2016. O propósito inicial foi realizar um projeto social com alunos que receberiam a formação adequada para uma Orquestra. Ao longo dos anos a orquestra realizou diversos concertos e recitais, sempre privilegiando a música autoral e obras dos grandes clássicos brasileiros e de outras partes do mundo. A primeira Orquestra Filarmônica de Patos de Minas era composta por 40 membros, sendo 32 violinistas, dois pianistas, três celistas, dois percussionistas e um acordeonista. Em 2017 a OFPM realizou Concertos de final de ano e apresentações no Balaio de Arte e Cultura de Patos de Minas. Além disso, fez aberturas de diversos eventos de cunho educacionais e culturais. Em 2018, além da Orquestra, a Filarmônica criou a Banda Filarmônica de Patos de Minas com quarenta músicos em sua composição inicial sob a regência de Jóas Mendes, tendo como regente substituto Nunno Dellalio. Em 2019, a OFPM recebeu Moção de Aplauso da Câmara Municipal de Patos de Minas e neste mesmo ano recebeu também o Título de Utilidade Pública. Em abril de 2019, a Filarmônica se constitui Orquestra Filarmônica de Patos de Minas enquanto uma associação sem fins lucrativos e passa a ter um propósito mais amplo na formação de uma Orquestra profissional com o intuito ampliar suas ações.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2023-12-31
Locais de realização (3)
Araxá Minas GeraisPatos de Minas Minas GeraisUberlândia Minas Gerais