Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Produzir um média-metragem de ficção com duração de 20 minutos. A história se passa durante a pandemia do coronavírus em 2020, quando uma mulher de classe média alta moradora do bairro Asa Sul (Brasília), se interessa pela família de moradores de rua que monta um barraco no jardim de sua quadra. O projeto terá cunho e estética artísticos, cuja única finalidade será a produção de uma obra de arte cinematográfica.
A história do filme se passa em Abril, Maio e Junho de 2020 durante a pandemia do coronavírus. Paola, 38 anos, é uma mulher casada de classe média alta e documentarista. Ela divide seu tempo entre os afazeres domésticos, a produção artística e os cuidados com sua bebê Matilda. Já marcada pelas mudanças impostas pela pandemia, Paola um dia é surpreendida por um barraco no jardim de sua quadra, num bairro nobre de Brasília. O que inicialmente se configura como uma invasão abusiva, aos poucos ganha novo significado para Paola, ao descobrir que ali vive uma família (pai, mãe e três crianças). Ao mesmo tempo em que o mundo recebe notícias devastadoras de mortes pela Covid e manifestações contra o racismo explodem em todo o mundo, Paola vive uma relação de obsessão com aquele novo elemento em sua vida. Ela passa a discretamente documentar com sua câmera a presença de tais moradores até o dia em que, já exaurida com as demandas da vida em isolamento, vai ao encontro da família. É noite e eles estão em volta de uma fogueira no acampamento montado. Depois de um encontro marcante, no dia seguinte ela é surpreendida pelo desaparecimento do barraco. Confrontada pelo porteiro do prédio, ela descobre que a família nunca esteve ali e que tudo não passou de um delírio de quarentena. Confusa, Paola fica suscetível à Covid e uma vez contraída a doença, ela precisa individualmente atravessar o momento difícil pelo qual passa a humanidade. Frente a frente com reflexões profundas sobre o que é o humano, Paola termina o filme com um instituto voltado para o apoio a moradores de rua e uma percepção de si mesma completamente diferente daquela que possuía antes do isolamento. Roteiro em anexo. * Classificação indicativa etária: livre
O objetivo geral do projeto é promover a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior, assim como o intercâmbio cultural com outros países, uma vez que se trata de uma obra cinematográfica de relevância artística para festivais, canais de streaming e TV, sobre a experiência de isolamento social durante a quarentena e seus efeitos psicológicos drásticos comuns a tantas pessoas, a partir do ponto de vista brasileiro. Desta forma, se apóia no inciso X do Art.2 do decreto 5761, para criar um registro cultural do momento histórico que é a pandemia do coronavírus. O projeto segue ainda o inciso VI do Art.2 do decreto 5761 que fala em fomentar atividades culturais afirmativas que busquem erradicar todas as formas de discriminação e preconceito, uma vez que o filme tem como subtema a reflexão sobre o contraste da experiência de isolamento entre as diferentes classes sociais já que apresenta dois opostos da estrutura familiar típica da capital do país: uma família de classe média alta e uma família de moradores de rua. Ainda nesse quesito, a história do filme é baseada em fatos reais ocorridos em Abril, Maio e Junho de 2020, meses profundamente marcados por protestos de injustiça social e racial pelo mundo todo e que se fazem presentes na narrativa. Objetivos específicos: Produzir um média-metragem em resolução acima de 4K com duração em torno de 20 minutos. Público estimado de 1000 pessoas. Além disso, serão distribuidas 200 cópias do filme em DVD para bibilotecas públicas. Oferecer palestra gratuita sobre o processo de realização cinematográfica durante o isolamento diante de todos os protocolos de segurança impostos pela pandemia do coronavírus. A palestra deverá contemplar 100 beneficiários, sendo que 50% deles deve se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Oferecer sessão de exibição gratuita do filme para o público estimado de 100 pessoas, em sala de cinema de Brasília, com 20% dos assentos reservados para deficientes e associações carentes.
O filme "Tá Tudo Bem" é relevante para o cinema brasileiro já que registra artísticamente a experiência de isolamento social no DF durante a pandemia do coronavírus. Além disso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art.1 da Lei 8.313/91: - II, pois promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, já que 99% dos integrantes envolvidos no projeto, desde elenco à equipe técnica, são residentes do Centro-Oeste brasileiro. - V, pois salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, uma vez que o filme acontece dentro de um apartamento brasileiro e revela todo o modo de viver ali dentro com aquela realidade, naquela classe social, durante o ano de 2020. Por outro lado, contrasta com um modo de viver completamente oposto: o viver nas ruas. Esse contraste, além de rico, é verídico, já que o filme se baseia e se utiliza de fatos reais. - VII, pois desenvolve a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações, ao abordar a temática do morador de rua, fenômeno muito comum no Brasil - quem são, as motivações, por que tipo de ameaças ou alegrias passam, o convívio na rua. - VIII, pois estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, através do fomento à produção cultural e artística, mediante a produção de obra cinematográfica de média-metragem. Um produto cinematográfico tem por objetivo documentar e salvaguardar a realidade de um tempo, não só produzindo cultura ao zelar pela memória daquele momento histórico e espacial, mas também por difundir esse bem pelo mundo todo através de festivais, mostras e as mais diversas formas de exibição. - IX, pois prioriza o produto cultural originário do País, por meio da produção de um filme 99% brasileiro (única excecão é a trilha sonora, que contará com artista internacional). - e finalmente, o inciso I, porque contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, uma vez que o filme terá sessão de exibição gratuita, para essa finalidade, com 20% dos ingressos destinados a deficientes e associações carentes. De forma a atingir tais finalidades, o projeto vai fomentar a produção cultural e artística através da produção de obra cinematográfica de média metragem intitulada "Tá Tudo Bem", atingindo assim o objetivo II, alínea a., do Art. 3 da Lei 8.313/91. Por se tratar da realização de um média-metragem, o projeto envolve não só a criação do conteúdo como sua execução: da preparação às filmagens até a posterior edição do material de áudio e vídeo captado, além de todo o trabalho de finalização. Só então é possível enviar esse produto artístico para festivais, distribuidoras e canais, de forma que ele possa ser apreciado pelo grande público. Pra isso, é preciso um plano de mídia extremamente bem pensado e dedicação rigorosa para que o filme experimente sua jornada de forma bem-sucedida até o fim. Considerando a nossa falta de recursos prévios para tal realização, a Lei de Incentivo à Cultura surge como a única forma de captação de recursos e, assim, de trazer essa obra ao acesso da sociedade em geral. De fato, não seria possível realizar o projeto sem o apoio da Lei de Incentivo à Cultura.
Filme de média-metragem com duração de 20 minutos. Captação da fotografia principal com Blackmagic Pocket Cinema Camera, resolução em 4K DCI (4096x2160) 24p BRAW. A "câmera doméstica" mencionada no roteiro é uma Canon EOS 70D. Captação de áudio com gravador Zoom H5, microfone Sennheiser MKG 70, microfone RODE NTG2, Microfone RODE videomic, LAPELA Sennheiser G3.
De forma a promover o acesso às produções audiovisuais às pessoas com deficiência visual e auditiva (em atendimento ao Art. 18 da Instrução Normativa nº 02/2019), o projeto adotará todas as medidas a seguir: Audiodescrição; Legendagem descritiva e Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Contida no produto principal, a medida de legendagem descritiva para deficientes auditivos estará disponível nas exibições a serem oferecidas ao público, como a sessão gratuita listada nas ações de democratização de acesso. Também disponível estará a opção de audiodescrição para deficientes visuais, em mp3 baixável no celular, em TODAS as exibições do filme em língua portuguesa. Por fim, também contaremos com um intérprete de libras durante a exibição do filme e a palestra prevista como contrapartida social. Atendendo aos parágrafos 1 e 2 do Art. 18 da Instrução Normativa n.2/2019, os custos com legendagem descritiva, audiodescrição e libras estão previstos na planilha orçamentária (produto principal - pós-produção) e as medidas de acessibilidade adotadas pelo produto estarão contidas em todos os materiais de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto.
Serão doadas 200 cópias do filme para bibliotecas públicas do Distrito Federal. Além disso, realizaremos gratuitamente sessão de exibição do filme para o público de Brasília em sala de cinema, com 20% dos assentos reservados para deficientes e associações carentes. Na ocasião, o filme contará com legendagem descritiva, opção de audiodescrição e libras. Todas as ações de democratização de acesso estão previstas no orçamento.
CONFLUÊNCIA: proponente. Empresa brasileira com finalidade voltada para a produção cinematográfica, entre outras atividades culturais. Este constitui seu primeiro trabalho na área de produção cinematográfica. CAROLINA MONTE ROSA: proponente (nesse caso a responsável pela pessoa jurídica)/coordenadora geral, roteirista, diretora e atriz. Carolina Monte Rosa é atriz, diretora e roteirista. Como atriz atuou em diversos curtas, longas, séries de TV e videoclipes, nacionais e internacionais. Entre outras formações na área, completou a técnica Meisner no intituto EMAS, Los Angeles. Em 2020 está previsto o lançamento de seu mais recente trabalho como protagonista no longa "Por que Você Não Chora?" (de Cibele Amaral), ao lado de Bárbara Paz. O filme faz parte da Seleção Oficial do Festival de Gramado. Atuou ainda no longa "Eu Sinto Muito" (de Cristiano Vieira) e protagonizou os premiados "Me Deixe Não Ser" (curta de Kleber Macedo) e "Quando Nasce uma Heroína" (filme de realidade virtual de Felipe Gontigo e Henrique Siqueira), entre outros (vide IMDB). Como roteirista, Carolina adaptou o conto "A Devolução" (de Marcelo Galo) para o cinema, roteirizou o filme "Tá Tudo Bem" e está em processo de desenvolvimento de roteiro do longa-metragem "Milo Nilo". Para TV, ela roteirizou o programa "Eu Vejo Você". Carolina estréia como diretora em amplas vertentes, considerando não apenas a preparação para os filmes de ficção "A Devolução", "Tá Tudo Bem" e "Milo Nilo", mas o documentário "Um Pouco Daquela Sensação" e o projeto "TPM | À Flor da Pele", voltado para o público feminino. Carolina Monte Rosa é formada em Comunicação (IESB), Administração (UnB) e tem mestrado em Arte (Universidade Johns Hopkins/EUA). Ela é fundadora da produtora Confluência. Receberá pelas rubricas "coordenador do projeto", "roteirista", "diretor cinematográfico", "elenco principal". KLEBER MACEDO: operador de câmera e diretor de fotografia, editor, colorista Kleber Macedo é produtor audiovisual com experiência em coordenação de produção, direção, direção de fotografia, montagem e colorização. Foi proprietário do Estúdio Clave - empresa responsável por gravações de CD, jingles, spots e vinhetas. Atualmente comanda a Táxi Produção e Comunicação - produtora de filmes publicitários e cinema. No seu currículo estão diversos trabalhos como diretor de fotografia de campanhas para Caixa, Ministério da Saúde, Globo e dos documentários "30 Anos do SUS" e "Na Linha de Frente" para o Cofen (esse em processo de finalização). Além da fotografia, dirigiu e montou os curtas "Me Deixe Não Ser" (filme selecionado em diversos festivais e vencedor de dois prêmios internacionais) e "Enquanto Estamos Juntos" (em processo de finalização). Kleber Macedo também é músico. Receberá pelas rubricas "diretor de fotografia", "operador de câmera", "montador" e "colorista". ARTE EM CURSO: Produtor Executivo A Arte em Curso é uma empresa cuja missão é empoderar artistas e produtores culturais de todo o Brasil, sendo uma ponte eficiente entre a arte e o mercado, a fim de que a Arte siga seu Curso. Realizam a elaboração, a produção executiva, além de cuidar de toda prestação de contas e da parte burocrática de projetos culturais. Alguns dos projetos produzidos pela Arte em Curso: Mais de 50 curta-metragens do Canal "Só 1 Minuto", Curta-metragem "Me deixe não ser", e, Curta-metragem: "Amor Aprático". A empresa realizará a função de Produtor Executivo, sendo responsável pela gestão do processo administrativo financeiro do projeto, visando o cumprimento dos requisitos de prestação de contas orçamentária e do objeto. Para tal, receberá pela rubrica “Produtor Executivo”. RAFA GOMES: Assessora de imprensa Rafa Gomes é jornalista especializada em cinema, tendo no currículo a assessoria de filmes nacionais como "Por Que Você Não Chora". Administradora do perfil oficial do CinePOP no Instagram (um dos maiores do Brasil no ramo de entretenimento), ela faz análise e crítica de filmes através da producão de conteúdos em texto e vídeo. À convite dos próprios festivais, foi a responsável por cobrir Sundance (2019/2020) e Toronto (2019). Rafa é conhecida ainda pela cobertura de junkets nacionais e internacionais, tendo entrevistado cineastas como Jordan Peele, James Mangold e atores como Isabelle Huppert, Kenneth Branagh, Brie Larson, Bryan Cranston e Helen Mirren, entre outros. OBS.: seu nome não está na orçamento, pois entrará nos custos relativos à divulgação. Em virtude das restrições impostas pela pandemia do coronavírus, o filme deverá ser realizado com equipe extremamente reduzida. Por esse motivo, funções como figurino e maquiagem serão realizadas pela própria atriz, com o devido auxilio à distância por parte de profissionais voluntários. Soma-se a isso o fato de que tais funções não apresentam no filme maiores desafios de execução. O departamento de arte será suprimido pelo mesmo motivo, após a plena constatação de que as locações já se encontram devidamente prontas para a captação. Por se tratar de uma produção simplificada, que exige pouquíssimas locações, equipe e deslocamento, as atividades de produção durante a pré-produção serão alocadas para a área da coordenação geral, contando com o apoio de um produtor no set durante as gravações. Assim sendo, o projeto prezará pelo planejamento detalhado e antecipado de forma que todas as funções realizadas possam ser bem-sucedidas.
PROJETO ARQUIVADO.