Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 204942Apresentou prestação de contasMecenato

Brasil visto do alto

PRODUTORA CANARINHO DE ARTE E CULTURA LTDA
Solicitado
R$ 579,7 mil
Aprovado
R$ 592,2 mil
Captado
R$ 579,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
43035146000185Protege S/A - Proteção e Transporte de Valores1900-01-01R$ 579,0 mil

Eficiência de captação

97.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. Av Games
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
PE
Município
Petrolina
Início
2020-12-01
Término
2024-08-29

Resumo

Produção de filme documental, média-metragem, com a duração de 52 minutos, formato de finalização emfull hd digital, irá apresentar o Brasil a partir de um ponto de vista cada vez mais comum, mas ainda explorado com pouca criatividade: de cima. Cartões postais consagrados como o Pão de Açúcar e a Avenida Paulista vistas de ângulos surpreendentes, mas também, uma praça em uma cidade no interior de Pernambuco, uma tropa de cavalos selvagens em Roraima, uma procissão no interior de Minas Gerais. A ideia é mostrarmos toda a riqueza e diversidade territorial do país: campos, florestas, praias, serras, cerrado, caatinga, além da paisagem urbana das principais cidades e de pequenas vilas pelo interior. Como ação formativa cultural, iremos realizar oficinas de produção de conteúdos audiovisuais em escolas e instituições públicas.

Sinopse

O mar em Ipanema e o mar de prédios da Avenida Paulista. A Amazônia, o cerrado, os pampas. As montanhas, o sertão e nossas praias paradisíacas. Grandes cidades planejadas e desordenadas, pequenas cidades, pequenas joias e bucólicos vilarejos. A paisagem natural e urbana brasileira, vista do alto nos mostra um Brasil diferente e surpreendente. Com imagens de tirar o fôlego, mostra toda nossa beleza e grandiosidade. Um documentário para quem quer conhecer o Brasil realmente sob outra perspectiva. Indicação: livre para todos os públicos.

Objetivos

Objetivo geralMostrar o país de forma inovadora, com ângulos e enquadramentos incomuns, trazendo com isto, novos olhares sobre cenários consagrados. Em contraponto aos locais consagrados, mostraremos cidades e paisagens pouco visitadas e remotas. Iremos também, mostar a transformação que vem sofrendo muitos destes cenários consagrados ou não, em suas duas faces: progresso-desenvolvimento, degradação-destruição. E também, colocar em um mesmo patamar imagético a riqueza da paisagem natural e a construída pelo homem no Brasil. Objetivo específico1) Produzir e distribuir a obra "Brasil visto do alto"2) Realizar oficinas de produção de conteúdos audiovisuais (curta-metragem) em escolas e instituições públicas.3) Realizar debates virtuais a respeito do tema.4) Disponibilizar o conteúdo do documentário para escolas e bibliotecas públicas utilizarem como ferramenta de educação.

Justificativa

Um documentário que mostra o Brasil visto dos céus, trazendo novos olhares sobre paisagens consagradas e também revelando cenários pouco divulgados e até mesmo esquecidos. Desde a chegada dos primeiros europeus, em 1500, o Brasil é visto como exótico. Sua complexidade, tanto cultural como natural, é tamanha que inspira ensaios, especulações e dúvidas ainda hoje, dentro e fora do seu território. Ao certo, sabe-se muito e ao mesmo tempo pouco deste lugar. Os cientistas sociais, intérpretes populares, brasilianistas e outros especialistas perdem a batalha para explicá-lo diariamente. E isso desde sempre. O país é maior físicamente, socialmente e naturalmente do que a nossa capacidade de entendê- lo e se transforma com rapidez. Daí o interesse deste documentário, que apresenta o país visto de cima, em um voo rasante. Nos anos 80, Anselm Kiefer, o mais importante artista plástico alemão das últimas décadas veio ao Brasil para participar da Bienal de São Paulo. Vendo a cidade do alto do Edifício Copan "sentiu-se profundamente marcado pelo impacto visual nele causado pelo caos de nossa metrópole". Tão marcado que alugou um helicóptero e sobrevoou a cidade tirando centenas de fotografias que mais tarde serviriam de modelo para as gigantescas telas de uma de suas mais famosas séries, Lilith. Ele repetiu o mesmo expediente quando foi ao Rio de Janeiro. Kiefer seguia, à maneira contemporânea, a tradição dos viajantes europeus que tão bem documentaram o Brasil nos séculos XVIII e XIX. Para a infelicidade destes viajantes, nestes séculos não existiam helicópteros, muito menos máquinas fotográficas, drones e outros equipamentos eletrônicos e voadores. Quem tem a oportunidade de chegar em São Paulo pelo Aeroporto de Congonhas, vive uma experiência aeronáutica única: a de se sentir a pouquíssimos metros de centenas de prédios em um mar de concreto armado. Quem chega no Rio de Janeiro pelo Aeroporto Santos Dumont, tem o privilégio de encarar um dos cartões postais mais belos e famosos do mundo. Mas para nossa sorte, o Brasil é bem mais do que o eixo Rio-São Paulo. Amazônia, cerrado, pampas, montanhas, sertão, praias paradisíacas. Grandes cidades planejadas e desordenadas, pequenas cidades, pequenas jóias e bucólicos vilarejos. Ver a paisagem natural e urbana do alto nos permite ver o país sempre de um modo diferente. De uma praça circular em Alphaville, ou em ângulo das montanhas em Ouro Preto só pode ser percebido em determinada altura e exata posição geográfica. Os místicos, ou se preferirem, os mais filosóficos, acreditam que somos praticamente induzidos a refletir sobre o Brasil lá do alto. Ver o Brasil das nuvens, na maioria das vezes, nos tranquiliza e nos enche de esperança. A obra se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiroVII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações De acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91 os objetivos alcançados serão:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticosb) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos

Especificação técnica

Quando os drones surgiram nos anos 60, ele tinha somente uso militar e eram necessários até 30 pessoas para operá-los. Hoje, eles são milhares espalhados pelo mundo e os usos são diversos: vigilância, pesquisa, mapeamento, plantio, etc. É a popularização do drone, e de seus operadores em todos os cantos do Brasil que torna viável a realização deste documentário. As imagens serão feitas por operadores residentes nas principais capitais do país, sob supervisão de um diretor-operador, especialista em imagens aéreas que irá percorrer todas as locações. Por questões estratégicas, as viagens serão organizadas por regiões e por estações, pois drone e chuva não combinam. Feito isto, será possível cobrir todas as regiões, bem como todos os biomas nacionais. Esteticamente, a referência é o filme Koyaanisqatsi, feito em 1982 por Godfrey Reggio, um documentário composto por uma impressionante coleção de imagens e uma marcante trilha sonora. Como linguagem narrativa, o filme será conduzido por um narrador, que destaca os aspectos históricos e culturais, geográficos e ambientais, sociais e econômicos de cada paisagem retratada.

Acessibilidade

DocumentárioAcessibilidade física: não se aplica. Porém a proponente se compromete a realizar o lançamento do documentário em um local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população.Acessibilidade de conteúdo: o conteúdo do documentário terá legendagem, legenda descritiva, LIBRAS e audiodescrição. Contrapartida socialAcessibilidade física: não se aplica, visto que serão feitas oficinas em escolas públicas que realizem a inclusão das pessoas com deficiência, conforme preceitos da Lei Brasileira de Inclusão, conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência.Acessibilidade de conteúdo: conforme indicado na acessibilidade anterior, o conteúdo do documentário terá legendagem, legenda descritiva, LIBRAS e audiodescrição. Além disso, para auxiliar o Arte Educador, as oficinas em escolas públicas contarão com um intérprete de LIBRAS a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso a cultura no país.

Democratização do acesso

Como plano de distribuição, iremos adotar os expostos das seguintes alíneas do Inciso I, Art. 20, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artísticab) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadoresA proponente se compromete a realizar o lançamento do documentário com ingressos gratuitos disponibilizados para toda população, divulgando sobre o evento em suas redes sociais e site. Como medida de ampliação de acesso, iremos adotar o exposto no inciso X, Art. 21, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de CulturalA proponente se compromete a disponibilizar o conteúdo do documentário, de forma gratuita, para escolas e bibliotecas públicas utilizarem como ferramenta de educação. Além disso, a proponente também irá realizar debates virtuais a respeito do tema. Como ação formativa cultural, iremos adotar adotar o exposto nos parágrafos 1º e 2º do Art. 22, Seção III, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias.§ 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente.§ 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.Serão realizadas oficinas em escolas e instituições públicas. As oficinas serão voltadas para a produção de conteúdos audiovisuais e também, de fotografias. A ideia é ensinar como os alunos podem registrar e/ou capturar imagens, por meio das tecnologias que eles tem em mãos (como os próprios smartphones). Será fundamental para que os alunos consigam criar mini documentários com suas próprias tecnologias. A oficina terá uma duração, em média, de até duas horas e serão realizadas até três oficinas. As escolas serão definidas durante a execução do proejto e também, assim que existir algum tratamento em relação a pandemia da Covid-19. A proponente preza pela saúde de todos os seus profissionais e de todos os terceiros envolvidos com/no projeto. A obra será disponibilizada no YouTube (no canal da proponente) e em plataformas de VOD.

Ficha técnica

Pedro Fernandes SaadCom grande experiência na área cultural, coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”. Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor na PUC-SP e professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory. Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”. Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, At&t, General Motors, Zurich, Allianz, Basf, Bayer, Wolkswagen, Peugeot, Renault, Citröen, BNP Paribas, Saint-Gobain, Fiat, Anglo American, EDF, Petrobras, Itaú, Bradesco, União Europeia (Serviço de Publicações), Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Aliança Francesa, Instituto Goethe, AlmapBBDO, Amazon, Atos, BCG, Instituto Ethos, Microsoft, Folha de S. Paulo, Falconi, CEPAL, Natura, entre outras. Matthew Garry ShirtsMatthew Shirts é jornalista e diretor do World Observatory of Human Affairs. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação por 14 anos, até 2013, continuando como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, o maior e mais influente plataforma de sustentabilidade em português para a Editora Abril. Escreveu crônicas regulares para a revista Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o diário O Estado de São Paulo, de 1994 a 2011 e é autor de dois livros, O jeitinho americano (Realejo, 2010) e A feijoada completa (Realejo, 2015). Fabrício GallinucciEconomista pela PUC-SP e cineasta pela FAAP-SP, Fabrício Gallinucci atuou na coordenação de planejamento financeiro e na controladoria de grandes multinacionais (Gillette do Brasil, PepsiCo. do Brasil), até migrar em 2010 para a produção audiovisual. Entra para o time da Gullane Filmes onde participa da reestruturação administrativo-financeira da produtora e cria relatórios de retorno de projetos audiovisuais. Ao mesmo tempo, atua como Consultor em Planejamento para a SIAESP, onde concebe ferramentas de análise do cinema paulista e nacional, pesquisa métodos e políticas públicas audiovisuais do mercado cinematográfico americano, europeu e asiático e desenvolve modelos comparativos de performance comercial para longas-metragens. Em 2012, funda a Perigo Filmes, atuando na produção de filmes publicitários, curtas e longas até especializar-se em roteiro e direção de documentários. Vence em 2017 a Medalha de Prata do Festival Cinefoot com o longa “Vai Guarulhos!”, sobre um time de futebol à beira da falência. Atualmente, roteiriza e produz em parceria com a Globo News o documentário “Artéria China”, sobre o polêmico e atordoante comércio de soja entre o Brasil e o gigante asiático. Cadu MachadoMe chamo Cadu, tenho 30 anos, moro em São Paulo e sou um apaixonado por contar histórias. Trabalho como roteirista, dramaturgo, escritor e diretor de cena. Além disso, já tive um bar, um food truck, uma empresa de eventos e meia dúzia de kombis antigas das mais variadas cores e estilos. Fui criado Guarulhos, o maior subúrbio da América Latina, e morei por um período em Oxford, na Inglaterra, depois mais um tempinho com índios ashaninkas no Acre, além de um período no Jalapão, e outro em New York City. Essa mistura me trouxe uma visão de mundo muito particular. Desde 2009 trabalho com audiovisual e teatro, exercendo quase todas as funções possíveis, mas sempre com foco em criação de dramaturgia e direção de cena. Fui colaborador, entre outros, da telenovela vencedora do Emmy "Malhação - Viva a diferença", de Cao Hamburguer e em "Sessão de Terapia", a versão brasileira do sucesso internacional "In treatment". No mais, escrevi diversos realities shows, curtas e longas metragens (doc e ficção), além de atuar como dramaturgo em grupos de teatro e produzindo textos para comediantes stand-up. Trabalhei como criativo e produtor de conteúdo em diversas produtoras como Delicatessen, Perigo Filmes, Moonshot Pictures e Endemol Shine e com redação publicitária para clientes como Idea!Zarvos e Unillver. Tenho uma carteira de projetos com diversas séries e longas metragens, além de peças e formatos de reality shows e programas factuais. Cristiane BalleriniCom formação em Rádio & TV e jornalismo, Cristiane é roteirista, pesquisadora e editora de séries e documentários para TV e plataformas digitais. Seus trabalhos mais recentes foram as séries Itinerários do Olhar, dirigida por Lauro Escorel para o Canal Brasil; e Mar Brasil, produzida pela Ocean Films, exibida pela Band News e pelo Canal Futura. Para a TV Globo, foi roteirista e editora da série Expedição Campo, grandes reportagens sobre sustentabilidade e agricultura. Como pesquisadora foi diretora de pesquisa da pioneira Gente que faz, série de miniprogramas exibidos pela TV Globo que revelou personagens de todo o país. Colaborou com inúmeros projetos como o documentário Galáxias, de Fabiano Maciel e o documentário Macunaíma, produzido pelo Centro de Vídeo do SESC. Esteve à frente do Núcleo de Criação de novos programas do Canal Futura e escreveu dois livros para coleção Aplauso, com entrevistas e análises sobre os filmes de cineasta Roberto Gervitz. Atua também como desenvolvedora e consultora de projetos. Fabiano MacielDiretor e roteirista de documentários e programas de televisão. Seus trabalhos mais conhecidos são: OSCAR NIEMEYER, A VIDA É UM SOPRO (2005) Longa-metragem sobre a vida e a obra do arquiteto brasileiro. Projeto premiado pelo BNDES. Exibido em diversos festivais nacionais e internacionais. CARRAPATEIRA NÃO TEM MAIS CIÚMES DA APOLO 11 (2004) Documentário sobre a vida de uma cidade no interior da Paraíba. Exibido na Mostra Internacional de documentários do Museu de Arte Moderna de Nova Iorque e no Mini-Input, de Santiago do Chile. VAIDADE (2003) Documentário sobre revendedoras de cosméticos na Amazônia, Prêmio Petrobras de Roteiro (2001) e menção honrosa da TV Cultura no Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo (2002). MOÇAMBIQUE (1996) Documentário sobre a reconstrução do país após trinta anos de guerra civil. Em 2019 estreia seus novos trabalhos: SAMBALANÇO, A BOSSA-NOVA QUE DANÇA, longa-metragem documentário, co-produção com TV Zero, Telenews e Canal Brasil, que conta a história dos músicos Ed Lincoln, Durval Ferreira e Orlandivo. TRANSAMAZÔNICA,UMA ESTRADA PARA O PASSADO, série de 6 documentários produzidos para a HBO sobre a mítica estrada construída durante a ditadura militar. Equipe TécnicaDiretor geral: Pedro Fernandes SaadRoteirista: Cadu Machado e Fabrício GallinucciPesquisador: Cristiane Ballerini e Matthew Garry ShirtsDiretor de produção: Fabiano Maciel Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

Locais de realização (1)
Petrolina Pernambuco