| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 11253257000171 | Queiroz Galvão Exploração e Produção S.A. | 1900-01-01 | R$ 350,0 mil |
| 33000092000169 | Cosan Combustíveis e Lubrificantes S.A | 1900-01-01 | R$ 107,3 mil |
| 04310364000129 | EMBRAST INDUSTRIA E COMERCIO DE EMBALAGENS LTDA | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
Um documentário, de 52 minutos, full-hd digital, que usa como ponto de partida a história de cinco personagens em três diferentes cidades do Brasil (uma grande cidade, média e pequena cidade), que de alguma forma, tem suas vidas ligadas às 17 metas traçadas pela ONU. Através dos dramas particulares e dos desafios que estes personagens enfrentam em seu dia a dia, e junto com depoimentos de especialistas, que o filme coloca a discussão sobre o que é desenvolvimento sustentável e quais são os diferentes caminhos possíveis para alcançarmos um futuro mais próspero e igualitário, com mais respeito ao planeta e exploração mais consciente dos recursos naturais.Como ação formativa cultural, iremos realizar oficinas de produção de conteúdos audiovisuais em escolas e instituições públicas.
O documentário conta o drama de uma família de pequenos agricultores no interior do Rio Grande do Sul, numa região que já foi considerada um “celeiro” e hoje enfrenta problemas de desertificação. De outra família de operários em uma pequena cidade no interior de Pernambuco. E de uma família de migrantes em Diadema, na grande São Paulo. Ainda, de um jovem desenvolvedor de aplicativos e de uma professora primária em São Paulo. As histórias destes cinco personagens conseguem colocar em pauta e discussão todos os temas relativos aos ODS: fome, pobreza, acesso à água potável, energia, poluição, combate as mudanças climáticas etc. Classificação indicativa: livre para todos os públicos.
Objetivo GeralO maior desafio para se colocar em prática os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), é fazer com que a população de maneira geral, saiba o que são estes objetivos. Tirá-los do campo teórico e fazê-los chegarem de forma prática, didática, e espontânea nas escolas, nos lares, nas igrejas, clubes etc. No momento em que a sociedade perceber que eles estão associados à uma luta que é de interesse de todos, aí sim talvez possamos avançar para uma real melhoria da qualidade de vida. Explicar então, o que são e o que se pretende conseguir com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, é o principal objetivo deste documentário. Também conhecidos como Agenda 2030, eles são uma série de 17 objetivos globais estabelecidos pela Assembleia Geral das Nações Unidas, para serem realizados até o ano de 2030. Os objetivos são amplos e interdependentes, mas cada um tem uma lista separada de metas a serem alcançadas. Os ODS abrangem questões de desenvolvimento social e econômico, incluindo pobreza, fome, saúde, educação, aquecimento global, igualdade de gênero, água, saneamento, energia, urbanização, meio ambiente e justiça social. Foram elaborados como uma resposta para a discussão sobre o mundo que queremos, realizada no evento ambiental Rio+20, em 2012, no Rio de Janeiro. Substituíram os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, depois de constatado que esses resultaram no mais eficiente projeto de combate à fome na história da humanidade, com ganhos significativos também nas áreas de educação e saúde. Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável trazem metas maiores e ainda mais ambiciosas, com um destaque para temas ambientais, como água limpa, preservação de vida na terra e combate às mudanças climáticas. São utilizados por governos, empresas e ONGs como uma medida quase oficial do progresso do mundo em áreas-chave, um acordo geral de como fazer o bem para a humanidade. Esse documentário traz as questões centrais para o avanço da Agenda 2030, destacando a importância da participação da sociedade civil e as principais ações que estão sendo feitas por de empresas, universidades, terceiro setor e poder público. Objetivo específico1) Produzir e distribuir a obra "ODS: construindo um futuro melhor".2) Realizar oficinas de produção de conteúdos audiovisuais (curta-metragem) em escolas e instituições públicas.3) Realizar debates virtuais a respeito do tema.4) Disponibilizar o conteúdo do documentário para escolas e bibliotecas públicas utilizarem como ferramenta de educação.
No final de 2015, líderes de todo o mundo aprovaram formalmente os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, formado por 17 grandes metas que guiarão, até 2030, a luta contra a pobreza, as desigualdades e as mudanças climáticas. Entre outras metas, o plano estabelece acabar com a pobreza extrema (onde estão incluídos todos os que vivem com menos de US$ 1,25 ao dia) nos próximos 10 anos é reduzir pela metade o número de pessoas pobres. A nova agenda se aprofundará também em outras áreas que registraram grandes progressos nos últimos anos, como a educação, a saúde e a luta contra a fome. Há, ainda, metas ambiciosas para reduzir a mortalidade materna e infantil, acabar com a epidemia da aids e facilitar a todos o acesso a serviços de saúde sexual e reprodutiva. A definição mais aceita para desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. Será que conseguiremos chegar lá? Com a pandemia do Novo Coronavírus estes desafios se tornam mais importantes ainda. O documentário irá apresentar, entre outros temas, tecnologias que podem "descarbonizar" o sistema energético mundial e aumentar sua eficácia, tecnologias que aumentam a produtividade agrícola e reduzem o uso de agrotóxicos; iniciativas de cidades que estão projetando infraestruturas inteligentes e políticas públicas que estão sendo capazes de reduzir drasticamente a pobreza extrema e melhorar a saúde da população dos países mais pobres. A obra se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. De acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91 os objetivos alcançados serão:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticosb) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos
xxx
A narrativa será estruturada a partir do acompanhamento da rotina de 5 famílias de diferentes perfis em 3 cidades brasileiras. Tentaremos compor nossos personagens de modo com que os perfis sociais e regionais consigam retratar os desafios da maior parte de nossa sociedade, e por consequência, dos ODS. Partindo da rotina destes personagens, ouviremos depoimentos de especialistas de diversas áreas – saúde, educação, meio ambiente, economia, infraestrutura, energia, entre outras – e amarrada com um(a) narrador(a) em off. O documentário terá a duração de 52 minutos e será filmado e finalizado em Full HD (4K) e se destina a exibição em tv aberta e internet, bem como o circuito de festivais e eventos ligados ao tema.
DocumentárioAcessibilidade física: não se aplica. Porém a proponente se compromete a realizar o lançamento do documentário em um local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população.Acessibilidade de conteúdo: o conteúdo do documentário terá legendagem, legenda descritiva, LIBRAS e audiodescrição. Contrapartida socialAcessibilidade física: não se aplica, visto que serão feitas oficinas em escolas públicas que realizem a inclusão das pessoas com deficiência, conforme preceitos da Lei Brasileira de Inclusão, conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência.Acessibilidade de conteúdo: conforme indicado na acessibilidade anterior, o conteúdo do documentário terá legendagem, legenda descritiva, LIBRAS e audiodescrição. Além disso, para auxiliar o Arte Educador, as oficinas em escolas públicas contarão com um intérprete de LIBRAS a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso a cultura no país.
Como plano de distribuição, iremos adotar os expostos das seguintes alíneas do Inciso I, Art. 20, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística;b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores.A proponente se compromete a realizar o lançamento do documentário com ingressos gratuitos disponibilizados para toda população, divulgando sobre o evento em suas redes sociais e site. Como medida de ampliação de acesso, iremos adotar o exposto no inciso X, Art. 21, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural.A proponente se compromete a disponibilizar o conteúdo do documentário, de forma gratuita, para escolas e bibliotecas públicas utilizarem como ferramenta de educação. Além disso, a proponente também irá realizar debates virtuais a respeito do tema. Como contrapartidas sociais, iremos adotar adotar o exposto nos parágrafos 1º e 2º do Art. 22, Seção III, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias.§ 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente.§ 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.Serão realizadas oficinas em escolas e instituições públicas. As oficinas serão voltadas para a produção de conteúdos audiovisuais e também, de fotografias. A ideia é ensinar como os alunos podem registrar e/ou capturar imagens, por meio das tecnologias que eles tem em mãos (como os próprios smartphones). Será fundamental para que os alunos consigam criar mini documentários com suas próprias tecnologias. A oficina terá uma duração, em média, de até duas horas e serão realizadas até três oficinas. As escolas serão definidas durante a execução do proejto e também, assim que existir algum tratamento em relação a pandemia da Covid-19. A proponente preza pela saúde de todos os seus profissionais e de todos os terceiros envolvidos com/no projeto. A obra será disponibilizada no YouTube (no canal da proponente) e em plataformas de VOD.Quanto as cópias físicas, 10% serão destinadas a doação ao patrocinador e os 90% restante serão destinados as escolas e bibliotecas públicas, as camadas menos assistidas da população e a população em geral.
Pedro Fernandes SaadCom grande experiência na área cultural, coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”. Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor na PUC-SP e professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory. Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”. Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, At&t, General Motors, Zurich, Allianz, Basf, Bayer, Wolkswagen, Peugeot, Renault, Citröen, BNP Paribas, Saint-Gobain, Fiat, Anglo American, EDF, Petrobras, Itaú, Bradesco, União Europeia (Serviço de Publicações), Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Aliança Francesa, Instituto Goethe, AlmapBBDO, Amazon, Atos, BCG, Instituto Ethos, Microsoft, Folha de S. Paulo, Falconi, CEPAL, Natura, entre outras. Matthew Garry ShirtsMatthew Shirts é jornalista e diretor do World Observatory of Human Affairs. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação por 14 anos, até 2013, continuando como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, o maior e mais influente plataforma de sustentabilidade em português para a Editora Abril. Escreveu crônicas regulares para a revista Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o diário O Estado de São Paulo, de 1994 a 2011 e é autor de dois livros, O jeitinho americano (Realejo, 2010) e A feijoada completa (Realejo, 2015). Fabrício GallinucciEconomista pela PUC-SP e cineasta pela FAAP-SP, Fabrício Gallinucci atuou na coordenação de planejamento financeiro e na controladoria de grandes multinacionais (Gillette do Brasil, PepsiCo. do Brasil), até migrar em 2010 para a produção audiovisual. Entra para o time da Gullane Filmes onde participa da reestruturação administrativo-financeira da produtora e cria relatórios de retorno de projetos audiovisuais. Ao mesmo tempo, atua como Consultor em Planejamento para a SIAESP, onde concebe ferramentas de análise do cinema paulista e nacional, pesquisa métodos e políticas públicas audiovisuais do mercado cinematográfico americano, europeu e asiático e desenvolve modelos comparativos de performance comercial para longas-metragens. Em 2012, funda a Perigo Filmes, atuando na produção de filmes publicitários, curtas e longas até especializar-se em roteiro e direção de documentários. Vence em 2017 a Medalha de Prata do Festival Cinefoot com o longa “Vai Guarulhos!”, sobre um time de futebol à beira da falência. Atualmente, roteiriza e produz em parceria com a Globo News o documentário “Artéria China”, sobre o polêmico e atordoante comércio de soja entre o Brasil e o gigante asiático. Cadu MachadoMe chamo Cadu, tenho 30 anos, moro em São Paulo e sou um apaixonado por contar histórias. Trabalho como roteirista, dramaturgo, escritor e diretor de cena. Além disso, já tive um bar, um food truck, uma empresa de eventos e meia dúzia de kombis antigas das mais variadas cores e estilos. Fui criado Guarulhos, o maior subúrbio da América Latina, e morei por um período em Oxford, na Inglaterra, depois mais um tempinho com índios ashaninkas no Acre, além de um período no Jalapão, e outro em New York City. Essa mistura me trouxe uma visão de mundo muito particular. Desde 2009 trabalho com audiovisual e teatro, exercendo quase todas as funções possíveis, mas sempre com foco em criação de dramaturgia e direção de cena. Fui colaborador, entre outros, da telenovela vencedora do Emmy "Malhação - Viva a diferença", de Cao Hamburguer e em "Sessão de Terapia", a versão brasileira do sucesso internacional "In treatment". No mais, escrevi diversos realities shows, curtas e longas metragens (doc e ficção), além de atuar como dramaturgo em grupos de teatro e produzindo textos para comediantes stand-up. Trabalhei como criativo e produtor de conteúdo em diversas produtoras como Delicatessen, Perigo Filmes, Moonshot Pictures e Endemol Shine e com redação publicitária para clientes como Idea!Zarvos e Unillver. Tenho uma carteira de projetos com diversas séries e longas metragens, além de peças e formatos de reality shows e programas factuais. Cristiane BalleriniCom formação em Rádio & TV e jornalismo, Cristiane é roteirista, pesquisadora e editora de séries e documentários para TV e plataformas digitais. Seus trabalhos mais recentes foram as séries Itinerários do Olhar, dirigida por Lauro Escorel para o Canal Brasil; e Mar Brasil, produzida pela Ocean Films, exibida pela Band News e pelo Canal Futura. Para a TV Globo, foi roteirista e editora da série Expedição Campo, grandes reportagens sobre sustentabilidade e agricultura. Como pesquisadora foi diretora de pesquisa da pioneira Gente que faz, série de miniprogramas exibidos pela TV Globo que revelou personagens de todo o país. Colaborou com inúmeros projetos como o documentário Galáxias, de Fabiano Maciel e o documentário Macunaíma, produzido pelo Centro de Vídeo do SESC. Esteve à frente do Núcleo de Criação de novos programas do Canal Futura e escreveu dois livros para coleção Aplauso, com entrevistas e análises sobre os filmes de cineasta Roberto Gervitz. Atua também como desenvolvedora e consultora de projetos. Fabiano MacielDiretor e roteirista de documentários e programas de televisão. Seus trabalhos mais conhecidos são: OSCAR NIEMEYER, A VIDA É UM SOPRO (2005) Longa-metragem sobre a vida e a obra do arquiteto brasileiro. Projeto premiado pelo BNDES. Exibido em diversos festivais nacionais e internacionais. CARRAPATEIRA NÃO TEM MAIS CIÚMES DA APOLO 11 (2004) Documentário sobre a vida de uma cidade no interior da Paraíba. Exibido na Mostra Internacional de documentários do Museu de Arte Moderna de Nova Iorque e no Mini-Input, de Santiago do Chile. VAIDADE (2003) Documentário sobre revendedoras de cosméticos na Amazônia, Prêmio Petrobras de Roteiro (2001) e menção honrosa da TV Cultura no Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo (2002). MOÇAMBIQUE (1996) Documentário sobre a reconstrução do país após trinta anos de guerra civil. Em 2019 estreia seus novos trabalhos: SAMBALANÇO, A BOSSA-NOVA QUE DANÇA, longa-metragem documentário, co-produção com TV Zero, Telenews e Canal Brasil, que conta a história dos músicos Ed Lincoln, Durval Ferreira e Orlandivo. TRANSAMAZÔNICA,UMA ESTRADA PARA O PASSADO, série de 6 documentários produzidos para a HBO sobre a mítica estrada construída durante a ditadura militar. Equipe TécnicaDiretor geral: Pedro Fernandes SaadRoteirista: Cadu Machado e Fabrício GallinucciPesquisador: Cristiane Ballerini e Matthew Garry ShirtsDiretor de produção: Fabiano Maciel Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.