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PRONAC 204948Arquivado a pedido proponenteMecenato

Clássico-Rei - Documentário

Irê Brasil Produções artísticas
Solicitado
R$ 597,9 mil
Aprovado
R$ 597,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. Av Games
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2021-01-04
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
Fortaleza Ceará

Resumo

Realizar um documentário de média-metragem, de até 65 minutos, sobre o centenário de um dos principais clássicos do futebol brasileiro e o mais importante do futebol cearense, a disputa entre Ceará Sporting Club e Fortaleza Esporte Clube, conhecido como "Clássico-Rei", que em 17 de dezembro de 2018 completou 100 anos. Formato: Full HD. Classificação Indicativa: Livre.

Sinopse

Em 2018 o futebol cearense fechou um ciclo de comemorações de três centenários bastante expressivos na sua história. O primeiro deles, os 100 anos do Ceará Sporting Club, completados em 2014. O segundo, os 100 anos do Fortaleza Esporte Clube, comemorados em outubro de 2018. No mesmo ano, em 17 de dezembro, completou-se 100 anos do primeiro jogo disputado entre os dois times, atualmente o mais tradicional confronto esportivo do estado, chamado de Clássico Rei desde os anos de 1960. O documentário busca aproximar esses gigantes antagonistas para demonstrar que, assim como na vida, adversários podem caminhar juntos e compartilhar o sentido de celebração do esporte nascido na Grécia Antiga. Classificação Indicativa: Livre.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Produzir documentário de média-metragem, de até 65 minutos, sobre um dos maiores clássicos do futebol nacional; o Clássico-Rei, disputado entre Ceará Sporting Club e Fortaleza Esporte Clube. O "Clássico-Rei" pretende narrar os 100 anos de duelo entre Ceará e Fortaleza, a partir das histórias, das lembranças, das opiniões, das análises e depoimentos de torcedores, dirigentes e ex-dirigentes, atletas e ex-atletas que disputaram no Clássico-Rei, ídolos das torcidas, árbitros e ex-árbitros que apitaram o tradicional duelo, cronistas esportivos, historiadores e memorialistas. A ideia é dimensionar o tamanho desse evento esportivo, sua relação com o cotidiano do estado, e sobretudo da capital cearense, as paixões e as reações que o duelo provoca na vida das pessoas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Produzir um documentário, de até 65 minutos, sobre os 100 anos do clássico futebolístico cearense Ceará e Fortaleza. 2) Exibição gratuita no Cine Ceará _ Festival Ibero-americano de Cinema e no circuito nacional de festivais de cinema. 3) 1 Exibição do filme em rede de TV aberta (pública e/ou educativa do Ceará) que abrange os 184 municípios cearenses. 4) Contrapartida Social: Realizar em escolas públicas de Fortaleza 10 sessões de exibição do filme seguida de palestra com o tema "A história do Clássico-Rei e sua influência na cultura cearense". Público Beneficiado: alunos e professores. Público por sessão: 25 pessoas. Público total beneficiado pela ação: 250 pessoas.

Justificativa

Há 100 anos, no dia 17 de dezembro de 1918, o futebol cearense começou a escrever a história do que se transformaria em uma das mais tradicionais disputas esportivas entre clubes de grandes torcidas do futebol brasileiro. A cada reedição dessa partida histórica, uma massa de torcedores apaixonados pelo seu time do coração se reúnem para celebrar esse grande evento em que Ceará e Fortaleza disputam para apresentar o melhor do futebol do nosso estado. Aquela partida pioneira, disputada no antigo Campo do Prado, foi vencida por 2 a 0 pelo Ceará Sporting Club, fundado em 1914 como Rio Branco, e que manteve, até 1919, a hegemonia das competições organizadas pelos clubes da época e pela Liga Metropolitana Cearense de Futebol. Com a criação da Associação Desportiva Cearense (ADC), que passa a organizar os campeonatos de futebol oficiais no Estado, o Fortaleza quebra a hegemonia do rival e conquista os títulos de 1920 e 1921. Mas somente em 1922 consegue vencer o Ceará, no quarto confronto entre ambos, um 6 a 3 pelo Campeonato Cearense. Nessa época, apesar das conquistas significativas, os dois grandes rivais de hoje não tinham a preferência dos torcedores. Durante o campeonato de 1921, uma pesquisa mediu a popularidade das equipes. O Guarany, já extinto, ficou com 49%, o Ceará com 28%, o Fortaleza com 13%. Traduzir essa história para a linguagem cinematográfica proporciona um resgate ao nosso passado recente, que para além do futebol, revela também os modos e costumes das últimas décadas e as transformações da sociedade cearense. As músicas, a maior presença de mulheres nos estádios, os confrontos entre torcidas, a prática esportiva que oportuniza um futuro melhor para milhares de jovens, todos esses elementos fazem do futebol um retrato do nosso povo. O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais se justifica na medida em que o projeto tem como objetivo a preservação da memória histórica desportiva do Ceará e a ampliação do acesso da população aos bens e serviços culturais (Art. 1º), através da exibição do documentário em rede de TV aberta (pública e/ou educativa do Ceará) . Além de impulsionar a industrial audiovisual do Ceará, o documentário apresentará ao público a qualidade técnica e artística de altíssimo nível do cinema cearense (Art 1º). Como contrapartida Social, o projeto propõe realizar em escolas públicas de Fortaleza 10 sessões de exibição do filme seguida de palestra com o tema "A história do Clássico-Rei e sua influência na cultura cearense", beneficiando alunos e professores da rede de ensino da cidade, através do estímulo ao conhecimento de bens e valores culturais (Art. 3º). O filme contará ainda com sistema de audiodescrição e legendagem para surdos e ensurdecidos, as exibições dos vídeos acontecerão em ambientes acessíveis para pessoas com necessidades especiais (Art 3º).

Especificação técnica

PRODUTO 1 (Principal): 1 documentário de média-metragem (até 65 minutos). Formato: Full HD. PRODUTO 2 (Contrapartida Social): Debate: “A história do Clássico-Rei e sua influência na cultura cearense” Programação Carga Horária: 1h:30min 10 sessões Sinopse: O futebol é um fenômeno social no Brasil. O esporte chegou ao país pelas camadas mais ricas e logo popularizou-se como um símbolo nacional. Charles Miller, a quem se atribui o pioneirismo de ter trazido o esporte para o Brasil, era filho de imigrantes e foi estudar na Inglaterra em 1884, regressando 10 anos depois, trazendo na bagagem o futebol: duas bolas, uma bomba de ar, um par de chuteiras, uniformes e um livro de regras. O futebol foi penetrando nas classes populares pelos espaços das fábricas, onde a modalidade foi introduzida como opção de recreação e entretenimento para os operários. O interesse pela modalidade esportiva cresceu exponencialmente no Brasil após o país ter disputado pela primeira vez a Copa do Mundo de Futebol em 1930. Depois dessa explosão do futebol no país, o esporte começou a ser profissionalizado e os sucessivos governos estimularam a paixão pela modalidade esportiva através da propaganda, torcer pela seleção brasileira era um ato de patriotismo. No vocabulário brasileiro a influência do futebol se manifesta em expressões como “show de bola”, “tirar de letra”, “suar a camisa”. No Ceará o futebol é introduzido de modo semelhante ao que aconteceu em âmbito nacional. José Silveira, filho de imigrantes europeus, foi estudar no exterior e retornou em 1904 com uma bola e um livro de regras. Em 24 de dezembro do mesmo ano, Silveira organizou a partida dita como marco fundador do futebol no nosso estado. No Ceará o futebol também marca presença na cultura local, influenciando nossas relações de sociabilidade entre familiares e amigos, sobretudo entre os torcedores do Ceará e Fortaleza. Infelizmente há registros de conflitos entre as duas torcidas, mas também há diversos exemplos de convivência pacífica e amistosa entre os amantes do “Vozão”, como é conhecido o Ceará, e do “Leão”, apelido dado ao Fortaleza. Objetivos Gerais: 1) Contribuir para o cumprimento da Lei nº 13.006, de junho de 2014, que determina a exibição de duas horas mensais de filmes de produção nacional nas escolas de Educação Básica. 2) Ampliar o acesso a diferentes linguagens de cinematográficas. 3) Estimular práticas educacionais voltadas para o audiovisual. Objetivos Específicos: 1) Exibir na comunidade escolar o documentário “Clássico-Rei” cujo tema é o futebol cearense. 2) Apresentar aos alunos a história do futebol cearense e sua importância para o nosso estado. 3) Incentivar nos alunos o sentimento de rivalidade não violenta em disputas esportivas. Metodologia: Exibição documentário, “Clássico-Rei”; exposição do conteúdo temático e debate com alunos e professores. MINIBIO PALESTRANTE Eugênio Fernandes Fonseca É pesquisador da história do Ceará e responsável pela compilação de todas as fichas de jogos do Ceará já publicadas em jornais. Desde 2016 trabalha no departamento cultural e biblioteca do Ceará Sporting Clube Como pesquisador esportivo, com foco no futebol brasileiro, contribui há 40 anos com a imprensa local, escrita e televisiva. Participou da criação de mais de 10 livros voltados ao futebol cearense. Em 2020, atuou como autor principal na criação do livro “Clássico Rei - Centenário” e participou na produção dos livros Almanaque do Calouros do Ar e, História do Campeonato cearense 1915 a 1985.

Acessibilidade

Este projeto propõe as seguintes ações para garantir a acessibilidade do público em geral: 1) Exibição dos vídeos em ambientes acessíveis para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida; 2) Adaptação dos vídeos para atender pessoas com deficiência sensorial (visual e auditiva), através da audiodescrição, legendagem para surdos e ensurdecidos (LSE) e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais.

Democratização do acesso

Exibição gratuita no Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema e no circuito nacional de festivais de cinema. 1 Exibição do filme em rede de TV aberta (pública e/ou educativa do Ceará) que abrange os 184 municípios cearenses. Contrapartida Social: Realizar em escolas públicas de Fortaleza 10 sessões de exibição do filme seguida de palestra com o tema "A história do Clássico-Rei e sua influência na cultura cearense". Público Beneficiado: alunos e professores. Público por sessão: 25 pessoas. Público total beneficiado pela ação: 250 pessoas.

Ficha técnica

WOLNEY OLIVEIRA - DIRETOR Concluiu o Curso Superior de Administração de Empresas, em 1986, pela Universidade Estadual do Ceará e tem Especialização em Cinema pela Escola Internacional de Cinema e Televisão de San Antonio de los Baños – Cuba, em 1990. Como cineasta, dirigiu nove curtas e quatro longas-metragens. Sua filmografia acumula mais de cem participações em festivais nacionais e internacionais e mais de 20 prêmios, dentre eles: Troféu Mikeldi de Ouro de Melhor Curta-metragem no XXX Festival Internacional de Cinema Documentário, Bilbao (Espanha), por “O Invasor Marciano”, em 1988. Prêmio Especial do Júri ao Melhor Documentário no 14º Festival Internacional do Novo Cinema Latino-americano de Havana, Cuba, por “Sabor a mi”, em 1992, e o prêmio de Melhor Musical no Festival Tam Tam Vídeo, de Roma, Itália, em 1994. Com seu primeiro longa-metragem, “Milagre em Juazeiro”, ganhou o prêmio especial de melhor filme e o prêmio de melhor atriz coadjuvante no 31º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, no 3º Festival Luso Brasileiro, em Portugal, ganhou o prêmio de melhor filme, e 14º Festival Internacional do Cinema Documentário do Uruguai, em 1999, conquistou o prêmio de melhor documentário. O longa-documentário “Os Últimos Cangaceiros”, ganhou o Troféu Coral de Melhor Documentário no 33º Festival Internacional do Novo Cinema Latino-americano de Havana, em 2011. Em 2012, ganhou o prêmio de Melhor Longa-metragem Ibero- americano no 7° Docs DF - Festival Internacional de Cinema Documentário do México. Em 2013, levou o prêmio de Melhor longa-metragem no Festival Internacional de Cinema da Bolívia – FENAVID e foi selecionado oficialmente para mais de trinta festivais internacionais, entre eles os festivais de Guadalajara (México), Hamburgo (Alemanha), Toulouse (França), Punta del Este (Uruguai), entre outros. Em 2019 estreou seu novo longa-documentário, “Soldados da Borracha”, na 24º edição do “É tudo verdade”, festival de cinema documentário mais importante da América Latina, ganhando o prêmio de Melhor Longa-Metragem Nacional pelo júri da Associação Brasileira de Documentaristas e Curta Metragistas de São Paulo (ABD-SP). Também com Soldados da Borracha foi premiado em seis categorias no 14º Festival Aruanda do Audiovisual Brasileiro, Melhor Som, Melhor Edição, Melhor Trilha Sonora, Melhor Longa Metragem e Melhor Longa pelo Júri Popular. JOE PIMENTEL - DIRETOR Fotógrafo e Diretor de filmes e vídeos, Joe Pimentel, cearense, 57, iniciou sua carreira na década de 80 realizando filmes em Super-8, como Face Concreta da Memória e Muriçoca (sobre a vida do antológico funcionário do Teatro José de Alencar). Desde então já participou como Operador de Câmera, Fotógrafo e Assistente de Direção de diversas produções rodadas no Ceará, como: Luzia Homem; Sertão das Memórias; Um Cotidiano Perdido no Tempo; O Último Dia de Sol; Juazeiro – A nova Jerusalém, Dom Helder Câmera – O Santo Rebelde; Oropa, França e Bahia; Villa Lobos – Uma Vida de Paixão; Milagre em Juazeiro; Noviço Rebelde, entre outros. Em 2001 dirigiu o curta-metragem em 35mm Retrato Pintado, filme que recebeu mais de 20 premiações em festivais nacionais e internacionais. Junto com Tibico Brasil, realizou em 2005 o filme Canoa Veloz. Em 2006 dirigiu Câmara Viajante, filme que recebeu, também, os mais importantes prêmios em festivais de cinema brasileiro. Co-dirigiu em 2007/2008, ao lado de Glauber Filho, o longa-metragem Bezerra de Menezes - O Diário de Espírito. Em 2008 realizou com Armando Praça, o curta-metragem Invenção do Sertão. Em 2010 filma o longa Homens Com Cheiro de Flor, e em 2012 produz o documentário Damas da Liberdade junto com Célia Gurgel. Atualmente está realizando dois filmes documentários de longa metragem, Vozão – O Coração do Meu Povão, e Antônio Bandeira – O Poeta das Cores. Desde o ano de 2003 dirige a Trio Filmes Produções Artísticas Ltda onde atua em projetos culturais e no mercado publicitário como diretor de filmes. EUSÉLIO GADELHA OLIVEIRA “XUXU” - DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA • ATUAÇÃO: Diretor e Diretor de Fotografia com atuação em Cinema, Vídeo e Filmes Publicitários • PORTFÓLIO: www.vimeo.com/euseliooliveiraxuxu/videos • EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS EM CINEMA Atuação em Série: • Luli - 26 episódios - Guabes Produções, 2017 Atuação em Longas-metragens: • Não me olhe com o canto dos olhos (ficção), de Marcio Del Picchia, 2020. • Soldados da Borracha (documentário), de Wolney Oliveira, 2019. • Bate Coração (ficção), de Glauber Filho, 2019. • Notícias do fim do Mundo (ficção), de Rosemberg Cariry, 2017 · • Os Pobres Diabos (ficção), de Rosemberg Cariry, 2013. • O Nordeste de Ariano Suassuna – Ceará (documentário), de Rosemberg Cariry, 2012. • Os Últimos Cangaceiros (documentário), de Wolney Oliveira, 2011. Atuação em Curtas e médias-metragens: • CIC 100 anos – Documentário, de Wolney Oliveira e Joe Pimentel, 2019. • A Casa das Horas , de Heraldo Cavalcante , 2010. • O Sacrifício do Jegre , de Zé Bob, 2008. • Borracha para Vitória, Wolney Oliveira, 2004. RUI FERREIRA – EDITOR Iniciou no cinema de animação, em 1998, no filme Cine Cordel, sendo um dos integrantes do pioneiro Núcleo de Cinema de Animação da Casa Amarela Eusélio Oliveira, da UFC. Neste mesmo período passa a trabalhar como produtor de exibição em festivais de cinema no Ceará. Por volta do ano 2000, com o surgimento da montagem off-line, operada no computador, iniciou a carreira como montador-assistente de Mair Tavares, oriundo do cinema novo e um dos mais premiados montadores brasileiro. Com Mair Tavares atuou no longa de ficção, “A Ilha da Morte”, no documentário para TV, “Soldados da Borracha”, os dois do diretor Wolney Oliveira, e no curta “Felipe”, da diretora Margarita Hernandez. Durante um período acumula as funções de montador e produtor de exibições, tendo percorrido o Estado do Ceará por um período de 5 anos acumulando quase 300 exibições públicas em mais de 150 cidades. Findo esse período, desliga-se das funções de produtor e passa a se dedicar inteiramente ao trabalho de montagem, acumulando até o presente cerca de 240 títulos montados entre as mais diferentes bitolas, gêneros e durações, com ênfase em documentários históricos, pedagógicos e culturais, com diversos títulos de cunho sócio-educativo. Desde 2010 trabalha como montador de conteúdo para a produtora Usina de Entretenimentos, responsável pelos títulos da Fundação Demócrito Rocha e da TV O Povo, e para outras produtoras, como a Gavulino Filmes, Bucanero Filmes, Outro Olhar, Cabaça Filmes, Estação da Luz Filmes e outras. Seus últimos trabalhos em longa-metragem foram as montagens dos filmes “A Lenda do Gato Preto”, do diretor Clébio Ribeiro; “Rita de Redenção, Santa das Causas Impossíveis”, de Cássio Araújo e “A Rainha e seus Reis de Barro”, de Marivalda Kariri. Longas independentes, de baixo orçamento e desenvolvidos no interior do Estado. Atualmente está trabalhando na montagem do longa documentário “Vozão, coração do meu povão”, de Wolney Oliveira. Concomitante desenvolveu cursos básicos de linguagem e produção audiovisual e ministrou aulas na Unifor - Universidade de Fortaleza, TVC, INCRA, Instituto Dragão do Mar, CCBNB, Escola Porto Iracema das Artes e Escola de Cinema do Sertão, em Quixadá, além das ONGs de audiovisual, ENCINE, Alpendre, Fábrica de Imagens, Aldeia de Mídia e outras. Destas destaca-se o trabalho de coordenação para a ONG ENCINE, que ao longo de 10 anos desenvolveu trabalhos de formação no interior do estado em parceria com o INCRA e UNICEF.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.