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Produção de Documentário média metragem (60 minutos) com finalização 4k, reflexivo, sobre como foi construída a imagem da independência através do quadro "Independência ou Morte!" de Pedro Américo. O projeto será lançado como produto cultural das comemorações do Bicentenário da Independencia do Brasil em 2022
O pintor pernambucano Pedro Américo imaginou e criou a obra que imortalizou uma cena que ninguém havia visto. Sua pintura se transformou na cara da independência através do contexto histórico em que foi produzida. Neste documentário vamos trazer as opiniões de artistas e historiadores de diversas gerações para entender qual a relevância do quadro Independência ou Morte! para a história que se passou e para a história que virá do Brasil. Classificação indicativa etaria: Para ser feita a divulgação do documentário é fundamental prevenir os pais e responsáveis de crianças e adolescentes no consumo desta obra audiovisual recorrendo a classificação indicativa vigente no país. A instituição encarregada pela classificação das obras é o Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação (Dejus) e seu objetivo é orientar a faixa etárias das obras. Este órgão orienta para que o menor adolescente não tenha contato com produtos que não estejam de acordo com a faixa etária da classificação indicativa. No início da ideia do projeto foi necessário consultar o guia prático de classificação indicativa que possui um vínculo com o Ministério da Justiça para analisar em qual o conteúdo a obra criada se encaixaria. Com base no guia de classificação indicativa, ocorreu uma reflexão sobre o projeto a ser executado, neste caso, um documentário investigativo/reflexivo que é indicado para a faixa de classificação livre. Na essência do projeto não há nenhuma indicação de quaisquer restrições presentes na norma.
Objetivo Geral Realizar levantamento histórico e uma reflexão sobre a circunstância da criação do quadro Independência ou Morte! de Pedro Américo e sua atual relevância para a representação da imagem da independência do Brasil que comemora seu bicentenário em 2022 em formato de documentário audiovisual de média metragem. Objetivos Específicos - Desenvolver e produzir um documentário reflexivo média metragem de 60 minutos - 4K, a partir do quadro "Independência ou Morte" de Pedro Américo; - Produzir 8 entrevistas com depoimentos de historiadores e artistas que já possuem uma carreira estabelecida através de gerações, criadores de artigos, livros e materiais relevantes para a história e arte acadêmica brasileira; - Produzir imagens de diferentes ângulos e formatos, todas em resolução 4K Ultra HD. Estas imagens serão utilizadas como imagens off simultâneas com o depoimento de cada entrevistado; - Apresentar a obra em estudo e suas particularidades desconhecidas do público comum com uma linguagem simples e convidativa; - Identificar visões sobre o quadro que criem essa correlação direta da obra com a ação da independência do Brasil; - Refletir sobre os depoimentos captados dos especialistas do tema e a reprodução da obra discutida através da estética selecionada para o projeto e qual o significado da representação artística para os acontecimentos históricos. - Alcançar público estimado de 2000 espectadores nas 10 sessões públicas do filme estabelecidas no presente projeto.
A pintura Independência ou Morte! é apontada como a representação mais importante difundida da ação da independência do Brasil, figurando como gesto oficial da fundação do país. O conselheiro imperial Joaquim Inácio Ramalho, então presidente da comissão do Monumento do Ipiranga, fechou um contrato com o pintor para criar um "quadro histórico comemorativo da proclamação da independência pelo príncipe regente D. Pedro I nos campos do Ypiranga", a fim de celebrar este momento, criando uma identidade nacional para prestigiar a monarquia e expor a obra que futuramente se tornaria o que é hoje o Museu Paulista, conhecido como Museu do Ipiranga. Assim que firmado este acordo, em 1886, Pedro Américo fez um estudo sobre o local onde ocorreu o brado do Ipiranga, em São Paulo, para recriar a ambiência daquela região em detalhes. Procurou também entender o que era o movimento independentista, fazendo entrevistas com testemunhas e buscando trajes e objetos originais. Os estudos de Pedro Américo são notórios na obra final pela riqueza de detalhes técnicos e estruturais utilizados, como às disposições de cada personagem retratado como D. Pedro I, sua comitiva, a guarda imperial e topografia da região do riacho do Ipiranga. Rendendo para o pintor várias críticas positivas da obra e reconhecimento internacional. A mimesis da obra, mesmo contestada por personagens que estiveram de fato no momento do grito do Ipiranga, tornou-se praticamente uma retratação fidedigna do ato da independência em si. O recorte do tema escolhido aborda um questionamento: Por que mesmo sendo criado 66 anos após a independência do Brasil, o quadro do pintor Pedro Américo Independência ou Morte! retratando o grito do Ipiranga de D Pedro I, tornou-se uma das maiores referências imagéticas na síntese popular da ação que constituiu esse momento histórico de nascimento do nosso país? O ponto importante é revelar que mesmo com a velocidade de informação dos dias de hoje, ele ainda se mostra como uma eficaz propaganda da representação da nossa independência. Para construir essa reflexão iremos abordar pessoas que estão ligadas a arte e história do Brasil.Coincidindo com os 200 anos da independência do Brasil e a reabertura do Museu do Ipiranga, este documentário procura além de contar a história do quadro, de seu criador Pedro Américo e criar novas imagens da obra, ir além: O projeto levantará uma reflexão de como uma obra de arte através da visão ficcional do autor - neste caso uma pintura- pode imortalizar um acontecimento histórico e ainda manter-se relevante como ícone deste evento com o passar do tempo. Considerando-se que a obra foi uma feita em 1888 com intuito de reafirmar a monarquia, derrubada um ano depois, a ideia para criação deste documentário sobre o Independência ou Morte, sustenta-se na intenção de criarmos uma discussão sobre o que ela representa para a independência do Brasil, refletindo sobre aspectos alusivos, atentando-se aos fatos históricos incoerentes e conflitantes, no momento em que comemoramos 200 anos deste acontecimento. Queremos levar o espectador a pensar questões que perpassam como essa identidade nacional criou-se ao decorrer do tempo passando por diversos regimes políticos, movimentos culturais e tecnologias de transmissão de informação, assim como a própria transformação dos movimentos artísticos no período abrangido pelo projeto. A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O(s) objetivo(s) do Art. 3° da Lei 8313/91 que serão alcançadas com o projeto são: item "a" do inciso "II". Assim, a presente proposta de projeto apresentada está em conformidade com a referida lei, se enquadrando dentro do requisito do item "a" do inciso "II" do Artigo 3º (da Lei 8313/91) que diz: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001). Além de se enquadrar dentre um dos requisitos do artigo 3º da referida lei o projeto deverá seguir também todos os preceitos estabelecidos nos artigos 1º e 2º. Dessa maneira, fica evidente a importância da Lei 8313/91, em que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e estabelece mecanismos que são de fundamental importância para o desenvolvimento da cultura, das artes e da formação cultural no país.
PERFIL DOS ENTREVISTADOSAlém do quadro Independência ou Morte que será o objeto de análise e reflexão temos como base os seguintes entrevistados, de acordo com a divisão criada: Historiadores da nova escolaA ideia para trazer este assunto em um contexto atual é captar entrevistas de historiadores que utilizam novas ferramentas de comunicação para difundir o tema história, como redes sociais e/ou canais de inclusão de conteúdo audiovisual como Instagram, Facebook, Youtube e demais. Para criar uma linha narrativa destas entrevistas, utilizaremos um narrador com um texto de apoio às entrevistas: ● Felipe Figueiredo – Historiador, professor, colunista e criador de conteúdo para web. É o criador do blog/podcast “Xadrez Verbal” também faz parte do canal “Nerdologia”, onde apresenta o programa “Nerdologia de História”. ● Walter Solla Júnior – Graduado em história pela Universidade de São Paulo possui o projeto “Se Liga Nessa História”, um curso online voltado para pessoas que pretendem se aprofundar mais no assunto, sejam alunos, professores ou entusiastas do tema. Também possui um canal no Youtube como o mesmo nome com mais de 1 milhão e 340 mil inscritos. Historiadores clássicosSerão produzidas entrevistas com historiadores que já possuem uma carreira estabelecida através de gerações, criadores de artigos, livros e materiais relevantes para a história e arte acadêmica brasileira. As personalidades sugeridas são: ● Laurentino Gomes - É um escritor e jornalista brasileiro. Autor da trilogia “1808, 1822 e 1889” onde em “1808” relata a fuga da família real portuguesa para o Brasil, um verdadeiro manual de viagem por todos os acontecimentos que envolvem esse episódio da história nacional. A obra recebeu o Prêmio Jabuti de Literatura e foi eleito o Melhor Ensaio de 2008, pela Academia Brasileira de Letras. Em 2010, publicou seu segundo livro: “1822 – Como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o Brasil – um país que tinha tudo para dar errado”. O assunto, como deixa claro no título do livro, é a independência do país. O livro foi eleito o "Livro do Ano" na categoria de Não Ficção da 53º Edição do Prêmio Jabuti de Literatura. Foi eleito pela revista Época como uma das 100 pessoas mais influentes no ano de 2008. Seu mérito foi o de conseguir destaque em assuntos históricos, além de ter seus livros sempre na lista dos best-sellers. Em 2013, publicou o livro “1889" – "Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República do Brasil”. O livro é o terceiro e último volume da série, fechando a trilogia. Possui formação em Jornalismo na Universidade Federal do Paraná, com pós-graduação em Administração pela Universidade de São Paulo. Trabalhou com repórter e editor no jornal Estado de São Paulo. Foi diretor-superintendente da Editora Abril. ● Cecília Oliveira - Bacharel e Licenciada em História pela Universidade de São Paulo (1973); Mestre (1979) e Doutora (1987) em História Social pela USP; Livre-docente pelo Museu Paulista da USP (2000). É professora do Programa de Pós-Graduação em História Social da USP, desde 1994, e atualmente é professora titular no Museu Paulista da Universidade de São Paulo Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil, atuando principalmente nos seguintes temas: relações entre história e memória, história política, Independência, história do Império e escrita da História em Museus. Recebeu, em 2014, o Prêmio Jabuti 3º lugar na categoria Economia, Administração e Negócios pela coletânea Monarquia, Liberalismo e Negócios no Brasil: 1780/1860, organizada em parceria com Izabel Andrade Marson. ● José Murilo de Carvalho - Ocupante da cadeira 5 e imortal da Academia Brasileira de Letras, além de ser o único historiador da Academia é doutor em história pela Universidade de Stanford e pela Universidade de Londres e mestre e Ph.D. em ciência política também pela Universidade de Stanford. É autor de mais de 20 livros sobre história do Brasil. Devido a sua elevada idade e as restrições orçamentárias para o deslocamento, essa entrevista será realizada remotamente. ArtistasOutra parte relevante é incluir no projeto qual a percepção deste quadro e sua relevância para a criação de uma nova obra que represente o quadro Independência ou Morte por um artista contemporâneo. Escolheremos um artista que utilize a forma de grafite como expressão artística para que possamos incorporar ao documentário, assim como as opiniões desses especialistas em artes plásticas. ● Yara Petrella – Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (1976), mestre em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (1999) e doutora em ARQUITETURA E URBANISMO pela Universidade de São Paulo (2008). Atualmente é restauradora do Museu Paulista e da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Arquitetura e Urbanismo, atuando principalmente nos seguintes temas: conservação/restauração, pintura de cavalete, óleo sobre tela, retoque pictórico e linguagem técnica. Também atuou como coordenadora da restauração do quadro Independência ou Morte. ● Ana Calzavara – Possui graduação em artes visuais pela UNIFESP e doutorado em Poéticas Visuais pela USP. Trabalhou em um dos primeiros ateliês coletivos de São Paulo, o ateliê Piratininga. Trabalha em 4 vertentes: Gravura, Desenho, Pintura e Fotografia. Suas obras estão expostas em diversos espaços importantes como MIS – SP, MAC – PR e MAC – RS. ● Tiago Ishiyama – Conhecido na cena do grafite nacional como “8ou80” é formado em desenho artístico pela Fundação da Artes de São Caetano do Sul e possui bacharelado em artes visuais pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Já trabalhou com designer e ilustrador para várias marcas como Doc Dog, Billabong e também já participou como assistente de arte da revista Trip. Fez parte da criação de um mural na saída da estação de metrô Conceição em São Paulo a pedido da curadoria de arte da companhia metropolitana de São Paulo. Além de entrevistado, será convidado a fazer uma nova leitura do Independência ou Morte para ser incorporado como parte da direção de arte do projeto.
O método-proposto para a criação deste documentário será a de captação de depoimentos dos personagens escolhidos alocados em diversos pontos do Museu do Ipiranga em São Paulo, onde o quadro que é objeto de discussão encontra-se exposto. Serão produzidas entrevistas com historiadores e artistas que já possuem uma carreira estabelecida através de gerações, criadores de artigos, livros e materiais relevantes para a história e arte acadêmica brasileira, sendo estes produtos utilizados para a pesquisa de novos historiadores. Neste contexto de análise histórica serão incluídos os historiadores que também são acadêmicos e utilizam-se dessas novas maneiras de comunicação através da internet, criando essas discussões de gerações diferentes de especialistas do tema. Esse local foi escolhido para criar uma ambiência com o espectador de um local onde são expostas obras de arte, um ambiente mais erudito que remete a este tipo de pintura tratada no documentário. Neste caso é onde encontra se a pintura que será centro do debate. Entrevistas As entrevistas individuais foram divididas em três blocos para compreender a temática abordada no projeto. São eles (1) Historiadores clássicos; (2) Historiadores nova escola; (3) Artistas Plásticos e especialistas deste tema. Será elaborado um questionário para que possamos fazer uma entrevista em profundidade individual com cada personagem, com finalidade de que seja retirado destes depoimentos informações qualitativas do assunto abordado, ou seja, qual a relevância do quadro para a visão da independência pelos brasileiros. A intenção de criar uma entrevista em profundidade qualitativa é retirar destes depoimentos sentimentos, opiniões pessoais, impressões e reflexões singulares de cada entrevistado, não só apenas dados comuns sobre a obra, como data em que foi criada, por exemplo. Estas informações pessoais de cada entrevistado criará uma conexão e reflexão em torno do tema. Filmagens do quadroPara ter uma sustentação da imagem real do quadro, serão produzidas imagens de diferentes ângulos e formatos, todas em resolução 4K. Estas imagens serão utilizadas como imagens off simultâneas com o depoimento de cada entrevistado para elucidar informações específicas de um detalhe ou uma interpretação de uma parte do quadro. Como a obra está indisponível para visitação desde 2013 o intuito do projeto é realizar as filmagens antes mesmo da reabertura para o público, prevista para 2022. Durante os último 7 anos o quadro não foi exposto a nenhuma outra produção audiovisual que valha-se de tecnologias tão atuais como as que temos hoje e estamos nos propondo a utilizar. Criação de uma releituraOutra ferramenta para trazer o assunto à atualidade é criar uma releitura do quadro utilizando-se de um dos movimentos artísticos mais relevantes e mais crescentes nos cenários das artes no século XXI, o grafite, reproduzindo em mural com local a ser definido, de acordo com as aparências, percepções e interpretações do artista convidado, Tiago Ishiyama (8ou80). Esse processo seria captado e utilizado como imagens de apoio do documentário, assim como a própria entrevista do autor sobre o tema proposto. Além disso, as filmagens deste processo de criação podem se tornar um conteúdo documental derivado da narrativa do projeto inicial. Uma espécie de spin off de como seria o processo de desenvolvimento de um grafite sobre um tema proposto para o autor. Esta arte finalizada poderia ser incorporada a parte gráfica do projeto, como criação de GCs, fonte, formas, animações e arte para divulgação, como um cartaz de exibição ou thumbnail de um site de streaming, por exemplo. Todos estes elementos serão criados de acordo com a estética do grafite confeccionado. FormatoA formatação proposta para o projeto seria criar uma composição híbrida para exibição: A obra será um documentário em média-metragem padrão com o tempo de até 69 minutos de apresentação, porém, com a flexibilidade de poder ser finalizada em uma forma de série com 4 capítulos, tendo a duração de 17,25 minutos cada episódio. Dessa maneira o projeto teria duas ou mais vias para exibição. Poderia ser uma sessão em formato de filme média-metragem, para cinemas, exibições de concursos ou canais de televisão especializados nesse gênero e também seria capaz de ser apresentada em forma de série por canais de streaming de conteúdo na internet ou até mesmo por redes sociais, como o Youtube e outros.
Este projeto propõe as seguintes ações tanto para o produto principal quanto para o secundário: PRODUTO PRINCIPAL Acessibilidade de Conteúdo: Adaptação do vídeo para atender pessoas com deficiência sensorial (visual e auditiva), através de tradução em Libras, audiodescrição e legenda (closed caption) e LSE (legenda para surdos e ensurdecidos). PRODUTO SECUNDÁRIO Acessibilidade Física: Exibição dos vídeos em ambientes acessíveis para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida;
PRODUTO PRINCIPAL: Como medida de democratização de acesso ao documentário, informamos que a distribuição será 100% gratuita em plataforma de internet e televisão aberta. Estima-se atingir público de 10.000 pessoas com a disponibilização do média metragem audiovisual em plataforma de vídeo de internet de acesso gratuito – site da Jabuticaba Conteúdo e Plataforma Youtube. Para a exibição do projeto buscamos analisar as opções atuais dos veículos de comunicação que tem como base a temática abordada no documentário dentro de tv por assinatura pois, a lei 12.485/2011 garante a presença de produções nacionais em praticamente todos os canais que compõe esse serviço. Seguindo essa lógica, concluímos que seria pertinente a transmissão deste documentário nos seguintes canais; Curta!, Canal Brasil, Arte1, History Channel, rede Discovery, e Globosat +. Estas emissoras têm como princípio a abertura para novos projetos, sendo assim produtores, documentaristas e cineastas independentes, têm nestes canais uma abertura para que sejam enviados projetos que atendam as solicitações bases de suas grades de programação. Os canais citados buscam como obras para exibição, telefilmes e séries documentais que promovam o pensamento crítico e a produção de conhecimento em áreas humanas. A estes canais interessam conteúdos que se proponham a desvendar as complexidades da sociedade contemporânea, do psiquismo e de suas criações, com ênfase nos saberes da filosofia, antropologia, literatura, teoria da arte e ciências da religião. Biografias e coleções sobre pensadores, escritores e obras relevantes também se adequam à grade programática. Outra opção que propomos para exibição e divulgação deste projeto documental é a fragmentação do produto final em capítulos para que se adeque a parâmetros de produções que encontram-se em veículos de conteúdo audiovisual voltado para internet, como Youtube, Vimeo e DailyMotion. Os veículos de comunicação de conteúdo pagos transmitidos por aplicativos via internet, como Netflix e Amazon Prime, por exemplo, também possuem em sua grade projetos que abrangem os temas citados na concepção da grade programática dos canais de tv por assinatura escolhidos. Ressalta-se que mesma lei de inclusão de conteúdo audiovisual nacional também aplica se para estes veículos, incluso no formato de média-metragem ou série documental. PRODUTO SECUNDÁRIO: A palestra seguida de debate sobre o processo de produção do documentário será oferecida gratuitamente ao público, especialmente para estudantes e professores. Serão oferecidas 200 vagas gratuitas a todo público interessado no tema, das quais 50% serão destinadas priotitariamente a estudantes e professores da rede pública de ensino.
Maria Tereza Gomes - Coordenadora geral do projeto e Diretora de ConteúdoÉ jornalista, mestre em administração de empresas (FEAUSP), empreendedora, professora em cursos de MBAs e autora de dois livros: O Guia dos MBAs (Campos, 2000) e O Chamado -Você é o herói do próprio destino (Atlas, 2016). Também é coautora do livro Escola de Líderes (Gente, 2014). Maria Tereza trabalhou por 18 anos no Grupo Abril onde exerceu a direção de redação da revista VOCÊ S/A e do Guia EXAME-VOCÊ S/A – As Melhores Empresas para Você Trabalhar. Na mesma empresa, foi diretora de produção e programação do canal por assinatura IdealTV. É professora das disciplinas de carreiras, narrativas e gestão de mudanças. É sócia diretora da Jabuticaba Conteúdo. Foi copresidente voluntária da ONG PWN São Paulo, que trabalha por mais mulheres em cargos de liderança; é criadora e mediadora do podcast Mulheres de 50, disponível em 7 agregadores, incluindo Spotify.Ricardo Tadashi – Diretor Adjunto de ConteúdoSócio de Maria Tereza Gomes na Jabuticaba Conteúdo. Formado em Comunicação Social com ênfase em Rádio e TV pela Universidade Anhembi Morumbi, atua há 15 anos na área audiovisual. Especializado em Direção Cinematográfica pela Academia Internacional de Cinema e em 3D Max pela Autodesk (2012) e pelo SENAC (2012). Trabalhou durante seis anos com Motion Graphics no Studio Prompt. Também possui outras formações complementares nas áreas de criação e tecnologia, pela Cadritech; em Roteiro, pela Anhembi Morumbi; em Ilustração; e em Aquarela, pelo artista Gonzalo Cárcamo.Bruno Almeida – Coordenador de ProduçãoÉ coordenador de produção, formado em Comunicação Social com ênfase em Rádio e TV pela Universidade Anhembi Morumbi. Possui 16 anos de experiência na área audiovisual, atuando também como editor de vídeo e cinegrafista.Gabriela Serra – Coordenadora de Pós-ProduçãoFormada em Audiovisual pelo Senac. Especialista em inglês pela Erin School na Irlanda. Atua há mais de 6 anos com edição e finalização de vídeos. Possui conhecimentos técnicos em montagem, sound design e em softwares como Adobe Premiere, Adobe After Effects, Adobe Photoshop, Final Cut e Pro Tools.Jimena Carro – Gerente de conteúdoÉ jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero, com formação complementar em Comunicação Digital Empresarial pela ESPM. Possui mais de 15 anos de experiência em produção de conteúdo (online e off-line), reportagens, comunicação integrada e assessoria de imprensa.
PROJETO ARQUIVADO.