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PRONAC 204963Apresentou prestação de contasMecenato

Projeto Cultural e Educativo da Expografia do Museu Boulieu

Aurum Produção e Eventos LTDA
Solicitado
R$ 2,54 mi
Aprovado
R$ 2,78 mi
Captado
R$ 2,37 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33931478000194SALOBO METAIS S/A1900-01-01R$ 2,00 mi
72372998000166COMPANHIA PORTUARIA BAIA DE SEPETIBA1900-01-01R$ 295,2 mil
03327988000196Mineração Corubaense Reunida S/A1900-01-01R$ 78,9 mil

Eficiência de captação

85.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
Ouro Preto
Início
2021-01-01
Término

Resumo

O Museu Boulieu será inaugurado em 2021. A restauração do prédio e a implantação do Museu foram patrocinado pela VALE, entre os anos de 2018 a 2020, através da Lei de Incentivo à Cultura, art. 18. Construído como museu de arte barroca, propõem-se à compreensão e salvaguarda da coleção em toda sua amplitude material e imaterial. Elaborado por três eixos temáticos abrange os aspectos cultural, educativo e patrimonial da expografia do acervo.

Sinopse

O Museu Boulieu constitui-se de uma narrativa histórica, por meio de objetos, peças e documentos, bem como de dispositivos audiovisuais interativos, do processo socioeconômico, político e cultural. Os espectadores experimentarão a sensação de um mergulho na história Barroco Mundial. Vão aproximar-se e apropriar-se de personagens que pareciam distantes nos manuais de história e, na exposição, passam a explicar e contar as suas versões dos acontecimentos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: A proposição do projeto tem como objetivo geral além de atrair público para o Museu, torna-lo referência. O Museu Boulieu apresenta a coleção de arte barroca internacional estabelecida pelo casal Maria Helena e Jacques Boulieu, ao longo de seis décadas de pesquisa e colecionismo. Trata-se de um acervo de cerca de 1300 itens de arte barroca produzidos em Portugal, Espanha e nos países ibero-americanos da América Latina, incluindo o Brasil, bem como procedentes da Índia e das Filipinas. Sem similar no Brasil e raro, em termos internacionais, o Museu se destaca pela qualidade superior da Coleção. Através das atividades culturais e educativas propostas pelo projeto, serão promovidos eventos, debates, exposições e seminários com temas afins. Oferecendo uma programação de qualidade e de grande repercussão, favorecendo assim a descentralização da cultura e democratizando o acesso dessa comunidade a uma agenda mensal, gratuita e de qualidade inegável. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:A intenção com o projeto é o de contribuir, para criação de um ambiente favorável à promoção do turismo cultural e educativo, relacionados ao turismo e a cultura nas cidades Patrimônio Mundial no Brasil. 1 _ Ações Educativas: Compreendendo o Museu Boulieu como espaço de educação não-formal, será implementando um setor especializado para as práticas educativas do Museu. Composto por 15 profissionais de formação multidisciplinar, sendo 12 (doze) monitores que trabalharão em escala alternada, e três coordenadores, de Produção, Setor Educativo e Técnico. O papel ativo do setor educativo fará do Museu Boulieu local de debate onde diferentes perspectivas serão empregadas. O Setor Educativo do Museu Boulieu é responsável por todo planejamento educacional do Museu, sendo essas realizadas por meio de oficinas - contando com um Cardápio de Oficinas que será entregue (via digital) a todas as Instituições e escolas que farão agendamento com o Museu, Mediações Lúdicas, visitas e palestras. Sendo todos os agendamentos e contatos externos também a encargo do Setor Educativo. Outras demandas que também serão atendidas pelo setor são, organização e desenvolvimento de eventos culturais e exposições; catalogação de acervos diversos; relatórios, atendimento a imprensa, além de produção e gestão de conteúdo das redes sociais e site institucional. Para o planejamento das atividades acima descritas, todas as segundas-feiras são destinadas a discussão e preparo das atividades, além do treinamento. Estão sendo propostas 640 visitas mediadas ao longo dos 10 meses, para grupos de até 30 pessoas em cada uma delas. São visitas com duração média de uma hora, acompanhadas da equipe do Programa Educativo a ser desenvolvido pelo projeto e direcionadas às escolas municipais, estaduais e particulares, institutos federias, universidades e grupos interessados. 2 _ Ações Culturais Estão sendo propostos 10 eventos, para grupos de até 1000 pessoas ao longo dos 10 meses. São eventos com duração média de uma hora e meia cada uma delas, acompanhadas da equipe de ações culturais a ser desenvolvido pelo projeto e direcionadas a população de Ouro Preto, região e pessoas vindas de todas as partes do país e do mundo. O espaço possui um anfiteatro com capacidade para até 1000 pessoas em sua área externa. O projeto cultural tem como objetivo principal levar ao público de Ouro Preto arte e o pensamento de nomes representativos da MPB e da literatura. Será um encontro mensal, composto de um debate sob a forma de uma "conversa ampliada", entremeado pela apresentação de alguns sucessos do artista ou autor convidado. A intenção é a de possibilitar experiências de fruição e ainda de trocas-artísticas oferecendo também aos ouropretanos uma programação mensal cultural de qualidade. Um talk-show com histórias, curiosidades e músicas - aproximando o artista do público. As trocas técnico-artísticas se darão por meio de dicas que serão provocadas durante os bate-papos organizados pelo evento. O projeto tem a mediação de Júlio Diniz, pesquisador, ensaísta, professor universitário e assessor da gravadora Biscoito Fino. A intenção é a de contribuir para que, a partir destes encontros, o público possa desmistificar muito da "aura" que cerca a profissão do artista oferecendo ainda sugestões preciosas para quem busca se profissionalizar na área ou mesmo para o público que poderá entender melhor o trabalho árduo que acontece por trás de carreiras bem-sucedidas; A música e a literatura brasileira são uma das mais significativas manifestações artísticas de nossa cultura. É inegável o papel que a nossa música e nossa literatura representam no cenário cultural brasileiro e na formação de nosso imaginário como nação. Podemos constatar que, além de sua relevância como manifestação estética tradutora de nossas múltiplas identidades culturais, ela se apresenta como uma das mais poderosas formas de preservação da memória coletiva e como um espaço social. 3 _ Ações Administrativas Estão sendo propostos dentro do projeto, todas as ações administrativas necessárias para o bom funcionamento do projeto. Contratação de equipes diversas como: contratação de pessoal, estagiários, educadores, curadores, montadores, produtores, gestores, assessoria jurídica, assessoria administrativa, contração de fornecedores como: assessoria de imprensa, divulgação de redes sociais, criação, contratação de palco, som, iluminação, tendas, compras de passagens aéreas, contração de hospedagens, alimentação, transfer interno e aeroporto e demais demandas administrativas a) Realizar 640 visitas mediadas gratúitas com público de até 30 pessoas ao longo de 10 meses; sendo essas realizadas por meio de oficinas - contando com um cardápio de oficinas que será entregue (via digital) a todas as Instituições e escolas que farão agendamento com o Museu, mediações lúdicas, visitas e palestras b) Realizar 10 eventos, para grupos de até 1000 pessoas ao longo dos 10 meses;

Justificativa

A intenção com o projeto é o de contribuir, para criação de um ambiente favorável à promoção do turismo cultural e educativo, relacionados à vivência do conjunto de elementos significativos em cidades Patrimônio da Humanidade no Brasil. As propostas listadas no projeto se enquadram em vários incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91, tais como: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91):III - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Roteiro expográfico compreenderá os seguintes eixos: A fé e o império Conquistam o mar Portugal, no extremo da península ibérica, lança-se ao oceano. Por mais de dois séculos, os portugueses se preparam para a aventura do mar. Os espanhóis acompanham esse empenho e não querem ficar atrás. Cristóvão Colombo cruza o Atlântico e chega ao Caribe em 1492, a serviço dos reis espanhóis. O papa Alexandre VI reconhece, em 1496, que as novas terras a Oeste da Europa pertencem a Portugal e à Espanha. Vasco da Gama descobre o caminho marítimo para a Índia em 1498. Em 1500, Pedro Alvares Cabral alcança o litoral do Brasil e desembarca em Porto Seguro, na Bahia. Os primeiros mapas trazem o nome do cartógrafo italiano Américo Vespúcio. O poeta Luís de Camões diz que os navegadores dilatam a fé e o império. Levam a outras partes até então desconhecidas a cruz de Cristo e a espada do rei. O mundo encantado da Índia O Orienta fascina os portugueses. O comercio das especiarias e das sedas prospera rapidamente e enriquece a Coroa, abastecendo toda a Europa. Mas é preciso expandir a fé e semear a palavra de Cristo. Jesuítas se instalam em Goa. Crucifixos de marfim convertem os indianos e encantam os portugueses. O Menino Jesus e a Virgem Maria combinam marfim e madeira policromada numa nova e rica iconografia. Ceilão, Indochina, Macau, Japão: o Orienta canta em latim o mistério da Eucaristia. Americanos de norte a sul sob o sinal da cruz Portugueses e espanhóis dividem entre si os territórios do Novo Mundo. A conquista dos grandes impérios pré-colombianos celebra a conversão dos gentios, sonhada pelo apóstolo São Paulo. A liturgia barroca e a magnificência dos objetos de fé seduzem o olhar dos ameríndios e impõem aos colonos a obediência a Deus e ao rei. Dominação dos tesouros e catequese moldam as sociedades nascentes. O brilho dos metais e a luz da religião Ouro e prata, dos astecas aos incas, do México ao Alto Peru (Bolívia), passando pelos reinos de Quito e de Cusco, nos cumes dos Andes, impulsionam o empreendimento colonial. A rica tradição das artes e ofícios locais rende-se à estética barroca para o espetáculo da fé. Tecidos artesanais presos por tupos de prata envolvem os indígenas de joelhos nas catedrais. O cerro de Potosí, na Bolívia, é considerado, por sua prata inesgotável, a montanha mais rica do mundo. Na cidade de Cusco, nasce uma escola de pintura para retratar os Arcanjos do Senhor e a Virgem Maria, entre seus anjos e seus santos. A América hispânica e o esplendor do culto Nos vice-reinos de Nova Espanha (México), Nova Granada (Colômbia) e Peru, a religião católica estimula uma produção opulenta e variada de objetos devocionais, de peças para a ornamentação dos templos e de bens onipresentes na vida individual e social. A imaginaria das diferentes regiões de colonização hispânica enfatiza o requinte da criação artística de caráter religioso e a absorção de influencias das culturas ancestrais do território. Os engenhos da arte no Brasil açucareiro Por quase 200 anos, até o final do século 17, o Brasil concentra-se na extensa faixa litorânea, em meio a tentativas, sem maior êxito, de penetração nos sertões desconhecidos. A cana de açúcar, desde os primórdios da colônia, é a grande fonte de riqueza. Outros países se sentem atraídos pelo sucesso das lavouras e dos engenhos, e ensaiam planos de ocupação do Nordeste. Franceses no Maranhão, holandeses na Bahia, Sergipe e Pernambuco, espanhóis no anseio de absorver para sempre o domínio sobre o reino português, acabam expulsos. A fé religiosa é a arma de maior poder. A restauração da monarquia portuguesa, em 1640, após 60 anos sob domínio da Espanha, anima as Capitanias invadidas. A criação de gado ao longo do rio São Francisco indica o caminho da interiorização no rumo do sul. A palma barroca na mão do povo Desembarcados como lastro dos navios, os elementos barrocos manufaturados em Portugal são empalmados pela arte do povo e transfigurados na imaginação e na imaginaria do Nordeste. O eldorado no coração da grande floresta O rei Dom Joao IV pede aos paulistas que, sob a proteção de Nossa Senhora da Conceição, encontrem o ouro sonhado desde a carta de Pero Vaz de Caminha, que fala na probabilidade oculta da fortuna. Na direção norte, a bandeira de Fernão Dias Pais Leme sai de São Paulo em 1674 e atravessa o território selvagem. Manuel Borga Gato, genro do sertanista, descobre as jazidas de Sabará. No final do século 17, milhares de pessoas invadem o Caeté (a Mata Atlântica) alucinadas pela febre do ouro. Imediatamente, surgem arraiais e vilas nas Minas Gerais, conformando a primeira sociedade urbana do Brasil. Esfera da opulência e teatro da religião O ouro e os diamantes encontrados nas Minas Gerais produziram o renascimento do barroco, em Portugal e no Brasil. A arte mineira do século 18, sob o primado do barroco, soma as mais diversas contribuições, do medievalismo ao rococó vigente na segunda metade. A serviço da fé, transforma a cena social em teatro da religião, segundo ao autor do livro Triunfo Eucarístico, de 1734. Os mais notáveis artistas, artífices e artesãos do período colonial são ativos nas cidades mineradoras, ao lado de poetas, músicos, atores e também conspiradores que sonham com a independência do Brasil. Tendo atingido a autonomia na expressão cultural, começam a pensar na liberdade de seu pais. Mestre de Piranga: Escultor e entalhador ativo no vale do rio Piranga, ao sul de Ouro Preto, no final do século 18, é assim designado por se tratar de um anônimo. Pode ter liderado uma grande oficina de escultura e talha. Francisco Vieira Servas: Escultor e entalhador, nasceu em Portugal em 1720 e morreu em São Domingos do Prata em 1811. Foi um dos mais importantes mestres do ciclo do ouro. Conceição Aparecida: A imagem da Virgem da Conceição, sem véu e com os cabelos raiados sobre as costas, encimando um anjo e o quarto crescente lunar, é recorrente na estatuaria de marfim indo-portuguesa. O modelo inspirou a criação da imagem em terracota encontrada no rio Paraiba do Sul, em 1717, tornando-se a padroeira do Brasil. Santa Efigênia: Santa negra, foi princesa na Etiópia, onde teria sido cristianizada.

Estratégia de execução

CNAE´s da Empresa Aurum Produção e Evento para a realização das ações culturais pleiteadas pelo projeto:- 90.03-5-00 - Gestão de espaços para artes cênicas, espetáculos e outras atividades artísticas - 91.02-3-01 - Atividades de museus e de exploração de lugares e prédios históricos e atrações similares

Especificação técnica

O Setor Educativo do Projeto é responsável por todo planejamento educacional, sendo essas realizadas por meio de oficinas - contando com um Cardápio de Oficinas que será entregue (via digital) a todas as Instituições e escolas que farão agendamento com o setor educativo, mediações lúdicas, visitas e palestras. Sendo todos os agendamentos e contatos externos também a encargo do Setor Educativo. Outras demandas que também serão atendidas pelo setor são, organização e desenvolvimento de eventos culturais e exposições; catalogação de acervos diversos; relatórios, atendimento a imprensa, além de produção e gestão de conteúdo das redes sociais e site institucional. Estão sendo propostas 640 visitas mediadas ao longo dos 10 meses, para grupos de até 30 pessoas em cada uma delas. São visitas com duração média de uma hora, acompanhadas da equipe do Programa Educativo a ser desenvolvido pelo projeto e direcionadas às escolas municipais, estaduais e particulares, institutos federias, universidades e grupos interessados. Estão sendo propostos 10 eventos, para grupos de até 1000 pessoas ao longo dos 10 meses. São eventos com duração média de uma hora e meia cada uma delas, acompanhadas da equipe de ações culturais a ser desenvolvido pelo projeto e direcionadas a população de Ouro Preto, região e pessoas vindas de todas as partes do país e do mundo.

Acessibilidade

A intenção com o projeto é o de contribuir, para criação de um ambiente favorável à promoção do turismo cultural e educativo, relacionados à vivência do conjunto de elementos significativos em cidades Patrimônio da Humanidade no Brasil. As propostas listadas no projeto se enquadram em vários incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91, tais como: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91):III - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos, de música e de folclore IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artístico O Museu terá ações pensadas para atender a todos. O projeto acontecerá em um espaço que atende às exigências estabelecidas em leis em relação à acessibilidade. As instalações dos espaços onde ocorrerão as ações no Museu, possuem infraestrutura para trazer acessibilidade ao público e já possui habite. Para as atividades no espaço aberto teremos uma área reservada. Desta forma, pessoas com mobilidade reduzida poderão usufruir desse espaço, que contará com equipe qualificada para atendê-lo. Além dessas ações, ainda teremos: transmissão das atividades ao vivo em braile. Detalhamento das ações: Produto: Ações Culturais e Educativas da Expografia do Museu Medidas de Acessibilidade para deficientes visuais e auditivos. O Projeto de Gestão Cultural, Educativo e Administrativo do Museu Boulieu, será realizado em espaços expositivos do Museu, que atendem às normas de acessibilidade nos termos da Lei 10.741/2003 e do Decreto nº 3.298/99. Além disso, outras medidas serão tomadas, visando acesso ao conteúdo da exposição permanente e das ações realizadas no Projeto de Gestão Cultural, Educativo e Administrativo com a implantação de ações nas seguintes áreas: 1 - AUDIODESCRIÇÃO –Na expografia haverá narração, em língua portuguesa, contendo descrições de sons e elementos visuais e quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão dos temas tratados. 2 - LEGENDA DESCRITIVA – Na expografia haverá transcrição em língua portuguesa, dos diálogos, efeitos sonoros, sons do ambiente e demais informações da obra audiovisual que, por ventura integre a mostra, e que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão das questões propostas. 3 - LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS. O projeto adotará esta forma de comunicação e expressão em que o sistema linguístico de natureza visual motora com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. Na prática, usaremos LIBRAS nos filmes a serem utilizados para explicar os eixos temáticos e ainda em visitas mediada, ações culturais e educativas direcionadas a este público específico. Em linhas gerais o Museu Boulieu, possuí todas as adequações para atender as medidas de acessibilidade determinadas pelo art. 27 do Decreto nº 5.761, 27 de abril de 2006, pelo art. 47 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 e pelo art. 2º do Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004. Para ampliar o caráter de democratização de acesso do projeto, as palestras promovidas terão ampla publicidade visando atingir o maior número de público e as ações resultantes serão registradas por meio fotográfico, videográfico e divulgadas nas mídias sociais e internet. O nosso objetivo é de que, por meio destas ações, possamos formar e conscientizar estudantes, professores, e o público em geral da importância dos temas levantados pelo Museu Boulieu. Serão disponibilizados ainda gratuitamente, ao longo da execução de cada etapa do projeto, convites gratuitos para estudantes e professores beneficiados pela rede municipal de Ensino dos locais atendidos, para participar das visitas mediadas especiais promovidas pelo Museu. Trata-se de encontros diferenciados em que os estudantes receberão atendimentos específicos sobre os eixos temáticos tratados pelo projeto. Cada visita mediada especial ocorrerá com grupos de até 30 pessoas, totalizando 64 visitas. Ao longo do Projeto, procuraremos ainda atender artistas e o público em geral, além de pessoas com deficiência, associações de bairros, instituições, CAPS(AD) e idosos, sem prejuízo de outras garantias previstas na legislação específica. Um compilado do conteúdo trabalhado, dada a sua riqueza e relevância, será disponibilizado gratuitamente, na internet, por meio dos sites das instituições envolvidas e ainda nas redes sociais do projeto. Como o Projeto Cultural e Educativo da Expografia do Museu, será gratuito, não há previsão de qualquer cobrança pelos ingressos/convites, nem tampouco pelos catálogos que serão destinados a estudantes da rede pública municipal de educação atendida, atendendo ao artigo 28 da Instrução Normativa 1/13. Esta publicação será distribuída durante o seu lançamento, previsto para ocorrer após a abertura da Museu. Atendendo ao artigo 30 da IN 1/13, os convites da exposição serão gratuitos e direcionados aos públicos de todas as idades. Os portadores de necessidades especiais também terão atendimento em visitas mediadas durante a exposição.

Democratização do acesso

Durante as ações do Projeto Cultural e Educativo da Expografia do Museu Boulieu, em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/Ministério da Cidadania, iremos: I - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais de temas presentes na mostra, bem como das atividades de ensino desenvolvidas e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; II – Também realizaremos, gratuitamente, atividades culturais, paralelas à exposição, como palestras sobre os conteúdos abordados. Outra ação prevista para democratizar este conhecimento é a realização de o lançamento de livros, bate -papos musicais, bem como visitas mediadas para escolas durante o programa educativo. III - O caráter de democratização de acesso se dará mediante realização de palestras, eventos culturais com artistas de reconhecimento local, nacional e internacional e debates gratuitos com participação dos pesquisadores envolvidos na curadoria com o objetivo de democratizar o conhecimento gerado durante cada uma das etapas do projeto. Faremos estas ações para o lançamento do Museu e ainda para difundir as curiosidades e o conhecimento a ser levantado sobre os eixos temáticos a serem trabalhados no projeto. O Projeto proposto será gratuito e terá caráter Cultural e Educativo. V - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22. Para ampliar o caráter de democratização de acesso do projeto, as palestras promovidas terão ampla publicidade visando atingir o maior número de público e as ações resultantes serão registradas por meio fotográfico, videográfico e divulgadas nas mídias sociais e internet. O nosso objetivo é de que, por meio destas ações, possamos formar e conscientizar estudantes, professores, e o público em geral da importância dos temas levantados pelo Museu Boulieu. Serão disponibilizados ainda gratuitamente, ao longo da execução de cada etapa do projeto, convites gratuitos para estudantes e professores beneficiados pela rede municipal de Ensino dos locais atendidos, para participar das visitas mediadas especiais promovidas pelo Museu. Trata-se de encontros diferenciados em que os estudantes receberão atendimentos específicos sobre os eixos temáticos tratados pelo projeto. Cada visita mediada especial ocorrerá com grupos de até 30 pessoas, totalizando 100 visitas. Ao longo do Projeto, procuraremos ainda atender artistas e o público em geral, além de pessoas com deficiência, associações de bairros, instituições, CAPS(AD) e idosos, sem prejuízo de outras garantias previstas na legislação específica. Um compilado do conteúdo trabalhado, dada a sua riqueza e relevância, será disponibilizado gratuitamente, na internet, por meio dos sites das instituições envolvidas e ainda nas redes sociais do projeto. Como o Projeto Cultural e Educativo da Expografia do Museu, será gratuito, não há previsão de qualquer cobrança pelos ingressos/convites, nem tampouco pelos catálogos que serão destinados a estudantes da rede pública municipal de educação atendida, atendendo ao artigo 28 da Instrução Normativa 1/13. Esta publicação será distribuída durante o seu lançamento, previsto para ocorrer após a abertura da Museu.

Ficha técnica

AURUM PRODUÇÃO E EVENTOS – Proponência e Coordenação Geral do Projeto Empresa de produção cultural, com larga experiência em projetos de promoção e difusão da cultura brasileira, fundada pela relações públicas Edineia Araújo Barbosa. Além de ação cultural, a empresa tem atuado na formação e no restauro de importantes patrimônios do País. Os mais recentes trabalhos são: Restauro da Casa do Conde de Assumar e Implantação do Museu em Mariana- MG 2019 a 2022; Restauro da Igreja de São Francisco de Assis em Mariana- MG 2019 a 2022; Implantação e Direção da Escola de Ofícios Tradicionais de Mariana – MG 2019 a 2022 e Restauro e Implantação do Museu Jack Boulieu – Caminhos da Fé Ouro Preto-MG 2018 a 2020. Na área da formação, a Aurum é responsável pela execução do programa educativo do Museu de Congonhas, de 2016 até a presente data. Desenvolve neste centro cultural serviço especializado de atividades educativas de monitoria, educador, receptivo e coordenação de museus, centros culturais e turísticos. Entre as últimas ações culturais desenvolvidas destacam-se as coordenações gerais dos eventos Poesia e Música no Museu de Congonhas entre março e julho de 2018 e agosto e novembro de 2019; De Conversa em Conversa na Casa da Opera de Ouro Preto entre março e abril de 2018 e Formação em Mídia educação do Museu de Congonhas entre março e junho de 2018. Atualmente a empresa foi contratada pelo Instituto Pedra de São Paulo e Arquidiocese de Mariana, para coordenar as ações de implantação e gestão da Escola de Ofícios Tradicionais de Mariana, em parceria com a Fundação de Arte de Ouro Preto. ARTE NOSSA – Coordenação A Arte Nossa – Comunicação e Cultura é uma empresa especializada em projetos estratégicos e produção de cultura e comunicação, com forte atuação nas áreas da música, artes cênicas e artes visuais. Desde a fundação, há dez anos, sua missão tem sido desenvolver ações estratégicas de valorização da produção cultural de Minas Gerais e do Brasil. Ao longo de sua história, a Arte Nossa desenvolveu projetos culturais que ultrapassaram os limites de Minas Gerais, vários deles premiados nacionalmente, alcançando sucesso de público, crítica, mídia e repercussão popular. Fundada pelo jornalista e crítico de arte Sérgio Rodrigo Reis, mestrando em Preservação do Patrimônio Cultural pelo Centro Cultural Lúcio Costa (RJ); graduado em Jornalismo, pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (1996); em Artes Plásticas, pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG - 2006) e Pós-Graduação em Estudos Diplomáticos, pelo Centro de Direito Internacional da Faculdade Milton Campos (2010). Vitrine Comunicação – Designer gráfico ANGELO OSWALDO DE ARAÚJO SANTOS - Curador Jornalista profissional, advogado, escritor, curador de arte e gestor público. Foi editor do Suplemento Literário do “Minas Gerais” (1971-73). Atuou como redator, editorialista e editor de cultura do “Estado de Minas”. Colaborou no “Jornal do Brasil” e “Folha de São Paulo”. Foi crítico de cultura da Rede Globo Minas, colaborador do jornal “Le Monde” e consultor literário das Edições Gallimard, em Paris. Ocupou os seguintes cargos públicos: secretário municipal de Turismo e Cultura da Prefeitura de Ouro Preto (1977-1983), prefeito municipal de Ouro Preto (1993-1996; 2005-2012), secretário de Estado da Cultura de Minas Gerais (1999-2002; 2015-2018) e ministro de Estado da Cultura do Brasil, interinamente (em 1986 e 87). Exerceu, ainda, as funções de chefe de Gabinete do Ministério da Cultura (1986-88), presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, IPHAN (1985-87), presidente do Instituto Brasileiro de Museus (2013-22014) e membro dos Conselhos do IPHAN (1994-2002), da Fundação de Arte de Ouro Preto (1971-81) e do Patrimônio Cultural da Prefeitura de Belo Horizonte (1989-1992). Foi o curador brasileiro da exposição “Brasil Barroco: Entre o Céu e a Terra”, no Museu do Petit-Palais, em Paris, 1999-2000. Luiz Fernando de Almeida - Curador Formação Acadêmica: Arquiteto e Urbanista Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1982 a 1986). Presidente do IPHAN de 2006 a 2012. Chefe da Delegação Brasileira nas Reuniões do Comitê do Patrimônio Mundial da UNESCO 2006 a 2012 Criador do Centro Nacional de Arqueologia Criador do Centro Lúcio Costa de formação para Gestão em Patrimônio na América do Sul e África lusófona em acordo com a UNESCO Reconhecimento de 2 bens culturais brasileiros como Patrimônio Cultural da Humanidade: *Praça São Francisco em São Cristóvão SE *Paisagem Cultural da cidade do Rio de Janeiro RJ De 2006 até 2012, responsável pela gestão dos seguintes museus e centros culturais: Paço Imperial, RJ Museu do Folclore, RJ Sítio Burle Marx, RJ Diretor Executivo do MAR, Museu de Arte do Rio De Outubro de 2012 até maio de 2013 Diretor Executivo da C&T Consultoria Eireli – ME. Zaqueu Astoni Moreira - Assessoria Jurídica Graduado em Direito pela UFOP-2004. Pós Graduado em Gestão Pública pela UFOP-2010. Mestrando em Preservação do Patrimônio Cultural pela UNESCO-IPHAN. Diretor da Assistência Judiciária de Ouro Preto (2004-2008). Chefe de Gabinete da Prefeitura de Ouro Preto (2008-2012). Secretário de Cultura e Patrimônio de Ouro Preto (2017-2020) Julio Diniz – Curador de eventos culturais Bacharel em Música pelo Conservatório de Música de Niterói e em Letras pela UFRJ (1982). Mestre em Letras (1988) e Doutor em Literatura Brasileira pela PUC-Rio (1995), com Pós-Doutorado em Literatura Comparada pela Universidad de Salamanca, Espanha (2000). Atua como professor e pesquisador da Área de Estudos de Literatura no Departamento de Letras da PUC-Rio, exercendo nos biênios 2008/2009 – 2010/2011 a função de diretor. Foi também diretor do Instituto Confucius e atualmente exerce a função de decano do CTCH (Centro de Teologia e Ciências Humanas). Foi professor visitante na Universidade de Salamanca em 2000 e docente dos cursos de pós-graduação em leitura e literatura na PUC-PR, Universidade Estadual de Londrina (PR), Universidade de Passo Fundo (RS), Universidade do Sudoeste da Bahia e da Universidade Cândido Mendes (RJ). Orientou, até julho de 2017, 43 dissertações de mestrado, 29 teses de doutorado e cinco pesquisas de pós-doutorado. É ex-coordenador geral do projeto Dicionário Cravo Albin de Música Popular Brasileira (MinC / FAPERJ / El-Paso / ICCA) e atualmente coordena os projetos e a pesquisa acadêmica do NELIM (Núcleo de Estudos em Literatura e Música). Escritor, crítico e ensaísta, é especialista na área de leitura, cultura contemporânea e na interface literatura/música/cultura. Realiza consultorias para instituições públicas e privadas, ONGs e empresas (Ministério da Cultura, Ministério da Educação, Secretarias Estaduais e Municipais de Educação e de Cultura, Rede Globo, Petrobras, Ampla e Leia Brasil).

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-04-21
Locais de realização (1)
Ouro Preto Minas Gerais