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Com este projeto pretendemos realizar uma temporada com 12 apresentações do espetáculo "O Encontro" no formato "streaming" para transmissão online, atingindo quantidade de público diversificado e em todas as regiões do País.
O que teria acontecido naquele quarto de hotel onde, por uma hora, dois mártires com atitudes completamente opostas, se encontraram? O Encontro é uma peça de câmara, um recital e, apesar de se basear nas ideias, não se restringe apenas ao lado político e histórico presentes nas trajetórias de Martin Luther King e Malcolm X. O lado humano invade a cena e nos faz entender que por trás de qualquer ideologia ou estratégia de ação existe um ser humano, com dúvidas, contradições, idealismo e paixão.
OBJETIVO GERAL Pretendemos, através da temporada de apresentações provocar o diálogo e discussões sobre a nova forma de levar conteúdo cultural até as casas, através de formato online, refletindo sobre a permanência desse formato. Esse novo formato foi incorporado na rotina cultural devido à pandemia causada pelo Corona Virus. OBJETIVO ESPECIFICO Realização de 12 apresentações da peça "O Encontro" através de uma plataforma "streaming" online Realizar debate com público sobre esse novo formato de levar a arte até as casas das pessoas, de forma online. Essa participação será feita através de lives a serem realizadas pelo aplicativo Instagram .
Por que uma peça sobre a luta pelos Direitos Civis Americanos nos anos 60 seria importante para uma plateia brasileira nos dias atuais? Com o processo de redemocratização do pais nas últimas décadas, as minorias começaram a ter uma voz mais presente. A discussão das cotas para negros e indios nas universidades e no serviço público trouxe à paula, esses assuntos. Com todo esse debate público o assunto se torna atual. Como no momento histórico dos anos 60 nos Estados Unidos, existe um debate mundial sobre o assunto direitos civis. A encenação se fundamenta no aprofundamento da relação dos atores com os personagens e no frescor diário do jogo entre eles como ferramenta para se criar a cada dia um verdadeiro Encontro entre atores, personagens e público. A palavra Encontro é a que melhor define o teatro em todos os tempos, segundo o diretor Isaac Bernat. Durante 10 anos, Isaac conviveu com o mestre Sotigui Kouyaté - que foi ator da companhia de Peter Brook por 30 anos - no Brasil, e Paris, e escreveu uma tese de Doutorado que se transformou no livro : Encontros com o griot Sotigui Kouyaté. Para Sotigui a palavra teatro significa o lugar onde nos encontramos, e segundo sua tradição não se diz "eu vou ao teatro" , mas sim "eu vou clarear o meu olhar". Num momento em que no mundo, cada vez mais, a palavra perde a sua força, é fundamental trazer ao palco um texto que se baseia na escuta, no debate, na busca do entendimento. O principal objetivo da encenação é criar um espaço de reflexão e debate transformando o teatro num grande veiculo de comunicação. Para viabilidade de realização do presente espetáculo por streaming necessitamos de captação de recursos, tendo em vista a atual situação financeira, principalmente para trabalhadores da cultura, e dificuldade de realização com recursos próprios. Nosso projeto se enquadra nos incisos I, III do art. 1o. Lei 8313/91 Pretendemos alcançar os incisos IV, letra a) do art. 3o. da Lei 8313/91
Midia Digital Impulsionamento de página em redes sociais Assessoria de Imprensa Contratação de profissional para linguagem de libras
ACESSIBILIDADE FISICA Os ingressos serão cobrados a preço popular, garantindo maior acesso as diversas classes econômicas, com ampla divulgação nos meios de comunicação. A forma de exibicão será online, através de plataforma streaming, portanto não haverá deslocamento das pessoas até o local de apresentacão. ACESSIBILIDADE DE CONTEUDO - 4 APRESENTACOES Com interprete de libras e audiodescrição Audiodescrição: elaboração de roteiro para audiodescrição revisado por pessoa com deficiência visual e narração do espetáculo ao vivo por um audiodescritor. Os interpretes poderão estar remotamente .
As apresentações / transmissões serão online, com ingressos a preços populares, tornando acessível ao público em geral. Iremos adotar as medidas contidas no inciso III do art. 21 da IN 02/2019
Texto - Jeff Stetson Direção - Isaac Bernat Elenco - Drayson Menezzes, Izak Dahora e Rodrigo França Músicos – Caio Nunez e Luiza Loroza Direção Musical - Serjão Loroza Visagismo/Beleza – Diego Nardes Programação Visual - Raquel Alvarenga Produção – Corpo Rastreado Drayson Menezzes é ator, diretor, produtor, preparador, cantor e dançarino. Formado em Teatro pela UniverCidade entre seus principais trabalhos destacam-se: a direção do espetáculo “LÍVIA” juntamente com Orlando Caldeira (espetáculo do Coletivo Preto, do qual é membro fundador), os espetáculos “O Encontro - Martin Luther King e Malcolm X” e “Mercedes”, do Grupo Emú, e musicais como “O Frenético Dancin’ Days” e “Forever Young”, dirigido por Jarbas Homem de Mello. No audiovisual integrou o elenco da novela “Segundo Sol”, da Rede Globo e dos longas metragem “Depois a Louca Sou Eu” e “O Buscador”, além do elenco principal da série “Dependentes”, do Canal Futura. É professor da oficina de teatro e vídeo do Coletivo Preto “Nova Visão”. Rodrigo França - Articulador cultural, ator, diretor, dramaturgo e artista plástico. Começou em 1992 a sua carreira de ator no teatro e cinema. Já trabalhou em quarentena e dois espetáculos como ator e oito como diretor. Escreveu sete espetáculos teatrais, entre eles: O Pequeno Príncipe Preto, Capiroto e Inimigo Oculto. Os seus últimos trabalhos são "Oboró - Masculinidades Negras", "Yabá - mulheres negras", "O amor como revolução" e "Enlaçador de mundos", onde assina direção.Cientista social e filósofo político e jurídico, atuando como pesquisador, consultor e professor de direitos humanos fundamentais. É ativista pelos direitos civis, sociais e políticos da população negra no Brasil. Já expôs suas pinturas no Brasil, nos Estados Unidos e em Portugal; ganhou o Prêmio Shell de Teatro 2019, na categoria Inovação pelo Coletivo Segunda Black, onde é cocriador e curador. Inciativa também contemplada com o 18º Prêmio Questão de Crítica. Caio Nunez é Dono de uma voz doce, levemente rouca e cheia de verdade nas suas emoções, Caio Nunez surge como um dos cantores e compositores mais criativos de sua geração. Misturando MPB, R&B e elementos urbanos o artista prepara para 2020 seu segundo álbum de estúdio.Nascido e criado em Irajá, no subúrbio carioca, e influenciado pelo pai músico, Caio lança seu primeiro disco “Akinauê” em 2016 e consegue com seu single “Turquesa” alcançar a marca de 125 mil views na página “Brasileiríssimos” e matérias em diversos veículos pelo Brasil, Portugal, Moçambique e Angola. Sendo considerado pelo portal “Armazém de Cultura” de São Paulo um dos melhores discos do ano ao lado de nomes como Lenine, Elza Soares e Maria Gadú.O álbum também gerou shows em 6 estados do Brasil tendo o encerramento da turnê em 2017 com mais de 40 shows realizados.No início do ano seguinte, lançou o clipe 'Madureira à Bagdá", distríbuido pela plataforma VEVO e transmitido em a canais de TV como MTV, Multishow e Bis e alcançando a marca de mais de 10.000 views em menos de um mês de lançamento.O clipe, gravado na favela do Pereirão no Rio de Janeiro, tem como cenário o projeto social 'Morrinho', que oferece oficinas de artes plásticas e possui uma maquete da favela feita por moradoes.A música entrou em mais de 350 playlists no Spotify .No mesmo ano, Caio lança em parceria com o projeto Sofar Sounds a música inédita "Valongo", gravada ao vivo em um show realizado no Rio de Janeiro. Izak Dahora é mestre em Artes (UERJ) e graduado em Artes Cênicas (UNIRIO). Professor no curso de licenciatura em Teatro na Universidade Estácio de Sá. Autor do livro "Arte total brasileira" (Ed. Cândido), desdobramento de sua pesquisa acadêmica sobre a teatralidade dos desfiles das escolas de samba e intersseções de linguagens. Como ator no teatro, atuou nas peças “O encontro – Malcom X e Martin Luther King Jr.”, "Os insones", "Contra o vento – um musicaos", "Lima Barreto ao terceiro dia", "A menina do dedo torto", "Lili, uma história de circo", "Brincando de orquestra"... Na TV, atuou em "Os dias eram assim", "Sítio do Picapau Amarelo", "Escrito nas estrelas", "O astro"... No cinema, em “De perto ela não é normal”, "Alemão", "Trinta", "O roubo da taça", "A vida invisível"... Performou em "Ser ou não ser peixe" do coletivo Líquida Ação. Interpretou Bispo do Rosário no desfile da Acadêmicos do Cubango (2018). Autor da sinopse do enredo da Acadêmicos do Grande Rio para o carnaval 2019 integrando a equipe dos carnavalescos Renato e Márcia Lage. Co-autor do livro de contos "Histórias de sacis" (Ed. Uirapuru). Luiza Loroza é atriz, poeta, cantora, produtora e diretora. Formada em nível médio desde 2015 pela Escola de Atores Wolf Maya e Graduanda em Artes Cênicas - Bacharelado em Atuação Cênica pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). Participou de oficinas livres com Márcio Libar, Duda Maia, Lume Teatro, Sérgio Carvalho, Luiz Fernando Lobo, André Gabeh, Pedro Lima e etc. Bolsista do Projeto de Extensão: Geopoéticas do Orun ao Ayiê, a terra que atravessa o tempo durante todo o ano de 2018, coordenada pela Coletiva Agbara Obinrin e o Labtapho/ IBIO - Unirio. Vencedora do #3 Slam das Minas em 04/2019. Atriz no Espetáculo Musical REZA (Sesc Copacabana), da Orquestra de Pretxs Novxs com a direção de Carmen Luz. Assistente de direção e atriz-cantora no espetáculo "O Encontro - Malcolm X e Martin Luther King Jr." (Sesi Centro-RJ e Sesc Consolação - SP) 2018/2019. Integrante da Coletiva Agbara Obinrin, e atriz no espetáculo Ei Mulher, desde 2016 (Sesc Friburgo, Teresópolis, Petrópolis, Tijuca, Engenho de Dentro, Marcha das mulheres Negras, Sarau Preto e etc). Atriz nos Espetáculos "Aceita?" (Sérgio Porto) e "Ilha de Sal" (Caixa Cultural) da uma certa companhia em 2018 e 2019. Produtora, idealizadora do PROJETO 111 – projeto de resistência cultural na cidade do Rio de Janeiro desde 11/2017; onde além de produzir também escreve o argumento e faz curadoria. Coordenadora de mobilização e produtora no Fórum de Performance Negra - RJ (Museu de Arte do Rio de Janeiro/2019). Atriz no Espetáculo “Que Tempos São Esses?” – 1 ano com Brecht, da Companhia Ensaio Aberto (CCBB - RJ / 2016). Isaac Bernat é brasileiro tem 58 anos, é ator, diretor e professor de teatro na Faculdade CAL de Artes Cênicas. Doutor em Teatro pela UNIRIO, fez tese de doutorado sobre o griot africano e ator do grupo de Peter Brook, Sotigui Kouyaté. A tese deu origem ao livro, "Encontros com o griot Sotigui Kouyaté”, Editora Pallas. Entre a peças que dirigiu destacam-se: “ O Encontro - Malcolm X e Martin Luter King JR” de Jeff Stetson, “ Eu Amarelo- Maria Carolina de Jesus” de Elissandro de Aquino”, “Profetas da Chuva” de Clara Santhana e Paulinha Cavalcanti”, “Rosa e a Semente”, grupo Pedras e Isaac Bernat, “ “Filhote de Cruz Credo” de Fabricio Carpinejar, adaptação de Eduardo Katz, ”Por Amor ao Mundo, um Encontro com Hanna Arendt" de Marcia Zanelatto, Desalinho", de Marcia Zanelatto", "Lili - uma história de circo" de Licia Manzo, "Deixa Clarear", de Marcia Zanelatto, “Calango Deu – Os Causos de Dona Zaninha” de Suzana Nascimento; “Querida Helena Sergueievna”, de Ludmila Razoumovskaia; ". Como ator seus últimos trabalhos são: "Agosto" de Tracy Letts, direção de Andre Paes Leme, no OI Futuro Flamengo."Céus" de Wajdi Mouawad, direção de Aderbal Freire Filho "Incêndios" de Wajdi Mouawad, direção de Aderbal Freire Filho. "Cara de Fogo" do alemão Marius Von Mayenburg. no Teatro 3 do Centro Cultural Banco do Brasil(CCBB), com direção de Gerogette INDICADO ao prêmio Mambembe Infantil de ator em 1986,1994 e 1997. INDICADO ao PREMIO APTR de 2014 como ator Coadjuvante por INCÊNDIOS. INDICADO AO PRÊMIO APLAUSO COMO ATOR COADJUVANTE EM INCÊNDIOS INDICADO AO PRÊMIO FITA DE 2014 DE MELHOR DIREÇÃO POR "CALANGO DEU” INDICADO AO PRÊMIO CBETIJ 2016 DE MELHOR DIREÇÃO POR “FILHOTE DE CRUZ CREDO” INDICADO AO PRÊMIO ZILKA SALABERRY de 2018 de MELHOR DIREÇÃO E DRAMATURGIA por “Rosa e a Semente” PRÊMIO COCA-COLA DE MELHOR ATOR DE 1995 por "As Aventuras de Pedro Malazartes" PRÊMIO BOTEQUIM CULTURAL de 2014 DE MELHOR ATOR POR INCÊNDIOS. PRÊMIO ZILKA SALABERRY DE 2014 DE MELHOR DIREÇÃO POR LILI, UMA HISTORIA DE CIRCO PRÊMIO APLAUSO DE MELHOR ELENCO DE 2014 com Incêndios . PRÊMIO ZILKA SALABERRY DE MELHOR TEXTO 2018.
PROJETO ARQUIVADO.