| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 02221155000183 | Concessionária Ecovia Caminho do mar S/A | 1900-01-01 | R$ 483,4 mil |
| 02509491000126 | CONCESSIONARIA ECOVIAS DOS IMIGRANTES S.A. | 1900-01-01 | R$ 234,2 mil |
| 10841050000155 | CONCESSIONARIA DAS RODOVIAS AYRTON SENNA E CARVALHO PINTO S/A - ECOPISTAS | 1900-01-01 | R$ 174,1 mil |
| 02228721000189 | Rodovia das Cataracas S/A | 1900-01-01 | R$ 107,8 mil |
O projeto realizará a montagem de uma exposição de imagens e fotografias inéditas, instalada em local público para visitação gratuita pelo período de três meses.
Por meio do trabalho de curadoria artística a ser realizado durante a execução do projeto, serão selecionadas imagens artísticas e dos artistas convidados, de arquivo histórico e elaboradas ações de ativação dos conteúdos culturais propostos na exposição. Conceitualmente, o projeto pretende organizar a exposição de modo a sensibilizar os visitantes para os conceitos de sujeito, mundo vivido e lugar, sugerindo algumas conexões excepcionais que podemos perceber a partir da reflexão sobre arte, sujeito, lugares, memórias, histórias, desenvolvimento, relações, transformação social e projeções de futuro. A exposição será aberta ao público em geral e ações educativas serão estruturadas no ambiente expositivo, de modo a atender alunos e professores. Interessa ao projeto ofertar mais especificamente para o público jovem, em idade escolar, recursos artísticos que possam provocar a percepção e a reflexão sobre a linguagem visual, contribuindo com a construção do olhar e a percepção do sujeito enquanto ser que transforma o ambiente a sua volta. O projeto estabelecerá parceria com redes públicas de ensino para garantir que as ações educativas programadas tenham adesão do público desejado. A exposição Conexões Excepcionais será aberta para público, gratuitamente, durante 90 dias (3 meses) - 6 dias por semana, durante 8 horas por dia. A exposição terá classificação indicativa livre. O projeto contará com arte-educadores contratados para recepcionar o público e realizar monitoria educativa. Escolas, públicas e privadas, poderão realizar agendamento prévio para visitar a exposição, por meio deste serviço que será oferecido como ação educativa. O projeto disponibilizará 01 ônibus, 8 horas por dia, para transporte de alunos e professores da rede pública de ensino. Por meio da linha curatorial apresentada abaixo, serão convidados artistas fotógrafos para integrar o projeto, que produzirão imagens inéditas para a exposição. Outras imagens, selecionadas de arquivos pessoais ou arquivo histórico, também comporão a exposição, por isto o projeto reserva recurso para compra de direitos autorais. A exposição será composta por fotografias e imagens que serão dispostas pelo ambiente expositivo por meio de suportes diversos (mais detalhes no campo especificações técnicas). O projeto prevê realização de pesquisa estética aprofundada durante 04 meses. Esta pesquisa definirá o roteiro da exposição, quais serão os artistas convidados a integrar o projeto, selecionará as imagens que comporão a exposição e reunirá conteúdos que serão utilizados para desenvolvimento dos materiais pedagógicos do projeto. Prevemos a contratação de fotógrafos renomados para realizar ensaios fotográficos para o projeto, nos fornecendo assim imagens que também serão utilizadas na composição da exposição. Apresentamos abaixo a linha curatorial definida, que poderá ser ampliada ou ajustada no decorrer da pesquisa a ser realizada. Linha Curatorial Traçaremos um paralelo entre a comunicabilidade da linguagem artística e a percepção de mundo pelos indivíduos que transitam pelos lugares, espaços das cidades, percebem o meio ambiente a sua volta, o contexto social, e estabelecem com estes, relações subjetivas que motivam a criação artística. A possibilidade de transpor para imagens — através de indicações visuais que conotam vivências espaciais — múltiplos significados que se sustentam mutuamente ao formular uma visão de vida, estabelecendo referências diretas ao caminho comum de todos, ou seja, remontando às experiências de conscientização dos indivíduos, é a possibilidade que buscaremos neste projeto. Neste sentido, os cenários e paisagens urbanas, numa hermenêutica de troca de conhecimento e dialética de reconstrução de percepções entre o sujeito e o lugar, nos auxiliando a comunicar o que há de significativo e essencial nessa relação. Sugerimos, assim, um primeiro núcleo da exposição, a partir do termo Cidades-Paisagens. Interessa-nos o embate entre a natureza e o homem e a composição do espaço urbano. A fotografia, como dispositivo mnemônico, torna-se lugar de trânsito de um passado distante que hoje contamina o mundo contemporâneo. Marcos paisagísticos podem nos intensificar um sentimento poético, misto de utopia e contemplação, de outro, tomadas urbanas mostram o quão pode ser adensado o desejo de modernidade, trazendo em potência as ideias de fluxo, intervenção e transformação ligadas ao campo do urbanismo e da infraestrutura urbana. A despeito da polaridade aludida nas fotos, não existe aqui nostalgia, contudo, de uma situação de suposta completude. O percurso de volta a uma paisagem íntegra não se realiza nunca. Ao contrário aquilo que é construído pelo homem torna-se um símbolo quase perene nas paisagens das cidades porque cada um desses pontos passa a fazer parte de um território de pertencimento. Tendo como marco a cidade do Rio de Janeiro, citamos como referência a obra de Augusto Malta que insinua, em sua multiplicidade e imediatez, a complexidade do fenômeno urbano moderno. Como fotógrafo oficial da Prefeitura do Rio, a partir de 1903, Malta vivencia o novo ciclo de urbanização do Rio de Janeiro marcado pelo período do prefeito Francisco Pereira Passos (1902-1906) capaz de abrir ao país às vias da modernidade. Inspirado na Paris de Haussman, Passos ostenta, por exemplo, o cosmopolitismo da cidade na abertura da Avenida Central, na construção, ajardinamento e arborização da Avenida Beira Mar e a demolição do Morro do Castelo. Seguindo esse percurso visual podemos ter a configuração do recorte que faz parte de um entorno paisagístico estendido. A fotografia contemporânea, lugar de inúmeras possibilidades estéticas, sugere a existência de um espaço simbólico para a experimentação e o invento. Tomemos como exemplo, as fotografias aéreas de Cássio Vasconcellos, ou mesmo os vídeos produzidos a partir do sobrevoo de helicóptero que este autor fez sobre a baía da Guanabara. Visto do alto, o mundo revela geometrias imprevistas. Um segundo núcleo da exposição pode tratar os Lugares de Memória, na tarefa de expandir a presença de monumentos arquitetônicos no mundo sensível, servindo de motivação à alguns fotógrafos que buscam registrar os chamados “lugares de memória” (Pierre Nora). Carregam em si fatores culturais mediados por uma participação coletiva. São construções singulares que, fazendo parte do domínio do visível, passam a personificar um espaço simbólico para a identificação das cidades. Basta lembrar da torre Eiffel em Paris, da Estátua da Liberdade em Nova Iorque e do Coliseu na Itália, elementos do entorno paisagístico que desponta como índice cartográfico. Exemplos podem ser as fotomontagens do maranhense Joelington Rios ao compor imagens de uma realidade totalmente ficcional de lugares deslocados do contexto. Aos emblemas de pertencimento soma-se uma imprevisibilidade territorial somente possível de ser vista no território da arte, capaz de provocar sentidos truncados com que se apreende o mundo. Topografias imaginadas podem assim compor o terceiro núcleo da exposição, apresentando topografias criadas de uma geografia não delimitadas pelos mapas. Como uma questão expositiva, integra-se às propostas enigmáticas e poéticas que os fotógrafos oferecem. É daí que emerge a sensação de impermanência do mundo acirrada pelas redes sociais que retorna com um grau altíssimo de potência. Com a câmara Pin-Hole, Luiz Alberto Guimarães, por exemplo, conjuga espaço e tempo num território suspenso, flutuante, afastando-se da legibilidade para nos ativar novas rotas de percepção. Já Edu Monteiro, em sua série Saturno, parte de uma topografia irreal para tornar visível a dimensão ampliada da arte. Numa espécie de delírio, vaga com seu corpo pelos lugares, onde o rosto, coberto pelo espelho, reflete, por exemplo, um conjunto de prédios diminutos que se evidenciam nas brumas da incerteza. Por último, Luiz Baltar opera com a montagem de imagens apropriadas e produzidas por ele mesmo no ensaio Anomia. Com isso, pretende mostrar das influências que carrega e de como estas moldaram a maneira como ele vê o mundo. Nesta linha buscaremos construir um recorte artístico para a exposição, e para o projeto como um todo, que apresente potencial de provocar reflexões, dúvidas, respostas, de povoar o imaginário, a memória, de transparecer histórias e falar do humano dentro do contexto da arte visual.
Objetivo Geral O projeto organizará exposição de imagens e fotografias para visitação pública gratuita pelo período de três meses. O objetivo geral será alcançado com as seguintes ações: pesquisa artística e de conteúdo, convite à fotógrafos para integrar o projeto, seleção de imagens de arquivo histórico, captura de novas imagens por fotógrafos convidados, produção de experiências que envolvam arte e tecnologia, curadoria de conteúdo, montagem da exposição com recepção e ações educativas para público visitante, seguido de desmontagem. Objetivos Específicos · Montagem de exposição com imagens e fotografia · Exposição aberta à visitação gratuita durante 90 dias (3 meses) · Ações educativas para recepcionar o público visitante
O projeto "Conexões Excepcionais _ Educativo" permite apresentar ao público gratuitamente uma exposição de imagens e fotografias, montada a partir de pesquisa artística e produção de imagens inéditas, convidando o público visitante a refletir sobre o sujeito, o meio que o cerca, os elementos motivadores das criações artísticas e a produção de arte visual. A proposta de realizar a exposição em módulos de container marítimo favorece a vivência da experiência em arte, propondo que a visitação do público se dê em espaço inusitado, alinhado ao fazer contemporâneo. As atividades de formação previstas no projeto favorecem a construção do olhar do visitante e, conforme Fayga Ostrower (O Olhar, 1988), nos fazem explorar os termos espaciais da linguagem visual, que servem de referencial a todos os modos de comunicação humana. Interessa ao projeto, por meio da exposição prevista, suscitar reflexões sobre o sujeito, o mundo vivido e o lugar. Os lugares onde vivemos influenciam inevitavelmente a nossa relação com o mundo e com os outros. Diversas são as possibilidades de construção destes lugares, dentro dos nossos espaços internos, no meio onde vivemos, nas cidades, nas relações que estabelecemos com os espaços e com os outros. Concretamente construímos espaços e determinamos a função prática dos mesmos, como nosso local de moradia, nosso espaço de trabalho, o ambiente de lazer, as ações que incorporamos aos percursos, os objetos aos quais nos aproximamos, e todos estes espaços que construímos se tornam carregados de história, memória e significado. O sujeito do conhecimento (Andrade, 2012) é a pessoa que está no mundo, e por isso o seu conhecimento relaciona-se à sua vida, ao seu aprendizado, às suas experiências, assim como à leitura e interpretação que ele restitui ao mundo, captada e compreendida a partir dos filtros dos sistemas cognitivos e perceptivos próprios. O mundo vivido (Stein, 2004) é o mundo do cotidiano e da percepção do sujeito do conhecimento, em todas as suas nuances concretas e subjetivas. O corpo em movimento inserido no mundo vivido constitui o lugar, ou seja, o próprio sujeito do conhecimento cria o lugar _ um espaço sem limites claramente definidos _ pela espacialização realizada na atividade do corpo. O mundo vivido é o meio de troca e de construção da percepção do sujeito do conhecimento. Lugar é sinônimo de localização, mas neste projeto vamos tratar lugar como conceito científico, atribuído pela geografia humanista, que o define como uma forma de experiência humana, um tipo especial de vivência do espaço. A partir destes conceitos temos combustível para explorar no projeto o estudo das relações subjetivas do homem com o espaço e o ambiente, e traduzir este estudo para a captura as imagens que comporão da exposição prevista. Destacamos o olhar para o cotidiano como forma de compreender os valores e atitudes que as pessoas comuns elaboram a respeito do espaço e do ambiente em que vivem. Neste contexto temos a percepção dos indivíduos enquanto seres que determinam os espaços, a experiência com os lugares, memórias, história, monumentos, símbolos, diferentes olhares da contemplação, movimento e interatividades. Para a construção deste olhar que desejado, buscaremos apoio também na fenomenologia, que nos auxiliará a olhar com mais profundidade para a relação entre a experiência humana e o mundo vivido. O sujeito fenomenológico vivencia o cotidiano, a cidade, se entrelaça aos lugares, cria ambientes, constrói os espaços, atribui significado, transforma a realidade. O trabalho de investigação proposto neste projeto estará assim explorando tanto os aspectos objetivos e como os subjetivos deste sujeito fenomenológico. Interessa ao projeto dialogar especialmente com o público jovem (9 a 17 anos) e, para tanto, faremos parceria com redes públicas de ensino da cidade onde a exposição será fixada, garantindo assim visitação deste público específico e correto direcionamento das ações de contrapartida social que serão especialmente elaboradas. Segundo dados do Atlas da Violência 2019, mais da metade das mortes por homicídios no Brasil em 2017 (54%) foram de jovens entre 15 e 29 anos. Apenas em 2017, cerca de 35.783 jovens de 15 a 29 anos foram mortos, uma taxa de 69,9 homicídios para cada 100 mil jovens, recorde nos últimos 10 anos. A juventude perdida é considerada um problema de primeira importância para o desenvolvimento social do país que vem aumentando a cada ano. Obs. Fonte: https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option%3Dcom_content%26view%3Darticle%26id%3D34786 Conforme pesquisadores, a alta letalidade de jovens no Brasil gera implicações no desenvolvimento econômico e social do país. Segundo o Relatório Mundial da Juventude 2020 (ONU) a taxa de desemprego entre os jovens é maior que a dos adultos, situação que tem piorado desde as perdas econômicas geradas pelo Covid-19. A ONU considera que os jovens precisam estar na vanguarda das inovações e mudanças globais para que o mundo tenha sucesso no desenvolvimento sustentável das próximas gerações, eles precisam ser vistos como "potenciais líderes e arquitetos de uma transformação histórica no bem-estar humano". O mundo vem testemunhando a força crescente dos jovens na construção de uma sociedade melhor. Eles estão nas ruas, nas comunidades, no debate público, defendendo seus direitos e da sociedade, mobilizando as pessoas e chamando governos do mundo à responsabilidade em respeitar, proteger e efetivar os direitos humanos. Obs. Fonte: https://www.oxfam.org.br/blog/dia-internacional-da-juventude/ Nossa motivação é que o projeto tem potencial para investir neste capital humano jovem, por meio do acesso à cultura, estímulo à criatividade e novos conhecimentos, permitindo com que este jovem perceba o mundo que o rodeia, se reconheça enquanto produtor de mudanças, fazendo com que pense o hoje, projete o futuro e gere energia para se transformar em agente de mudanças. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Em cumprimento ao art. 3° da Lei de Incentivo à Cultura o projeto atende ao objetivo: I - incentivo à formação artística e cultural II - fomento à produção cultural e artística IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais
Em documentos anexos enviamos o projeto expográfico da exposição, atendendo assim o envio de um dos documentos obrigatórios para projetos do segmento de artes visuais. Também em documentos anexos pode ser encontrada carta de intenção de patrocínio que, felizmente, obtivemos junto a um possível patrocinador.
A exposição deste projeto será montada em espaço aberto, público, estruturada em dois módulos de container marítimo de 12 metros lineares cada, com estrutura de tenda à área externa. A área total da exposição terá aproximadamente 300 metros quadrados. Em documentos do projeto pode ser visualizado o projeto expográfico/museográfico com maior detalhamento. Os containers serão adaptados para oferecerem toda a infraestrutura de uma sala expositiva, com energia, iluminação de exposição e suportes para fixação de equipamentos audiovisuais e imagens impressas. A exposição conterá aproximadamente 150 fotografias, parte em suporte digital e parte impressas em tamanhos variados de 13cmx18cm a 80cmx1metro, instalação audiovisual com projetor, televisores, painel interativo e estação de Realidade Virtual. Na área externa do container contaremos com uma tenda de 12x12metros, projetor multimídia, estações para oficinas de colagem de imagens e mobiliário para acomodar público durante a realização das atividades educativas. As fotografias impressas serão apresentadas em suportes diversos, onde faremos uso de cabos de aço, caixa de acrílico, impressões em adesivos, papel fotográfico ou impresso em PVC. Outras imagens serão apresentadas por meio de recursos tecnológicos. Quando de sua produção, após o período de captação dos recursos, o projeto buscará locais possíveis para instalar a exposição, sendo este preferencialmente local público da cidade. No projeto prevemos visitas técnicas para verificar locais e alinhar necessidades de produção. Nos comprometemos a obter alvará e licenças para o funcionamento da exposição, assegurar as vistorias técnicas do corpo de bombeiros, segurança e apoio de ambulâncias para socorro, visando a correta realização do evento. Durante o período em que a exposição permanecerá aberta à visitação teremos constantemente serviços de limpeza, brigadista, posto médico e abastecimento de água no espaço expositivo. Nota-se que durante a noite, período em que o espaço permanecerá fechado, teremos vigilância noturna. O projeto buscará contratar fornecedores que apresentem medidas de redução de impacto ambiental em seus processos de produção.
Exposição Acessibilidade Física – o local da exposição será preparado para receber público que necessite suporte de acessibilidade física. Os containers terão passagens largas para o livre trânsito de cadeiras de rodas, rampas e disponibilizaremos banheiro para deficientes. Acessibilidade para deficiente Visual – deficientes visuais contarão com equipe para recepcioná-los no espaço, conduzindo monitoria educativa pela exposição. O hotsite do projeto terá audiodescrição. Acessibilidade para deficiente Auditivo – o projeto contará com arte-educadores para as visitas monitoradas habilitados para realizar tradução em LIBRAS, atendendo assim deficientes auditivos na exposição. Contrapartida Social – Ação Formativa Acessibilidade Física – a atividade oferecida como contrapartida social será realizada no espaço expositivo, em local preparado para esta atividade. O local estará totalmente adaptado para receber deficientes físicos, com passagens largas, rampas e banheiro para deficientes. Acessibilidade para deficiente Visual – os arte-educadores que realizarão as ações de contrapartida social serão preparados para recepcionar deficientes visuais realizando a atividade oral prevista. Acessibilidade para deficiente Auditivo – profissional que desempenhe tradução em LIBRAS acompanhará a realização da contrapartida social, caso o grupo tenha pessoas que necessitem de tal atendimento.
A visitação da exposição será 100% gratuita. O projeto estabelecerá parceria com rede pública de ensino local, de modo reforçar o direcionamento da oferta do produto cultural para estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Medidas de ampliação de acesso Em cumprimento ao artigo 21 da Instrução Normativa nº 2, de 23 de abril de 2019, o projeto se compromete a: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; Consta no projeto verba para locação de ônibus para transporte de público escolar. Será disponibilizado 1 ônibus diário por 8 horas para transporte de público que tenha realizado agendamento prévio.
O proponente atuará na direção geral do projeto, supervisionando o trabalho de produção, comunicação e realizando a administração do projeto. GISELE PENNELLA – direção geral Trabalha com produção cultural desde 2007 na cidade de São Paulo, tendo iniciado sua carreira como produtora de grupos de dança premiados pelo programa de Fomento à Dança do município de São Paulo. Atualmente realiza projetos culturais com sua empresa Pas de Deux Projetos e presta consultoria em gestão cultural para diversas produtoras, empresas de entretenimento e setor público ligado a cultura. Sua formação artística se deu incialmente na Escola Municipal de Bailados de São Paulo e na Fundação das Artes de São Caetano do Sul. Graduada em Pedagogia pela USP e com pós-graduação em Gerenciamento de Projetos pelo SENAC, também foi aluna de cursos de extensão em marketing, comunicação e produção de eventos. Iniciou na produção musical junto a Art Invest Marketing Cultural na realização de projetos de música erudita e instrumental em concertos nacionais e internacionais (orquestras), séries SESI/FIESP capital e unidades do interior. Em realizações próprias organizou exposições de artes visuais nos espaços culturais da Caixa Econômica Federal das cidades de São Paulo e Brasília, produções musicais no BNDES Rio de Janeiro e outros projetos de exposição e circulação de shows musicais via editais de cultura. Sua formação na área de educação permitiu estruturação de alguns projetos conectando educação e cultura. Atuou na execução de algumas políticas públicas em programas de governo da cidade de São Paulo - Escola Aberta, Escola Municipal de Iniciação Artística e Centros de Educação Unificados. A fusão destas duas áreas de conhecimento lhe rendeu oportunidade para atuar também junto a espaços educativos de Centros Culturais e mais profundamente na coordenação e monitoramento de projetos de investimento social de empresas do setor privado. Trabalhou como analista de projetos sociais na La Fabbrica do Brasil e no Instituto Camargo Corrêa, realizando planejamento estratégico, elaboração de projetos, busca de parcerias institucionais, execução e monitoramento de ações em 7 estados do Brasil. Este trabalho exigiu relacionamento com instâncias públicas das três esferas de governo (municipal, estadual e federal) onde também desenvolveu habilidades para conduzir diálogos com comunidades locais. Em rápida passagem pela Agenda Pública - Agência de Análise e Cooperação em Políticas Públicas, organização social que atua na qualificação do setor público e mediação de interesses nas relações sociais, atuou na área de captação de recursos antes de viver por um ano fora do país. Nos anos de 2018 e 2019 foi integrante da Comissão de Análise de Projetos do PROAC ICMS (incentivo fiscal) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo. Algumas realizações em gerenciamento de projetos: Sampa em Festa 2020 – Projeto de homenagem à música popular brasileira, realizado em comemoração ao aniversário da cidade São Paulo para cerca de 5 mil pessoas. Projeto realizado via do PROAC ICMS SP. Coala Festival 2016, 2017, 2018 – Festival de música popular brasileira realizado na cidade de São Paulo para cerca de 20 mil pessoas. Projeto realizado via do PROAC ICMS SP. Batuque Sinfônico 2018 e 2019 – Concerto musical realizado entre orquestra e grupo de percussão, aproximando música erudita e popular. Projeto realizado via PROAC ICMS SP e LEI ROUANET. Polo Cultural Educação e Arte 2016, 2017 – OSCIP com atuação cultural em regiões de vulnerabilidade social da cidade de São Paulo, que promove oficinas de artes para crianças e jovens. Plano anual de atividades realizado via PROAC ICMS SP, LEI ROUANET e Emenda Parlamentar. Artes Visuais: NEGATIVE EXPERIENCE - exposição fotográfica no Espaço Cultural da Caixa em SP e Brasília. PROAC EDITAIS ARTES VISUAIS – VJ Suave, circulação do Suaveciclo em 5 cidades do Estado de SP. PROAC EDITAIS ARTES VISUAIS - Galeria Container. Música: PROAC EDITAIS MÚSICA - Gravação e Lançamento do terceiro CD de Luiz Pinheiro. DUO CALAVENTO – lançamento do primeiro CD no Museu da Casa Brasileira. OSSOBANDA, música para crianças – lançamento do primeiro e segundo CD com produção de shows em unidades do SESC SP. MARCIA NOVO, cantora do Amazonas - produção de shows em São Paulo e representação internacional. LIV MORAES, filha de Dominguinhos - produção de shows em São Paulo e representação internacional. LEANDRO FREGONEZI, nova geração do samba do RJ – produção de shows em unidades do SESC SP. NELSON RUFINO, velha guarda do samba da Bahia – produção de shows em unidades do SESC SP. GRUPO GALOCANTÔ, nova geração do samba do RJ – produção de shows em unidades do SESC SP. GRUPO QUABALES, grupo de percussão da Bahia - produção de shows em São Paulo. Produção de eventos temáticos: 2012 Seminário sobre Lei Rouanet (Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura), 2012 Seminário de Direitos Autorais (Itaú Cultural), 2013 Seminário sobre Programa de Ação Cultural do governo do Estado de São Paulo (Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo). ANDRÉ FILIPE DORNELLES – direção artística Criação, gestão, coordenação geral e produção executiva de projetos – Desde 2009, Empresa Apó Consultoria e Projetos - Publicitário e Administrador de Empresas com perfil voltado ao planejamento sênior de marketing e comunicação e à gestão plena de projetos (culturais, sociais e ambientais / sustentabilidade aplicada à gestão corporativa, conteúdos e produção de eventos) com ou sem incentivos fiscais. Desde a concepção, conceituação, pesquisas, planejamento estratégico de comunicação e ações (comunicação integrada, marketing digital, endomarketing e marketing de relacionamento), viabilidade, criação de produtos e planos de comunicação (live marketing/ promocional) e mídias (tradicionais online/ offline e redes sociais), conteúdos, comercialização e reciprocidade com investidores, implantação e desenvolvimento, produção, execução administrativo-financeira - e contábil -, análise/ diagnóstico de resultados e metas, relatórios de fechamento e prestação de contas. Ainda gestão de editais e de convênios, liderança de equipes, negociações, interlocução e articulação (Corporações, Instituições e Governo). Vivência, há mais doze anos, em gestão cultural plena, captação de recursos e prestação de contas; Há mais de 15 anos com Responsabilidade Socioambiental e Organização de Eventos. Vasta experiência em administração de empresas e processos público-administrativos (Lei 8.666, Leis de incentivo fiscal (federais e estaduais): Lei 8.313 – Lei Rouanet, ProAC – Programa de Incentivo Cultural de São Paulo, LIC – Lei de Incentivo a Cultura do Distrito Federal, entre outras leis, bem como incentivos para área de responsabilidade social). Realizou projetos especiais para os Amigos do Bem – Instituição Nacional Contra a Fome e a Miséria (Criação, Captação, Editais, Gestão e Prestação de Contas de Projetos), CO²¹ - Companhia de Restauro (Patrimônio histórico – Criação e captação de projetos culturais), MUBE – Museu Brasileiro da Escultura (Criação, Gestão e Prestação de Contas de Projetos Culturais), IVB – Instituto Victor Brecheret (Projetos Culturais: Mulheres no Universo Brecheret e Retrospectiva de Caciporé Torres, ao MuBE), Alergan (Projeto Cultural: Physis Soma – O corpo, a expressão e a poética do movimento), Instituto dos Arquitetos do Brasil (Projeto Cultural: 8ª Bienal Internacional de Arquitetura), Farah Service (Projetos Culturais), Toptrends (Projeto Cultural: Cowparade), The Group Comunicação (Projetos Culturais e de Eventos), SENAC SP (Projetos de Conteúdo e Educativos para eventos e sustentabilidade), SBD – Sociedade Brasileira de Dermatologia (Projeto Cultural: Laços de Família: Etnias do Brasil), ABRAT GLS – Associação Brasileira de Turismo GLS (Projetos de Responsabilidade Social), ABEOC – Associação Brasileita de Empresas de Eventos (Projetos de Eventos), Banco ING, Banco Bradesco, Banco Santander, PETROBRÁS, Mercedes-Benz, Prefeitura Municipal de São Paulo, Fundação BIENAL, Pirelli, Holcim, Federação das Empresas de Segurança e Transporte de Valores, UNESCO, LATAM, entre outras – Diversos Projetos Culturais. ROSELI VINCHE GENOVEZ – coordenação de produção Gestora executiva, organizadora e produtora geral de eventos e megaeventos, com expertise sênior alcançada da atuação há mais de 20 anos: em eventos corporativos, sociais e de entidades de classe, no segmento de entretenimento, incentivo à Cultura e Esporte (Leis Federal, Estadual e Municipal), de negócios setoriais, de feiras e exposições comerciais, de ações promocionais e ativações, campanhas de incentivo e relacionamento. Planejamento de operação e produção, análise de orçamentos, gestão de budget e compras, negociação e contratação de fornecedores (cenografia - montadoras, A&B, segurança, limpeza, logística, filmagem, sonorização, entre outros) e atendimento executivo a clientes (patrocínios e assessoria), visita técnica e adequação dos locais de realização, relacionamento com órgãos governamentais, autarquias, agências de governo – gestão de patrocínios e processos legais (alvarás, CET, PM, ECAD, entre outros) -, coordenação e treinamento de equipes. Realizações: Produção Executiva no projeto Batuque Sinfônico, realizado via Lei de Incentivo à Cultura. Produção para outros projetos realizados via incentivo à cultura para Instituto Natura, Trio Elétrico com Gilberto Gil no Aniversário da Cidade de São Paulo. Carnaval de São Paulo: Camarote Brahma, Produção Executiva e atendimento - Agência Diverti, Arena N1 Fan Fest Praça Recife (Copa do Mundo 2018), Banco de Eventos, Produção Executiva Expert XP 2019 - São Paulo Fashion Week (4 edições), Lançamentos Natura Homem, entre outros. Produção de filmes institucionais e publicitários, comercialização de mídia e publicidade impressa. Veículos: TV, Rádio, Jornal, Lista Telefônica. Projetos Produzidos e realizados nos últimos cinco anos (2015 a 2020) - Eventos oficiais do calendário da Cidade de São Paulo (Réveillon da Avenida Paulista - Produção Executiva e atendimento para o Guinness Book - Agência Playcorp, Natal Iluminado, Carnaval de São Paulo - logística, organização da estrutura e coordenação do camarote da Prefeitura de SP). Atividades comerciais: Captação de recursos (incluindo projetos com incentivo fiscal cultural, social e Esportivo), pesquisa e planejamento estratégico de novos negócios, gestão de parcerias com agências de comunicação e especializadas em eventos corporativos, promocionais e Incentivados através de Leis Federal, Estadual e Municipal, gerenciamento e treinamento de equipe de vendas. Principais Projetos realizados/ produzidos/ atendidos (incluindo megaeventos): Réveillon (de SP, BH, Recife) Skol Sensation (SP), HarleyDays (RJ e SP), Dineren Blanc (SP), Brahma Valley (SP), Parque da Criança (SP), Natal Iluminado (SP), Back 2 Black (RJ), Oktoberfest, Copa das Confederações (RJ, SP e BH), Copa do Mundo (FIFA FUN FEST – SP), Festa de confraternização SBT, Inauguração de nova Ala do Aeroporto Internacional de Guarulhos, Convenção e lançamento de produtos entre outros. Principais clientes atendidos – prospecção, comercialização, atendimento, gestão dos eventos (pré e pós produção): Prefeitura Municipal de São Paulo - PMSP, Petrobrás, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Magazine Luiza, Rede Globo, AMBEV, Chandon, Casa Suíça, BRF, Lindóia, UNILEVER, P&G, Agência FNAZCA, Harley Davidson, BIC, Toyota, Ford, Brasken, Bradesco, GM, Editora Globo, Editora Abril, Nestlè, Marfrig, ARCOR, PLAYCENTER, HOPI HARI, Resort Costa do Sauípe, Grupo Whirpool, Multishow, entre outros. JOANA MONTERO ORTIZ – produtora local Mestra em Comunicações e Artes (Universidade de São Paulo – 2007), Graduação em Ciências Sociais (Universidade de São Paulo – 2000). Realizações: (2020) Projeto Muriqui: narrativas e memórias de um território da Mata Atlântica Pesquisa, Projeto selecionado pela Fundação de Artes de Niterói para produção realização de um livro de 120 páginas sobre as memórias dos moradores do bairro do Muriqui. (2005–2016). Proprietária da Giramundo Consultoria Cultural, elaboração de projetos, produção executiva, prestação de contas, coordenação da equipe e gestão de diversos eventos culturais como shows, peças teatrais, exposições, lançamento de livros, debates e seminários. Os projetos foram realizados através das Leis de Incentivo à Cultura Estadual e Federal, patrocínio direto de empresas parceiras ou com os recursos de instituições tais como SESC, SESI e Prefeitura de São Paulo. (2004) Instituto GTECH, coordenadora de disseminação do Programa de Arte-Cidadania executado pela Instituição, que realizava atividades artísticas e culturais para crianças e adolescentes estudantes da rede pública de ensino. (2000 – 2003) Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, assistente de produção realizando concepção, planejamento e execução de uma série de exposições de curta e longa duração produzidas pela Instituição. Dentre as várias atividades desempenhadas estão: produção de um vídeo documental, organização dos dados catalográficos do acervo, realização de pesquisa complementar, seleção de imagens fotográficas, direção de fotos para etiquetas ilustrativas, etc. Consultorias: 2002-2003 – Implantação do Museu Cultural e Arqueológico Água Vermelha (Ouroeste/SP), 2006 – Organização e sistematização do acervo do Museu da Energia (São Paulo/SP), 2006 – Inauguração do Espaço Sóphia, centro dedicado à formação integral do ser humano. (São Paulo/SP). Exposições: 2008 – Escavando o Passado (São Paulo/SP) 2009 – Vida Após a Vida – Testemunhos da Passagem (São Paulo/SP), 2010 – Tupã Plural (Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre - Tupã/SP), 2010 – Tempo ao Tempo (Museu Hering – Blumenau/SC), 2011 – Harald Schultz – Olhar Antropológico (Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre – Tupã/SP), 2012 – Harald Schultz – Olhar Antropológico (Caixa Cultural – São Paulo/SP), 2013 – SP Rock 70 Imagem (SESC Belenzinho – São Paulo/SP). Seminários: 2012 - I Encontro Paulista – Questões Indígenas e Museus (Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre - Tupã/SP), 2012 – Universalismo e Diversidade (CCBB-SP), 2013 – I Simpósio Internacional de Pesquisa em Museologia (São Paulo/SP), 2015 – IV Encontro Paulista – Questões Indígenas e Museus (Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre - Tupã/SP). NADJA FONSECA PEREGRINO – consultoria técnica / curadoria Mestra em Comunicação (ECO/UFRJ-1990). Professora, desde 2002, do Curso de Pós-Graduação Fotografia e Imagem da Universidade Cândido Mendes. Atuou na Funarte (1977-1990, RJ) e no Centro de Artes da UFF (1990-1998, Niterói), organizando exposições de renomados fotógrafos brasileiros e estrangeiros; Como curadora independente, realizou exposições, como La revue O Cruzeiro (Chalon Sur Saune, França, 2006), Um certo Brasil (Pinghao, China, 2010), Caminhos da Fé, (Krasnodar, Rússia, 2011), Laços de Família, Etnias do Brasil (MAM, RJ, 2012) e (Fundação Mabe, SP,2012), PHysis Soma, o corpo, a expressão e a poética do movimento (Casa das Rosas, São Paulo, 2013-2014) Brasil, China, luz no lixo (CCJF, 2014), Sereias, fotografias de Fernanda Oliveira e Sérgio Carvalho, (Espaço Cultural dos Correios, 2016), Retratos inversos (CCJF, RJ, 2017) Foi premiada com as bolsas RioArte (1998) e Fundação Vitae (2004). Iintegrou a seleção dos prêmios e porfólios Hercule Florence (Brasil/França, 2003) e Comunidade Européia/Brasil, 2007, Marc Ferrez (Funarte, 2010) e ArtePará (Belém, 2010), FotoRio (2016 -17), Paraty em Foco e Premio Pierre Verger, 2017. Publicou o livro O Cruzeiro - A revolução da fotorreportagem (1991) e o texto Flutuações da fotografia contemporânea, Premio Premio Pierre Verger, 2017. Em parceria com Angela Magalhães, publicou Mato Grosso- Território de imagens (2008), Fotografia no Brasil, um olhar das origens ao contemporâneo (2005) e Fotoclubismo no Brasil: o legado da Sociedade Fluminense de Fotografia (SENAC, 2012), Sheila Oliveira, memória do tempo e das águas (DArtista Editora, Ceará, 2014). À convite do Colóquio Fotografia Bahia, (UFBA, 2017) ministrou a conferência Flutuações da fotografia contemporânea com texto publicado on-line. Participou como convidada do Festival do Conhecimento (UFRJ) com o tema Cronologia da Fotografia Brasileira e do Festival de Fotografia de Vassouras (RJ), em 2020. Atualmente, é co-curadora da ICON Artes Galeria (RJ), onde realizou a série de exposições Fotografia Arte Plural (2018-2019), visando à exibição e venda de fotografias. Entre os últimos textos publicados em co-autoria com Angela Magalhães, destaca-se Ofício de Viver publicado em Possibilidades da câmara obscura, org Ana Angélica Costa, Projeto Subsolo, RJ, 2015, Cartografia marinha, in Sereias, Fernanda Oliveira e Sérgio Carvalho, Correios, Ministério da Cultura, 2016. ANGELA MAGALHÃES - curadoria Angela Magalhães é formada em Comunicação Social (UFRJ,1980). Foi bolsista da Fulbright/Capes no International Center of Photography e na Aperture Foundation (NY, 1988/89). Como curadora de exposições do Núcleo de Fotografia / Instituto Nacional de Fotografia da Funarte (1979-2003) coordenou com Nadja Peregrino as Semanas Nacionais de Fotografia (1982-1989) e mais de uma centena de mostras entre elas José Medeiros- 50 anos de fotografia (1987); Cuba, Imagens da História, de Raul Corrales ( 1987) e Todo dia é dia de Indio, de Milton Guran (1992). Entre 1990-2003 dirigiu o setor instituindo o I Encontro Nacional de Coordenadores de Eventos fotográficos (1991) e o Prêmio Nacional de Fotografia (1995-98). Atuou em comissões nacionais e internacionais como a do Prêmio Máximo da Bienal Internacional de Fotografia de Curitiba (1996); Tenth Annual Infinity Awards (ICP NY, 1994); The International Photography Research Network- Changing Views of Brazil and Europe (Inglaterra 2006-2007). Na área de pesquisa, em co-parceria com Nadja Peregrino, recebeu os prêmios da Fundação Vitae (“Revista Realidade,1966-1976: paradigma de um fotojornalismo moderno no Brasil) e Rio Arte (“O Rio de Janeiro de José Medeiros” ) tendo publicado, ainda, os livros Fotografia no Brasil: um olhar das origens ao contemporâneo (MINC/Funarte, 2004) e Fotoclubismo no Brasil – o legado da Sociedade Fluminense de Fotografia (SENAC, 2012). Como conferencista participou do Encuentro de Fotografia Latinoamericano de Caracas (1993), do V Colóquio Latinoamericano de Fotografia, cidade do México (1996), do ciclo de conferências sobre Religiosidade Popular/ Oxford University / Brazilian Studies Center (Inglaterra, 2002) e do Encuentro Internacional de Fotografia de Montevidéu (2007). E, ainda, do Festival América do Sul (MTS-2005); Devercidade (CE-2007); Artes de Março (PI-2011); Na trilha da Imagem (RGN- 2012).
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