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PRONAC 205018Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A borboleta e o beija-flor

Marcos Almeida Pimentel
Solicitado
R$ 600,0 mil
Aprovado
R$ 600,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. Av Games
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
Juiz de Fora
Início
2020-03-10
Término
2023-03-10
Locais de realização (2)
Belo Horizonte Minas GeraisCataguases Minas Gerais

Resumo

A BORBOLETA E O BEIJA-FLOR é um fime de média-metragem de ficção, filmado e finalizado em Full HD (4k), com 50 minutos de duração. A obra aborda a temática universal da descoberta do amor e é voltada para o público infanto-juvenil. Um filme sobre encontros, descobertas e sonhos, que exalta aprticularidades e cores regionais do interior de Minas Gerais.

Sinopse

Davi é um menino de 10 anos de idade que quer se tornar jogador de futebol. Em Cataguases, na Zona da Mata Mineira, ele sonha com os olhos abertos, enxergando apenas a bola em seu destino. O pai, ex-jogador frustrado, que teve a promissora carreira interrompida por problemas no joelho, é seu maior incentivador. Vê no filho uma forma de alcançar seus sonhos não concretizados e também uma via para melhorar as condições de vida da família. A mãe, habilidosa tecelã, se divide entre o tear e os cuidados com os filhos e o marido, que vive sendo acometido por fortes dores. Leônidas, irmão mais velho de Davi, desistiu de tentar a carreira como jogador de futebol e está a ponto de partir para cursar univeridade em uma cidade maior. Os dias de Davi são dedicados ao futebol em suas mais variadas formas: jogos no colégio e na rua, treinos no campo da cidade depois da aula, futebol de botão, coleção de álbuns de figurinhas de jogadores, disputas de “bafinho”, jogos pela TV... E, também, por muitas molecagens e travessuras, capazes de enlouquecer vizinhos e o inspetor da escola, que já não sabe mais o que fazer para arrancar a bola dos pés do menino. Além disso, seu cotidiano também é marcado por uma espera intensa por Ricardinho, seu ídolo e conterrâneo, que joga em um grande clube do país e na seleção brasileira. O craque saiu de Cataguases para ganhar os gramados do mundo e volta todos os anos no Natal para rever a família. Davi espelha-se nele e aguarda ansiosamente por sua chegada a Cataguases para que autografe a bola que ganhou em seu último aniversário. Assim, Davi cresce aproveitando ao máximo o cotidiano infantil interiorano e experimentando, à sua maneira, um conflito básico de vários habitantes de cidades do interior de Minas Gerais: ficar ou partir? Em busca do sonho, seu ídolo foi embora. Volta somente no Natal para rever a família que ficou para trás. Agora, o único irmão de Davi está prestes a ir também. Vivendo estas questões, Davi espera e sonha. Até que a chegada de um pequeno circo mambembe altera sua rotina. A trupe – engraçada e nada convencional – traz para a cidade um espetáculo cheio de engenhocas, gambiarras e invenções mirabolantes, como a “Máquina de sonhos”, as “Asas da felicidade” e o “Baú dos encantamentos”. Ao conhecer Lya (11 anos), a trapezista do circo, e começar a ter contato com os anseios e estilo de vida da trupe, Davi descobre novos horizontes. Imediatamente, nasce uma amizade entre as duas crianças. E, neste encontro, o amor floresce. Uma obra sobre as descobertas que marcam o fim da infância e o início da adolescência, onde o tema univerasal do 1º amor é tratado de forma leve e inocente em um universo totalmente mineiro, recheado de hábitos típicos da infância interiorana como travessuras com os amigos, futebol na calçada, chup chup, carrinho de rolimã, bafinho e chupar manga colhida no pé. A BORBOLETA E O BEIJA-FLOR é um média-metragem de ficção com 50 minutos de duração. A obra parte das comemorações de fim de ano e, de uma forma especial, retrata o tema universal da descoberta do amor ao mesmo tempo em que exalta particularidades e cores regionais do interior de Minas Gerais. Um filme sobre encontros, descobertas e sonhos que saltam do picadeiro e extrapolam as pequenas lonas para conquistar público.

Objetivos

OBJETIVO ESPECÍFICO: - Realizar 01 filme média-metragem de ficção, com duração de 50 min, filmado e finalizado em formato digital (Full HD 4k), destinado ao público infanto-juvenil. O filme narrada a história de um menino de 10 anos, morador do interior de Minas Gerais, que sonha em ser jogador de futebol e experimenta a descoberta do 1º amor. A obra será integralmente realizada em Minas Gerais, com as filmagens acontecendo na cidade de Cataguases. Em suas ações de lançamento, o filme será exibido em Cataguases e também outras cidades da área de cobertura do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais, sendo disponibilizado sempre de forma gratuita e alcançando um público de 5.000 pessoas. - Realizar, como CONTRAPARTIDA do projeto, 01 Fórum sobre filmes de temática infanto-juvenil. Este Forum beneficiará 400 estudantes e professores da rede pública de ensino e está descrito no item DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO. OBJETIVOS GERAIS: - Chamar a atenção do público para um conflito experimentado por vários habitantes de cidades do interior de Minas Gerais: FICAR OU PARTIR? Esta questão crucial será levada à tela de uma forma singular através do ponto-de-vista de um garoto de 10 anos de idade que encontra-se em um momento de vida atravessado por esta situação. - Resgatar hábitos e costumes típicos da infância interiorana mineira cada vez mais em vias de extinção, como: frequentar pequenos circos, travessuras com os amigos na rua e na escola, futebol na calçada, bolinha de gude, chup chup, carrinho de rolimã, bafinho e chupar manga colhida no pé. - Lançar luz e destacar a importância e a função social que os pequenos circos mambembes que circulam pelo estado de Minas possuem, sobretudo para moradores de vilarejos, distritos e pequenas cidades, muitas vezes desprovidos de maiores opções de cultura, lazer e entretenimento. - Exaltar a paisagem e as particularidades de cidades do interior mineiro, palco do filme a ser realizado. - Contribuir para o fazer cinematográfico no interior do estado de Minas, mais especificamente na área de atuação do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais, onde a produção será abrigada. - Exibir o longa-metragem no circuito de festivais e mostras de cinema.

Justificativa

A BORBOLETA E O BEIJA-FLOR é uma história que reúne vários elementos diretamente relacionados à realidade, às memórias e ao imaginário dos cidadãos mineiros. Em algum momento de suas vidas, todos já refletiram sobre ficar ou deixar o estado. Minas é a unidade da federação que possui mais fronteiras com outros estados e todos os seus habitantes experimentam esta questão em diferentes etapas da vida, convivendo a todo momento com gente partindo, voltando, regressando, indo embora novamente... Isso é ainda mais forte entre os moradores de cidades do interior onde ficar ou partir torna-se um conflito básico. De acordo com a profissão escolhida, esta questão ganhará menor ou maior peso, mas é algo que _ invariavelmente - todos experimentam. Este é o drama essencial das pequenas e médias cidades do estado. A todo instante, alguém vai embora para estudar, para trabalhar, para fazer um tratamento de saúde, para tentar a vida numa cidade maior, para lançar-se no mundo... Na Zona da Mata Mineira então, isso ganha proporções ainda mais fortes e pertinentes. A proximidade com o Rio de Janeiro é extremamente sedutora e este destino converte-se em escoadouro fácil e ligeiro. Belo Horizonte também não está tão longe e oferece um universo enorme de oportunidades. Estes dois polos - RJ e BH - seduzem e "roubam" muitos mineiros nascidos em cidades do interior que sonham com novos ares longe da terra em que nasceram. O protagonista do filme A BORBOLETA E O BEIJA-FLOR experimenta esta questão de forma crucial. O irmão de Davi está a ponto de partir; seu ídolo Ricardinho foi embora e regressa à cidade somente para as festas de fim de ano; e Lya, que acaba de conhecer, já entra em sua vida com data para sair, graças ao nomadismo do circo que integra. O menino vivencia de forma profunda o que é nascer e viver em um lugar que está acostumado a ver todos partirem e, a partir de então, esperar ansiosamente por seus regressos. Outro forte elemento capaz de provocar identificação com o público está na relação com o futebol. A Zona da Mata de Minas Gerais é um tradicional celeiro de craques, que são majoritariamente escoados para os times do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte. São inúmeros os casos de mineiros nascidos nesta região do estado que tornaram-se jogadores consagrados em grandes clubes, tendo muitos deles vestido a camisa da seleção brasileira, como é o caso de Andrade, campeão mundial pelo Flamengo, e de Danilo e Davi Luiz, destaques recentes da safra nacional que disputaram as últimas copas do mundo pelo Brasil. Esta é uma realidade que mexe com o coração de mineiros acostumados a ver seus conterrâneos brilhar e de outros tantos que apontam seus sonhos para esta mesma direção. Por fim, temos na trama a presença dos pequenos circos, que fazem parte do imaginário cultural dos mineiros. Segundo dados da FUNARTE (Fundação Nacional das Artes), atualmente, o Brasil possui 2.000 circos. Apenas 50 deles são de grande porte e possuem boa estrutura. A imensa maioria é formada por pequenos circos mambembes que se apresentam por cidadezinhas do interior do país e bairros de periferia de grandes centros. Minas Gerais, por ser o estado brasileiro que tem o maior número de municípios, é justamente aquele que mais possui estes bravos circos percorrendo seu território. É fácil encontrar pequenas lonas coloridas espalhadas pelos mais variados cantos do estado, levando alegria para lugares longínquos e desprovidos de outras oportunidades de entretenimento, arte e cultura. Esta combinação de pequeno circo, futebol e o embate entre ir ou ficar faz com que a narrativa de A BORBOLETA E O BEIJA-FLOR reúna elementos capazes de seduzir espectadores de todas as partes do estado, além de revelar cenários de Minas ainda pouquíssimos explorados pela mídia, como é o caso das paisagens naturais e arquitetônicas da Zona da Mata de Minas Gerais. Todos estes elementos nos levam a crer que o filme possui um grande potencial de identificação junto ao público mineiro, justificando sua realização, e ainda contribui para incentivar o fazer cinematográfico no interior mineiro, possuindo ações descentralizadas e que visam a sustentabilidade da cadeia de produção independente e da prática audiovisual no interior do estado. Sendo assim, a obra A BORBOLETA E O BEIJA-FLOR alcança a finalidade de fomento à produção cultural e artística do Artigo 3º da Lei 8.313/91 (produção de obras cinematográficas de média-metragem) e se enquadra nos incisos II e VIII desta mesma lei (Lei 8.313/91), contribuindo para a regionalização da produção cultural e artística, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais e estimulando a produção e a difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, além de contribuir para a priorização de produtos culturais originários no Brasil (inciso IX) na formação do público infanto-juvenil, oferecendo conteúdo nacional para a formação do olhar de jovens e crianças.

Estratégia de execução

PLANO DE DISTRIBUIÇÃO Depois de finalizado, o média-metragem será exibido pelo circuito de festivais e mostras de cinema no Brasil e no exterior. Além de festivais tradicionais, também intensificaremos esta distribuição em festivais focados na temática infanto-juvenil. Após este circuito de festivais, A BORBOLETA E O BEIJA-FLOR será disponibilizado para exibição gratuita em cineclubes, escolas, centros culturais, fóruns, seminários, painéis, feiras e exposições de diferentes regiões do estado de Minas Gerais relacionados à temática infanto-juvenis, ampliando o acesso do público ao produto cultural. Depois de cumprir com estas etapas e janelas de distribuição, o filme será disponilizado para exibição na internet, de forma gratuita. PLANO DE DIVULGAÇÃO Desde o início de seu processo de feitura, a internet será o principal foco de divulgação do filme. Será realizada uma campanha de ativação nas redes sociais (facebook, instagram e youtube), a fim de criar expectativa no público para a exibição do média-metragem. Usaremos como mote das peças os elementos presentes na história, como FUTEBOL, CIRCO e CONFLITO ENTRE FICAR OU PARTIR. Assim, o público será atraído por questões que possuem apelo e poder de identificação e irá descobrindo e se envolvendo com a história a cada pílula distribuída pela internet e celular. O filme terá teasers e trailers que serão disseminados pelas redes sociais.

Especificação técnica

01 filme de média-metragem finalizado em formato digital Full HD (4K), com duração de 50 minutos, para exibição em festivais e mostras de cinema e internet.

Acessibilidade

A BORBOLETA E O BEIJA-FLOR contará com os recursos de legendagem descritiva (Legenda para surdos e ensudercidos - LSE), audiodescrição e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, ampliando seu acesso para pessoas portadoras de necessidades especiais. Com estas ações/recursos, buscamos ampliar o acesso do filme ao público portador de deficiência e necessidades especiais. Estas funções de acessibilidade estarão presentes tanto nos DVD´s e Bluray´s de divulgação da obra, quanto nas cópias disponibilizadas para exibições em festivais e mostras de cinema e canais de televisão. Também nos preocupamos com o público de pessoas com mobilidade reduzida, uma vez que o ambiente de exibição do filme é composto também por mostras e festivais de cinema. Atualmente, boa parte das salas tradicionais de exibição de cinema está adaptada para o recebimento de pessoas portadoras de necessidades especiais (cadeirantes, pessoas com restrições de movimento por questões físicas ou mentais, obesos, idosos...), ficando a escolha dos espaços onde ocorrerão as exibições a cargo da organização de cada evento. Nas sessões de lançamento do filme em Belo Horizonte e Cataguases, que estão sob a responsabilidade da equipe de realização do projeto, existe a garantia de que as salas de exibição escolhidas estarão aptas a receber público com mobilidade reduzida. Dentro do possível, faremos com que isso também ocorra nas sessões a serem programadas nos centros culturais e demais locais que compõem o circuito alternativo de distribuição do projeto. Da mesma forma, nos esforçaremos ao máximo para que as sessões de exibição do filme sejam feitas sempre em espaços que possam disponibilizar para o público os recursos de acessibilidade do projeto (LEGENDAGEM DESCRITIVA - LSE / AUDIODESCRIÇÃO), fazendo com que as sessões do filme sejam mais inclusivas e que seu conteúdo possa ser desfrutado também por pessoas portadoras de deficiência e necessidades especiais.

Democratização do acesso

O projeto possui as seguintes medidas para DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO: 1) GRATUIDADE - Todas as sessões do filme serão gratuitas. Não haverá cobrança de ingressos e nenhum DVD ou Bluray será comercializado, disponibilizando o filme sempre de forma gratuita para o público. A BORBOLETA E O BEIJA-FLOR é um produto cultural destinado ao circuito de festivais e mostras de cinema dentro e fora do país, sendo exibido sempre de forma gratuita para o público. Após a exibição em festivais e mostras de cinema, o filme será disponibilizado de forma gratuita para exibição em emissoras públicas de TV (culturais, edicativas, universitárias e comunitárias), ampliando seu acesso para expectadores acostumados à programação destes canais. O média-metragem também será disponibilizado para exibição gratuita em cineclubes, escolas, centros culturais, fóruns, seminários, painéis, feiras e exposições de diferentes regiões do estado de Minas Gerais relacionados à temática infanto-juvenis, o que amplia e democratiza ainda mais o acesso do público ao produto cultural, contribuindo também para a formação do olhar de novos espectadores para obras audiovisuais brasileiras. 2) CIRCUITOS ALTERNATIVOS DE EXIBIÇÃO - Não mediremos esforços para levar ao filme para circuitos periféricos e à margem das tradicionais salas de cinema, localizadas em favelas, morros, aglomerados, vilas, subúrbios, periferias... Centros culturais, associações de moradores, praças, quadras de escola de samba e campos de futebol são espaços a serem explorados para que os moradores de comunidades periféricas possam ter acesso ao filme de forma democrática, aproximando o filme com um público pertencente às classes D e E. 3) DISPONIBILIZAÇÃO DO PRODUTO NA INTERNET - Após sua trajetória por festivais, vamos disponibilizar o filme na internet em link aberto e sem restrições de download (gratuito), na plataforma Vimeo (www.vimeo.com), que - diferentemente do Youtube - não gera receira e nem monetiza os conteúdos que exibe. Esta ação visa ampliar o alcance e democratizar o acesso à obra. Qualquer pessoa que pesquise pelo título do filme na internet, encontrará o link dele no Vimeo e poderá assistir e/ou baixar a obra de forma gratuita e sem gerar receitas para quem o publicou na plataforma. Também para ampliar seu alcance, o filme contará com os recursos de legendagem descritiva (LSE), audiodescrição e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, atingindo assim um público formado por pessoas portadoras de necessidades especiais. Visando ainda ampliar suas ações de democratização de acesso, o projeto possui as seguintes ações formativas como CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: - FÓRUM SOBRE FILMES BRASILEIROS DE TEMÁTICA INFANTO-JUVENIL Realização de 01 Fórum composto por exibição de filmes (longas e curtas) brasileiros recentes com temática infanto-juvenil e um seminário para debater os desafios do cinema feito para crianças e jovens numa era de múltiplas telas. Os painéis e mesas de debate do fórum pretendem responder à seguinte questão: “de que forma conteúdos audiovisuais de temática infanto-juvenil podem se tornar aliados no processo de ensino-aprendizagem?” Este Fórum terá duração de 3 dias e será realizado na cidade de Cataguases, no Centro Cultural Humberto Mauro (capacidade para 220 pessoas), com entrada gratuita para o público. O Fórum beneficiará 400 pessoas e tem como público-alvo professores e estudantes de escolas públicas de Cataguases e região, que serão convidados para estar presentes no evento. Haverá também distribuição de pipocas para os estudantes e participação de 02 arte-educadores, caracterizados como os personagens CARTOLA e CARTELA para receber os estudantes e debater os filmes com eles, após as sessões.

Ficha técnica

MARCOS PIMENTEL – DIRETOR e ROTEIRISTA Diretor formado pela Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños (EICTV – Cuba) e especializado em Cinema Documentário pela Filmakademie Baden-Württemberg, na Alemanha. Também é graduado, no Brasil, em Comunicação Social (UFJF) e Psicologia (CES-JF). Diretor e roteirista de filmes que foram exibidos em mais de 700 festivais de 52 países e ganharam 92 prêmios por festivais internacionais, como A parte do mundo que me pertence (HD / 84 min / 2013), Sopro (35mm / 73 min / 2013), Sanã (35mm / 18 min / 2013), A poeira e o vento (35mm / 18 min / 2011), Taba (35mm / 16 min / 2010), Pólis (35mm / 22 min / 2009), A arquitetura do corpo (35mm / 21 min / 2008) e O maior espetáculo da Terra (35mm / 15 min / 2005). Sopro, seu 1º longa-metragem teve estréia mundial no renomado festival Visions Du Réel, na Suíça, e foi exibido em 72 festivais de 16 diferentes países. A parte do mundo que me pertence, seu 2º longa-metragem foi lançado no último Festival do Rio (2017), onde ganhou o prêmio de MELHOR FILME da Première Brasil – Novos Rumos. Entre suas produções para televisão destacam-se o telefilme Dia de Reis (Ficção / 42 min / 2018), co-produzido pela Globo Filmes e exibido como Especial de Fim de Ano pela emissora Globo Minas para todo o estado de Minas Gerais; o telefilme Ruminantes (HD / 20 min / 2005), exibido para toda Europa pelo Canal ARTÈ (França e Alemanha); o telefilme Horizontes mínimos (HD / 52 min / 2012), contemplado pelo DOCTV América Latina e exibido em emissoras públicas de 15 países latino-americanos; o telefilme Pequenas lonas (HD / 52 min / 2012), exibidos pela TV Brasil e TV Cultura; a série Diários sobre o corpo (HD / 5 x 26 min / 2017) e o telefilme As batalhas da fé (HD / 52 min / 2017), contemplados pelo Prodav 11 – Edital de Conteúdo para TVs Públicas e atualmente em exibição em 220 emissoras públicas de TV (culturais, educativas, universitárias e comunitárias) de todo território nacional. Desde 2009, é professor do departamento de documentários do curso regular da Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños (EICTV – Cuba), onde ministra aulas para alunos do curso regular, da maestria documental e dos talleres internacionales. Desde 2012, é coordenador audiovisual da Agência de Desenvolvimento do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais, sediado em Cataguases, sendo responsável pelos projetos da área de formação audiovisual. Vive e trabalha em Belo Horizonte. É sócio-proprietário da empresa produtora TEMPERO FILMES, proponente do projeto. Portfólio: https://vimeo.com/user7130770 // www.temperofilmes.com PRODUÇÃO EXECUTIVA: LUANA MELGAÇO Formada em Comunicação Social pela UFMG. Dedicada à produção audiovisual desde 2005, é sócia da produtora Anavilhana desde 2009 e foi membro da Teia entre 2010 e 2014. Assina a produção e produção executiva de curtas e longas-metragens de diretores como Clarissa Campolina (GIRIMUNHO | Ficção, 2011 e CANÇÃO AO LONGE | Ficção, 2019), Helvécio Marins Jr (GIRIMUNHO | Ficção, 2011), Marcos Pimentel (DIA DE REIS | Ficção, 2018, A PARTE DO MUNDO QUE ME PERTENCE | Documentário, 2017, SOPRO | Documentário, 2013, SANÃ | Documentário, 2013, HORIZONTES MÍNIMOS | Documentário, 2012 | A POEIRA E O VENTO| Documentário, 2011, PÓLIS | Documentário, 2009, A ARQUITETURA DO CORPO | Documentário, 2008), Marília Rocha (A CIDADE ONDE ENVELHEÇO | Ficção, 2016, A FALTA QUE ME FAZ | Documentário, 2009 e ACÁCIO | Documentário, 2008), Sérgio Borges (O CÉU SOBRE OS OMBROS | Ficção, 2010 e COIOTE | Ficção, 2019), entre outros. Seus filmes foram exibidos e premiados nos mais importantes festivais de cinema no Brasil e no mundo, como Veneza, Locarno, Roterdã, IndieLisboa, Mar del Plata, Brasília, Festival do Rio, Mostra de Cinema de São Paulo e etc, além de terem sido lançados comercialmente em salas de cinema, televisão e DVD. Foi professora universitária durante 3 anos e frequentemente ministra oficinas sobre temas relacionados à produção. DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA: MATHEUS ROCHA Estudou Comunicação na UFBA e, em 2001, ingressou na Escuela Internacional de Cine y TV de San Antonio de los Baños, Cuba, onde se graduou em Direção de Fotografia. Na Alemanha, especializou-se em Design/Kamera na Fachhochschule Dortmund (Universidade de Artes e Ciências Aplicadas). Desde 2005 reside em São Paulo, onde fotografou documentários de Jorge Bodanzky, Tadeu Jungle e Lírio Ferreira. Em 2007, fotografou o curta Um Ramo (Ficção, 2007), que ganhou o Prêmio Découverte Kodak na Semana da Crítica de Cannes. Em 2011, voltou a Cannes competindo na Un Certain Regárd como diretor de fotografia do longa-metragem Trabalhar Cansa (Ficção, 2011), de Marco Dutra e Juliana Rojas. Entrou em cartaz também com A Coleção Invisível (Ficção, 2013), longa de Bernard Attal vencedor do Prêmio do Público no festival de Gramado. Ainda em 2013, estreou no festival Visions du Réel o longa documentário Sopro, de Marcos Pimentel, e o longa-videodança Pinta, de Jorge Alencar, que foi destaque no Indie Lisboa de 2014. Em 2015, Nova Dubai (Ficção, 2015), de Gustavo Vinagre, foi escolhido um dos três melhores filmes do ano por Bruce LaBruce, papa do cinema queer. Em 2016, estreou o longa Elon Não Acredita Na Morte (Ficção, 2016), de Ricardo Alves Jr, que competiu no Festival de Roterdã 2017 e no festival tcheco para diretores de fotografia Ostrava Kamera Oko 2017. Em 2017, fotografou o curta-metragem Just Past Noon on a Tuesday (Ficção, 2017), do diretor queer norte-americano Travis Mathews. No Festival do Rio, ganhou o prêmio de Melhor Filme da Competição Novos Rumos com A Parte do Mundo Que Me Pertence, documentário de longa-metragem de Marcos Pimentel. TÉCNICO DE SOM DIRETO: VÍTOR BRANDÃO Técnico de som direto. Formação em Cinema e Audiovisual (PUC Minas), Sound Designer (EICTV San Antonio de los Baños – Cuba) e Publicidade e Propaganda (PUC Minas), tendo se graduado na linha de pesquisa: Cinema Brasileiro – A retomada (2015). Foi responsável pelo som direto dos seguintes filmes: VITÓRIA (Ficção, 2018), de Ricardo Alves Jr; ARQUITETO DE ENCONTROS (Documentário, 2018), de João Borges; NO CAMINHO DE VOLTA (Documentário, 2018), de Daniela Thomas; NO CORAÇÃO DO MUNDO (Ficção, 2017), de Maurílio Martins e Gabriel Martins; LENÇÓIS DE INVERNO (Ficção, 2017), de Bruno Rubim; ADEBARÃ (Ficção, 2016), de Juliana Antunes; PLANO CONTROLE (Ficção, 2016), de Juliana Antunes. Também foi responsável pelo som direto da série UM MORRO DO BARULHO (Ficção, 2016), de Vinícius Cabral, produzida pelo edital de TV´s Públicas da ANCINE / FSA e exibida em 2017 e 2018 em 220 emissoras públicas do país. Trabalhou como microfonista nos filmes A TERRA TREME (Ficção, 2017), de Walter Salles; O NATAL DE RITA (Ficção, 2017), de Ricardo Alves Jr.; Série 3% - etapa BH (Ficção, 2017), de Cesar Charlone / Boutique Filmes / Netiflix. MONTAGEM: IVAN MORALES JR. Ivan Morales Jr. é formado em Montagem pela Escuela Internacional de Cine y TV (EICTV) em Cuba e com especialização em dramaturgia pela Academy of Media Arts de Colônia, na Alemanha. Trabalha no Brasil e na Alemanha como editor de documentários e ficções para cinema e televisão. No Brasil, trabalhou com Marcos Pimentel em muitos filmes onde ganharam prêmios como: Melhor Montagem no Festival de Brasília de 2008 com A Arquitetura do Corpo (Documentário, 2008), e Melhor Filme no Festival É Tudo Verdade de 2011 com A Poeira e o Vento (Documentário, 2011). Na Alemanha, trabalhou como editor e consultor de dramaturgia em diversos filmes para cinema e televisão. Desde 2009, é professor na especialidade de Montagem da EICTV em Cuba. Como diretor, realizou três curtas-metragens também premiados em festivais nacionais e internacionais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.