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PRONAC 205024Apresentou prestação de contasMecenato

AMAZÔNIA - SEBASTIÃO SALGADO (EDIÇÃO SÃO PAULO E SALVADOR)

MARE PRODUCOES CULTURAIS E CINEMATOGRAFICAS LTDA
Solicitado
R$ 3,22 mi
Aprovado
R$ 3,14 mi
Captado
R$ 3,14 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (10)
CNPJ/CPFNomeDataValor
23025711000116Cia Itaú de Capitalização1900-01-01R$ 1,00 mi
04913711000108Banco do Estado do Pará 3S.A.1900-01-01R$ 600,0 mil
40430971000196ITAU UNIBANCO ASSET MANAGEMENT LTDA1900-01-01R$ 435,7 mil
61194353000164Itaú Corretora de Valores S/A1900-01-01R$ 410,0 mil
03467321000199ENERGISA MATO GROSSO - DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.1900-01-01R$ 202,0 mil
65654303000173DIBENS LEASING S/A - ARRENDAMENTO MERCANTIL1900-01-01R$ 190,0 mil
15413826000150ENERGISA MATO GROSSO DO SUL - DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.1900-01-01R$ 118,0 mil
13017462000163ENERGISA SERGIPE - DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A1900-01-01R$ 78,0 mil
25086034000171Cia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins - Celtins1900-01-01R$ 77,0 mil
07282377000120CAIUA - DISTRIBUICAO DE ENERGIA S.A.1900-01-01R$ 25,0 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-02-28
Término

Resumo

"Amazônia - Fotografias de Sebastião Salgado", reúne uma série de fotografias inéditas em grande formato, fruto de uma imersão do artista na floresta amazônica em viagens realizadas ao longo de seis anos. Um pouco da cultura dos povos que vivem na Amazônia será apresentada através de sete documentários, com depoimentos de lideranças indígenas. A exposição apresenta ainda um documentário onde o fotógrafo, Sebastião Salgado, e a curadora, Lélia Wanick Salgado, falam sobre o processo de criação realizado ao longo desses seis anos. Duas salas de projeção apresentam, ainda, cerca de 200 fotos digitalizadas. O projeto faz uma imersão na cultura amazônica, levantando importantes questões sobre o bioma e as diversas etnias que ali habitam. Como contrapartida social serão oferecidas visitas guiadas para grupos de estudantes e professores da rede pública de ensino. A exposição será apresentada, inicialmente, na cidade de São Paulo, no Sesc Pompeia, por um período de cinco meses.

Objetivos

1. Objetivo GeralO projeto tem por objetivo geral a produção e exibição da exposição ?Amazônia?, que apresenta 203 fotografias de Sebastião Salgado em grande formato, um conjunto de imagens digitais exibidas ao som de trilha sonora especialmente composta por Rodolfo Stroeter e Jean Michel Jarre, além de sete documentários com depoimentos de sete lideranças indígenas, depoimentos do artista e da curadora. A exposição será apresentada no Sesc Pompeia, na cidade de São Paulo, por um período de cinco meses, e em seguida será apresentada na cidade de Salvador, no Museu de Arte Moderna, por um período de três meses. Esse trabalho é fruto de uma imersão do fotógrafo Sebastião Salgado na região amazônica, em diversas viagens realizadas ao longo de seis anos, quando doze povos indígenas foram retratados: os Kuikuro, os Kamayura, os Waura, os Macuchi, os Zoé, os Yanomami, os Suruwara, os Ashaninka, os Yawanawa, os Marubo, os Korubo e os Awa. Trata-se de um registro artístico da maior floresta tropical do mundo, feita por esse brasileiro, aclamado nos cinco continentes como um dos maiores fotógrafos da atualidade. O projeto ?Amazônia? foi desenvolvido a quatro mãos por Sebastião Salgado e pela curadora e autora da concepção de projeto expográfico, Lélia Wanick Salgado. 2. Objetivos EspecíficosSão Paulo- Impressão das 203 imagens em grande formato, que serão apresentadas na exposição;- Edição, montagem, sonorização, legendagem, finalização (pós-produção) dos documentários sobre os povos indígenas;- Elaboração de vídeo com depoimentos do fotógrafo e da curadora sobre o processo de criação da exposição (captação, edição, montagem, sonorização, legendagem, finalização);- Confecção das molduras e caixas de transporte das 203 imagens que serão apresentadas na exposição;- Elaboração de projetos expográfico, de iluminação, projeção, sonorização e de acessibilidade para a exposição;- Construção do projeto expográfico;- Locação e instalação de equipamentos de iluminação, projeção e sonorização para a exposição;- Obtenção de licenças para utilização das obras fotográficas e videográficas apresentadas na exposição;- Definição do conteúdo a ser trabalhado nas visitas monitoradas propostas a título de contrapartida social; - Implantação do projeto de acessibilidade (mapa tátil, legendas em braile, audiodescrição, piso tátil, reprodução de 8 obras em relevo texturizado, janela de libras para vídeos) - Formação de educadores para visitas guiadas para estudantes e professores da rede pública de ensino propostas como contrapartida social;- Produção e instalação de material de comunicação e de divulgação;- Contratação de equipe de produção para a realização do projeto;- Contratação de equipe de divulgação;- Contratação de advogado e contador;- Apresentação da exposição no Sesc Pompeia, em São Paulo, gratuitamente, por um período de cinco meses.Salvador- Transporte das imagens que serão apresentadas na exposição;- Elaboração de projetos expográfico, de iluminação, projeção, sonorização e de acessibilidade para a exposição;- Construção do projeto expográfico;- Locação e instalação de equipamentos de iluminação, projeção e sonorização para a exposição;- Obtenção de licenças para utilização das obras fotográficas e videográficas apresentadas na exposição;- Definição do conteúdo a ser trabalhado nas visitas monitoradas propostas a título de contrapartida social; - Implantação do projeto de acessibilidade (mapa tátil, legendas em braile, audiodescrição, piso tátil, reprodução de 8 obras em relevo texturizado, janela de libras para vídeos) - Formação de educadores para visitas guiadas para estudantes e professores da rede pública de ensino propostas como contrapartida social;- Produção e instalação de material de comunicação e de divulgação;- Contratação de equipe de produção para a realização do projeto;- Contratação de equipe de divulgação;- Contratação de advogado e contador;- Apresentação da exposição no Museu de Arte Moderna, em Salvador, gratuitamente, por um período de três meses.

Justificativa

Ao longo de cinquenta anos de carreira, o fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado retratou as realidades de povos do mundo, apresentadas ao público na forma de exposições e livros, sucesso de público e crítica no mundo todo. Difícil eleger a obra mais importante de Sebastião Salgado. Talvez possamos dizer que "Gênesis" (2013), "Terra" (1997), "Êxodos" (2000) e "África" (2007) sejam os mais conhecidos mundialmente _ como a menina de olhos claros e cabelos desgrenhados da capa de "Terra" _, mas como não citar "Trabalhadores" (1996), "Serra Pelada" (1999), "Outras Américas" (2000) ou "Retratos de Crianças do Êxodo" (2000)? Salgado conta que a foto que o tornou famoso, é a que registra o atentado contra o presidente norte-americano Ronald Regan _ foi feita por acidente. Um "instinto" o fez sair do local onde estavam todos os fotógrafos e, acidentalmente, dirigir-se exatamente para onde o atentado aconteceria. É como se o fotógrafo se posicionasse não apenas tecnicamente no melhor local, mas sim compreendesse qual o ponto de vista que conta melhor aquele recorte da história. Assim parecem feitas as fotografias de Salgado, que não são apenas um registro do cotidiano _ englobam o envolvimento do fotógrafo com aquela realidade. São semanas, às vezes meses, imerso dentro da comunidade para que passe a fazer parte do cotidiano das pessoas. Dentro do possível, deixando de ser o completo estrangeiro para as pessoas da comunidade, e perdendo parte da visão do estrangeiro, compreendendo sua cultura e seus costumes. As ferramentas da sociedade urbana _ o estúdio improvisado no meio da floresta _ servem para pôr em destaque os homens e mulheres indígenas, dado que mesmo uma simples folhagem acaba por distrair o olhar curioso de quem vê a exuberância da Amazônia pela primeira vez. Em "Amazônia", esta imersão ocorreu ao longo de seis anos, no período de 2013 a 2019, dedicada a apenas uma região do país, como poucas vezes o fez em sua carreira _ "Êxodos", por exemplo, têm retratos de cerca de 40 países diferentes. Dezenas de viagens para retratar doze povos indígenas, habitantes da floresta amazônica no Acre, Amazonas, Roraima e Mato Grosso, de povos já integrados com a cultura do homem branco a povos cujo contato com a civilização se resume aos técnicos da FUNAI e ao exército brasileiro. Salgado, inclusive, ressalta a importância tanto da FUNAI quanto do exército nessa região tão complexa e inóspita para o homem urbano. Longe dos olhos de grande parte da população é onde acontece o trabalho mais importante do exército brasileiro: cuidar de nossas terras e, principalmente, de nossas fronteiras. Muitas vezes, o fotógrafo ficou em quarentena nas dependências do exército e/ou da FUNAI para que pudesse ter acesso aos povos sem contaminá-los com doenças da cidade. Em outras tantas, apenas voando com o exército ou pegando uma "carona" nos barcos da FUNAI é que Salgado conseguiu ter acesso a determinadas regiões. Atualmente, em meio à crise global, a Amazônia têm sido tema de debates e discussões acaloradas sobre o seu futuro e sua importância. Salgado a traz de volta ao centro do debate, porém revelando suas belezas, na tentativa de reproduzir a experiência da floresta para a grande população. Sua imensidão reproduzida em uma seleção de 203 imagens impressas em grande formato, além de centenas de imagens que serão projetadas em duas salas especiais com trilha sonora original assinada pelo compositor Rodolfo Stroeter, e documentários com entrevistas com lideranças indígenas, além de entrevistas com o próprio fotógrafo Sebastião Salgado e com a curadora e autora da concepção do projeto gráfico, Lélia Wanick Salgado. Ao longo de sua carreira, Sebastião Salgado recebeu praticamente todos os prêmios mais importantes da fotografia no mundo, tendo sua história registrada no filme "O Sal da Terra", dirigido por Wim Wenders e Juliano Salgado, indicado ao Oscar 2015 de Melhor Documentário. Sebastião Salgado é também conhecido por colaborar com diversas instituições como Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, (ACNUR), a Organização Mundial da Saúde (OMS), a ONG Médicos sem Fronteiras e a Anistia Internacional. Além disso, as exposições de Salgado atraem um grande público, atingindo marcas acima de 1 milhão de visitações. Para "Amazônia", dentro do contexto atual, prevemos um público aproximado de 300 mil pessoas por edição _ São Paulo e Rio de Janeiro _, o que acaba por tornar o custo por pessoa baixo (média de R$ 12,5 por pessoa). As exposições serão abertas com ingressos a preços populares. Por tratar-se de uma exposição de fotografia inédita, de um artista reconhecido internacionalmente, o qual contempla imagens que registram um dos maiores patrimônios brasileiros _ a floresta amazônica e os povos originários _, o projeto "Amazônia" atende aos requisitos da Lei 8.313/91, conforme o Art. 1º, parágrafos I, III, IV, VI, VII, VIII e IX, e ao Art. 3º, parágrafo II, alínea "c", e parágrafo III, alínea "d", conforme abaixo: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;

Especificação técnica

AMAZÔNIA ESPECIFICAÇÃO DAS FOTOGRAFIAS A SEREM IMPRESSAS 203 fotografias (aprox.) impressão fineart Dimensões | 100 x 150 cm | 120 x 180cm | 150 x 225cm | 60 x 90cm | 50 x 60cm

Acessibilidade

O projeto ?Amazônia?, conforme previsto no Art. 18, da Instrução Normativa N. 2, de 23 de abril de 2019, regulamentado pela Lei N. 13.146/2015 e Decreto N. 9.404/2018, contempla medidas de acessibilidade, abaixo descritas: Produto Exposição de Artes VisuaisSão Paulo | Sesc Pompeia Acessibilidade física: o espaço do Sesc Pompeia não apresenta nenhum barreira física que impeça o acesso de cadeirantes e portadores de necessidades especiais; Acessibilidade para deficientes visuais: 02 mapas táteis, além da execução de 6 obras em alto relevo e legendas em braile; Acessibilidade para deficientes auditivos: Audiodescrição e LIBRAS em todos os vídeos da exposição. Salvador | Museu de Arte ModernaAcessibilidade física: o espaço do Museu de Arte Moderna não apresenta nenhum barreira física que impeça o acesso de cadeirantes e portadores de necessidades especiais;Acessibilidade para deficientes visuais: 02 mapas táteis, além da execução de 6 obras em alto relevo e legendas em braile;Acessibilidade para deficientes auditivos: Audiodescrição e LIBRAS em todos os vídeos da exposição. Produto Contrapartidas SociaisSão Paulo | Sesc Pompeia Acessibilidade física: o espaço do Sesc Pompeia não apresenta nenhum barreira física que impeça o acesso de cadeirantes e portadores de necessidades especiais; Acessibilidade para deficientes visuais: 02 mapas táteis, impressão de 6 obras em alto relevo e legendas em braile, além de monitoria treinada para a utilização das ferramentas de acessibilidade; Acessibilidade para deficientes auditivos: Audiodescrição e LIBRAS em todos os vídeos da exposição. Salvador | Museu de Arte Moderna?Acessibilidade física: o espaço do Museu de Arte Moderna não apresenta nenhum barreira física que impeça o acesso de cadeirantes e portadores de necessidades especiais;Acessibilidade para deficientes visuais: 02 mapas táteis, impressão de 6 obras em alto relevo e legendas em braile, além de monitoria treinada para a utilização das ferramentas de acessibilidade;Acessibilidade para deficientes auditivos: Audiodescrição e LIBRAS em todos os vídeos da exposição. Todos os custos para a adoção das medidas de acessibilidade foram incluídos no orçamento do projeto.

Democratização do acesso

Em consonância com o art. 21, da referida Instrução Normativa N. 02/2019, a proposta prevê a adoção das seguintes ações medidas de ampliação de acesso: descritas nos seguintes incisos: IV - permitir a captac?a?o de imagens das atividades e de espeta?culos ou autorizar sua veiculac?a?o por redes pu?blicas de televisa?o e outras mi?diasTais medidas serão anotadas tanto na montagem da cidade de São Paulo, no Sesc Pompeia, quanto na montagem da cidade de Salvador.

Ficha técnica

CURRÍCULOS DA EQUIPE SEBASTIÃO SALGADO Fotografia Artística Iniciou a carreira nos anos 1970, como fotojornalista para agências como Sygma e Magnum. Encarregado de cobrir os 100 dias de Ronald Regan, realizou a foto que o deixaria famoso. Passou então a realizar as séries que se tornariam emblemáticas, como “Trabalhadores” (1996), “Terra” (1997), “Outras Américas” (1999), “Retratos de Crianças do Êxodo” (2000), “Êxodos“ (2000), “África” (2007) e “Gênesis” (2013). Recebeu centenas de prêmios de fotografia, como o Prêmio World Press Photo (1989), o Prêmio Internacional da Fundação Hasselblad (1989) e o Prêmio World Photo Oskar Branck (1991, 1992, 1985), além do Prêmio Jabuti (1998), na categoria Reportagem, e o Prêmio Unesco. É fundador da organização sem fins lucrativos Instituo Terra e colabora com organizações humanitárias como o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, (ACNUR), a Organização Mundial da Saúde (OMS), a ONG Médicos sem Fronteiras e a Anistia Internacional. É também membro da Academia de Belas Artes da França. LÉLIA WANICK SALGADO Concepção do Projeto Gráfico e Curadoria Formada em arquitetura pela Ecole National Supérieure de Beaux Arts e Urbanismo, da Universidade Paris VIII, é curadora, autora e produtora gráfica. Fundou as revistas Photo Revue e Longue Vue, além da agência de imprensa fotográfica Amazonas Images. Assina os projeto gráficos e a curadoria das exposições e livros de arte “Gold” (1999), “Retratos de Crianças do Êxodo” (2000), “África” (2007) e “Gênesis” (2013), de Sebastião Salgado. Ao lado do fotógrafo, criou o Instituto Terra, organização ambientalista que visa promover a restauração do vale do Rio Doce e também realiza ações nas áreas de educação ambiental, pesquisa científica e desenvolvimento sustentável. ALVARO RAZUK - (Responsável Legal - Proponente) Direção Geral e Produção Executiva Formado em arquitetura, desde 1989 desenvolve projetos museográficos, cenográficos e arquitetônicos no Brasil e em diversos países, além da direção e coordenação de produção. Dentro os principais projetos, destaque para “Gênesis - Sebastião Salgado” (Rio de Janeiro e São Paulo, 2013), “Ocupação Artigas” (Itaú Cultural, 2015) e “Millôr Fernandes – Obra Gráfica” (IMS RJ, 2016), “32ª Bienal de São Paulo – Incerteza Viva” (Pavilhão da Bienal, 2016), “Rever – Augusto de Campos” (SESC Pompeia, 2016), “Anita Malfatti: 100 anos de arte moderna” (MAM São Paulo, 2017), Rivane Neuenschwander: alegoria do medo” (Alemanha, 2018) e “Marc Ferrez – Território e Imagem” (IMS, 2019). ADELAIDE D’ESPOSITO Coordenação de Produção - Arte Formada em Arquitetura pela FAU – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, atua na coordenação de produção de exposições de arte desde 2008. Tem ampla experiência em montagem e desmontagem de exposições, e conservação, com passagem pela Fundação Bienal de São Paulo (2014-2017), Grand-Duché de Luzembourg Consulat Général (2017-2019) e Galeria Nara Roesler (2018-2019). Fundou a produtora de arte Pink Pineapple (2018), realizando a coordenação de exposições como “Ernesto Neto Soplo – Museo Malba” (Pinacoteca do Estado de São Paulo, 2019), “Entrevendo Cildo Meirelles” (SESC Pompeia, 2019) e “GOLD Serra Pelada – Sebastião Salgado” (SESC Birigui, 2020). WALERIA DIAS Coordenação de Produção - Arquitetura Tradutora de formação, realiza produção de eventos e exposições de arte desde 2008. Durante dez anos, realizou produção e coordenação de produção para a Fundação Bienal de São Paulo. Em 2018, fundou a produtora de arte Pink Pineapple, pela qual realizou exposições como “Ernesto Neto Soplo – Museo Malba” (Pinacoteca do Estado de São Paulo, 2019), “Entrevendo Cildo Meirelles” (SESC Pompeia, 2019) e “GOLD Serra Pelada – Sebastião Salgado” (SESC Birigui, 2020). LEÃO SERVA Textos e Entrevistas Mestre e doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, com trabalhos sobre Jornalismo de Guerra, e pós-doutorando em Neuroestética das imagens sobre fotografias de guerra, na ESPM. É Diretor de Jornalismo da TV Cultura de São Paulo e colaborador da Folha de S.Paulo. Publicou os livros “Um Tipógrafo na Colônia” (Publifolha, 2014), “A Desintegração dos Jornais” (Reflexão, 2014), “Como Viver em São Paulo Sem Carro (3 edições)” (Santa Clara Ideias, 2012, 2013, 2014), “#MalditosFios” (Santa Clara Ideias, 2013), “Jornalismo e Desinformação” (Senac, 2001), “Babel – A Mídia antes do Dilúvio...” (Mandarim, 1997), “A Batalha de Sarajevo” (Scritta, 1994) e “Mensagens da Virgem Maria em Medjugorje” (1989). RODOLFO STOETER Direção e Produção Musical – Trilha Sonora Contrabaixista, compositor e produtor artístico, trabalha no cenário musical brasileiro desde o final da década de 70. É um dos músicos fundadores do grupo Pau Brasil (1978), além de ter integrado a formação de dois grupos instrumentais históricos, o Divina Increnca e o Grupo UM. Pelo selo musical Pau Brasil Music, fundado em 1994, produziu artistas como Joyce, Gilberto Gil, Banda Mantiqueira, Sérgio Santos, Marlui Miranda, Mônica Salmaso, entre outros. Foi diretor artístico da orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo entre 1991 e 1995. É também compositor de trilhas sonoras para espetáculos como “IllumiNations” e “Jardim Oriental dos Primeiros Desejos”, do diretor Ismael Ivo, da companhia Balé da Cidade de São Paulo. JULIANO SALGADO Direção Audiovisual e Produção Executiva – Documentário Diretor, Roteirista e Produtor, formou-se na London Film School. Seu primeiro filme, “Suzanna” (1996), realizado para a rede de televisão ARTE, retratava as mina antipessoais terrestres em Angola. Realizou documentários em diversos países como Etiópia, Afeganistão e Brasil. Seu ultimo documentário, “O Sal da Terra”, co-dirigido por Wim Wenders, foi distribuído em todo o mundo tendo sido premiado na Sessão “Um Certo Olhar”, da Mostra Oficial do Festival de Cannes, onde recebeu o prêmio especial do Júri. Recebeu ainda os Prêmios de Público no Festival de San Sebastian, o Prêmio de Melhor Documentário no Cesar 2015, entre outros. Em 2015, foi nomeado ao Oscar de Melhor Documentário.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2023-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo