| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 451,0 mil |
| 04913711000108 | Banco do Estado do Pará 3S.A. | 1900-01-01 | R$ 160,0 mil |
O projeto "Caminhos da Arqueologia na Amazônia - Carajás" consiste na realização de exposição cultural nas cidades paraenses de Parauapebas e Canaã dos Carajás, com mostra de cerâmicas e artefatos, fotos, documentos e outros materiais que demonstram de maneira didática como se deu a ocupação humana no sudeste do Pará. A exposição, que terá acesso presencial controlado em função da pandemia do covid 19 (e também exposição virtual), é composta por réplicas de peças arqueológicas originais, vindas da região de Carajás, e já expostas no Museu Paraense Emílio Goeldi em 2016, na exposição "Origens _ Amazônia Cultivada". Além da exposição, haverá a pintura artística das fachadas de várias casas, de duas comunidades locais, uma em cada município, com a criação de galerias ao ar livre, com obras alinhadas com a temática do patrimônio arqueológico exibido na exposição. Também serão realizadas gratuitamente as oficinas sobre "Patrimônio arqueológico", Elaboração de projetos culturais - artes visuais, Pintura, Bordado, Produção de embalagens artesanais e Mediador de expoição de artes visuais. Como contrapartida social será realizado o workshop "Arqueologia para a juventude". O projeto foi pré-selecionado na CHAMADA VALE DE PATROCÍNIOS 2021.
1 – EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS 1.1 - Curadoria: seleção de peças do acervo original sob guarda do Museu Paraense Emílio Goeldi, que serão replicadas pelos artistas do projeto “Replicando o passado” para a comporem o acervo da exposição nas cidades paraenses de Parauapebas e Canaã dos Carajás. Essa curadoria será feita pela profissional Edithe Pereira. 1.2. - Produção das obras de arte que irão compor a exposição “Origens – Amazônia Cultivada”: trabalho a ser realizado por ceramistas do Distrito de Icoaraci, Belém – PA, integrantes do projeto “Replicando o passado”, desenvolvido pelo Museu Goeldi. 1.3 - Montagem da exposição “Origens – Amazônia Cultivada”: montagem da exposição com as obras nas cidades de Parauapebas, possivelmente no Partage Shopping, e em Canaã dos Carajás, possivelmente na Casa de Cultura do município. 1.4 – Criação de galerias ao ar livre: projeto “Arte à céu aberto”, executado por artistas convidados nas cidades de Parauapebas – PA e Canaã dos Carajás – PA, com a pintura das fachadas de várias casas com o tema “Arqueologia em Carajás”, como forma de dar visibilidade à exposição principal e fomentar o turismo na região. As obras em grande dimensão serão pintadas pelos paraenses Guataçara Monteiro, Waldir Lisboa, Odair Mindello, Andy Santos, pelo pernambucano Peron Ramos e pelo paulista Vespa. 2 – OFICINAS E SEMINÁRIO (ATIVIDADES DE CAPACITAÇÃO E GERAÇÃO DE RENDA) 2.1 - Realização de seminário “Arqueologia na Região de Carajás”: evento virtual mediado pela arqueóloga e pesquisadora Edithe Pereira, para toda a equipe e comunidade em geral. 2.2 – Realização de oficinas nas cidades de Parauapebas e Canaã dos Carajás: Patrimônio Cultural (Janice Lima), Cerâmica (em parceria com o projeto Mulheres de Barro), Elaboração de projetos culturais - artes visuais (André Monteiro), Pintura (Guataçara Monteiro), Bordado, Produção de embalagens artesanais e Mediador de expoição de artes visuais. 2.3 – Visita de estudantes à exposição: translado de estudantes para a exposição em ônibus próprio, com mediação de monitores. 3 – PRODUÇÃO, IMPRESSÃO E DISRIBUIÇÃO DO CATÁLOGO DA EXPOSIÇÃO 3. 1 – Produção e impressão do catálogo da exposição: produção do projeto gráfico da exposição, com conteúdo educativo (iconografia e textos sobre a exposição e sobre a arqueologia na Região de Carajás. 3.2 – Distribuição do catálogo da exposição: distribuídas gratuitamente de 1.500 exemplares para o Museu Paraense Emílio Goeldi e o restante para escolas públicas da região no entorno de Carajás. 4 – WORKSHOP DE ARQUEOLOGIA PARA A JUVENTUDE 4.1 - Realização de workshop “Arqueologia para a juventude”: evento presencial e retransmitido via internet, mediado pelo pesquisador Marcos Magalhães, para jovens a partir dos 14 anos até 21 anos, residentes nas cidades paraenses de Parauapebas e Canaã dos Carajás.
Geral: Realizar a exposição de arte visuais "Origens _ Amazônia Cultivada" nas cidades paraenses de Parauapebas e Canaã dos Carajás, exibindo réplicas em cerâmica de peças arqueológicas originais, sob guarda do Museu Paraense Emílio Goeldi, além de várias ações de educação patrimonial, capacitação, geração de renda e de fomento ao turismo na Região de Carajás. Específicos: - Produzir 40 obras de arte em cerâmica, a partir de peças arqueológicas originais sob guarda do Museu Paraense Emílio Goeldi, disponibilizando-as para exposição nas cidades paraenses de Parauapebas e Canaã dos Carajás; - Criar 02 galerias de arte à céu aberto, sendo uma na cidade de Parauapebas - PA e outra na cidade de Canaã de Carajás - PA¸ compostas por 15 fachadas de casas cada uma, pintadas por renomados artistas paraenses, que terão como inspiração o patrimônio arqueológico da região, exibido na exposição "Origens _ Amazônia Cultivada"; - Realizar 01 seminário sobre arqueologia na Região de Carajás, no Pará, ministrdo pela pesquisadora Edithe Pereira; - Realizar 06 oficinas nas cidades paraenses de Parauapebas e Canaã dos Carajás, que são "Patrimônio arqueológico", Elaboração de projetos culturais - artes visuais, Pintura, Bordado, Produção de embalagens artesanais e Mediador de expoição de artes visuais, com elas cerca de 180 pessoas em cada uma dessas localidades; - Produzir, imprimir e distribuir gratuitamente 3.000 exemplares do catálogo da exposição "Origens _ Amazônia Cultivada", que será elaborado de forma didática com objetivo de auxiliar professores em sala de aula; - Realizar 01 workshop como contrapartida social, intitulado "Arqueologia para a juventue", ministrdo pelo pesquisador do Museu Paraense Emíoio Goeldi Marcos Pereira Magalhães, e oferecido para jovens estudantes da rede pública das cidades paraenses de Parauapebas e Canaã dos Carajás, e retransmitido via internet; - Promover o enriquecimento cultural de diversas pessoas, que irão adquirir conhecimento sobre o patrimônio arqueológico do sudeste paraense, através da visita à exposição e do acesso aos subprodutos da mesma, como as galeias à céu aberto, ao catálogo da exposição, as capacitações e outras atividades; - Fomentar o turístico para as cidades paraenses de Parauapebas e Canaã do Carajás, em função do patrimônio arqueológico existente na região, ressaltado na exposição "Origens _ Amazônia Cultivada", nas galerias de arte à céu aberto e nas diversas atividades do projeto; - Garantir renda para as comunidades locais, beneficiadas pelas capacitações oferecidas pelo projeto.
O projeto "Caminhos da Arqueologia na Amazônia - Carajás" é de extrema relevância para a compreensão da dinâmica da ocupação humana na região, em especial no sudeste do Pará. Essa região concentra um grande número de sítios arqueológicos, localizados em cavernas e ao ar livre, cujos vestígios materiais comprovam a presença humana no local há pelo menos 11.000 anos atrás. Diversas pesquisas arqueológicas já foram realizadas em Carajás, mas a maior parte do conhecimento produzido é direcionado para os meios acadêmicos. É preciso que esse conhecimento chegue até as populações que lá vivem, e que, na maioria das vezes, se deparam com material arqueológico em seus terrenos, sem sequer saber a importância que o mesmo tem para a história local. Logo, democratizar o aceso das comunidades locais a esse conhecimento é essencial, e um direito das mesmas. Ou seja, expor um magnifico acervo arqueológico para as comunidades de onde o mesmo saiu, e por incrível que pareça, onde ele ainda é desconhecido, é uma ação de respeito aos direitos dessa população. O projeto também se justifica por seu potencial turístico e social, tendo em vista que vai dinamizar o fluxo de pessoas para a região de Carajás, e gerar renda, através de oficinas e outras capacitações, que serão oferecidas gratuitamente para centenas de pessoas das cidades de Parauapebas e Canaã de Carajás. Por outro lado, o acervo que será exposto é fruto de três importantes pesquisas arqueológicas realizadas pelo Museu Paraense Emílio Goeldi, coordenadas pelos pesquisadores Marcos Pereira Magalhães, Edithe Pereira e Maura Silveira, e que infelizmente ainda não conseguiu ser visto fora de Belém por falta de recursos. Assim, circular com esse acervo, exibindo-o para as comunidades do entorno de Carajás, e associado a ações de educação patrimonial, é sem dúvida muito importante. A iniciativa é um empreendimento de democratização do acesso à bens culturais, com grande valor cultural para a Amazônia, o Brasil e o mundo. O projeto se enquadra nos incisos I, II, III, IV, V, VII, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313/91, e pretende alcançar alguns objetivos descritos no Art. 3º da mesma lei, como por exemplo: incentivo à formação artística e cultural (palestras e oficinas); e fomento à produção cultural e artística (mostra de arte/música instrumental). E para as garantias do previsto no Art. 3° da Lei 8313/91, o projeto cultural "Caminhos da Arqueologia na Amazônia _ Carajás" irá captar e canalizar os recursos do Pronac atendo os seguintes objetivos: Art. 3°, inciso II, c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Art. 3°, inciso IV, estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
1 – EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS 1.1 - Curadoria: seleção técnica de peças arqueológicas do acervo original sob guarda do Museu Paraense Emílio Goeldi, que serão replicadas pelos artistas do projeto “Replicando o passado” para a comporem o acervo da exposição nas cidades paraenses de Parauapebas e Canaã dos Carajás. Essa curadoria terá duração de 15 dias, e será feita em Belém do Pará, pela profissional Edithe Pereira. 1.2. - Produção das obras de arte que irão compor a exposição “Origens – Amazônia Cultivada”: trabalho a ser realizado por ceramistas do Distrito de Icoaraci, Belém – PA, integrantes do projeto “Replicando o passado”, desenvolvido pelo Museu Goeldi. As peças serão produzidas em cerâmica. 1.3 - Montagem da exposição “Origens – Amazônia Cultivada”: exposição com aproximadamente 40 obras em cerâmica, nas cidades de Parauapebas, possivelmente no Partage Shopping, e em Canaã dos Carajás, possivelmente na Casa de Cultura do município. A exposição ficará montada por 30 dias em cada cidade. 1.4 – Criação de galerias ao ar livre: projeto “Arte à céu aberto”, no qual serão criadas duas galerias ao ar livre, uma na cidade de Parauapebas – PA e outra na Canaã dos Carajás – PA. Essas galerias serão compostas pelas fachadas de 15 casas em cada cidade, com o tema “Arqueologia em Carajás”, executadas por um grupo de artistas plásticos convidados. Esses artistas permanecerão por 30 dias em cada cidade, durante os quais as casas serão pintadas e as galerias entregues às comunidades locais. Os artistas envolvidos são os paraenses Guataçara Monteiro, Waldir Lisboa, Odair Mindello, Andy Santos, pelo pernambucano Peron Ramos e pelo paulista Vespa. Obs. Projeto similar já foi executado na Paraíba, sob coordenação do paraense Guataçara Monteiro (maiores detalhes em anexo). 2 – OFICINAS E SEMINÁRIO (ATIVIDADES DE CAPACITAÇÃO E GERAÇÃO DE RENDA) 2.1 - Realização de seminário “Arqueologia na Região de Carajás”: evento virtual mediado pela arqueóloga e pesquisadora Edithe Pereira, para toda a equipe e comunidade em geral. O seminário terá duração de 02 dias, sendo 02 horas por dia de debates. 2.2 – Realização de oficinas nas cidades de Parauapebas e Canaã dos Carajás: Patrimônio Cultural (Janice Lima), Cerâmica (em parceria com o projeto Mulheres de Barro), Elaboração de projetos culturais - artes visuais (André Monteiro), Pintura (Guataçara Monteiro), Bordado, Produção de embalagens artesanais e Mediador de expoição de artes visuais. Cada uma das oficinas terá a duração de 10 dias, com 04 horas por dia de atividades. O projeto garantirá certificado aos participantes. PROJETO PEDAGÓGICO DAS OFICINAS Metodologia: As aulas serão presenciais, com proposição de atividades individuais aos participantes. As aulas têm como objetivo principal promover uma capacitação mais individualizada do participante. Além das atividades técnicas de cada oficina, também acontecerão debates e apresentação de conteúdos transversais. As aulas serão estruturadas com base em programas específicos apresentados previamente pelo professor, através de material didático variado e com a participação ativa do aluno, que se tornará corresponsável pela elaboração pedagógica da aula. Neste caso, o aluno propõe atividades e sugere conteúdo de interesse próprio. Desta forma, os conteúdos não são apresentados de maneira rígida e sequencial, e buscam promover uma aprendizagem comum e diversificada para cada aluno. As habilidades técnicas também são promovidas, mediante as dificuldades apresentadas tanto pelo programa proposto pelo curso, quanto pelas atividades de grupo. Desta forma todas as atividades integram um projeto de formação ampla, que inclui habilidades e formação técnica diversificada. Para participar das oficinas, cada aluno receberá seu material pedagógico. Para as aulas e para os estudos individuais. Vagas: 30 alunos por oficina. Horários: 08h às 12h. Inscrições: Gratuitas. Obs. Será expedido certificado de participação. 2.3 – Visita de estudantes à exposição: translado de estudantes para a exposição em ônibus próprio, com mediação de monitores. Serão 10 dias de oferecimento de translado gratuito em cada cidade, sempre com os estudantes guiados por um mediador. 3 – PRODUÇÃO, IMPRESSÃO E DISRIBUIÇÃO DO CATÁLOGO DA EXPOSIÇÃO 3. 1 – Produção e impressão do catálogo da exposição: projeto gráfico do catálogo da exposição, com conteúdo educativo (iconografia e textos sobre a exposição e sobre a arqueologia na Região de Carajás. O catálogo terá as seguintes especificações: catálogo no formato 16, com 12 lâminas (24 páginas), em policromia total, com capa em papel couchê 240 g/m² (laminado e com aplicação de verniz localizado) e miolo em papel couchê 180 g/m². 3.2 – Distribuição do catálogo da exposição: distribuídas gratuitamente de 1.500 exemplares para o Museu Paraense Emílio Goeldi e o restante para escolas públicas da região no entorno de Carajás. 4 – WORKSHOP DE ARQUEOLOGIA PARA A JUVENTUDE 4.1 - Realização de workshop “Arqueologia para a juventude”: evento presencial e retransmitido via internet, mediado pelo pesquisador Marcos Magalhães, para jovens a partir dos 14 anos até 21 anos, residentes nas cidades paraenses de Parauapebas e Canaã dos Carajás. Vagas para evento presencial: 50 vagas por cidade. Horários: 08h às 12h. Inscrições: Gratuitas. Vagas para evento via internet: 1.000 vagas. Horários: 08h às 12h. Inscrições: Gratuitas. Obs. Será expedido certificado de participação.
Produto 01: Exposição de artes visuais "Origens - Amazônia cultivada" A exposição será realizada nas cidades paraenses de Parauapebas e Canaã dos Carajás, com a garantia da adoção de medias de acessibilidade previstas na a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, abaixo descritas: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os espaços de exposição nas cidades paraenses de Parauapebas e Canaã dos Carajás possuirão livre circulação para pessoas em cadeira de rodas e para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, de acordo com a capacidade de visitação/lotação das edificações, conforme o disposto no art. 44 § 1º, da Lei 13.446, de 2015 (Art. 23). Essas vias de locomoção serão sinalizadas, e mapas de locomoção serão instalados na entrada desses espaços, conforme os requisitos estabelecidos nas normas técnicas de acessibilidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Os espaços de exposição nas cidades paraenses de Parauapebas e Canaã dos Carajás irão dispor de audiodescrição ao vivo para pessoas com deficiência visual, intelectual, dislexia e idosos. Será elaborado um roteiro de AD das obras com antecedência, e as descrições serão feitas ao vivo diretamente para aos visitantes da exposição. Assim, as informações serão disponibilizadas pelo audiodescritor de acordo com o interesse dos visitantes. Acreditamos que com isso teremos u maior envolvimento dos visitantes com as obras e com o espaço da exposição, além de provocarmos uma maior sensação de pertencimento, na qual o público se sentirá verdadeiramente pertencente àquele espaço, que será minuciosamente pensado para recebê-lo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O deficiente auditivo será guiado por um intérprete de Libras, e por guias-intérpretes, com a projeção em tela da imagem do intérprete sempre que a distância não permitir sua visualização direta. (§ 6º, da Lei 13.446, de 2015). Obs. Os pontos físicos e os sites eletrônicos de divulgação da exposição serão: I - Acessíveis a pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida; e II – Dotados de informações a respeito dos recursos de acessibilidade disponíveis na exposição (NR). Produto 02: Seminário e oficinas 2.1 – Seminário “Arqueologia na Região de Carajás” O seminário sobre arqueologia será realizado via internet (webnário), ao vivo, com a participação da equipe que integra o projeto e da comunidade em geral, com inscrição gratuita a todos os interessados. ACESSIBILIDADE FÍSICA: O seminário não receberá pessoas fisicamente, pois será todo realizado via internet. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O seminário será transmitido com recursos de audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O seminário será realizado com tradução simultânea em libras. 2.2 – Oficinas diversas As oficinas serão realizadas presencialmente nas cidades paraenses de Parauapebas e Canaã dos Carajás, com a garantia da adoção de medidas de acessibilidade previstas na a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, abaixo descritas: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os espaços de oficinas possuirão livre circulação para pessoas em cadeira de rodas e para pessoas com mobilidade reduzida, de acordo com a capacidade de lotação desses espaços, conforme o disposto no art. 44 § 1º, da Lei 13.446, de 2015 (Art. 23). As vias de locomoção nos espaços de oficinas serão sinalizadas, e mapas de locomoção serão instalados na entrada desses espaços, conforme os requisitos estabelecidos nas normas técnicas de acessibilidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Os espaços de oficinas nas cidades paraenses de Parauapebas e Canaã dos Carajás irão dispor de audiodescrição em vídeo para pessoas com deficiência visual e idosos. Assim, as informações serão disponibilizadas pelo audiodescritor em vídeo de acordo com a necessidade dos participantes. Acreditamos que com isso teremos um maior envolvimento dos participantes com os conteúdos e com o programa das oficinas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: As oficinas serão mediadas por um intérprete de Libras, com a projeção em tela dos conteúdos ministrados. (§ 6º, da Lei 13.446, de 2015). Obs. Os pontos físicos e os sites eletrônicos de divulgação das oficinas serão: I - Acessíveis a pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida; e II – Dotados de informações a respeito dos recursos de acessibilidade disponíveis na exposição (NR). Produto 03: Catálogo da exposição “Origens – Amazônia Cultivada” O catálogo será impresso com a garantia de medidas de acessibilidade previstas na a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, como por exemplo: ACESSIBILIDADE FÍSICA: O catálogo será impresso e distribuído gratuitamente para o Museu Paraense Emílio Goeldi e para instituições de cultura e educação das cidades paraenses de Parauapebas e Canaã dos Carajás. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O catálogo será bilingue (Português/Inglês) e traduzido em braile. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O catálogo não apresenta nenhuma condição especial de acessibilidade para deficientes auditivos. Produto 04: Contrapartidas sociais / worshop “Arqueologia para a juventude” O workshop “Arqueologia para a juventude” será realizado presencialmente, com a participação gratuita de jovens estudantes da rede pública das cidades paraenses de Parauapebas e Canaã dos Carajás. O workshop será realizado nas cidades paraenses de Parauapebas e Canaã dos Carajás, com a garantia da adoção de medidas de acessibilidade previstas na a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, abaixo descritas: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os espaços de realização do workshop possuirão livre circulação para pessoas em cadeira de rodas e para pessoas com mobilidade reduzida, de acordo com a capacidade de lotação desse espaço, conforme o disposto no art. 44 § 1º, da Lei 13.446, de 2015 (Art. 23). As vias de locomoção nos espaços realização do workshop serão sinalizadas, e mapas de locomoção serão instalados nas entradas desses espaços, conforme os requisitos estabelecidos nas normas técnicas de acessibilidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Os espaços de realização do workshop nas cidades paraenses de Parauapebas e Canaã dos Carajás irão dispor de audiodescrição em vídeo para pessoas com deficiência visual. Assim, as informações serão disponibilizadas pelo audiodescritor em vídeo de acordo com a necessidade dos participantes. Acreditamos que com isso teremos um maior envolvimento dos participantes com os conteúdos e com o programa do workshop. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O workshop será mediado por um intérprete de Libras, com a projeção em tela dos conteúdos ministrados. (§ 6º, da Lei 13.446, de 2015). Obs. Os pontos físicos e os sites eletrônicos de divulgação do workshop serão: I - Acessíveis a pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida; e II – Dotados de informações a respeito dos recursos de acessibilidade disponíveis na exposição (NR).
Produto 01: Exposição de artes visuais "Origens - Amazônia cultivada" A exposição será realizada nas cidades paraenses de Parauapebas e Canaã dos Carajás, com a garantia de adoção de medias previstas no art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, abaixo descritas, e em consonância com os incisos destacados do artigo em questão: Inciso I – 50% dos ingressos da exposição serão doados às escolas públicas e instituições culturais de Parauapebas e Canaã dos Carajás, que serão devidamente identificados no relatório final do projeto; Inciso II – o projeto irá oferecer transporte gratuito à alunos de escolas públicas de Parauapebas e Canaã dos Carajás, com a cessão de um micro ônibus para esse fim, e com a garantia de acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; Inciso III – a exposição também será transmitida via na Internet; Inciso IV - a captação de imagens da exposição será autorizada para veiculação em redes públicas de televisão e outras mídias; Produto 02: Seminário "Arqueologia na Região de Carajás" e oficinas diversas O seminário e as diversas oficinas serão realizados nas cidades paraenses de Parauapebas e Canaã dos Carajás, com a garantia de adoção de medias previstas no art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, abaixo descritas, e em consonância com os incisos destacados do artigo em questão: Inciso I - 50% (cinquenta por cento) das vagas nas atividades de formação serão destinadas à estudantes da rede pública de ensino, com inscrições gratuitas, facilitadas, e feitas através da internet, com lista de participantes devidamente identificados; Inciso III – O seminário e as oficinas serão disponibilizados gratuitamente na Internet; Inciso IV - a replicação e/ou divulgação de imagens do seminário e das oficinas será autorizada, para veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Inciso V – as oficinas e o seminário serão oferecidos gratuitamente para a comunidade em geral. Produto 03: Catálogo da exposição "Origens - Amazônia cultivada" A distribuição do catálogo acontecerá de acordo com as medias previstas no art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, abaixo descritas, e em consonância com os incisos destacados do artigo em questão: Inciso I - 50% (cinquenta por cento) dos exemplares do catálogo serão doados ao Museu Paraense Emílio Goeldi, e o restante será destinado a atividades de educação patrimonial nas cidades paraenses de Parauapebas e Canaã dos Carajás, devidamente identificados; Inciso III - o catálogo será disponibilizado gratuitamente para download ou impressão na internet. Produto 04: Contrapartidas sociais / worshop "Arqueologia para a juventude" O workshop será realizado nas cidades paraenses de Parauapebas e Canaã dos Carajás, com a garantia de adoção de medias previstas no art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, abaixo descritas, e em consonância com os incisos destacados do artigo em questão: Inciso I - 50% (cinquenta por cento) das vagas nas atividades de formação serão destinadas à estudantes da rede pública de ensino, com inscrições gratuitas, facilitadas, e feitas através da internet, com lista de participantes devidamente identificados – O workshop será 100% destinado à jovens estudantes da rede pública de Parauapebas - PA e Canaã dos Carajás - PA; Inciso III – O workshop será disponibilizado gratuitamente na Internet; Inciso IV - a replicação e/ou divulgação de imagens do workshop será autorizada, para veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
LVS EVENTOS / LIS VIEIRA SANTOS CORREIA - GESTÃO CULTURAL E ORDENADORA DE DESPESAS Empresa proponente, responsãvel pela administração do projeto. ANDRÉ SANTOS MONTEIRO – COORDENADOR GERAL Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Pará – UFPA (2010). Trabalhou por 10 anos na Fundação Cultural do Município de Belém - FUMBEL, onde atuou como captador de recursos para a instituição, inclusive elaborando projetos como o de revitalização dos palacetes "Pinho" e "Bolonha". É Produtor Cultural e desenvolveu importantes projetos em Belém, como por exemplo o projeto “Mestre Verequete e o legítimo carimbó do Pará”, patrocinado exclusivamente pela VALE em 2007. EDITHE DA SILVA PEREIRA – CURADORA DA EXPOSIÇÃO Doutorada em Geografia e história pela Universidade de Valência, Espanha (1996). Pesquisadora voluntária do Museu Paraense Emílio Goeldi. MARCOS PEREIRA MAGALHÃES – COORDENADOR DE PESQUISADoutorado em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1998). Pesquisador titular do Museu Paraense Emílio Goeldi e professor permanente do Programa de Pós-Graduação em Diversidade Sociocultural da Coordenação de Ciências Humana do Museu Goeldi. HELENA PINTO LIMA – COORDENADORA DE ARQUEOLOGIAArqueóloga e doutorado em arqueologia pela Universidade de São Paulo (2008). Pesquisadora Titular do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG). Professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Diversidade Sociocultural do MPEG desde 2019. JANICE SHIRLEY DE LIMA – COORDENADORA DE EDUCAÇÃO PATRIMONIALDoutoranda do Programa de Pós-Graduação em Artes – PPGARTES da Universidade Federal do Pará (UFPA). É diretora do Museu de Arte de Belém (MABE). STANLEY WHIBBE – CONSULTOR E GESTOR DE INCENTIVOS FISCAISProdutor Cultural e Professor Universitário. Especialista em Políticas Públicas e Governo pela UFRJ, Pós-graduado em Planejamento Econômico pela Universidade Autônoma do México (1981). Consultor cultural do SEBRAE-RJ e da FGV-SP (GV-CONSULTING).
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.