| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 54612650000117 | ESSILOR da Amazônia Industria e Comércio Ltda. | 1900-01-01 | R$ 607,0 mil |
| 10472499000193 | TECHNOPARK COMERCIO DE ARTIGOS OPTICOS S.A. | 1900-01-01 | R$ 73,0 mil |
| 47080619001199 | Açucar Guarani S/A | 1900-01-01 | R$ 70,0 mil |
| 06326825000187 | GBO - COMERCIO DE PRODUTOS OPTICOS LTDA. | 1900-01-01 | R$ 61,0 mil |
Realizado em escala nacional desde 2010, a edição 2021 do festival acontecerá ao longo de 2 semanas, no primeiro semestre do ano, e proporcionará ao público de pelo menos 60 cidades brasileiras o melhor da recente produção francesa, com exibições de pelo menos 15 filmes inéditos. Para intensificar a programação e intercâmbio cultural, convidará uma forte delegação artística e profissional que participa, no Rio e em São Paulo - e no Recife, dependendo do financiamento -, da apresentação dos filmes, debates e encontros profissionais, aliando público, imprensa e profissionais brasileiros em um grande evento.
Não se aplica por se tratar de festival audiovisual.
GERAIS - Oportunizar ao grande público o contato com obras cinematográficas que estão além do circuito exclusivamente comercial; - Proporcionar ao público brasileiro o melhor da produção recente de filmes franceses com uma seleção de obras inéditas no país; - Reforçar as relações de cooperação e de coprodução entre as cinematografias francesa e brasileira; - Mostrar a diversidade da produção cinematográfica francesa com uma programação de longas que abrangem desde filmes de autor, até produções comerciais, passando por filmes de animação, documentários, filmes de ação, comédias, etc.; - Contribuir com as companhias brasileiras de distribuição a promover os lançamentos de filmes franceses no mercado brasileiro. ESPECÍFICOS - Realizar durante o período de duas semanas em junho de 2021, em pelo menos 60 cidades brasileiras, mais uma edição do Festival Varilux de Cinema Francês, com exibição de, em média, 15 a 20 filmes inéditos no país; - Organizar eventos específicos para democratizar o acesso do público ao cinema (projeções ao ar livre, encontros com escolas, parcerias com ONGs, Pontos de Cultura, etc.); - Realizar ação educativa de formação de público por meio de aproximadamente 60 sessões de cinema em até 20 cidades em caráter de gratuidade para grupos de escolares, ONG´s e/ou Pontos de Cultura; - Promover encontros e debates entre os atores, diretores e produtores franceses e os profissionais, imprensa e o público; - Realizar os Encontros Profissionais Brasil-França no Rio de Janeiro, São Paulo - e no Recife, dependendo do financiamento; - Proporcionar encontros entre os artistas franceses e os jornalistas brasileiros convidados na cidade do Rio de Janeiro.
O Festival Varilux de Cinema Francês vai de encontro à necessidade de reforçar o eixo estratégico entre as cinematografias do Brasil e da França. Esses dois países destacaram-se como os protagonistas mais ativos na elaboração de uma convenção internacional na UNESCO para a defesa da diversidade cultural no mundo em 2005 e _ como ilustração dessas convicções - conseguiram consolidar duas cinematografias nacionais fortes graças a mecanismos de incentivos públicos e dedicação dos seus produtores. O "Ano do Brasil na França", em 2005, proporcionou uma visibilidade sem precedentes ao cinema brasileiro. O acordo de coprodução franco-brasileiro que foi renovado durante o evento, intensificou os fomentos, e dessa maneira, muitos filmes brasileiros são coproduzidos pela França com o apoio de fundos institucionais franceses como o Canal ARTE. Por outro lado, a cada ano, cresce o número de filmes brasileiros lançados na França além de fazerem parte da programação de inúmeros festivais tendo, nesse sentido, seu ápice no Festival "Jangada" de Cinema Brasileiro de Paris, com 20 edições realizadas, conhecendo a cada ano um sucesso cada vez maior. O mesmo aconteceu com o Ano da França no Brasil em 2009. A temporada deu a oportunidade de organizar diversas mostras de cinema francês recente ou clássico em inúmeras cidades do Brasil o que motivou o lançamento do primeiro Panorama de Cinema Francês no Brasil, em junho de 2009, pela Unifrance Film International. A Unifrance é uma associação oficial que representa o cinema francês (produtores, diretores, atores, etc.) e organiza, em parceria com produtoras e órgãos de fomentos locais, festivais da recente produção francesa nos territórios mais importantes do mundo: Tokyo, Nova York, Moscou, Pequim, entre outros. Em 2010, o Panorama do Cinema Francês no Brasil se juntou ao Festival Varilux de Cinema Francês, que estava em sua 8ª edição, para que a soma das experiências permitisse oferecer ao público brasileiro um festival mais completo, abrangente e forte. Portanto, o Festival Varilux de Cinema Francês, desde 2010, consolida-se como um importante espaço de democratização cultural que, em conformidade com ao art. 1º da Lei 8.313/91, estimula a difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, além de garantir, a cada edição, a presença de uma delegação prestigiosa de artistas e profissionais franceses, por meio de diversas parcerias com órgãos de fomento cultural e membros da cadeia produtiva do audiovisual, como distribuidoras e exibidores, o que permite reforçar os laços de amizade e avançar na cooperação entre as duas cinematografias, contribuindo para o desenvolvimento da consciência internacional e o respeito aos valores culturais franceses. Por outro lado, é importante identificar que o público cinéfilo brasileiro está crescendo a cada ano e a demanda para filmes de diversos horizontes está cada vez mais forte. Porém, além dos grandes centros como Rio de Janeiro e São Paulo, há ainda muita dificuldade no escoamento da produção e acesso do público. A edição de 2018 agregou a cidade de Salvador no circuito da delegação artística convidada, que participou de debates com o público, além das demais atividades realizadas no âmbito do Festival, como a Masterclass de Realidade Virtual e os Encontros Profissionais, todos os eventos realizados em caráter gratuito. Em 2019, por questões de financiamento, o evento não conseguiu considerar a cidade do Recife para receber os eventos especiais do festival. Em 2020, em função da pandemia do novo coronavírus, o festival foi fortemente afetado financeiramente, mas com a reabertura dos cinemas no final do ano, foi possível honrar sua realização em novembro/dezembro de 2020, mas em condições muito atípicas, sem a possibilidade de maiores desdobramentos. Em 2021, temos a confiança no reestabelecimento dos cinemas agindo de acordo com as normas sanitárias, mas o evento se compromete em propor alternativas de realização, caso haja uma nova onda da pandemia que impossibilitaria a sua realização nos cinemas. Dessa forma, o Festival Varilux de Cinema Francês assume o desafio de ser um evento nacional incluindo em seu circuito não só os grandes centros, mas também cidades médias e pequenas, contemplando todas as regiões do país. O histórico das suas edições representa o sucesso e alcance do evento de 2010 a 2019 a abrangência de cidades cresce: em um período de 10 anos, o festival passou de 09 para 88 cidades. Com a intenção de contribuir para a democratização da difusão audiovisual, o festival leva títulos inéditos que dificilmente chegariam às salas de cinema dessas localidades sem um evento como o Festival. Dessa maneira, acredita estar novamente em consonância com o artigo 1º da Lei 8313/91, já que contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. O festival ainda realiza ações educativas em parceria com escolas, ONG´s, Associações Comunitárias, Pontos de Cultura, entre outros, para intensificar o caráter de democratização cultural do projeto e trabalhar mais diretamente no escoamento da produção cultural e formação de público, estimulando o conhecimento dos bens e valores culturais. Essas atividades são oferecidas gratuitamente, portanto, atende um dos objetivos expressos no art. 3º da Lei 8.313/91. A manutenção do período de exibição do Festival _ desde 2016 acontece ao longo de 2 semanas _ e o crescimento anual do público reafirmam o peso e a importância do projeto no cenário cultural brasileiro. Esses números por si só são indicadores de demanda, portanto, cabe aos produtores culturais e órgãos de fomento, criar as oportunidades de respostas a essa demanda e nesse sentido, o Festival Varilux de Cinema Francês pretende se consolidar como um meio produtor de diálogo entre cinematografias, de formação de plateias, de fomento às salas de cinema e à diversidade audiovisual para um público mais amplo possível.
Esclarecimento sobre Plano de Distribuição Conforme determina o Artigo 20 da IN nº 02/2019, o plano de distribuição sobre a venda de ingressos do presente projeto, respeita os percentuais determinados para a distribuição para a população de baixa renda, patrocinadores e ações promocionais. Em conformidade com o mesmo artigo, os valores da comercialização dos ingressos estão de acordo com o estabelecido. Vale ressaltar que a receita obtida pela venda de ingressos é a contrapartida dos exibidores (salas de cinema) e distribuidoras brasileiras uma vez que a participação de ambos se dá por meio de um acordo de parceria, que por sua vez é fundamental para a realização do Festival assim como, para a diversidade da difusão audiovisual. Portanto, a receita arrecadada pelas bilheterias do Festival é direcionada para os exibidores e distribuidoras. Nesse caso, o proponente só terá ingressos para oferecer gratuitamente, em caráter de contrapartida aos patrocinadores, parceiros/apoiadores e leis de incentivo, conforme indicado no plano de distribuição, respeitando os limites. Por outro lado, o valor dos ingressos para os filmes do Festival são iguais ou menores do que os valores normalmente aplicados nas bilheterias dos cinemas, valendo conforme legislação vigente a meia-entrada, equivalente ao valor promocional. Os locais para obter ingressos são via internet e bilheterias dos cinemas. Esclarecimento sobre Custos Vale esclarecer que o Festival estará presente em cerca de 60 cidades conforme detalhado no Plano de Distribuição; entretanto, afirmamos que, com exceção do Rio de Janeiro, São Paulo e Recife, onde há a previsão de diversas ações paralelas, NÃO HÁ CUSTOS a serem previstos nas demais cidades, considerando as parcerias que o evento estabelece com os cinemas. Os custos com transporte de material de divulgação e HDs dos filmes são considerados na integralidade em rubrica específica contida no Rio de Janeiro, já que todo material parte desta cidade. O Festival promove ações educativas de formação de público, por meio de aproximadamente 50 sessões de cinema em até 20 cidades em caráter de gratuidade para grupos de escolares, ONG´s e/ou Pontos de Cultura. Todas as ações – educativas e de formação de plateia - serão coordenadas por profissional baseada no Rio de Janeiro que irá fazer um trabalho de mobilização de grupos escolares, ONG’s e Pontos de Cultura.
Duração do evento: 14 dias Horário: Integral – Programação dos cinemas com horário a definir. Programação: 15 a 20 títulos da mais recente produção francesa em exibição em salas de cinema de aproximadamente 60 cidades brasileiras. Filmes a definir mediante curadoria. Locail: Salas de cinema de aproximadamente 60 cidades brasileiras. Relação de cidades (sujeita à alteração): Ananindeua (PA), Aracaju (SE), Araçatuba (SP), Araraquara (SP), Armação dos Búzios (RJ), Balneário Camboriú (SC), Barueri (SP), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Blumenau (SC), Botucatu (SP), Brasília (DF), Campinas (SP), Campo Grande (MS), Caxias do Sul (RS), Caxambu (MG), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Foz do Iguaçu (PR), Goiânia (GO), Joaboatão dos Guararapes (PE), João Pessoa (PB), Juiz de Fora (MG), Jundiaí (SP), Londrina (PR), Macaé (RJ), Maceió (AL), Manaus (AM), Maringá (PR), Natal (RN), Niterói (RJ), Nova Friburgo (RJ), Ouro Preto (MG), Palmas (TO), Paraty (RJ), Pelotas (RS), Petrópolis (RJ), Poços de Caldas (MG), Ponta Grossa (PR), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Ribeirão Preto (SP), Rio de Janeiro (RJ), Rio Grande (RS), Rondonópolis (MT), Salvador (BA), Santa Maria (RS), Santos (SP), São Carlos (SP), São José dos Campos (SP), São Leopoldo (RS), São Luís (MA), São Paulo (SP), Sorocaba (SP), Taubaté (SP), Teresina (PI), Vitória (ES) e Volta Redonda (RJ). Previsão do número total de sessões: 6.000 exibições. Ação educativa: Exibição gratuita de filme para grupo de escolares e ou integrantes de Ongs e Pontos de Cultura em aproximadamente 20 cidades brasileiras. Encontros Profissionais: com intenção de serem realizados no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Recife, serão abordados temas como coprodução internacional, financiamento, regulamentação e mercados do cinema na Europa, mais precisamente na França, e no Brasil. Serão destinados a profissionais e estudantes do setor audiovisual, já que terão como objetivo reforçar as trocas e encorajar colaborações entre os dois países, assim como promover a capacitação internacional de produtores brasileiros e as possibilidades de inserção dos filmes nacionais nos mercados mundiais. Expectativa de público: 200.000 pessoas
Todas as atividades promovidas pelo evento – pré-estreias, exibições de filmes, encontros com o público e com a imprensa – serão acessíveis a portadores de necessidades físicas especiais. Além disso, todos os filmes são legendados, o que permitirá aos portadores de deficiência auditiva também assistirem aos filmes. Os cinemas já contam com sua própria estrutura de acessibilidade, como as rampas de acesso, corrimãos e boa sinalização. Dedicaremos ao menos uma sessão com LIBRAS, Legendagem descritiva e Audiodescrição em cada cidade que o projeto ocorrer, em respeito à Lei 13.146 de 06 de julho de 2015, de modo a garantir a inclusão de portadores de deficiência visual e auditiva. Todo material de divulgação gerado conterá informações sobre as medidas de acessibilidade adotadas para o projeto. O público idoso terá direito ao desconto de pelo menos 50% na compra de seu ingresso, como também a garantia do acesso preferencial ao local do evento, conforme prevê o artigo 23 do Estatuto do Idoso.
O Festival na sua próxima edição, em 2021, estará presente em aproximadamente 60 cidades, de 20 estados brasileiros, com isso pretende atingir públicos de localidades que geralmente não fazem parte do circuito de grandes eventos e dessa maneira, dar continuidade à sua contribuição de descentralização da produção cultural para além do eixo Rio-São Paulo, facilitando e ampliando o acesso da população à produção de bens culturais. Todo público terá acesso ao evento mediante a bilheteria operada no cinema parceiro, com direito à meia-entrada, conforme legislação vigente. O cinema parceiro assumirá o compromisso de não vender ingressos com valores superiores ao vale-cultura, conforme estabelecido no art. 8º da Lei nº 12.761 de 27 de dezembro de 2012. Na cidade do Rio de Janeiro, sede do evento, recepcionará a delegação de artistas e jornalistas para a promoção de debates e encontros com público, e com profissionais da área. Alguns debates também acontecerão na cidade de São Paulo, além da cidade do Recife, dependendo do financiamento. Haverá aproximadamente 50 sessões direcionadas para um público estimado de 10.000 crianças e adolescentes oriundos de escolas públicas, ONG´s e Pontos de Cultura de 20 cidades, em média, onde serão realizadas sessões gratuitas. O debate sobre a relação entre Cinema e Educação e sua dimensão política e didática vem avançando nos últimos anos dentro e fora das escolas e universidades. Sobre este tema, é importante ressaltar a Lei 13.006 de 26 de junho 2014, que obriga a exibição de filmes de produção nacional nas escolas de educação básica por, no mínimo, duas horas mensais. Acompanhando esse passo importante no debate sobre a presença do audiovisual nas escolas, o Festival Varilux de Cinema Francês propõe, por meio das sessões educativas, amplas possibilidades de diálogo entre o cinema estrangeiro e o universo escolar e juvenil. Frente a esta demanda, o Festival se compromete a convocar escolas localizadas em áreas com acesso escasso ou sem acesso a salas de cinema, a partir de parcerias institucionais como, por exemplo, as redes de ensino municipais e estaduais e as Secretarias de Educação e Cultura. Além disso, o evento como um todo tem por finalidade o objetivo de proporcionar para um grande circuito de cidades e salas uma programação diferente do circuito comercial, oportunizando ao público o contato com um cinema mais autoral e dessa forma, o evento pretende contribuir para a promoção da diversidade audiovisual no Brasil. Também pretende realizar o 2º Encontro Franco-Brasileiro de Coprodução entre profissionais, também nas 03 cidades. Esta ação se configura como um importante vetor na divulgação dos profissionais brasileiros para o mercado europeu, uma vez que reunirá um time de especialistas, entre produtores, distribuidores e instituições do Brasil e da França que discutirão sobre ações de capacitação, canais de distribuição, mercados, acesso a financiamento, aspectos legais para a composição de uma coprodução internacional, etc. Entre os profissionais estão: o diretor adjunto da Unifrance Films, Frederick Beyreziat; do diretor adjunto da ARTE Cinema, Rémi Burah; dos produtores Laurent Lavolé, da Gloria Films; Marie Masmonteil, da Elzévir Films e Gilles Sacuto, da TS Production; de Laurence Gachet, da distribuidora Paname e de Pierre Menahem, da empresa de vendas internacional Still Moving. Entre os brasileiro estão Adhemar de Oliveira, diretor do Espaço Itaú de Cinema, Ilda Santiago, idealizadora do Festival do Rio, Paula Cocenza, produtora de cinema e TV, Rodrigo Letier, produtor executivo da TV Zero, Marcelo Souza, sócio-diretor da A2 Filmes, entre outros que podem vir a ser confirmados. O evento será gratuito e aberto ao público, com um limite de aproximadamente 50 pessoas por cidade. A carga horária deve ser de 4 horas. A realização destas ações permitirá atender os artigos 20 e 21 (Da Ampliação do Acesso) da Instrução Normativa 02/2019. Também garantirá que ao menos 50% do público seja formado por estudantes e professores de instituições públicas de ensino, em conformidade com o §2° do artigo 22 (Das Contrapartidas Sociais) da Instrução Normativa 02/2019. A partir dessas iniciativas o Festival desenvolve atividades que fortalecem e articulam as cadeias produtivas no Brasil, com uma expectativa de público de 200.000 pessoas.
Direção geral e Curadoria: Christian Boudier (PROPONENTE) Possui um longo histórico no setor audiovisual: foi jornalista para a revista profissional Le Film Français pelo período de 1990 a 1995; Produtor de cinema na empresa Parnasse International em Paris; Superintendente da Divisão do Cinema no Ministério Francês dos Assuntos Exteriores, onde cuidou, entre outras missões, da cogestão do Fonds Sud Cinéma, da criação do Pavillon des Cinémas du Sud no festival de Cannes; Adido Audiovisual nas embaixadas francesas no México, onde organizou com a Unifrance o primeiro Festival Latino‐Americano do Filme Francês de Acapulco e criou o Tour del Cine Francês do México em 40 cidades mexicanas, em parceria com a Cinépolis – no Reino Unido, onde lançou o Martell French Cinema Tour, festival de cinema francês no país inteiro, em parceria com o circuito Odeon – e no Rio de Janeiro, com o lançamento do site www.cinefrance.com.br e do cineclube Cinemaison. Desde 2008 é sócio‐diretor da Bonfilm, atuando diretamente na direção geral e curadoria dos projetos (Festival Varilux de Cinema Francês; Festival Ópera na Tela 2009, 2015, 2016 e 2017; Mama África, 50 anos de cinema africano), produção das exposições "A Terra vista do ceu" no Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e São Paulo, "Música e cinema" no SESC Pinheiros, em São Paulo, Raymond Depardon - Un moment si doux, no CCBB RJ. Coordenação de Comunicação: Emmanuelle Boudier (PROPONENTE) Formada pelo Institut d´Etudes Politiques de Paris, chegou no Brasil em 2004 onde ocupou vários cargos, entre os quais, Diretora da Casa França-Brasil, Diretora de Comunicação e Marketing da Aliança Francesa e Diretora da Câmara de Comércio França-Brasil. Atualmente, é sócia-diretora da Bonfilm, atuando sobretudo na coordenação executiva dos projetos, no relacionamento com empresas e captação de recursos. Gerenciamento do Projeto: Paula de Oliveira Bacharel em Produção e Política Cultural pela Universidade Candido Mendes e Pós‐graduada em Gestão do Entretenimento pela ESPM, atua há mais de dez anos na elaboração, gerenciamento e produção de projetos culturais, com experiência principalmente nos segmentos do audiovisual e das artes visuais. Colaboradora da Bonfilm desde 2012, atualmente é responsável pelo gerenciamento dos projetos. Coordenação de Produção: Marcela Bittencourt Formada em Direção Cinematográfica pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro e em Artes Cênicas pela Universidade Estácio de Sá, atua no planejamento, produção e execução de projetos culturais e grandes eventos. No Festival Ópera na Tela é coordenadora de produção, responsável pelo desenvolvimento de cronograma de produção, pesquisa e contratação de fornecedores, acompanhamento nos processos de montagem e desmontagem de eventos paralelos, acompanhamento e organização de toda parte operacional do projeto. Coordenação Administrativa: Luzimar Valentim Com licenciatura em Educação Artística pela Universidade Salgado de Oliveira, possui sólida experiência profissional nas áreas administrativa e de produção de eventos. É colaboradora da Bonfilm desde 2011, onde é responsável pelo gerenciamento administrativo-financeiro. Os responsáveis pelas funções de Coordenação de programação, Produtores, Assistentes de produção e Coordenador de ações de democratização e educativas, serão definidos ao longo da pré-produção do projeto. Atualizaremos a ficha técnica com a integralidade da equipe no momento oportuno.
Retornado para iniciar análise técnica após análise financeira.