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PRONAC 205054Apresentou prestação de contasMecenato

Quem prospera sempre alcança – Ano 3

KAVANTAN & ASSOCIADOS - PROJETOS E EVENTOS CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 974,4 mil
Aprovado
R$ 970,9 mil
Captado
R$ 882,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
31551765000143VISA DO BRASIL EMPREENDIMENTOS LTDA1900-01-01R$ 882,0 mil

Eficiência de captação

90.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-03-01
Término

Resumo

Temporada e circulação gratuita do espetáculo teatral "Quem Prospera Sempre Alcança", escrito e dirigido por Leonardo Cortez, prioritariamente em ruas, espaços culturais públicos (centros culturais e escolas) e em sedes de ONGs (espaços abertos) por diversas cidades brasileiras. Ano 3 do projeto. Considerando as atuais restrições e indicações governamentais de distanciamento social, por conta do COVID-19, visando a manutenção do projeto, informamos que as atividades poderão ser realizadas de forma digital, transmitidas pela internet.

Sinopse

Na praça de uma cidade, Julio e Tadeu, dois funcionários de uma empresa de uma produtora de teatro, montam o palco para a apresentação de uma peça de teatro de sucesso nacional que fala sobre dificuldades econômicas , principalmente dos pequenos empreendedores. Enquanto os dois montam as estruturas na frente do público, eles interagem com o público e relembram as situações do espetáculo que afinal eles já assistiram inúmeras vezes. Quando o diretor do espetáculo telefona comunicando que a van que transportava os atores quebrou e eles não conseguiram chegar. Os técnicos, para não frustrarem o público, resolvem encenar a peça interpretando os 11 personagens. Classificação indicativa: livre Duração: 45 minutos

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Realizar 45 apresentações gratuitas do espetáculo teatral "Quem prospera sempre alcança", escrito e dirigido por Leonardo Cortez, em: - São Paulo/ SP (6 apresentações); - em outras cidades do Estado de São Paulo (18), sendo 2 apresentações em cada uma das seguintes cidades: Guarulhos, Mogi das Cruzes e São Caetano do Sul, e 3 apresentações em cada em: Campinas, Jundiaí, Ribeirão Preto e São José dos Campos; - em outros Estados do Brasil, sendo 3 apresentações em cada uma das seguintes cidades: Curitiba/ PR, Goiânia/ GO, Joinville/ SC, Porto Alegre/ RS, Salvador/ BA, São Luis/ MA e Uberlândia/ MG. OBJETIVOS ESPECÍFICOS : - Oferecer cerca de 780 ingressos gratuitos para o público de São Paulo/ SP. - Oferecer cerca de 260 ingressos gratuitos para o público de Guarulhos/ SP. - Oferecer cerca de 260 ingressos gratuitos para o público de Mogi das Cruzes/ SP. - Oferecer cerca de 260 ingressos gratuitos para o público de São Caetano do Sul/ SP. - Oferecer cerca de 390 ingressos gratuitos para o público de Campinas/ SP. - Oferecer cerca de 390 ingressos gratuitos para o público de Jundiaí/ SP. - Oferecer cerca de 390 ingressos gratuitos para o público de Ribeirão Preto/ SP. - Oferecer cerca de 390 ingressos gratuitos para o público de São José dos Campos/ SP. - Oferecer cerca de 390 ingressos gratuitos para o público de Curitiba/ PR. - Oferecer cerca de 390 ingressos gratuitos para o público de Goiânia/ GO. - Oferecer cerca de 390 ingressos gratuitos para o público de Joinville/ SC. - Oferecer cerca de 390 ingressos gratuitos para o público de Porto Alegre/ RS. - Oferecer cerca de 390 ingressos gratuitos para o público de Salvador/ BA. - Oferecer cerca de 390 ingressos gratuitos para o público de São Luis/ MA. - Oferecer cerca de 390 ingressos gratuitos para o público de Uberlândia/ MG. - Promover a acessibilidade de conteúdo do espetáculo para cerca de 1.950 pessoas, por meio da realização de 15 apresentações com tradução em Libras (uma apresentação em cada cidade). - Apresentar uma dramaturgia que aproxime o público do espetáculo, gerando diversão, entretenimento, reconhecimento, troca e reflexão, ao retratar aspectos da vida dos brasileiros, principalmente as pessoas mais simples, que podem ser beneficiar de apresentações em gratuitas em praças, parques, escolas públicas e centro culturais. - Demonstrar, de forma lúdica e com humor, a importância do planejamento e da organização para a concretização dos sonhos. - Oferecer uma opção cultural gratuita para a comunidade, especialmente para as famílias. - Gerar empregos na área cultural, inclusive em diversas cidades e regiões do Brasil, pois há contratação de pessoal e fornecedores em todas as cidades. - Estimular a formação de plateia, oferecendo acesso gratuito em espaços alternativos. Cabe ressaltar que, mesmo com a gratuidade, nem sempre o público de baixa renda comparece às apresentações teatrais por não ter acesso aos edifícios teatrais (distância, desconhecimento e até mesmo acharem que é um espaço para a elite). - Aumentar a vida útil do espetáculo produzido em 2019, que se apresentou de forma digital em 2020, consequentemente valorizando o dinheiro público, já que mais pessoas em diversas regiões do Brasil serão beneficiadas com um investimento anterior (na criação e produção do espetáculo).

Justificativa

Quem Prospera Sempre Alcança enquadra-se nos incisos I, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313/91 e contribui para o alcance dos objetivos descritos nos incisos II, alínea "e" e IV, alínea "a", do Art. 3º da Lei 8313/91. Art. 1º I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. QUEM PROSPERA SEMPRE ALCANÇA é um espetáculo de rua, - mas que pode ser encenada em espaços fechados também - cuja proposta de encenação dialoga diretamente com as raízes do teatro popular, do circo-teatro e da comédia de costumes. O humor é elemento de aproximação direta com o público, conquistado através de um texto ágil, contemporâneo e de comunicação franca, características notórias da dramaturgia de Leonardo Cortez, um dos autores mais importantes da atual dramaturgia paulistana e que já demonstrou o pleno domínio da estrutura dialógica e da carpintaria teatral em textos como "Comédias Furiosas", "Amor à vista", "Pousada Refúgio", "Rua do medo", "Maldito benefício" e "Sala dos professores". O texto de QUEM PROSPERA SEMPRE ALCANÇA conta a história de dois técnicos de uma companhia teatral que estão encarregados de montarem o cenário para a apresentação de um espetáculo teatral de rua que será apresentado, segundo eles, dali algumas horas. De pronto, os técnicos fazem às vezes de operários e mestres de cerimônia. Labutam para a peça, enquanto fazem a propaganda daquilo que ainda estará por vir. A criação de um ambiente de expectativa tem a pretensão de aglutinar o público em torno do espaço cênico. O estabelecimento do referido espaço marca o início da apresentação. Com material cênico (ribaltas), os atores delimitam o palco e trazem para a cena o material que se transformará em cenário dali instantes. Posicionados num centro do espaço cênico, eles montam a estrutura da cortina de cena e todos os elementos que fazem parte do cenário, inclusive as araras com os figurinos, tudo com inspiração circence. O circo-teatro, inclusive, com seus jogos e esquetes também serve como referência de linguagem enquanto os personagens dos técnicos contam causos, piadas e fatos pitorescos ligados ao seu histórico profissional. A participação dos espectadores é solicitada em brincadeiras interativas que se desdobram enquanto o público é testemunha da construção de uma peça enquanto assiste outra peça. A metalinguagem proposta por QUEM PROSPERA SEMPRE ALCANÇA incentiva o embarque do espectador em diferentes camadas: assim, o entendimento do fazer teatral e as necessidades imperativas para a criação de uma obra se intercalam com a diversão que abre caminhos para a plena absorção da parte conceitual do texto ligada à problemáticas contemporâneas: como se organizar, planejar, inventar e realizar o trabalho quando falta emprego, educação financeira. E se a primeira parte da peça mostra a estrutura sendo revelada aos olhos do público, na segunda parte embarcamos no jogo com o mergulho na pura convenção teatral. A partir do cenário montado e do estabelecimento do jogo com a plateia (o elenco não chegará e os técnicos farão o espetáculo), novos personagens surgem através do uso de acessórios e máscaras, numa sucessão de cenas com características de esquetes o que proporciona a absorção da obra inclusive para os transeuntes que estão de passagem pela rua ou que começaram a assistir a peça depois do seu começo. Nesse momento do espetáculo, a música e a dança entram como elementos de linguagem cobrando dos atores, versatilidade, energia e multiplicidade de aptidões. Assim, a proposta do espetáculo se concretiza através do fascínio gerado pela sucessão de elementos surpreendentes que revigoram a atenção do público na medida em que o espetáculo se desenrola. A questão do empreendedorismo como alternativa à falta de emprego é decisiva para cativar o público, que se identifica com a problemática, mostrando que o teatro pode tratar de temas cotidianos, acessíveis a todos, vindo de encontro com nossa proposta de formação de público para teatro e artes em geral. O momento pandêmico e pós-pandêmico só reforça a atualidade dos temas apresentados: a luta e a criatividade para sobreviver, mesmo quando os empregos somem. Muitas atividades são realizadas gratuitamente ou a preços muito populares pelo Brasil, mas por uma questão cultural, o público de baixa renda e/ou com baixa escolaridade não se percebe como potencias consumidores desses produtos. Vale lembrar que o espetáculo foi produzido em 2018, através do Pronac 18.5419, quando otimizamos os recursos obtidos e realizamos 58 apresentações em vez das 40 previstas, atingindo um público de 9.545 pessoas, quando o previsto era de 4.680. A grande receptividade do público pelas cidades onde foi apresentado, e as solicitações de apresentações de outras cidades que ficaram sabendo pela imprensa, nos motivaram a realizar mais uma edição do projeto _ Pronac 19.3567, que foi readequada para apresentações online por conta da COVID-19, atingindo um público muito maior: 10.298 acessos únicos em 24 horas de cada apresentação em 33 apresentações, sendo que ainda temos 11 apresentações a cumprir. Mais uma vez, o sucesso do espetáculo e as manifestações de interesse de outros locais, nos levam a apresentar agora a terceira edição. Ressaltamos que as apresentações não preveem a arrecadação de bilheteria e beneficiarão, majoritariamente, as camadas mais carentes da população, percorrendo diversas cidades brasileiras. Assim, dificilmente, poderia ser viabilizado sem patrocínio incentivado pela Lei Rouanet.

Especificação técnica

Informamos que o proponente será remunerado pelo projeto nas seguintes rubricas. - Direção de produção ou outro cargo compatível com o orçamento - Produção executiva e/ou Assistência de produção (em algumas cidades) - Coordenação administrativa do projeto. - Coordenação Pedagógica da Oficina (contrapartida social) - Captação de recursos

Acessibilidade

Com o intuito de se promover a acessibilidade física e de conteúdo, serão adotadas as seguintes medidas: Produto Espetáculo teatral As ações serão amplamente divulgadas pela assessoria de imprensa e pela página do projeto (redes sociais). Acessibilidade física: Seleção de espaços cujas instalações garantam o livre acesso da pessoa com deficiência física ou mobilidade reduzida e de idosos. Em cada apresentação haverá cadeiras para os idosos poderem se sentar e espaço para colocação de cadeiras de rodas (no caso de apresentações em praças e demais espaços públicos). As apresentações do espetáculo teatral serão realizadas, preferencialmente, em locais que atendam às condições de acessibilidade. Caso isso não ocorra, o produtor que acompanhará as apresentações (identificado como assistente de produção no orçamento), em conjunto com a equipe do espaço, será responsável por facilitar o livre acesso de pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida e de idosos. Tendo em vista as atuais medidas de distanciamento social, o proponente se compromete a: Acessibilidade para deficientes visuais: Será realizada a disponibilização em plataforma online, contendo audiodescrição, em português (BR) do espetáculo. As gravações serão disponibilizadas de forma gratuita. Para além disso, todos os espetáculos contarão com livretos em braile. Os livretos possuirão um resumo do texto e a descrição do cenário, figurino, adereços e de todas as movimentações de cada cena, cena a cena, para que o público deficiente visual que compareça às apresentações possa acompanhar o espetáculo. O material estará disponível em todas as apresentações. Acessibilidade para deficientes auditivos: Realização de todas as 45 apresentações com tradutor intérprete de Libras (ao vivo). Produto Contrapartida Social: Oficinas As ações serão amplamente divulgadas pela assessoria de imprensa e pela página do projeto (redes sociais). Acessibilidade física: Seleção de espaços cujas instalações garantam o livre acesso da pessoa com deficiência física ou mobilidade reduzida. Tendo em vista as atuais medidas de distanciamento social, o proponente se compromete a: Acessibilidade para deficientes visuais: Será realizada a gravação prévia de uma oficina, essa gravação possuirá audiodescrição em português (BR) e será disponibilizada gratuitamente online para as instituições. Ainda será confeccionado um livreto em braile que auxiliará deficientes visuais no caso das oficinas presenciais. Acessibilidade para deficientes auditivos: Realização de todas as 15 oficinas com tradutor intérprete de Libras (ao vivo).

Democratização do acesso

A fim de se democratizar o acesso ao produto cultural, serão adotadas as seguintes ações previstas nos incisos IV e V do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cultura: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Além destas medidas, o projeto prevê: - realização de 45 apresentações gratuitas, distribuídas em quinze municípios Pretende-se, assim, promover a descentralização e atingir o público que não tem hábito de ir ao teatro em diversas comunidades. Como contrapartida Social de acordo com a IN 02/2019 o Proponente realizará: - 15 Oficinas gratuítas, para 40 pessoas cada: OFICINA DO PALHAÇO (Clown), ministradas prioritariamente em escolas públicas ou centros culturais. PROJETO PEDAGÓGICO: OFICINA DO PALHAÇO (Clown) Resumo dos conteúdos A proposta desta oficina é trabalhar o teatro dentro da perspectiva do humor, através da figura do Palhaço (Clown). O clown é a transparência do artista, um ser que sua pela capacidade de transformar fraquezas em virtudes, se aproxima do público pela semelhança, causando encantamento e interesse. O processo se desenvolve da seguinte forma: - Roda de apresentação; - Aquecimento físico e vocal; - Jogos de prontidão; - Construção do corpo cômico; - Construção das gags; - Resolução de problemas; - Encerramento: Avaliação e impressões. Profissionais envolvidos e respectivas formações: 1) Coordenação:Sonia Cristina Kavantan Socióloga e Pedagoga formada pela USP. Produtora cultural com mais de 34 anos de experiência, atua na área educacional e cultural, em produção, consultoria, marketing cultural e pesquisa. É uma das pioneiras em formação de produtores e agentes culturais, ministrando cursos, palestras e workshops por todo o Brasil desde 1995. Os projetos criados e coordenados por ela procuram aliar arte, cultura, entretenimento e educação. Como exemplo temos Mestres do Futuro, Mestres do Futuro – Estrada Real, Arte de Fotografar, CCBB – Centro de Expressão e Construção 2006, entre outros. Coordenou diversos treinamentos para as equipes dos Centros Culturais do Banco do Brasil, atuando na programação e coordenação das atividades, sendo o último o Observatório de Cultura, realizado no Rio de Janeiro em 2018. 2) Oficineiro: Rogerio Barbosa dos Santos (Rogério Barsan) Em 2006 se formou como ator no Senac Santos, onde obteve seu registro profissional. Em 2013 formou-se Bacharel em cinema e audiovisual no Centro Universitário Monte Serrat, Santos, tendo explorado a edição, direção de fotografia, direção geral, criação de roteiro e produção de web-série e curtas metragens. Atuou em diversos projetos de formação no litoral de São Paulo, destacando-se Parque Cultural Vila de São Vicente, Projeto Ronda e Arte na Comunidade, trabalhando em oficinas para jovens, criança e terceira idade. Atuou em inúmeras peças dirigidas por grandes nomes da Baixada Santista como Maria Tornatore e Alexandre Camilo, além da atuação na Cia Histórias do Baú, onde obteve conhecimentos como Manipulador de Bonecos e Marionetes. Como ator em teatro, nos últimos anos, destacam-se Um Presente Para Ramiro, com direção de Valdo Resende (2108/2019), Arte na Comunidade 3 (2015) e A Água que Fugiu do Lago, de Edivaldo Costa (2014/2016). Como assistente de direção, trabalhou em Quem Prospera Sempre Alcança, de Leonardo Cortez, em 2019, tendo acompanhado a montagem e turnê do espetáculo. Objetivos gerais:- Oferecer a experimentação da ação do Palhaço, da provocação do riso e da alegria. - Realizar jogos dramatúrgicos, que envolvam a espontaneidade, a leveza e a criticidade, que serão utilizados como ferramentas para a exploração em cena do lado cômico de cada participante. - Desenvolver dinâmicas em grupo que investigam o erro, o fracasso e a ingenuidade como elementos que nos desarmam e nos humanizam, nos mostrando que rir de si mesmo pode ser um dos caminhos para falar do humano. - Oferecer uma prática de autoconhecimento e entretenimento, além de mostrar outras formas de comunicação que, por vezes, a palavra tradicional não alcança. - Além dos jogos, a expressão corporal e vocal será fundamental nesse exercício do riso. Objetivos específicos:- Oferecer elementos do teatro cômico e do clown, como a triangulação com o público, tempo cômico e não-realismo na cena; - Trazer o repertório de jogos cômicos, que ilustram as relações entre palhaços e outros cômicos; - Estimular a espontaneidade e o despojamento como condutores da comédia; - Trabalhar alguns princípios da comicidade individual de cada participante; - Oferecer a linguagem da palhaçaria no meio escolar, integrando alunos e professores dentro da prática artística, provocando e facilitando outras interações pedagógicas; - Promover a ação cultural na escola, reinventando o espaço escolar como um espaço cultural; - Oferecer conteúdo que possam inspirar educadores em suas disciplinas escolares. Justificativa:A comédia é uma linguagem teatral que tem uma história marginalizada, por muitos motivos. Mas, dentre eles o que se destaca é a forma como se trata os fenômenos “sérios”. O despojamento do corpo e a licença para rir geralmente são condutas reprimidas na nossa educação escolar e cultural. Se conectar com tais aspectos é resgatar estados da infância, do não-julgamento e também de construir uma outra lógica sobre o mundo. A partir dessa nova visão, pode-se discutir criticamente sobre nossa construção social e o nosso mundo. Portanto, a oficina é um (re)encontro com o riso por meio de se tornar o seu próprio agente. O ambiente escolar normalmente é sério e tenso, apresentando conflitos entre funcionários, professores e alunos. A oficina pretende colaborar para que o riso e a alegria possam ser resgatados e ajudem na comunicação e convivência pacífica. O espetáculo QUEM PROSPERA SEMPRE ALCANÇA, que trata de temas sérios, como o desemprego, a necessidade de se organizar para atingir sonhos e a luta diária pela sobrevivência, utiliza da linguagem cômica para criar a identificação com o público. Com isso oferece não só reflexão, mas encantamento, alegria e diversão. É nesse sentido que a oficina aqui proposta se relaciona com o espetáculo, alvo deste projeto. Carga horária: 1h40 minutos. Público-alvo Alunos, a partir de 13 anos de idade, professores e funcionários de instituições escolares. Outras pessoas da comunidade escolar, como pais e vizinhos, também poderão participar. As inscrições ficarão sob a responsabilidade da escola, sendo as orientações enviadas pela produção do projeto. Caso as secretarias de cultura / educação dos municípios atendidos tenham interesse, poderão organizar as inscrições, contanto que pelo menos 50% das vagas sejam destinadas a alunos e professores de instituições de ensino público. MetodologiaEncontro com dinâmicas práticas, sequenciadas de jogos de integração de grupo, entrosamento, desinibição e por fim, improvisações cênicas. Ao final do encontro é feita uma avaliação com o grupo sobre o momento experienciado. Os jogos escolhidos fazem parte de um repertório que mescla jogos teatrais e exercícios de palhaçaria que focam na triangulação com o público e padrões de gags* como entradas e saídas. *nome dado às esquetes tradicionais de circo realizados por duplas e trios de palhaços. Material didático Estrutura: 1) Sala ampla com capacidade para comportar movimentos amplos; 2) Aparelho ou caixa de som com entrada USB; 3) Narizes de palhaços e eventuais adereços. Acessibilidade: Haverá interpretação em libras e audiodescrição em todas as oficinas conforme plano de distribuição.

Ficha técnica

Texto e direção: Leonardo Cortez Elenco: André Santos e Djair Guilherme Composição e direção musical: Jonatan Harold Figurinos: Marcio Araújo Cenografia: Marcio Araújo Identidade visual: Fernando Moser CURRÍCULOS LEONARDO CORTEZ - TEXTO E DIREÇÃO Roteirista, dramaturgo, ator e diretor teatral, formado em Artes Cênicas pela ECA/ USP. No teatro e como dramaturgo, Cortez foi indicado quatro vezes consecutivas ao Prêmio Shell de Melhor Autor, além de indicações na mesma categoria nos Prêmios APCA, Cooperativa Paulista de Teatro e Aplauso Brasil. A peça de sua autoria, "Sala dos Professores", foi apontada pelo site UOL como a Melhor Dramaturgia de 2016, além de ter sido o texto vencedor no Prêmio Júri Popular no Site Aplauso Brasil. Cortez tem ainda quatro livros editados: “Trilogia Canalha”, pela Editora Candombá, “Comédias Urbanas” pela Editora Sesi-SP, “Sala dos Professores” e “Pousada Refúgio”, ambas pela Giostri. Seu texto teatral mais recente, “Comédias Ilícitas”, foi vencedor do Prêmio Zé Renato e tem estreia prevista para maio de 2019. TEATRO “Comedias Ilícitas”, direção Marcelo Lazzaratto (2019); “Pousada Refúgio”, direção de Pedro Granato (2018); “Colegas no Teatro, direção e adaptação do texto de Marcelo Galvão (2017); “Sala dos Professores”, direção de Marcelo Lazzaratto (2016); “Maldito Benefício”, direção Marcelo Lazzaratto (2014); “Rua dos Medo”, direção de Marcelo Lazzaratto (2010-2012); “Trilogia Canalha”(texto e direção/ 2009); “O Rei dos Urubus”, direção Marcelo Lazzaratto (2008-2009); “Escombros”, direção de Leonardo Cortez e Frederico Foroni (2005-2007); “O Crápula Redimido” (texto e direção/ 2003); “In Memorian”, direção de Frederico Foroni (2002) e “Recuerdos”, direção de Carlos Gardim (1996). ANDRÉ SANTOS - ELENCO Formado em teatro pelo Teatro da Universidade Católica- TUCA. No cinema participou dos longas-metragens: “Apart Horta” (2015); “Andaluz” (2011); “Papo de Boteco (2010); “Concepção Fílmica (2010). Na TV, as séries “Máximo e Confúcio”- TV Cultura (2017); “Carcereiros- Rede Globo (2018); e a novela “Água na Boca”- TV Band (2008) No Teatro: Muro”, (Dir. André Santos) “Nos Campos de Piratininga”, (Dir, Imara Reis); “Edmond” (dir. Ariela Goldman); “Rua do Medo” (Dir. Marcelo Lazzarato); “O Natal Presente no Meu Presente de Natal” (Dir. William Gutierre), “Mostra Primeira da Cia de Investigação Teatral” (Espetáculos: Bob é Negro, Algumas Laranjas e Janeiro), Textos e Direção João Fábio Cabral, “Alice e Gabriel”, dir. Vinícius Calamari DJAIR GUILHERME - ELENCO Ator, brinquedeiro e dramaturgo. É bacharel em Interpretação Teatral, formado pela ECA/ USP. Foi membro da Cia Bastarda de Teatro Plástico e da Cia dos Gansos. Como ator em teatro, participou de: “Rua do Medo” texto de Leonardo Cortez e Direção de Marcelo Lazzarato, São Paulo, 2010; “O rei dos urubus” texto de Leonardo Cortez e Direção de Marcelo Lazzarato, São Paulo, 2008 - indicado para o prêmio de melhor ator coadjuvante no 3º Fentepira (Festival de Teatro de Piracicaba) e no 32º Festepinda (Festival de Teatro de Pindamonhangaba); “Escombros” texto de Leonardo Cortez e Direção de Frederico Foroni, São Paulo, 2006; “A Construção” texto de Djair Guilherme e Direção de Eduardo Coutinho, São Paulo, 2005; “Frio 36,5 ºC” concepção de Arthur Belloni, São Paulo, 2003 - espetáculo selecionado para o IXª. Edição do Festival Internacional de las Artes - Costa Rica. Como ator em cinema, participou de: “Dois Coelhos” Afonso Poyart, São Paulo, 2012; “Rivellino” Marcos Fábio Katudjian, São Paulo, 2011 - Prêmio Especial do Juri, Gramado, 2011 Criou a cenografia dos espetáculos teatrais: Um Presente para Ramiro, de Valdo Resende (2018), Rua do Medo, texto de Leonardo Cortez e direção de Marcelo Lazzarato (2010); Pra você que me esqueceu, texto de Claudia Pucci e direção de Dagoberto Feliz (2008); O rei dos urubus, texto de Leonardo Cortez e direção de Marcelo Lazzarato (2008); Mais um, texto de Cássio Pires e direção de Ana Roxo (2005) e Frio 36,5 ºC, concepção de Arthur Belloni (2003). JONATAN HAROLD DIREÇÃO MUSICAL E TRILHA SONORA Músico e ator, com formação erudita e popular em piano, canto, regência e teatro (UNESP, CDMCC de Tatuí, Berklee Scholarship), indicado ao "Prêmio Shell" 2014 na categoria "Música", especializou-se na junção dessas linguagens artísticas. Buscando sempre a união da técnica e sensibilidade, faz trilhas originais para peças, direção musical, composições, produção musical, arranjos, performances e recitais no Brasil e exterior. Trabalhando com renomados artistas premiados, sempre presente nos processos de criação e idealização dos projetos. Seus últimos trabalhos de destaque foram “Florilégio 2 - Nas Ondas do Rádio”; “Camille e Rodin”; “Elza e Fred”; “Sou Toda Coração”; “Jocasta”; “A Graça Do Fim” e “Isadora”. MÁRCIO ARAÚJO FIGURINOS E CENÁRIOS Ator, diretor, autor, roteirista e diretor de arte. Assina os figurinos de inúmeros espetáculos, destacando-se: “Comédias Furiosas”, de Leonardo Cortez e direção de Marcelo Lazzaratto, “Um Presente para Ramiro”, de Valdo Resende (2108). Foi o responsável pelos cenários e figurinos de “Pedro e o Lobo - uma versão brasileira”, “Cãofusão Gatonōmica”, “Um Mestre Brasileiro” e “Floresta dos Mistérios”. SONIA KAVANTAN DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Socióloga e Pedagoga formada pela USP. Produtora cultural com mais de 34 anos de experiência, atua na área educacional e cultural, em produção, consultoria, marketing cultural e pesquisa. É uma das pioneiras em formação de produtores e agentes culturais, ministrando cursos, palestras e workshops por todo o Brasil desde 1995. Dentre os projetos realizados recentemente, destacam-se: Um presente para Ramiro, Palavra de Stela, Aeroplanos, Arte na Comunidade 4 (Vale do Paraíba), Maldito Benefício, Florilégio Musical II – Nas Ondas do Rádio e Dramaturgias Urgentes. Informamos que poderemos fazer alteração na ficha técnica diante da necessidade

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2023-12-31
Locais de realização (15)
Salvador BahiaGoiânia GoiásSão Luís MaranhãoUberlândia Minas GeraisCuritiba ParanáPorto Alegre Rio Grande do SulJoinville Santa CatarinaCampinas São PauloGuarulhos São PauloJundiaí São PauloMogi das Cruzes São PauloRibeirão Preto São PauloSão Caetano do Sul São PauloSão José dos Campos São PauloSão Paulo São Paulo