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PRONAC 205066Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

MEMÓRIA NORDESTINA

BIMBOCA PRODUCOES E ORGANIZACOES DE FESTAS LTDA
Solicitado
R$ 198,4 mil
Aprovado
R$ 198,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2021-04-02
Término
2021-08-16
Locais de realização (3)
Vila Velha Espírito SantoSão Luís MaranhãoBelo Horizonte Minas Gerais

Resumo

Este projeto destina-se a viabilizar a realização de 03 shows, intitulados MEMÓRIA NORDESTINA - Tributo a Jackson do Pandeiro - com a banda FORRÓ PASSA PÉ. O espetáculo é uma variante do projeto Noite do Forró, que apresenta um repertório com canções de autoria do homenageado e sucessos que se tornaram conhecidos do grande público através da sua voz e das suas interpretações singulares.

Sinopse

Memória Nordestina é um espetáculo onde se busca manter as características fundamentais da obra de Jackson do Pandeiro, as nuances ritmicas presentes nas canções, a graça da sua poesia às vezes jocosa. Todos esses elementos juntos irão integrar a performance da banda Forró PassaPé. Apesar de manter essas características, obviamente por estarmos em outra época, e termos diversas influências musicaisteremos também a particularidade da interpretação decorrente das vivências e experiências dos integrantes, isso tudo organizado musicalmente pelo arranjador e diretor musical. Uma abordagem com personalidade própria. A performance da banda ForróPassapé é algo que passa pela matriz, transformada sem descaracterizar a estética dele e onde se tem por objetivo mostrar a riqueza de sua obra, suas melodias, ritmos e possibilidades harmônicas sugeridas por ele. Algo com influência jazzística, além das influências de outros ritmos presentes no acervo da música brasileira.

Objetivos

Objetivo Geral Contribuir para dar maior visibilidade à cultura do forró tradicional, formando novos apreciadores do rico legado de Jackson do Pandeiro e consequentemente da cultura do nordeste brasileiro. Além disso, fomentar a educação através da música e da cultura popular, democratizando o acesso à cultura. Obetivos Específicos 1.Realizar 03 shows musicais, nas cidades de Belo Horizonte/MG, Vila Velha/ES e São Luís/MA; 2.Oportunizar acesso a parte de um acervo importante para a memória cultural brasileira, ao divulgar, via Website do projeto, as obras integrantes do show e parte da biografia de Jackson do Pandeiro 3.Realizar após cada apresentação, bate papo com o público sobre o processo criativo do show e apresentar o legado de Jackson do Pandeiro; 4.Publicar, na internet, uma compilação editada das gravações em vídeo dos 03 shows.

Justificativa

A cultura do forró tradicional não está restrita somente ao período dos festejos juninos. A relevância cultural desse gênero musical tipicamente brasileiro é muito significativa e emblemática.Indo além das abordagens que sejam relativas apenas aos seus aspectos musicais, o forró deve ser percebido como uma manifestação cultural atemporal, brasileira, nordestina, repleta de autenticidade e de uma riqueza cultural imensurável, que merece estar em evidência para além das comemorações de época. Jackson nasceu em 31 de agosto de 1919, no Engenho Tanques, com o nome de José Gomes Filho. Ele era filho de uma cantadora de coco, Flora Mourão. Através dela Jackson começou a tomar gosto pelo ritmo como tocador de zabumba. Seu nome artístico originou-se das brincadeiras de criança, dos filmes de faroeste, no tempo do cinema mudo, onde se autodenominava Jack, inspirado em Jack Perry, artista dos referidos filmes. O apelido pegou, e em Campina Grande, após iniciar como pandeirista ficou conhecido como Jack do Pandeiro, e passando a acompanhar artistas da terra. Somente em 1953, com trinta e cinco anos, Jackson gravou o seu primeiro grande sucesso: "Sebastiana", de Rosil Cavalcanti. Logo depois, emplacou outro grande hit: "Forró em Limoeiro", rojão composto por Edgar Ferreira. Jackson do Pandeiro deixou um legado importantíssimo para a cultura brasileira. Muitos o consideram o maior ritmista da história da Música Popular Brasileira e, ao lado de Luiz Gonzaga, foi um dos principais responsáveis pela nacionalização de canções nascidas entre o povo nordestino. Sua discografia compreende mais de 30 álbuns lançados no formato LP. Desde sua primeira gravação, "Forró em Limoeiro", em 1953, até o último álbum, "Isso é que é Forró!", de 1981, foram 29 anos de carreira artística. Por tudo isso, entende-se que é fundamental para a continuidade e preservação da memória cultural da arte e cultura brasileiras o apoio a esse projeto. POR QUE PRECISAMOS DE APOIO FINANCEIRO, VIA MECANISMO DE INCENTIVO A banda Forró Passapé é um empreendimento artístico que sobrevive graças à participação em editais e chamadas públicas. Ela não se situa no escalão dos grupos musicais com alta projeção no país e, sendo assim, a garantia da sua permanência no contexto da música brasileira está fortemente vinculada à possibilidade de ser elencada como atração patrocinada por mecanismos de fomento. Nesse sentido, submeter uma proposta de show ao mecanismo federal é também perseverar na busca da manutenção de um trabalho que possui relevância cultural. Pelo exposto, compreendemos que este projeto se enquadra nas seguintes definições do Art.1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Tendo como objetivos, expressos e em consonância com o Art. 3º : II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Especificação técnica

O show tem duração de 1h20. Após o espetáculo o grupo ainda fará 40 minutos de palestra, seguida de debate, com temática da Cultura do Forró, com ênfase nos conteúdos musicais e nos compositores de destaque no gênero.

Acessibilidade

Acessibilidade Física - SHOW MUSICAL Serão providenciadas, junto às gestões dos espaços contratados para realização dos shows, a adequação dos sanitários, colocação de rampas onde necessário, assim como de guias táteis, para deficientes visuais. Acessibilidade de Conteúdo - SHOW MUSICAL Acessibilidade para deficientes visuais: Tratando-se de um show ao vivo, de musica brasileira, entende-se que os deficientes visuais não terão dificuldades no entendimento. Acessibilidade para deficientes auditivos: Quanto ao atendimento de eventuais deficientes auditivos comparecendo ao show, desconhecemos efetividade na inserção de algum profissional que possa traduzir todas as dinâmicas complexas presentes na estrutura do espetáculomusical. ... Acessibilidade Física - CONTRAPARTIDA SOCIAL Serão providenciadas, junto às gestões dos espaços contratados para realização dos shows, a adequação dos sanitários, colocação de rampas onde necessário, assim como de guias táteis, para deficientes visuais. Acessibilidade de Conteúdo - CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade para deficientes visuais: Serão providenciadas, junto às gestões dos espaços contratados para realização dos shows, a adequação dos sanitários, colocação de rampas onde necessário, assim como de guias táteis, para deficientes visuais. Acessibilidade para deficientes auditivos: Será contratado um profissional em cada cidade, para tranascrever, em libras, o conteúdo das atividades.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO - Show Musical Conforme orientado pelo Art. 21. da IN nº 02/2019 , serão adotadas as seguintes medidas: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO - Contrapartida Social Conforme orientado pelo Art. 21. - SESSÃO III - da IN nº 02/2019 , serão adotadas as seguintes medidas: § 1º "As ações formativas culturais corresponderão a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente." § 2º "50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários da ações formativas cultural proposta constituir-se-á de estudantes e professores de instituições públicas de ensino."

Ficha técnica

SOBRE O DIRIGENTE O dirigente da Bimboca Prodçõesm Marco Antonio Silva de Carvalho, além de estar encarregado de realizar o gerenciamento administrativo do projeto, orientando a coordenação geral acerca das demandas, assinando os contratos necessários e efetuando as atividades concernentes aos processos decisórios, atuará também como arranjador, músico e diretor musical nos shows. CURRÍCULOS Marco de Carvalho - Arranjador, músico e diretor musical: Pianista de formação tradicional, debruça-se sobre as matizes da música brasileira na busca por formas próprias de interpretá-la e executá-la no instrumento que domina como solista, como integrante de grandes grupos e à frente de formações reduzidas (duos, trios e quartetos). Marco de Carvalho coleciona prêmios e indicações nas posições em que atua (instrumentista, arranjador e diretor musical). Sua competência o levou a grandes palcos da Bahia, do Brasil e da Europa. Edcarlos Batera - Cantor Iniciou a carreira aos 12 anos, tocando e cantand em bandas de baile e barzinhos. Tocou com edson Gomes e a Cão de Raça. Tocou com Lazzo Luiz Melodia, Gilberto Gil, Caetano Veloso. Atualmente toca com o cantor e compositor Alexandre Leão. Fez trabalhos com o forro, nas bandas Cegueira de Nó e Val Macambira Nonato Lima - Sanfoneiro Em sua trajetória, Nonato competiu em festivais nacionais e internacionais, sendo campeão em todos. O primeiro festival, em 2010, ocorreu em Limoeiro do Norte - CE, o segundo em Fortaleza - CE (2012) e o terceiro em Juazeiro da Bahia (2015). Recentemente fez turnê pela Europa levando a música brasileira através de seu acordeon pela França, Bélgica e Suécia. Além das apresentações, o músico foi convidado pelo grande acordeonista francês Richard Galliano para participar de um documentário sobre sua vida. No Brasil, Nonato fez show com Richard em São Bento do Sul – PR, acompanhou diversos artistas como Dominguinhos, Raimundo Fagner, Flávia Wenceslau, Marcos Lessa, dentre outros, e atualmente é integrante da Banda Acaiaca e da Orquestra Sanfonas do Ceará, além de priorizar seus projetos instrumentais com solo, duo, trio e quarteto, e a gravação do seu primeiro CD solo com músicas autorais. Tedy Santana - Baterista Ao longo de sua carreira acompanhou artistas como, entre outros, Roberto Mendes, Lazzo Matumbi, Geraldo Azevedo, Márcia Short, Lucas Santtana, Claudia Moura, Sharith, Laurinha, Tri-Bahia, Upa Neguinho, Batifum, Jeremias, Iyexá, Banda Inter, Canibais, Jorge Zarath, Toinho Neto, Roberto Patiño, Alaor Macedo, Magary Lordy, Carlos Villela, Raimundo Sodré, Jau, Carlos Pitta, Sarajane, Juliana Ribeiro, Afrodisíaco, Flávio Assis, Grupo Kamaloka, Marco de Carvalho, Carla Quadros, Cesar Michilles, Silvinha Torres, Marilda Santana e Simone Moreno. Músico convidado para a gravação do CD "Marinês e sua gente", com participação de Alceu Valença, Chico César, Lenine, Margareth Menezes, Genival Lacerda, Dominguinhos, Zé Ramalho e Ney Matogrosso. Participou de festivais na Europa com Elba Ramalho, Gary Willis, Companhia Brasil Brasil, Munir Hossn. Atualmente, é membro da formação musical de Marcelo Yuka, e participa a divulgação de seu novo álbum “Canções Para Depois do Ódio”. Recentemente (2016), Tedy ilustra esses ricos intercâmbios musicais, realizando seu primeiro álbum, “Tambour du Prince”, em parceria com seu grande amigo multi instrumentista Munir Hosnn e a participação de músicos dos quatros cantos do mundo. Daniela Penna: Percussionista Licenciatura em Dança Graduada em 2019, Percussionista, Coreógrafa, EducadoraExperiência Profissional Grupo As Meninas 1997 Turnê "Sou de Qualquer Lugar" de Daniela Mercury 2002 Turnê e DVD "Eletrodoméstico" de Daniela Mercury 2003 e 2004 Turnê "Ballet Mulato" de Daniela Mercury 2006 Show Armandinho Macedo e Paulo Moura Israel Ramos: Contrabaixo Ingressou na música aos 16 anos de idade, tocando violão nos bares e depois de algum tempo passou a tocar contrabaixo elétrico. Em sua trajetória musical acompanhou vários artistas assim como: Márcia Short, Noeme Bastos, Marilda Santana, Zeni Ramos, Kakau Araújo,Tonho Matéria, Virgílio, Tati Lima, Edú Casa Nova, Jurandir Santana, Carlinhos Cor das Águas, Sidney Magal dentre outros, incluindo o programa Arerê Geral exibido pela TV Bahia local. Atualmente acompanho o artista cantor e compositor Alexandre Leão e a cantora Mariene de Castro. Arnaldo de Almeida: Produtor cultural, desenvolvedor web, compositor e cantor, atua desde 1999 na esfera da gestão cultural, quando coordenou projetos de educação musical e formação técnica na área musical, na OnG Casa dasFilarmônicas. De 2007 a 2015 trabalhei como assessor no Núcleo de Filarmônicas da Fundação Cultural do Estado da Bahia , vinculado à Coordenação de Música. Atuou como idealizador e artista integrante do grupo musical Confraria da Bazófia, do Encontro de Compositores e do De 2 em 2 – Para Intérpretes e Afins, estes últimos sendo projetos direcionados à divulgação e difusão das obras autorais de compositores baianos através da realização de temporadas de shows no Cabaré dos Novos – Teatro Vila Velha, no EspaçoXisto e no Teatro Gamboa.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.