Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Realizar exposição no Museu de Arte Contemporânea de Campina Grande - MAC, na perspectiva de refletir, investigar, imaginar e criar experiências que explorem as possibilidades, questões e desafios da sociedade, sobretudo nos campos das artes, ciências, tecnologias e urbanidades, que afetarão a cidade nas próximas décadas até a celebração dos seus duzentos anos. Acompanha a mostra, ações educativas e publicação de catálogo.
Não se aplica.
GERAL - Oferecer uma visão ampla dos processos que estão alterando a cidade, o planeta e o modo como os habitamos, posicionando o museu como um potencializador de percepções; - Formular, por meio de um projeto expográfico e educativo, um painel de sondagem, experimentação e criação de novas convivências e inteligências coletivas, considerando, entre a imaginação e a mudança, a estabilidade e a variação, os cenários em transformação. ESPECÍFICOS (1) Realizar uma exposição temática reunindo obras e depoimentos de artistas, designers, arquitetos, urbanistas, escritores, fotógrafos, cineastas e pensadores criativos, apresentando suas percepções e experiências vividas em Campina Grande nos dias atuais, além de experiências interativas para a reflexão sobre o desenvolvimento da cidade no futuro. Duração da mostra, 06 meses. (2) Publicar um catálogo sobre a exposição, com textos e imagens relacionados com os temas apresentados. Tiragem de 1.000 exemplares.
Vivemos uma época de hiperaceleração do tempo em que o volume das mudanças e a agilidade com a qual elas têm ocorrido tornam muito difícil prever cenários como era feito tempos atrás. Diante de tantas transformações e incertezas, como devem ser nossas convivências? Como nossas escolhas, pessoais e coletivas, contribuem para a formulação de novas inteligências coletivas? Quais os perigos que a humanidade está criando? Perante tantos riscos, impactos e mudanças climáticas, qual a nossa capacidade de adaptação? As fronteiras entre existência física, vida e pensamento estão se dissolvendo. Cada vez está mais difícil distinguir o que é natural do que é artificial. Em observância a essas questões e ciente de que os museus precisam se agentes para uma mudança social, o Museu de Arte Contemporânea _ MAC, em Campina Grande/PB, vêm adotando novos valores e visões, promovendo uma transição para se tornar um Museu de Arte e Ciência conectado à vida, capaz de gerar um ambiente de convivência e reflexão, experimentação e renovação, criação e difusão. Portanto, explorando os cenários em transformação e mirando a cidade de Campina Grande como um grande laboratório vivo e cívico, a proposta consiste em conceber, montar e promover uma exposição denominada Campina Grande 2064 que procura refletir, explorar, imaginar e criar, de forma colaborativa e criativa, as mudanças que ocorrerão na cidade nas próximas décadas até a celebração dos seus duzentos anos. A iniciativa, desse modo, justifica-se como uma atividade exemplar que, articulada aos conceitos de convivências, formas de vida e futuros, ampliará a interpretação das principais questões que acompanharão a sociedade local e, consequentemente o MAC, nos próximos anos. Trata-se, assim, de uma oportunidade única de explorar as possibilidades, questões e desafios da sociedade, sobretudo nos campos das artes, ciências e tecnologias, deixando como legado uma plataforma catalisadora de transformações e geradora de novos imaginários sociais, conectando pessoas e conhecimentos na construção de futuros possíveis. A solicitação de apoio ao projeto junto à Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Sobre o atendimento ao Artigo 3º da Lei 8.313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.
(1) Exposição – proposta museográfica anexada no campo específico Baseada numa nova proposta curatorial, a mostra “Campina Grande 2064” aproveita a data em que a cidade completará três séculos e meio de fundação para, entre uma visão utópica ou distópica, misturando arte, ciência e tecnologia, convidar os moradores a imaginar e refletir sobre que tipo de futuro eles desejam e que ações podem realizar para torná-lo realidade. Todo o processo de concepção e montagem será acompanhado por atividades educativas, reflexivas e formativas, envolvendo professores e alunos, além de artistas, criativos e cientistas locais. A mostra é organizada em 04 módulos, e ocupará 712,6 m². 1º Módulo SALA 01 - Piso Térreo Refletir a cidade É necessário entender como os lugares e as comunidades irão responder aos cenários críticos e em constante mudança. Nesta era de diminuição dos recursos naturais, mudanças climáticas, turbulências sociais, econômicas e avanços tecnológicos, o desafio é gerar uma reflexão capaz de examinar como as tecnologias vigentes têm afetado as interações com nossas comunidades e por consequência com a geografia de nossas cidades. Para tanto, serão explorados temas como: - Mudanças climáticas, pandemias e o impactos na vida dos campinenses; - Expansão urbana, violência e pobreza em Campina Grande; - Inteligência artificial, biotecnologia, dados e digitalização das relações; - Artes, cultura e novas convivências. 2º Módulo SALA 02 - Piso Térreo Explorar a cidade As cidades estão cheias de histórias, simultâneas, contraditórias, sobrepostas e conectadas. São histórias e memórias que moldam e transformam nosso ser e estar. A pergunta aqui será “como é morar e viver em Campina Grande?” e será respondida por artistas, designers, arquitetos, urbanistas, autores, fotógrafos, cineastas e pensadores criativos, convidados a apresentarem suas percepções e experiências vividas em Campina Grande nos dias atuais. A ideia é mostrar uma cidade viva e diversa, as minúcias da vida diária, construindo paralelos e explorando as facetas e diferenças entre as mais variadas visões da cidade. 3º Módulo SALA 03 - Piso Térreo Imaginar a cidade Nesse ambiente haverá intervenções que incentivarão os visitantes a imaginar como será Campina Grande de hoje a 2064. Em nossa imaginação, o futuro costuma estar repleto de tecnologias fantásticas: Robôs humanóides, carros voadores, cidades no espaço sideral. Como as ideias, iniciativas e tecnologias apresentadas e refletidas nos outros espaços podem trazer mudanças para indivíduos e comunidades? Como vamos experimentar a Campina Grande do futuro? Como será viver numa cidade que não dependa de combustíveis fósseis e como isso mudaria a forma como vivemos, trabalhamos e nos movemos? Como queremos trabalhar e viver no futuro? Quais tecnologias adotamos e como as usamos? Como podemos satisfazer nossas necessidades sem causar mais danos à natureza? Como queremos conviver uns com os outros em nossas comunidades? Como os seres humanos se reconectam aos demais ecossistemas do planeta de forma harmoniosa? Para tanto, serão explorados temas como: - Novas economias e práticas sustentáveis; - Urbanismo e cidades inteligentes; - Inteligências artificiais e novas sociabilidades; - Artes, cultura digital e hiperconexão; - Emergências climáticas, biodiversidade e ecologias futuras; - Comida do futuro: novos sistemas de alimentação. Ao final, os visitantes serão convidados para escreverem uma carta para elas mesmas descrevendo como será sua vida em 2064. O projeto é um exercício de construção de mundos, a partir das situações e desenvolvimentos previstos para acontecer entre o agora e 2064. 4º Módulo SALA 04 - Piso Térreo Criar/transformar a cidade Futuro LAB é um espaço dedicado ao engajamento cívico com metodologias ativas de participação, que favorecem a interação, o pertencimento e as relações sociais. É o ponto culminante da exposição e convida o visitante a considerar, de forma ativa e participativa, os grandes desafios que a cidade de Campina Grande enfrenta hoje e a formular abordagens e caminhos para um futuro melhor. Projeto educativo da exposição - Visitas Educativas, diariamente, de terça a sábado, por 06 meses, ou nos horários que o MAC estiver aberto ao público. - Visitas Acessíveis, com periodicidade quinzenal, por 06 meses, perfazendo o total de 12 sessões. - Visitas para grupos que se encontram em situações de vulnerabilidade social (crianças e adolescentes abrigados; mulheres com filhos pequenos em situação de rua; idosos em situação de rua ou com limitação de locomoção; adultos em situação de rua; jovens em liberdade assistida). - Atividades de Formação e intercâmbio com Educadores de outras instituições museais de Campina Grande. (2) Catálogo Especificações técnicas da publicação: Capa cartão triplex 300gr, 21x64cm, 4/0 cores, aplicação de laminação fosca; Miolo: Formato 21x21cm fechado em Papel couchê fosco 150gr, 4/4 cores; 80 páginas.
Acessibilidade física (todos os produtos): Os quesitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira para idosos, pessoas com deficiência motora, auditiva e visual estão contemplados em todas as dependências do MAC, como elevadores, cadeiras de roda, rampas de acesso e instalações sanitárias com utilização independente. A acessibilidade plena na circulação horizontal e vertical é viabilizada em todos os andares do edifício e em todas as experiências museográficas. PRODUTO EXPOSIÇÃO Deficientes visuais: Contaremos com atendimento especializado para a condução de pessoas com esta deficiência, e audioguia. Deficientes auditivos: vídeos com legendas. PRODUTO CATÁLOGO Deficientes visuais: disponibilizaremos o conteúdo em audiolivro. Deficientes auditivos: Não se aplica. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL Deficientes visuais: Contaremos com atendimento especializado para a condução de pessoas com esta deficiência. Deficientes auditivos: Contaremos com intérpretes de LIBRAS para as atividades previstas.
Todas as atividades e programações terão acessos gratuitos e irrestritos. PRODUTO EXPOSIÇÃO Para atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019: Optamos pelo benefício do Inciso IV para permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão. PRODUTO CATÁLOGO Para atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019: Optamos pelo benefício do Inciso I para doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados.
O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional de projetos culturais. Coordenação geral: Fundação Pedro Américo A Fundação Pedro Américo (http://www.fundacaopedroamerico.org.br) é uma instituição sem fins lucrativos que, desde 2004, desenvolve atividades de saúde, educação, tecnologia, cultura e esporte que contribuem para o desenvolvimento social e econômico do Estado da Paraíba. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, realizando e/ou coordenando diversas iniciativas voltadas para o bem-estar social, a exemplo dos projetos: “Da vila do Lixo à Vila dos sonhos”; “Cordelando”; “Cidadania de Plantão”; “Pedrinho Leitor”; “TV Itararé”; “Cursinho Preparatório para o ENEM” e “Envelhecendo com Saúde”. Recebeu em sua trajetória inúmeras premiações: “Prêmio Literatura de Cordel – Edição Patativa do Assaré/2010”; “Prêmio Ponto de Leitura – Edição Machado de Assis / 2008”; “Prêmio Cultura e Saúde – Edição 2010/ Ministério da Saúde e da Cultura”; “Prêmio Procultura Bibliotecas Básicas em Artes Visuais – Funarte”. No projeto, será responsável pela a gestão do processo decisório e do seu desenvolvimento no âmbito institucional. Coordenação técnica: Arthur Braga Designer, empreendedor social e consultor. É Mestre em Design pela Universidade Federal de Pernambuco e atua na produção cultural, na pesquisa, na facilitação de treinamentos e atividades criativas e consultorias, sob o prisma da inovação social e cidadã e de metodologias colaborativas. Trabalha desde 2013 como articulador cultural, tendo feito parte do Centro do Design do Recife. Em 2014 contribuiu diretamente na inserção da linguagem ‘Design e Moda’ no edital do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura, o Funcultura. Como consultor, atua nas áreas de Pesquisa em Design e Design de Serviços, atendendo instituições, organismos e empresas como UNICEF, Porto Digital, Prefeitura da Cidade do Recife, INCITI, Aries, Fjord|Accenture, Questto|Nó, Tellus, C.E.S.A.R., SEBRAE, entre outras. Participa da articulação de inovação aberta para governos a partir de startups e empresas do ecossistema do Porto Digital, denominado Projeto OIL – Open Innovation Labs. Na facilitação de workshops de cocriação, busca estimular a geração de alternativas criativas que contribuam para o bem estar social de ecossistemas distintos. Atualmente é coordenador da CEÇA, movimento colaborativo e experimental para práticas de empreendedores, artistas e coletivos criativos independentes. Produção: Renata Gamelo Designer, Consultora e Articuladora de Setores Criativos. Atua na concepção, articulação e implementação de Equipamentos Culturais e Criativos desde 2012. Realiza também diversos trabalhos de consultoria e coordenação de projetos de cenografia/expografia, produção e curadoria no setor criativo (música, dança, teatro, artes visuais/exposições e stands comerciais). Desde 2017 é empreendedora na La Ursa Tours, empresa focada no turismo de experiências em bicicleta e a pé, que faz parte a Recria - Rede Nacional de Turismo Criativo, na qual integra o núcleo gestor. Entre 2014/2015 integra a equipe técnica que implantou o Armazém da Criatividade de Caruaru, equipamento do Porto Digital no agreste pernambucano. De 2012 a 2014 faz parte de coletivo de designers/artistas no Edf.Pernambuco, curando debates e eventos de networking/gestão de comunidade criativa na Orbe Coworking. Também atua em projetos de pesquisa e consultoria e júris em prêmios de design e economia criativa para instituições e eventos como a Bienal Brasileira de Design, Prêmio Pró Design-PR, IEL-SC, IEL-PE, entre outros. Representou a Região Nordeste no Colegiado Setorial de Design do Ministério da Cultura, construindo políticas públicas de design para o Plano Nacional de Cultura. Entre 2011 e 2012 realizou residência no CMD-Centro Metropolitano de Diseño de Buenos Aires, conectando criativos pernambucanos e argentinos, e acompanhando a implantação de alguns Distritos Criativos da cidade (do Design, das Artes, do Audiovisual), tendo colaborado com a publicação sobre os 10 anos do CMD. De 2006 e 2011, desenvolveu políticas públicas, articulação institucional e de agentes criativos como gestora do Centro de Design do Recife e Centro de Formação em Artes Visuais, equipamentos culturais da Fundação de Cultura Cidade do Recife/Prefeitura do Recife, articulando equipamentos similares e profissionais do campo criativo no Brasil e fora dele, tais como Centro Carioca de Design, Centro Design Brasil, Pró Design Curitiba, Tecnopop, Rico Lins + Studio, Centro Metropolitano de Diseño-AR. Integrou a equipe do O Imaginário, laboratório de extensão da UFPE que atua com comunidades artesanais do estado de Pernambuco, como Conceição das Crioulas, aldeia Kambiwá e Caraibeiras. Coordenação educativa: Eduardo Sarmento Historiador (UFRPE), Especialista em História das Artes (UFRPE) e em Gestão Cultural (UFRPE/FUNDAJ/MINC), Mestre e Doutor em Antropologia(UFPE). Atualmente, realiza pesquisa, como pós-doutorando, no Departamento de Antropologia e Museologia - DAM/UFPE, dedicando-se à análise dos modelos de governança, gestão e sustentabilidade de museus em contextos translocais (EUA, UK e Brasil). Tem experiência na área de Gestão de Equipamentos Culturais, Patrimônio Imaterial e Cultura Popular, Museologia e Gestão de Políticas Culturais. Foi Gerente de Conteúdo e Gerente Geral do Paço do Frevo / IDG (2013/ 2018); Coordenador de Patrimônio Imaterial (FUNDARPE, 2013/2019); Gerente da Casa do Carnaval e Assistente da Gerência de Preservação do Patrimônio Cultural Imaterial (Prefeitura do Recife, 2002/2009). Tem larga experiência (coordenador, supervisor e pesquisador) na realização de diversos Inventários Culturais (frevo, capoeira, maracatu, caboclinho, cavalo marinho, reisado, ciranda e forró-em andamento). Participou (pesquisador, curador e produtor de textos) de diversas exposições realizadas na Casa do Carnaval - Pátio de São Pedro e do Paço do Frevo, além de diversas Comissões de Avaliação de Projetos e Concursos (Funcultura-PE, Programa Cultural Empresas Eletrobras, Programa de Especialização em Patrimônio PEP/Fundarpe, Concurso do Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco, Prêmio Mestre Armojo do Folclore Capixaba/ES, Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade/IPHAN, Festival de Quadrilhas e Concurso de Agremiações Carnavalescas e Festival Nacional de Frevo), na condição de avaliador e/ou coordenador. Em 2017, foi selecionado, na condição de jovem liderança em museus, pelo United States Department of State para participar do International Visitors manages and funds the International Visitor Leadersh, realizando um intercâmbio e visita em diversas instituições museológicas (washington dc, Chicago, Seattle, phoenix e Miami).
PROJETO ARQUIVADO.