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PRONAC 205091Apresentou prestação de contasMecenato

Música Criança - São Joaquim da Barra - ano 3

LUCAS EDUARDO DA SILVA EVENTOS ME
Solicitado
R$ 386,7 mil
Aprovado
R$ 386,7 mil
Captado
R$ 342,2 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (8)
CNPJ/CPFNomeDataValor
59850115000118Venturoso, Valentini & Cia Ltda.1900-01-01R$ 241,2 mil
45256997000183Santa Helena Industria de Alimentos S.A1900-01-01R$ 72,0 mil
24896425000199Luiz Tonin Atacadista e Supermercados S.A.1900-01-01R$ 16,1 mil
***006168**RONALDO VALENTINI1900-01-01R$ 6,0 mil
16994256000100CANTO DO URUTAU PRODUCOES ARTISTICAS LTDA1900-01-01R$ 3,0 mil
***009778**ELAINE REGINA VALENTINI1900-01-01R$ 2,4 mil
***729558**RAFAEL LUIZ MARETTO VENTUROSO1900-01-01R$ 1,0 mil
***261818**LUIZ EDUARDO CARVALHO AGUIAR1900-01-01R$ 500,00

Eficiência de captação

88.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
Ribeirão Preto
Início
2022-01-17
Término

Resumo

Este projeto propõe a oferta gratuita de cursos de formação musical, para alunos de 5 a 18 anos, de canto-coral, instrumentos de cordas (violino, viola, violoncelo e contrabaixo), instrumentos de sopro _ madeiras (saxofone, flauta e clarinete), instrumentos de sopros _ metais (trompa, trompete, trombone e tuba), e piano. Prevê ainda a realização de apresentações musicais (concertos e recitais de natureza vária), como forma de difusão do trabalho de formação musical, bem como palestras interativas sobre música instrumental erudita como forma de atender uma urgente e importantíssima contrapartida social. Há ainda a inclusão de disciplinas de apoio, importantes para a formação artística integral, como teoria musical e teatro voltado para a formação de cantores de ópera e musicais.

Sinopse

1) Cada apresentação musical duração 40 a 70 minutos e classificação indicativa livre. 2) As ações de formação e difusão artísticas a serem executadas neste projeto são predominantemente de cunho erudito.

Objetivos

Objetivo geral: continuar o processo de formação musical de crianças e adolescentes da cidade de São Joaquim da Barra e arredores, em especial das que têm ensino artístico deficitário nas escolas públicas e/ou que já são iniciadas em projetos parceiros que ocorrem em escolas, caso da Alma (Academia Livre de Música e Artes), que, a partir de 2021, será conveniada do projeto Música Criança, perfazendo um importante ciclo de aprendizagem que a cidade e a região tanto precisam. Assim sendo será projetado suas inserções no universo da arte, de forma a compensar as etapas da formação artística de cada um deles, geralmente incompletas ou deficientes. A fecunda parceria com o Departamento de Música da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP/USP) seguirá como nos anos anteriores. Objetivos específicos: - Oferecer gratuitamente os cursos coletivos de canto-coral, de instrumentos de cordas (violino, viola, violoncelo e contrabaixo), de instrumentos de sopro _ madeiras (saxofone, flauta e clarinete), de instrumentos de sopros _ metais (trompa, trompete, trombone e tuba), e piano, com oferta de, respectivamente, 70 vagas, 100 vagas, 18 vagas, 24 vagas e 8 vagas; - Oferecer gratuitamente o curso teatro, tanto para iniciantes como para alunos de canto, com 30 vagas. - Realizar duas apresentações artístico-pedagógicas voltadas para os pais e comunidade ligada ao projeto, em São Joaquim da Barra; - Realizar duas apresentações gratuitas e abertas à comunidade, sendo uma em São Joaquim da Barra e uma em Ribeirão Preto; - Realizar duas palestras interativas sobre música instrumental erudita, abertas à comunidade de São Joaquim da Barra e arredores.

Justificativa

São inegáveis as contribuições que as artes proporcionam ao desenvolvimento educacional de homens e mulheres, legando sempre a possibilidade de viabilizar reais alternativas de superação de condições psíquico-físicas, econômicas e sociais adversas. No caso da música, tanto mais positivamente interventiva serão estas contribuições quanto mais cedo forem aplicadas, conforme é amplamente aceito por pesquisadores acadêmicos ao redor do mundo. É neste âmbito que se justifica o uso da educação musical e artística como instrumentos essenciais para se alcançar os objetivos educacionais mais altos junto às crianças da mais tenra idade: a música, diferentemente de outras artes, em especial o teatro, é mais efetiva enquanto educação artística (e física-motora) quando aplicada na educação de crianças em idades diminutas. Enquanto o teatro é mais efetivo, e de comprovada importância, para formação de pré-adolescentes e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. É neste sentido que foi elaborada a concepção do projeto Música Criança (há pelo menos oito anos) no Departamento de Música da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP/USP). No entanto, só foi viabilizado há nove semestres quando surgiu a oportunidade de ação voluntária na Casa do Menor Santa Lúcia, na cidade de São Joaquim da Barra, no âmbito do Centro Cultural Carlos Alberto Nicolau, criado para este fim. A partir de então, iniciou-se como uma pequena ação focada em flautas doces, ampliando-se posteriormente (agosto de 2016) para um modelo que inclui: aulas coletivas e individuais de cordas friccionadas (violino, viola, violoncelo e contrabaixo), madeiras (clarinetas e flautas doces e transversais) e canto coral, tendo ainda o suporte das disciplinas teóricas. Outras disciplinas de suporte também têm funcionado: grupos de câmara e orquestra sinfônica, bem como coro com co-repetição. Para os anos de 2019 e 2020, o projeto foi agraciado pelo Governo Federal, por meio da Secretaria Especial de Cultura, para ser financiado através de incentivo fiscal, o que proporcionou maior solidez material, recursos para contratação de novos professores, melhores condições de trabalho que recompensaram o investimento de muitos anos, através de ofertas voluntárias e mecenato, da Casa do Menor e do Centro Cultural Carlos Alberto Nicolau _ CCCAN. A expansão do projeto tem sido garantida graças ao apoio das leis de incentivo, além da continuação do sistema de ajuda via doações e mecenato. Para 2021, apesar da terrível peste que nos assola, graças à experiência adquirida no difícil e desafiador ano de 2020, pretende-se incluir a disciplina de teatro, cuja expertise dos profissionais da região no ensino remoto e misto poderá agregar ainda maiores recursos aos alunos em 2021. Inúmeras apresentações com os alunos já ocorreram desde o início, atestando a excelência do ensino veiculado, como participação em festivais (Festival de Inverno 2017 e Feira do Livro 2019, por exemplo). Inicialmente sem uma estrutura financeira compatível, dependendo sempre de doações oriundas das mais diversas ações, aos poucos o projeto foi se tornando inviável. Porém esta realidade se transformou parcialmente em 2019, com funcionamento através de aprovação e financiamento a partir de lei de incentivo fiscal, como já referido anteriormente. É neste sentido específico, e para que não se percam anos de labor junto a mais de 200 crianças atendidas em 2019 e no difícil, mas fecundo 2020, que o presente projeto se candidata novamente visando sua continuidade e necessária ampliação. Por fim, este projeto soma-se a outras iniciativas que buscam contribuir com o cumprimento dos incisos I e VIII, do artigo 1o. da Lei 8.313/91. Já no artigo 3o., desta mesma lei, este projeto se compromete com: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; e a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Especificação técnica

Síntese demonstrativa do plano pedagógico e filosofia de ensino 1. Objetivo geral: proporcionar uma importante contribuição à integralidade da formação humana em seu desenvolvimento físico, cognitivo, social e econômico, se valendo da possibilidade de servir conteúdos e vivências diferenciadas. 2. Objetivos Específicos: a) Contribuir para a formação educativa integral do aluno por meio da arte, com foco na formação de um estofo cultural que sirva não só como complemento, mas também como fermenta de vivências sociais mais ricas ao longo da vida (inserção social); b) Propiciar o acesso à arte da música universal (inserção artístico-cultural) e suas interfaces com outras artes (teatro); c) Como efeito colateral das ações em âmbito escolar, encaminhar jovens músicos para posterior formação acadêmica, projetando suas inserções no universo tão diversificado da arte e buscando a longo prazo a formação de músicos profissionais (profissionalização), dentre aqueles que, obviamente, se decidirem por este encaminhamento; 3. Justificativa: A grande demanda por cuidados com a educação brasileira tem sido suprida, em parte, por programas alternativos, consubstanciados através de projetos de cunho sociocultural. O grande hiato que separa o programa de canto orfeônico implantado por Heitor Villa-Lobos nos anos 30, e a atual aprovação da música como disciplina obrigatória na escola regular (algo que, a partir da terrível instabilidade política que se instalou no país nos últimos 2 anos, está ameaçado, e por isso mesmo ganha relevância ainda maior), demonstra o quanto é necessário ainda uma vinculação da arte com a educação, não só na compensação dos inúmeros malogros advindos deste mesmo hiato, como na possibilidade de proporcionar inclusão social, profissionalização técnico-artesanal e real acesso a obra de arte, evitando assim o que o teórico francês Pierre Bourdieu aponta em seus estudos: que o acesso à arte “gratuito, mas facultativo” passe a ser efetivamente um acesso à linguagem artística. Além disso, das muito reconhecidas contribuições que as artes proporcionam no desenvolvimento educacional do ser humano – fomento ao desenvolvimento cognitivo, formação humanística a partir da fruição do contato com o outro, disciplina física e psicológica baseada em ideais de auto-superação –, a possibilidade de viabilizar reais alternativas de superação de condições sociais adversas justifica o uso da educação musical como instrumento essencial para se atingir tais intenções. A música, em sendo dentre as artes aquela cuja apreensão se dá melhor na mais tenra idade, tem também outra peculiaridade: na adolescência temos, na possibilidade da existência de formação anterior, um período sensível, por onde se define a excelência de das habilidades musicais de um jovem músico; no entanto, a faixa etária onde o aprendizado comprovadamente mais fecundo e definidor de caminhos ocorre é justamente aquele que parte dos anos da primeira infância, até os 9 anos, justamente o que compreende os anos que abrangem o espaço entre o primeiro e quinto anos do ensino infantil. Com todas as possibilidades cognitivas em plena efusão de potencialidades, nenhum momento pode ser considerado melhor do que este para uma inserção radical (no sentido etimológico de enraizamento) das mais diversas artes, no qual o movimento muscular fino, o refinamento cognitivo e a percepção auditiva possam ter impacto. 4. Carga horária: Cada aluno cursa disciplinas essenciais, que correspondem ao nosso método de trabalho, privilegiando o ensino coletivo. A aplicação de uma metodologia baseada no ensino coletivo de instrumentos e teoria musical tem especial afinidade com o universo escolar, onde os outros tipos de saberes se dão justamente desta forma. Portanto, as aulas serão divididas e inseridas da seguinte forma: 4.1– Aulas individuais de clarinete (em dó ou sib), flauta (transversal) e saxofone (soprano e alto) a) com no máximo 6 alunos para clarinete, 6 para flautas, 6 para saxofone. Duração 30 minutos. Ênfase na aprendizagem de elementos técnicos mais finos e específicos, incluindo as primeiras noções de teoria musical aplicadas ao ensino prático do instrumento (solfejo, percepção, teoria básica: divisão, alturas, valoração das notas musicais). b) com dois grupos de 9 alunos, perfazendo o total de 18 alunos (os mesmos 6 para cada instrumento, clarinete, flauta e saxofone), segundo exigência musical de equilíbrio e nível técnico no formato de música de câmara ou ensaio de naipe. 30 minutos cada grupo. c) 1h com todos juntos, integrando a orquestra acadêmica. Ênfase na aprendizagem coletiva em maior escala, pressupondo a divisão em naipes, a percepção prática da abordagem polifônica e politimbrística, a vivência coletiva com as diferenças, ressaltadas metaforicamente pela necessidade de harmonia entre os naipes. Tempo na orquestra acadêmica: 1h30 de ensaio/aula. d) atendimento, além das aulas individuais, de 2 turmas de manhã e duas à tarde, contabilizando o atendimento de 18 alunos. 4.2 – Aulas individuais de violino, viola, violoncelo e contrabaixo: com instrumentos adaptados para o ensino da viola e do contrabaixo (violinos e violoncelos com afinação diferenciada para servirem como contrabaixo e viola, de forma que o tamanho se adapte a alunos com entre 5-18 anos) a) a primeira divisão ocorre com aulas individuais de 30 minutos para os 40 alunos de cordas, com ênfase na aprendizagem de elementos técnicos mais finos e específicos (exercícios de escalas e arpeggios; aspectos rítmicos trabalhados em cordas soltas, aplicação de direcionalidade de arcos para todos os exercícios técnicos); inclusão das primeiras noções de teoria musical aplicadas ao ensino prático do instrumento (solfejo, percepção, teoria básica: divisão, alturas, valoração das notas musicais). b) a segunda divisão ocorrerá com os mesmos 40 alunos, agora divididos em orquestra infantil e orquestra acadêmica. E mais a admissão de 60 alunos para iniciação do instrumento em sistema de musicalização coletiva, em grupos separados, com objetivo de, após um ano, estarem aptos para aulas individuais, perfazendo um total de 100 atendimentos/vagas. Neste caso há ênfase na aprendizagem coletiva em maior escala, pressupondo a divisão em naipes trabalhados em forma de produção de repertório - sempre com arranjos especiais de melodias folclóricas ou métodos existentes (como 'Stringbuilder', Suzuki e outros de mesma natureza) –, orientando a prática de orquestra de cordas, visando não só a produção de repertório, mas também a percepção prática da abordagem polifônica e politimbrística, a vivência coletiva com as diferenças, ressaltadas metaforicamente pela necessidade de harmonia entre os naipes. c) Serão atendidas 4 turmas, entre individuais e coletivas, totalizando 100 alunos. d) Os 40 alunos que fazem aulas individuais também tocam na orquestra acadêmica, em ensaio de 1h30 com os demais. 4.3 – Aulas individuais de trompa, trompete, trombone e tuba: será ministrada pelo mesmo professor, de modo que haja economia funcional a) a primeira divisão ocorre com aulas individuais de 30 minutos para os 12 alunos mais adiantados sem levar em consideração o instrumento específico, com ênfase na aprendizagem de elementos técnicos mais finos e específicos (exercícios de escalas e arpeggios; aspectos rítmicos trabalhados tais quais embocadura, exercícios de respiração diafragmáticos, apoio, bem como inclusão das primeiras noções de teoria musical aplicadas ao ensino prático do instrumento (solfejo, percepção, teoria básica: divisão, alturas, valoração das notas musicais). b) a segunda divisão ocorrerá com os 12 restantes, agora divididos em grupos coletivos de iniciação, segundo critério de divisão por nível técnico, estabelecido pelo docente, com objetivo de, após um ano, estarem aptos para aulas individuais, perfazendo um total de 24 atendimentos/vagas. Neste caso há ênfase na aprendizagem coletiva em maior escala, pressupondo a divisão em naipes trabalhados em forma de produção de repertório - sempre com arranjos especiais de melodias folclóricas ou métodos existentes. c) 6 alunos dentre os que fazem aulas individuais também tocam na orquestra acadêmica, em ensaio de 1h30 com os demais, enquanto os outros 6 atuam em grupo de câmara, havendo revezamento entre os dois grupos de 6 – forma de garantir o equilíbrio da orquestra. 4.4 – Aulas de piano individual: ênfase em co-repetição e acompanhamento a) há apenas aulas individuais de 40 minutos para as 8 vagas, com ênfase na aprendizagem de elementos técnicos mais finos e específicos (exercícios de escalas e arpeggios; aspectos rítmicos trabalhados a partir de métodos consagrados pela tradição); inclusão das primeiras noções de teoria musical aplicadas ao ensino prático do instrumento (solfejo, percepção, teoria básica: divisão, alturas, valoração das notas musicais). b) os alunos com melhor desenvolvimento se revezam na participação em grupos de câmara e na orquestra acadêmica, bem como experimentam acompanhar o coro. 4.5 – Aulas coletivas de coral a) atendendo aos comprovados êxitos de uma tradição mais antiga de aplicação do canto coral nas escolas – outrora referenciado como canto orfeônico –, a formação de turmas de canto coral auxilia numa forma dinâmica de interdisciplinaridade com as disciplinas (devido à possibilidade de interação dinâmica dos conteúdos com a linguagem verbal do repertório coral). A possibilidade última de um trabalho sem oneração material – a voz e um instrumento harmônico de acompanhamento bastam para o atendimento de muitos alunos – apontam ainda mais para os benefícios, há muito conhecidos, desta prática nas escolas. b) atendimentos: 2 turmas, cada uma com no máximo 35 alunos. Total: 1 hora para cada turma, estando todas reunidas em horário especifico para mais 1 hora; doravante 70 atendimentos. Os professores têm autonomia e mobilidade metodológica dentro de nosso tripé pedagógico, sendo instruídos a trabalharem de forma individualizada segundo a necessidade de cada aluno, sem perder de vista sua interação social, e a unidade filosófica geral do projeto. 4.6 – Aulas coletivas de teatro a) como o teatro é uma ferramenta de expressão social extremamente potente que estimula a criatividade, amplia o imaginário, instiga o indivíduo a refletir suas relações pessoais e sociais, o curso busca tornar os alunos mais sensíveis, comunicativos e proativos nas suas atividades diárias. Aprender teatro não os limita somente a conhecer um novo fazer artístico, mas também a olhar com mais maturidade para as relações humanas, seus sentimentos e emoções. São utilizados exercícios e jogos que trabalham técnicas corporais, vocais e psicológicas, de forma lúdica, que permitem à criança e adolescente sublimar realidades e entender seu entorno. b) atendimentos: 2 turmas, cada uma com no máximo 15 alunos. Total: 2 horas para cada turma; doravante 30 atendimentos. 5. Público-alvo: Crianças e pré-adolescentes que vivem em situação de alto risco, casos de alta complexidade em suas demandas sociais – devido a situações econômicas, materiais ou educacionais precárias –, oriundos da cidade de São Joaquim da Barra. O foco, como já relatado anteriormente, é no atendimento ao público infantil, pois se compreende que no caso específico da arte musical, a aptidão melhor atendida no âmbito da formação, em especial no ambiente escolar, corresponde a faixa de parte da primeira infância até os 10 anos. 6. Metodologia e material didático: No intuito de contribuir para uma formação integral do público-alvo, os conteúdos são distribuídos em forma de disciplinas específicas, que se relacionam de forma interdisciplinar e, por vezes, transdisciplinar. O objetivo do projeto pedagógico é oferecer um panorama técnico-artístico no âmbito da formação integral artística relacionada à formação integral regular, doravante complementar e inserida aos conteúdos da escola normal regular. A proposta consiste na manutenção de uma filosofia educacional que possa unificar os ideais e os objetivos de cada professor, e não necessariamente uma metodologia estanque e única para ser usada em cada uma das ramificações epistemológicas. Apesar deste critério de autonomia, é inegável que certa unidade metodológica se faça necessária em decorrência da justa adequação do ensino a parâmetros de unificação imperativos no ensino coletivo: uso do mesmo material impresso e dos mesmos métodos de aprendizagem técnica. Esta é uma forma imperativa também para que os professores que estejam em uma mesma sala – e no presente caso serão sempre 2 ou mais (cordas graves, cordas agudas; flauta e clarinete; coro e co-repetição etc.) – deem conta de manter certa unidade no ensino de muitos alunos ao mesmo tempo, podendo ainda, com o tempo, ampliar os atendimentos. Assim sendo, o trabalho de cada professor nas aulas coletivas é guiado pela filosofia pedagógica e artística que postulamos. Ou seja, que procura uma terceira via entre as inovações e abordagens mais recentes oriundas da Escola Nova – trabalho de humanização, educação musical como ferramenta e suporte da educação geral, apreciação musical, coral como ferramenta socializante, ensino coletivo, etc. – e do estudo técnico mais tradicional – aquele no qual o alunos são submetidos a um programa geralmente progressivo nas aulas individuais de instrumento, que visam um desenvolvimento técnico baseado na tradição dos clássicos (Galamian, Sevcic, Kreutzer, Fiorillo etc.), ou nas disciplinas teóricas (Hindemith, Schoenberg, Gramani, Kuhn, Willems, Orff, Dalcroze, Grout/Palisca, Roy Bennet). É uma forma metodológica de abordar a diversidade que normalmente surge como demanda, respeitando ainda as diferenças epistemológicas entre as áreas do saber musical. Além dos autores já citados, que fornecem grande parte do material didático (para os menores parte do legado do método Suzuki e Strings Essentials), ainda há a proposta de criação/invenção de material didático próprio, baseado em arranjos/composições encomendadas para as especificidades do projeto, o que enriquece ainda as possibilidades de criação-publicação de material original. Síntese das atividades relatadas, aqui apresentadas em fluxo: a) Aulas de instrumento: a espinha dorsal do projeto se realiza na formação de jovens educandos, aos quais são oferecidas as seguintes opções iniciais: flautas (transversal e, em casos excepcionais, doces soprano, contralto, tenor e baixo); clarinete; violino; viola, violoncelo, contrabaixo e piano. b) Aulas de coral: elemento crucial na formação musical humana, as aulas de coral são parte indispensável dentre as disciplinas musicais oferecidas. As possibilidades do canto coletivo são exploradas no intuito de agregar habilidades aos alunos, bem como servir como um veículo de socialização entre eles. c) Aulas de teoria/apreciação musical: funcionam não só como parte indispensável da formação do instrumentista/cantor, mas também possibilitam uma inicial imersão na música sinfônica e de câmara de todos os tempos, em especial quando aplicada segundo as novas tendências do ensino coletivo, já bastante pesquisado em ambiente acadêmico, onde uma aprendizagem em mais tenra idade deve não ser epistemologicamente isolada – como aulas de teoria abstrata, melhor adequada à adolescentes – mas em concomitância com as aulas práticas, conforme já relatado anteriormente. d) Aulas de prática de câmara/orquestra: buscam suprir necessidades fundamentais para a formação do estudante de música, ou seja, aprender a tocar em grupo, trabalhar em equipe e praticar música em ambiente de sociabilização. Buscando sempre contemplar não somente a prática performática, mas também a composição musical, serão estudados não somente os grandes clássicos musicais, mas também obras recém escritas de compositores contemporâneos. e) Aulas de teatro: serão trabalhadas técnicas e jogos de improvisação, teatro narrativo, mimeses corpóreas, comicidade, teatro de animação (sombras, bonecos corporais, de luvas, manipulação direta, etc), teatro de rua, teatro realista, técnicas de interpretação vocal, interpretação textual, técnicas corporais, dentre outras metodologias que aproximem ao máximo o aluno da experiência teatral com suas diversas vertentes.

Acessibilidade

Produto Curso/Oficina/ Estágio: 1) Deficiência física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, guia tátil direcional. 2) Deficiência auditiva, visual e/ou cognitiva: atendimento de alunos com estas deficiências caso tenham interesse. Os professores, como tem ocorrido sempre, propõem outros processos de ensino-aprendizagem justamente para poder atender esses alunos com deficiências ou divergências, ou seja, deverão 2.1) dar atenção mais individualizada a eles; 2.2) proporcionar um tempo maior para praticar determinada técnica; 2.3) posicionar o aluno, no caso com deficiência visual, em uma cadeira ou lugar com boa visibilidade e adotar músicas que não exijam partituras ou, quando forem necessárias, as notações destas devem estar em tamanho maior que o habitual; 2.4) criar uma boa dinâmica na sala, informando das peculiaridades desses alunos, e propiciar situações lúdicas para que todos compartilhem das atividades; 2.5) valer-se do movimento corporal (encampados pelas disciplinas de teoria-percepção e teatro), fundamental para o aluno com deficiência auditiva, como uma forma de desenvolver as habilidades relacionadas à aprendizagem musical (como a identificação e contagem de pulsos, à consciência espacial, o entendimento da forma da música, da exploração do balanço e equilíbrio, entre outros). Produto Apresentação Musical: 1) Deficiência física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos demarcados. 2) Deficiência auditiva: intérprete de libras. 3) Deficiência visual e/ou cognitiva: presença de monitores que transmitam o contexto da atividade. Produto Contrapartida social: 1) Deficiência física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos demarcados. 2) Deficiência auditiva: intérprete de libras. 3) Deficiência visual e/ou cognitiva: presença de monitores que transmitam o contexto da atividade.

Democratização do acesso

Produto Curso/Oficina/Estágio: em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa no. 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. Produto Apresentação Musical: em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa no. 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Produto Contrapartida social: em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa no. 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil.

Ficha técnica

Lucas Eduardo da Silva: representante legal da empresa proponente; coordenador administrativo/financeiro deste projeto, com remuneração. Ladson Bruno Mendes: coordenador pedagógico. Maria Ap. da Silva Costa: coordenadora técnica. Marcos Fuzaro, Ayala Sousa, Lincoln Reuel Mendes, Igor Picchi Toledo, Paula Naime, José Mario Matsumoto, Daniel Isaías Fernandes, Fernando Correia, Gladys Pádua: professores de instrumento. Alexandre Mazzer Perticarrari: professor de canto coral, co-repetição e teoria. O professor de teatro ainda não está definido. Lucas Eduardo da Silva – Doutor em Artes - Musicologia - pela Universidade de São Paulo (ECA/USP, 2016). Mestre em Artes - Musicologia - pela Universidade de São Paulo (ECA/USP, 2011). Graduado em Música pela Universidade de São Paulo (ECA-USP Ribeirão Preto, 2006). Atualmente, trabalha como professor do curso de Licenciatura Plena em Música, da Universidade de Ribeirão Preto/UNAERP - Composição, Arranjo, Regência Coral, História e Filosofia da Música. Atua também como professor substituto na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Atua como coordenador artístico da Alma - Academia Livre de Música e Artes e Instituição Aparecido Savegnago, sendo um de seus idealizadores; é membro efetivo do grupo de pesquisa NAP - CIPEM na Universidade de São Paulo (FFCLRP/USP). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Educação Artística, atuando principalmente nos seguintes temas: História da Música, História da Arte, Estética Musical, Composição Musical, Arranjo e Regência. Apresenta-se como compositor, interprete ou regente sob o nome artístico de Lucas Galon. Ladson Bruno Mendes – iniciou seus estudos de violoncelo com Rosângela A. Masseto em Ribeirão Preto/SP, obtendo, em seguida, orientações de Robson Fonseca. Em 2005, participou do Festival de Música de Domingos Martins/ES, onde teve aulas com JedBarahal (Polônia), ganhando o prêmio de “destaque do festival” no seu instrumento. Bacharel em violoncelo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP Ribeirão Preto), foi orientado pelo Prof. Julian Tryczyski (Polônia). Atuou como chefe de nipe na Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e Filarmônica de São Carlos, além de atuar como solista frente estas duas orquestras e USP Filarmônica. É supervisor de cordas Friccionadas do Projeto Guri na Regional de Ribeirão Preto/SP, coordenador pedagógico dos dois núcleos (núcleo 1 Ribeirão Preto e núcleo 2 Guará e São Joaquim da Barra) da Alma – Academia Livre de Música e Artes de Ribeirão Preto e também do projeto Música Criança – São Joaquim da Barra/SP. Maria Aparecida da Silva Costa – é formada em piano clássico pelo Conservatório Municipal Fabiano Lozano de São Joaquim da Barra/SP; é licenciada em Pedagogia e Música pela Unimes. Trabalha como professora de música no Conservatório Municipal Fabiano Lozzano e na Casa do Menor Santa Lúcia, em São Joaquim da Barra/SP. É coordenadora do Projeto Música Criança, realizado pela parceria entre o Departamento de Música da USP Ribeirão Preto e pela Loja Maçônica Joia Fraternal Jorge de Lollo de São Joaquim da Barra, tendo como patrocinador, Carlos Alberto Nicolau. É professora assistente da Alma – Academia Livre de Música e Artes, núcleo de Guará/São Joaquim da Barra. Marcos Fuzaro – fez curso técnico em violino pelo Conservatório Estadual de Música Renato Frateschi. De 1986 a 1988, integrou a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto/SP, na qualidade de instrumentista. De 1994 a 2016, integrou o corpo docente do Conservatório Estadual de Música Renato Frateschi. De 1998 a 2003, integrou a Orquestra Sinfônica de Barretos/SP, na qualidade de instrumentista e professor de violino/viola clássica. De 2006 a 2014, integrou o corpo docente da Fundação Cultural Calmon Barreto de Araxá/MG. De 2006 a 2008, participou do Festival de Cordas Nathan Shwartzman, em Uberlândia. Em 2015, foi professor de violino da Fundação Cultural de Uberaba/MG. É professor de violino da Alma – Academia Livre de Música e Artes, núcleo São Joaquim da Barra e Guará (desde 2017) e do Projeto Música Criança. Ayala Carla de Sousa – é bacharel em violino pela Universidade de São Paulo, professora e membro da Suzuki Asssociation Theacher of the Americas. Especialista em ensino coletivo infantil, sob orientação de renomados professores como Shinobu Saito e José Márcio Galvão. Participou de cursos ligados ao ensino entre eles Emile Jacques Dalcroze com o professor Iramar Eustachio Rodrigues. Participou do Festival Música nas montanhas, na cidade de Poços de Caldas, nos anos de 2012 e 2016, tendo como professores Betina Stegman, Nelson Rios e Carmelo de los Santos. Atualmente, é professora de violino na Instituição Aparecido Savegnago, na cidade de Sertãozinho, na Academia Livre de Música e Artes (Alma), núcleo São Joaquim da Barra e Guará, e no Projeto Música Criança, em São Joaquim da Barra. Lincoln Reuel Mendes – iniciou seus estudos de piano clássico em 1997 com a professora Lúcia Garcetti na cidade de Franca. Em 2005 deu início a seus estudos de contrabaixo com o Professor Alexander Iurcik (Rússia) e em 2007 começou a ser orientado pelo Professor Diócles Ribeiro (Brasil). Em 2009, integrou o naipe de contrabaixo da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. Neste mesmo ano entrou para Faculdade de Música da USP em Ribeirão Preto tendo sido orientado pelo professor Thibalt Dellor (França). Participou de festivais como: Música nas Montanhas em Poços de Caldas (Edição 2012, 2015), Festival Internacional de Música de Uberlândia (2011), Festival Internacional de Música de São Carlos e V Encontro Internacional de Contrabaixos (Argentina). Dentre aulas regulares e marterclasses recebeu orientações de renomados professores como Daniel Marelier (França), Catalin Rotaru (Romênia) e Marcos Machado (University Misssispi, EUA). Em 2011 a 2013, atuou como primeiro contrabaixo na Orquestra Filarmônica da USP. Foi professor e regente do Projeto Guri e Orquestra da Oscip Sabiá (Altinópolis) e hoje atua como professor da Instituição Aparecido Savegnago (Sertãozinho), do Projeto Música Criança (São Joaquim da Barra) da Alma – Academia Livre de Música e Artes (Ribeirão Preto e Guará). Igor Picchi Toledo – iniciou seus estudos com 10 anos na Banda Municipal de Matão tocando saxofone e clarineta. Aos 13 anos, ingressou no Conservatório Dramático Musical de Tatuí “Dr. Carlos de Campos”. É formado Bacharel em Clarinete pela USP-RP com premiação por melhor aluno e melhor nota do curso (Premio Olivier Toni). No inicio de 2012 e 2013, participou do Festival Internacional “Fiato al Brasile I” / “Fiato al Brasile II” em Faenza na Itália. Assistiu workshops, participou de oficinas e concertos com os músicos Gabriele Mirabassi, Sergio Burgani (OSESP), Ovanir Buosi (OSESP), Joel Barbosa (UFBA) e Silvio Zalambani (Conservatório ‘A. Scontrino’ de Trapani – Itália). Foi durante 5 anos primeiro clarinetista na USP-Filarmônica e Mogiana Jazz Band, além de ser membro fundador do do Quinteto de Sopros Pau a Pique. Atualmente é professor de clarineta da Alma – Academia Livre de Música e Artes (em Ribeirão Preto, São Joaquim da Barra e Guará), no projeto USP - Música Criança em São Joaquim da Barra, e de clarineta e saxofone da Instituição Aparecido Savegnago, em Sertãozinho, e no Projeto a Arte de Dançar e Tocar em Serrana, além dos vários alunos particulares. No ano de 2014 estudou e aperfeiçoou-se como instrumentista na Musikhochschule da Westfälische Wilhelms-Universität em Münster na Alemanha. Paula Naime – pianista e flautista formada pela ECA- USP de Ribeirão Preto, e pedagoga formada pela FFCLRP – USP de Ribeirão Preto. Tem formação de extensão universitária e pós gradação latu sensu nas áreas de alfabetização, letramento, música, artes e Libras pela Faculdade de Educação São Luís de Jaboticabal. É professora de flauta na Instituição Aparecido Savegnago em Sertãozinho, da Alma núcleo 2 de São Joaquim da Barra e Guará, no Projeto Música Criança em São Joaquim da Barra e Guará, e de escolas particulares de música nas cidades de Ribeirão Preto e Franca. Membro da SAA-Suzuki Association of the Americas, atua na área pedagógica do ensino de flauta transversal e doce pelo método Suzuki. José Mário Cezário Matsumoto – é formado em música pela ECA-USP. Já integrou diversas bandas da cidade e região. Atuou como professor de metais e percussão nas cidades de Ribeirão Preto, São Carlos, Sertãozinho e Pontal. Atualmente, é trombonista da Banda Mogiana, Q. Jazz Quarteto e acompanha alguns artistas como Fernanda Marx e Gabriel Locher. É professor de metais nos Projetos Música Criança (São Joaquim da Barra) e Projeto Guri (Sertãozinho) e na Instituição Aparecido Savegnago (Sertãozinho), na qual dirige a Orquestra de sopros e percussão. Daniel Isaías Fernandes – nascido em Ribeirão Preto, iniciou seus estudos musicais em 2002 na Igreja Evangélica Assembleia de Deus (Sede), com o professor Adiel Gomes Pereira. Em 2003, deu início a seus estudos de viola com o professor Rodrigo Braga e logo em seguida começou a ser orientado pelo Professor Doutor Gabriel Santiago Mateus (Argentina). De 2005 a 2012, integrou o naipe de violas da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. Em 2006, entrou no Departamento de Música da FFCLR/USP, em Ribeirão Preto, dando continuidade a seus estudos de viola com o Professor Ricardo Kubala e Horácio Shaefer. Dentre aulas regulares e marterclasses, recebeu orientações de renomados professores como Renato Bandel, Marcelo Jaffé, Elisa Fukuda, Carmelo de los Santos, Eliane Tokeshi, Alejandro Drago, Pablo de Leon, Cláudio Cruz, Horácio Schaefer, Glesse Collet, Guilles Apap, Nicolas Koeckert, Alexandre Razera, Gabriel Marin e pelos componentes do quarteto Stanisas (França). Atuou como professor na Instituição Aparecido Savegnago de Sertãozinho, na Igreja Assembleia de Deus (Sede e Maria Casa Grande), na creche Alvorada e no projeto Orquestra Viva em Araxá (Minas Gerais). Atualmente é professor de violino e viola no projeto Jubal (Jaboticabal) e Música Criança em São Joaquim da Barra. Fernando Correia – graduado em música pela Universidade de São Paulo sendo aluno de Ricardo Kubala e Horácio Shaefer. Atuou como violista na YOA (Orquestra das Américas) em turnê pelo Chile. Atualmente é violinista da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e desenvolve intenso trabalho no ensino musical. Gladys de Pádua – possui graduação em Comunicação Social (1999), especialização em Educação pela Universidade Federal de Lavras (2002), graduação em Pedagogia pela Universidade Luterana do Brasil (2009) e cursou Música - bacharelado em piano - pela Universidade de São Paulo (2014). Tem experiência na área do ensino musical, com ênfase em piano, pedagogia musical e do piano como também piano acompanhador. Alexandre Mazzer Perticarrari – pianista e cantor, licenciado em Música pela Universidade de Ribeirão Preto. Aluno da classe de canto de Maria Yuka de Almeida Prado no Departamento de Música da FFCLRP (USP) de Ribeirão Preto e de Davide Rocca (Itália). Atuou na educação musical em diversos projetos, lecionando instrumento, canto e regência coral. Regente dos corais Memorie d’Italia, De Canto em Canto e Adevirp. Atuou também junto aos corais Coopercitrus, ArtSol, Coral da USP Ribeirão, Infantil da Escola Waldorf João Guimarães Rosa, Centro Médico Unimed e Coro Experimental da Unaerp. Participou dos festivais Corearte (Espanha), MRF (Itália), Festival de Música de Londrina e do Encontro Internacional de Música Coral e de Educadores Musicais na USP Ribeirão Preto. Estreou como o personagem “Colas” na Ópera “Bastien und Bastienne” de W. A. Mozart com a USP Filarmônica sob a regência de Rubens Russomano Ricciardi

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.

2023-06-30
Locais de realização (2)
Ribeirão Preto São PauloSão Joaquim da Barra São Paulo