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PRONAC 205104Apresentou prestação de contasMecenato

OUVIRAVIDA - Educação Musical Popular

LIEGE DONIDA BIASOTTO PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 282,6 mil
Aprovado
R$ 273,1 mil
Captado
R$ 233,4 mil
Outras fontes
R$ 115,6 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

85.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2022-06-01
Término
2023-08-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto busca dar continuidade à iniciativa OUVIRAVIDA - EDUCAÇÃO MUSICAL POPULAR, que oportuniza a crianças e jovens, em situação de vulnerabilidade social,o contato com a música, ao longo de doze meses. O Projeto oferece aulas gratuitas de canto, prática de conjuntos musicais, flauta doce e percussão, além de aulas para grupos menores de violão, acordeon, trompete e teclado. Ao fim de cada semestre, são realizadas apresentações dos alunos. Como contrapartida, o projeto oferecerá uma oficina online de sensibilização musical para professores e alunos da rede pública de ensino.

Sinopse

CONCERTOS DO PROJETO OUVIRAVIDA O projeto prevê duas apresentações gratuitas dos grupos montados pelos alunos no projeto Ouviravida. No repertório, serão trabalhadas músicas brasileiras.

Objetivos

Objetivo geral Dar continuidade e ampliar a oferta de modalidades instrumentais do projeto OUVIRAVIDA - EDUCAÇÃO MUSICAL POPULAR, no Bairro Bom Jesus, ao longo de 12 meses, contemplando 200 crianças e adolescentes ao longo do ano de execução. Objetivos específicos Contemplar aproximadamente 200 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social no Bairro bom Jesus, com as atividades do projeto;Participar de 03 atividades culturais produzidas em Porto Alegre, levando os educandos para assistir os espetáculos, aumentando sua noção de pertencimento sociocultural enquanto cidadãos;Realizar duas apresentações exclusivas dos educandos, contemplando um público aproximado de 500 pessoas por apresentação;Promover uma oficina de sensibilização musical online como contrapartida do projeto, voltada para professores e alunos de escolas públicas de Porto Alegre, contemplando 140 pessoas

Justificativa

O presente projeto tem por objetivo ampliar modalidades instrumentais e dar continuidade à iniciativa de educação musical de crianças e jovens de 6 a 14 anos residentes do bairro Bom Jesus, em Porto Alegre, em situação de vulnerabilidade social, ao longo de 12 meses. Tem-se como pressuposto o potencial da música, presente em todas as sociedades humanas com distintas funções e significações, enquanto articuladora das diferenças individuais através da ação coletiva e promotora da consciência social em direção à autonomia. O fazer musical, constituído de forma dialógica, sistemática e criativa, contribui, assim, para o exercício da cidadania. Neste sentido, o projeto OUVIRAVIDA - EDUCAÇÃO MUSICAL POPULAR pretende estimular as práticas musicais das comunidades populares rio-grandenses, que enfrentam, na atual estrutura da sociedade brasileira, uma situação de carência econômica e de exclusão social. Para tal, são ministradas aulas de canto, prática de conjuntos musicais, percussão e flauta doce. Visto que o projeto também pretende fortalecer a noção de pertencimento cultural dos alunos, além do ensino da música, o OUVIRAVIDA proporciona a ida dos jovens a atividades culturais que acontecem em Porto Alegre, fornecendo transporte e providenciando o agendamento de ida às atividades, a fim de promover a formação de platéia. O projeto nasceu em 1999, por uma iniciativa do Maestro Tiago Flores, atuando ao longo de cinco anos no Centro São José, no Bairro Bom Jesus. Em 2001, foi a vez do bairro Umbu, em Alvorada, e em 2004 na cidade de Gravataí, no bairro morada do Vale III, onde atuou até 2007. Por falta de iniciativa, o projeto ficou parado por quase 10 anos. Em 2017, com o patrocínio da empresa DUFRIO, retomou-se as atividades do OUVIRADA, atendendo anualmente cerca de 200 crianças com as aulas. Em 2020, em função da pandemia do COVID-19, as aulas migraram para o ambiente digital, onde foram organizadas turmas por grupos de whatsapp, por ser a ferramenta mais utilizada, democrática e acessível no bairro de extrema vulnerabilidade social. Em 2021, pretendemos retomar as aulas presenciais, dando continuidade ao projeto. O local onde as atividades acontecem, no Bairro Bom Jesus, que até 2014 era um dos quatro Territórios de Paz da cidade de Porto Alegre, é uma região conhecida pelo alto índice de vulnerabilidade social, possuindo elevados índices de violência, criminalidade e homicídios. O Bom Jesus, como a maioria dos bairros da capital, tem crescimento urbano acelerado, problemas ambientais e sociais, comunidade em situação de risco, ocupação irregular de área, problemas de infra estrutura, saneamento, desemprego e exclusão social. Segundo o diagnóstico realizado pela Guayí - Economia Solidária na Prevenção à Violência no RS sobre os territórios de paz, "(...) o número de homicídios na população com idade entre 10 e 29 anos representa 60,65% do total de homicídios. É particularmente preocupante que 18,35% do total de homicídios ocorram na população na faixa etária de 15 a 19 anos". Tendo em vista os dados citados acima, é de suma importância que iniciativas como o OUVIRAVIDA se façam presentes em locais com tais características, atendendo prioritariamente o público infanto-juvenil. Dessa forma, a introdução da música nas comunidades populares vem ao encontro da necessidade iminente de alcançar-se um ser humano capaz de apreender a realidade desde uma perspectiva integradora e criativa, sendo capaz de transformar-se e ao mesmo tempo de transformá-la, constituindo-se como cidadão. Ao assumir o espaço natural e lúdico que a Educação Musical deveria ter nas comunidades em situação de vulnerabilidade social, o presente projeto assegura às crianças e aos jovens entre 6 e 14 anos uma experiência musical sistematicamente construída no encontro entre educandos e educadores, ampliando o processo de autonomia musical dos jovens em situação de vulnerabilidade social, residentes no bairro Bom Jesus, em Porto Alegre. Ademais, ciente da fraqueza do ensino de música em grande parte das escolas públicas, o projeto pretende ser o lugar pedagógico da livre expressão musical, desenvolvendo a musicalidade infantil, sua criatividade, dinamizando a construção do conhecimento, bem como gerando novas qualidades e vínculos no grupo em que atua. Além das ações pedagógicas, o projeto pretende fomentar a inclusão cultural dos educandos em outros ambientes e atividades culturais da cidade, ampliando sua noção de pertencimento e reconhecimento enquanto indivíduo. Infância diz respeito a futuro, e o melhor futuro é um presente bem vivido. Infância é sinônimo de novo, espontâneo, de paixão, de imaginário criador, de curiosidade, de promessa. Sendo a infância o espaço próprio da ação, este projeto procura preencher a lacuna ainda existente nesse crucial momento do desenvolvimento humano, complementando o ensino da música obrigatório oferecido pelas escolas da rede pública. Acreditamos que iniciativas culturais têm um papel essencial na construção da cidadania e inclusão social e, portanto, o Estado deve fomentar e promover iniciativas como essa. O projeto OUVIRAVIDA, por contemplar uma região na periferia da cidade de Porto Alegre, carente de ações culturais e investimento nessa área, necessita da Lei de Incentivo para a captação de recursos junto à iniciativa privada, possibilitando sua viabilização e gerando um impacto transformador sobre essa realidade. O projeto, até então, envolve uma equipe qualificada de 09 profissionais do mercado da música. O professor Isac Costa Soares iniciou seus estudos musicais no projeto OUVIRAVIDA em Alvorada, no ano de 2003, então com 14 anos, sendo um exemplo do papel transformador do projeto. Hoje, integra a equipe do OUVIRAVIDA ministrando aulas de flauta doce, sendo referência para os alunos e exemplo da importância da formação musical para a concepção de profissionais da música. "Poder voltar e ser professor do projeto é muito gratificante e realizador. Eu estou muito feliz e muito animado, porque sei que esse tipo de ação dá resultado. Eu tenho colegas meus do Ouviravida que seguiram. Um deles está fazendo flauta doce na UFRGS; tem um que está na França e tem envolvimento com várias artes; e outro que trabalha com educação musical. E dessa leva, eu fui o primeiro a me formar em música. Inclusive, eu sou o primeiro da minha família a conseguir fazer uma faculdade. A minha mãe não terminou o Ensino Médio; meu pai chegou a terminar, mas não fez faculdade." Isac Costa, ex-aluno e professor do Ouviravida O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 : I- contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Também , possui como objetivos que vêm ao encontro do Art. 3° da referida norma I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Especificação técnica

PROPOSTA PEDAGÓGICA APRESENTAÇÃO: O projeto pedagógico do OUVIRAVIDA, educação musical popular, têm como principal objetivo a formação de cidadãos aptos a enfrentar e solucionar os desafios do cotidiano, bem como inserir-se nos diversos âmbitos da sociedade através do desenvolvimento de habilidades e de um olhar crítico sobre o mundo que os cerca. No projeto OUVIRAVIDA, a primeira etapa de musicalização dos alunos é realizada através de aulas de canto, flauta doce, percussão e prática de conjunto. As aulas são desenvolvidas em pequenos e grandes grupos, contemplando a musicalização através da voz e de instrumentos musicais (flauta doce, percussão e outros). A etapa de expansão das ações de ensino nessa edição constitui-se através da oferta de novas modalidades de aulas aos participantes do projeto. A escolha dessas modalidades de ensino está diretamente ligada as doações de instrumentos musicais que o projeto recebe através de campanhas e/ou da própria comunidade. Assim, nessa segunda etapa, estamos implementando aulas de gaita, teclado, violão, trompete e flauta transversal. Os participantes, crianças e jovens de 6 a 17 anos, são divididos em grupos de três alunos, por faixa etária e conhecimento musical para participar dessas novas modalidades instrumentais. Além das aulas regulares de música, são realizadas atividades complementares como apresentações dos alunos, workshops, participação em concertos didáticos, apreciação de shows, passeios culturais e de entretenimento. As atividades propostas têm como base pedagógica a execução, criação e apreciação musicais. Essas três formas do fazer musical são contextualizadas e trabalhadas de forma inclusiva. A proposta pedagógica musical será desenvolvida de forma dialógica, sistemática e criativa, garantindo o respeito a condição peculiar de pessoas em desenvolvimento, as crianças e aos adolescentes, através do reconhecimento de seus direitos humanos a cultura, ao lazer e ao respeito à diversidade. O repertório abarca a música de tradição europeia, folclore, música de diversas culturas e em especial a música brasileira. São elaborados arranjos específicos para a formação instrumental do projeto, respeitando os diferentes níveis de conhecimento musical apresentados pelos alunos. Objetivos Explorar os elementos da paisagem sonora dos educandos enquanto estruturadores de seu ambiente social; Promover a identificação e manipulação pelos educandos dos elementos da linguagem musical: altura, duração, timbre, intensidade, textura, etc; Possibilitar que os educandos utilizem a voz como recurso expressivo musical, desenvolvendo exercícios vocais adequados à sua saúde; Experimentar corporalmente, com ou sem locomoção, movimentos melódicos, rítmicos e/ou harmônicos; Experienciar a criação de padrões melódicos, rítmicos e harmônicos; Desenvolver o reconhecimento dos timbres dos instrumentos musicais; Possibilitar a apropriação da notação musical como consequência da atividade musical; Facilitar a vivência e o reconhecimento das formas elementares da música: rondós, cânones, ostinatos, sinfonias, concertos, etc; Desenvolver o reconhecimento dos diferentes estilos musicais e de sua relação com a história da música e/ou com a etnomusicologia; Desenvolver a escuta interna e externamente; Desenvolver os processos de composição e de improvisação; Identificar os diferentes mecanismos da produção sonora; Possibilitar a apropriação por parte dos educandos de procedimentos de confecção de instrumentos musicais; Desenvolver técnicas de execução instrumental; Desenvolver hábitos e critérios de escuta musical. Realizar a expansão das práticas musicais do projeto, oportunizando o fazer musical (execução instrumental, improvisação, composição e apreciação musical), através de aulas de gaita, teclado, violão, flauta transversal e trompete. ampliar as práticas musicais dos alunos; proporcionar o aprendizado de gaita, trompete, teclado, violão e flauta transversal através de aulas coletivas; ampliar as práticas coletivas integrando diferentes modalidades de instrumentos através da prática de conjunto; proporcionar vivências estético/ culturais através da apreciação de concertos didáticos, eventos culturais e workshops; proporcionar a experiência estética de apresentar-se em público; valorizar os fazeres musicais cotidianos das crianças e jovens em sua comunidade, seus interesses e necessidades, no sentido do exercício mais pleno de sua cidadania; As aulas são desenvolvidas em pequenos e grandes grupos, contemplando a musicalização através da voz e de instrumentos musicais (flauta doce, percussão e outros): CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Flauta-doce: respiração, características do instrumento, manejo do instrumento, articulação, digitação, sonoridade, afinação, apreciação e análise de exemplos musicais abrangendo diferentes períodos da história da música, criação e improvisação na flauta doce, alfabetização musical (leitura e escrita) através da flauta doce, execução de repertório em uníssono e em vozes (2,3 e 4), prática de conjunto com as outras modalidades de instrumento do projeto (canto e percussão), formação de repertório variado 2. Percussão: pulsação, organização do pulso interno, conscientização do corpo e do espaço, coordenação motora, identificação dos diversos timbres da percussão corporal, identificação dos diversos timbres da percussão instrumental, exploração sonora em diversos materiais (convencionais e alternativos), criação e improvisação, execução de ritmos simples até os complexos, alfabetização musical (leitura e escrita) através da percussão, apreciação e análise de exemplos musicais de diferentes períodos da história da música, prática de conjunto com as outras modalidades de instrumento do projeto (flauta doce e canto), formação de repertório variado 3. Canto: respiração, funcionamento do aparelho fonador - cuidados com a saúde da voz, emissão e articulação vocal, técnica vocal, afinação, canto coletivo em uníssono e em vozes (2, 3 e 4), prática de conjunto com as outras modalidades de instrumento do projeto (flauta doce e percussão), apreciação e análise de exemplos musicais/vocais de diferentes períodos da história da música, criação e improvisação vocais, alfabetização musical (leitura e escrita) através do canto, formação de repertório variado 4. Práticas de Conjuntos Musicais: afinação coletiva, leitura de partitura de arranjos musicais, identificação dos movimentos de comunicação do condutor do grupo (regência), timbragem e equalização dos naipes de instrumentos, timbragem e equalização dos diferentes naipes de instrumento entre si - dinâmica, andamento, expressividade e interpretação, formação de repertório, postura ao apresentar-se em público 5.Gaita: Acordeom: conhecer os tipos, funções e aplicações; manejo do instrumento e cuidados; abertura e fechamento do fole; baixos e contrabaixos na mão esquerda (posição das notas); cifras; sonoridade; afinação; acompanhamento harmônico; melodias; intervalos e arpejos; ritmos de marcação com baixo (mão esquerda); inversão de acordes; ritmos brasileiros e internacionais; apreciação e análise de exemplos musicais abrangendo diferentes períodos da história da música; criação e improvisação; prática de conjunto com as outras modalidades de instrumento; formação de repertório variado. 6.Teclado: história do instrumento; topografia do teclado; tom e semitons; acidentes (sustenido, bemol e bequadro); escala maior e menor; acordes (tríades e tétrades); inversão de acordes; cifras; acompanhamento rítmico; canto acompanhado; melodias; leitura de partitura; clave de sol e clave de fá; transposição; prática de conjunto com as outras modalidades de instrumento do projeto; apreciação e análise de exemplos musicais/vocais de diferentes períodos da história da música; criação e improvisação; formação de repertório variado. 7.Violão: história do instrumento; exploração lúdica do instrumento; reconhecimento do braço do violão; tom e semitom; postura no instrumento; técnica de mão direita; digitação; reconhecimento das cordas soltas; cifras; acordes (tríades e tétrades); canto acompanhado; criação e improvisação; execução de ritmos simples até os complexos; leitura de partitura; apreciação e análise de exemplos musicais de diferentes períodos da história da música; prática de conjunto com as outras modalidades de instrumento do projeto; formação de repertório variado. 4. Flauta transversal: história do instrumento;características do instrumento; partes da flauta transversal; manejo e higienização do instrumento; respiração; articulação; digitação; sonoridade; afinação; melodias; escalas maiores e menores; apreciação e análise de exemplos musicais abrangendo diferentes períodos da história da música; criação e improvisação na flauta doce; alfabetização musical (leitura e escrita) através da flauta doce; execução de repertório em uníssono e em vozes (2,3 e 8. Trompete: história do instrumento; partes do instrumento; manejo e higienização do instrumento; embocadura com e sem bocal; respiração; postura; alongamento; sonoridade; notas musicais e suas digitações; articulação; notas longas; melodias; apreciação e análise de exemplos musicais abrangendo diferentes períodos da história da música; criação e improvisação; leitura de partitura; execução de repertório em uníssono e em vozes (2,3 e 4); prática de conjunto com as outras modalidades de instrumento do projeto; formação de repertório variado METODOLOGIA - ETAPA 1: formação da equipe de professores; elaboração dos planos de ensino e do material didático; organização dos espaços físicos (salas de aula);organização das turmas por faixa etária e conhecimento musical;organização da grade de horários das aulas, turmas e professores;definição do cronograma de reuniões pedagógicas e conselho de classe; organização do calendário de apresentações e atividades complementares do projeto; ETAPA 2: Ação 1: produção e execução das aulas: a) aulas de canto: semanais, com duração de 1h e obrigatórias à todos alunos do projeto; b) aulas de flauta doce e percussão: semanais, com duração de 1h e o aluno opta por uma das modalidades de instrumento (flauta doce ou percussão); c) prática de conjuntos musicais : semanais, com duração de 1:30h; d) Aulas de gaita, teclado, violão, trompete e flauta transversal com duração de 50min; turma com três alunos cada; IMPORTANTE: os alunos que participarem das novas modalidades de instrumento obrigatoriamente deverão continuar assistindo as aulas de canto, flauta doce ou percussão e prática de conjunto. Ação 2: produção e execução de: a) reuniões pedagógicas: semanais, com duração de 1h e 30min, envolvendo a equipe de professores e a coordenação pedagógica; b) conselho de classe: mensal, com duração de 2 h, envolvendo a equipe de professores, a coordenação pedagógica e a coordenação local das instituições; c) reunião de pais e/ou responsáveis: semestral, com duração de 2h, envolvendo a equipe de professores, a coordenação pedagógica, a coordenação local das instituições e os pais e/ou responsáveis pelos alunos beneficiários; Ação 3: produção e execução de: a) apresentação geral de alunos: semestral, com duração de 2h, envolvendo a equipe do projeto, das instituições, os alunos e familiares e a comunidade em geral; b) apresentações mensais das diferentes modalidades na comunidade; c) atividades culturais musicais complementares como workshops e concertos didáticos: trimestral, com duração de 1h e 30min. AVALIAÇÃO: A avaliação será realizada através de:controle de frequência dos alunos; conselho de classe mensal com a participação dos professores, coordenadora pedagógica e coordenadores locais; avaliação descritiva através de relatórios trimestrais produzidos pelos professores; avaliação oral e descritiva dos alunos beneficiários do projeto; apresentação musical dos alunos; reunião semestral de pais e/ou responsáveis.

Acessibilidade

PRODUTO: AULAS DO PROJETO OUVIRAVIDA: Deficientes físicos: o espaço onde ocorrem as aulas possui acessibilidade para locomoção. Deficientes visuais: Por ser um projeto contínuo que já atende o número de crianças previstos, não existem novas demandas de acessibilidade de conteúdo acessível. Porem, prevemos uma verba para acessibilidade caso haja essa demanda. Deficientes auditivos: não se aplica PRODUTO: APRESENTAÇOES MUSICAIS DO PROJETO Deficientes físicos: A produção buscará um espaço que contemple o acesso de portadores de necessidades especiais. Deficientes visuais: Por se tratar de apresentação musical, deficientes visuais serão contemplados, podendo apreciar a experiência. Deficientes auditivos: O projeto contará com intérprete de libras. PRODUTO: OFICINA ONLINE DE CONTRAPARTIDA Deficientes físicos: a oficina será online, contemplando deficientes físicos Deficientes visuais: poderão escutar a oficina Deficientes auditivos: vídeo aula com legendagem

Democratização do acesso

Oficina Flauta Distribuição gratuita: 100 vagas - 9 turmas de até 12 crianças Critério de distribuição adotado (art. 55 da IN nº 01/2017 do MinC): atendimento de crianças de 6 a 12 anos já atendidas no Centro São José, já inscritas no projeto. Inscrições por ordem de interesse até o preenchimento de vagas Ação de democratização adotada gratuidade das atividades, público contemplado crianças de escolas públicas, atendidas no contraturno escolar com as atividades do centro São José, território com alto índice de violência e vulnerabilidade social. Oficina Percussão Distribuição gratuita: 100 vagas - 9 turmas de até 12 crianças Critério de distribuição adotado (art. 55 da IN nº 01/2017 do MinC): atendimento de crianças de 6 a 12 anos já atendidas no Centro São José, já inscritas no projeto. Inscrições por ordem de interesse até o preenchimento de vagas Ação de democratização adotada gratuidade das atividades, público contemplado crianças de escolas públicas, atendidas no contraturno escolar com as atividades do centro São José, território com alto índice de violência e vulnerabilidade social. Oficina Canto Distribuição gratuita: 200 vagas - 9 turmas de até 25 crianças Critério de distribuição adotado (art. 55 da IN nº 01/2017 do MinC): atendimento de crianças de 6 a 12 anos já atendidas no Centro São José, já inscritas no projeto. Inscrições por ordem de interesse até o preenchimento de vagas Ação de democratização adotada gratuidade das atividades, público contemplado crianças de escolas públicas, atendidas no contraturno escolar com as atividades do centro São José, território com alto índice de violência e vulnerabilidade social. Oficina de Conjuntos Musicais Distribuição gratuita: 200 vagas - 9 turmas de até 25 crianças Critério de distribuição adotado (art. 55 da IN nº 01/2017 do MinC): atendimento de crianças de 6 a 12 anos já atendidas no Centro São José, já inscritas no projeto. Inscrições por ordem de interesse até o preenchimento de vagas Ação de democratização adotada gratuidade das atividades, público contemplado crianças de escolas públicas, atendidas no contraturno escolar com as atividades do centro São José, território com alto índice de violência e vulnerabilidade social. Oficina de Violão Distribuição gratuita: 21 vagas - 7 turmas de até 3 crianças Critério de distribuição adotado (art. 55 da IN nº 01/2017 do MinC): atendimento de crianças de 6 a 12 anos já atendidas no Centro São José, já inscritas no projeto. Inscrições por ordem de interesse até o preenchimento de vagas Ação de democratização adotada gratuidade das atividades, público contemplado crianças de escolas públicas, atendidas no contraturno escolar com as atividades do centro São José, território com alto índice de violência e vulnerabilidade social. Oficina de Acordeon Distribuição gratuita: 14 vagas - 7 turmas de até 2 crianças Critério de distribuição adotado (art. 55 da IN nº 01/2017 do MinC): atendimento de crianças de 6 a 12 anos já atendidas no Centro São José, já inscritas no projeto. Inscrições por ordem de interesse até o preenchimento de vagas Ação de democratização adotada gratuidade das atividades, público contemplado crianças de escolas públicas, atendidas no contraturno escolar com as atividades do centro São José, território com alto índice de violência e vulnerabilidade social. Oficina de Trompete Distribuição gratuita: 14 vagas - 7 turmas de até 2 crianças Critério de distribuição adotado (art. 55 da IN nº 01/2017 do MinC): atendimento de crianças de 6 a 12 anos já atendidas no Centro São José, já inscritas no projeto. Inscrições por ordem de interesse até o preenchimento de vagas Ação de democratização adotada gratuidade das atividades, público contemplado crianças de escolas públicas, atendidas no contraturno escolar com as atividades do centro São José, território com alto índice de violência e vulnerabilidade social. Oficina de Teclado Distribuição gratuita: 21 vagas - 7 turmas de até 3 crianças Critério de distribuição adotado (art. 55 da IN nº 01/2017 do MinC): atendimento de crianças de 6 a 12 anos já atendidas no Centro São José, já inscritas no projeto. Inscrições por ordem de interesse até o preenchimento de vagas Ação de democratização adotada gratuidade das atividades, público contemplado crianças de escolas públicas, atendidas no contraturno escolar com as atividades do centro São José, território com alto índice de violência e vulnerabilidade social. Concertos do Projeto OUVIRAVIDA Quantidade: 2 apresentações Distribuição gratuita: 500 lugares ou acessos online Critério de distribuição adotado: atendimento prioritário aos familiares das crianças atendidas pelo projeto, distribuição de senhas até completar a lotação do espaço Ação de democratização adotada: atividade gratuita, contemplando público em situação de vulnerabilidade social, crianças e idosos. Registro: fotografia e vídeo Divulgação: postagem das fotografias nas redes sociais do projeto, programas das apresentações, evento nas redes sociais, assessoria de imprensa Contrapartida Social A ação consiste na realização de oficinas de sensibilização musical gratuitas para professores e alunos da rede pública de ensino, realizados pela equipe do projeto. A oficina poderá ser presencial ou online, conforme realidade da COVID-19 no momento de sua execução Quantidade: 1 oficina - 140 vagas na oficina online Público-alvo: professores e alunos da rede pública de ensino Registro: vídeo da oficina Divulgação: postagem do vídeo aula no canal de youtube e divulgação nas redes sociais do projeto Ressaltamos que o projeto atende as seguintes medidas de democratização de acesso às atividades: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; - o projeto deisponibilzará o registro em vídeo da apresentação de final de ano do projeto IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; - o projeto realizará gratuitamente quatro oficinas de sensibilização musical para professores e alunos de escolas públicas VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

Liége Biasotto - Proponente - Coordenadora Administrativa e Produtora Executiva Liége Biasotto é Relações Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e trabalha na área de produção cultural desde 2007. Em 2010, abriu a CUCO Produções, empresa focada em produção cultural, elaboração de projetos culturais, consultoria e comunicação. Atualmente é uma das gestoras culturais do Vila Flores, responde pela curadoria e direção de produção do Festival de Música de Nova Prata e do Festival Porto Alegrense de Bandas Instrumentais e pela direção de produção dos projetos da Orquestra de Câmara da ULBRA, OUVIRAVIDA - Educação Musical Popular, INTERCENA, Ecopoética - Arte e Sustentabilidade em Intervenções Urbanas, Espetáculo Fábrica de Calcinha e Coletivo DAS FLOR. Maestro Tiago Flores - Coordenador geral Tiago Flores é graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul sob a orientação de Arlindo Teixeira. Especializou-se em regência orquestral em São Petersburgo (Rússia) com Victor Fedotov. Participou de cursos, oficinas e festivais com Kurt Redel (Alemanha) e Lutero Rodrigues e venceu o concurso Jovens Regentes promovido pela Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA). Como regente convidado atuou à frente de orquestras como Filarmonica de Montevidéu (Uruguai), Orquestra de Câmara de Caracas (Venezuela), Orquestra Sinfônica do Estado do México (México), Solistas di Napoli (Itália), Orquestra Sinfônica de Grosseto (Itália), Kaerten Sinphonie Orchestra (Áustria) e Orquestra de Câmara da Lituânia. No Brasil regeu a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional (Brasília), Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra Sinfônica de Campinas, Orquestra de Câmara de Blumenau, Orquestra Sinfônica da UCS, Orquestra de Câmara Eleazar de Carvalho (Fortaleza) e Orquestra Sinfônica do Mato Grosso. Foi diretor artístico da OSPA nos anos de 1999 a 2001 e 2011 a 2014. Regente da Orquestra de Câmara da ULBRA desde sua fundação, vem recebendo inúmeros elogios da crítica especializada, destacando-se como grande incentivador da nova música e tendo contribuído, em muito, para o reconhecimento do conjunto como um dos melhores do gênero no país. Recebeu o prêmio Melhores da Cultura 2005, conferido pela Secretaria da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, prêmio Açorianos de Melhor CD Instrumental em 2006, e premio Açorianos de Melhor Espetáculo 2008 com o Show "Beatles - Magical Classical Tour”. Nisiane Franklin da Silva - Coordenadora pedagógica e professora de teclado Mestre em Educação Musical pelo Programa de Pós Graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 2002; Graduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) com titulação de Licenciado em Educação Artística-Habilitação em Música em 1992. Atua como professora do Curso de Licenciatura em Música da Universidade Metodista do Sul IPA, desde ago/2007; coordena o Estágio Supervisionado do Curso de Licenciatura em Música da Universidade Metodista do Sul IPA desde jan/2015. Foi Diretora do Conservatório Pablo Komlós, Escola de Música da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) de fev/2013 a fev/2015; Coordenadora Pedagógica do Projeto OUVIRAVIDA - educação musical popular, vinculado a Fundação Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (FOSPA) de mai/2002 a jan/2007; Coordenadora Pedagógica e Professora no Projeto Sinos Acorda da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) das disciplinas de Teoria e Percepção e Musicalização de jul/2003 a mar/2006; Professora do Curso de Extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) na Oficina de Teoria e Percepção Musical de mar/2000 a jan/2003 e do Conservatório Pablo Komlós, Escola de Música da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) na disciplina de Teoria e Percepção Musical no ano de 2002. Daiana Fulber - Professora de canto e conjuntos musicais Graduada em Regência Coral Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com formação em Flauta doce (1998 a 2002) e Trompete pelo projeto “Sinos Acorda”, ministrado por Evandro Matté (UNISINOS 2001 - 2005). Foi integrante do Coro Madrigal da Universidade - ARS VOCALIS (2007/2). Em sua trajetória profissional, coordenou a Banda Cláudio Wingert, fazendo também arranjos para a mesma. Atuou na Escola Genuíno Sampaio (2000 a 2010) e na Escola Luterana São Mateus (2005 a 2008), como coordenadora da banda da escola. Foi trompetista e arquivista na Orquestra de Sopros Eintracht (2001 a 2006), regeu recitais do coro de alunos da classe de regência da UFRGS (2006 a 2007) e atuou como professora de trompete na Escola Municipal São Carlos (2007) e no projeto de iniciação musical em crianças de 1 a 9 anos Creche Santa Zitta de Luca (2008). Trabalha como regente dos Corais Unisinos e Allegro Unisinos, desde 2009. Ademais, elaborou e concretizou alguns espetáculos de coro como “Vinícius, 100 anos de poesia e música”, “Classical Beatles”, Gloria de Vivaldi e “Desde que o samba é Samba”. De 2009 a 2014, trabalho com grupos de iniciação musical na Unisinos e, a partir de 2014, como regente da Orquestra Vida com Arte, contemplando repertórios populares e eruditos com músicas de concerto. Reescreveu arranjos para orquestras jovens, coordenando a parte musical do Show Musical Anchieta, desde 2012, cujo repertório é composto de musicais da Broadway. Participou ativamente da criação dos espetáculos “Brasil Radio Show” e “Nos Embalos do Show Musical”, em 2012, e da segunda edição de “Nos Embalos do Show Musical”, em 2013. Desde 2013, coordena o trabalho de musicalização no projeto da orquestra PROJARI-GUAÍBA e atua como regente, desde 2014, na orquestra do Projeto Social Vida com Arte, mantida pela Unisinos, trabalhando com instrumentos de corda como violino, viola, cellos e baixo, além de instrumentos de percussão. Lucas Kinoshita - Professor de percussão Formado em Licenciatura em música pelo IPA, é responsável técnico da Kiko Ferraz Studios e produtor musical. Foi diretor de percussões do documentário "O Grande Tambor", sobre a história do tambor sopapo, e atua como baterista das bandas Trem Imperial, Arthur de Faria e Orkestra do Kaos, Orquestra de Câmera da Ulbra, dentre outros. Foi professor de musicalização, percussão e bateria nas escolas Espaço de Criação Musical, Bateras Beat e no Projeto Ouviravida-Gravataí. Comanda uma produtora de nome Tamborearte e com ela realizou duas edições da Llamada Porto Alegre, trazendo a cultura dos tambores afro-uruguaios para capital do Rio Grande do Sul. Foi produtor do disco Mais Tambor Menos Motor de Richard Serraria, do disco Novo de Alexandre Vieira e do disco Bailado de Orestes Dornelles. Isac Costa Soares - Professor de flauta doce Iniciou seus estudos musicais aos 14 anos de idade no projeto OUVIRAVIDA, tendo aulas de flauta doce, canto coral e percussão. Atualmente é licenciado em música pelo Centro Universitário Metodista - IPA, estuda no Conservatório Pablo Komlós, da Escola de Música da OSPA e integra o Grupo de pesquisa Educação Musical e Cotidiano (UFRGS). Matheus Kleber – Professor de acordeon É acordeonista e pianista. Graduou-se em Composição pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS. Atualmente é mestrando em Performance na Música Popular pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP e professor na FUNDARTE, em Montenegro, onde atua como regente da Camerata e do Conjunto Instrumental Jovem. Com 18 anos de carreira, participou de mais de 80 discos, entre eles IDA, trabalho autoral lançado em 2010 de duo com o violonista e bandolinista Pedro Franco; e o CD Congruências, seu primeiro álbum solo lançado em 2016. Se apresentou na Argentina, Uruguai, Chile, Porto Rico, Lisboa, ao lado de artistas como: Arrigo Barnabé, Ana Prada, Filipe Catto, Françoise Forton, Nelson Coelho de Castro, Marcello Caminha e Geraldo Flach. Como solista, e arranjador, atuou com as orquestras: SESI/FUNDARTE, Orquestra de Sopros Eintracht, Orquestra Unisinos Anchieta, Orquestra de Câmara da Ulbra, Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro e Orquestra Sinfônica de Porto Alegre – OSPA. Angelo Primon - Professor de violão Com 30 anos de carreira, o compositor, instrumentista e produtor portoalegrense Angelo Primon é bacaharel em Música Popular pela UFRGS e já atuou com artistas de várias tendências: Nei Lisboa, Gilberto Gil, Richard Serraria, Adriana Deffenti, Orquestra de Câmara da ULBRA, Grupo Cuidado que Mancha, Grupo Música Mundana e Violas ao sul. Foi vencedor do Troféu Açorianos como Melhor Instrumentista categoria MPB nos anos de 2006, 2008 e 2016/17. Em 2011, 2016/17 e 2017/18 venceu na categoria de Melhor Arranjador MPB. Desenvolve desde 1998 pesquisas sobre as sonoridades da viola de dez cordas, viola de cocho, rabeca, oud árabe, surtarang, surbahar e sitar indiano. Leonardo Perroni - Professor de trompete Natural de Alvorada/RS, iniciou seus estudos musicais no Projeto Ouviravida em 2002,com a professora Mariana Hofmeister. Participou dos projetos Nação Periférica e IPDAE. Estudou flauta transversal no Conservatório Pablo Komlós (Escola de Música da Ospa) sobre a orientação do professor Artur Elias Carneiro. Na UFRGS, cursa o Bacharelado em Flauta Doce sob orientação da professora Lucia Becker Carpena. Atualmente integra o Marsyas - Quarteto de Flautas Doces da Casa da Música e o Flautarium – Conjunto de Flautas Doces da UFRGS, que tem como coordenadora a professora Lucia Becker Carpena.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.