| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 10663610000129 | Nossa Caixa Desenvolvimento - Agência de Fomento do Estado de São Paulo S/A | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
| 46677860000165 | Risel Combustíveis Ltda. | 1900-01-01 | R$ 16,0 mil |
Um livro bilíngue (português/inglês) que conta e mostra como é a rotina de vida de agentes comunitários de saúde, e de diversos integrantes de equipes médicas multidisciplinares. Trabalham como clínicos gerais ou como pediatras, como enfermeiros ou anestesistas, como terapeutas ocupacionais, nutricionistas ou como fisioterapeutas. Também são psicólogos, gestores e administradores. Em comum a todos eles, a seriedade, dedicação e a paixão com que realizam seu trabalho. Nesse livro, também abordaremos historicamente os fatos mais importantes da vida cotidiana desses profissionais, e os diversos aspectos do sistema de saúde brasileiro. Com ampla e abrangente pesquisa de conteúdo e de iconográfia, ficaremos sabendo como a saúde foi tratada no país ao longo desses cinco séculos de história. A ação formativa cultural a ser realizada, serão as rodas de leituras em escolas públicas, a fim de estimular a leitura, contribuir com umaboa base para a educação no país e ampliar o acesso a cultura.
Neste livro, vamos conhecer através de um primoroso trabalho fotográfico e de emocionantes relatos pessoais, a rotina de diferentes profissionais da saúde pública no Brasil. Uma rotina onde se misturam em longas e exaustivas jornadas diárias, os sentimentos de dever cumprido, satisfação, frustração, impotência, resignação, resiliência, persistência, paciência e principalmente autocontrole e concentração, para lidar integralmente com a saúde de todos os pacientes. Ou seja, de todos nós. CapítulosCapítulo I: as origens do trabalho de agente comunitário de saúde: as primeiras iniciativas do Governo Vargas no nordeste e 30 anos depois, na grande São PauloCapítulo II: a equipe médica multidisciplinar, como surgiu, como funcionaCapítulo III: um dia na vida de um gestor de saúdeCapítulo IV: dinâmicas e práticas cotidianas, equipes médicas e agentes de saúde, como trabalham integradasCapítulo V: as equipes e os agentes: as histórias de trabalho e de vida dos personagens retratados neste livro
Objetivos GeraisOficialmente, o trabalho dos agentes comunitários de saúde começou em 1991 em algumas regiões do Nordeste, no Distrito Federal e na cidade de São Paulo. Era uma nova categoria de trabalhadores, formada pela e para a própria comunidade, atuando e fazendo parte da saúde prestada nas localidades. Hoje, a profissão de Agente Comunitário de Saúde (ACS) é uma das mais estudadas pelas universidades de todo o país. Isso pelo fato dos ACS transitarem por ambos os espaços _ governo e comunidade _ e intermediarem essa interlocução, o que não é tarefa fácil. O agente comunitário de saúde tem um papel muito importante no acolhimento, pois é membro da equipe que faz parte da comunidade, o que permite a criação de vínculos mais facilmente, propiciando o contato direto com a equipe. "Só no âmbito do SUS a profissão de Agente Comunitário de Saúde faz sentido", diz Márcia Valéria Morosini, professora e pesquisadora da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), que aponta o ACS como um trabalhador do SUS por excelência. Segundo ela, outras experiências na utilização de agentes de saúde na cobertura da atenção básica são possíveis, mas o trabalho do ACS como existe hoje, só foi possível a partir da criação de um sistema que situava a saúde como direito de todos os cidadãos. Mônica Nunes, professora da Universidade Federal da Bahia, concorda que a ligação entre SUS e ACS é muito estreita. "O ACS aparece como um produto dessa proposta de inclusão social de todos no acesso não só ao sistema de saúde, porque isso é insuficiente, mas à saúde de uma forma mais ampliada", afirma. E completa: "O ACS está organicamente ligado ao SUS". Mostrar a importância histórica para o país e a força de trabalho destes agentes, é um dos objetivos deste livro. Um trabalho fundamental para que ocorra uma melhor interlocução e conexão com o trabalho das equipes médicas. Hoje, o trabalho feito por equipes multidisciplinares na área da saúde é comprovadamente mais eficaz. O quadro clínico é visto de forma mais ampla, e o com isto o cuidado é mais resolutivo. Este livro quer ajudar a valorizar e a promover a qualidade e a importância do trabalho de todos os profissionais da saúde. Mostrar como o trabalho em equipe de médicos, enfermeiros, técnicos, agentes e gestores, são fundamentais para que milhares de vidas sejam garantidas e salvas. Também não podemos negar que o mundo não será mais o mesmo depois da pandemia da Covid-19. Mesmo que em essência nada se transforme tanto assim, a rotina, a maneira de olhar o outro e de se conviver em sociedade irá mudar. E também a forma de como vemos e lidamos com o trabalho dos profissionais de saúde. É preciso valorizar esse trabalho. Objetivos Específicosa) Produzir, publicar e distribuir 3000 exemplares do livro "Equipes médicas".b) Realizar rodas de leituras em escolas públicas da região para ressaltar a importância do acesso à cultura e o explicar o propósito do projeto.c) Realizar webinar e lançamento, com entrada gratuita.
Mais do que nunca, os profissionais que trabalham com saúde pública, sejam eles médicos ou técnicos, agentes ou gestores, estão sendo colocados em situações extremas. A responsabilidade do trabalho deles segue sendo a mesma de sempre. Só que agora, eles estão sob holofotes maiores. Cabe a nós, mostrá-los, com as verdadeiras luzes. E uma boa maneira é mostrá-los atuando em equipe, como de fato fazem todos os dias. Mas se o trabalho dos médicos e técnicos de saúde é importante, uma história pouco contada é a da ação dos agentes comunitários de saúde. Uma história que começa na Era Vargas, com as visitadoras sanitárias. O papel das visitadoras era visitas domiciliares, atividades de promoção à saúde, prevenção de doenças, monitoramento e acompanhamento de grupos de risco, além de vigilância sanitária. Essas atividades foram sendo ampliadas para outras regiões, até que em 1960, foi criada a Fundação Serviço Especial de Saúde Pública. Outro programa que ajudou a configurar o perfil dos ACS de hoje foi o Programa de Interiorização das Ações de Saúde e Saneamento (Piass) Nordeste, que, de 1976 a 1979, privilegiou o recrutamento de auxiliares que morassem no local beneficiado. A ideia de engajamento da comunidade no programa que marca o trabalho do ACS, também estava presente. Mais tarde, estabeleceu-se que os agentes além de serem moradores das comunidades, também deveriam atuar em postos de saúde. Em 1987, foram lançadas as bases para a transformação do trabalho dos agentes comunitários em política pública. Com o Programa de Agentes de Saúde do Ceará que, de proposta de socorro às populações atingidas pela seca, se transformou em uma ampla ação de promoção à saúde, utilizando o trabalho dos ACS em larga escala. "O ACS, como está concebido hoje no SUS, surgiu no Ceará", afirma a pesquisadora da Fiocruz Márcia Valéria. E é aqui que entra o SUS. Segundo ela, um ano depois, com a aprovação da nova Constituição e do Sistema Único de Saúde, o Brasil teria, pela primeira vez, uma política pública nacional que privilegiava uma concepção ampliada de saúde. E deu certo! Os avanços conquistados pelos ACS ao longo desses 30 anos de SUS mostram, por um lado, a capacidade de organização dessa categoria e, por outro, a importância que eles adquiriram no sistema como um todo. Houve um tempo, por exemplo, em que bastava saber ler e escrever para estar apto a realizar o trabalho dos agentes. Hoje, existe, proposto pelos Ministérios da Saúde e da Educação e formalizado pelo Conselho Nacional de Educação, um curso técnico de ACS. De certa forma, podemos afirmar que o trabalho dos agentes comunitários de saúde, se confunde com os esforços para a valorização e a afirmação do sistema de saúde pública do Brasil.Por sua natureza didática e cultural, o projeto pretende "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", conforme preceitos da Lei no 8313/91. Além disso, por se tratar de livro com conteúdo informativo, também pretende contribuir "para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" visto que o tema será abordado por meio de diferentes narrativas (textual e visual) com a finalidade de atingir diversos níveis da sociedade brasileira e internacional. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturaisVI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiroVII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações De acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91 os objetivos alcançados serão:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artesIV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos
Características técnicasEdição bilíngue: português e inglêsTiragem: 3000 (três mil) exemplaresFormato fechado: 20,5 cm x 20,5 cm Formato aberto: 41 cm x 20,5 cmQuantidade de imagens: 80Quantidade de laudas de texto: 10Quantidade de páginas: 120 Formato do livroCapa: brochura, impressa 4x0 coresMiolo: papel couché 150 gramas, impresso a 4x4 cores LogomarcasFormato: PolicromiaA logomarca será inserida no livro e em todos os materiais de divulgação
LIVRO Acessibilidade física: O lançamento do livro será realizado em uma livraria que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Além disso, o livro também estará disponível em todas as livrarias do país. Acessibilidade para deficientes visuais: O livro será disponibilizado em audiobook, onde o leitor portador de necessidades especiais poderá visualizar o conteúdo para seu conhecimento ou entretenimento. O audiobook é referente ao item orçamentário "Transcrição", no valor de R$ 4.000,00 Acessibilidade para deficientes auditivos: Não se aplica, visto que o produto principal é um livro. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Serão realizadas rodas de leituras em escolas públicas da região, a fim de, ressaltar a importância do acesso à cultura no país e de explicar o propósito do projeto. Acessibilidade para deficientes visuais: Os portadores de deficiência visual irão ouvir a explicação do Arte Educador e acompanhar a leitura do livro pelos alunos presentes na roda de leitura, também estará disponível, gratuitamente, o acesso ao audiobook. O Arte Educador prestará todo o auxílio necessário aos portadores de necessidades especiais. Acessibilidade para deficientes auditivos: Os portadores de deficiência auditiva terão auxílio do Intérprete em Libras a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso a cultura no país.
Referente à distribuição, adotaremos os expostos nas seguintes alíneas do Inciso I, Art. 20, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artísticaSerão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para as camadas da população menos assistidas ou excluídas.b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadoresSerão destinados até 10% (dez por cento) do total dos exemplares (até 300 exempalres) para os patrocinadores da obra.d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares), no valor de R$ 49,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias.e) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado a R$ 225,00 (duzentos e vinte e cinco reais)Serão destinados 40% (quarenta por cento) do total dos exemplares (1200 exemplares), no valor de R$ 70,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. Adotaremos também, o exposto no Inciso I, Art. 21, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019, a saber:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao públicoSerão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para bibliotecas e escolas públicas. Adoratemos também, o exposto no Art. 22, Seção III, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019, a saber:Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias.§ 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente.§ 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.Iremos realizar rodas de leitura em escolas públicas da região, a fim de estimular e explicar a importância do acesso a cultura no país e o propósito e os objetivos do projeto.
Pedro Fernandes SaadCom grande experiência na área cultural, Pedro Saad coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”.Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor do curso de pós-graduação em Gestão Cultural da PUC-SP, professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory.Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”.Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, At & t, General Motors, Zurich Insurance, Allianz, Basf, Bayer, Wolkswagen, Peugeot, Renault, Citröen, BNP Paribas, Saint-Gobain, Fiat, Anglo American, EDF, Petrobras, Itaú, Bradesco, instituições nacionais e internacionais, entre elas União Europeia (Serviço de Publicações), Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Aliança Francesa, Instituto Goethe, AlmapBBDO, Amazon, Atos, BCG, DataLab, Edelman, IOC Brasil, Instituto Ethos, Microsoft, Turma do Jiló, UOL, Folha de S. Paulo, Falconi, CEPAL, Sebrae MG, Natura, entre outras. Matthew Garry ShirtsMatthew Shirts é jornalista e diretor do World Observatory of Human Affairs. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação por 14 anos, até 2013, continuando como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, o maior e mais influente plataforma de sustentabilidade (2007-2015) em português para a Editora Abril. Escreveu crônicas regulares para a revista Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o diário O Estado de São Paulo, de 1994 a 2011 e é autor de dois livros, O jeitinho americano (Realejo, 2010) e A feijoada completa ( Realejo, 2015). Cláudia FonsecaCláudia Fonseca é jornalista com mestrado em Comunicação e desenvolveu atividades em rádio, jornais, revistas e assessoria de imprensa. Foi também professora da Faculdade de Comunicação de Santos. Formada em História, em 2001, atuou em projetos de memória institucional e corporativa como coordenadora, pesquisadora e curadora de exposições para organizações como Petrobras, Votorantim, Volkswagen, Fundação Bradesco, Pão de Açúcar, Unimed do Brasil, Dieese, Instituto Ethos, jornal Estado de S.Paulo, Alcoa e Leroy Merlin, entre outras. É autora dos livros Pátria Vermelha (2001); Educar para o Futuro - 50 anos da Fundação Bradesco (2003); O futuro é nossa energia - 50 anos da Petrobras/RPBC (2003); História do inox através das pessoas - Memória da Acesita (2005), laureado no Prêmio Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial); Cooperativismo médico no Brasil - 40 anos de Unimed (2005); Memória da luta pela autonomia política no Distrito Federal (2007); Raízes do Brasil (2013); Temperos do Brasil (2015); Construindo o Futuro - Grupo Lwart - 40 anos (2016); Brasil e Portugal: do descobrimento até os dias atuais (2017) e Construtores de sonhos - 20 anos da Leroy Merlin no Brasil (2019). Luciano FigueiredoLuciano Figueiredo é professor no Instituto de História da Universidade Federal Fluminense. Cursou graduação de História na PUC-RJ e fez mestrado e doutorado na Universidade de São Paulo. Editou e organizou o livro História do Brasil para ocupados (editora Casa da Palavra, 2013) e História do Brasil em 100 fotografias (editora Bazar do Tempo, 2017), dentre outros trabalhos. Miriam CollaresMiriam Collares Figueiredo é graduada em História pela Universidade Federal de Santa Catarina, especialista em Arquivologia pela Universidade Federal da Bahia e mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getulio Vargas (CPDOC-FGV). Trabalhou no Museu Eugênio Teixeira Leal (Bahia), no Ibase (Rio de Janeiro) e foi coordenadora do Programa Memória Petrobras (2003-2018). Tem experiência em memória empresarial, memória oral e atua como consultora em projetos de divulgação e popularização da história. Equipe TécnicaCoordenação Geral: Pedro SaadCoordenação Editorial: Pedro SaadPesquisa: Claudia Fonseca, Luciano Figueiredo e Miriam CollaresTradução para o inglês: Matthew ShirtsImpressão: Ipsis GráficaDistribuição: Queen Books Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.