| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 70940994000101 | Panduratta Alimentos Ltda | 1900-01-01 | R$ 340,0 mil |
O projeto pretende promover o acesso a cultura para 30 comunidades ribeirinhas nos rios Paru e Arapiuns.Serão realizados 30 dias de atividades culturais tendo como centro a sessões de cinema e apresentações musicais de grupos locais. Como produtos secundários estão rodas de conversa tratando da relação entre o tema do filme e a realidade das comunidades e aconfecção de um site com documentos em vídeo, fotografia e textos disponível para o grande público.
não se aplica
Objetivo principal: Oferecer à 30 comunidades ribeirinhas da Amazônia o acesso à atividades culturais, em especial o cinema e música, e registrar depoimentos e manifestações culturais de cada uma dessas comunidades. Objetivo específico: Realizar 30 dias de atividades com sessões de cinema atingindo um público em média de 150 a 300 pessoas por comunidade, totalizando 6.000 pessoas. É realizada uma pré-produção quando são identificadas as condições para realizar a atividade e acordadas as datas junto aos representantes das comunidades. No dia da apresentação do cinema, a equipe do projeto que inclui arte-educadores músicos realiza o chamamento do público através de performances lúdicas. A sessão se inicia com uma apresentação da própria comunidade, muitas vezes de carimbó.Após essas atividades, se inicia a sessão do filme. É realizada ainda uma roda de conversa que traz o tema do filme e discute sua relação com a realidade das comunidades. Os filmes são selecionados pela curadoria do projeto, dando prioridade ao cinema nacional. São todos de classificação indicativa: Livre. As atividades que antecedem o filme são documentadas em texto, foto e vídeo e disponibilizada online, no site do projeto. Essa documentação tem rico potencial de preservação do patrimônio imaterial e contribuição para o desenvolvimento da auto-estima local e reconhecimento da cultura local. Algumas comunidades se encontram há mais de 40 horas de navegação. As sessões de cinema são organizadas em 2 expedições, a saber: 15 dias de eventos em comunidades ribeirinhas dos rio Arapiuns. Duração: 20 dias, durante o mês de agosto de 2021. 15 dias de eventos em comunidades ribeirinhas dos rio Paru. Duração: 20 dias durante o período entre dezembro de 2021 e fevereiro de 2022. As datas exatas das atividades culturais dependerão das situações climáticas de cada região, especialmente no que diz a respeito de épocas de cheias e vazantes.
O projeto necessita de apoio da lei de Incentivo a Cultura, uma vez que as atividades são gratuitas e levadas para uma população extremamente carente em termos de acesso a cultura, e uma população que não apresenta potencial de consumo significativo que pudesse atrair patrocinadores diretos. Tratam-se de ribeirinhos, que em sua maioria, vivem de atividades de subsistência de extrativismo e pequenas produções agrícolas e atividades remuneradas eventuais. O projeto atende ao Art.1 da Lei em seus inciso "I" e "VIII", a saber: "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;" e "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória". O projeto atende ao Art.3 da Lei nos incisos: "II", "III", "IV", a saber: II - fomento à produção cultural e artística, item e) "realização de festivais, espetáculos de arte e congêneres", III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais. Tradição Oral e o porquê do cinema, enquanto ferramenta de sensibilização para a cultura. A criação do cinema, que podemos remontar desde a primeira experiência dos irmãos Lumiére, alterou de forma determinante a maneira como o mundo entende a si mesmo e permitiu a criação de um novo modo de "contar histórias" e que por vezes entrega ao imaginário do espectador, um conteúdo de grande impacto já que permite a transposição de distâncias e oferece uma "janela sinestésica" para as mais diversas partes do mundo. Considerando a importância da "oralidade" junto aos povos da Amazônia, em especial aqueles cujo acesso aos meios de comunicação é muito limitado por conta da infra estrutura. As comunidades ribeirinhas isoladas que receberão o projeto em sua maioria não dispõem de rede pública elétrica e portanto da grande maioria nunca assistiu um filme em sala de cinema em tela grande e de forma compartilhada. O projeto montará um "cinema ambulante" oferecendo a esta população a experiência de estar no cinema, transformando ambientes que conhecem em salas de cinema. As expedições culturais "Fitzcarraldo: Cinema na Amazônia" são uma forma de contribuir para a disseminação de histórias e estórias que constroem um repertório mundial, e em última instância, uma forma de conectar aquelas populações relativamente isoladas, ao restante do mundo. Para essa edição do projeto, pretende-se selecionar filmes que tragam ao público amazônida, filmes de ficção sobre a relação do homem com a natureza, e também filmes documentários que retratam fatos históricos da região. Antes das sessões serão feitas rodas de conversa para buscar introduzir o filme a ser visto e após as sessões, serão registrados depoimentos de alguns dos presentes que alimentarão o site do projeto. O título do projeto remete ao filme de Werner Herzog (Fitzcarraldo, 1982), que retrata a saga de um empreendedor estrangeiro na região amazônica que está determinado a criar uma casa de ópera no alto Amazonas.Traz não apenas uma homenagem ao filme em si, mas revela a sinergia entre os objetivos do personagem do filme e o projeto de cinema que propomos. Ambos tratam da difusão de cultura para a região amazônica, uma região fascinante, de rica diversidade humana e natural, com uma população sensível e que acreditamos tenha muito a nos ensinar, a partir de sua experiência e que certamente interpretará as histórias apresentadas pelo projeto de forma a possivelmente entender o paradigma atual em que vivemos na atualidade. Os registros das conversas e depoimentos coletados durante a viagem estarão no site do projeto, e também serão apresentados para as comunidades quando das expedições futuras. O registro de depoimentos locais e o estímulo para as atividades musicais com músicos convidados e músicos das comunidades contribui para a valorização do patrimônio cultural dessas comunidades e sua estiuma enquanto cidadãos criativos. As atividades de "roda de conversas" complementam o projeto que tem caráter inclusivo. São cadastradas como "contraprtidas sociais" e têm importante papel na formação de jovens da comunidade e reflexão quanto a produção local e sua realidade cultural.
Esse projeto é interdisciplinar, uma vez que não se trata apenas da difusão de acervo de cinema, mas da difusão de apresentações musicais, realização de "rodas de conversas" e registro de depoimentos e manifestações culturais locais em 30 comunidades ribeirinhas da Amazônia. Muito embora essas características, o projeto foi cadastrado como "Festival / Mostra" audio-visual seguindo a indicação colocada pelo parecerista em sua primeira diligência. Abaixo algumas considerações acerca do projeto. 1. QUANTO AOS PRODUTOS RESULTANTES DO PROJETO Trata-se de um projeto multidisciplinar, uma vez que não se limita às apresentações de cinema. Porém, cadastramos como produto principal a "Mostra / Festival" de conteúdo áudio-visual e como produtos paralelos as demais atividades, a saber: - Apresentações Musicais - para as atividades dos arte-educadores (que são músicos e palhaços) que antecedem as sessões de cinema bem como as apresentações realizadas pelos artistas locais de algumas das comunidades quando da chegada do barco para realizar o cinema. - Sítio internet - para a difusão dos registros feitos durante o projeto, seja dos depoimentos de bem imaterial, apresentações musicais. Sítio de internet terá entre 30 e 35 páginas constituídas por: Pag 1:O projeto Pag:2 Comunidades Rio Arapiuns: Informações gerais sobre a região. Pag 2.1 a 2.15 - Informações detalhadas sobre cada uma das comunidades incluindo aqui espaço para depoimentos, fotografias e seleção de vídeos produzidos durante as Rodas de Conversa. Pag 3 - Comunidades Rio Paru - Informações gerais sobre a região. Pag 3.1 a 3.15 - Informações detalhadas sobre cada uma das comunidades incluindo aqui espaço para depoimentos, fotografias e seleção de vídeos produzidos durante as Rodas de Conversas. - Rodas de Conversa (ações formativas / contrapartidas sociais) - com duração de 90 minutos e descritas no campo "Responsabilidade Social". 2 - QUANTO AO LOCAL DE REALIZAÇÃO As comunidades a serem atendidas não se encontram na listagem do campo "Local de Realização" , uma vez que não são unidades administrativas independentes/municípios. Portanto mencionamos naquele campo, apenas a cidade de Santarém, que é o ponto de partida do Barco Cinema/Gaia e a cidade de chegada da equipe que viajará para executar o projeto. 3- QUANTO AO SITIO DA INTERNET - Sítio internet - para a difusão dos registros feitos durante o projeto, seja dos depoimentos de bem imaterial, apresentações musicais. Sítio de internet terá entre 30 e 35 páginas constituídas por: Pag 1:O projeto Pag:2 Comunidades Rio Arapiuns: Informações gerais sobre a região. Pag 2.1 a 2.15 - Informações detalhadas sobre cada uma das comunidades incluindo aqui espaço para depoimentos, fotografias e seleção de vídeos produzidos durante as Rodas de Conversa. Pag 3 - Comunidades Rio Paru - Informações gerais sobre a região. Pag 3.1 a 3.15 - Informações detalhadas sobre cada uma das comunidades incluindo aqui espaço para depoimentos, fotografias e seleção de vídeos produzidos durante as Rodas de Conversas.
não se aplica. Informações quanto ao Produto Secundário "Sítio da Internet" Sítio de internet terá entre 30 e 35 páginas constituídas por: Pag 1:O projeto Pag:2 Comunidades Rio Arapiuns: Informações gerais sobre a região. Pag 2.1 a 2.15 - Informações detalhadas sobre cada uma das comunidades incluindo aqui espaço para depoimentos, fotografias e seleção de vídeos produzidos durante as Rodas de Conversa. Pag 3 - Comunidades Rio Paru - Informações gerais sobre a região. Pag 3.1 a 3.15 - Informações detalhadas sobre cada uma das comunidades incluindo aqui espaço para depoimentos, fotografias e seleção de vídeos produzidos durante as Rodas de Conversas.
Quanto a acessibilidade física: O projeto tem como meta o acesso ao público geral e também aos portadores de necessidades especiais. Durante a viagem de pré-produção selecionará os locais nas comunidades amazônicas para garantir o acesso desobstruído a esse público e atendimento prioritário e irea obter a estimativa de pessoas com tais necessidades. Segundo nossas experiências anteriores (essa é a terceira edição), os locais de acesso nas comunidades são locais planos e centrais. Como as atividades se dão em área aberta não ha obstrução de acesso. Porém, caso sejam identificados locais com dificuldade de acesso serão tomadas medidas para garantir que o portadores de necessidades especiais sejam acomodados de forma digna e serão reservados acentos preferenciais para esses em cada uma das sessões. Portanto o projeto prevê recurso de ajuste de local para as comunidades, o que inclui a compra de materiais e mão de obra para rampas de acessibilidade. Quanto a acessibilidade de conteúdo: Será dada prioridade a seleção de filmes que atendam as medidas de acessibilidade de conteúdo. O projeto relizará 1 sessão de Audiodescrição por cidade; 1 Legendagem descritiva e uma sessão com Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Para tal serão identificados profissionais de Santarém, sem a necessidade de transporte aéreo.
Todas as apresentações do projeto serão gratuitas e abertas a população das comunidades, que no total varia entre 60 e 200 famílias. Essas são comunidades pequenas e carentes de atividades culturais. A chegada do cinema e das atividades que antecedem a sessão são um grande evento em cada uma das comunidades. Considerando as experiências anteriores, espera-se um público de 100 a 200 pessoas para cada um dos 30 dias de atividades. Além disso, as apresentações culturais das comunidades, as rodas de conversa, os depoimentos registrados em cada uma das comunidades irá gerar conteúdo em forma de fotos, textos e registros em áudio e vídeo que será difundido gratuitamente no site do projeto para acesso aberto e gratuito.As rodas de conversa são gratuitas e buscarão fomentar a reflexão crítica e criativa para que os participantes estabeleçam relações entre o filme e a realidade local de cada comunidade. - Para o cumprimento da Contrapartida Social detalhamos abaixo a atividade (rodas de conversa) que será realizada como ação formativa cultural para atender ao disposto no art. 22 da IN nº 02/2019. O público atingido será de alunos e professores das escolas de comunidade de cada uma das localidade e estimamos grupos de 50 pessoas por comunidade, ao longo de 2 encontros por comunidade, totalizando 1500 pessoas, ou seja superando 10% do quantitativo de público previsto no plano de distribuição. Será reservado um desses encontros exclusivamente para estudantes e professores das escolas locais que são instituições públicas. O outro encontro será aberto para a comunidade como um todo, incluindo egressos das escolas, idosos, etc. Ainda assim, será atendido o percentual de 50% do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais que serão constituídos de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Descritivo das RODAS DE CONVERSA (Encontros de Caráter Formativo) Carga-horária: 90 minutos. Tema: "Roda de Conversa: sua história... seria um filme?" Os encontros trarão conceitos iniciais de roteiro para cinema, levando o público de forma ativa, a contar sua estória, e organiza-la de forma linear a partir de perguntas pré-estabelecidas. Professores: Anna Gabriella Agazzi Migotto & André Costantin. Descritivo detalhado: Momento1: Apresentação da professora. Pós Graduanda em Cinema, a fotógrafa Anna Gabriella Agazzi Migotto, acompanhada do roteirista Andrea Costantin (Transe Filmes). Anna Gabriella é uma videomaker jovem, que teve a experiência em registrar depoimentos de pessoas comuns, para o projeto "Nonni di São Paulo". A videomaker, apresentará a ideia de desenvolvimento de roteiro e dividirá o grupo em duplas. Momento 2: Serão apresentados pequenos trechos de filmes depoimentos feitos com a metodologia do "Museu da Pessoa" de forma a estimular os participantes a registrar suas próprias histórias. Momento 3: Os participantes anotarão perguntas para realizar a entrevista entre si. Momento 4: Registro (com celulares) das entrevistas Momento 5: Apresentação dos registros entre os participantes.
Direção Geral: Agencia Moby Dick Ltda. Coordenação Técnica: Fare Arte Serviços de Eventos Culturais Ltda. Direção de Produção: Fare Arte Serviços de Eventos Culturais Ltda. Gerente de Projeto: Alvise Migotto. Curadoria: Oliviero Pluviano e Anna Claudia Agazzi Agencia Moby Dick Ltda iniciou suas atividades em 2012 sob a direção do jornalista, músico e empreendedor cultural Oliviero Pluviano. Desenvolveu os projetos “100 Nonni” - resgatando a memória dos avós da imigração italiana no Brasil, e “Fitzcarraldo” - levando cinema para as comunidades isoladas da Amazônia com barco gaiola. Prestou serviços de assessoria de imprensa para o projeto cultural Caminhos Sonoros - levando musica erudita para as escolas públicas de Mairiporã (SP) em 2012. Realiza uma programação de matérias jornalísticas/culturais para as revistas Mundo FIAT e Mundo FCA desde 2012. Realizou uma expedição patrocinada pela FIAT/CHRYSLER de empresários italianos de São Paulo num barco gaiola de Santarem (PA) a Manaus (AM) para o primeiro jogo da seleção Italiana contra Inglaterra durante a Copa Mundial de Futebol de 2014, incluindo a coordenação geral, produção e curadoria da programação cultural, incluindo música, cenografia e matérias de mídia. Fare Arte Serviços de Eventos Culturais Ltda, fundada pelo produtor e músico Alvise Migotto em 1995, a Fare Arte é uma empresa que atua na área de criação artística, curadoria, elaboração e gestão de projetos culturais. Alguns dos projetos executados: Exposição Nonni di São Paulo (Museu da Imigração) - 2020; Festivais de Cultura e Música Canadá Brasil (Sintonias Brasil canadá Music Fest) - 2017 a 2019; Fitzcarraldo Cinema na Amazônia (2016 - ); Caminhos Sonoros - Plantando Sementes Musicais (2012 a 2016); Mostra Minas Retroverso (2014); Exposições Amazônia Brasil & Amazônia Mundi de 2002 a 2014; Programa “Brazil: It makes Sense” no Midem / França. Tournée de Katia Ricciarelli e orchestra Internazionale d'Italia (2000); Festival Suíça 2000; Festivais Culturais do Canadá: Canadá Capital São Paulo; Livros “Aquarela e Navegação: um encontro que fez história”; Colheitas do Brasil, “Árvores do Brasil”; “Portos do Brasil”. Curadoria: Oliviero Pluviano Vive no Brasil há trinta anos. Se formou no Liceo Doria e neste mesmo período estudou flauta transversal com Glauco Cambursano e piano com Martha Del Vecchio no Conservatório Paganini. Durante os anos que cursou filosofia na Universidade de Genova, trabalhou como pianista nos cruzeiros dos navios da Home Lines e da Compagnia Italia. Formou-se em filosofia com louvor e depois disso, tocou piano por dois anos como acompanhante de Ornella Vanoni. Apresentou-se e compôs músicas para o Teatro dell’Archivolto e Paola Borboni com Gino Zampieri e Giorgio Gallione. Firmou contrato com a Fonit Cetra, e trabalhou para a RAI. Neste período também percorreu o mundo como músico e como fotógrafo para a revista inglesa da BBC “World” e a italiana “Tutto Turismo”, motivo pelo qual em 1982 se inscreveu em um concurso da Federação Italiana de Editores de Jornais (FIEG) para uma posição de estagiário em jornalismo, conseguindo o 65º lugar. Criou os primeiro websites da Ansa fora da Itália: Eurosul, Ansalatina, Italianos, AnsaFlash e obteve diversos patrocínios, primeiramente da Parmalat e depois também da Tecnosistemi, Fiat e Tim, graças as quais a Ansa renunciou para ele à obrigatoriedade de manter um jornalista em uma sede por no máximo seis anos. Há onze anos tem um barco típico na Amazônia (Alter do Chão - Pará) chamado Gaia, que auxiliou as campanhas de vacinação do projeto Saúde e Alegria junto à 150 comunidades ribeirinhas. Desde 2011, realiza expedições culturais levando cinema, teatro de bonecos, música e apoio a bibliotecas locais na região. É voluntário no projeto “Colônia Veneza” de Peruíbe uma iniciativa para ajudar crianças carentes da baixada santista, criada pelo frei dominicano Giorgio Callegari. Tem o site www.girotondosanfrancesco.it que compreende um tour dos lugares franciscanos ao redor de Assis. Atualmente é curador do projeto 100 Nonni, que prevê viagens pelo Brasil em busca de preservar a memória dos últimos avôs imigrantes italianos no Brasil. Foi autor da coluna “O Som da Imagem” da revista Carta Capital entre 2012 e 2016. Alvise Migotto é mestre em performance pela Manhattan School of Music (NY), formado pela Universidade de Toronto e artísta cujo debut deu-se no Carnegie Hall de Nova York em 1993.Apresentou-se em várias cidades do país, participando do "XXV Festival de Inverno de Campos de Jordão" e gravando um especial para a TV Cultura. Ofereceu masterclasses no Festival de Inverno de Campos de Jordão, UNESP, UFRGS, Escola de Música de Brasília, entre outros. Participa como jurado em concursos nacionais como "Concurso de Violão Souza Lima" e "Concurso Nacional de Violão Musicalis". Foi responsável pela direção artística de festivais anuais de intercâmbio cultural Brasil/Canadá e Brasil/Suíça, sendo responsável pela vinda de Oscar Peterson, Orchestra Sinfonica d’Italia com Katia Ricciarelli, NEXUS, the Canadian Brass, Ensemble Turicum, Hubert Käppel, David Russell, etc. Preocupado com a formação do músico no país, organizou atividades didáticas com Michael Faust, Hubert Käppel, David Russell, Sandor Devich, Mark Drobinsky, Manfred Preis, Wilfried Strehle, Leon Spierer entre outros a serviço da fundação VITAE, British Council, Festival de Inverno Campos de Jordão, Consulados do Canadá, Suiça e Argentina. Foi coordenador geral e curador do festival internacional “O Violão - Tendências e Tradições” que foi sediado no SESC Pompéia de São Paulo em 2003 e do “Encontro Internacional de Violão” no mesmo local em 2004. Estas manifestações são considerados pontos de destaque dos últimos dez anos no cenário violonístico de São Paulo, uma vez que reuniu alguns dos maiores nomes brasileiros (Fabio Zanon, Paulo Bellinati, Marco Pereira, etc.) e internacionais (Paul Galbraith, Elena Papandreu, Roberto Aussel, etc.). Desde 2002 integra a direção da maior exposição já desenvolvida sobre a Amazônia, sendo essa apresentada 13 vezes em 10 países na America do Sul, Europa, America do Norte e Ásia. Fundou a Anima13, departamento da Fare Arte que oferece serviços de gravação especializados para música clássica, cursos e consultoria em performance musical para todos os instrumentos e aulas de violão. Através da Anima13 gravou músicos brasileiros como Flavio Varani, Brasil Guitar Duo, Duo Siqueira Lima, etc. Desde 2005 Alvise Migotto dedica-se a composição com ênfase para o álbum “Into the One” lançado em 2009, trilha sonora das Mostras “Amazônia in Singapore”, “Amazônia in Cancun”, “Amazônia Mundi” álbum “Waters”. Em 2020,foi convidado a compor a trilha do premiado documentário "Segredos de Putumayo", direção de Aurelio Michilles. Anna Claudia Agazzi será a assistente de curadoria e responsável pelas "Rodas de Conversa" que antecedem as sessões de cinema e está cadastrada no orçamento como "arte-educadora" no produto "Contrapartidas Sociais". É educadora, doutora em Artes Visuais, mestre em música. É docente no Instituto de Artes da Unesp. Elis Barbosa e Pimenta Barbosa são músicos e arte-educadores locais que atuam na região de Santarém. São profissionais sensíveis e que têm talentos inatos e auto-didatas e são reconhecidos como artistas e músicos no cenário local. André Costantin acompanhará as expedições para registrar as rodas de conversas - É diretor, roteirista e produtor de conteúdos artísticos e documentários.Escreve crônicas e ensaios (Jornal Pioneiro - Grupo RBS). Janelas extras do olhar: arte, bike, vinho, história(s). https://transe.com.br/ Anna Gabriella Migotto é fotógrafa e vídeomaker formada pela Belas Artes e atua na área de ilustração, design e produção de conteúdos. Cursa Pós-graduação em Cinema e é estagiária no Ipê - Instituto de Pesquisas Ecológicas.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.