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LAB Procomumdestina-se à manutenção de 4 grupos de trabalho que desenvolvem atividades de pesquisa, reflexão e formação nas áreas de memória e patrimônio; a formação de 02 mediadores culturais e realização de 3 eventos abertos ao público neste equipamento cultural sediado em Santos/SP. O público alvo são jovens e adultos, residentes na Baixada Santista, a estimativa é de 800 pessoas. Todas as atividades são realizadas gratuitamente.
não se aplica
O objetivo geral do projeto é promover encontros para desenvolvimento práticas entre artistas, pesquisadores, empreendedores e agentes culturais que, organizados em grupos de trabalhos, desenvolvam pesquisas e práticas no campo da memória, do patrimônio e das artes, na pesquisa do patrimônio imaterial e da memória através das manifestações culturais e artísticas que o espaço abriga: dança, arte afro brasileira, artes cênicas, gastronomia, música, cenografia, audiovisual e patrimônio e oferecer a estrutura necessária para a sua realização. Além disso, serão formados dois mediadores culturais - jovens pesquisadores, selecionados através de chamada pública, que tenham interesse em desenvolver projetos de pesquisa alinhados com as temáticas dos grupos de trabalho e de estudo. Como objetivos específicos estão previstas as seguintes atividades: O GT Biblioteca Viva: oficinas semanais, com 3h de duração para 20 participantes. Semestralmente o grupo realiza uma roda de conversa, com expectativa de público de 50 pessoas. GT GT Oju Obá: Diálogos e Pesquisas: oficinas quinzenais, com 3h de duração, para 20 participantes. Trimestralmente, o grupo realiza um espetáculo público, com expectativa de público de 120 pessoas. GT obAPPe - Observatório da arte preta e periférica: encontros quinzenais, com 3h de duração, para 10 pessoas. Bimensalmente, são realizadas atividades para mais de 100 pessoas. GT Olhar Marginal: reuniões semanais, para 20 pessoas. Anualmente, o grupo realiza uma exposição para mais de 200 pessoas.
O Lab Procomum é um equipamento cultural aberto a criadores, fazedores e curiosos que desejem investigar,prototipar, e desenvolver práticas no campo das artes, da memória e do patrimônio. Equipado com salas e galpões multiuso, cozinha industrial, espaço hacker e maker, canteiro de plantas medicinais,horta e centro de permacultura, praça para eventos, quartos de residência, biblioteca, sala de cuidados e estúdiode mídia, o Lab fornece estrutura física e uma equipe especializada para que a população possa exercer seusdireitos culturais, se engajando em experiências culturais de forma voluntária e autônoma - uma vez que os gruposplanejam sua atuação a partir das vivências, das motivações, das inquietações e perspectivas de cada participante. Cabe destacar que nossa sede tem como entorno a 'Bacia do Mercado', conjunto de três bairros centrais (Vila Nova,Vila Mathias e Paquetá) marcados por graves problemas sociais e enorme potencial histórico e cultural, por issoentendemos ser importante recuperar a memória dos espaços e personagens que lá viveram, através do estudo epesquisa do patrimonio que desevnvolvemos. Naqueles bairros, encontramos as principais universidades da cidade,instituições públicas e privadas, empresas, oficinas, comércio popular, lojas maçônicas, entrepostos de frutas everduras, além do Mercado Municipal de Santos, que se encontra em situação de abandono, com poucos de seusboxes funcionando. A falta de moradias adequadas e espaços públicos, com grande presença de cortiços, pessoasvivendo em situação de rua e ausência de praças e parques também caracterizam o território. Neste sentido, as atividades previstas no Lab Procomum estão alinhadas com os princípios: 1. contribuir parafacilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; V -salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI -preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção edifusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;constantes no artigo 1, da lei Lei 8313/91 através da instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ouartístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, emestabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; proteção do folclore, do artesanato e das tradições popularesnacionais; levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos - presentesno artigo 3 da mesma legislação. Pelos elementos já expostos, por se configurar como um espaço destinado à reflexão e experimentação cultural e artística; por cumprir a função social de estímulo ao exercício dos direitos culturais; por estar localizado em umaárea com escassez de equipamentos culturais e ainda por promover atividades de forma totalmente gratuita para apopulação, a realização deste projeto por esta lei de incentivo à cultura, se justifica.
não se aplica
Projeto pedagógico GT Biblioteca Viva O Grupo de Trabalho é o guardião do Espaço de Conhecimento do LAB Procomum, que contém uma biblioteca. Ele ativa dinâmicas de uso do espaço, mas o entende como uma biblioteca como um espaço vivo de conhecimento, para além do seu acervo. Com o objetivo de estimular as relações de pertencimento do entorno com o Procomum e a valorização e reconhecimento do patrimônio imaterial por meio da oralidade e incentivo à leitura. Metodologia: - Organização do espaço e acervo bibliográfico por letra e temáticas;- Dinâmica de contexto do espaço: 4 moradores do entorno contam suas histórias de vida; - São mapeadas as sensações de cada participante e como ela se relaciona com o acervo para registro. GT Olhar Marginal O GT Olhar Marginal é um grupo/coletivo de audiosivual focado em intervenções urbanas desenvolvidas coletivamente. São fotos, poesias, ilustrações, peças audiovisuais que envolvem e dizem a respeito da periferia para a periferia. O grupo sobre a criação de documentação dentro da periferia e a importância disso como pensamento crítico/ferramenta política (vamos gritar nossos direitos, da forma que podemos). Fomentando, formando e debatendo sobre o patrimônio cultural produzido nas periferias da Baixada Santista. Metodologia: - Mapeamento de ideias ; - Mapeamento de artistas; - Desenvolvimento de uma rede de artistas periféricos; - Mapeamento de território. GT Oju Obá - Dialogos e pesquisas Coletivo Antirracista Ojú Obá surge em 13/06/20 para discutir raça, gênero e classe dentro da cultura popular na Baixada. Promove o antirracismo a partir do estudo teórico e prático, tendo o maracatu de baque virado como ferramenta impulsionadora de construções coletivas e disseminação da cultura preta e popular. Os estudos têm conteúdos da luta antirracista e história do maracatu, contada pela perspectiva de quem vive dia a dia essa construção, contrapondo narrativas históricas impostas para conhecer e registrar outras perspectivas. Todas as participantes podem sugerir conteúdos para estudo/discussão. Metodologia: - Desenvolve ações abertas - rodas de conversas e estudos, exibição de filmes, leituras sobre questões raciais, antirracismo, cultura popular, ocupação do espaço público e outras intersecções sociais; - Oficinas de construção de instrumentos, adereços e outros itens fundamentais do maracatu. GT ObAPPe - Observatório de Arte Preta, Parda e Periférica O Grupo de Trabalho ObAPPe - Observatório de Arte Preta, Parda e Periférica, atuante no Instituto Procomum, formado por artistas e produtores culturais, tem por intuito instrumentalizar a memória artística das pessoas pretas e pardas que produzem em periferias na baixada santista. Metodologia: - Mapeamento dos coletivos, indivíduos e instituições que garantem o acesso à cultura para os moradores de suas comunidades; - Catalogação de dados dessas iniciativas com os planos de cultura, os meios públicos e privados de financiamento, a articulação cultural local, entre outros.
Curso/Oficina/Estágio ACESSIBILIDADE FÍSICA: instalação de rampas, corrimões. ACESSIBILIDADE VISUAL: sinalização tátil;. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: realização de uma atividade aberta com tradução em libras Contrapartida social ACESSIBILIDADE FÍSICA: instalação da atividade em local com acesso a pessoas com restrição de mobilidade; ACESSIBILIDADE VISUAL: realização de uma atividade com audiodescrição. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: intérprete de libras.
Todas as atividades previstas são realizadas de forma gratuita. Para participar dos grupos de estudo e grupos de trabalho basta realizar a inscrição, até o limite de vagas por atividade; as vagas são amplamente divulgadas em nossas redes sociais. Serão realizados 3 eventos em escolas públicas da região. Os eventos anuais são abertos ao público, também de forma franca, limitados apenas pela capacidade do espaço.
Rodrigo Savazoni | Diretor Executivo - Diretor de projeto - trabalho não remunerado (dirigente) Rodrigo Savazoni é jornalista, escritor e realizador multimídia. Graduado em comunicação social pela Cásper Líbero, é mestre edoutorando em Ciências Humanas e Sociais pela UFABC.Funções: Supervisão geral do projeto, curadoria dos grupos de trabalho, apoio à produção. Victor Marinho |Gerente de Inovação (cargo anteriormente nomeado como Gerente de Programação)Victor Marinho é jornalista (PUC-SP) e fotógrafo (Escola comunitária Manuel Musto, Rosário-Argentina). Atualmente é Gerente de inovação do Instituto Procomum. É militante das liberdades digitais e analógicas e da democratização dos meios de comunicação, da cultura e da tecnologia, com especialização em ferramentas de baixo custo. Silmara Baron | Analista de Recursos e Infraestrutura (cargo anterior: Assistente de Espaço)Silmara Baron é moradora do bairro da Vila Nova há décadas, trabalhou como assistente de espaço na Organização Prato de Sopa por 10 anos, desde 2006, cresceu no espaço que hoje abriga o LAB Procomum sendo, atualmente, responsável pelos protocolos de uso e cuidado do espaço físico do LAB Procomum. Fabrício Freitas | Superintendente de Recursos (cargo anterior: Assistente Financeiro)Fabrício é Administrador, Ator e Produtor Cultural. Formação Superior em Administração de Empresas pela Unip - Universidade Paulista em Santos/SP. Tem sua carreira voltada à gestão financeira em empresas e organizações de pequeno, médio e grande porte. Faz parte da equipe institucional do Instituto Procomum desde 2019, no desenvolvimento de protocolos, controles e supervisão dos processos de planejamento e execução financeira, contábil, jurídica e auditoria. Atualmente é Superintendente da área de Recursos entendida como processos administrativos, financeiros, infraestrutura e cuidados. Trabalha também como Ator com Formação Técnica em Artes Cênicas pela EAC - Escola de Artes Cênicas “Wilson Geraldo”, em Santos/SP. Para além da gestão financeira atua como produtor executivo em diversos projetos audiovisuais e teatrais. Formado também em Cenografia e Figurino na SP Escola de Teatro. Glaucia Rodrigues | Analista de ComunicaçãoFormada em comunicação social, Gestão Empresarial e Pós-graduada em Design de produto de moda, iniciou sua trajetória profissional na agência de notícias Afrobrás, onde permaneceu até inciar o intercâmbio para a Universidade Fernando Pessoa em Porto onde, ao estudar Ciências da Comunicação, teve acesso à varios conteúdos relacionados ao Marketing, ao Jornalismo e a Publicidade. Ao retornar percorreu as empresas como Kantar IBOPE Mídia e SBT. Em 2016 deu início a marca 370 sendo responsável pela direção criativa e divulgação da marca que em 2019 foi destaque em diversos grandes portais de moda. Em 2022 ingressa no Instituto Procomum. - Coordenadora do GT Oju Obá | Kaike Sena Kaike Sena é homem preto de terreiro. Kaike Sena é homem preto de terreiro. Formado em Técnico em Edificações e na faculdade de Engenharia Civil, trabalha desde 2011 como agente de correios. Teve desde sua infância contato com a cultura popular/negra por conta de sua família, porém entendeu sua responsabilidade social enquanto sujeito de produção artística e intelectual quando passou a integrar coletivos artísticos no bairro do Campo Limpo em São Paulo no ano de 2014. Curioso de sua história, desenvolve estudos sobre questões raciais e história do negro no mundo a partir de uma perspectiva decolonial, e, principalmente, suleada pelas relações com o terreiro e sua espiritualidade africana. É um dos cofundadores do Coletivo Antirracista Ojú Obá e do grupo Coco 3 é 10. - Coordenadora GT Biblioteca Viva | Daniella OliveiraDaniella Oliveira, graduada em História, atua como educadora em espaços culturais e trabalha como responsável pela gestão de equipe e desenvolvimento de programas voltados à difusão, à acessibilidade e formação de diferentes perfis de público no Museu do Café de Santos. É militante dos direitos humanos e do feminismo intersecional, atuando como profissional ligadaa à preservação e valorização do patrimônio cultural. - Coordenador do GT Olhar Marginal | Andrey Haag Andrey Haag do Nascimento, 27 anos, nascido em Ribeirão Pires, criado na periferia de Praia Grande, litoral de São Paulo, é fotógrafo, diretor, videomaker autodidata e articulador social periférico desde 2016. É fundador da Tumulto Rec produtora audiovisual independente focada no protagonismo LGBTQIA + e periférico e que tem como principal objetivo promover o acesso e a realização de conteúdos audiovisuais em diálogo com a quebrada, buscando superar uma representação comum na cinematografia nacional que é pautada por estereótipos de imagens e narrativas. - Coordenador do GT obAPPe - Observatório da arte preta e periférica | Rafael Chagas da Silva Rafael Chagas é compositor, poeta, slammer e produtor cultural nascido em São Vicente – SP. Ligado à cultura hip hop através da poesia periférica e do slam, traz em sua obra musical e poética influências do rap, R&B e da música negra. Campeão de diversas batalhas de poesia em Estados como SP, RJ, MG, PR e outros, Chagas busca conectar-se com o público transmitindo sua experiência e vivência como um homem negro e artista periférico.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.