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PRONAC 205172Apresentou prestação de contasMecenato

O Cofrinho Sabichão

COMPANHIA DA FOTO, PROJETOS E PRODUCOES CULTURAIS E SOCIAS LTDA
Solicitado
R$ 765,6 mil
Aprovado
R$ 829,5 mil
Captado
R$ 732,5 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (4)
CNPJ/CPFNomeDataValor
59285411000113Banco Panamericano S/A1900-01-01R$ 310,0 mil
08720614000150BEMISA HOLDING S.A.1900-01-01R$ 300,0 mil
06142539000161JAEPEL PAPEIS E EMBALAGENS S.A1900-01-01R$ 80,0 mil
05863009000140SYNERGIA - CONSULTORIA URBANA E SOCIAL LTDA.1900-01-01R$ 42,5 mil

Eficiência de captação

88.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-03-01
Término

Resumo

O Cofrinho Sabichão é uma peça de teatro infanto-juvenil a ser encenada gratuitamente em escolas de ensino fundamental e médio. Um projeto cultural que intenciona levar a oportunidade da fruição das artes cênicas àqueles que têm menos oferta, realizando as apresentações prioritariamente em municípios com poucas opções culturais. Um dos principais objetivos do projeto é formar público para o teatro. Visando colaborar com conteúdos culturais e metodologias para professores do ensino médio, serão realizados debates como contrapartida social.

Sinopse

“Matilde” e “Zezinho”, duas crianças muito espertas e amigas, descobrem o valor do dinheiro e muito mais quando um cofrinho encantado ganha vida e vira o terceiro personagem dessa história leve, divertida e formatada para o público infantil, trazendo de maneira simples questões como economia, redução de consumo, sustentabilidade, avareza, gentileza, solidariedade e, demonstrando ao final que dinheiro não é vilão e nem tampouco mocinho; não deve ser problema para ninguém e nem solução para tudo na vida: dinheiro é fundamental e é possível ter com ele uma relação saudável e próspera, para um mundo melhor! Classificação etária indicativa LIVRE.

Objetivos

GERAL: O principal resultado que o projeto pretende alcançar é a formação de plateia para o teatro. Para isso, pretende realizar a encenação de montagem teatral para crianças de escolas públicas em locais com pouco acesso às artes cênicas em geral, de forma GRATUITA. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: * Difundir as artes cênicas em locais de pouca oferta de produtos culturais; * Promover espetáculos qualificados de forma gratuita, visando oportunizar a fruição artística; * Colaborar para democratizar a arte e a cultura; * Realizar espetáculos de teatro em escolas públicas do MS, GO, TO e DF para crianças do ensino fundamental e médio, com uma peça infanto-juvenil que instiga a solidariedade, generosidade e que trata de forma bem humorada e lúdica questões sobre educação financeira, economia, consumo consciente e cultura de paz. Com texto inédito, cenário e figurinos montáveis para facilitar o transporte e a montagem em qualquer espaço (escolas que não tenham teatro ou auditório poderão receber a peça em sua quadra ou mesmo numa praça local próxima), trilha sonora original e atores profissionais; com direção experiente e equipe de produção qualificada, O Cofrinho Sabichão irá prender a atenção das crianças, estimular a convivência social integrada, apoiar o trabalho de professores (uma vez que o tema da educação financeira, tratado na peça, entrou para a BNCC - base nacional comum curricular), formar platéias para o teatro no futuro e gerar emprego e renda para o setor cultural. Estima-se alcançar um público de 6.000 pessoas de forma direta, sem contar aquelas alcançadas de forma indireta pela comunicação do projeto e sua repercussão. Serão 70 apresentações, 10 em cada cidade, sendo 7 cidades em 4 Estados do Centro-oeste do país: Campo Grande, Corumbá, Paraíso do Tocantins, Gurupi, Cristalina, Goiânia e Brasília (em comunidades periféricas da capital). A proponente tem ampla experiência na realização de projetos de teatro itinerantes para crianças, tendo realizado com sucesso o projeto incentivado "Tem um Rio na Biblioteca" que já alcançou mais de 10 mil crianças no N e NE do país. Todos os protocolos de segurança sanitária estão previstos no projeto para esta realização.

Justificativa

O Cofrinho Sabichão é uma peça de teatro infanto-juvenil pensada para ser encenada em escolas de ensino fundamental e médio para estimular o consumo de cultura, formar platéia e promover uma relação saudável e responsável com as finanças, desde pequeno. Um projeto cultural e de responsabilidade social, na medida em que une educação financeira e arte em sua essência. A educação financeira entrou na BNCC _ base nacional comum curricular _ como tema transversal da base curricular para o ensino fundamental e médio. A educação financeira é importante para todos os indivíduos, independente de idade, já que melhora a relação com o dinheiro e serve para auxiliar a controlar os ganhos e os gastos racionalmente. É essencial para que o estudante comece a se planejar quanto ao futuro e entender como suas ações no cotidiano impactam o seu orçamento a curto, médio, e longo prazo e impactam na sociedade em que vivemos, estando diretamente conectada à questão do consumo consciente e, consequentemente, à sustentabilidade da vida na Terra. A lei 8.313/91 prevê em seu ARTIGO 1º, diversas funções que os projetos culturais aprovados deverão cumprir e entendemos que O Cofrinho Sabichão de enquadra especialmente nestas: "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; (...) VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País." A aprovação deste projeto nesta lei poderá ser efetivamente um estímulo para o investimento de empresas, viabilizando sua realização, daí a importãncia da aprovação do mesmo. Dentro do ARTIGO 3° este projeto cumpre os seguintes objetivos da lei federal de incentivo à cultura:"II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos."

Estratégia de execução

O formato do projeto e o tema proposto trazem contrapartidas sociais muito importantes: • Colaborar com os professores, que estão aprendendo a lidar com o tema, recém incluso na grade curricular,• A ilustração de problemas e soluções por meio da representação de situações cotidianas, conscientizando os estudantes quanto a um consumo consciente,• Ensinar de forma lúdica,• Promover a noção de organização, • Estimular a solidariedade. - x - x -x -x -x -x -x -x -x -x - Logística inicial de apresentações (podendo ser alterada oportunamente, quando do início da produção do projeto, após a captação, a depender da articulação local com as escolas): Equipe de viagem: 3 atores profissionais + contra regra que atuará também como técnico de som + produtor que atuará também como instrutor da contrapartida social. ETAPA 1 SP > avião > DF > carro > Goiânia > carro > Cristalina > carro > DF > avião > SP ETAPA 2 SP > avião > Campo Grande > avião > SP ETAPA 3 SP > avião > Corumbá > avião > SP ETAPA 4 SP > avião > Palmas > carro Paraíso do TO > carro > Gurupi > carro > Palmas > avião > SP Em todas as cidades a proposta é realizar apresentações em escolas de ensino fundamental e algumas de ensino médio, a depender da articulação e parceria a ser firmada em cada cidade, com meta mínima de alcance de 500 alunos nas cidades menores e 1.000 alunos nas maiores, totalizando pelo menos 6.000 alunos alcançados no projeto. Em Brasília, a proposta é atender às escolas da periferia da cidade. Serão 10 apresentações em cada cidade, totalizando 70 apresentações, de preferência em 10 escolas diferentes, se possível. Caso não, poderão ser realizadas mais de uma apresentação na mesma escola, em turnos diferentes. Em todas as cidades será economicamente mais viável alugar carros para levar equipe + equipamentos, cenários e figurinos nos deslocamentos internos (aeroporto x hotel > hotel x escola > escola x escola > escola x hotel > ... hotel x aeroporto), ou entre cidades naquelas (GO e TO) em que não há aeroporto - compensa mais financeiramente o deslocamento terrestre. São Paulo será apenas a cidade de gestão e criação do projeto, sem apresentações previstas. - X - X - X - X - X - X - X - X - X - X - X - X - X - X - SOLICITAÇÃO DE DESARQUIVAMENTO / RESPOSTA À DILIGÊNCIA: Destacamos que:(1) a ação formativa usa o TEMA da educação financeira como estratégia para aproximação com as escolas e professores, uma vez que esse tema foi inserido na Base Nacional Comum Curricular recentemente e, por isso, falta aos professores informações para saber lidar com o tema, que se insere plenamente no tema da peça, que fala de generosidade, solidariedade, consumo e o quanto o dinheiro é parte de tudo isso. Porém a oficina é de artes cênicas, levando a metodologia do teatro para que os professores usem como forma de atração dos alunos para qualquer tema que queiram trabalhar. Tanto o é que a especialista que fará a oficina tem formação em teatro, não em economia (currículo inserido na ficha técnica: produtora Larissa Biasoli). Nos desculpamos se isso não ficou claro, mas acreditamos que, pelo fato de termos informado que a ação formativa era de artes cênicas isso estaria claro, do quanto era cultural e dentro do mesmo segmento do produto principal do projeto, por isso acabamos focando mais no TEMA do que na metodologia... A ação formativa trata-se de oficinas de artes cênicas, mostrando o teatro como metodologia de apoio complementar ao trabalho dos professores, como tecnologia, e o lúdico como pretexto para a introdução de qualquer tema (educação financeira é apenas uma das infinitas possibilidades, escolhida aqui pelo alinhamento aos assuntos tratados na peça, conforme descrito na sinopse).Os objetivos do projeto estão descritos de forma clara, totalmente dentro do que a legislação permite e focados em formação de público, realização de peça de teatro, circulação de artes cênicas. (2) Temos outros projetos similares aprovados, captados e em execução que foram aprovados com a mesma justificativa e compromisso que esta proposta: não há como ter a dramaturgia e a cenografia prontas antes do projeto ser captado, uma vez que não é possível reembolsar custos do projeto incentivado, de acordo com a Lei 8.313. Trata-se de projeto inédito, que será viabilizado (o que inclui seu texto, cenografia, figurinos, trilha sonora, etc) a partir da aprovação e captação deste projeto. Desta forma, apontamos na ficha técnica quem seria o autor - dramaturgo - e justificamos (na ficha técnica e nas contrapartidas sociais, no campo descrição de atividades) que ambas solicitações só poderiam ser atendidas após a captação e, claro, dependendo do montante captado. (Havendo captação integral o recurso para cenário é um. Havendo captação parcial ele terá que ser mais simples...) São questões plenamente justificáveis e nosso histórico de realização e execução poderá comprovar nosso compromisso em sempre trabalhar com as melhores opções. Sendo assim, neste momento anterior à captação, não é possível desenvolver projeto cenográfico, porque isso implicaria em remunerar o profissional da área - e o mesmo acontece com a dramaturgia. Mas colocamos bem descrito, o máximo possível, como será essa realização no campo especificações técnicas do produto. Agradecemos a compreensão e solicitamos o desarquivamento da proposta, visto que o objetivo proposto na contrapartida social possui cunho essencialmente cultural, tratando-se de contrapartida da área de artes cênicas, assim como todo o projeto; e este tem potencial patrocinador e, por isso, grande chance de gerar renda e trabalho para profissionais do setor em pleno momento pandêmico, além de ser uma ação relevante para formar público para o teatro, seu principal objetivo. SEGUE ARQUIVO ANEXADO NO CAMPO 'INFORMAÇÕES ADICIONAIS' EM DOCUMENTOS DA PROPOSTA, CONFORME SOLICITADO NA DILIGÊNCIA DE 14/12/2020.

Especificação técnica

A peça deverá ter entre 50 e 60 minutos de duração, com 3 atores atuando como 3 diferentes personagens, com figurinos exclusivos e cenários pensados e executados de forma dinâmica, leve, prática e "dobrável/montável-desmontável", ou seja, pensado de forma a ser montado e desmontado em qualquer local, de forma fácil e ágil, bem como segura e durável. As vozes dos atores serão amplificadas e eles usarão microfones para garantir a audição plena a todos os públicos com qualidade, em qualquer tipo de espaço que venha abrigar a peça, prevendo a possibilidade de que em algumas localidades venha a ser apresentada em quadras abertas. Sonoplastia e trilha sonora personalizada finalizam essa produção fácil de ser executada de forma itinerante, com baixo custo mesmo atendendo localidades de diferentes Estados. Recursos como maquiagem e iluminação não serão necessários: a maquiagem básica será realizada pelos próprios atores e a iluminação será a natural (quadras) ou do ambiente (auditório, anfi-teatro) para economicidade e maior segurança do projeto, não havendo necessidade de manipulação ou instalação de equipamentos que usem energia, a não ser o equipamento de som simples (caixa de som para amplificação dos microfones sem fio e computador para efeitos sonoros e execução da trilha musical gravada).

Acessibilidade

PRODUTO PRINCIPAL > APRESENTAÇÃO TEATRAL: ACESSIBILIDADE FÍSICA: As escolas integrantes do projeto serão escolhidas de acordo com a sua capacidade de atender a públicos com mobilidade reduzida. Somente agendaremos apresentações em escolas que tenham acessibilidade física, para que o acesso seja plural. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: * Surdez ou baixa audição: foi previsto no orçamento a tradução em libras para este público em TODAS as apresentações. Toda a comunicação do projeto terá legendas descritivas. * Baixa visão ou cegueira: O projeto Cofrinho Sabichão irá garantir a autonomia na experiência do espetáculo para pessoas com deficiência visual em todas as sessões, através da utilização de recursos de audiodescrição;- Serão disponibilizados gratuitamente ao público (prioritariamente pessoas com deficiência visual) 10 equipamentos de audiodescrição por sessão de espetáculo;Divulgação direcionada sobre o espetáculo para pessoas com deficiência visual:- Articulação da coordenação com produção local para divulgação direcionada;- Constará na divulgação do espetáculo que haverá audiodescrição ao vivo e o nome do audiodescritor;- O audiodescritor gravará um audioconvite, com a sinopse e informações gerais do espetáculo, que serão divulgados como anexo em e-mails, em whatsApp e também compartilhados em redes sociais como Facebook e Instagram;- As mesmas informações serão enviadas em arquivo de texto em word ou PDF, para que os leitores de tela das pessoas com deficiência visual possam ler os conteúdos. Ressaltamos que o leitor de telas não lê JPEG, pois estes são como imagens/fotos;- No Facebook e Instagram, como não se anexa arquivos em PDF, só JPEG, os folders virtuais para divulgação do espetáculo serão postados com o texto informativo junto ao flyer. Esse texto será divulgado com as #paratodomundover e #paracegover. Conterá inicialmente a descrição da foto / ilustração e depois todas as informações que estiverem escritas no flyer.- a coordenação de produção irá receber os deficientes visuais 15 minutos antes do início do espetáculo para iniciar a audiodescrição, descrevendo o cenário e introduzindo os personagens e informações gerais.Através das ações descritas acima, o projeto contempla a LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, Artigo 2, § 3o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais que forem disponibilizados, sempre que tecnicamente possível, também em formato acessível à pessoa com deficiência, observado o disposto em regulamento PRODUTO DEBATE / CONTRAPARTIDA SOCIAL: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Serão realizados na própria escola. Conforme informado, as escolas integrantes do projeto serão escolhidas de acordo com a sua capacidade de atender a públicos com mobilidade reduzida. Somente agendaremos apresentações em escolas que tenham acessibilidade física, para que o acesso seja plural. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: - Surdez ou baixa audição: haverá tradução em libras disponível para este público no debate. - Baixa visão ou cegueira: não há impeditivo para uma pessoa com problemas de visão ou mesmo cega não participar do debate, que é uma conversa oral, verbal.

Democratização do acesso

Todas as apresentações serão GRATUITAS, abertas ao público escolar e, as escolas que assim o permitirem, às suas comunidades. Em atendimento ao artigo 21 da IN 2/2019, como forma de ampliação e democratização de acesso, o espetáculo também será disponibilizado na internet. Entendemos que essa também é uma medida de acessibilidade, uma vez que haverá legendagem e que pessoas impossibilitadas de se locomover poderão, desta forma, ter acesso ao espetáculo.

Ficha técnica

Realização e Proponência: Companhia da Cultura Função no projeto: coordenação administrativo-financeira, coordenação geral do projeto. Empresa com 27 anos de atuação no mercado cultural na produção de ações e eventos culturais e sociais diversos, especialmente com incentivos fiscais. Responsável pela coordenação geral do projeto de artes cênicas Tem um Rio na Biblioteca, que itinerou pelo N e NE do país, com apresentações teatrais em escolas, alcançando mais de 10 mil alunos do ensino fundamental em seu primeiro ano de realização e que está em seu segundo ano de execução, interrompido temporariamente pela Covid-19. A Companhia da Cultura realiza projetos incentivados em outros segmentos artísticos como humanidades, música e memória/patrimônio. Sua sócia e diretora, Daniele Torres, possui 23 anos de experiência. Texto original: Gustavo Torres Função no projeto: dramaturgia Gustavo Torres atua desde 2008, na cidade de São Paulo, como Dramaturgo, diretor artístico, preparador de atores e gestor de equipamentos culturais. Como dramaturgo foi autor de diversas peças em vários estilos dramáticos: drama contemporâneo, teatro musicado e musical. Suas obras variam em peças direcionadas ao público infantil e ao adulto. Dentre as obras mais relevantes e encenadas estão: Kool KidZ (2015), O Sábio a Ermitã e a Estrela (2014). Ao total são mais de 30 obras escritas em estilo dramático. Intensa atuação em produções de teatro musical paulistanas e teatrais entre os anos de 2009 e 2014. Como exemplo estão: BIXIGA (2010), Agora é que são elas (2010), FAME (2012), Nas Alturas (2014), O Menino Maluquinho (2014). Já no teatro atuou como preparador de atores nos espetáculo: Disney Killer (2012), O Abrigo (2013), Os Guarda-Chuvas (2014), Homens no Divã (2013). Nos últimos anos foi responsável pelas operações artísticas e gerais do parque multinacional KidZania São Paulo, e mais recentemente foi gerente geral das operações do Complexo Theatro Municipal de São Paulo. Direção: Cléo Moraes Função no projeto: direção cênica, seleção e direção dos atores e direção dos ensaios. CLÉO MORAES – DRT 1360 - Diretora - Atriz desde 1986, formada em 1990 na FUNDARTE - Fundação das Artes de São Caetano do Sul. Atualmente cursando 4º Semestre de Licenciatura em História na FMU/SP. Trabalha desde 2014 na BRAAPA – ESCOLA DE ATORES - SP como orientadora artística no “Curso Técnico de Formação de Ator” ministrando aulas de Interpretação, História do Teatro, Expressão Corporal e Coreografias. Em 2017 fez preparação de atores e assistência de direção da peça “NÒS” de Elmo Ferrer, produção da Meraki Cia. Teatral. Em 2016 escreveu e participou como atriz da peça “Uma Louça Quebrada e Nenhuma Roupa Lavada”, direção deEduardo Osório, com a qual ganharam o prêmio de Melhor Iluminação e 2º Melhor Espetáculo no 7º Festival de Mogi Guaçu. Em 2013, fez residência artística no Attis Theatre, em Atenas/Grécia, participou de workshop ministrado por Theodoros Terzopoulos e estreou no teatro grego Attis, o espetáculo “Krísis”, com a Cia. Nova de Teatro. Em 2012, com o espetáculo “Caminos Invisibles, apresentou-se em Milão/Itália, com o “Premio Internazionale per il Teatro dell’Inclusione Teresa Pomodoro”.Nos últimos anos atuou nos seguintes espetáculos: (2011) “Pesadelo” dramaturgia do Grupo Teatro FORJA – direção de Tin Urbinatti (2010) “Luta Mulher Poética” texto: Maria Cecilia Garcia – direção Tin Urbinatti (2009/2008) “Foices, Facões, Fuzis” inspirada na obra de B.Brecht “Os Fuzis da Sra.Carrar” - Direção de Maria Cecília Garcia e Lúcia Capuani - (2007) - Dança Teatro – Criação, Concepção e Interpretação da Performance "Mutações” , no Projeto Novas Presenças do Núcleo Taanteatro de Formação, Pesquisa e Criação - contemplado pelo Programa Municipal de Fomento á Dança.Na linguagem de audiovisual, atuou em 2008 no filme média metragem: “Interpretações” - de Tin Urbinatti, ni qual também trabalhou como produtora executiva. E em 2009 – Participação na Minissérie “João Miguel” do projeto “Direções” da TV Cultura, na edição de Agosto, sob a direção de André Garolli.Trabalhou como arte educadora em diversos projetos, entre eles: PROGRAMA DE PREVENÇÃO NAS ESCOLAS - HORTOLANDIA de 2011 a 2014. Em 2008, “Processos Educativos Através Do Teatro” – promovido pela FUNAP (Fundação de Amparo aos Presos), no Presídio Masculino Parada Neto – Guarulhos. Participou como atriz e oficineira do “Encontro Latino Americano de Teatro do Oprimido”, ocorrido em janeiro de 2010, em Jujuy, na Argentina, ministrando oficina Introdução ao Teatro do Oprimido para grupo de adolescentes na Província de Susques e no Presídio da Província de Jujuy e no 8º Presidio Federal da Argentina. Fez parte da Comissão de Debates do FESTEC – Festival de Teatro de Catanduva onde também ministrou o Workshop “Teatro do Oprimido – Princípios e Exercícios”.Em 1997, fundou, juntamente com Eduardo Mancini, o Núcleo Teatral - Treinadores da Alegria, especializado em Teatro Treinamento e Educação Ambiental. Com esse projeto, escreveu diversos textos teatrais. Também fez a direção artística e administração dos seguintes projetos do Núcleo Teatral Treinadores da Alegria – Cooperativa Paulista de Teatro: SOS PLANETA TERRA – PROAC ICMS (2009), O LUXO DO LIXO – PROAC ICMS (2011) O LUXO DO LIXO – ROUANET (2012) SOS PLANETA TERRA – PROAC ICMS (2013) É DE PEQUENINO QUE SE TORCE O PEPINO – PROAC ICMS (2014) e CIDADÃO EM CONSTRUÇÃO - ROUANET (2014/2015). Desde 2009 segue com sua pesquisa em Artes do Corpo / Dança, participa atualmente do Curso Livre: Danças Brasileiras, ministrado por Silvana de Jesus Santos, na Escola de Dança de São Paulo. Foi diretora do espetáculo "Tem um Rio na Biblioteca" 2018/2019 e 2020. Produção: Larissa Biasoli, Sorella Produções Artísticas Função no projeto: coord de prod, articulação social, produção. Aplicará a ação formativa. Criada em 2013 foi responsável pela coordenação de produção e mídias do XV e XVI Festival do Teatro Brasileiro, que trouxeram as cenas Paranaense e Baiana para o estado de São Paulo (Campinas, Paulínia, Sorocaba, Bauru e SP). Em 2015, além da coordenação de mídias para o XVII Festival do Teatro Brasileiro – Cena Paraibana, inicia trabalho com captação de recursos via leis de incentivo. A partir de 2016 realiza a coordenação de produção do Grupo Barracão Teatro de Campinas, coordenando projetos como: Circulação do espetáculo “Diário Baldio – uma tragicomédia de Máscaras” e do projeto do SESC Nacional Palco Giratório. A partir de 2016 inicia elaboração de projetos e captação para clientes em São Paulo como Museu da Imaginação, Fundação Sopro Novo, Trupe Sinhá Zózima e Barracão Teatro de Campinas. Larissa Biasoli Alves é gestora cultural: Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (2007) e pós-graduada em Administração e Políticas Culturais pela Goldsmiths University of London – Reino Unido (2013). Como Coordenadora de Produção os trabalhos de maior relevância são para: Grupo Barracão Teatro – Campinas / SP – (Jan 2016 a abril 2017); Museu da Imaginação – (2016); XVI Festival do Teatro Brasileiro – Cena Baiana 2014 ; XV Festival do Teatro Brasileiro – Cena Paranaense 2013; XI Festival do Teatro Brasileiro – Cena Mineira 2011; Grupo Matula Teatro – maio de 2009 a julho de 2010. Coordenação de projetos aprovados: “FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2009” e “Circuito Cultural Paulista 2009”. Como Produtora do espetáculo “Private Thoughts in Public Spaces” La Llorona Productions – CASA Latin American Theatre Festival 2012 – Londres / UK. E produtora Espetáculo “Chuva Pasmada” – Grupo Matula Teatro e Eduardo Okamoto – SESC 2010. Produtora Espetáculo “Gran Circo Máximo” – Grupo Matula Teatro – FUNARTE Artes Cênicas na Rua e Circuito Cultural Paulista 2009. Produtora dos espetáculos “Catléia” com Cia Apneia de Teatro – Mostra UNICAMP no Fringe 2005 e “Intersecções Peças Curtas de Harold Pinter” – SESI 2005. Trilha sonora, cenários e figurinos originais e exclusivos (A DEFINIR após a captação).

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2023-11-30
Locais de realização (8)
Brasília Distrito FederalCristalina GoiásGoiânia GoiásCampo Grande Mato Grosso do SulCorumbá Mato Grosso do SulSão Paulo São PauloGurupi TocantinsParaíso do Tocantins Tocantins