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PRONAC 205174Apresentou prestação de contasMecenato

Festival Internacional Música na Serra

INSTITUTO JOSE PASCHOAL BAGGIO
Solicitado
R$ 743,4 mil
Aprovado
R$ 1,08 mi
Captado
R$ 633,5 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (10)
CNPJ/CPFNomeDataValor
03134910000155AROSUCO AROMAS E SUCOS LTDA1900-01-01R$ 250,0 mil
04043327000100GTS do Brasil Ltda.1900-01-01R$ 150,0 mil
86864543000172COMPANHIA DE GAS DE SANTA CATARINA1900-01-01R$ 100,0 mil
62232889000190Banco Daycoval S.A.1900-01-01R$ 50,0 mil
05532428000107VOSSKO DO BRASIL ALIMENTOS CONGELADOS LTDA.1900-01-01R$ 29,5 mil
80689839000118DISAUTO DIST DE AUTOPECAS LTDA1900-01-01R$ 20,0 mil
86046414000177Fiação São Bento S.A.1900-01-01R$ 15,0 mil
79426243000146COMPENSADOS LAGES LTDA1900-01-01R$ 10,0 mil
02927182000176JJ THOMAZI & CIA LTDA1900-01-01R$ 5,0 mil
83080382000138CEREALISTA MARTENDAL LTDA1900-01-01R$ 4,0 mil

Eficiência de captação

58.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SC
Município
Lages
Início
2021-09-01
Término

Resumo

O Festival Internacional Música na Serra em 2021 realizará sua 9ª Edição, com diversos concertos e master classes. As master classes serão diárias para instrumentos de orquestra e canto lírico, além da oficina de pedagogia das cordas e dos ensaios da orquestra sinfônica. Também teremos coro adulto e coro infanto-juvenil composto pela comunidade. Toda a programação do festival é gratuita e contemplará apresentações de música erudita, canto lírico e canto coral em Lages e cidades da região. Durante todo o ano teremos o Programa Orquestral do Festival, de cunho socio-cultural, um curso com aulas gratuitas de instrumentos de orquestra para crianças e adolescentes de baixa renda de Lages. As contrapartidas sociais serão oficinas de apreciação musical para alunos de escolas públicas.

Sinopse

Não Aplicável

Objetivos

OBJETIVO GERAL Democratizar a música de concerto, formar plateia e contribuir para o aperfeiçoamento de estudantes em master classes de instrumentos de orquestra, canto lírico, coro adulto e infanto-juvenil, bem como realizar o programa de formação musical continuada durante o ano. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar um festival de música erudita na serra catarinense, com 13 dias de programação; - Oferecer 17 master classes de instrumentos de orquestra e canto lírico; - Realizar 25 concertos em diversos locais da cidade e na região serrana, sendo noturnos, acadêmicos e sociais; - Oportunizar a comunidade local uma participação musical efetiva no coro adulto e coro infanto-juvenil; - Oferecer 80 bolsas de estudo, com isenção de taxa de inscrição e para pagamento de transporte, hospedagem e alimentação, para alunos de comprovada baixa renda oriundos de outros locais do Brasil e do exterior para participarem do evento; - Realizar concertos em áreas públicas a fim de formar plateia para a música de concerto; - Consolidar o Festival Internacional Música na Serra na programação de grandes eventos de música de concerto no sul do Brasil. - Reunir professores de renome nacional e internacional para o aperfeiçoamento técnico-musical de estudantes nacionais e internacionais, realizando oficinas diárias para instrumentos de cordas, madeiras, metais, percussão, piano e canto lírico. - Oferecer um Programa Orquestral com formação musical para 100 estudantes de baixa renda da cidade durante o ano; - Tornar o Programa Orquestral no maior legado no âmbito de ações contínuas do FIMS; - Contribuir com o desenvolvimento social cultural e econômico da região; - Proporcionar o desenvolvimento artístico dos alunos de música de Lages e região;] - Ofertar 14 oficinas de apreciação musical como contrapartidas sociais.

Justificativa

Em todo o mundo, crescem em número e importância as iniciativas de integração social por meio de instrumentos de orquestra para crianças e jovens de acordo com a edição de 2012 do anuário VIVA MÚSICA! Que dedicou integralmente a edição do referido ano para esboçar o panorama das orquestras inseridas em projetos culturais e sociais e o impacto que as mesmas vem causando no cenário cultural do país. Os projetos sociais de música clássica já se tornaram uma instituição de valor reconhecido pela sociedade brasileira e de grande presença na mídia. Inspirados pelo "El Sistema Nacional de las Orquestas y Coros Juveniles e Infantiles de Venezuela", muitos projetos sociais têm incorporado a prática orquestral às suas atividades. Concebido para sistematizar a educação e a prática coletiva e individual da música através de orquestras e coros, como instrumento de organização social e desenvolvimento humano onde os valores sociais e morais são a razão fundamental do programa. O "Milagre musical venezuelano" causou um grande impacto social e cultural principalmente em países que buscam reduzir os níveis de pobreza, analfabetismo, marginalização e exclusão em sua população infanto-juvenil. Por intermédio do Programa Orquestral do Festival Internacional Música na Serra, programa esse que ocorrerá durante todo o ano com crianças e adolescentes de baixa renda na cidade de Lages, pretendemos ampliar as ações contínuas do Festival, principalmente na área da formação musical e formação de plateia para a Música de Concerto, contribuindo assim para a propagação do ensino de Música Erudita na Serra Catarinense. Entre os séculos XVII e XIX expoentes da música erudita se destacaram mundialmente, sendo conhecidos até hoje os nomes e obras de Beethoven, Brahms, Mozart, entre tantos outros. Os compositores frequentemente aspiram inserir em sua obra uma complexa relação entre seu conteúdo emocional e os meios intelectuais usados para obter este conteúdo. A fim de manter viva a cultura da música de concerto, formar plateia e oferecer formação musical para artistas, desde 2013 o IJPB realiza na cidade de Lages, o Festival Internacional Música na Serra. São 13 dias de evento com concertos gratuitos em teatros, asilos, hospitais, centros de atendimento sócio-educativos, abrigos para menores e espaços públicos, master classes de instrumentos de orquestra, canto lírico e canto coral adulto e infanto-juvenil. Desde a sua primeira edição o evento recebeu 140 professores, 1.224 estudantes e mais 40 mil espectadores nos 143 concertos realizados. Nos últimos anos foram recebidos alunos de 15 estados brasileiros e 11 países, entre Américas e Europa. A Serra Catarinense é um celeiro de talentos artísticos em diversas vertentes culturais. Porém a música erudita ainda tem poucos eventos, sejam para apresentações ou para formação artística clássica. Assim, eventos da natureza do FIMS são raridade no estado de Santa Catarina ao oferecerem um circuito de concertos gratuitos e master classes de aperfeiçoamento em música clássica e por isso roga o apoio da Lei de Incentivo para se consolidar como evento anual de música erudita no Estado. O período de realização do festival é durante as férias de inverno brasileiro e de verão na América do Norte e Europa, o que possibilita a participação de alunos de diversos locais do país e a vinda de professores de diversos lugares do mundo, respectivamente. Nesta época a região da Serra Catarinense também atrai turistas de diversos lugares do Brasil em busca de baixas temperaturas e até da neve, o que acaba ampliando a participação de público no Festival. Para os alunos locais é a oportunidade de aperfeiçoar seus talentos e conhecer um novo mundo. Quanto ao seu enquadramento na Lei de Incentivo, o projeto tem por finalidade contribuir para facilitar a todos os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (art. 1º, I, Lei 8313/91), seja através da realização de cursos de aperfeiçoamento em música erudita _ instrumentos e canto coral, mas também com a realização de um circuito de espetáculos no teatro municipal, concertos acadêmicos nas catedrais e concertos sociais em instituições beneficentes de Lages. Quanto aos seus objetivos, o projeto tem enquadramento nos seguintes incisos do art. 3º da Lei 8313/91: I _ Incentivo à formação artística e cultural, mediante:a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; O Festival oferece bolsas para alunos que não têm condições de arcar com inscrição, despesas de viagem, hospedagem e alimentação, possibilitando assim suas participações no festival. Também será ofertada bolsas aprendiz (formação musical) para os alunos do Programa Orquestral. Esse programa orquestral também se justifica pela alínea 'c' do inciso I que diz: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; Também o projeto se enquadra nos incisos II e IV, pois objetiva realizar um festival de música erudita totalmente gratuito. II _ Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV _ Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Importante frisar que desde a sua primeira edição só foi possível realizar o evento com tantas atividades gratuitas em sua programação, seja para formação de plateia, seja para o aperfeiçoamento musical e artístico erudito, por ter o apoio de patrocínios captados através da Lei de Incentivo à Cultura. Assim, o apoio da Lei é fundamental para elevar e difundir a música de concerto produzida no Brasil, através de ações de formação de artistas e de plateia para este gênero.Sem o incentivo fiscal não seria possível oferecer este evento gratuitamente, nem mesmo ofertar aos estudantes de música local aperfeiçoamento técnico. O FIMS foi idealizado para promover a Cultura a nível internacional, democratizar o acesso, através de concertos que estariam disponíveis somente nas grandes metrópoles do país. O FIMS procura envolver toda a classe artística da cidade nas aulas e concertos, além disso, conta com a colaboração, em termos de divulgação e uso de suas salas para o desenvolvimento das masters classes, de inúmeras entidades de ensino regular e musical, públicas e privadas, as quais incentivarão os alunos a participarem do festival. Estes espaços demonstram acentuada demanda pela formação musical instrumental, justificando-se realizar um festival deste porte numa cidade que tem vocação para ser um polo regional cultural. Justifica-se o oferecimento de bolsas de estudos, durante o festival para os estudantes de nível avançado, que consiste em transporte de Florianópolis/Lages, hospedagem, alimentação e taxa de inscrição gratuita, para tornar possível a presença de alunos provenientes de famílias de baixo poder aquisitivo e oriundos de várias partes do país, que de outra forma, não poderiam estar presentes, assim também, justifica-se uma bolsa para os alunos do Programa Orquestral do FIMS para subsidiar algumas despesas básicas. Futuramente a orquestra formada por este programa terá uma temporada anual de concertos possibilitando maior acesso a esta manifestação cultural e contribuindo com o desenvolvimento social e artístico da comunidade atendida. Para que seja possível realizar um festival deste porte, é necessário a presença de professores e intérpretes reconhecidos nacional e internacionalmente, para tanto, o festival conta com um corpo docente do qual fazem parte alguns dos melhores músicos do país e do estrangeiro.

Estratégia de execução

FESTIVAL As Master Classes de instrumento tradicionalmente se dão em forma de aula individual aberta, onde um aluno (aluno prático) toca algum seu repertório e o professor orienta a aula fornecendo informações que possam ser relevantes a todos os presentes (alunos ouvintes). Estas serão aulas práticas diárias, lecionadas por cada professor convidado do festival, com duração de 3h cada. As aulas de música de câmara serão realizadas de acordo com a disposição de cada grupo e de cada professor durante o festival. A aulas de Prática de Orquestra serão práticas diárias em conjunto, que conta com a participação de todos os alunos do festival, ministrada pelo Maestro, com duração de 3h. PROGRAMA ORQUESTRAL A organização da formação instrumental da orquestra começará com uma formação de Orquestra de Cordas (Violino, Viola, Violoncelo e Contrabaixo), pois as cordas são o naipe essencial de uma orquestra sinfônica. Sobre a quantidade de músicos necessários para a formação de uma orquestra, o grande compositor russo Nicolay Rimsky-korsakov no seu livro Principles of Orchestration considera que uma Orquestra de Cordas pequena deve ter 8 Violinos I, 6 Violinos II, 4 Violas, 3 Violoncelos e 2 ou 3 Contrabaixos, totalizando 23 ou 24 músicos. A proporção no número de instrumentos de uma orquestra é assunto amplamente estudado pelos compositores nos seus respectivos tratados de orquestração, com objetivo de proporcionar a melhor sonoridade e equilíbrio possível entre os naipes. Para uma orquestra de cordas mediana Korsakov propõe 12 Violinos I, 10 Violinos II, 8 Violas, 6 Violoncelos e de 4 a 6 Contrabaixos, totalizando 40 ou 42 músicos. O Programa Orquestral inicialmente ofertará 100 vagas, dentre esses 100 alunos 42 participarão da primeira formação da orquestra conforme as proporções estabelecidas por Korsakov e os outros 58 continuam as aulas de instrumentos, teoria e percepção musical e canto coral até que a orquestra tenha mais instrumentos e possa ser ampliada.

Especificação técnica

Projeto Pedagógico Programa Orquestral - As atividades fundamentais para a formação da orquestra infanto-juvenil serão as aulas de instrumentos, aulas de teoria e percepção musical e os próprios ensaios com a orquestra. Essas atividades serão desenvolvidas semanalmente na sede do Instituto José Paschoal Baggio. A formação da Orquestra já inicia simultaneamente ao início das aulas de música, independentemente do nível musical dos alunos. A prática orquestral é tratada nesse contexto como um instrumento musical a ser aprendido. Da mesma forma que se aprende a tocar violino se aprende a tocar em uma orquestra, não sendo necessário primeiramente aprender a tocar o violino para somente depois de muito tempo começar a fazer música em um grupo musical – a orquestra. Para que esse objetivo seja alcançado faz-se necessário uma metodologia onde professores de música e regente da orquestra trabalhem em sintonia e seguindo um mesmo planejamento onde o ensaio da orquestra reforce os conceitos aprendidos em aula e vice-versa. Os ensaios não enfocarão apenas o ensino instrumental, mas também a formação da mentalidade, da personalidade e integração em grupo do aluno como elemento ativo, bem como integrado a um processo de busca a compreensão e conhecimento crítico da realidade cultural da nossa sociedade. Cada estudante ao tocar a sua parte da música deve perceber sua importância na orquestra como integrante de um todo que realiza algo maior, com isso entender seu papel social dentro do grupo musical. Nas apresentações musicais, os alunos se sentem valorizados pelos espectadores e sua prática musical ganha um novo sentido, por isso os projetos que vem atuando nesse sentido estão alcançando grandes resultados com um nível artístico surpreendente. As aulas de instrumento serão realizadas com base na metodologia do Ensino Coletivo, para que desde as primeiras aulas o aluno esteja se habituando a fazer música em conjunto. Sobre o ensino coletivo de instrumentos musicais Cruvinel (2009, p. 254) considera que, por meio do Ensino Coletivo de Instrumento Musical – ECIM, o aluno é convidado a construir seu conhecimento musical, tornando-se sujeito ativo no processo de ensino-aprendizagem. O professor desempenha o papel de mediador, provocando situações de aprendizagem. Acredita-se que o ECIM, a partir da condução do professor, pode configurar-se como metodologia integradora propiciando que o aluno seja um articulador dentro da sua comunidade, reforçando seu protagonismo na formulação de novas soluções para problemáticas individuais e/ou coletivas e no desenvolvimento de novas atitudes e habilidades. Nesse sentido, o ECIM possibilita o desenvolvimento cognitivo musical e o desenvolvimento social do aluno, transformando-o como indivíduo e este, intervindo no seu meio poderá transformá-lo e consequentemente, a sociedade. O enfoque de educação musical do Programa Orquestral do FIMS direcionar-se-á a uma intensiva prática de conjunto desde cedo e ao compromisso de manter sempre presente a alegria e a diversão advindas da aprendizagem e da criação musical. Além das aulas de instrumento faz-se necessário as aulas de teoria e percepção musical. O estudo da teoria e percepção musical tem um objetivo principal: fazer compreender o que ouvimos. A percepção musical busca produzir um ouvinte/executante que pode perceber o som como padrões repletos de significados - desenvolvendo uma mente que escuta e um ouvido que pensa. Isto é obtido através do desenvolvimento paralelo de dois tipos de atividades: audição e execução. Atividades de audição incluem reconhecimento de eventos musicais, ditados melódicos e percepção de progressões harmônicas. Atividades de execução incluem leitura rítmica e solfejo à primeira vista. O estudo da Percepção Musical serve para compreender o que se escuta, tal compreensão é necessária para que você possa fazer música em conjunto (nesse caso a orquestra), avaliar e corrigir a sua execução (e a de outros), comparar interpretações musicais diferentes, assim como possuir uma experiência musical mais completa. Para o desempenho da Orquestra é necessário que o aluno tenha essas habilidades em desenvolvimento, essas aulas proporcionarão aos alunos os conhecimentos e habilidades necessárias para o desenvolvimento da Orquestra.

Acessibilidade

Festival Acessibilidade física: Todos os espaços de realização de concertos e master class atendem os requisitos de acessibilidade para portadores de deficiência física, além do mais em todos os concertos teremos uma equipe de recepção que auxilia os portadores de necessidades especiais na acomodação. Acessibilidade para deficientes visuais: Em todos os concertos, além do programa onde se encontram as informações sobre os repertórios a serem executados, os músicos falarão sobre cada peça antes de sua execução, excluindo assim a necessidade de escrita em Braille nos programas. Em todos os concertos teremos uma equipe de recepção que auxilia os portadores de necessidades especiais na acomodação. Acessibilidade para deficientes auditivos: Teremos a disposição um interprete de Libras, porém como o evento é majoritariamente de música instrumental acaba não atraindo esse público. Apresentação Musical Acessibilidade física: Todos os espaços de realização de concertos atendem os requisitos de acessibilidade para portadores de deficiência física, além do mais em todos os concertos teremos uma equipe de recepção que auxilia os portadores de necessidades especiais na acomodação. Acessibilidade para deficientes visuais: Em todos os concertos, além do programa onde se encontram as informações sobre os repertórios a serem executados, os músicos falarão sobre cada peça antes de sua execução, excluindo assim a necessidade de escrita em Braille nos programas. Em todos os concertos teremos uma equipe de recepção que auxilia os portadores de necessidades especiais na acomodação. Acessibilidade para deficientes auditivos: Teremos a disposição um interprete de Libras, porém como o evento é majoritariamente de música instrumental acaba não atraindo esse público. Curso - Programa Orquestral Acessibilidade física: Os espaços do IJPB que as aulas e ensaios acontecerão atendem os requisitos de acessibilidade para portadores de deficiência física. Acessibilidade para deficientes visuais: Os professores do Programa Orquestral possuem curso de musicografia braille, estando assim capacitados para atender esse público. Acessibilidade para deficientes auditivos: Como o Programa Orquestral consiste em aulas de música instrumental, torna-se inviável a participação de deficientes auditivos no curso. Contrapartida Sociais Acessibilidade física: Todos os espaços de realização das oficinas de apreciação musical atendem os requisitos de acessibilidade para portadores de deficiência física. Acessibilidade para deficientes visuais: As oficinas de apreciação musical serão totalmente práticas, não sendo necessária a escrita em Braille, toda a condução da oficina atenderá as diretrizes de audiodescrição caso tenha algum aluno deficiente visual. Acessibilidade para deficientes auditivos: Como a oficina consiste em audição/apreciação de música instrumental, torna-se inviável a participação de deficientes auditivos nessa ação formativa. Pessoas Idosas Será também reservado poltronas destinadas a pessoas idosas e em todos os concertos teremos uma equipe de recepção que auxilia os idosos na acomodação.

Democratização do acesso

Festival A democratização de acesso aos concertos noturnos no Teatro Marajoara se dará através da entrada franca a todos os concertos, atendendo assim inciso I do art. 21 da IN nº 02/2019 que traz em seu texto: Doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Além de todos os concertos serem gratuitos, o Instituto José Pascoal Baggio realizará a serie de Concertos Sociais em hospitais, asilos, centro de atendimento socio-educativo e abrigo para menores como uma medida de ampliação de acesso visto que o público dessas instituições não podem se deslocar até o teatro para assistir a um concerto noturno. A serie de Concertos Acadêmicos nas Catedrais será realizada como uma ação de formação de plateia, atendendo assim o inciso V do art. 21 da IN nº 02/2019 - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; O oferecimento de bolsas de estudo a alunos torna possível a presença de alunos provenientes de famílias de baixo poder aquisitivo oriundos de várias partes do país, que de outra forma, não poderiam estar presentes no Festival, amparado no inciso VI do art. 21 da IN nº 02/2019 - Oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; Apresentação Musical A democratização de acesso as Apresentações Musicais em cidades da região se dará através da entrada franca a todos os concertos, atendendo assim inciso I do art. 21 da IN nº 02/2019 que traz em seu texto: Doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Curso - Programa Orquestral A democratização de acesso as atividades de formação musical do Programa Orquestral também são ampliadas por se tratarem de crianças e adolescentes de baixa renda de forma gratuita e com a oferta de bolsa para auxilio em algumas despesas básicas como preconiza o inciso VI do art. 21 da IN nº 02/2019 - Oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; Contrapartidas Sociais As contrapartidas sociais serão oficinas de apreciação musical com beneficiários oriundos de escolas públicas, atendendo as disposições do art. 22 da IN nº 02/2019.

Ficha técnica

O Instituto José Paschoal Baggio é uma organização não governamental, foi instituído em junho de 2007 e suas ações são voltadas à Cultura e Educação. Já desenvolveu inumeros projetos nessas áreas onde atendeu a milhares de crianças e adolescentes principalmente no programa Lendo e Relendo. Para o Programa Orquestral o IJPB disponibilizará toda a estrutura fisíca necessária para o desenvolvimento das aulas e ensaios, corpo docente qualificado, assim como toda a gestão envolvida para o programa e também para o festival, sendo responsável pela coordenação dos master classes, direção artística dos concertos e pela logística de todas as atividades do festival, coordenação geral do projeto e captação de recursos. Currículos Jean Reis - Diretor Artístico e Maestro Mestre em Música pela Andrews University em Regência Orquestral e Violino. Já esteve à frente de diversas orquestras europeias, norte-americanas e latino-americanas. É o idealizador e Diretor Artístico do Festival Música nas Montanhas. Assina a direção artística e rege as orquestras do circuito de festivais realizados no mês de Julho em quatro estados brasileiros. Betina Stegmann - Violino Diplomou-se pela Escola Superior de Música de Colônia onde cursou a classe de violino de Igor Ozim e a classe de música de câmara do Quarteto Amadeus. Em Israel aperfeiçoou-se com Chaim Taub. Cármelo de los Santos - Violino Desfruta de uma movimentada carreira como solista, camerista e pedagogo. Seu virtuosismo e compromisso musical tem cativado o público internacionalmente. Obteve o diploma de Bacharelado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mestrado na Manhattan School of Music, Nova Iorque, e Doutorado na University of Georgia, Geórgia, EUA. André Sanches - Pedagogia do Ensino de Cordas Bacharel em violino pela Unicamp. Também estudou violino com Marcello Guerchfeld e Humberto Carfi (Argentina). Já Participou de Master Class com violinistas consagrados. Estudou Regência com Roberto Tibiriçá e participou de Cursos no Brasil ,EUA, Venezuela e na Argentina com inúmeros regentes, entre eles, Gustavo Dudamel e o maestro Belga Ronald Zollmanm. Marcelo Jaffé Música de Câmara/Viola Aos 14 anos ganhou o 1º Prêmio no Concurso Nacional da Universidade de Brasília. Após aperfeiçoamento na Universidade de Illinois e no Centro de Música de Tanglewood, nos Estados Unidos, apresenta-se em vários países, participando de destacados conjuntos camerísticos e orquestrais. Atuou como Maestro da Kamerata Philarmonia e foi Diretor Artístico da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo. Atualmente é professor de viola da Universidade de São Paulo - USP. Aldo Mata - Violoncelo Doutor em Música pela Universidade de Indiana. Concluiu seu Mestrado “cum laude” pela Chicago Musical College. Tem sido premiado em vários concursos: primeiro prêmio no concurso permanente nacional de Juventudes Musicales, Concerto Competition del Chicago Musical College, Concerto-Competition de Colorado Springs Summer Course, etc. Marcos Machado - Contrabaixo Doutor em música pela University of Illinois. Desenvolve carreira internacional atuando como solista, professor e músico de câmara. Aperfeiçoou-se em Paris com François Rabbath, considerado o mais importante contrabaixista da atualidade. É o único sul americano que recebeu os diplomas de Performance e Professor pelo Rabbath International Institute. Cláudia Nascimento - Flauta Bacharel em flauta pela Unesp, foi bolsista da Fundação Vitae em Paris, onde estudou com Philippe Pierlot e Michel Moraguès. Integra a Osesp desde 2015. Recebeu diversos prêmios e integrou a Orquestra Sinfônica Brasileira. Ricardo Barbosa - Oboé Realizou seu Mestrado e Doutorado em performance na Hochschule für Musik und Tanz Köln na classe do professor Christian Wetzel na Alemanha. Teve também aulas regulares com os professores convidados da Hochschule: Washington Barella, Kai Frömbgen, Michael Sieg e Peter Veale. É oboísta da OSESP. Luis Afonso Montanha - Clarineta Doutorado em Música pela UNICAMP, graduou-se pela UNESP em 1991 recebendo orientações também de Anthony Pay (Inglaterra) e Karl Leister (Alemanha). Durante 1995 e 1996 realizou o Curso de Aperfeiçoamento Profissional em clarinete e clarone com a nota mais alta pelo Conservatório de Roterdam (Holanda), Desde 1992 é professor de Clarineta no Departamento de Música da ECA-USP. Ronaldo Pacheco -Fagote Venceu os concursos Jovens Solistas de Piracicaba e Jovens Solistas da OSESP. Frequentemente é convidado a participar das mais importantes orquestras brasileiras. Atualmente ocupa o cargo de primeiro fagote das Orquestras do Theatro Municipal de São Paulo e Sinfônica de Santo André e é professor do Instituto Baccarelli. Mario Rocha -Trompa Bacharel em trompa pela Faculdade Mozarteum de São Paulo. Cursou o Conservatório Dramático e Musical de Tatuí. Estudou com Enzo Pedini, na Escola Municipal de Música de São Paulo, estudou ainda com Daniel Havens e Charles Cornish. Atualmente é 1ª trompa da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, professor de trompa do Instituto Baccarelli. Carlos Sulpício -Trompete Doutor em Música pela UNESP, Mestre em Brass Performance pela Boston Universisity, School for the Arts, Bacharel em trompete pela Universidade de São Paulo ECA-USP. Durante sua carreira Integrou diversas formações musicais, nos Estados Unidos e no Brasil.Atualmente é professor da Faculdade Santa Marcelina, da Escola de Música de São Paulo e do Instituto Baccarelli.Donizetti Fonseca-Trombone Doutor em Música pela USP. Bacharel em composição e regência pela Universidade Estadual Paulista.Foi chefe do naipe de trombones da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e é trombonista da Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo. Atualmente é professor de trombone na Universidade de São Paulo - USP, na Escola Superior de Música da Faculdade Cantareira, Escola Municipal de Música (SP) e Instituto Baccarelli. Eliana Guglielmetti Sulpício - Percussão Mestre em Percussão pela Boston University. Bacharel em Percussão pela UNESP.Estudou com professores de reputação internacional como Charles Smith, Thomas Gauger, Tim Genis e Lukas Foss. Na Boston University, recebeu o prêmio Pi Kappa Lambda, concedido a alunos de melhor desempenho acadêmico.Atualmente é professora de percussão, teoria e percepção musical no Departamento de Música da ECA - USP. Ney Fialkow - Piano Doutor em Música no Peabody Conservatory da Johns Hopkins University. Realizou o Mestrado em Música no New England Conservatory, Boston. Em parceria com o violinista Carmelo de los Santos, lançou o CD “Sonatas Brasileiras”, tendo sido acolhido pelo público e crítica especializada como “um dos melhores registros que o Brasil produziu de sua música de câmera”, recebendo o prêmio de Melhor CD erudito do Prêmio Açorianos 2009. Premiado em diversos concursos, destacando-se o cobiçado título de melhor pianista do VII Prêmio Eldorado de Música, em São Paulo. Tem conciliado movimentada carreira de solista e camerista com a atividade de professor do Instituto de Artes UFRGS. Francisco Campos - Canto Professor de Canto da USP. Graduado em Canto pela Escola de Música da UFMG. Em New York, fez aulas no Center of Ópera Performance. Foi Jurado do 1º Concurso Nacional de Canto Lírico, patrocinado pela Secretaria da Cultura da Presidência da República Federativa do Brasil. Artista da Sociedade Brasileira de Ópera. Edite Moraes - Coordenação Geral Reconhecida por sua atuação na área educacional por mais de vinte anos, é graduada em Letras pela Uiversidade do Planalto Catarinense, e pós-graduada pelo SENAC - Fundação Getúlio Vargas, tendo concluído o MBA em Gerenciamento de Projetos. A frente do IJPB, tornou-se especialista em diversas áreas do conhecimento relacionadas à educação e gestão de projetos de responsabilidade social. André Chiomento - Coordenação do Projeto Bacharel em Música pela Universidade Federal de Santa Maria, atualmente é professor da Universidade do Planalto Catarinense e Universidade Federal de Santa Maria.

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.

2022-09-01
Locais de realização (3)
Lages Santa CatarinaRio do Sul Santa CatarinaUrubici Santa Catarina