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Projeto de exposição de artes e ciências, que convida a o público a indagar a relação histórica entre os campos da arte e loucura, a partir da trajetória da psicanalista Nise da Silveira na luta antimanicomial. Em 2021, completam-se 22 anos da sua morte, um número que gira em torno da simbologia popular sobre o universo da "loucura". O projeto propõe expor a relevância social, cultural e científica do trabalho de Nise, mas também objetiva dar continuidade ao debate sobre a garantia dos direitos das pessoas com sofrimentos psíquicos e, acima de tudo, apresentar a relação histórica entre arte e "loucura", nas mais diversas manifestações populares e artísticas (música, literatura, artes clássicas e contemporâneas, etc.). Como produtos secundários, serão produzidos catálogos da exposição e, como contrapartida social, serão garantidas visitas mediadas exclusivas, seguidas de palestras com equipe do projeto, para alunos e professores de escolas públicas.
“Nise da Silveira – da rebeldia ao afeto inconsciente” é uma exposição de artes e ciência que convida o público a revisar a noção popular sobre o que é loucura, através da relação histórica com o universo das artes. Para isto, será apresentada a história de Nise da Silveira, psicanalista responsável por adotar a arte como ferramenta terapêutica alternativa, e assim revolucionar a psicanálise brasileira. Em uma narrativa acessível e afetiva, a mostra exibirá vídeos, registros fotográficos e históricos, produções artísticas contemporâneas, artesanato e imagens do inconsciente, é claro; explorando o rico acervo de diversas instituições, como Biblioteca Nacional, Museu da Imagem e do Som, Museu Bispo do Rosário de Arte Contemporânea e Museu de Imagens do Inconsciente, sendo este uma iniciativa de Nise da Silveira, com reconhecimento internacional. A exposição será realizada em Museu ou Centro Cultural da cidade do Rio de Janeiro, a ser definido quando da etapa de pré-produção do projeto. No entanto, prevê-se realização em 2021, em espaço com cerca de 400m², por no mínimo 2 meses de duração. Ademais, serão produzidos catálogos da exposição, que serão distribuídos gratuitamente para parceiros, bibliotecas e escolas públicas e ONGs. O projeto prevê a seguinte narrativa expográfica*: 1- A REBELDE NISE DA SILVEIRA: apresentação da trajetória de Nise, exaltando os principais marcos que a levaram a se posicionar contra a ordem e métodos vigentes à sua época: - A literatura na infância no Alagoas, e o primeiro contato com a psicologia através de Machado de Assis; - A graduação em Medicina, sendo a única mulher em uma turma com mais de 150 pessoas; - O período em cárcere e o contato com Graciliano Ramos e demais intelectuais presos; - A retomada à psiquiatria e sua atuação no processo de mudança na área. 2- A RELAÇÃO HISTÓRICA ENTRE ARTE E LOUCURA: um resgate histórico das manifestações populares e artísticas que tratam a loucura como tema central de suas produções ou obras, ou como ponto de partida para tais. São alguns exemplos: - A loucura na mitologia e cultura popular (Ex: as múltiplas associações do número 22 à loucura, que vão desde a representação do louco no baralho do Tarô à criação do Código Penal Brasileiro; manifestações do inconsciente no artesanato brasileiro, etc.) - A loucura na literatura (Ex: Mito de Dionisio, Dom Quixote de la Mancha, O Alienista, Quincas Borba, etc) - A loucura nas pinturas (Ex: O Grito, de Edvard Munch; O Louco, de Pablo Picasso; A cama voadora, de Frida Kahlo; Noite estrelada, de Van Gogh; O Sono, de Salvador Dalí; etc.) 3- A ARTE NA LUTA ANTIMANICOMIAL + LEGADOS DE NISE: apresentação de como se deu a revolução na psiquiatria brasileira, através da atuação de Nise, e os seus reflexos em nível mundial: - O resgate do afeto na relação entre médico x pessoas com sofrimentos psíquicos, através da arte, e a reformulação nas seções de Terapia Ocupacional e Reabilitação; - A criação do Museu de Imagens do Inconsciente, seu reconhecimento internacional e réplicas em demais instituições; - A relação profissional entre Nise e Carl Jung; - As produções literárias de Nise (O Mundo das Imagens; Imagens do Inconsciente; Cartas a Spinoza; Gatos – A emoção de lidar; etc.) 4- AS ARTES DO INCONSCIENTE: neste momento, a narrativa apresentará e valorizará a produção artística das pessoas com sofrimentos psíquicos, bem como o vasto acervo de instituições que trabalham a arte como meio de comunicação e ferramenta terapêutica. Ademais, será debatido também o conceito de “Museu Vivo”, e a constância das produções artísticas do inconsciente. Será também abordada a “arqueologia da psique”, linha de pesquisa desenvolvida por Nise, a qual a análise clínica é possível através da comparação da produção artística com diversos momentos da história da arte. (*narrativa expográfica sujeita à alteração, quando das etapas de pesquisa e curadoria, na pré-produção do projeto. Os exemplos citados também poderão sofrer alterações, sendo mencionado neste momento como referências para pesquisa) Como ação de formação cultural, o projeto prevê uma programação especial para alunos e professores da rede pública de ensino da cidade do Rio de Janeiro, com visitas mediadas exclusivas, seguidas de palestra com Curador e Artista Convidado, sobre a importância das artes nos mais diversos segmentos de atuação, bem como um bate papo sobre a presença da loucura nas manifestações culturais e como elas reforçam estereótipos.
OBJETIVO GERAL: Realizar a exposição gratuita de artes e ciências "Nise da Silveira _ da rebeldia ao afeto inconsciente", com cerca de 400 m², por no mínimo 02 meses, em Museu ou Centro Cultural da cidade do Rio de Janeiro, a ser definido quando da pré-produção do projeto. A exposição tem como objetivo apresentar a trajetória da psiquiatra Nise da Silveira, que impactou o mundo com o seu posicionamento antimanicomial e adoção da arte como ferramenta terapêutica alternativa às pessoas com sofrimentos psíquicos. Em 2021, completam-se 22 anos da morte de Nise, sendo esse número popularmente carregado de simbologias que, na maioria das veze, reforçam estereótipos e a ideia primitiva do capacitismo. A exposição vai resgatar a histórica relação entre os campos da arte e psiquiatria, convidando o público a indagar essa noção popular de loucura. Espera-se contribuir na ruptura de preconceitos às pessoas com sofrimentos psíquicos, além de reforçar a relevância das artes nos mais diversos campos de atuação da sociedade, principalmente como ferramenta na luta contra as desigualdades sociais. Prevê-se a ampliação do debate sobre a produção artística das pessoas em tratamento, bem como gerar visibilidade ao acervo das Instituições que trabalham a arte como via de acesso ao inconsciente. O público-alvo são adultos de 20 a 59 anos, apreciadores de arte e ciência. Espera-se atingir universitários e profissionais das áreas de Medicina, Belas Artes, Psicologia e Educação. Prevê-se grande adesão de pessoas com deficiência intelectual e com transtorno de espectro autista, que poderão se identificar com a linguagem artística das obras expostas. Será adotada uma narrativa simples e objetiva, a fim de gerar acesso a diferentes grupos sociais e econômicos. Espera-se também a adesão de grupos familiares, que buscam por ações culturais com qualidade de conteúdo e entretenimento. O proponente buscará expor os acervos do Museu do Inconsciente, Casa das Palmeiras e Museu Bispo do Rosário; além registros históricos, fotos e vídeos de importantes acervos brasileiros, como Biblioteca Nacional, Arquivo Geral do Rio, dentre outros. Objetivos Específicos: - Atingir um público de cerca de 5.000 pessoas com a exposição; - Produzir 1.000 unidades do catálogo da exposição, que serão distribuídos gratuitamente; - Realizar uma visita mediada exclusiva, seguida de uma palestra com equipe do projeto, para 600 alunos e/ou professores da rede pública de ensino do Rio de Janeiro, como ação de formação cultural (Art.22 da IN nº02/2019); - Gerar interesse da mídia a fim de ter um retorno estimado em cerca de R$ 1.000.000,00 (hum milhão de reais) em mídia espontânea; - Impulsionar a divulgação do projeto na mídia a partir de contratação de assessoria de imprensa especializada; - Fazer um registro fotográfico e videográfico da exposição, a fim de promover e difundir a proposta cultural. - Promover a Secretaria Especial da Cultura e o Governo Federal com a aplicação das marcas nas peças de divulgação do projeto.
O projeto "Nise da Silveira (22 anos de morte) - da rebeldia ao afeto inconsciente" se enquadra nos incisos destacados abaixo, do art.1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto "Nise da Silveira (22 anos de morte) - da rebeldia ao afeto inconsciente"também atinge os seguintes objetivos do art.3º da referida Lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais. Em 2021, completam-se 22 anos da morte de Nise da Silveira, um número que gira em torno da simbologia popular dentro do universo da luta antimanicomial. "A relação entre loucura e arte permeia muitos aspectos do desenvolvimento da própria psiquiatria, como se houvesse uma zona de interseção entre esses dois campos que por vezes se manifesta. A arte, assim como a loucura, não se submete aos ditames da razão, talvez seja por isso que estes campos se superpõem." (SERPA, HELENA, 2016) Arte e ciência sempre transitaram juntas na história da humanidade, e na própria história da psiquiatria, ao mesmo que se defendia um longo distanciamento entre esses dois campos. Relatos antigos indicam a adoção de práticas artísticas como alternativa ao tratamento das pessoas denominadas "loucas", como por exemplo os hospitais do mundo árabe, criados no séc.XII, e voltados exclusivamente aos "insanos", onde a música, dança, espetáculos e contos eram aplicados aos pacientes como intervenção para cura da alma (LIMA, PERLBART, 2009). Ou na Renascença, com o surgimento dos primeiros hospitais destinados às pessoas com distúrbios mentais, onde a música era considerada ferramenta de benefícios terapêuticos, capaz de atuar na totalidade do ser humano (corpo e alma). No entanto, foi só na metade do séc.XX, que o debate sobre efetivação da interseção entre esses dois campos ganhou corpo e adesão de médicos e pesquisadores, sendo a figura feminina de Nise da Silveira de extrema relevância nesse movimento. A rebeldia da alagoana Nise esteve presente em diversos momentos da sua vida, mas foi na luta antimanicomial que essa obstinação selou a importante comunicação entre os campos da arte e medicina. Nise revolucionou a psiquiatria brasileira ao inserir a produção artística no ambiente psiquiátrico, humanizando a metodologia de tratamentos das pessoas com sofrimentos psíquicos. Seus feitos são reconhecidos internacionalmente e abriram debates para além da área científica, pois a produção artística dos pacientes se revelou não só necessária no tratamento, mas também detentora de exímio valor artístico. A criação do Museu de Imagem do Inconsciente (localizado no bairro do Engenho de Dentro da cidade do Rio de Janeiro) resultou da inserção artística nas sessões de Terapia Ocupacional, sendo um importante marco na produção cultural brasileira, com replicação em diversos países. Em 2003, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) aprovou o tombamento de 128.909 obras das principais coleções do Museu; e em 2014, o arquivo pessoal de Nise da Silveira foi reconhecido como Memória do Mundo pela Unesco. Desta forma, realizar a exposição "Nise da Silveira - da rebeldia ao afeto inconsciente" é necessária não só para apresentar o legado científico, cultural e histórico de Nise; mas também fomentar as discussões sobre a convergência das artes nos demais campos de atuação, e pôr em evidência as diversas obras produzidas por pessoas com sofrimentos psíquicos, além de legitimá-las artisticamente. O projeto também visa apresentar a relação histórica entre arte e loucura, presente nas mais diversas manifestações populares e artísticas, de forma a contribuir no debate sobre os conceitos de normalidade X loucura, desmistificando preconceitos que inviabilizam o exercício dos direitos das pessoas com sofrimentos psíquicos. Sendo a loucura um tema ainda carregado de estereótipos que, infelizmente, distanciam as relações socioculturais afetivas dessas pessoas nas mais diversas áreas de atuação da sociedade; a exposição se faz necessária para apresentar de forma objetiva e acessível uma narrativa de afeto e valorização da capacidade humana. O número 22 é popularmente qualificado à loucura, comumente em tom pejorativo, porém neste projeto ele representa a continuidade do trabalho de Nise. Após duas décadas de sua morte, "Nise da Silveira _ da rebeldia ao afeto inconsciente" propõe a ressignificação da noção da loucura através de uma experiência expositiva lúdica e artística, que valoriza as relações afetivas como meio à erradicação das desigualdades sociais. Realizar este projeto via Lei Federal de Incentivo à Cultura reforça não só a relevância cultural da trajetória de Nise da Silveira, mas também permite uma maior visibilidade artística aos acervos do Museu da Imagem do Inconsciente, Museu Bispo do Rosário, Fundação Biblioteca Nacional, Arquivo Geral do Rio de Janeiro, dentre outros.
ACERVOS*: (pesquisas iconográficas, periódicos, bibliográfica, históricas) Fundação Biblioteca Nacional do Brasil; Arquivo Geral do Rio de Janeiro; Museu da Imagem e do Som – MIS; Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro – APERJ; Arquivo Nacional; Acervo do Museu do Inconsciente; Acervo da Casa das Palmeiras; Acervo do Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea; Acervo do Centro SEBRAE de Referência do Artesanato Brasileiro; ARTISTAS*: (Artistas dos acervos de instituições como Museu do Imaginário e Museu Bispo do Rosário, e demais nomes da arte contemporânea); Arthur Bispo do Rosário; Adelina Gomes; Abelardo Corrêa; Emygdio de Barros, Fernando Diniz; Carlos Pertuis; Raphael Domingues; José Datrino (Profeta Gentileza); Zé Carlos Garcia; Antonia Dias Leite; Sofia Borges; Flávia Bertinato; Leticia Ramos. (* artistas sujeitos à alteração, quando da etapa pesquisa e curadoria, na pré-produção do projeto)
Exposição – Produto Principal Metragem: 400 m² Duração: 02 meses Local: Em centro cultural ou museu a ser definido na cidade do Rio de Janeiro Classificação: Livre Distribuição: gratuita. Catálogo Local: O catálogo será distribuído de acordo com o Plano de distribuição, sendo para parceiros, patrocinador e à população:Bibliotecas Públicas, Escolas da rede pública de ensino, Instituições Psquiátricas e/ou artísticas, SMC etc.; Quantidade: 1.000 unidades Papel offset 120g; Formato: 172 x 240 mm / Orelha 80 mm + 80 mm + capa em cartão imune; Miolo 4x4 cores /195 páginas; Classificação Livre; Distribuição Gratuita (de acordo com o detalhado no Plano de Distribuição); Contrapartida social: 08 dias para realização das contrapartidas sociais Quantidade: 600 pessoas Local: Em centro cultural ou museu a ser definido na cidade do Rio de Janeiro Público: Alunos e/ou professores da rede pública de ensino Duração: Prevê-se o seguinte cronograma: - 1 hora de visita mediada; - 20 minutos para distribuição e consumo dos Lanches; - 40 minutos de roda de conversa, com 2 convidados (que serão definidos na pré-produção do projeto) Classificação: Livre Distribuição: gratuita
EXPOSIÇÃO DE ARTES Acessibilidade física: O projeto será realizado em Museu ou Centro Cultural que contenham medidas de acessibilidade física, como rampas, elevadores, sanitários acessíveis, etc. Será utilizado o conceito de desenho universal para elaboração de uma expografia acessível, incluindo os mobiliários, possibilitando uma exposição livre de barreiras físicas e que garanta autonomia na mobilidade do visitante. Acessibilidade para deficientes visuais: Serão utilizados recursos multissensoriais, ao longo da contrapartida, para explorar os demais sentidos que permitem também uma leitura da exposição e do conteúdo proposto (objetos táteis, recursos olfativos e ambientações sonoras nas salas). O proponente também se atentará ao tamanho dos caracteres e uso de contrastes nos painéis expositivos, a fim de facilitar a leitura dos textos propostos. Será produzido também um aplicativo com áudio guia bilíngue, para atender as pessoas com deficiência visual. Acessibilidade para deficientes auditivos: O proponente buscará também a contratação de educadores que saibam a Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) para mediação da exposição, quando necessário e solicitado pelo visitante. Será produzido um vídeo da narrativa expográfica em Libras, para atender as pessoas com deficiência auditiva. Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual e Pessoas com transtorno de espectro autista: será aplicada a acessibilidade atitudinal com os profissionais envolvidos no projeto, a fim de treiná-los para eliminar qualquer preconceito ou barreiras atitudinais da equipe para com o público. O projeto e os educadores adotarão comunicação oral e escrita objetiva e simples, para melhor assimilação do conteúdo proposto pelo público. CATÁLOGOS: Acessibilidade física: não se aplica. Acessibilidade para deficientes visuais: serviço de audiodescrição do catálogo, que será disponibilizado através de QR Code no site do projeto, e no próprio catálogo. Acessibilidade para deficientes auditivos: não se aplica. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Acessibilidade física: As contrapartidas sociais serão realizadas no espaço de realização do projeto, que será realizado em Museu ou Centro Cultural que contenham medidas de acessibilidade para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida, como rampas, elevadores, sanitários acessíveis, pictograma universal, etc. Ademais, o proponente utilizará também o conceito de desenho universal para elaboração de uma expografia acessível ao público visitante, livre de barreiras físicas, para garantir a autonomia e livre circulação das pessoas pelo espaço expositivo. Será garantido também mobiliário expositivo com altura e inclinações adequadas à visualização de pessoas com cadeira de rodas, baixa estatura e crianças pequenas. Os monitores contratados pelo projeto também auxiliarão na mobilidade do público pela exposição, quando necessário. Acessibilidade para deficientes visuais: Serão utilizados recursos multissensoriais, ao longo da contrapartida, para explorar os demais sentidos que permitem também uma leitura da exposição e do conteúdo proposto (objetos táteis, recursos olfativos e ambientações sonoras nas salas). O proponente também se atentará ao tamanho dos caracteres e uso de contrastes nos painéis expositivos, a fim de facilitar a leitura dos textos propostos. Será produzido também um aplicativo com áudio guia bilingue, para atender as pessoas com deficiência visual. Acessibilidade para deficientes auditivos: O proponente buscará também a contratação de educadores que saibam a Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) para mediação da exposição, quando necessário e solicitado pelo visitante. Será produzido um vídeo da narrativa expográfica em Libras, para atender as pessoas com deficiência auditiva. Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual e Pessoas com transtorno de espectro autista: será aplicada a acessibilidade atitudinal com os profissionais envolvidos no projeto, a fim de treiná-los para eliminar qualquer preconceito ou barreiras atitudinais da equipe para com o público. O projeto e os educadores adotarão comunicação oral e escrita objetiva e simples, para melhor assimilação do conteúdo proposto pelo público.
EXPOSIÇÃO DE ARTES: A exposição “Nise da Silveira (22 anos de morte) - da rebeldia ao afeto inconsciente” será realizada em Museu ou Centro Cultural da cidade do Rio de Janeiro que pratique entrada gratuita, a fim de promover a democratização do acesso ao projeto. O proponente também visa uma associação com a equipe do educativo local, para fomentar a participação de escolas públicas ao projeto, além de parcerias com Museus e Instituições Psiquiátricas para agendamento especial com visita guiada pelo educativo do espaço, além de divulgar o projeto Ademais, para atender ao solicitado no art.21. da Instrução Normativa nº 02/2019, como medida de ampliação do acesso serão adotados os incisos do presente artigo: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no §2º do art.22; IV – Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; CATÁLOGO: Os catálogos serão distribuídos gratuitamente, de acordo com o detalhado no Plano de Distribuição. À população, o proponente distribuirá para Bibliotecas Públicas, Escolas da rede pública de ensino, Instituições Psquiátricas e/ou artísticas, SMC etc. Para promover a democratização do acesso ao produto proposto, o proponente disponibilizará uma versão online do catálogo, para acesso gratuito e download, de acordo com o inciso abaixo, do art.21 da Instrução Normativa nº 02/2019 do Ministério da Cidadania: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;
Estúdio M’Baraká (proponente) Há 14 anos o estúdio M’Baraká atua na produção cultural, com a realização de projetos em diversas áreas artísticas, e reconhecimento pela abordagem popular e provocativa nas experiências expositivas e culturas criadas, a partir da multilinguagem com abordagem crítica, criativa e multidisciplinares. Especialmente na área de exposições, o estúdio já realizou mais de 15 mostras, em todas atuando nas etapas acima citadas. Algumas delas: - Darwin, Origens & Evolução (2019 - Museu do Meio Ambiente, Rio de Janeiro) / Lei Federal de Incentivo à Cultura - Lei 8.313/91) - Expedição Coral (2018 - Museu Nacional, Rio de Janeiro) - Galeria Pop Up CRAB (2018 - Centro de Referência do Artesanato Brasileiro - CRAB) - Quando o mar virou Rio (2017 - Museu Histórico Nacional ) / Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro - Lei do ISS - Feito Aqui (2017 - Centro de Referência do Artesanato Brasileiro - CRAB) - Tropicália - um disco em Movimento (2017 - CCBB RJ) / Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro - Lei do ISS - Rolé pelo Rio Hackeado (2015 / 2016 - Museu do Amanhã) / Lei Federal de Incentivo à Cultura- Lei 8.313/91 - Exposição Design e Utopia dos Jogos (2016 - Centro de Referência do Artesanato Brasileiro - CRAB, RJ) - Se Liga - Arte, Ciência e Imaginação (2015 - CCBB RJ) / Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro - Lei do ISS - Virei Viral (2013/2014 - CCBB RJ) / Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro - Lei do ISS O proponente atua de forma não voluntária em campos estratégicos de todas as etapas de trabalho do projeto, de forma a assegurar a execução e entrega do produto proposto, tais como: direção artística, direção de produção, curadoria, expografia, design, coordenação geral, pesquisa, comunicação visual e coordenação técnica financeira. Isabel Seixas (Dirigente - Curadoria, Pesquisa, Coordenação Geral e Coordenação Técnica financeira) Formada em Produção Cultural – UFF, Isabel é sócia fundadora da M’Baraká, onde atua prioritariamente na área de desenvolvimento de conteúdos e projetos. Em todos os projetos expositivos do estúdio, Isabel Seixas atua desde a etapa de definição temática e de conteúdo, e gerencia as etapas de pesquisa, curadoria e criação de conteúdo. Isabel sempre atuou diretamente na pesquisa e criação de conteúdos visando a narrativa da exposição. Com uma formação múltipla, que incluiu a iniciação nas graduações de economia (UFF) e Ciências Sociais (UFRJ), a posterior formação em Produção Cultural (UFF), pós-graduação em Marketing de entretenimento na ESPM-RJ e cursos livres como “Formação Livre em Roteiro, na Academia Internacional de Cinema, Isabel tem como habilidade principal a pesquisa e criação de narrativas para exposição de conteúdos diversos e no desenvolvimento de storytelling para diferentes suportes. Diogo Rezende (Dirigente - Direção de Arte, Curadoria e Comunicação Visual) Diogo Rezende é formado em desenho industrial pela Escola de Belas Artes da UFRJ, com especialização em Design de Exposições pela EAV, e Design Estratégico pela ESPM. Foi responsável pela Direção de Arte de diversos projetos culturais, dentre exposições, mostras, festivais, espetáculos de teatro e circo. Dentre eles, destacam-se: Copa Fest (2008 a 2013); Expo SE LIGA! (2012 e 2015); EXPO VIREI VIRAL (2013 e 2014 CCBB RJ); Exposição Tropicália - Um disco em Movimento (2017 - CCBB-RJ), Exposição Quando o Mar Virou Rio (2017, Museu Histórico Nacional), diversas mostras no Centro de Referência do Artesanato Brasileiro do SEBRAE, Rolé Pelo Rio Hackeado (Museu do Amanhã), Vamos Comer (galeria BNDES), exposição de longa duração sobre a História do Banco do Brasil, no CCBB RJ, Mostra Expedição Coral em celebração aos 200 anos do Museu Nacional (2018), exposição “Darwin: Origens & Evolução. Letícia Stallone (Pesquisadora e Texto) Letícia Stallone é Doutora em Estudos da Linguagem (UFF) e mestre em Linguística (PUC-RJ). Colabora com a M’Baraká há 10 anos. Na fase inicial dos projetos contribui com pesquisa histórica, narrativa e curadoria. Especializou-se na produção de textos e roteiros para exposições, acostumada a interagir com especialistas de diversas áreas, também coordena a revisão e tradução dos conteúdos. Dentre os projetos desenvolvidos estão as exposições Darwin, 1989, Expedição Coral Tropicália, Quando o Mar virou Rio, Design e Utopia dos Jogos Olímpicos e Virei Viral. Larissa Victorio (estúdio M’Baraká - Supervisão Administrativa-financeira) Larissa de Souza Oliveira Victorio é graduada em Economia pela Universidade Federal Fluminense, possui Especialização em Política e Planejamento Urbano e Regional pelo IPPUR/UFRJ e Mestrado em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais pela Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE – IBGE). Possui experiência nas áreas de Planejamento Urbano e Regional e Pesquisas Sociais, com ênfase em mercado de trabalho e Economia da Cultura e em gestão e elaboração de projetos culturais. Desde 2009, Larissa atua em parceria com o estúdio M’Baraká, empresa especializada na criação e gestão e execução de projetos culturais, onde é responsável pela gestão de projetos e realiza seguintes atividades: produção executiva, pesquisa e curadoria, elaboração de projetos, planejamento de projetos, controle orçamentário e prestação de conta, no que tange à execução de projetos culturais. Lilian Sampaio (Arquiteta) Formada em arquitetura em 2007, Lilian construiu uma carreira colaborando com importantes escritórios de cenografia e arquitetura expositiva do Rio. Já participou de mais de 25 exposições, tendo participado da de criação e execução de quase todas as exposições do estúdio M’Baraká. Realizou trabalhos marcantes como a Cerimônia de Abertura dos XV Jogos Pan Americanos em 2007, a Exposição Carmen Miranda “A Pequena Notável” em Portugal e o Festival Pleinsbioscoop em Rotterdam.
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