Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 205195Apresentou prestação de contasMecenato

Beija-flor - ano 5

Instituição Aparecido Savegnago
Solicitado
R$ 877,6 mil
Aprovado
R$ 1,14 mi
Captado
R$ 1,14 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (21)
CNPJ/CPFNomeDataValor
71322150000160SAVEGNAGO-SUPERMERCADOS LTDA1900-01-01R$ 432,4 mil
53009825000133Usina Alta Mogiana S/A. Açucar e Álcool1900-01-01R$ 200,0 mil
15917899000189NEW VEICULOS E PECAS LTDA.1900-01-01R$ 68,6 mil
01615814000101UNILEVER BRASIL ALIMENTOS LTDA1900-01-01R$ 55,4 mil
46101424000143ATRI COMERCIAL LTDA1900-01-01R$ 55,1 mil
45372893000134Caldema Equipamentos Industriais Ltda.1900-01-01R$ 40,8 mil
18026984000145SAVEGNAGO ADMINISTRADORA DE CARTOES LTDA1900-01-01R$ 34,0 mil
76498179000110Eletrofrio Refrigeração Ltda.1900-01-01R$ 30,0 mil
03585974000172ZATIX TECNOLOGIA S/A.1900-01-01R$ 29,6 mil
17467515000107Café Três Corações SA1900-01-01R$ 29,6 mil
49226749000140ORTOVEL VEICULOS E PECAS LTDA1900-01-01R$ 28,0 mil
196759000001673CAFFI INDUSTRIA E COMERCIO DE CAPSULAS S.A1900-01-01R$ 25,3 mil
09641406000128ROCHA & ROCHA ALIMENTOS LTDA1900-01-01R$ 23,5 mil
24896001000124ONTAKE VEICULOS LTDA1900-01-01R$ 18,9 mil
24464151000169TONIELLO VEICULOS LTDA1900-01-01R$ 15,2 mil
22220764000125TONIELLO COMERCIO DE VEICULOS E PECAS LTDA1900-01-01R$ 10,3 mil
71321251000116DMB MAQUINAS E IMPLEMENTOS AGRICOLAS LTDA1900-01-01R$ 10,0 mil
56012420000142Café Utam S/A1900-01-01R$ 10,0 mil
546513440001903 X PRODUTOS QUIMICOS LTDA1900-01-01R$ 10,0 mil
33795393000126POSITIVE BRANDS INDUSTRIA E COMERCIO DE ALIMENTOS SAUDAVEIS S.A.1900-01-01R$ 5,4 mil
00384141000155ORLEANS COMERCIAL LTDA1900-01-01R$ 4,4 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
Sertãozinho
Início
2022-07-04
Término

Resumo

O projeto Beija-flor _ ano 4 prevê a continuidade da oferta gratuita de cursos de formação artística para crianças e adolescentes, com faixa etária de 7 a 18 anos, promovidos pela Instituição Aparecido Savegnago, por meio dos projetos Elma (Pronac’s 1411407 e 1511019) e Beija-flor (Pronac’s 171397, 182767 e 194186). Prevê ainda a realização de apresentações culturais, como formas de difusão dotrabalho de formação artística e de plateia, e palestras interativas, como forma de atender a contrapartida social.

Sinopse

1) Cada apresentação artística terá entre 30 a 50 minutos de duração e classificação indicativa livre.2) A Instituição Aparecido Savegnago declara que as ações de formação e difusão artísticas a serem executadas neste projeto são predominantemente de cunho instrumental/erudito.

Objetivos

Geral: Oferecer gratuitamente os cursos de formação artística promovidos pela Instituição Aparecido Savegnago, de Sertãozinho/SP, como forma de continuação de sua missão de estimular o estudo das artes e despertar o interesse do cidadão local pelos bens culturais de valor universal.Específicos:- Oferecer cursos de violino com as seguintes quantidades de vagas: 2 coletivos* I, com 20 vagas cada, 1 coletivo II com 5 vagas e 1 coletivo III com 5 vagas (*os coletivos serão explicados no projeto pedagógico);- Oferecer cursos de viola com as seguintes quantidades de vagas: 2 coletivos I, com 4 vagas cada, 1 coletivo II com 4 vagas e 1 coletivo III com 4 vagas;- Oferecer cursos de violoncelo com as seguintes quantidades de vagas: 2 coletivos I, com 4 vagas cada, 1 coletivo II com 4 vagas e 1 coletivo III com 4 vagas; - Oferecer cursos de contrabaixo com as seguintes quantidades de vagas: 2 coletivos I, com 3 vagas cada, 1 coletivo II com 3 vagas e 1 coletivo III com 3 vagas;- Oferecer os seguintes cursos: clarinete com 6 vagas; flauta com 6 vagas; metais (trompete/trompa/trombone) com 6 vagas; saxofone com 4 vagas; percussão e/ou bateria com 8 vagas; violão com 6 vagas; canto coral, com 70 vagas; teatro, com 70 vagas; artes plásticas, com 30 vagas; dança (modalidades de balé e jazz), com 30 vagas; ética e cidadania, com 130 vagas;- Oferecer um curso de capacitação docente para os professores de música da instituição e profissionais de outras instituições de ensino musical de Sertãozinho e região, com oferta de, pelo menos, 20 vagas;- Realizar sete apresentações artísticas abertas à comunidade, contando com a participação de alunos de instrumento, da orquestra, coro, grupos de teatro e/ou dança, a serem realizadas no Anfiteatro Isaura Bolsoni Savegnago (que fica na sede da instituição), no Teatro Municipal de Sertãozinho e/ou no Theatro Pedro II de Ribeirão Preto;- Produzir e publicar, pelo menos, dois vídeos com o trabalho artístico dos grupos da instituição (orquestra, coro e/ou teatro);- Contratar seis grupos de música de Sertãozinho e região para apresentações (serie intitulada Circuito Artístico-Cultural), gratuitas e abertas à comunidade, a serem realizadas no anfiteatro da instituição;- Realizar três palestras interativas sobre música instrumental erudita, com participação dos professores da Instituição Aparecido Savegnago, em instituições públicas de educação e cultura, como formas de atender a contrapartida social.

Justificativa

Este projeto justifica-se por viabilizar a continuidade da formação artística que é oferecida pela Instituição Aparecido Savegnago, ampliada com os projetos Elma _ Escola Livre de Música e Artes (Pronac’s 1411407 e 1511019) e Beija-flor (Pronac’s 171397, 182767 e 194186). Diferentes fazeres artísticos foram oferecidos para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, sobretudo, nas múltiplas facetas do ensino musical. Isso permitiu que a instituição cumprisse sua função de, ao promover o aprendizado das artes, provocasse transformações neste público-alvo, no sentido de ampliar seu repertório de conhecimento, garantir a conquista de sua autoestima, promover sua autonomia e empoderamento (tão caros hoje para a vivência em coletividade) e despertar seus interesses pelos bens culturais produzidos pela humanidade. Desse modo, as experiências dos cinco projetos, com apoio do mecanismo de incentivo fiscal do Governo Federal, foram bastante exitosas, com a promoção das artes e cultura, no interior de São Paulo. E é justamente sua continuidade que se busca com este novo projeto, que corresponderá plenamente ao que está estipulado e minimizará um pouco mais as lacunas de acesso à formação cultural existente na cidade. Por fim, este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais e; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Item excluído

Especificação técnica

Síntese demonstrativa do plano pedagógico e filosofia de ensino 1. Objetivo geral: proporcionar uma importante contribuição à integralidade da formação humana em seu desenvolvimento físico, cognitivo, social e econômico. 2. Objetivos Específicos: a) Formar jovens artistas, projetando suas inserções no universo tão diversificado da arte e buscando, a longo prazo, a formação mais próxima possível de músicos profissionais (profissionalização); b) Propiciar o acesso à arte da música universal (inserção artístico-cultural); c) Contribuir para a formação educativa integral por meio da arte, com foco na formação de plateia (inserção social). 3. Justificativa: A grande demanda por cuidados com a educação brasileira tem sido suprida, em parte, por programas alternativos, consubstanciados através de projetos de cunho sociocultural. O grande hiato que separa o programa de canto orfeônico implantado por Heitor Villa-Lobos nos anos 30, e a atual aprovação da música como disciplina obrigatória na escola regular, demonstra o quanto é necessário ainda uma vinculação da arte com a educação, não só na compensação dos inúmeros malogros advindos deste mesmo hiato, como na possibilidade de proporcionar inclusão social, profissionalização técnico-artesanal e real acesso à obra de arte, evitando assim o que o filósofo Pierre Bourdieu aponta em seus estudos: que o acesso à arte “gratuito, mas facultativo” passe a ser efetivamente um acesso à linguagem artística. Das muito reconhecidas contribuições que as artes proporcionam no desenvolvimento educacional do ser humano – desenvolvimento cognitivo, formação humanística a partir da fruição do contato com o outro, disciplina física e psicológica baseada em ideais de auto-superação –, a possibilidade de viabilizar reais alternativas de superação de condições sociais adversas justifica o uso da educação em artes como instrumento essencial para se atingir tais intenções. Assim sendo, a Instituição Aparecido Savegnago, via projeto Beija-flor, busca viabilizar um estudo completo e de excelência artística visando a inserção nas artes, a manutenção do talento já descoberto, capacitando para uma inserção mais precisa tanto naquilo que é chamado 'mercado de trabalho' quanto no universo artístico de modo geral, contribuindo assim para o crescimento artístico da cidade como um todo. 4. Carga Horária: É esperado que cada aluno matriculado participe das aulas abaixo, dispostas conforme tempo e desenvolvimento no projeto, de modo a compor uma formação artística a mais ampla possível: 4.1 – Alunos já experientes: a – aulas coletivas, em duplas e/ou individuais de instrumentos (violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta, clarinete, saxofone, trompa, trompete, trombone, bateria, percussão) - 1 hora semanal; b – aulas coletivas de teoria musical – 1 hora semanal; c – aulas coletivas de prática de orquestra – 1 hora e meia semanal; d – aulas coletivas de canto-coral – 1 hora semanal; e – aulas coletivas de teatro – 1 hora semanal; f – aulas coletivas de Ética e Cidadania – 1 hora semanal; Ao todo, é oferecido para cada aluno uma carga horária de seis horas e meia por semana. 4.2 – Alunos iniciantes ou pouco experientes: a – aulas coletivas de instrumento (violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico e violão) – 1 hora semanal; b – aulas coletivas de teoria musical – 1 hora semanal; c – aulas coletivas de canto-coral – 1 hora semanal; d – aulas coletivas de teatro – 1 hora semanal; e – aulas coletivas de Ética e Cidadania – 1 hora semanal; Ao todo, é oferecido para cada aluno uma carga horária de cinco horas por semana. É desejado que todos os matriculados cumpram essas cargas horárias, embora, pela quantidade de atividades colocadas, nem todos consigam cumprir. Vale ressaltar que este formato para alunos iniciantes ou pouco experientes existe desde 2018, quando se optou por criar coletivos de aprendizagem para os cursos de cordas (Coletivo I, Coletivo II, Coletivo III e Coletivo IV), a partir dos conhecimentos oriundos da metodologia Suzuki. Para tais alunos, é possível vivenciar os instrumentos mencionados, de modo a fazer uma escolha mais acertada e futura de sua real preferência, sem ter que fazer isso logo no momento da matrícula. Particularmente, um desses coletivos, denominado de laboratório, que é voltado para alunos sem nenhuma experiência com música, acolhe toda demanda por vaga recebida pela instituição em qualquer momento do ano, oferecendo as bases para o aprendizado musical. O curso de artes plásticas está dividido em cinco turmas, com aulas de duração de uma hora e meia por semana. Embora as turmas sejam compostas, em sua maioria, pelos alunos dos cursos de música, admitem-se exceções neste curso, que só dele participem. O curso de dança, voltado para ensino de balé e jazz, é novo na instituição e foi iniciado no ano de 2018. São duas turmas de alunos iniciantes, de duas horas em cada turma, sendo uma hora destinada para a prática do balé e uma hora para o jazz. Os alunos de dança não participam necessariamente dos cursos de música. 5. Público-alvo: Crianças e adolescentes que vivem em situação de alto risco, casos de alta complexidade em suas demandas sociais – devido a situações econômicas, materiais ou educacionais precárias. O foco é no atendimento ao público infanto-juvenil, pois se compreende que no caso específico da arte musical, a aptidão melhor atendida corresponde a faixa entre os 7 e os 14 anos. As idades menores que a idade de alfabetização são exceções abertas aos casos singulares de aptidão ou necessidades especiais. As idades maiores que 14 são admitidas como exceções quando o aluno já apresenta preparação musical anterior. Disso, tem-se uma projeção de atendimentos diretos por idade: 7 a 9 anos – 20%, 10 a 14 anos – 50% e 15 a 18 anos – 30%. 6. Metodologia e material didático: No intuito de contribuir para uma formação integral das crianças e adolescentes participantes, os conteúdos são distribuídos em forma de disciplinas específicas, que se relacionam de forma interdisciplinar e, por vezes, transdisciplinar. O objetivo do projeto pedagógico é oferecer tanto um panorama técnico-artístico de qualidade quanto proporcionar uma educação complementar aos conteúdos da escola normal regular. A proposta consiste na manutenção de uma filosofia educacional que possa unificar os ideais e os objetivos de cada professor, e não necessariamente uma metodologia estanque e única para ser usada em cada uma das ramificações epistemológicas. Assim sendo, o trabalho de cada professor nas aulas individuais, em dupla e coletivas é guiado pela filosofia pedagógica e artística que postulamos. Ou seja, que procura uma terceira via entre as inovações e abordagens mais recentes oriundas da escola nova – trabalho de humanização, educação musical como ferramenta e suporte da educação geral, apreciação musical, coral como ferramenta socializante, ensino coletivo, etc. – e do estudo técnico mais tradicional – aquele no qual o alunos são submetidos a um programa geralmente progressivo nas aulas individuais de instrumento, que visam um desenvolvimento técnico baseado na tradição dos clássicos (Galamian, Sevicic, Kreutzer, Fiorillo etc.), ou nas disciplinas teóricas (Hindemith, Schoenberg, Gramani, Kuhn, Willems, Orff, Dalcroze, Grout/Palisca, Roy Bennet). É uma forma metodológica de abordar a diversidade que normalmente surge como demanda, respeitando ainda as diferenças epistemológicas entre as áreas do saber musical. Além dos autores já citados, que fornecem grande parte do material didático (para os menores parte do legado do método Suzuki e Strings Essentials), ainda há a proposta de criação/invenção de material didático próprio, baseado em arranjos/composições encomendadas para as especificidades do projeto, o que enriquece ainda as possibilidades de criação-publicação de material original. A formação artística da Instituição Aparecido Savegnago envolve: a) Cursos de instrumento: a espinha dorsal do projeto se realiza na formação de jovens instrumentistas, aos quais são oferecidas as seguintes opções: violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta, clarinete, saxofone, percussão, bateria, trompa, trompete, trombone e violão. b) Disciplina de canto-coral: elemento crucial na formação musical humana, as aulas de coral são indispensáveis dentre as disciplinas musicais oferecidas. As possibilidades do canto coletivo são exploradas no intuito de agregar habilidades a todos os participantes do projeto, como disciplina obrigatória, bem como servir como um veículo de socialização entre os alunos. c) Disciplina de teoria musical: funciona não só como parte indispensável da formação do instrumentista, mas também possibilitam uma inicial imersão na música sinfônica e de câmara de todos os tempos. d) Disciplina de prática de orquestra: busca suprir necessidades fundamentais para o jovem estudante de música, ou sejam, aprender a tocar em grupo, trabalhar em equipe e praticar música de câmara. Buscando sempre contemplar não somente a prática performática, mas também a composição musical, serão estudados não somente os grandes clássicos musicais, mas também obras recém escritas de compositores contemporâneos. e) Disciplina de teatro: como o teatro é uma ferramenta de expressão social extremamente potente que estimula a criatividade, amplia o imaginário, instiga o indivíduo a refletir suas relações pessoais e sociais, a disciplina busca tornar os alunos mais sensíveis, comunicativos e proativos nas suas atividades diárias. Aprender teatro não os limita somente a conhecer um novo fazer artístico, mas também a olhar com mais maturidade para as relações humanas, seus sentimentos e emoções. São utilizados exercícios e jogos que trabalham técnicas corporais, vocais e psicológicas, de forma lúdica, que permitem à criança e adolescente sublimar realidades e entender seu entorno. f) Disciplina de artes plásticas: promove o desenvolvimento do aluno nas mais variadas linguagens através da aprendizagem técnica e seus procedimentos, tais como: expressão, representação de ideias, reconhecimento e diferenciação entre técnicas, estímulo à pesquisa, experimentação, produzindo trabalhos individuais e grupais. Incentivo ao ensino da arte do desenho, propondo uma sequência de estudos e atividades referentes às dimensões imaginativas, expressivas, representacionais e comunicacionais, onde se possa pensar e praticar a formação artística e estética dos participantes. g) Curso de dança, modalidades jazz e balé: nas aulas de balé, é utilizado como método principal a metodologia da Royal Academy of Dance, que utiliza os braços como a base de força. A técnica é bem elaborada e dividida em etapas, ou seja, tudo é ensinado de forma leve, fazendo com que os alunos não se sintam pressionados a aprender. Além dessa metodologia, atividades lúdicas são praticadas para que o desenvolvimento perceptivo da criança tenha um aumento gradativo. Nas aulas de jazz, é utilizada uma metodologia vivencial e experiencial, em que além do embasamento teórico, os alunos vivenciam (realizam) os exercícios e coreografias trabalhadas/demonstradas pelos professores. Nas duas aulas, é trabalhada a musicalidade associada aos exercícios, gerando um domínio maior por parte dos alunos: no jazz, são músicas de fácil entendimento e que sejam próximas à realidade de cada criança; no balé, músicas de balé de repertório, somente instrumentais e gravadas em piano. h) Curso de ética e cidadania: por meio de trechos de filmes, textos, publicações, entre outros, trata de destacar a importância da atuação do indivíduo na mudança da sua realidade e a repercussão disso na vida social. 7. Resumo dos Conteúdos: - Violino, viola, violoncelo e contrabaixo acústico: os cursos dos instrumentos de cordas contemplam a modalidade de ensino coletivo. Denominados por Coletivo I, Coletivo II, Coletivo III e Coletivo IV, cada grupo é caracterizado por habilidades e estratégias de ensino diferenciadas. Os alunos iniciantes ingressam sem conhecimento musical prévio nas turmas de Coletivo I. As práticas musicais realizadas no Coletivo I contemplam jogos e dinâmicas lúdicas e conferem ao aluno seu primeiro contato com o instrumento. Basicamente aprende-se todas as variações do tema Brilha, brilha, estrelinha. No Coletivo II, os alunos adquirem o direito de retirar o instrumento da instituição e levar para casa. As prioridades e habilidades desenvolvidas no contexto deste coletivo possibilitam aos alunos o ingresso na orquestra da instituição. Aprende-se Brilha, brilha, estrelinha, Remando suavemente, Canção do vento, entre outras, contidas no método Suzuki. Os alunos que ingressam no Coletivo III e IV, embora caminhem para o desenvolvimento de novas habilidades, como parte do trabalho pedagógico, revisam peças e exercícios trabalhados anteriormente. No Coletivo III, trabalham Perpetual Motion, Allegretto, Andantino e Estudo, de Shinichi Suzuki, entre outras. No Coletivo IV, Minuetos 1, 2 e 3, de Bach; O fazendeiro feliz, de Schumann; Gavotte, de Gossec, dentre outras. - Clarinete e flauta: mesmo pertencentes ao mesmo naipe e demandarem um desenvolvimento técnico-operacional relativamente parecido, pelo fato de ter o modus operandi de produção de som diferente (paleta simples para o clarinete e embocadura simples sem paleta para as flautas), flauta e clarinete apresentam algumas similaridades: para o aluno iniciante de ambos a iniciação se dá nas flautas doces, havendo posteriormente a transição para os instrumentos maiores. No caso do clarinete, os alunos intermediários passam ainda pela requinta antes de iniciarem (com 12 anos) no clarinete em Bb. São usados os métodos mais tradicionais de ambos os instrumentos: Giampieri e Albalat (clarinete), Galli e Woltzenlogel para flauta. Canções folclóricas e Suzuki para iniciantes de ambos. - Saxofone, trompa, trompete e trombone: notação musical, compassos simples, compasso composto, digitação, respiração e expiração, produção do som e embocadura; posição da língua e mecânica das mãos, jogos rítmicos e melódicos; afinação e articulação. Improvisação. Estudos de interpretação e improvisação de vários gêneros musicais. - Violão: serão divididas em pequenos módulos que, de forma gradual, desenvolverão no aluno habilidades gerais e específicas relacionadas à musicalidade com o foco na execução musical com o instrumento, por meio de três passos: o ensino das técnicas básicas; desenvolvimento da percepção musical e criação do repertório. Serão trabalhados: afinação, postura, mão direita e mão esquerda, notas musicais, acordes maiores e menores, cifragem e diagramação, tablatura, batidas, exercícios, músicas. - Percussão e bateria: voltadas para o conhecimento das características e possibilidades sonoras dos instrumentos e saber utilizá-las dentro das exigências de cada nível na interpretação coletiva e individual. Busca-se desenvolver as habilidades técnicas que permitam o domínio do próprio instrumento para uma correta execução e expressão segundo as exigências de cada música, aumentando a criatividade e espontaneidade na interpretação. - Teoria musical: história da música; percepção musical; apreciação musical; teoria básica, intermediária e avançada; solfejo (desenvolvimento auditivo-cognitivo geral; desenvolvimento músico-motor); solfejos rítmicos e melódicos; percepção de intervalos; percepção harmônica; percepção modal. Ser capaz de reconhecer as principais características de um dado movimento artístico musical. Distinguir os universos musicais através da escuta de obras-mestras, tanto dentro do repertório erudito quanto dentro do repertório da música popular de vários países. Reconhecer as obras paradigmáticas através da audição. Realizar, através da audição comparativa, a dialética dos estilos musicais. Discutir aspectos estéticos a partir da própria essência filosófica da música – aesthesis, - Canto-coral: a intenção é cantar em grupo, desenvolvendo a percepção, concentração, afinação e independência vocal através do canto em grupo. Serão trabalhados: técnicas de respiração, timbre, higiene vocal, leitura, execução e interpretação de peças simples, emissão da voz cantada e afinação no canto em grupo. Serão veiculadas as noções mais básicas das técnicas de regência coral e técnicas básicas de ensaio e repertório majoritariamente composto por cânones e arranjos. Ensaio de naipe e grupo com acompanhamento de instrumento harmônico, para aprendizado do repertório com arranjos próprios para música coral. - Prática de orquestra: sendo a principal atividade prática para o estudante de instrumento, esta disciplina tem como metodologia a aula em formado de masterclass e ensaio; trata-se da reunião de alunos em nível semelhante, em diferentes instrumentos, em grupos alinhados para a execução de peças didático-artísticas. O repertório é escolhido em comum acordo entre os professores de cada instrumento (por exemplo num quarteto de cordas ou duo de clarinete e flauta) de modo que os alunos possam interagir em um nível artístico mais alto, não obstante mantendo o caráter de aula, graças ao acompanhamento do professor. Estimula-se a criação de arranjos/composições originais, além da escolha de peças consagradas para a execução dos alunos. - Teatro: serão trabalhadas técnicas e jogos de improvisação, teatro narrativo, mímeses corpóreas, comicidade, teatro de animação (sombras, bonecos corporais, de luvas, manipulação direta, etc), teatro de rua, teatro realista, técnicas de interpretação vocal, interpretação textual, técnicas corporais, dentre outras metodologias que aproximem ao máximo o aluno da experiência teatral com suas diversas vertentes. A transdisciplinaridade em apresentações artísticas, somando teatro e coral, também é uma característica das aulas na instituição, onde a união da música com a cena resulta em espetáculos de teatro musical e permitem que os alunos explorem as linguagens conjuntamente e de forma intensa, proporcionando uma qualidade refinada dos resultados em palco. - Artes plásticas: a depender do nível dos alunos, serão trabalhados diferentes temas: o manuseio correto dos materiais, desde os primeiros traços até o desenho de uma pequena composição; aplicação das tintas e seus solventes e conhecimento dos pinceis; a proporção do desenho e a aplicação de diversas texturas; a escolha dos modelos e as técnicas de transferência; a pintura e o desenho de natureza morta; os contrastes tonais e a mistura das tintas; o estudo do desenho de frutas e flores até a composição da natureza morta; luz e sombra; perspectiva e impressão de profundidade e espaço tridimensional; a distribuição dos elementos no espaço; estudo das cores; o desenho de animais e pássaros e o corpo humano; a representação do céu e a influencia da atmosfera na luz e diferença de cor nas diversas horas do dia; a pintura de paisagem; a captação da cor e os efeitos de luz e sombra e os efeitos das pinceladas. - Dança – modalidade balé: a turma com faixa etária em 9 a 12 anos, faz com que as aulas foquem no primeiro e segundo graus da metodologia Royal. São apresentados os movimentos do balé gradualmente e é desenvolvido também o posicionamento correto de cada parte do corpo, possibilitando uma maior consciência corporal da criança sem perder a qualidade artística. Ao final de cada ciclo, são elaboradas situações que exijam a montagem de coreografias por parte dos alunos (laboratório coreográfico), que são compõem os espetáculos de encerramento de ano. - modalidade jazz: a aula é constituída por movimentos coreografados e com base na criação livre, usando os princípios do balé clássico e da dança moderna. - Ética e cidadania: discutir temas como ética, liberdade, regras, moral, vício e virtude, democracia, liberdade de expressão, cidadania, entre outros.

Acessibilidade

Produto Plano anual 1) Acessibilidade física: rampas, banheiros adaptados e guia tátil direcional; 2) Deficiência auditiva, visual e/ou cognitiva: já são atendidos quatro alunos com deficiências (dois com Síndrome de Down, um com deficiência visual e um com Síndrome de Tourette). Professores e instituição estão preparados e abertos para acolher mais alunos com deficiências. Particularmente, os professores já fazem algumas alterações no processo de ensino-aprendizagem justamente para poder atender esses alunos com deficiência, ou seja, 2.1) dão atenção mais individualizada a eles; 2.2) proporcionam um tempo maior para praticar determinada técnica; 2.3) posicionam o aluno, no caso com deficiência visual, em uma cadeira ou lugar com boa visibilidade e adotam músicas que não exijam partituras ou, quando estas são necessárias, as notações são em tamanho maior que o habitual; e 2.4) criam uma boa dinâmica na sala, informando das peculiaridades desses alunos, e propiciam situações lúdicas para que todos compartilhem das atividades. Produto Apresentação Musical: 1) Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, lugares demarcados. 2) Deficiência auditiva: intérprete de libras. 3) Deficiência visual e/ou cognitiva: presença de monitores que transmitam o contexto da atividade. Produto Contrapartida social: 1) Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, lugares demarcados. 2) Deficiência auditiva: intérprete de libras. 3) Deficiência visual e/ou cognitiva: presença de monitores que transmitam o contexto da atividade.

Democratização do acesso

Todos os cursos oferecidos no projeto são gratuitos, assim como as atividades de difusão dos resultados do trabalho. Produto Plano anual: em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa no. 2/2019 do Ministério da Cidadania, estará contemplado o inciso VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Produto Apresentação musical: em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa no. 2/2019 do Ministério da Cidadania, estarão contemplados os incisos III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Produto Contrapartida social: em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa no. 2/2019 do Ministério da Cidadania, estará contemplado o inciso VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.

Ficha técnica

Shirley Pais Savegnago – coordenadora geral - A rede Savegnago de Supermercados, com sede na cidade de Sertãozinho – SP e 44 lojas na região, conta com quase 9.000 colaboradores e tem uma preocupação com o social e o bem-estar de todos os seus funcionários e a população em geral. Neste contexto, vários projetos foram criados e liderados por Shirley Pais Savegnago que dedica todo seu tempo em prol das pessoas em situações de vulnerabilidade. Seu principal projeto foi encabeçar a criação da Instituição Aparecido Savegnago, em junho de 2008, da qual é presidente até hoje. A Instituição abriga atualmente a maioria dos projetos socioculturais idealizados por Shirley, com uma preocupação constante com o social sem esquecer a cultura, o meio ambiente e a educação.Luciana Rodrigues – coordenadora geral – psicóloga e bacharel em psicologia pela FFCLRP/USP (2008). Mestre em Ciências (área de concentração: Psicologia), pela FFCLRP/USP (2011). Participou do Programa de Capacitação de Gestão de Projetos Culturais e Empreendimentos Criativos, oferecido pelo Senac/DF e Ministério da Cultura (2013 a 2014). Foi coordenadora geral do?Sibipiruna – Pontão de Cultura de Ribeirão Preto, responsável pela gestão da Rede de Pontos de Cultura de Ribeirão Preto, em um convênio firmado entre Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto e Ministério da Cultura (2010 a 2013). É diretora administrativa e financeira da Alma – Academia Livre de Música e Artes, de Ribeirão Preto (desde 2014). Integra a equipe gestora e de coordenação de projetos contemplados em editais e leis de incentivo fiscal públicos, além de ser membro de bancas de seleção de projeto no Estado de São Paulo. Foi presidente do Conselho Municipal de Cultura de Ribeirão Preto, 2012 a 2014.Lucas Eduardo da Silva – coordenador artístico - Doutor em Artes - Musicologia - pela Universidade de São Paulo (ECA/USP, 2016). Mestre em Artes - Musicologia - pela Universidade de São Paulo (ECA/USP, 2011). Graduado em Música pela Universidade de São Paulo (ECA-USP Ribeirão Preto, 2006). Atualmente, trabalha como professor do curso de Licenciatura Plena em Música, da Universidade de Ribeirão Preto/UNAERP - Composição, Arranjo, Regência Coral, História e Filosofia da Música. Atua também como professor substituto na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Atua como coordenador artístico-pedagógico da Alma - Academia Livre de Música e Artes e Instituição Aparecido Savegnago, sendo um de seus idealizadores; é membro efetivo do grupo de pesquisa NAP - CIPEM na Universidade de São Paulo (FFCLRP/USP). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Educação Artística, atuando principalmente nos seguintes temas: História da Música, História da Arte, Estética Musical, Composição Musical, Arranjo e Regência. Apresenta-se como compositor, interprete ou regente sob o nome artístico de Lucas Galon.Adriana A. Ferreira Gundmann – coordenadora administrativa – Graduada em Administração de empresas pelo Centro Universitário Moura Lacerda de Ribeirão Preto/SP e em Serviço Social pela Faculdade Anhanguera/Uniderp – Sertãozinho/SP. Pós-graduação em Gestão das Políticas Sociais, pela Unip Ribeirão Preto e em Gestão estratégica de pessoas, pelo MBA FGV/COC Ribeirão Preto. Experiência profissional (mais de 25 anos) como secretária de diretoria, em empresas de médio porte, nos setores jurídico, saúde, alimentos e engenharia, na região de Sertãozinho. Atualmente participa do Conselho Municipal de Assistência Social e do Conselho Municipal de Saúde, ambos de Sertãozinho. É coordenadora administrativa da Instituição Aparecido Savegnago.Sara Cecília Cesca – coordenadora pedagógica - doutora e mestre em música pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), bacharel em música (violino) pela Universidade de São Paulo (ECA/USP) e licenciada em música pela Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp), sua pesquisa se concentra na área de música com ênfase em filosofia, educação musical e formação de educadores. Como docente, vem atuando no curso de Licenciatura em Música do Claretiano Centro Universitário (Ceuclar), na Escola Waldorf João Guimarães Rosa e na Academia Livre de Música e Artes (Alma) de Ribeirão Preto/SP. Ocupa, atualmente, a função de coordenadora pedagógica da Instituição Aparecido Savegnago. Desde 1999, vem desenvolvendo seu trabalho como educadora musical entre jovens e crianças. Pós-graduada em Arte e Educação e Tecnologias Contemporâneas pela Universidade Federal de Brasília (UNB), tem experiência em arte-educação com ênfase em música, estética, história da música, história da arte, ensino de violino para crianças (Filosofia Suzuki), atividades pedagógicas pautadas em princípios interdisciplinares e capacitação docente.Hugo Novaes Querino – professor de violino - bacharel em violino pela Faculdade Mozarteum de São Paulo, iniciou seus estudos musicais na igreja. Depois passou a estudar com Clemente Cappela; com Shanda Olandoski no DCMA de Guarulhos; com Cecília Guida na Escola Municipal de Música de São Paulo; com Paulo Paschoal no Instituto Baccarelli; Martim Tuksa; estudou também harmonia e contraponto com Olivier Toni; e atualmente recebeu orientações de Marcello Guershfeld. Fez masterclasses com Birgitta Winen, Yaakov Rubinstein, Grzgorz Kotow, Davi Graton, Betina Stegman, Cláudio Cruz, Emanuelle Baldini, Maria Vishyney, Nicolas Koeckert, Marcello Guershfeld e Simon Bernardini. Tocou na Orquestra Sinfônica Jovem de Guarulhos Orquestra Jovem Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra de Câmara da USP, Orquestra Sinfônica de Heliópolis e atualmente toca na Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. É professor de violino da Instituição Aparecido Savegnago de Sertãozinho.Ayala Carla de Sousa - professora de violino - bacharel em violino pela Universidade de São Paulo, professora e membro da Suzuki Asssociation Theacher of the Americas. Especialista em ensino coletivo infantil, sob orientação de renomados professores como Shinobu Saito e José Márcio Galvão. Participou de cursos ligados ao ensino entre eles Emile Jacques Dalcroze com o professor Iramar Eustachio Rodrigues. Participou do festival Música nas montanhas na cidade de Poços de Caldas nos anos de 2012 e 2016 tendo como professores Betina Stegman, Nelson Rios e Carmelo de los Santos. Atualmente ministra aulas no instituto Aparecido Savegnago na cidade de Sertãozinho, Academia livre de música e artes (Alma – Núcleo II) e no projeto Música-Criança em parceria com a Universidade de São Paulo (São Joaquim da Barra).Guilherme Carvalho Pereira – professor de viola e de prática de orquestra – possui graduação em Música - Bacharelado (Habilitação: Viola) pela Universidade Federal de Minas Gerais (2002) e mestrado em Música pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2018). Atualmente é músico - violista - da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, professor de viola da Academia Livre de Música e Artes e professor de viola e orquestra - Instituto Aparecido Savegnago. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Performance Musical e Pedagogia da Viola e do Violino e Ensino a Distância.Paula Naime – professora de flauta transversal - pianista e flautista formada pela ECA- USP de Ribeirão Preto, e pedagoga formada pela FFCLRP – USP de Ribeirão Preto. Tem formação de extensão universitária e pós gradação latu sensu nas áreas de alfabetização, letramento, música, artes e Libras pela Faculdade de Educação São Luís de Jaboticabal. É professora de flauta na Instituição Aparecido Savegnago em Sertãozinho, da ALMA núcleo 2 de São Joaquim da Barra e Guará, no Projeto USP Música Criança em São Joaquim da Barra e Guará, e de escolas particulares de música nas cidades de Ribeirão Preto e Franca. Membro da SAA-Suzuki Association of the Americas, atua na área pedagógica do ensino de flauta transversal e doce pelo método Suzuki.Igor Picchi Toledo – professor de clarinete e saxofone – iniciou seus estudos com 10 anos na Banda Municipal de Matão tocando saxofone e clarineta. Aos 13 anos, ingressou no Conservatório Dramático Musical de Tatuí ?Dr. Carlos de Campos?. É formado Bacharel em Clarinete pela USP-RP com premiação por melhor aluno e melhor nota do curso (Premio Olivier Toni). No inicio de 2012 e 2013, participou do Festival Internacional ?Fiato al Brasile I? / ?Fiato al Brasile II? em Faenza na Itália. Assistiu workshops, participou de oficinas e concertos com os músicos Gabriele Mirabassi, Sergio Burgani (OSESP), Ovanir Buosi (OSESP), Joel Barbosa (UFBA) e Silvio Zalambani (Conservatório ?A. Scontrino’ de Trapani – Itália). Foi durante 5 anos primeiro clarinetista na USP-Filarmônica e Mogiana Jazz Band, além de ser membro fundador do do Quinteto de Sopros Pau a Pique. Atualmente é professor de clarineta da Alma – Academia Livre de Música e Artes (em Ribeirão Preto, São Joaquim da Barra e Guará), no projeto USP - Música Criança em São Joaquim da Barra, e de clarineta e saxofone da Instituição Aparecido Savegnago, em Sertãozinho, e no Projeto a Arte de Dançar e Tocar em Serrana, além dos vários alunos particulares. No ano de 2014 estudou e aperfeiçoou-se como instrumentista na Musikhochschule da Westfälische Wilhelms-Universität em Münster na Alemanha.Luiz Fernando Teixeira Júnior – professor de percussão e bateria - iniciou seus estudos de percussão em aulas particulares com o professor Valdir Olesiak e paralelamente trabalhava como baterista em bandas locais. Posteriormente ingressou no curso de música na Universidade Federal de Santa Maria/RS, onde graduou-se, no ano de 1997, como bacharel em música na área de percussão sobre a orientação do Prof. Dr. Ney Rosauro e Prof. DR. Gilmar Goulart. Nessa mesma instituição, exerceu o cargo de professor substituto entre 2001 e 2002. É timpanista e percussionista da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto desde 2002, compositor e professor de percussão no Projeto Guri, da Instituição Aparecido Savegnago, Academia Livre de Música e Artes - Alma e professor de bateria na Escola Livre de Música ?Cromática?.José Mário Cezário Matsumoto – professor de trompa, trompete e trombone - trombonista, compositor e arranjador, formado em música pela ECA-USP-RP. Integrou diversas bandas e acompanhou alguns artistas como, Marco Matolli, Bebeto, Rappi´n Hood e o Mestre Wilson das Neves. Em 2016, foi compositor convidado no festival internacional Fiato al Brasile na Itália, para apresentar suas composições a frente da Big Band da Scuola di Música Gisseppe Sarti, na Cidade de Faenza (Itália). Atualmente diretor artístico e trombonista co-fundador da Banda Mogiana, Q. Jazz Quarteto, Bloco Tem Maia e Betrunkenband. Professor convidado de prática de repertório e arranjador da Big Boom Orchestra da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), professor de metais no Projeto Guri (Sertãozinho), professor de metais e regente de orquestra do projeto USP Música Criança (São Joaquim da Barra), professor de metais da Instituição Aparecido Savegnago de (Sertãozinho) e Academia Música e Artes de Ribeirão Preto (Alma), no qual é regente da banda sinfônica e do grupo de metais.Marcos Papa – professor de violão - bacharel em violão pela USP no campus de Ribeirão Preto, concluiu aperfeiçoamento em Prática Instrumental Avançada pela ?EMESP Tom Jobim?, em São Paulo, e estudou violão erudito e popular no Conservatório de Tatuí. Educador musical há mais de 20 anos, lecionou na Escola de Artes ?Francisco B. Marino? de Jaboticabal por 8 anos. Em 2006, mudou para Ribeirão, dedicando-se aos estudos, e desde então leciona nas escolas e projetos da cidade como o Projeto ?Kabuki?, Escola ?Cantabile?, Conservatório ?Arte e Som? e Escola ?Ad Libitum?. Desde 2000, trabalha com aulas particulares, sendo um dos focos a preparação para vestibulares de música em Universidades. Foi Gestor da área de Cordas Dedilhadas do ?Projeto Guri? na Região de Ribeirão Preto, no cargo de Supervisor Educacional, acompanhando 31 cidades da região com o suporte técnico e pedagógico. Atualmente, é professor de violão na Instituição Aparecido Savegnago, em Sertãozinho. Nas atividades artísticas, desenvolveu trabalho com artistas da cidade como duos com a flautista Lariça Teo, com o bandolinista Tiago Santos e atualmente com a cantora Claire Jézéquel, e tenor Jean William. É membro da ?La Musicale? - Orquesta e Voz e do Grupo ?ClarEtá?. Também foi membro da orquestra ?Violões e Cia? de Tatuí, participando da gravação do CD Carinhoso, participou de apresentações com a Orquestra USP Filarmônica e Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, apresentações em Sescs e no Projeto ?Amigos da Casa? do Theatro Pedro II.Edivaldo Prates de Abreu – professor de artes plásticas – formação: Artes Plásticas - Escola Panamericana de Arte. Cursos: Desenho Artístico, Aquarela e fotografia - Escola Bauhaus (Ribeirão Preto); Pintura Mural - Gilson Melo (Santos); Historia da Arte - Oficina das Artes (Jundiaí). Experiência Profissional, como artista: 38 exposições coletivas e individual (Brasil e Exterior); professor de Artes: oficinas e escolas de arte nas cidades de Sertãozinho, Orlândia, São Joaquin da Barra e Bebedouro, Estado de São Paulo.Juliana Damaris de Santana Paziani - professora de canto-coral – mestre em música pela Unesp (2015) com orientação da Prof. Dra. Marisa Trench de Oliveira Fonterrada. Possui graduação em Licenciatura em Educação Artística com Habilitação em Música pela Universidade de São Paulo - USP (2006). Como educadora musical, atua em curso de Graduação em Música, em escolas regulares, escolas livres de música, conservatórios, projeto socioculturais de Ribeirão Preto e região, tendo como área específica o Canto e o Canto Coral Infanto-Juvenil. Atualmente é Supervisora Educacional do Projeto Guri sendo responsável por mais de 25 cidades situadas na região de Ribeirão Preto. Tem vasta experiência com cursos de extensão e formação continuada de Professores das áreas de Música e Pedagogia.Thais Foresto – professora de teatro - bacharel em Artes Cênicas – 2007/2010 – Centro Universitário Barão de Mauá. Ribeirão Preto, SP. - Técnico em Música (Canto e violão) – 2011/2013 – Conservatório Arte & Som. Ribeirão Preto – SP. Experiência como docente: Professora de Teatro no Centro Educacional SESI 298, Ribeirão Preto, SP (2009, 2010). Arte-Educadora no projeto CUCA, Santa Cruz da Esperança – SP (2010). Arte-educadora e coordenadora pedagógica no projeto Sala de Teatro, Ribeirão Preto - SP (2011 a 2016), Instrutora de Teatro pelo Mais Educação na Escola Alpheu Dominiguetti, Ribeirão Preto – SP (2012, 2013) Instrutora de teatro no Projeto ?Arvoredo?, Ribeirão Preto – SP (2014), Arte-Educadora na Instituição Aparecido Savegnago, Sertãozinho - SP (2014 a 2017). Coordenadora pedagógica e Professora de Teatro na Casa Das Artes, Ribeirão preto – SP (2012 a 2017). Arte-Educadora no projeto ?Além das Paredes?, Ribeirão Preto – SP (2017). Ministrante de oficinas e workshops na área teatral, pelo país.Mariana Galon da Silva – professora de teoria musical - doutoranda em Educação pela UFSCar, Mestre em Educação pela UFSCar (2015), possui graduação em Licenciatura em Educação Artística com Habilitação em Música pela Universidade de São Paulo (2006) e é especialista em Arte e Educação e Tecnologias Contemporâneas pela Universidade Federal de Brasília (2013). Atuou como docente do curso de Artes Visuais da AFARP - UNIESP, educadora musical (violoncelo) do Projeto Guri e professora substituta do curso presencial de Licenciatura em Música da UFSCar. Atualmente é Tutora Virtual do curso de Educação Musical pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCar, docente e coordenadora do curso de Licenciatura em Música do Centro Universitário Claretiano e da pós-graduação em Educação Musical na mesma instituição.Adriano Santos – professor de dança - aluno do 6° Período de Educação Física (Centro Universitário Claretiano de Batatais, 2020). Iniciou seus estudos em Ballet Clássico no ano de 2004, na cidade de Sertãozinho/SP, o projeto municipal desta cidade. Em 2009, integrou o Projeto Social Municipal de Sertãozinho, atuou como bailarino e coreógrafo, ministrando aulas por 10 anos. No ano de 2013, consagrou-se bailarino profissional recebendo o DRT no. 0250-2013, pelo Sindicato da Dança. Tornou-se sócio e proprietário do Núcleo de Dança Wladimir Mendes e Adriano Santos, no ano de 2013. Participou de vários festivais nacionais e internacionais como, Olimpíadas Rio 2016, Festival de Dança de Joinville (2017), Encontro Internacional de Folclore (Suíça, 2018), Gynastrada Mundial na Áustria (2019). Atuou como bailarino na Reverie Cia de Dança, no ano de 2013, e circulou com o espetáculo Vórtice contemplado pelo ProAC/2012. Atualmente é coreógrafo da Entre Faces Cia de Dança de Sertãozinho. Coordenador do Projeto Municipal de Dança de Sertãozinho e professor da Instituição Aparecido Savegnago, também em Sertãozinho.Ana Paula Mucha – psicóloga – doutoranda e mestre em Psicologia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto – Universidade de São Paulo (FFCLRP-USP). Especialista em Psicoterapia de Orientação Psicanalítica com crianças, adolescentes e adultos pelo Curso Suad Haddade de Andrade. Especialista em Psicologia Clínica na Saúde Reprodutiva da Mulher pela Universidade de Campinas (UNICAMP). Graduada em Psicologia – Bacharelado, Licenciatura e Formação de Psicólogo pela Universidade Estadual Paulista, campus de Assis (UNESP). Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicologia Clínica e Social, nos seguintes temas: psicologia do desenvolvimento, desenvolvimento psicológico infantil, Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade, obesidade, saúde da criança e do adolescenteDaniela Cristina Merlo – professora do curso de Ética e Cidadania – psicóloga com ampla experiência em treinamentos e desenvolvimento de pessoas, atuante na área há 15 anos, trabalhando com grupos de crianças, adolescentes e adultos. Seguem alguns cursos dos quais participou para aperfeiçoar o seu trabalho: 1) Do palco à plateia: cultura e formação de crianças e adolescentes – FFCLRP/USP, 2019; 2) Gestão e liderança de equipes – FGV, Ribeirão Preto, 2019; 3) Palestra ?A arte de liderar: cinco competências essenciais? – Mário Sérgio Cortella – Ribeirão Preto, 2018; 4) Gestão de Pessoas, FAAP, Ribeirão Preto, 2011; 5) Psicologia Social de Grupos e Instituições – FFCLRP/USP, 2007. Atualmente, trabalha com grupos de crianças e adolescentes na Instituição Aparecido Savegnago, desde agosto de 2019, e na ADOT, desde 2011.Denise A. Ferezin Oliveira – assistente social – Bacharel em Serviço Social pela Unaerp – Ribeirão Preto (1986); Especialização em Serviço Social Psiquiátrico pelo Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto – HC/FMRP/USP (1991); Especialização em violência doméstica contra crianças e adolescentes; intervenção e pesquisa – USP/SP (1997); Especialização em Atendimento Sistêmico a Famílias e Redes Sociais pelo Instituto Famílie – Ribeirão Preto (2018); Formação em Perito Judicial (2020). Trabalhos como assistente social: APAE de Sertãozinho, no Ambulatório de Saúde Mental de Sertãozinho e na Empresa Usina Santo (por 23 anos). Participações no XII Congresso Brasileiro de Terapia Familiar – Gramado/RS (2016); XIII Congresso de Terapia Familiar – Rio de Janeiro/RJ (2018); 1o. Congresso de Serviço Social e Psicologia da Educação (online) (2021), entre outros.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2023-12-31
Locais de realização (2)
Ribeirão Preto São PauloSertãozinho São Paulo