| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 04600555000125 | SOCIEDADE REGIONAL DE ENSINO E SAUDE LTDA | 1900-01-01 | R$ 299,7 mil |
Como produto principal faremos a produção de um documentário em média metragem do gênero documental, com a duração de 60 minutos e formato de finalização em Full Hd. Esse filme visa mostrar a história da instituição Cândido Ferreira em Campinas, interior de São Paulo.Iremos contar a história desde sua fundação até os dias atuais, a partir de documentos históricos, jornais, matérias de televisão, depoimentos de pacientes, médicos e funcionários que revisitarão as instalações do antigo hospital psiquiátrico. Iremos abordar as mudanças ao longo dos anos, e a perspectiva de futuro mostrando os avanços no tratamento e nos cuidados com os usuários desse tipo de sistema de saúde. Serão apresentados ainda, o contexto do Serviço de Saúde, a inclusão social e cultural de pessoas com transtornos mentais. Como produto secundarioteremos cine-debates com estudantes e profissionais, e também as contrapartidas sociais.
Em um plano sequencia iremos percorrer um caminho por ruas próximas ao Cândido Ferreira, até chegar na entrada dele. Continuaremos adentrando pelas ruas internas da instituição até chegar na porta de entrada do prédio central. Uma dançarina de dança do ventre abrirá a porta do prédio e receberá essa visita. Então adentramos ao pátio principal do prédio central, pátio esse que foi habitado por ex-pacientes. Ali com muita alegria e cor, diversas dançarinas de dança do ventre aos poucos aparecem detrás das colunas, colorindo esse pátio que outrora trouxe tanta dor. O bailado é único, cada uma está dançando livremente. Essas dançarinas fazem parte de um projeto de dança da instituição que é aberto a comunidade. São aulas abertas para quem quiser participar. Todo tipo de gente, de classes sociais distintas, nível de letramento, mobilidade física, condição de autonomia, de saúde mental, intelectual e afetiva. Diversidade pura.Conforme passeamos por esse pátio, fotos antigas do mesmo lugar com pacientes serão mescladas com as dançarinas. Essas fotos são pretas e brancas, tristes, e ai já mostramos a diferença do passado para os dias de hoje do local, que sofreu uma grande reforma. Antes um local de dor e tristezas, um local sem cor e vida, agora colorido, vivo e pulsante. Vemos em letras garrafais o nome do documentário. Toda essa cena terá a trilha sonora será executada por um paciente do Cândido que é musico. Teremos então o inicio dos depoimentos de funcionários da instituição falando sobre como era a cidade de Campinas no inicio dos anos 20. Um panorama geral do local onde se encontra o Cândido, o antigo Arraial de Sousas e atual distrito. A história continua em ordem cronológica, falando sobre como eram tratados os doentes mentais na cidade, e a publicação de uma matéria em jornal pedindo a sociedade como um todo que olhassem para essas pessoas. A partir daí, uma comoção geral tomou a sociedade campineira, que se mobilizou pra angariar fundos para a construção de um hospital psiquiátrico, que na época era chamado de Sanatório. Através da senhora Sylvia Ferreira de Barros, que lutou com todas as suas forças para conseguir verbas com doações, feiras, jogos de futebol, venda de livros de receita, as obras se iniciaram em 1921. 3 anos depois era inaugurado o primeiro prédio do Sanatório Cândido Ferreira. Os depoimentos seguem, contando então as ampliações do prédio físico, de algumas curiosidades da época, e do dia a dia dos pacientes. Com uma espécie de guia andaremos por todas as partes do antigo Sanatório, hoje chamado Serviço de saúde. Conheceremos cada parte do local. As antigas alas femininas e masculinas, o pátio dos pelados, pátios de visitações, entre outros. Nessa parte do filme é destacado o tratamento que os pacientes recebiam na época, e as dificuldades que se tinha para tratar de pacientes com casos mais graves. Com o passar dos anos novos métodos de tratamento foram sendo descobertos, desenvolvidos através de pesquisas. Métodos esses que então eram aplicados in loco. Começam então alguns depoimentos de ex pacientes que eram internos do Cândido Ferreira. Mostraremos com esses depoimentos o quanto era difícil viver em tais condições, e como ao longo de décadas essas pessoas eram esquecidas por famílias e amigos. Histórias de pessoas que ficaram internadas por décadas. Iremos em ordem cronológica até o ano de 1990, quando foi instituída a reforma psiquiátrica. Novamente através de depoimentos de pessoas ligadas a política publica e a área de saúde mental, darão um panorama de como era na época o Sanatório, da degradação física e financeira que assolava a instituição. Dos maus tratos aos internos e as parcas condições em que viviam ali dentro, esquecidos. Com a reforma, o tratamentos aos internos melhorou muito, humanizando essa relação entre médico e paciente, entre enfermeiros e internos. Pessoas ligadas a área da saúde, em seus depoimentos explicam a origem da reforma, de onde surgiu essa ideia, de onde vieram as inspirações e sua implantação no Brasil e nos Hospitais psiquiátricos, em particular na cidade de Campinas e no Cândido Ferreira. Falam também da resistência aos novos métodos por antigos médicos que não acreditavam nessas mudanças. A partir daí, teremos depoimentos de ex-pacientes que ficaram internados por muitos anos e conseguiram reestruturar suas vidas fora dos muros do hospital psiquiátrico. Pacientes que trabalham hoje na instituição, que dão palestras sobre saúde mental pelo Brasil todo, pacientes que fazem cursos ministrados ali, onde outrora era um lugar de dor e sofrimento, pacientes que trabalham na radio da instituição, que escrevem poesias, que dão dicas de bem estar e de alimentação saudável. Pessoas que conseguiram superar a dor e o esquecimento e através do tratamento e da ajuda médica hoje tem uma vida normal. Pessoas que hoje trabalham no Cândido Ferreira apresentarão em seus depoimentos todos os mecanismos que hoje a instituição oferece. Quais tipos de ajuda as pessoas encontram em seus CAPS, moradias, oficinas, cursos entre outras atividades realizadas. Sempre lembrando de casos e de pessoas que passaram por ali ao longo das décadas. Histórias que viraram lendas. Casos que foram contados de geração para geração de médicos e funcionários. Por fim, depoimentos da diretoria mostrarão as mudanças sofridas nos dias de hoje, de como a instituição está se reinventando para permanecer como um aparelho público de ajuda a comunidade, dos desafios a serem enfrentados daqui para frente, de como a modernização é essencial, da entrada da tecnologia como uma ferramenta primordial para angariar fundos e manter a instituição ativa. Para as mudanças que o futuro aponta e o engajamento de todos que passaram por ali ou ainda frequentam o Cândido. Através dessas pessoas, como a senhora Sylvia é que o Cândido ultrapassará os 100 anos e seguirá se fortalecendo para os próximos 100.
Objetivo geral Produção de documentário de média metragem sobre a instituição de saúde Cândido Ferreira, sua história e contexto. Serão abordados temáticas relacionadas à inclusão social e cultural de pessoas com transtorno mentais, sua transformação ao longo dos anos até os dias atuais, apresentando ainda informações sobre as síndromes e transtornos mentais que acometem a população brasileira atualmente. Objetivos específicos -Produção de 01 documentário de média metragem -Disponibilizar, gratuitamente, na plataforma Youtube, 01 documentário para acesso ao público em geral -Proporcionar 20 exibições gratuitas e públicas em faculdades, escolas e/ou organizações da sociedade civil, com até 80 pessoas por turma por sessão -Proporcionar 20 cine debates gratuitos e públicos em faculdades, escolas e/ou organizações da sociedade civil, com até 80 pessoas por turma por sessão
Para produzir o roteiro de Cândido iremos entrevistar pessoas que já passaram pela instituição, ou ainda trabalham lá. Entre médicos, funcionários e pacientes, muitos deles ex internos, iremos conversar a respeito do dia a dia dentro dos muros do hospital. Através desses depoimentos iremos em ordem cronológica contar a história do Cândido Ferreira desde os primórdios. Iremos mostrar que através de e uma matéria de jornal denunciando os maus tratos a pessoas com transtornos mentais eram jogadas nos porões da cadeia pública municipal, a sociedade se mobilizou para erguer o que seria o Sanatório Doutor Cândido Ferreira. Essa linha do tempo que se inicia em 1917 seguira até 1990 será contada pelos depoimentos de Luiz Gasparin e Cleusa Pires, que são profundos conhecedores da história do Cândido. Durante essa parte do roteiro as perguntas serão sobre a história da construção, de como a senhora Sylvia consegui mobilizar a alta sociedade campineira e do que ela efetivamente realizou para arrecadar os fundos. As entrevistas nessa primeira parte serão voltadas a história da instituição. Os entrevistados responderão sobre como era o Cândido Ferreira antes da reforma psiquiátrica de 1990. O depoimento do Doutor Gastão Wagner, Gal Soares elucidarão a reforma. Todas as pessoas contarão suas visões de antes e do depois da reforma. Também contarão suas experiências dentro dos muros, e casos que tenham de alguma maneira marcado paras o bem ou para o mal sua passagem ali. Essa visão um pouco dolorida será o contraponto do roteiro com o que a instituição se tornou pós 1990. Depois iremos através de entrevistas com técnicos explicar o que foi a reforma de 1990, e o impacto direto no Cândido Ferreira. Através de entrevistas com os pacientes que ainda hoje utilizam o serviço de saúde, mostraremos como a vida dessas pessoas evoluiu. Então cada um falará o que usa no leque de opções existentes. Os depoimentos de toso os pacientes, Silvana Borges, Gildete Pereira, João Jordão, Rogério Pinheiro, Benedita Inácio e Silvio Melo reforçarão esse contra ponto com suas experiências individuais. Psicólogas que trabalham ou já trabalharam lá contarão em detalhes sobre esses serviços, como os CAPS, NOT, moradias, cursos, entre outras atividades realizadas dentro dos muros da instituição. Com os depoimentos de Gal Soares, Rosana Romanelli, Marcelo Pinta e João Jordão, profissionais que atuam ou já atuaram na instituição. Gostaríamos de compartilhar/apresentar para a sociedade que o serviço de saúde mudou ao longo das décadas, e para melhor. Que hoje é possível reintegrar pessoas com doenças mentais a sociedade, ao invés de tranca-las para sempre. Mostraremos que o Cândido Ferreira é uma referência mundial pela qualidade e diversificação de seus atendimentos. Essa apresentação da evolução de prontuários por exemplo será contada com o depoimento de Márcia Silva. Para isso utilizaremos todo material disponível na instituição. Desde livros de atas, passando por fotos originais, que compreendem desde os anos 20 até os dias atuais, atas de pacientes ao longo das décadas que estão nos arquivos da instituição, vídeos que o departamento e comunicação possui para podermos pesquisar as ações tomadas pelo poder público em relação à abertura dos portões e a derrubada simbólica dos muros por exemplo, imagens de arquivo dos eventos realizados dentro e fora do hospital, pesquisa nos arquivos de jornais na cidade de Campinas e São Paulo, mais precisamente o Estado de São Paulo, lugar onde a matéria foi publicada, livros caixas com números de arrecadações ao longo dos anos, livros que foram lançados falando sobre o hospital. Tudo isso em posse dos arquivos do Cândido Ferreira. Uma vasta pesquisa está sendo realizada no momento para embasar muito bem não só o projeto. Natureza da Proposta: Produção de documentário sobre transtornos mentais e inclusão socio-cultural dessas pessoas em nossa sociedade.- Documentar em vídeo a criação do Cândido Ferreira e suas diversas mudanças ao longo dos anos, é algo mais do que apenas registrar uma história; é também deixar um legado. Uma instituição de quase cem anos tem muitas histórias a serem contadas. Desde sua necessidade para a população, de como se deu a construção do prédio central e o impacto social que o surgimento de Cândido teve na sociedade da época. O crescimento material e pessoal. A mobilização de pessoas que realmente queriam fazer a diferença. A busca de sempre melhorar e humanizar o tratamento e a relação com os internos. Hoje o Cândido é referência mundial em tratamento de saúde mental. Por meio desse filme, muitas pessoas tomarão conhecimento de como essa instituição se modernizou, buscou e soube se reinventar ao longo dos anos. Sendo assim, é mais do que necessário que outras instituições de saúde mental tenham acesso a esse filme, para que possam de alguma maneira se espelhar ou se inspirar. Para que a sociedade tenha acesso a esse filme e perceba que a ajuda existe. Ela pode estar mais perto do que se imagina. Pois ele existe e vai continuar existindo com um único propósito; ajudar pessoas que acham não terem saída de seus problemas. Solicitamos o incentivo da Lei, devido ao cenário de escassez de recursos financeiros do nosso país, tendo em vista o momento de pandemia. Acreditamos que nosso projeto é de interesse público e visa levar a cultura cinematográfica, e o contexto da saúde mental em nosso país, também atingido pela pandemia. Referências: https://www.unifesp.br/reitoria/dci/noticias-anteriores-dci/item/4395-quais-os-principais-efeitos-da-pandemia-na-saude-mental http://saudedebate.com.br/noticias/saude-mental-preocupacao-durante-e-pos-pandemia-de-covid-19 https://jornaldebrasilia.com.br/saude/a-pandemia-de-saude-mental-apos-o-coronavirus-como-evitar/ https://candido.org.br/portal/ https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-12902009000200016 http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/310713 Atendimento ao Art. 1 da Lei 8313/91, princípios: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Atendimento ao Art. 3 da Lei 8313/91, itens: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;
IMPORTANTE: Apresentamos em anexo, a carta de anuência ao patrocínio ao projeto e, deste modo, não fizemos ajustes na planilha orçamentária.
O documentário de média metragem terá uma duração de 60 minutos. Classificação indicativa: 10 ANOS Exibição e cine-debates gratuitos Disponibilização do documentário na íntegra, gratuitamente, via Youtube.
Iremos disponibilizar o conteúdo total e na integra gratuitamente via youtube. Nessa plataforma qualquer pessoa que tenha um smartphone, um tablet ou um computador terá acesso ao filme. A fim de assegurar a acessibilidade e atender ao Art. 18 da IN 02/2019, adotaremos as medidas: Produção do documentário Acessibilidade Física: Rampas de acesso e sinalização; Acessibilidade de conteúdo: Intérprete de libras e legendagem descritiva/audiodescrição; Cine debates/Exibições gratuitas Acessibilidade Física: Rampas de acesso e sinalização; Acessibilidade de conteúdo: Intérprete de libras e legendagem descritiva/audiodescrição; Contrapartidas sociais Acessibilidade Física: Rampas de acesso e sinalização; Acessibilidade de conteúdo: Intérprete de libras e legendagem descritiva/audiodescrição;
Nosso objetivo principal é fomentar e difundir o acesso à cultura. Para tanto, o acesso ao evento, bem como todas as atividades oferecidas, será gratuito. Atendendo ao artigo 21, da IN 02/2019, adotaremos tais medidas: “III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Como citado acima e o produto final será disponibilizado via internet pelo youtube, dando assim a possibilidade de qualquer pessoa poder assistir onde e quando quiser. Também estará na página oficial do Cândido Ferreira para pacientes, colaboradores e todo o público, poderem assistir a rica história da instituição. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS A ação formativa cultural oferecida como CONTRAPARTIDA SOCIAL, em atendimento ao artigo 22 da IN nº 02/2019: Ressaltamos que a ação formativa é presencial e gratuita, e tem ligação direta com a linguagem principal do projeto (audiovisual/cinema) visando a conscientização para a importância da arte, cultural, inclusão social e cultural por intermédio do produto cultural do projeto. Como ação formativa, em atendimento a exigência de contrapartida social, para além das atividades que serão desenvolvidas no projeto, desenvolveremos uma atividade em especial, dedicada a atender a realidade da rede pública de ensino. Realizaremos sessão informativa especial – PALESTRA com profissional especializado: psicólogo, roteirista, diretor - presencial e gratuita, com foco em instruir, orientar e incentivar os alunos e professores da rede pública de ensino com atividades e discussão sobre a saúde mental e produção de audiovisual como ferramenta de inclusão sociocultural. CARGA HORÁRIA: 60 MINUTOS QUANTIDADE DE PÚBLICO: ATÉ 100 PESSOAS POR TURMA (5 turmas ou mais se houver demanda)
O proponente será o responsável pela gestão administrativa/técnico-financeira do projeto, acompanhando e coordenando todas as etapas e atividades junto à equipe de produção, sendo, portanto, o responsável pela gestão do projeto junto a Secretaria Especial da Cultura, prestadores de serviços, entre outros. O proponente poderá executar e prestar serviços remunerados dentro do projeto, de acordo com as boas práticas de governança e economicidade, e dentro do limite permitido, em itens como divulgação, produção de conteúdo, assessoria de imprensa e captação de recursos. Diretor Cinematográfico: Marcos De Vuono Formou-se em Artes Cênicas pelo Conservatório Carlos Gomes em Campinas-SP no ano de 2004. Em São Paulo participou como ator de diversos curta metragens e peças de teatro. Em 2009 como dramaturgo foi um dos três premiados pelo Premio Carlos Carvalho de Dramaturgia realizado pela prefeitura de Porto Alegre com o texto “Almas de vidro”, um monólogo que se passa na segunda guerra mundial. De volta a Campinas desenvolve seu primeiro roteiro de curta metragem, Inphernus, filme que também dirigiu. Esreveu e dirigiu o curta Voltas em 2017 e escreveu e dirigiu o longa metragem 4 Quartos. Atualmente trabalha em projetos de longa metragem para cinema e peças teatrais. Diretor de Fotografia: Ronaldo Santiago É formado em engenharia mecânica na Unicamp, com pós em Cinema e psicanálise. Fez a produção executiva, dirigiu, atuou e escreveu o roteiro dos seguintes filmes; O Oposto do Mal é o Belo - Longa-metragem documental, Pra Quem Tem Amigos – Curta-metragem, Papel da Infância – Curta-metragem. Como ator e iluminação participou do longa 4 Quartos, Fez a direção e a edição dos filmes Gota D’água – Curta-metragem. Somente edição do longa 4 Quartos e A Águia e o Pelicano – Curta-metragem.Foi assistente de direção nos filmes 4 Quartos – Longa-metragem e Espectro – Curta-metragem Diretor de Produção: Luh Chagas É atriz, produtora No mercado publicitário tem diversos trabalhos, e na TV, está em algumas dramaturgias da TV Sec21; no 1º episódio da série A Irmandade, da Netflix e na série Residência Médica da MedCel, além do piloto da série REALITY SHOW 365. Atuou, entre outros, nos filmes Pecado Vermelho; Posso Te Beijar?; GATILHOS; 32 POMONA; O Segundo Homem e no documentário O Oposto do Mal e o Belo – que fala sobre estupro. A atriz destaca sua atuação como protagonista em Recorrências; LUCI e Por Detrás dos Seus Olhos. È produtora no documentário PERTO DEMAIS, que trata do tema Bullying. Atualmente tem dois projetos em andamento: o longa O Ar Que A Gente Respira, onde assume as cadeiras de diretora de produção e figurinista, e a série Aventuras da Fé (AVF) – São Francisco de Assis, respondendo inicialmente pela coordenação de produção, e também produção de casting. Já fez produção de casting, direção de arte e figurino em projetos da Pearson Educacional e COLORGIN. Também fez produção de casting para a TVSec21. No cinema independente conta com trabalhos como figurinista; direção e assistência de arte (Perdoe-me em Nome do Amor/4Quartos/O Oposto Do Mal é o Belo/O Fim de um Sonho/Pecado Vermelho/The Writer/Reality Show 365/Karsmênia/Como Tudo Deve Ser/Sophia/O PODER). Na área de figurino, fez cursos com a conhecida figurinista Alice Alves. Produtor Executivo: Renata Sunega Formada em Arquitetura e Urbanismo, com mestrado em História da Arte pela Unicamp. Atua há mais de 11 anos na área cultural tendo coordenado atividades culturais nos museus municipais de Campinas, quando ocupou o cargo de Coordenadora de Extensão Cultural da Secretaria de Cultura de Campinas, e Cursos e Concursos, entre eles “Ação Educativa nos Museus” e os Concursos “ Memorial Cultural Carlos Gomes” e XIV Salão de Arte Contemporânea de Campinas. Ministrou aulas nos módulos "História da Arte Moderna e Contemporânea” no projeto TEIA DO SABER – Programa de Formação Continuada e "Cidadania e Patrimônio/Cidadania e Natureza” no projeto Curso de Especialização Lato Sensu em Ciências Humanas. Trabalhou na curadoria das exposições “Memória e Altar” no Espaço CPFL Cultura e “Gênese e Celebração” na Pinacoteca do Estado de São Paulo. Na área de Audiovisual trabalhou na produção executiva de filmagem do longa metragem “O Crime da Cabra” com Lima Duarte, Arlete Sales, Laura Cardoso e grande elenco (2017) Responsável pelo roteiro e produção da animação “Peripécias de uma Rainha entediada” selecionada no FICC - Fundo de Investimentos Culturais de Campinas Responsável pelo projeto “Rabisco”, selecionado no Concurso para Bolsa de incentivo à criação literária no Estado de São Paulo . Coordena desde 2015 o projeto "Histórias e Imagens: A Rainha entediada", que trabalha a literatura e as artes visuais com crianças, prioritariamente, de escolas públicas e entidades de acolhimento.
Prestação de Contas Aprovada de acordo com o RELATÓRIO EXECUTIVO DE AVALIAÇÃO DE RESULTADOS Nº 195/2024/CATE/SGPTC/SE/MINC (SEI nº1720588).