| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 581,0 mil |
| 01329144000159 | COBA CONSULTORES PARA OBRAS BARRAGENS E PLANEJAMENTO LTDA | 1900-01-01 | R$ 18,4 mil |
Trata-se de um documentário de 70 minutos em Full HD, que irá estabelecer uma ponte cultural entre África e Brasil. O documentário será produzido através da abordagem das semelhanças culturais - ' de onde eu vim e para onde eu vou'. O documentário será realizado a partir de dez encontros entre um artista e/ou pensador africano e um artista e/ou pensador afro-brasileiro - Contaremos histórias através das músicas, através de conversas, através da arte, através do empreendadorismo e do ativismo, para que se faça entender a épica jornada do homem que saiu da África. Iremos focar na extraordinária contribuição desse continente: dos mitos às religiões, das pinturas na pele aos cosméticos, dos atabaques às pick-ups, das danças tribais ao mundo pop. Em tudo no planeta, hoje tem um pedaço da África. Os encontros vão acontecer em formato de live, com uma estética afropop.Imagens e sons vão acompanhar as narrativas.
O intuito é celebrar a África como berço da humanidade e criar um espaço para os dez encontros para que se faça entender a contribuição do continente africano na cultura brasileira e mundial. Um documentário com caraterísticas afrofuturistas onde será trazido um movimento estético, social e cultural, combinando elementos atuais com história, fantasia e temáticas africanas com o objetivo de retratar o passado, o presente e o futuro. Vamos fazer entender a épica jornada do homem que saiu da África, sua caminhada e influencias pelo mundo e projetar o futuro com esses elementos. Vamos mostrar a extraordinária contribuição desse continente, dos mitos às crenças, das pinturas na pele aos cosméticos, dos atabaques às pick-ups, das danças tribais ao mundo pop - Em tudo no planeta, hoje tem um pedaço da África e sua projeção para o futuro. Os encontros vão acontecer em formato de live, com uma estética afropop. Imagens e sons vão acompanhar as narrativas. Cada um em seu habitat vão cruzar pensamentos, músicas, arte, hábitos e formas de expressão. Discutir as transformações e as mutações culturais, através do lema ‘de onde eu vim e para onde eu vou’ - questões presentes na vida cotidiana, acessando o passado, visitando o futuro e indo além. OS 10 ENCONTROS: SHO MADZOJI x KAROL CONKÁ - duas famosas rappers, compositoras e ícones da moda para cruzar os elementos urbanos presentes na África do Sul e no Brasil. Vamos trazer para discussão o sinônimo da identidade do cabelo, com referências ao passado, presente e futuro. O quebra-cabeça psicológico em relação à imagem, auto-estima e herança. Vamos abrir os armários de ambos os lados para o empoderamento do estilo urbano e falar da moda no futuro. Haverá ainda o encontro musical do rap feminino com as batidas de gqom (África do Sul) e do dance/pop brasileiro. ANGELIQUE KIDJO x MARIENNE DE CASTRO - duas cantoras de cultura iorubá nos trazem os elementos culturais de convergência do Benin e do Recôncavo Baiano. Um encontro musical de duas grandes vozes, duas grandes mulheres, misturando ritmos e mitos. Música que saiu da África, chegou ao Brasil e eventualmente volta para a África, nesse vai-e-vem.A imagem será composta por tecidos africanos, o uso de turbantes, a coroa e o empoderamento feminino. LIA DE IATAMARACÁ x BATUKADEIRAS FIDJUS SANTO AMARO - Juntar as forças femininas de Pernambuco e Cabo Verde, mais precisamente a Ciranda e o Batuko, duas tradições femininas que se expressam através da dança e da música. A Ciranda é um tipo de dança e música da Ilha de Itamaracá em Pernambuco, que foi cultuada pelas mulheres dos pescadores. O Batuko se expressa como uma literatura de resistência e de preservação das práticas das mulheres em Cabo Verde. Neste encontro vamos juntar as forças femininas, aqui tão bem representadas, para que elas se expressem através da dança e da música, mostrando a resistência feminina através das tradições seculares de dois países colonizados e sua projeçnao para o futuro. MARTINHO DA VILA x BONGA - O encontro do semba e do samba, através de dois grandes mestres do Brasil e de Angola. A música e a dança que os escravos vindos de Angola trouxeram para o Brasil deu origem ao nosso samba que por sua vez se ramificou em várias vertentes. Martinho irá falar sobre suas viagens a Angola desde os anos 70, a busca pela sua ancestralidade e pelos ritmos angolanos. Bonga falará sobre a influencia de sua música no mundo e no Brasil. As duas vozes irão se juntar para interpretar o semba e o samba. DINO SANTIAGO x EMICIDA - duas vozes do rap e do novo pensamento de Cabo Verde e Brasil. O assunto dá pano para manga, mas os dois rappers, de dois países colonizados pelos portugueses, vão discutir na palavra e no rap, as conquistas, os espaços a serem ocupados, a luta anti-racista e o afrofuturismo. AKON x CARLINHOS BROWN Encontro de dois ícones da música US/Senegal e Brasil que usaram do rótulo de celebridades para ajudar pessoas e levar melhores condições a lugares necessitados e para praticar o ativismo social. As cidades que gostariam de construir. O afrofuturismo com a arte, a música e a tecnologia. ANGELA DAVIS x DJAMILA RIBEIRO encontro de duas ativistas filósofas e escritoras que dedicam suas vidas à luta contra o racismo. O diálogo será voltado ao racismo dos dois países – Estados Unidos e Brasil no passado, no presente e na projeção para o futuro na visão dessas ativistas. PAULINA CHIZIANE x CONCEIÇÃO EVARISTO - Encontro de duas escritoras de Moçambique e Brasil, pós-modernistas, que sofreram opressões e discriminações. O diálogo será voltado à literatura e ao imaginário dessas duas escritoras. Como elas se expressam e como influenciam outras mulheres e como olham o futuro. CRIOLA x DIEYNABA SIDIBEi - A arte de rua saída das periferias urbanas na visão feminina de duas artistas de graffiti do Brasil e do Senegal. Um diálogo de arte urbana. A expressão feminina nas paredes das ruas. Como a arte contribui para dar voz à mulher africana e afro-brasileira. o imaginário da arte afrofuturista. (estes 9 encontros irão acontecer em formato lives, cada um no seu espaçõ e será filmado via remota. ÚLTIMO ENCONTRO -Da ancestralidade africana fincada na oralidade dos griôs - tradição secular que consiste no compartilhamento de histórias, conhecimentos ou tradições de um determinado povo - à poesia slam - a nova geração de poetas declamadores que usam o verso como instrumento de enfrentamento diário. Neste último episódio teremos uma viagem ao Senegal (Dakar) para entrevistar os griôs que ainda usam esta oralidade e uma viagem às periferias de Recife e Belo Horizonte para entrevistar os novos poetas de slam. Mostrar a ancestralidade africana com a poesia das periferias, migrações e ativismo. O passado e o futuro onde se usa a oralida como forma de expressão. O documentário terá como base uma visão que vem do passado e vai para o futuro e se dará de forma a fazer entender que ao olharmos o passado poderemos tecer com mais responsabilidade nosso futuro. Censura : livre
Objetivo Geral Produzir um documentário média metragem que crie uma oportunidade para discutirmos as transformações e as mutações culturais, através do lema ‘de onde eu vim e para onde eu vou’. Cada um em seu habitat os participantes irão cruzar pensamentos, músicas, arte, hábitos e formas de expressão, de forma a se entender a jornada do homem que saiu da África e a influência do continente na nossa cultura. Objetivo Específico O projeto vai realizar: 1) Um documentário média-metragem de 70 min de duração; 2) 10 programas de web, em formato live, que serão gerados de cada encontro proposto proposto formando assim o documentário de média metragem; ) Exposição de arte e ainda • Devolver aos brasileiros o orgulho pelo patrimônio africano; • Mostrar a diversidade cultural e contribuir para a pacificação e reconstrução de nossos laços, promovendo encontros que discutam questões presentes em nossos cotidianos, acessando o passado, visitando o futuro e indo além... 5) Dar acesso gratuito a todos para que possam vivenciar esta experiência
Nunca é de mais lembrar que, para os brasileiros, aproximar-se da África é uma forma de aproximar-se de si mesmos, conhecer-se melhor e de maneira mais profunda. Usamos o sentimento de gratidão pela via do reconhecimento e o reconhecimento pela via da gratidão. Através do documentário a ser produzido, celebraremos a África como berço da humanidade, criando um espaço permanente de encontros entre artistas, pensadores e músicos das diásporas africanas espalhadas pelo mundo. Ao realizarmos o documentário Retratos da África, reconheceremos a importância do Brasil como centro de produção da cultura de matriz africana. E ainda, insistindo na idéia que a África e suas diásporas têm hoje uma presença global com o encontro de culturas que se espalhou pelo mundo. O projeto se enquadra no inciso do Art. 1º da Lei n° 8.313/91: IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;, e, no objetivo do Art. 3 II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;
Contrapartida Social Em cumprimento ao art. 22 da In 02/2019, informamos que o projeto oferecerá como ação formativa Cultural, em sua Contrapartida Social, bate-papo presencial e gratuito, com a Diretora Artística, Connie Lopes, sobre a influência cultural da África no Brasil e sobre a África contempôranea, apresentando parte dos encontros com comentários, perguntas e respostas, objetivando o estímulo ao aprendizado sobre o universo artístico afro brasileiro através do projeto.Será um encontros em escola pública da Zona Norte do Rio, para alunos e professores, sendo previsto o acesso de 200 (10% do público previsto ao projeto) beneficiários entre alunos e professores de qualquer nível. A atividade terá uma carga horária de 8 horas (4 turmas com 2 horas de aula em cada) Esta ação não terá custos, será viabilizada através de trabalho voluntário de equipe e da proponente.
A duração do documentário é de 70 minutos. Todo o material será produzido em digital. Filmaremos os encontros através de zoom, embora com uma equipe contratada em cada local em que os artistas se encontram. Cada encontro na integra dará origem a um programa na web. A direção se dará remota, salvo no Senagal com os griôs e em Belo Horizonte e Recife com os poetas de slam aonde será necessário nosso diretor e equipe de produção estarem presentes. queremos aproveitar a presença para gravar mais cenas do cotidiano africano no Senegal. Em cumprimento ao art. 22 da In 02/2019, informamos que o projeto oferecerá como ação formativa Cultural, em sua Contrapartida Social, bate-papo presencial e gratuito, com a Diretora Artística, Connie Lopes, sobre a influência cultural da África no Brasil e sobre a África contempôranea, apresentando parte dos encontros com comentários, perguntas e respostas, objetivando o estímulo ao aprendizado sobre o universo artístico afro brasileiro através do projeto.Será um encontros em escola pública da Zona Norte do Rio, para alunos e professores, sendo previsto o acesso de 200 (10% do público previsto ao projeto) beneficiários entre alunos e professores de qualquer nível. Esta ação não terá custos, será viabilizada através de trabalho voluntário de equipe e da proponente.
o documentário dará acesso a portadores de deficiência auditivas: legendagem descritiva das cenas e legendagem de todas as falas e cantos, em língua portuguesa assim como Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS o documentário também dará acesso a portadores de deficiências visuai, intelectual, dislexia e idosos através de Audiodescrição ou seja uma faixa narrativa adicional, através de descricão em fala narrativa de todas as imagens que não tiverem som ou fala e leitura de créditos e apresentações escritas.
O Produto Principal - será disponibilizado no canal Youtube TRACE ( um canal dedicado à cultura negra) para dar acesso ao público em geral, sem qualquer restrição. O canal Trace vai gerar mídia para todo o projeto. as dez séries serão lançadas no canal fechado TRACE TV por um periodo de 90 dias e depois também serão disponibilizadas pelo canal TRACE Youtube, sem qualquer restrição. Em conformidade com o art.21 da IN 02/2019, infomamos que o projeto em todos os seus produtos cumprirá, como forma de democratização de acesso, o inciso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e ofcinas. Será realizada uma exposição gratuita, com aproximadamente 15 fotografias dos bastidores do processo criativo ampliadas , em local a ser definido, na cidade do Rio de Janeiro. Desta forma, o conteúdo do projeto poderá ser visto por mais pessoas, levando cultura e arte para a população.
Produção executiva do projeto, concepção e roteiro : Natasha Artes (nome fantasia da proponente) , através de sua sócia Conceição Lopes, nas artes Connie Lopes. Caberá à empresa e à sócia majoritária a concepção do projeto, o roteiro e a produção executiva. Connie Lopes é uma autodidáta em cultura africana, desde 2006 à frente da editora de Livros Lingua Geral, a qual se dedicava à publicação de autores africanos de língua portuguesa, começou a viajar pela África se impregnando com essa cultura. Em 2009 deu inicio ao festival de cultura negra Back2Black Festival o qual teve 9 edições no Rio de Janeiro e uma em Londres em 2012. Em seu curriculo tem participação na produção dois longas metragens "Lisbela e O Prisioneiro"(200) dirigo por Guel Arraes, "O Meu Tio Matou um Cara"(2004) dirigido por Jorge Furtado. Produção executiva do documentário "Lygia Clark em Nova York"(2015), dirigido por Daniela Thomas e vários video clips e DVDs musicais. Diretor de filmagem e fotografia : João Wainer - Diretor de cinema e fotógrafo premiado Dirigiu os documentarios “JUNHO – O mês que abalou o Brasil” distribuído pela O2 Play, “PIXO” sobre o fenomêno da pixação em São Paulo, em parceria com a Fondatión Cartier em Paris, série de 8 episódios “Linhas Tortas” também para Academia de Filmes, sobre carreiras interrompidas de jogadores de futebol. O documentário para Spotfy “Derrubando Muros, Expandindo Horizontes”sobre o rapper Gabriel Pensador, que fez parte da série “Spotify PostDocs”. Dirigiu videoclipes para artistas como Emicida, Mano Brown, Ana Cañas, MV Bill, Rappin Hood, Dexter, entre outros. DVD da Mart'nália em África gravado em Angola e Moçambique. dirigiu também “12 de Novembro” um dos episódios da série “Espírito da Luta” sobre as origens do UFC para Academia de Filmes. O documentário foi lançado em mais de 100 países no canal “UFC Fight Pass”. Designer gráfico - RICO LINS - Designer, diretor de arte, ilustrador e educador, Rico Lins acumula extensa carreira de atividades profissionais e didáticas para instituições e empresas de destaque, tanto no cenário brasileiro como internacional. Atuou no Back2Black de 2011 a 2019 Tem artigos e portfólio publicados nas principais revistas e livros especializados internacionais e há obras suas nas coleções permanentes de instituições como o Musée d’Histoire Contemporaine, Musée de l’Affiche et de La Publicité e Bibliothèque Nationale Française, em Paris, o Pôle Graphique de Chaumont, o Sttatliches Museum für Angewandte Kunst, em Munique, e o Museu de Arte Contemporânea de São Paulo Participantes (elenco) : SHO MADZOJI - Rapper sul africana, compositora e ícone vibrante da moda que, com apenas 28 anos, já é um fenómeno internacional. KAROL CONKÁ Rapper, compositora, apresentadora de TV e modelo, é uma das maiores vozes do hip hop brasileiro. Foi laureada com vários prêmios e tem mais de 1 milhão de seguidores nas redes sociais. ANGELIQUE KIDJO – cantora nascida no Benim é hoje o maior nome da música africana no mundo. Ganhadora de 3 Grammys, já gravou e se apresentou com grandes nomes da música internacional como Carlos Santana, Bono Vox e Peter Gabriel. MARIENNE DE CASTRO – Cantora, compositora, instrumentista e dançarina baiana mistura em sua música samba de roda e ritmos do maracatu. Forte presença cênica, ficou muito lembrada quando cantou no encerramento dos Jogos Olímpicos no apagar da tocha. LIA DE IATAMARACÁ – Reconhecida como patrimônio cultural de Pernambuco, a rainha da ciranda leva a cultura popular pelo mundo e cada vez está mais reconhecida entre os jovens.A Ciranda é um tipo de dança e música da Ilha de Itamaracá em Pernambuco, cultuada pelas mulheres dos pescadores. BATUKADEIRAS FIDJUS SANTO AMARO - o Batuko se expressa como uma literatura de resistência e de preservação das práticas das mulheres em Cabo Verde. Este grupo de mulheres da Ilha de Santiago em Cabo Verde representa essa força feminina. MARTINHO DA VILA – Mestre do samba carioca, cantor, compositor e escritor dispensa mais apresentações. BONGA - Mestre do semba, ritmo angolano que se popularizou a partir dos anos 50, lançou 32 álbuns e seu talento é muito reconhecido em toda a Europa. DINO SANTIAGO – apesar de ter nascido em Portugal se considera cabo-verdiano. Foi lá que pegou as raízes de sua música que mistura os ritmos das ilhas com batidas eletrônicas. Recentemente ficou conhecido por ter sido responsável de ter introduzido a música de Cabo Verde à cantora Madonna com quem vem fazendo algumas participações. EMICIDA – um dos mais respeitados MCs do Brasil, o paulista Emicida se tornou uma das maiores vozes do hip hop brasileiro. AKON - cantor, ator, filantropo, compositor e produtor musical senegalês/norte americano de muitos sucessos dedica-se atualmente a construir uma cidade futurista em Dakar CARLINHOS BROWN – cantor, compositor, multi instrumentista e agitador cultural tem em seu currículo diversas iniciativas sociais e culturais. ANGELA DAVIS – Professora, ativista e filosofa ficou conhecida por sua militância pelos direitos das mulheres e contra a discriminação social e racial nos anos 70. DJAMILA RIBEIRO – jornalista, feminista e filósofa vem se destacando pelo seu ativismo na internet pela diversidade e anti-racismo. PAULINA CHIZIANE – escritora feminista moçambicana que através de seus romances encoraja as mulheres de sua terra. CONCEIÇÃO EVARISTO – Romancista, contista e poeta mineira é um grande expoente da literatura contemporânea. Seus textos, misturando realidade e ficção, denunciam opressões raciais e de gênero. Vencedora do prêmio Jabuti em 2015. CRIOLA – Artista mineira de graffiti registra em traços e cores os símbolos da resistência da mulher negra na pintura de grandes murais. DIEYNABA SIDIBEI – artista senegalesa foi a primeira mulher na África na arte do graffiti e usa sua arte para promover o direito das mulheres
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.