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PRONAC 205239Arquivado a pedido proponenteMecenato

Deus não dá asas à cobra

LEON DE MELLO BARBERO 41124412824
Solicitado
R$ 104,2 mil
Aprovado
R$ 104,2 mil
Captado
R$ 30,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

28.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Produção de conteúdo audiovisual de curta metragem
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2022-04-29
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

"Deus não dá asas à cobra" é o projeto de um curta-metragem de ficção, com duração prevista de 15 minutos, sonorizado e em cores, filmado em digital e finalizado em HD. A trama acompanha Amélia, 45 anos, que passa seus dias cozinhando para vender marmita aos fiéis que se reúnem para uma procissão enquanto cuida de seu marido doente. Em meio à rotina e ao abandono do homem ingrato, Amélia encontra e mata uma cobra com asas. Sem saber o que fazer, guarda o animal com os alimentos congelados. Após sucessivos destratos do enfermo que só parece piorar, a mulher resolve tomar uma atitude e decide cozinhar o animal para servi-lo ao marido.

Sinopse

Título: Deus não dá asas à cobra; Ficção, 15 minutos; Formato: HD; Classificação Indicativa: 16 anos. Sinopse da narrativa: Amélia, 45 anos, trabalha cozinhando para fora e assim consegue sustentar a si mesma e seu marido Cláudio, 55 anos, homem doente que nunca sai da cama. Ele tem verdadeiro vício em programas de jogos na TV e mal se comunica com a mulher. Um dia, ao mexer na dispensa de sua casa, Amélia se depara com uma cobra com asas e a mata por impulso. Cláudio começa a ser cada vez mais ignorante com a mulher, deixando Amélia mais incomodada, beirando a fúria em um dia que o vício de jogos na TV faz com que a conta de telefone venha absurdamente alta. Ela decide colocar no preparo da comida do marido a cobra que havia guardado e o resultado é inusitado: ele melhora instantaneamente e, depois de uma noite de sexo, ela perde pela primeira vez a hora de seus afazeres. Ao acordar, se depara com o caos instaurado na cozinha: Cláudio resolveu exercer seu ofício de fazer velas e deixou a cozinha um caos. Ao retornar da rua, Cláudio está em êxtase por ter vendido todas as velas enquanto Amélia ferve de raiva pelas longas horas limpando a cozinha. Ele agarra a mulher a força e ela, ao resistir, vê, de relance, uma língua de cobra saindo da boca de seu marido. Assustada, acaba matando o homem com o martelo de carne. Amélia oculta o corpo o soterrando em velas e queima todo o conjunto. O calor a deixa em mal-estar e algo acontece em seu organismo: Amélia bota um ovo e desmaia. Ao acordar, ainda tonta, constata que o ovo é real e tenta, primeiro sem sucesso, ver o que há no interior. Após, com ajuda de uma vela, consegue atestar que há um embrião de cobra em desenvolvimento. Ela decide destruir o ovo, mas vacila por um instante e, quando percebe, é tarde demais: o ovo já se encontra vazio. No céu, uma cobra alada jovem se junta a uma revoada de outras cobras aladas que se afastam no horizonte.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: O objetivo do projeto é a realização, incluindo as fases de pré-produção, produção e pós-produção, do filme "Deus não dá Asas à Cobra", um curta-metragem de ficção de 15 minutos de duração. OBJETIVO ESPECÍFICOS: Completadas as etapas acimas descritas e com o produto final - o curta-metragem"Deus não dá Asas à Cobra" - em mãos, iremos submeter a obra para festivais, mostras e eventos do audiovisual mediante inscrição (a inscrição não resulta, obrigaotoriamente, na exibição do filme, tendo em vista que a obra precisa ser selecionada pelos festivais, mostras e eventos para tanto). Em uma segunda etapa iremos submeter o filme para canais a cabo, VOD e sites especializados no formato curta-metragem, bem como enviá-lo (através de link online, estimando até 30 envios) à instituições de ensino ou voltadas ao acesso à cultura em geral, bem como a ONGS ou programas de cinema itinerante. E, por fim, oferecer o filme, integral e gratuitamente, pela internet através das plataformas Vimeo e Youtube (estimando um público de 10.000 pessoas/vizualizações).

Justificativa

O realismo mágico é um gênero tipicamente latino-americano que lida com elementos do surrealismo e do reino do absurdo inseridos no cotidiano. É uma corrente que traz à frente aquilo que vem do inconsciente, do instinto e do desejo. O projeto "Deus não dá asas à cobra" lida, desde seu título, com esse absurdo. A cobra alada é, portanto, uma expressão do impossível, gerando assim diversos significados. Funciona, dessa forma, como impulsor para que o espectador aja como o agente significante a partir do seu próprio absurdo, possibilitando possíveis projeções individuais como também projeções coletivas. A fusão de figuras distintas como gênese de um ser mágico, do reino do impossível, configura um tema central das obras míticas da antiguidade. Em "Deus não dá asas à cobra", trouxemos símbolos arquetípicos próprios de histórias conhecidas da mitologia grega justamente como objetivo de reforçar essa intencionalidade do projeto. Não é à toa que essas mesmas histórias servem de combustível para projeções coletivas e individuais e, também, como nomenclatura e estudo de caso para os principais tópicos da psicanálise, a ciência que nasceu da interpretação dos sonhos, do surreal, para compreender a mente humana. Todavia, "Deus não dá asas à cobra" pode contar com objetos do absurdo e dos sonhos, mas sua trama é calcada em uma estrutura clássica. Não se trata de um filme experimental e é nessa chave sequencial e lógica que o roteiro se desenrola. Permite, assim, a liberação do potencial que o projeto tem para a projeção individual e ativa do espectador. Assim como acontece com a nossa protagonista Amélia, uma mulher que reage frente aos absurdos que a afligem, pretendemos que seja com o espectador do nosso projeto. O curta-metragem "Deus não dá asas à cobra" enquadra-se no mecanismo de incentivo a projetos culturais, especificamente nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: "Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País." É um projeto que versa sobre um universo exclusivamente brasileiro, de seu povo e costumes e que busca, conjuntamente à influências do mundo clássico e de outras culturas, uma reflexão tipicamente nacional que estimule o espectador de nosso país. Quanto ao Art. 3° da referida norma, o projeto enquadra-se no item "a" do inciso II: "Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural." Especificamente, "Deus não dá asas à cobra" é uma obra cinematográfica de curta-metragem.

Estratégia de execução

No documento "INFORMAÇÕES ADICIONAIS", que será anexado ao projeto, encontra-se, na seguinte ordem: - Proposta de direção; - Perfil das principais personagens; - Projeto pedagógico da ação formativa cultural obrigatória; - Listas ilustrativas de equipamentos (complementar ao orçamento); - Termo de Compromisso Covid-19.

Especificação técnica

Curta-metragem filmado em digital e finalizado em HD, masterizado em formato DCP para exibição em salas de cinema e H.264 para exibição em canais digitais.

Acessibilidade

Instrução Normativa MC Nº 2 DE 23/04/2019Art. 18. As propostas culturais apresentadas ao mecanismo de incentivo a projetos culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. § 1º Havendo custos com as ações de acessibilidade, estes devem estar previstos no orçamento analítico do projeto. § 2º O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto deverá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade, quando adotadas para o produto. Em virtude do Art. 18 da Instrução Normativa MC Nº 2 DE 23/04/2019, “Deus não dá asas à cobra” realizará: 1 -a gravação de audiodescrição, com vista para o acesso para deficientes visuais; 2- legendagem descritiva, com vista para o acesso para deficientes auditivos. 3-gravação de intérprete de LIBRAS. Ainda, todo material de divulgação do projeto irá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas.

Democratização do acesso

“Deus não dá asas à cobra” pretende ter como público-alvo maiores de 16 anos devido à classificação indicativa e aos temas retratados. Grande parte do público mais aberto a formatos e estilos não-tradicionais de cinema se concentra em até 35 anos de idade, mas a natureza das personagens e o espaço em que habitam podem ajudar na comunicação com uma faixa etária acima dos 35 anos. Como versa sobre um universo particular às classes mais baixas, pode abrir um diálogo com esse público de maneira não-restritiva. Apesar do tom de realismo mágico, a estrutura de roteiro é clássica e o projeto não se enquadra como experimental, permitindo, por consequência, um maior escopo de possíveis espectadores. Todavia, temos como prioridade a exibição em festivais, mostras e eventos de curta-metragem e, portanto, ao público acostumado a esses espaços. Dessa forma, o intento é disponibilizar a obra para o escrutínio da crítica especializada e de cinéfilos em geral. Como se trata de um filme quase que inteiro sem diálogos, pretendemos ter uma fácil inserção em festivais e mercados no exterior, especialmente festivais e mostras dedicados ao cinema fantástico, levando assim um produto tipicamente brasileiro de temática regionalista para outras regiões do mundo. Após completar um período exclusivo para o circuito de festivais, pretendemos oferecer o filme para canais a cabo de televisão, canais VOD e de Internet especializados no formato. Se utilizando, em uma etapa final, da democratização da rede para oferecer o filme integral e gratuitamente para o maior número possível de espectadores através das plataformas Vimeo e Youtube. Além da supracitada exibição pela internet após o circuito de festivais, pretende-se o envio do curta-metragem de maneira gratuita (através de link online) à instituições de ensino ou voltadas ao acesso à cultura em geral, bem como a ONGS ou programas de cinema itinerante que possam levar o filme para regiões e comunidades mais carentes. Ainda, como contrapartida social, realizaremos a seguinte atividade de maneira gratuita para até 100 pessoas, sendo que no mínimo 50 das 100 vagas totais serão constituidas exclusiva e obrigatoriamente por estudantes e professores de instituições públicas de ensino: Título: ‘ MASTERCLASS: ‘ANATOMIAS DO CURTA-METRAGEM’Tipo de atividade: atividade de formação e capacitação. Público-alvo: Interessados pela linguagem cinematográfica em geral, sejam comoapreciadores ou possíveis realizadores. Carga horário: 4 horas. Objetivo: Analisar e expor os motivos pelos quais curta-metragens de sucesso crítico epúblico atingiram seus determinados objetivos. Iremos exibir três curta-metragens nacionais de relevância e de estruturasdistintas para nos debruçarmos à fundo sobre os seguintes tópicos:- A ideia do curta-metragem;- A estrutura do roteiro;- As personagens principais;- A estética do filme. Ao final, exibiremos o filme "Deus não dá Asas à Cobra" e o realizador Leon de Mello Barbero irá debater como abordou os tópicos acima referidos durante a realização de sua obra. Local: a ser escolhido, considerando os recursos disponíveis e visando como públicocamadas da população de classes socioeconômicas menos assistidas.

Ficha técnica

LEON BARBERO é roteirista e proponente do projeto "Deus não dá Asas à Cobra" e atuará como diretor cinematográfico da obra. Currículo resumido dos principais integrantes do projeto: LEON BARBERO (Diretor e roteirista): completou a graduação em Cinema pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) em 2014, sócio-fundador da Bagre Filmes (produtora de vídeos institucionais, publicitários e filmagem de eventos artísticos), onde atuou como diretor e montador entre 2013-2018; Em 2018, fundou a JOKI - produtora de conteúdo audiovisual voltada a projetos autorais de Ficção.Leon Barbero já atuou em diversos curta-metragem em diferentes funções, além de vasto repertório em cursos especializados e workshops de roteiro. Como roteirista, foi finalista do ROTA 2019 com dois projetos de curta-metragem e semifinalista do FRAPA 2020 com projeto de longa-metragem. IASMIN CONI (1o Assistente de Direção): graduada em Cinema pela UFRB. Cursou a Formação Livre em Roteiro pela AIC. Integrou a equipe de registro videográfico dos festivais CachoeiraDoc, Projeto Cambana, Festival Internacional de Artistas de Rua e Festival de Teatro Brasileiro. Participou das oficinas de “Direção” no IX Panorama Internacional Coisa de Cinema (2013), “Som” no III Cachoeira Doc (2013) e “O Cinema Brasileiro nos Primeiros Anos de Chumbo” no VIII CINEOP (2013). Seu curta “Tenho por Companhia” integrou a mostra competitiva do XVI Festival Nacional 5 Minutos Expandido. Foi finalista do concurso de longa-metragem e vencedor do pitching do FRAPA 2019 com o roteiro "Ana Maria". NIKOLAS MACIEL (Produtor Executivo):Realizador com formação em cinema na UFSCar, especializado em Direção e Roteiro e pós-graduado em Produção Executiva na FGV-SP, Nikolas Maciel acumula vasta experiência como líder de projetos de diversos formatos (conteúdo criativo, publicidade, institucionais, branded content etc.) e profundo conhecimento sobre os mecanismos de viabilização de projetos (Leis de Incentivo Fiscal, Fomento Direto, Fundos e Coproduções Internacionais etc.), atuando como diretor, roteirista e produtor executivo. Começou sua carreira em 2009 e em 2010 fundou a Nimboo’s, produtora com mais de 250 projetos finalizados até a presente data. À frente de equipes dos mais variados perfis (da guerrilha a mais de 70 pessoas) realizou séries próprias de ficção, documentário e animação para a TV Bandeirantes, MTV e Canal Zoomoo e seus filmes já rodaram o mundo em festivais com destaque a participações em Roterdã, Londres, Mar del Plata, Slamdance, CPH:DOX etc. o que permitiu a construção de uma sólida rede de contatos com produtores, atores, realizadores, agentes, distribuidores e diversos players da indústria ao redor do mundo. Seu primeiro longa de ficção, "Boni Bonita", uma premiada coprodução Brasil-Argentina estrelada por Caco Ciocler e Ailín Salas com participação de Ney Matogrosso e Otto, tem distribuição da O2 Play e previsão de estreia no circuito de salas para o segundo semestre de 2020. ROBERTA BONOLDI (Montadora): Formada em Cinema pela FAAP em 2015, no mesmo ano dirigiu e montou o curta Verde Chorume, vencedor dos prêmios de Melhor Montagem no 14º Festival NOIA, Melhor Curta na Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental de 2016 entre outros. Também em 2016 dirigiu e montou o documentário A Praia em Atlanta, exibido pela ESPN. Em 2018 concluiu o curso de um ano em Especialização de Filmes da EBAC e passa a trabalhar de assistente de edição em séries como a "Coisa Mais Linda" da Netflix, "O Hóspede Americano" da HBO e "As Protagonistas" da cineasta Tata Amaral, além de diversas publicidades em produtoras como Prodigo Films, Paranoid, Bossa Nova Films e Bando Studio. Em paralelo segue montando clipes como “Tudo que Não for Vida” do Vanguart, “Óbitos” de Arnaldo Antunes, “Manifesto” de Péricles Cavalcanti além de curtas como “Nossa Carne de Carnaval” do Gabriel Alvim, publicidades, e um programa mensal de música, o Manas e Monas. CAUÊ CUSTODIO (Sound Design e Mixagem): Cauê opera como mixador e sound designer desde de 2001, sendo seu primeiro trabalho o premiado "Lavoura Arcaica" de Luiz Fernando Carvalho. Tendo trabalhado com alguns dos diretores e profissionais de maior destaque no país em dezenas de longas metragens, séries televisas e documentários, seus mais recentes trabalhos incluem os longas "Mais Forte que o Mundo" (2016) de Afonso Poyart, "Divaldo Franco" (2019) de Clovis Mello e "Pacarrete" (2019) de Allan Deberton, que lhe rendeu o prêmio de melhor som no Festival de Cinema de Gramado. TATSURO MURAKAMI (Músico): Compositor e violonista japonês. Decidiu vir ao Brasil para estudar a cultura e música brasileira em 2014 e começou a gravar com seu projeto de rock progressivo “Da Zai” com Andras Ellendersen. Desde 2016, também começou a trabalhar como compositor / sound designer para curtas-metragens, documentários, instalações de arte e videoarte. Em 2020, formou-se no “Conservatório de Tatuí”, com especialização em Choro em violão clássico e violão 7 cordas. A composição de Murakami possui um estilo sonoro único que é uma mistura de minimalista japonesa com som ambiente e a influência da progressão e melodia da música brasileira, utilizando de guitarra, violão, piano elétrico e sintetizador. Em 2020 ele lançou seu primeiro disco “Between” pela La Petite Chambre Records.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.