| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 53045266000117 | JAD ZOGHEIB & CIA LTDA | 1900-01-01 | R$ 82,8 mil |
O projeto tem missões na promoção e a manutenção da música sertaneja raiz, da transformação do Grupo de Violeiros em Orquestra da Viola e exercer o processo de repasse ao pessoal mais jovem o conhecimento técnico do "tocar" viola e o "gosto" pela música sertaneja raiz
Os produtos a serem obtidos com o presente projeto são: - Orquestra da Viola - resultante da transformação do Grupo de violeiros - com 20 musicos no maximo.; - Capacitação de todos os envolvidos com oficinas de Técnica Vocal - melhoria da qualidade no uso da voz; - Preparar novos músicos com execução de oficinas de viola caipira, visando a manutenção e reposição de músicos , no total 20 alunos; - Fomentar uma nova formação visual da Orquestra, inclusive com novos uniformes e incentivar a promoção da mesma. - Este projeto visa a transformação do atual Grupo de Violeiros da AFRAPE para Orquestra de Viola, objetivando dar uma repaginada no processo e desenvolvimento das atividades, visando o comprometimento, alteração de posicionamentos e comportamentos, além da melhoria da qualidade musical. A manutenção da música sertaneja (raiz) requer uma atuação muito presente onde está a clientela e, por consequência, produzir efeitos e exemplos de continuidade e do bem, executar a belezas produzidas por letras e músicas que encantam tantos adolescentes, jovens e adultos. Daí a restruturação para uma visão mais ampla de Orquestra, com capacitações que possam promover melhorias na qualidade técnica dos seus componentes e a manutenção com a preparação de novos componentes. No entanto, o investimento a ser obtido será o ponto fundamental para esse processo, considerando as dificuldades vivenciadas neste últimos momentos, fatos decorrentes de recursos a serem disponibilizados pela Organização e ou novos patrocinadores. Para tanto, serão executados 4 ensaios mensais, de 2 horas, pelos participantes da Orquestra, além de participarem de aulas de técnica vocal. Promover a capacitação de novos violeiros, através oficinas de viola caipira e técnica vocal. Executar 10 apresentações (6 instrumental e 4 cantadas), além de 08 ensaios abertos - tanto em Botucatu como em cidades da região ou em outras cidades desde convidada.
objetivo gerais 1) Promover transformação do Grupo de Violeiro da AFRAPE em ORQUESTRA DA VIOLA e execução de ensaios e apresentações em Botucatu e região. 2) Valorizar a cultura com o predomínio da música "raiz" e execução de oficinas para o repasse do conhecimento técnico. Objetivos Específicos: 1) Contratar um regente (voluntário), monitor de viola caipira e monitor de técnica vocal. Resultado: profissionais qualificados . 2) Adquirir equipamentos e instrumentos musicais, reposição de material de apoio, além dos uniformes (camisa, chapéu e lenço) Resultados: infraestrutura básica para Orquestra da Viola - comprovado mediante notas fiscais 3) Transformar o Grupo de violeiros para Orquestra da Viola. Resultado - maior comprometimento, posicionamentos, desenvolvimento musical e acréscimo de músicos no corpo musical e muitos ensaios 4) Estruturar novas turmas de estudo da viola e música sertaneja. Resultado: 2 turmas de 15 participantes cada, com aulas semanais e registro de presença. 5) Identificar o instrumento, sons, ritmos e habilidades requeridas para emprego do mesmo, mediante participação de oficinas musicais Resultado: domínio do instrumento e análise técnica regente voluntario. 6) Preservar os instrumentos e materiais adquiridos pelo projeto como se fosse um patrimônio próprio; Resultado: equipamentos, materiais e instrumentos em condições de uso continuamente. Medição pode ser feita por instrumentos utilizados. 7) Propiciar a descoberta de novos talentos entre os participantes do projeto e moradores da região; Resultados: identificação novos de músicos para a música sertaneja - analise técnica do regente voluntario e presença nas ações realizadas. 8) Executar 06 ensaios abertos e 10 apresentações na cidade de Botucatu e região. Resultado: Entretenimento e lazer para comunidade - comprovadas via fotos e lista de participantes
AFRAPE está em Botucatu e dentre os seus programas a cultura se faz presente, tanto na manutenção como também no processo de descentralização cultural. A música sempre fez parte da nossa atuação, até porque nesta região nasceram ou passaram grandes compositores e músicos como Raul Torres, Antenor Serra, Angelino de Oliveira, Tonico e Tinoco entre outros. A construção desta veia musical sempre contaminou a cidade que hoje dispõe de Orquestra Sinfônica de Botucatu, Bandas, Corais e grupos musicais diversos, além diversos cantores e duplas sertanejas. A música raiz, que é muito apreciada pelos violeiros é motivo para exercício contínuo para sua manutenção, efetuando passagem dos mais velhos para os mais novos e assim perpetuar por outras gerações. Foi nessa visão que a AFRAPE se disponibilizou para sua descentralização e manutenção, até porque segundo o poeta a " musica deve estar onde o povo está ". A criação de um Grupo de violeiros veio reforçar esse pensar e buscar alternativas para crianças, adolescentes e jovens possam aprender, gostar e reproduzir no futuro aquilo que recebem hoje, ou seja, o exemplo da devoção musical para com a música raiz. Se assim não tivesse sido feito não chegaria até os dias atuais. Agora, vamos um pouco mais adiante, vamos para a Orquestra da Viola e ampliar o número de participantes e uma visão um pouco mais a diante. No momento atual, a música sertaneja traz várias roupagens e tem promovido o redespertar para jovens e adultos. Inúmeros são os músicos que cantam e encantam este país e muitos deles são ou foram beneficiários da Lei Rouanet. O alcance das linhas de atuação e a obtenção de resultados mais exponenciais dependem sempre da medida dos recursos investidos, até porque nem toda ação depende de voluntariado ou de amadores. Neste projeto, há necessidade de regente com domínio de em viola e violão, com respaldo técnico e histórico sobre a nossa música, domínio de repertório, da capacidade de transmitir e transferir a técnica, a alegria e a emoção do canto e inclusive domínio de vozes, além de monitores de viola e técnica vocal. Agregado estão os uniformes, os instrumentos, as estantes, mesa e equipamentos, som compatível com ambientes, transportes, divulgação, enfim há todo um trabalho de profissionais para calçarem as apresentações com o carinho e qualidade que todo ouvinte deseja e produza os efeitos ambicionados. O sistema de planos anuais favorece em muito, pois possibilita a execução e oficinas e ensaios para iniciantes e avançados nos conhecimentos e domínio. Nos dias atuais há uma relativa dificuldade na manutenção desse grupo, apesar dos inúmeros pedidos para apresentações. Não há recursos para o transporte e os equipamentos e violas ja sofrem os desgastes do tempo. E preciso dar uma nova vida e isso passa também pela infraestrutura e manutenção deste grupo que já se apresenta por mais de 7 anos. Assim é o desejo de todos e do novo regente que possa atuar voluntariamente. Certamente, a Organização responsável e promotor do projeto busca recursos e, para tanto, se utiliza dos mecanismos da Lei 8313/91, Art. 1º e os incisos I- - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II- promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III- apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV -proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; e IX -priorizar o produto cultural originário do País, de forma direta e os demais incisos por consequência. A execução também prevê o alcance dos objetivos I - c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos - II c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e IV -a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; do Art. 3° da da Lei 8313/91 .
Plano pedagógico consiste no apoio a execução do projeto, visto que objetiva a) Transformação de Grupo de Violeiros para Orquestra da Viola b) Melhora técnica no âmbito musical, ou seja, repertório e arranjos musicais que permitam execução em apresentações c) Aprimoramento técnico e instrumental para os músicos. d) Executar oficinas de técnica vocal e) Executar oficinas de viola caipira f) Melhoria no conjunto de instrumentos mediante aquisições e novos instrumentos e equipamentos de reposição e apoio. Para tanto, os profissionais contratados ter as seguintes carga horárias - maestro - 08horas semanais, sendo 6 horas de ensaios e as 2 restantes destinada a apresentação - monitores – 4 horas semanais cada um, direcionadas as oficinas musicais de viola caipira e de técnicas vocais técnicas . Dias e horários Maestro – ensaio técnico – com os componentes da orquestra por 2 horas, as terças feiras. Monitores: · Técnicas vocais- quintas feiras - noite (2 horas) · Viola Caipira - oficinas para novos alunos – quartas feiras - noite (2 horas) Temas musicais: a serem trabalhados pelos professores: - repertório definido pelo Maestro. - Forma de execução de oficinas musicais: - Leituras de pautas e arranjos – dúvidas e exercícios - Leituras de pautas e arranjos – execução de exercícios no todo. - Leituras de pautas e arranjos - execução em grupo. - Leituras de novos arranjos - exercício individual - Leituras de novos arranjos - execução em grupo Previsão de carga horaria total Maestro - ensaios:100 h Professores: 102 h – por profissional Avaliação – produtividade Analise e observações dos monitores por musico, além de relatos direcionados. Ensaios Gerais Terças feiras – das 1930 às 21:00 h –Local: Espaço Cultural da AFRAPE Ensaios Externos: Praça Nossa Senhora de Fátima – coreto - 2 eventos Praça Virgílio Lunardi - coreto - 2 eventos Praça Rubião Junior - 2 eventos Escolas – 2 eventos – convidados Apresentações confirmadas para 2021 Botucatu - Festa do Saci – Festa da Catedral São Manuel –aniversário da cidade. Aparecidinha – Festa da Nossa Senhora de Aparecida Anhembi – Festa do Divino Aniversario das cidades de Itatinga, Pardinho, Bofete. Em aberto: 2 locais/cidades
Transformar o Grupo de Violeiros para Orquestra da Viola, com processo de captação e capacitação de novos alunos, além dos ensaios para os níveis mais elevados e com condições de participarem de apresentações em diferentes locais, tanto em Botucatu como em cidades que forem convidados. Projeto Pedagógico, participação em ações e critérios. A proposta de transformar o Grupo de Violeiros para Orquestra da Viola, provoca uma alteração tanto nos comportamentos dos músicos como nos procedimentos de ensaios e apresentações, além de toda a cultura do seu entorno. Preservar e manter a música sertaneja esta no conjunto de ações previstas e no contexto cultural agregado, além da continuidade, ou seja, expandir uma visão social capaz e geradora de possíveis talentos musicais. Para tanto, a AFRAPE disponibiliza os instrumentos e recursos de infra estrutura para oficinas de música e ensaios tanto aos novatos como os de melhores níveis técnicos, sempre visando o aprendizado e como tal possa melhor entender de música e ser no futuro um protagonista na preservação. É evidente que a orquestra da Viola será o "espelho" motivador para crianças, adolescentes e jovens atuarem no estudo da música e AFRAPE será o meio a viabilização. Assim, vale dizer que o método passa pela sistematização dos modos de agir e pensar do mundo que circunda as pessoas, permeando o campo simbólico, das orientações e representações que conferem o sentido e significado às ações humanas e pressupõem a existência da motivação das pessoas que participam, não subordinando às estruturas burocráticas, sendo dinâmica e visando à formação integral dos indivíduos. Neste sentido a aprendizagem na AFRAPE tem um carácter humanista e com ambiente não formal e cheio de intencionalidades nos processos, onde metodologias precisam ser desenvolvidas e codificadas, cotidianamente, pois o dinamismo, a mudança e o movimento da realidade segundo o desenrolar dos acontecimentos, são as marcas que singularizam a Educação na AFRAPE. Assim, o processo pedagógico está agregado a Escola, fonte de conhecimento e de desenvolvimento das crianças, adolescentes e jovens. A AFRAPE dará a linha pedagógica no ensino da música, com equipe e infraestrutura a caminho para execução prática do aprendizado. Para tanto, o processo de ensino aprendizagem deve-se seguir: critérios de participação: crianças, adolescentes e jovens de todos os gêneros de 08 a 39 anos, na existência de vagas disponíveis; condições agregadas: ser estudante, preferencialmente de escolas públicas, com produtividade escolar positiva; períodos de atividades: disponibilidade para aulas nos períodos: tarde e noite; transporte: para uso pessoal e deslocamento não será fornecido; sistema de envolvimento e participação no projeto: aulas semanais, mais horas de estudos, ensaio de naipe ( periódico.) Ensaio geral (de 1 a 2 vezes por mês). Métodos de ensino a será especifico para viola. Reuniões mensais: com equipe de professores e coordenadores - com objetivos de adequar os pontos no programa, avaliação nos progressos dos alunos, procedimentos corretivos, atividades complementares e transversais; participação na orquestra: respeito aos seguintes itens - produtividade escolar, produtividade no processo de ensino aprendizagem na AFRAPE, participação nos ensaios de naipe e ensaios gerais, participações de ensaios, participação inicialmente na substituição de outro músico, participação efetiva quando adquirir a condição técnica adequada, mediante a avaliação. Processo de avaliação: técnica de execução do instrumento, domínio de leitura de partitura, conservação e manuseio de instrumento, frequências mínima de 75% às atividades, disponibilidade de ensaios e viagens. Professores: somente com a existência de experiência de conhecimento anterior. Bolsistas: alunos maiores de 16 anos que são estudantes de música na AFRAPE e que tecnicamente dispõe de condições e conhecimentos do instrumento. Considerando o processo tanto de desenvolvimento, a capacitação e aprimoramento, a AFRAPE terá a obrigatoriedade de promover a descentralização cultural e, para tanto, fará o minimo 10 apresentações com a orquesta completa, tanto em Botucatu como cidades vizinhas, sendo 10 apresentações com repertório somente intrumental, Isso vai atender também interesse de pessoas ligadas a musica serteneja de raiz. A adoção dessa sistematica será realizada para atingir diferentes clientelas e, por consequente, maior numero de expectadores, de interessados, impactando um contigente maior de pessoas envolvidos com a musica sertanejo. E dever destacar ainda que cada apresentação será de 90 minutos, no minimo, independente do local e ou reportório. Essa é uma missão de manutenção da musica instrumental e cantada da musica sertaneja de raiz.
1) O local de ensaios já está devidamente preparado, no entanto, há necessidade de melhoria no acesso, ou seja, ampliar as facilidades do acesso : - colocar guias tácteis em 12 m do acesso salão do Espaço Cultural, na propria AFRAPE - INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, art.18- parágrafo 12 ) 2) Aquisição e instalação de porta de emergencia (02 unidades) - exigência tecnica para segurança dos usuários - INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, art.18- parágrafo 1 ) 3) Ensaios técnicos e apresentações em público: INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, art.18- parágrafo 2 ) Auxílio de um interprete de libra - pertencente ao quadro da entidade. 3) 2.1) em praças públicas - normalmente há rampas de acesso nas calçadas e faixa para estacionamento para idosos. 4) 2,2) escolas, teatro - normalmente, esses locais já dispõem de banheiros e rampas e demais adequações previstas em lei. 5) 2.3) espaços para eventos pontuais de cultura - em regra geral há sempre elementos que favorecem o idoso, deficientes físicas e gestantes. 6) 3) As ações ou atividades culturais realizados em locais abertos ou fechados será emitida orientações sobre a importância do acesso aos deficientes físicos e com outras anomalias, visando promover as condições de participação ao evento. 7) As apresentações de uma Orquestra de viola não requer muito investimento na infraestrutura, até porque há uma mobilidade fácil aos espaços e requer reduzido conjunto de elementos de apoio. Portanto, a apresentações em teatro, eventos em locais fechados, normalmente, dispõem da estrutura para tanto. No entanto, é fato comum as apresentações em locais abertos e nem sempre ter a infraestrutura desejada e isso requer cuidados ou orientados, mediante dados escritos para procedimentos de apoio. Assim a acessibilidade se diferencia em ambientes, visto nos locais fechados há por obrigação de lei as adequações necessárias como: rampas, calçadas rebaixadas, estacionamentos para deficientes e idosos, cadeiras e mesas adequadas ao ambiente, como extintores de segurança, saídas de emergências e respectivas sinalizações. Considerar também que nem sempre a AFRAPE será a promotora de eventos e sim convidada via Orquestra da Viola e nem tem como exigir as condições de lei.
Produtos do projeto - forma de democratização – artigo 21 - IN no.02-2019 * Contrapartidas sociais - Atendimento ao art. 22.§ 2º. - art. 21. - inciso VII -a) realizar dez apresentações gratuitas da Orquestra da Viola em locais públicos de Botucatu e cidades da região; art.2 - incisos: I, III, e VI - b) realizar 08 ensaios abertos da Orquestra da Viola em espaços ou equipamentos públicos em Botucatu; art.21º. – inciso V: - c) eventos (ensaios técnicos e apresentações) totalmente gratuitos, independente de locais; art.21 - incisos: I, III, V e VII - d) colocação de piso táctil ⁄ reforma ⁄: art.21 – inciso IV - e) gratuidade para músicos participantes nas oficinas de técnica vocal - art.21 – inciso VI - f) gratuidade nas oficina de viola caipira para alunos novos: art.21 – inciso VI - g) produção de página específica da Orquestra da Viola no site www.afrape.org.br - art. 21 incisos III, IV e X - h) A AFRAPE oferece as condições plausíveis a todos que manifestarem interesse em participar da Orquestra da Viola, bem como empréstimo de instrumentos musicais, sendo estes de propriedade da organização, além da garantia de participação em oficinas de aprendizado de forma gratuita. Art.21 – inciso X. i) Orquestra ⁄ Manutenção: art.21 –inciso IV. Está previsto em cláusula estatutária que na realização de qualquer ação promovida pela Associação Fraternal Pelicano está garantida o direito a participação de qualquer pessoa, de forma gratuita, independente de sexo, cor, raça ou religiosidade. Também abarca a participação preferencial aos moradores dos bairros que compõem a zona norte de Botucatu. Isto posto, a AFRAPE oferece as condições plausíveis a todos que manifestarem interesse em participar da orquestra da viola, bem como empréstimo de instrumentos musicais, sendo estes de propriedade da organização, além da garantia de participação em oficinas viola caipira e técnica vocal de forma gratuita, Os eventos, na sua maioria, serão em praças e ou espaços públicos, portanto, sob as vistas da comunidade. No entanto, quando da ocorrência em ambientes físicos e fechados, o acesso deverá ser provido a todos, indiferente às classes sociais ou características, mediante o encaminhamento de convites em aberto (impresso ou via rádios) clientela – população em geral. Resultados esperados: participação da comunidade – tanto nos ensaios técnicos como nas apresentações em locais públicas. Os custos decorrentes de transporte, apresentações e logística estão previstos em planilha. Considerando que os eventos são em espaços públicos (teatro, coretos) está previsto em 10 apresentações - a distribuição de convites 200 para patrocinadores - 200 para divulgação - imprensa em geral e ainda 2400 convites para a comunidade de baixa renda, geralmente residente nas periferias das cidades.
PROFESSOR - OSNI RIBEIRO Músico, compositor e produtor musical www.osniribeiro.com.br osniribeiro@abacateiro.com FORMAÇÃO ACADÊMICA BACHARELADO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS PELA UNIFAC EXPERIÊNCIA MUSICAL INSTRUMENTISTA AUTO DIDATA EM VIOLA CAIPIRA E VIOLÃO ATUAÇÃO COMO MÚSICO PROFISSIONAL DESDE 1986 ATUAÇÃO COMO PRODUTOR E DIRETOR MUSICALDESDE 2002 ; ATUAÇÃO COMO PRODUTOR DE EVENTOS DESDE 2003 DISCOGRAFIA FEMSEBO – 1983 (COLETÂNEA) CARTAS MARCADAS - 1985 OSNI RIBEIRO – 1994 BEBERICANDO – 1996 VIOLA PAULISTA - 2018 ARREDORES – 2018 PRODUÇÃO E DIREÇÃO FONOGRÁFICA OSNI RIBEIRO – 1994 BEBERICANDO – 1996 TANTO, QUANTO PORQUÊ – 2003 ENCANTADO – 2006 CURURU, TRADIÇÃO E POESIA CAIPIRA -2009 CHIADOS E BATUQUES – 2010 OS PARCEIROS DO RIO FEIO – 2013 RIOS DO BRASIL – 2016 ARREDORES – 2018 PRODUÇÃO DE EVENTOS BOTUCANTO – 14 EDIÇÕES DESDE 2003 PRÉ---CONFERÊNCIANACIONALDO MEIOAMBIENTE – 2005 VIOLAS PAULISTAS – SESC POMPÉIA– 2011 VIOLA CAIPIRACICABNA - SESC PIRACICABA – 2013 ENCONTRO NACIONAL DE VIOLEIROS - SÃO PAULO – 2014 CURADORIAS BOTUCANTO – 14 EDIÇÕES DESDE 2003 VIOLAS E PONTEIOS SALTO – 2010 VIOLAS E PONTEIOS – SALTO – 2011 VIOLAS PAULISTAS – SESC POMPÉIA– 2011 VIOLA CAIPIRACICABNA - SESC PIRACICABA – 2013 ENCONTRO NACIONAL DE VIOLEIROS - SÃO PAULO – 2014 FESTIVAL DA MÚSICA SERTANEJA - BOTUCATU - 2017 TOADAS DE SAUDADE - BOTUCATU – 2018 COMISSÕES DE AVALIAÇÃO TRIAGEM BOTUCANTO - 14 EDIÇÕES DESDE 2003 FESTIVAL DA MÚSICA SERTANEJA BOTUCATU - 2009 A 2018 IV FAMUS – BOTUCATU – 1992 FICO – OBJETIVO – 1993 FAMPOP AVARÉ 2005, 08 ,09, 11, 17, 18 FEM – SÃO JOSÉ DO RIO PRETO – 2007 / 2009 FAM – RIBEIRÃO PRETO – 2008 VIOLA DE TODOS OS CANTOS – EPTV – 2006 / 2007 / 2008 / 2009 / 2010 / 2011 FESTIVAL DE VIOLA EMAPA – AVARÉ – 2002 / 2003 / 2004 MPB ILHA SOLTEIRA – 2010 COMISSÃO DE AVALIAÇÃO PRÊMIO NELSON SEIXAS - SÃO JOSÉ DO RIO PRETO EDITAL DE OFICINAS CULTURAIS BOTUCATU – 2017 TRIAGEM FEM – 2018 Professor de Técnica Vocal: David Ramos FORMAÇÃO: professor de música, técnica vocal, Canto Coral, Harmonia e Percepção, além de instrumentista em Trompa pelo Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos Campos - Tatuí. Iniciação e teoria musical com o Maestro Benedito Ramos de Oliveira no IMEB de Botucatu. Professor de Técnica Vocal e Iniciação musical no Instituto Musical Acorde - Botucatu. Atua como cantor em eventos beneficentes na comunidade e atualmente também é musico da Banda Marcial Botucatu AFRAPE. Pertenceu ao Corporação Musical “Damiao Pinheiro Machado” em Botucatu – como instrumentista - trompa; Pertenceu ao Corpo de Músicos da Orquestra Sinfônica Municipal de Botucatu – como instrumentista - trompa. Também foi componente de diferentes grupos musicais quando da sua formação do Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos Campos - Tatuí. Coordenador Cultural da AFRAPE: Roberto Bittencourt Data de Nascimento 01/07/1965 – RG 13.679.587- 0 - – Rua Dos Girassóis – 100 – Chácara Primavera – Park Residência Convívio – Botucatu FORMAÇÃO ACADÊMICA :Licenciado em Educação Física em 1989 pela FAEFI – FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA DE BARRA BONITA Pósgraduação em Gestão Escolar em 2018 pela UNINTER. Experiência Gerente de Produção na Blue Jeans Confecções de 2002 a 2012 onde colaborou para que a empresa aumentasse de 01 para 04 grupos de costura até ser comprada pela Staroup S/A. Gerente Financeiro da Motel Caçula Me de 2013 a 2015, onde controlava a gestão financeira de um pool de empresas do grupo . Diretor do Instituto Anglicano de Botucatu de 2015 a 2019 desenvolvendo o trabalho na área de Educação Infantil e gestor do convênio mantido com o poder público. - Habilidades: Conhecimento da área de gestão de pessoal, gestão financeira e gestão escolar.- Conhecimento no processo de elaboração de Termo de Colaboração com o poder público. -Experiência voluntária ou de liderança; Membro Titular representante das OS de Botucatu no CAE (Conselho de Alimentação Escolar) e Membro suplente representante das OS de Botucatu no COMED (Conselho Municipal de Educação). Proponente: Miguel Jair Svicero exerce os seguintes cargos: · Fundador da Associação Fraternal Pelicano; · Sempre exerceu as atividades de forma Voluntária, inclusive já foi presidente; · Exerce a Função de Coordenador Geral dos Projetos desenvolvidos pela AFRAPE. · Gestor administrativo e técnico financeiro do Programa Cultural, no qual este inserido o projeto em questão; · Efetua todos os pagamentos referentes às despesas e salários; · Efetua controle das despesas e aquisições e investimentos Efetua a contratação de profissionais (professores, regentes) · Realiza as compras de equipamentos e uniformes; · Coordena as realizações de oficinas musicais; · Coordena a programação das apresentações na cidade e nas cidades vizinhas; · Efetua acompanhamento documental das atividades do projeto · Seleciona informações e efetua os relatórios mensais e anual das atividades, com a situação de envolvimentos e resultados. · Submete ao Conselho Fiscal para auditagem e aprovação das contas parcial e final. Encaminha prestação de contas ao Financiador, Diretoria da AFRAPE e apresenta os resultados em Sessão da Câmara Municipal · MIGUEL JAIR SVICERO, Professor ( Pós-graduado em Literatura Brasileira Contemporânea (UMG) e Metodologia de Ensino e Meios instrucionais (UNESP), Especialista em Terceiro Setor (John Hopkins University) Especialista em Treinamento e desenvolvimento de recursos humanos, Consultor de Empresas na área de Treinamento e Desenvolvimento de Gestão de Pessoal e Terceiro Setor. Efetua a contratação de profissionais (professores, regentes) · Realiza as compras de equipamentos e uniformes; · Coordena as realizações de oficinas musicais; · Coordena a programação das apresentações na cidade e nas cidades vizinhas; · Efetua acompanhamento documental das atividades do projeto · Seleciona informações e efetua os relatórios mensais e anual das atividades, com a situação de envolvimentos e resultados. · Submete ao Conselho Fiscal para auditagem e aprovação das contas parcial e final. · Encaminha prestação de contas ao Financiador, Diretoria da AFRAPE e apresenta os resultados em Sessão da Câmara Municipal · MIGUEL JAIR SVICERO, Professor (Pós-graduado em Literatura Brasileira Contemporânea (UMG) e Metodologia de Ensino e Meios instrucionais (UNESP), Especialista em Terceiro Setor (John Hopkins University) Especialista em Treinamento e desenvolvimento de recursos humanos, Consultor de Empresas na área de Treinamento e Desenvolvimento de Gestão de Pessoal e Terceiro Setor.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.