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PRONAC 210016Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

MÃOS QUE TRANSFORMAM

LUCIANA SALVATORE FILMES EIRELI
Solicitado
R$ 199,6 mil
Aprovado
R$ 199,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
21

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2021-07-15
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Essa proposta trata-se de uma exposição de artes inédita, cujo objetivo principal é enaltecer a força feminina e o trabalho das artesãs cariocas, que se utilizam da tradição, design e sustentabilidade para produzir verdadeiros objetos de desejo.

Sinopse

Não se aplica ao caso da exposição

Objetivos

Objetivo geral: Pretende-se pôr em destaque o potencial de transformação social e identidade das mulheres cariocas que não só perpetuam como reconstroem a tradição artesanal através de empreendimentos verdadeiramente artísticos e funcionais, símbolos de resistência cultural. Objetivo específico: "Mãos que transformam" consiste em uma proposta inédita de exposição audiovisual, com duração de 2 meses em uma cidade brasileira, sobre mulheres artesãs cariocas. Com entrada franca, pretende atingir um público de 5000 pessoas, contemplando também deficientes auditivos, visuais e físicos por meio de uma infraestrutura inclusiva e audiodescrição, libras e legendas descritivas no conteúdo audiovisual exposto. Como produto complementar, deve-se apresentar as contrapartidas sociais divididas em oficinas e seminários, cada qual voltada principalmente à membros de instituições públicas de ensino e com participação das artesãs integrantes da exposição. A previsão é de que serão 4 dias de oficinas compostas por atividades com pintura e bordado, enquanto 2 seminários deverão conter palestras e rodas de conversas. Ademais, estima-se gerar renda direta ou indiretamente para 100 pessoas.

Justificativa

No Rio de Janeiro, ao contrário do que se pensa, existe uma vasta comunidade de artesãs que muito produzem e transformam matérias-primas em objetos de desejo. Para além de um trabalho manual inovador e ainda tradicional, entretanto, pode-se afirmar que essas mulheres também são responsáveis pela transformação da realidade social que as comporta. O projeto "Mãos que transformam", por intermédio de uma exposição de artes, busca apresentar essas artesãs enquanto as líderes comunitárias e professoras que são, além de valorizar o trabalho destas e pregar uma defesa ao comércio justo sustentável. Para a sociedade, em contrapartida, a exposição deixa como legado noções sobre consumo consciente e a admiração para com a mulher urbana marginalizada, que empreende em meio aos preconceitos do setor da moda carioca e ainda se torna um pilar para a sua comunidade. Ressalta-se, ainda, a importância da lei de incentivo para a viabilização desta proposta na medida em que é um dos poucos instrumentos legais que suportam projetos integralmente gratuitos em favor de sua tamanha relevância social. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V _ salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições III _ preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.

Estratégia de execução

É importante dizer que o projeto ainda está sendo desenhado e que, portanto, o mesmo poderá sofrer algumas alterações estruturais. Ademais, ressalta-se que o quantitativo do público estimado está sujeito à alterações naturais do cenário pós-covid.

Especificação técnica

Catálogo Contendo imagens e textos informativos sobre a exposição, o catálogo deverá ter, em tamanho A5 (21 x 15), 12 folhas internas e capa/contracapa. Prevê-se a confecção de 1000 unidades, com capa de papel couchet 300 gramas e interior feito de papel couchet fosco 115 gramas.

Acessibilidade

EXPOSIÇÃO: - Deficientes visuais Pretende-se disponibilizar a audiodescrição do conteúdo exposto - Deficientes auditivos Legenda descritiva e libras nos vídeos que compõem a exposição deverão garantir a inclusão destes. - Deficientes físicos A escolha do espaço para abrigar a exposição terá como critério prioritário a existência de infraestruturas como rampas, corrimões e banheiros diferenciados. Em casos da inexistência de tais garantias, pretendemos contratar uma equipe para assistir esse público. OFICINA: - Deficientes visuais Um profissional que lide com as necessidades desse público deverá acompanhar as atividades. - Deficientes auditivos Um profissional que lide com as necessidades desse público deverá acompanhar as atividades. - Deficientes físicos O espaço de realização deverá prioritariamente conter infraestrutura inclusiva e o suporte para locomoção que for necessário será assegurado pela equipe de produção do evento. Cabe ressaltar que as atividades da oficina serão pensadas, desde sua concepção, para abarcar toda e qualquer diversidade de seu público. SEMINÁRIO: -Deficientes visuais: Deverá ser garantida pela equipe de produção do evento o direcionamento e assistência desse público. - Deficientes auditivos: Um profissional de libras deverá ser contratado para a integração destes. - Deficientes físicos: O espaço de realização deverá prioritariamente conter infraestrutura inclusiva e o suporte para locomoção que for necessário será assegurado pela equipe de produção do evento.

Democratização do acesso

Em conformidade com a alínea “a” do inciso I do artigo 20 e incisos III e IV do artigo 21 da Instrução Normativa n° 2 de 2019, serão garantidas a gratuidade de todos os ingressos e disponibilizadas, na internet, para quaisquer produtos dessa proposta, registros audiovisuais da exposição e do conteúdo exposto. Nesse sentido, serão permitidas a captação ou veiculação de imagens por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

Idealização, direção geral e coordenação: Luciana Salvatore é documentarista formada pela Academia Internacional de Cinema RJ e está à frente da produtora Luciana Salvatore Filmes, pela qual desenvolveu projetos como a websérie “ Tempero sem fronteiras” e o curta metragem “Mulher em travessia”, exibido nos festivais Filmworks (2017) e Etnográfico do Recife (2017). Esta última obra, em 2016, garantiu a sua presença nos eventos de universidades como a UERJ, UFRJ e PUC-Rio e compôs o seminário sobre violência contra a mulher realizado pelo Cáritas Arquidiocesana do Rio de Janeiro e pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados. Ademais, foi responsável pelas criações: websérie “Força Mulher e Refúgio”, campanha da Caixa Cultural sobre Outubro Rosa (2018), vídeos para a formalização da ONG no site “Não me Kahlo” e eventos no SESC/SP e SESC/Presidente Prudente, nos quais foi produtora da banda Bomoko, africana e refugiada no RJ. A remuneração do proponente encontra-se no orçamento nas linhas de Direção Geral e Coordenação do projeto. Assistente de produção e assistente administrativo: Luiza Pierre, universitária da UFRJ e assistente há 9 meses na produtora cinematográfica Luciana Salvatore filmes, realizou cursos sobre cinema na Academia Internacional de Cinema RJ e copywriting pela Rock University. Registro videográfico: Devanir Tófano é cinegrafista e operador de áudio, atuante no setor audiovisual há 25 anos. Com cursos no SENAI e SENAC, já fez trabalhos para grandes empresas como a Coca-cola, Petrobras e Bradesco. Além disso, registrou o “Festival Emergências” no Circo Voador promovido pelo Ministério da Cultura em 2015, que contou com a presença do então ministro Gilberto Gil e o Dream Team do Passinho. Vídeo:edição: Matheus Dafi é formado em Produção Audiovisual pela Academia Internacional de Cinema e Produção Musical pela Audio Academy de São Paulo. É diretor da produtora Roda Sonora e idealizador do projeto Brasil Brasileiro. Morador de Seropédica, Baixada Fluminense, RJ. Atua como coordenador no Centro de Arte e Cultura da UFRRJ e colabora com o cineclube da cidade (CINECASULO). Na função cinegrafista musical, gravou e produziu nomes como Elba Ramalho, Guinga, Marcelo Jeneci, Dom La Nena, entre outros. Curadoria: Marcelo Novaes cursou moda e marketing de luxo na Central Saint Martins em Londres. Por 25 anos trabalhou nas áreas de marketing e comercial da empresa H. Stern em operações no Brasil e no exterior. Desde 2016 Marcelo é o empreendedor à frente de uma marca de joias com seu nome, especializada no emergente mercado masculino. Hoje também atua como palestrante, consultor de marketing e mentor de marcas na gestão de negócios, assessorando designers e joalheiros autorais. Professor convidado em cursos em instituições como a PUC, o Istituto Europeo di Design IED, atuou como palestrante em eventos como o Brazil Jewelry Weekend. Consultor do Sebrae, atuou como curador da loja conceito do CRAB - Centro de Referência do Artesanato Brasileiro, uma iniciativa com a missão de reposicionar o artesanato brasileiro como objeto de desejo. Além de mentor, palestrante, consultor, desde 2018 é voluntário e eleito conselheiro da ONG Pipa Social, colaborando nas estratégias de expansão internacional da organização em novos mercados na Europa. Curadoria:Cristiana Grumbach é documentarista e astróloga. Mestre em Criação e Produção de Conteúdos Digitais do Programa de Pós-Graduação em Tecnologias e Linguagens da Comunicação, da Escola de Comunicação da UFRJ. Dirigiu os documentários de longa-metragem Morro da Conceição (2005) e As cartas psicografadas por Chico Xavier (2010), e documentários de curta-metragem e institucionais produzidos pela Crisis Produtivas, sua produtora. Colaborou com Eduardo Coutinho como assistente de direção e pesquisadora nos longas-metragens Santo forte (1999), Babilônia 2000 (2001), Edifício Master (2002), Peões (2003), O fim e o princípio (2005) e, como diretora-assistente e pesquisadora, em Jogo de cena (2007). Debatedor: Ricardo Gomes é bacharel e Licenciado em Ciências Sociais pelo Instituto de Ciências Humanas e Filosofia / UFF (1978). Mestre em Artes Visuais / Antropologia da Arte pela Escola de Belas Artes / UFRJ (1993). Doutor em Antropologia Cultural pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais / UFRJ (2006). Professor Associado do Instituto de Artes / UERJ (desde 1995) e do Programa de Pós-Graduação em Artes. Membro do Núcleo de Cultura Popular e co-editor da Revista Textos Escolhidos de Cultura e Artes Populares. Foi pesquisador do Centro Nacional de Cultura Popular / IPHAN / MinC (1983 - 2011), onde foi responsável pelo Setor de Pesquisa e Coordenador da Sala do Artista Popular. Assumiu, no período de 2009 a 2011, a Coordenação Técnica do Promoart / Programa de Promoção do Artesanato de Tradição Cultural. Realiza pesquisas sobre o universo da cultura popular, em especial o campo da arte e do artesanato populares. Foi Diretor do Departamento Cultural da UERJ de 2008 a 2016, e foi coordenador do Ecomuseu Ilha Grande da UERJ no período de 2009 a 2015. Debatedora: Maristela Pessoa graduou-se em Design – ESDI UERJ, tem licenciatura em Artes (AVM-UCAM), Mestrado em artes (PPGartes-UERJ) e Doutorado em design (PPDesdi – UERJ). Trabalhou nos Museus Castro Maya -IPHAN, Arquivo Nacional, Instituto Nacional de Folclore, Mais Programação Visual, Escritório Soraya Cals, Valéria London Design, Campos Gerais. É consultora de design do Sebrae RJ (inovação e economia criativa). Desenvolve atividades educativas no CRAB (2015-2019). Elaborou cursos,exposições, cenários e projetos de preservação: Aquarela do Ary (2003) e “Rio de Janeiro – O cenário e seus personagens” (2004); Memória e Tempo do SESC (2004-2005), Educação para o meio ambiente, Light - Associação São Martinho (2005); Juventude transformando com arte - BNDES (2004); Caravana da Imagem - CEEP RJ (2006); Brasil o Império nos trópicos, AN - UNESCO (2008); Encantadores de Sucata – CRAB - Sebrae (2010); Cenário para o Show de João Pinheiro Canta Sade - Teatro Rival RJ (2008 – 2009). Embalagens para preservação de acervos para o CNFCP-IPHAN (1986-1990) e o Arquivo Nacional (2004-2006) Coordenação administrativo financeiro: Felipe Valle é produtor cultural com experiência em projetos de música, festivais e espetáculos consagrados como A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa (Dir. André Paes Leme), ELZA (Dir. Duda Maia), Sísifo (Dir. Vinicius Calderoni),Gota Dágua [A Seco] (Dir. Rafael Gomes), Suassuna O Auto do Reino do Sol (Dir. Luis Carlos Vasconcelos) e Macunaíma Uma rapsódia musical (Dir. Bia Lessa). Foi produtor de 70? Década do Divino Maravilhoso Doc. Musical. Esteve à frente dos espetáculos AGOSTO e NOSSAS MULHERES, sob direção de André Paes Leme. Integrou a equipe de produção do festival TOCA > Toda Canção. Trabalhou como assessor da Diretoria de Projetos da Brain +, produtora responsável pelos Theatros NET Rio e SP, além de outras 4 casas no Brasil. Coordenação administrativo financeiro: Mariana Sobreira é sócia-fundadora da Singularte Produções (2008), envolvida na elaboração e viabilização de projetos como ELZA, Suassuna O Auto do Reino do Sol, Auê, entre outros. Em sua trajetória profissional, destacam-se: realização do premiado espetáculo Chopin & Sand: Romance sem Palavras (2011); foi professora do curso Gestão de Projetos, em evento do Sebrae e Festival Maranhão na Tela, em São Luís do Maranhão (2012); integrou a equipe de professores e consultores do Rio Criativo (2014 e 2015); realização da mostra A luz (imagem) de Walter Carvalho (2013 e 2014); Realização da mostra Grande Othelo: o Maior ator do Brasil; Realização da mostra Pérola Negra: Ruth de Souza (2016); produção executiva da 51ª, 52ª, 53ª e 55a edições do Festival Villa-Lobos (2013 a 2017); Produtora executiva do festival de música TOCA >Toda Canção (2018).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.