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Pretende-se com o projeto Iniciação Musical em Instrumentos e Canto Coral, oferecer gratuitamente oficinas de oficinas de Sopro, Percussão e Canto Coral para crianças, adolescentes e adultos na faixa etária de 11 a 55 anos de idade. Como contrapartida social será realizado Workshop denominado "O Canto para a Educação", que terá como temática a discussão sobre o papel da arte musical no contexto da educação, suas contribuições e possibilidades no processo de formação do professor. O público ao qual se destina, refere a Professores da Educação Básica.
Não compete.
OBJETIVO GERAL - Promover a Iniciação Musical em Instrumentos e Canto Coral no município de Mococa/SP. Como contrapartida social será realizado Workshop denominado "O Canto para a Educação", que terá como temática a discussão sobre o papel da arte musical no contexto da educação, suas contribuições e possibilidades no processo de formação do professor. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Oferecer gratuitamente oficinas de Sopro, Percussão e Canto Coral a 110 pessoas entre crianças, adolescentes e adultos na faixa etária de 11 a 55 anos de idade;Oferecer de forma remota as oficinas de Sopro, Percussão e Canto Coral online gratuitamente nas redes sociais da entidade Instagram, Youtube e Facebook, visando atingir 1.600 pessoas;Oferecer gratuitamente como contrapartida social, Workshop denominado "O Canto para a Educação" para 24 Professores da Educação Básica;Oferecer de forma remota o Workshop denominado "O Canto para a Educação" para Professores da Educação Básica online gratuitamente nas redes sociais da entidade Instagram, Youtube e Facebook, visando atingir 180 pessoas.
Mococa é um município brasileiro do estado de São Paulo, localizado na Região Metropolitana de Ribeirão Preto. O município de Mococa possui, de acordo com estimativa do IBGE/2020, 68.980 pessoas como residentes, das quais 92% na área urbana e 8% na área rural. Sua economia é baseada na colheita de cana, sendo composta por trabalhadores rurais de baixa renda. No Município, o total de famílias inscritas no Cadastro Único em agosto de 2020 era de 5.149 dentre as quais: 1.621 são compostas de famílias em situação de extrema pobreza, 701 famílias em situação de pobreza e 1.287 são compostas por famílias de baixa renda. Estes números são importantes, pois há no município um público com potencialidade para o desenvolvimento artístico que não tem acesso à bens e serviços culturais, concentrados em sua grande maioria nos grandes centros localizados na Região Metropolitana, tais como os municípios de Ribeirão Preto e Sertãozinho, com seus quase 1 milhão de habitantes. O desenvolvimento da cultura no município é concertado para um público mais elitizado, uma vez que para o aprendizado, ou mesmo o consumo de bens culturais, conseguem deslocar-se para esses grandes centros a fim de terem acesso à teatros, centros culturais, escolas de artes e outros. Percebe-se um grande interesse nas áreas relacionadas à música, nas áreas periféricas da cidade desprovidas de atividades nestas áreas. Neste sentido que se destaca a necessidade de manter atividades que venham promover e desenvolver projetos ligados à prática das expressões artísticas e culturais, principalmente relacionados ao Sopro, Percussão e Canto Coral. Este projeto justifica-se na medida em que busca oportunizar ações que visem valorizar o potencial de criar e apreender, contribuindo com a formação do indivíduo, proporcionando a superação de suas dificuldades em socialização, despertando as habilidades psicomotoras, aguçando a memória e o ritmo, a produção artística como expressão mais sublime tornando-se a forma de se comunicar, de expor experiências cotidianas ou mesmo pela ampliação do repertório cultural. A presente proposta será aberta gratuitamente, à todas as camadas da população, promovendo a inclusão social, a diversidade e a qualidade artística, estimulando a experimentação e o aprofundamento das questões destas artes hoje. A necessidade do uso da Lei de Incentivo à Cultura para financiamento deste projeto, prende-se ao fato de que dificilmente se consegue patrocínio com recursos institucionais (verba direta de empresas) para a realização de atividades artísticas e culturais, ainda mais em instituições menores como o Centro Cultural ADESCA. O que se vê neste momento é a diminuição, ou até mesmo a retirada dos investimentos neste setor, quando não ligados a interesses empresariais. Os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 que o projeto se enquadra, são: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória e; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Os objetivos do Art. 3º da referida norma que serão alcançados são: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos.
CONTRAPARTIDA SOCIAL Será realizado Workshop denominado “O Canto para a Educação", que terá como temática a discussão sobre o papel da arte musical no contexto da educação, suas contribuições e possibilidades no processo de formação do professor, pois entende esta arte como uma linguagem presente em diferentes momentos da história, e que se faz presente. O público ao qual se destina, referem-se 24 Professores da Educação Básica do município de Mococa/SP. Serão desenvolvidas oficinas de canto gratuitamente e de forma presencial e online. Pretende-se como meta, realizar a conscientização destes profissionais sobre a importância da arte e cultura por intermédio do produto cultural do projeto. A disponibilização online visa atingir 180 profissionais.
Oficina de Sopro e Teoria Musical Identificação do Educador Nome: José Maria Lopes Especialidade: Professor da Oficina de Sopro / Arranjador / Teoria Musical. 2 - Perfil dos Alunos Identificação da turma: Jovens com idade de: 11 anos a 17 anos e 11 meses Dias da semana: Quinta-Feira, Sexta-Feira e Sábado. 3 - Objetivos: - Ensinar teoria na Clave de Fá, escala Natural e Cromática, noções de arranjo musical, execução pratica de instrumentos da família dos Trombones, Bombardinos e dos Baixos Tubas; - Adquirir o gosto pela música; 4 - Técnicas para empunhadura e a posição das mãos e dedos no Instrumento: - O Bombordino e o Baixo tuba, são instrumentos que deverão ser posicionados de preferência na vertical e o trombone na horizontal, para isso é necessário que o punho do instrumentista esteja sempre firme acompanhando o prolongamento do braço; - a mão deverá segurar o corpo do instrumento em quando a outra palma da mão devera ficar levemente afastada do instrumento, somente os dedos deverão estar em contato, sendo o minguinho e o polegar que dará sustentação ao instrumento e os outros deverão estar em contato com os pistos para a execução das notas musicais, no caso do trombone de vara, temos que observar a envergadura do aluno se alcança todas as posições da vara para executar as notas musicais. 5 – Técnicas para formar a embocadura: - Devemos analisar em primeiro lugar a forma do lábio da cada aluno, lábios finos, bocais com sua borda mais estreita, lábios grossos, bocais com suas bordas maiores; - O bocal deverá ser colocado no centro dos lábios, tendo sua parte inferior mais fixada no lábio enquanto o superior deverá movimentar-se mais livremente conforme a nota musical a ser executada, isso nos casos dos trombones e dos Bombardinos, no caso do Baixo Tuba por ter um bocal extremamente largo á embocadura já deverá ser com o bocal colocado no centro da boca e os lábios totalmente dentro do mesmo.. 6 – Técnica para extrair o som do Trombone, Bombardino e do Baixo Tuba: - durante a execução do sopro o bocal deverá esta posicionado corretamente nos lábios, língua deverá gerar uma vibração ao mesmo tempo em que o ar estiver sendo expelido para dentro do bocal, gerando o som não importando afinação ou definição de alguma nota musical. 7 – Técnica de respiração: - Exercícios específicos para o fortalecimento do diafragma, duração e resistência respiratória, respiração suave e duradoura, respiração forte e duradoura com rompimentos rápidos. 8 – Aplicação da Partitura Musical: - Aulas teóricas sobre o Pentagrama, linhas e espaços normais, superiores e inferiores e suas funções; - Toda simbologia dos sinais existentes em uma partitura musical; - leitura nas claves de Sol, Fá e a de Dó em instrumentos em Sib. 9 – Auxiliar: - Caso necessário auxiliar a Professora do Canto Coral quando solicitado. 10 – Instrumental: - Desmontagem e Montagem do Trombone, Bombardino e do Baixo Tuba;: - Limpeza dos Instrumentos musicais - Afinação dos instrumentos musicais - Conservação - Cuidados no transporte. Oficina de Percussão Identificação do Educador Nome: Roberto José Filho Naipe: Percussão Especialidade: Professor de Oficina de Percussão e Regente 2 - Perfil dos Alunos Identificação da turma: Jovens com idade de: 11 anos a 17 anos e 11 meses Dias da semana: Quinta-Feira, Sexta-Feira e Sábado 3 - Objetivos: Tornar o aluno um instrumentista da família da Percussão que executam as musicas lendo a partitura. Adquirir o gosto pela música; Aprimorar a cultura musical aos jovens. 4 - Técnicas para empunhadura e a posição das mãos e dedos no Instrumento: - para cada tipo de instrumento de percussão que se usa baquetas a forma de empunhadura é um pouco diferenciada. - Para os Bombos e Surdos os exercício mais apropriado seria o da vertical alternando baixo e em cima; - Para as Caixas e Tímpanos já temos que aprimorar a empunhadura para alem de executar os mesmos movimentos que se faz nos Bombos e nos surdos é necessário realizar o rufo e o repique, que são empunhaduras totalmente diferentes nos exercícios 5 – Tipos de Baquetas a serem usadas nos instrumentos de percussão: - para os surdos recomendam-se baquetas em madeira mais longas, para os bombos mais curtas e para as caixas baquetas de preferência com as pontas em nylon, 6 – Aulas Teóricas de partitura para percussão: - Apresentar aos alunos o que é Pentagrama: - Toda simbologia a ser empregada na leitura da partitura musical executada pela percussão. 7 – Regência: - Explicar aos alunos as técnicas de Regência conforme a divisão que esta na partitura musical; - Realizar a regência por naipes; - Realizar a regência no conjunto do instrumental; - Realizar a regência do conjunto musical e o coral. 8 – Instrumental: - Desmontar e montar os instrumentos de percussão; - Trocar as peles dos Instrumentos; - Trocar as esteiras das caixas; - Trocar os couros da sustentação dos pratos; - Montagem e desmontagem das estantes de partituras: - Afinação dos instrumentos; - Limpeza e Conservação; - Transporte do Instrumento Oficina de Canto Coral Identificação do Educador Nome: Patrícia de Lourdes Massaro Especialidade: Professora da Oficina de Canto Coral / Regente. 2 - Perfil dos Alunos Identificação da turma: Adultos com idade de: 35 anos a 55 anos e 11 meses Dias da semana: Quinta-Feira, Sexta-Feira e Sábado. Objetivos: 1- Conhecer e praticar a respiração intercostal diafragmática; 2- Distinguir as diferenças entre voz falada e voz cantada; 3- Aprender posturas para Cantar em pé e sentado; 4- Desenvolver a memória auditiva, visual e muscular com a finalidade de aprimorar a percepção, a leitura e a execução; 5- Executar individualmente e em grupo repertório básico que explore as diversas possibilidades sonoras da voz; 6- Executar individualmente e em grupo repertório básico que busque a valorização da qualidade do som e habilidades técnicas (afinação, precisão, articulação, respiração, sonoridade, fraseado, etc.); 7- Valorizar a expressão musical como fonte de comunicação e expressão de ideias e sentimentos; 8- Realizar, elaborar e executar arranjos em grupo para uma e duas vozes de melodias do folclore brasileiro, de peças atuais e de peças do repertório vocal compatível com o nível técnico dos alunos; 9- Apreciar de maneira crítica elementos materiais, expressivos e formais da música. 10- Proporcionar experiências de sensibilização musical através da integração de atividades lúdicas de execução, composição, apreciação, voz e movimento, apoiadas pela técnica e literatura; 11- Conceitos básicos de afinação e unidade sonora para a prática canto em grupo, reconhecimento da própria sonoridade em relação ao grupo; 12-Repertório básico popular, folclórico e/ou erudito; 13- Prática de pautas básicas da interpretação: silêncio, atenção continuada ao educador/regente e aos colegas, escuta a si mesmo e aos outros, atuação no momento exato; 14- Valorizar as conquistas e avanços de cada aluno no decorrer das aulas;15- Propiciar um maior contato com a cultura geral partindo do que esta enraizada em cada comunidade; 16- Oferecer aos alunos, oportunidade de desenvolver suas potencialidades; 17- Buscar através da música, diminuir os índices de violência nos ambientes escolares e comunitários. Conteúdo: 1- Alongamentos e relaxamentos básicos de membros superiores e inferiores, sensibilização da consciência corporal e do equilíbrio muscular;2- Postura correta do corpo (pés, joelhos, quadris, coluna, tórax, ombros, braços, pescoço, cabeça) nas posições em pé e sentado para um bom desenvolvimento musical; 3- Funcionamento básico do aparelho respiratório, órgãos que atuam na respiração; 4- As fases da respiração: inspiração, suspensão, expiração e recuperação; 5- A voz como meio de expressão musical e suas possibilidades de integração com o movimento; 6- Normas para a saúde vocal, aplicação e desenvolvimento: o interesse necessário pelo cuidado e manutenção da voz para um bom funcionamento do aparelho vocal; 7- Memória auditiva, visual e muscular; 8-Notação não convencional (gráficos, pontos, curvas, etc.) relacionada com a exploração sonora, a improvisação e a composição; 9- Conceitos básicos de afinação e unidade sonora para a prática vocal em grupo, reconhecimento da própria afiação em relação ao grupo; 10- Repertório básico popular, folclórico e/ou erudito dentro da tessitura aproximada entre lá2 e fá4, com execução expressiva e afiação de músicas em uníssono, cânone a 2 vozes e música com textura baseada na estrutura de pergunta e resposta ou com acompanhamento vocal; 11-Audição crítica de música coral nos estilos folclórica e popular nacional. Como ensinar - Estratégia 1- Exercícios de flexibilidade de língua 2- Exercícios de formas de vogais 3- Aulas expositivas sobre o nosso corpo e o sistema fonador 4- Aulas expositivas sobre higiene vocal 5- Solfejo rítmico e melódico através do método Kodály 6- Pesquisas sobre as obras estudadas e discussões sobre resultados em rodas de conversa. 7- estratégias didáticas para o trabalho com vozes jovens e adultos 1-a boa fionfientração 2- Relaxamento/Alongamento Corporal 3- Postura 4- Respiração 5- Nota de Memória 6- Uniformidade de Vogais 7- Ânforas de aprendizagem 8- Afinação 9- Timbres 10- Expressão Artística. 8-Trabalho de construção de repertório em graus progressivos de dicção, afnação, abertura de vozes, sonoridade. Repertório Introdução: O repertório precisa ser em português, preferencialmente brasileiro, pelo menos num primeiro momento. Inicialmente, opta-se pelo repertório em português, uma vez que não dispúnhamos de informações mais precisas sobre o perfil do grupo ao mesmo tempo trabalhar em outro idioma poderá causar desconforto ou frustração aos cantores. Os arranjos devem ser em uníssono (ou cânones), duas vozes (homens e mulheres) ou três vozes (sopranos, contraltos e homens): Avaliação As avaliações serão teórico-práticas e acontecerão durante o semestre. Sendo avaliações individuais e atividades em grupo, levando em consideração sua frequência, desempenho nas atividades e interesse nas aulas , sua motvação e desenvolvimento musical, avaliando a sua performance nas apresentações. Sobre auto avaliação dos alunos fazer um aate papo para levantar o que foi bom, o que precisa melhorar, levar os alunos a terem ideias para o próximo semestre. Referênfiias Bibliográifias: AMATO, Rita de Cassia Fucci. O canto coral como prática socio-cultural e educativo musical. Opus, Goiania, v.13, n.1,p.75-96, Jun.2007 BEHLAU, Mara Suzana; PONTES, Paulo; FEIJO, Deborah; MADAZIO Glaucya. Avaliação de Voz. In: aEHLAU, Mara Suzana. (Org.). Voz: o livro do especialista. Rio de Janeiro: Revinter, 2001. V. 1, p. 53-84. BEHLAU, Mara Suzana; PONTES, Paulo. Higiene Vocal: cuidando da voz. Rio de Janeiro: Revinter, 2001. BEHLAU, Mara Suzana. Presbifonia: envelhecimento vocal inerente a idade in RUSSO, Ieda Chaves Pacheco. Intervenção Fonoaudiológica na Terceira Idade. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. P. 25-50. BEHLAU, Mara Suzana, AZEVEDO, Renata; PONTES, Paulo. Voz Normal e Voz Alterada: conceito e classificação das disfonias. Sao Paulo: Centro de Estudos da Voz,1999. CASSOL. M. Beneficios do canto coral para individuos idosos. [tese]. Porto Alegre (RS): Pontificia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; 2004. DEGANI, Marcia; MERCADANTE, Elizabeth Frohlich. Os beneficios da musica e do canto na maturidade. Kairos Gerontologia. Revista da Faculdade de Ciencias Humanas e Saude. ISSN 2176-901X, v. 13, n. 2, 2011.
Todas as ações desenvolvidas pelo projeto em todos os produtos cadastrados, estão condicionadas ao cumprimento das exigências do DECRETO No 3.298, de 20 de dezembro de 1999 que Regulamenta a Lei no 7.853, de 24 de outubro de 1989, que dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa com Deficiência, além do atendimento aos dispositivos preconizados na Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. A proponente tem, ao longo dos últimos anos, se reestruturando, para facilitar o acesso e possibilitar maior inclusão de pessoas com deficiência a todos os seus espaços, à programação e aos cursos oferecidos, bem como, através da capacitação continuada de seus professores. Como medida para permitir a acessibilidade o projeto irá dispor de: CURSO / OFICINA / ESTÁGIO - Acessibilidade FÍSICA: Os espaços físicos a serem disponibilizados para a realização das oficinas facilitarão a locomoção, tendo prioritariamente banheiros adaptados, rampas de acesso, corrimões e guias táteis; - Acessibilidade de CONTEÚDO: 1. Deficientes Auditivos - As apresentações serão precedidas de um intérprete de libras; 2. Deficientes Visuais - As apresentações serão precedidas de audiodescrição. CONTRAPARTIDA SOCIAL - Acessibilidade FÍSICA: O espaço físico a ser disponibilizado para a realização do workshop facilitará a locomoção, tendo prioritariamente banheiros adaptados, rampas de acesso, corrimões e guias táteis; - Acessibilidade de CONTEÚDO: 1. Deficientes Auditivos - O workshop terá a participação de um intérprete de libras; 2. Deficientes Visuais - A sua condução será realizada através de audiodescrição.
Os incisos/medidas do art. 21 da IN no 02/2019 do Ministério da Cidadania que serão adotadas no projeto PARA CADA PRODUTO CADASTRADO no plano de distribuição serão: Produto: Curso / Oficina / EstágioÁrea: MúsicaSegmento: Ações de capacitação e treinamento de pessoalVI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. Produto: Contrapartidas SociaisÁrea: MúsicaSegmento: Canto CoralIII - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2o do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22.
FUNÇÃO DO PROPONENTE NO PROJETO: O proponente ficará responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto, atuando exclusivamente na área administrativa e técnico-financeiro, não delegando esta atividade à nenhum contratado pelo projeto. Marcio Cruz Bastos (DIRETOR ARTÍSTICO): Graduado em Pedagogia pala CEUCLAR, Pós Graduado em Psicopedagogia CEUCLAR, Licenciatura em Sociologia pela FAMASCH, cursou Música pelo Corpo Musical da Policia Militar de São Paulo, cursou Teoria Musical e Pratica de Instrumental de Sopro de Bocal pela Secretaria de Cultura de Batatais. Foi professor de Musica na Escola Otoniel Mota, Instituição Educandário em Ribeirão Preto, na Escola Dr. Domingos João Baptista Spineli, na CEUCLAR de Batatais, criou Bandas e Fanfarras em Batatais (Banda Dr. Washington Luiz) Ribeirão Preto (Banda Municipal Duque de Caxias), São Sebastião do Paraiso MG (Banda Marcial Municipal) e Stº Antônio da Alegria (Fanfarra Municipal). Margara Beatriz Bianchezi de Oliveira Martins (COORDENADORA PEDAGÓGICA): Formada em Magistério, Pedagogia, pós graduada em Educação e Modernidade e Psicopedagogia Clinica e Institucional FACABA. Foi educadora na Educação infantil em Mococa no Centro Social Católico e Educação para jovens e adultos (EJA). Coordenadora Pedagógica do Curso de pedagogia na Faculdade COC Mococa. Roberto José Filho (PROFESSOR DA OFICINA DE SOPRO / REGENTE): Cursou Faculdade de Musica pela UFSCAR e Bacharel em Teologia pela Faculdade de Educação Teológica da São Paulo, foi Maestro na Banda Marcial do Centro Educacional SESI, na Banda Marcial do Colégio Marista, Banda Marcial da cidade de Pradópolis, da Banda Marcial Dragões de Iguatemi, da Banda Marcial de Santa Cruz da Esperança e Maestro e regente do Projeto de Iniciação Instrumental na cidade de Serrana. Patrícia de Lourdes Massaro (PROFESSORA DE CANTO CORAL / REGENTE): Formação em Tecla (USP) em Licenciatura em Música na Universidade Vale do Rio Verde, formação em Piano Clássico (Conservatório “Dr. Carlos de Campos”) de Tatuí e piano Clássico pela Escola de Artes Heitor Villa Lobos. Educadora Musica no Projeto Guri (Tambaú) em Casa de Abrigo (Paulo de Tarso) em São José do Rio Pardo. Coordenadora Pedagógica de Música em (Artesanato Leprom) e (Projeto Beija Flor) ambos em Mococa. José Maria Lopes (PROFESSOR DA OFICINA DE SOPRO / ARRANJADOR / TEORIA MUSICAL): Graduado em Música pela UNAERP, Pós Graduado em Educação Musical Infantil pela UNIFAR e Pós Graduado em Regência Orquestral pela Universidade Alpha. Curso técnico em Musical em Instrumento (Trombone).Professor de Música e primeiro trombone pela Orquestra Sinfônica de ribeirão Preto, professor de trombone pela Banda Marcial de Serrana. Jurado do Pró – Música do Governo Federal e Projeto Jovens Músicos do Governo do Estado de São Paulo. Rodrigo Donegá José (ASSISTENTE): Formado em Publicidade e propaganda pela Faculdade Estácio, curso de Percussão Popular e Erudito pela A.B.F.R.R.P. (Associação das Bandas e Fanfarras da Região de Ribeirão Preto) Instrutor de Percussão Popular na Banda Marcial de Santa Cruz da Esperança. Pedro Henrique de Moraes Lopes (ASSISTENTE): Formado em Técnico de Montagem de Orquestra, trabalhou como montador da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e também como montador no Projeto Tocando a Vida. Victor Leonardo Ribeiro Bastos (ASSISTENTE): Cursando Administração na Unaerp (Universidade de Ribeirão Preto), Instrutor de Bandas e Fanfarras, Auxiliar de atendimento na empresa Ateliê Bach. Em na Administração Geral da empresa Clássica Imóveis. Fabio Luis Rodrigues de Sousa (COORDENADOR DE PRODUÇÃO): Formado em Teologia, Curso de Capacitação em Gestão de Projetos e Empreendimentos Criativos – Senac EAD Distrito Federal. Curso capacitação de Turismo Senac Ribeirão Preto, Produtor Executivo Festival Tanabata de Ribeirão Preto, FestItália, Festival da Cultura Caipira de Ribeirão Preto , Liga Ribeirãopretana de Organizações Carnavalesca.
PROJETO ARQUIVADO.