| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 921,0 mil |
Realização de exposição composta por um panorama da fotografia contemporanea paraense, com imagens em suportes que questionam os processos de fotografia tradicionais, introduzindo alternativas tais como foto- esculturas, vídeos e videomapping, dos principais fotógrafos da cena paraense, em um recorte que engloba os últimos 30 anos, sendo a mostra apresentada ao publico em duas capitais brasileiras. O projeto ofertará ações formativas no segmento fotografia, atraves de oficinas, palestras e visitas curatoriais guiadas.
Ações Formativas=UM PAÍS, CHAMADO PARÁ – LEI ROUANET Oficina – 01 em São Paulo, 01 em Belo Horizonte-total 02 oficinas Do Poético ao Prático: Fotografia Documental Workshop de Guy Veloso Carga horária : 09 horas No. vagas ; 15 Destinado a fotógrafos e estudantes avançados de fotografia. Trata da construção de um projeto temático de média e longa duração, desde a sua concepção, passando por fases como a pesquisa, saída a campo, exibição, divulgação até a pós-produção. Os participantes também são estimulados a identificarem temas para ensaios fotográficos. São apresentadas formas de abordagem e ética para com os personagens, postura perante curadores, além de contarem com dicas sobre como valorizar e editar um portfólio e produzir projetos para bolsas e concursos. Cada aluno terá direito a 01 leitura coletiva de portfólio. 1º Dia: Identificar possíveis temas de ensaios Técnicas de abordagem de personagens e medidas de segurança. Pesquisa e a pré-produção de um ensaio. 2º Dia: Informações sobre como valorizar e editar um portfólio e projetos para concursos. Leituras portfólio. ********************************************************************** Oficina Formas de olhar – 01 em São Paulo e 01 em B.Horizonte- total 02 oficinas Ministrante Guy Veloso Vagas: 20 Carga horária: 4 horas. Feito especialmente para adolescentes, o Workshop pretende despertar formas diferentes de olhar. São usadas fotografia, cenas de filmes, histórias, técnicas de teatro e jogos em diferentes dinâmicas para atrair a participação do público. Os jovens são estimulados a “ler” imagens, a buscar informações, códigos, sentimentos em obras de artes visuais (fotografias, pinturas, instalações etc.). Objetiva de estimular não somente uma visão mais estética, como também crítica do que está ao redor de nós. Público-alvo: adolescentes de 11 a 17 anos. ____________________________________________________________________________________________________ Oficina de Elaboraçao de projetos Instrutora: Fatinha Silva Carga horária: 07 horas No. participantes: 25 Oficina a ser ministrada voltada à Lei Rouanet, legislação atual; acessibilidade, democratização de acesso, planilha de custos. _______________________________________________________________________ Visitas guiadas em formato de oficina 02 visitas x 02 cidades – total 04 visitas x 30 participantes: 120 pessoas 2.- 02 visitas guiadas após a abertura da exposição, momento em que a curadora fará junto ao publico presente, reflexões sobre as obras e sua integração dentro do conceito curatorial. 02 visitas em cada capital visitada, num total de 04 visitas. Carga horária: 01 hora No. participantes: 30 participantes em cada visita guiada x 04 visitas - 120 pessoas ________________________________________________________________ PALESTRAS – 02 em São Paulo e 02 em B.Horizonte Palestrante 1 Mariano Klautau Filho Título: Arte e fotografia no Pará 2010-2020 – Notas sobre a dissolução de territórios identitários Carga horária: 1h30 No. participante:90 pessoas Sinopse: Até o inicio dos anos 2000, era possível identificar ou localizar períodos, gerações e poéticas na produção fotográfica, unidas por determinados laços de identidade. Com isso pôde-se delimitar movimentos em torno de uma linguagem ou suporte mais conciso que legitimava uma estética fotográfica produzida no Pará, como pretendeu o projeto “Fotografia Contemporânea Paraense – Panorama 80-90” realizado em 2002. Passados 18 anos, como identificar em períodos cronológicos e geracionais uma produção que expandiu-se, esgarçou-se e transbordou para fora da fotografia? A proposta é analisar, por meio de alguns trabalhos específicos e aspectos poéticos, o paradoxo entre o impossível território identitário e a insistência de uma geografia poética amazônica e/ou paraense para a arte. ********************************************************************** Palestrante 2 João de Jesus Paes Loureiro Título: Aproximações à fotografia no Pará Reflexão, de sentido conceitual e não como análise histórica, de quatro linhas predominantes na fotografia no Pará e expressão simbólica de sua cultura: a documental, a de representações do imaginário, a místico-religiosa e a plasticidade formal. Cada qual dessas dimensões será tematizada como dominante nos seguintes artistas: Miguel Chikaoka, Elza Lima, Guy Veloso e Luiz Braga. Carga horária:01h30 Público: Estudantes, professores, fotógrafos, enfim publico interessado na temática. No. participantes: 90 participantes CONTRAPARTIDA SOCIAL Encontros curatoriais – 04 em cada cidade visitada- 04x02 cidades-total 08 encontros 08 encontros x 30 pessoas - 240 pessoas 1.- Em cada uma das 02 cidades visitadas, serão realizados 04 Encontros com o publico durante a montagem da exposição, direcionado a alunos e professores de universidades públicas e publico interessado, num total de 08 encontros ao final. A curadora falará sobre o processo curatorial, mostrando a seleção de obras e processo de estruturaçao da mostra. No. Participantes: 30 participantes por encontro x 08 - 240 pessoas Carga horária: 01 hora ______________________________________________________________________ Todas as atividades serão ofertadas gratuitamente ao publico interessado
OBJETIVO GERAL: Realizar a mostra fotográfica "Um País, chamado Pará", composta por um panorama da fotografia feita no estado nortista nos últimos 30 anos, com a participação de renomados e novos talentos desse segmento visual. Ofertar palestras e ações formativas, gratuitamente, de forma à formação de plateia. OBJETIVOS ESPECIFICOS - Produzir 01 exposição fotográfica, composta por trabalhos de aproximadamente 20 talentos da fotografia paraense. - Ofertar 02 palestras temáticas, de forma gratuita, aberta ao publico em geral. (Paes Loureiro e Mariano Klautau) - Ofertar 03 oficinas no segmento fotografia, curatorial e elaboraçao de projetos culturais, direcionada ao publico de cada cidade visitada, sendo 01 no formato online (curatorial) e 02 presenciais.) em cada cidade visitada. -Ofertar 04 oficina curatoriais no formato de visitas guiadas pela curadora em cada uma das cidades visitadas.
Considerando que a fotografia representa um importantíssimo campo de trocas sociais e artísticas através de iniciativas afins sempre realizadas e que englobam a sua difusão, produção de conhecimentos, compartilhamento de saberes, formação de público, intercâmbio entre as regiões, de forma a dar visibilidade à produção brasileira e se destaca no Pará desde os anos 1970. Que no cenário cultural, nossa fotografia atua como um núcleo de referência para o desenvolvimento de uma linguagem fotográfica na região amazônica, por incentivar e promover o trabalho coletivo organizado na prática da idéia-ação-reflexão, aprimorando e multiplicando oportunidades de acesso ao exercício de fazer e pensar fotografia, sempre em sintonia com as questões sociais e culturais emergentes. Que o Estado do Pará é um dos maiores e vibrantes expoentes do panorama da fotografia brasileira; que o movimento fotográfico deste Estado nortista foi solidificado nas 03 últimas décadas por livros, críticas, publicações, prêmios e presenças em exposições nacionais e internacionais (como, por exemplo, as Bienais de São Paulo e Veneza). Nosso projeto vem então, de encontro à busca de mais espaços de discussão para os que fazem, pensam e pesquisam fotografia, especialmente a paraense. Dito isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): I - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
A Exposição Um País chamado Pará, apresentará um panorama da fotografia feita no Estado do Pará, ressaltando sua singularidade, expressividade, interrelações geracionais e sua contribuição à arte brasileira, a partir da pesquisa de processos de criação. Com recorte temporal específico (anos 90 do século XX até os dias de hoje), terá como fio condutor o questionamento (e subversão) dos suportes e linguagens tradicionais e seus desdobramentos ao longo dos últimos 30 anos. Assim, através da união de duas gerações de fotógrafos entre talentos reconhecidos e novos, tendo como resultado uma inédita exposição envolvendo em torno de 20 fotógrafos, composta por uma fotografia que se desenvolveu e se desenvolve de maneira muito característica no Pará, iremos mostrar a particularidade temática-estilística dos fotógrafos, olhar singular e como ato de criação no cenário artístico acima da linha do equador.
Produção e impressão de 1.000 catálogos: formato fechado : 12.7 X 19 CM REF COLEÇÃO POCHE - 64 PAGINAS - CAPA FLEXIVEL 4 X 4 CORES, VERNIZ PAPEL OFF SET 180GR 4X4 CORES TIRAGEM 1.000 EXEMPLARES
Levando em conta que pelos dados do IPEA 2010, 70% da população brasileira nunca entrou num museu e 93% nunca foi a uma exposição, a ideia de atrair todos os públicos não usuais e entre eles as pessoas com deficiência é essencial. Propomos como mediação pra todos os públicos um áudio guia para descrição do espaço da exposição e das obras, tocado num MP3 com caixas de som ou fones de ouvido. Indicamos material impresso em braile e tinta ampliada nos catálogos, folders e legendas das obras, para pessoas de baixa visão ou cegas, que são 80% da população com deficiência. Para este público também sugerimos a aplicação de piso podotátil de alerta e direcional colado e removível, que não danifica o piso existente. Para localização espacial do visitante na exposição e para o público cego , existência de um mapa tátil com pedestal na entrada. E finalmente, para a exposição de fotos haverão réplicas tátes em relevo 2D para toque. O material de divulgação conterá aviso sobre a disponibilidade de interprete de libras e a acessibilidade do local, para atender publico especial. O projeto contará com projeto de acessibilidade, de forma a atender ao nosso publico especial. Será mantido durante 02 turnos, mediadores culturais, para atendimento, esclarecimentos e orientações ao publico visitante EXPOSIÇAO FOTOGRÁFICA: Acessibilidade física: Local onde será montada a exposiçao terá rampas,corrimões, banheiros adaptados, obedecendo a legislação em vigor. Acessibilidade visual: Para a exposição de fotos haverão réplicas tátes em relevo 2D para toque. Propomos como mediação pra todos os públicos um áudio guia para descrição do espaço da exposição e das obras, tocado num MP3 com caixas de som ou fones de ouvido. Acessibilidade auditiva: material de divulgação conterá aviso sobre a disponibilidade de interprete de libras e a acessibilidade do local, para atender publico especial. OFICINAS, PALESTRAS E VISITAS CURATORIAIS: Acessibilidade física: Local onde serão realizadas as atividades atenderão à legislaçao em vigor voltadas à acessibilidade, com rampas,corrimões, banheiros adaptados. Acessibilidade auditiva: material de divulgação conterá aviso sobre a disponibilidade de interprete de libras e a acessibilidade do local, para atender publico especial. Acessibilidade visual: haverão réplicas tátes em relevo 2D para toque. Propomos como mediação pra todos os públicos um áudio guia para descrição do espaço da exposição e das obras, tocado num MP3 com caixas de som ou fones de ouvido. Legendas das obras emb braille. CATÁLOGOS: Acessibilidade física: não se aplica Acessibilidade visual:Indicamos material impresso em braile e tinta ampliada nos catálogos, folders. Acessibilidade auditiva: não se aplica. Será mantido durante 02 turnos, mediadores culturais, para atendimento, esclarecimentos e orientações ao publico visitante
- Registro videografico produzido será disponibilizado ao publico em geral via redes sociais. Ao final de cada etapa de circulação, será editado um vídeo em formado mini-doc (4 a 5 minutos de duração) a partir do registro videográfico e fotográfico captado, a ser postado no You Tube para democratização e ampliação do acesso da população à esse conteúdo. - Oficinas ofertadas gratuitamente ao público interessado, sendo 02 ofertadas via online. - Catálogo impresso que será distribuído gratuitamente ao publico visitante, assim com às instituições culturais. - Todas as atividades serão ofertadas gratuitamente ao publico interessado. Será mantido durante 02 turnos, mediadores culturais, para atendimento, esclarecimentos e orientaçao ao publico visitante.
Coordenaçao geral: Fatinha Silva, diretora da Namazonia, será a responsável pela coordenaçao geral e coord.adm.financeira do projeto. Adm.de empresas, fotógrafa, gestora e produtora cultural atuante desde 2002. Curso de aperfeiçoamento em Gestão. Cultural UFPA/Minc. 2015, Sócia fundadora da Rede de Prod. Culturais de Fotografia do Brasil; Socia fundadora e diretora da Associação Fotoativa por 03 mandatos, Socia-fundadora e Diretora Namazônia desde a sua fundação. Atualmente, atua como Conselheira do CNIC M.Cidadania, segmento Artes Visuais mandato 2019/20. Projetos recentes sob sua responsabilidade: III Festa Literária Internacional do Xingu Altamira, PA- 2020. Edital Dir. Livro e Leitura.; Ciranda das Artes Santarem, PA 2019- Idealizadora e coordenadora- Lei Roaunet; O Dia da Caça Edital Cultural Petrobras Lei Rouanet Itinerância peça da dupla Las Cabaças região norte AM, AC, RR E RO-2018; À Luz do Círio Lei Rouanet - Produção videomappings exibidos durante o Cirio de Nazaré e oficina- parcerias: Sec. de Estado, Projeto Penitentes, fotografo Guy Veloso, Edital Rumos Itau 2018. ROSELY NAKAGAWA - CURADORA e ARTE-EDUCADORA Nasceu em 1954 em São Paulo, Brasil onde vive e trabalha. É graduada em Arquitetura pela FAUUSP em 1977. Fez especialização em Museologia pela USP em 1978/80 e em Comunicação e Semiótica pela PUC_SP em 2005. Atuação em curadoria (seleção) Coordenadora de projetos de fotografia FUJIFILM 2013 Curadora da FNAC Brasil desde 2004 Curadora da Casa da Fotografia FUJI 1994 a 2013 Curadora e Festival de mídia eletrônica VideoBrasil 1982 a 2002 Curadora do Espaço SENAC Escola de Comunicações e Artes 1994 a 1998 Curadora do Espaço Cultural CITIBANK de 1987 a 1991 Curadora e Coordenadora da galeria FOTOPTICA 1979/1986 edição de livros (seleção) Editora de Imagem e diretora de arte do livro PENITENTES Guy Veloso_ Rumos Itau Cultural e Tempo d'Imagem, 2020 Habitants – Marco Antonio Robert Alves 2016 Edu Mello Fotografias 2015 OPARA_Onde nasce o São Francisco – 2013 fotografias da Serra da Canastra de Marco Antonio Robert Alves. DIRETOR ARTISTICO E ARTE-EDUCADOR: GUY VELOSO - Nascido em 1969 e trabalha em Belém-PA. Principais curadorias e produçoes expositivas: . Félix e Paul Nadar. Aliança Francesa de Brasília. Fotoarte Brasília-2007; Galeria Stella Isaac, Fotoarte Goiás, Goiânia-GO,2007. . Por Enquanto: 10 Anos Sem Renato Russo (curadoria e concepção): IAP - Instituto de Artes do Pará, Belém-PA, 2006; Espaço Cultural Renato Russo, Fotoarte Brasília, Brasília-DF, 2007; Galeria Fotoativa, Belém-PA, 2008. . À Fronteira do Real. Fotografias de Fatinha Silva (com catálogo): Galeria Graça Landeira, Unama, Belém-PA (2007); Galeria Rubem Valentim, Fotoarte Brasília (Festival of Light) – Brasilia-DF (2007). . Extremes. Curadoria-geral da pasta de fotografia contemporânea brasileira na XXIII Bienal Europalia International Festival, Bruxelas-Bélgica, 2011-2012. . 100menos10. Galeria Theodoro Braga, Belém-PA; . O Círio vai passando como um rio. Espaço Cultural Bco da Amazônia, Belém-PA, 2016.; À luz do Círio. Videomapping, Museu do Círio, Belém-PA, 2018. PROJETO EXPOGRÁFICO – Flavio Franzosi- Nascido em maio de 1987. Iniciou seus estudos em Moda, em 2005, na Faculdade Santa Marcelina. Trabalhou com figurino e foi com a cenografia que se apaixonou pela construção estética e sensorial de espaços. Formado em Design de Interiores pelo Senac em 2014, começou a desenvolver projetos expográficos em 2015 com o convite do artista Bruno Moreschi para as exposições "Ordenamentos" e "ART BOOK - At your own risk" no Espaço Cultural Marcantonio Vilaça, Brasília - DF, com curadoria de Caroline Carrion. Entre parceria com artistas em 2017 desenvolveu o projeto expográfico da sala da artista Carla Chaim para o Future Generation Art Prize no Pinchuk Art Centre em Kiev na Ucrânia. Desde 2018 desenvolve projetos com a Curadora Rosely Nakagawa, dentre eles estão as exposições "Sobre a cor da sua pele" que integrou o círculo de exposições do Festival Solar no Instituto Dragão do Mar em Fortaleza - CE e " Mais a mais ou menos" do artista Fernando Lemos na galeria 111 em Lisboa. PROJETO ACESSIBILIDADE: SILVIA ARRUDA Formada pela FAUSANTOS em 1983, trabalhou na Konigsberger & Vannucchi Arquitetos.Saiu em 1985 para abrir a empresa Peça Única, onde atuou até 1999.Em 2000 abriu seu próprio escritório,trabalhando com enfoque multidisciplinar.São mais de 300 projetos de ARQUITETURA e EXPOGRAFIA. Possui ESPECIALIZAÇÃO EM ACESSIBILIDADE de edifícios e exposições.Ganhou em 2013 o Premio Nacional do IPHAN com o Centro de Memória da Fundação Dorina Nowill. Participa dos GRUPOS DE PESQUISA : REM–Rede de educadores em museus SP e GEPAM–Grupo de ensino e pesquisa de acessibilidade em museus IEB-USP.Ministra CURSOS de acessibilidade cultural e expografia acessível. Tem como seus CLIENTES:Itaú Cultural,Sebrae SP,SESC SP(15 unidades),Fundação Dorina Nowill,FFLCH- USP,Comgás,Instituto Mara Gabrili, Giroflex, Fotograma Imagens, Artesanato Solidário,Unibes Cultural,SMPED(Sec.Municipal da Pessoa Deficiente), Museu da Energia, Ação Educativa, Pinacoteca Benedicto Calixto de Santos, Museu do Ipiranga. https://arquitetasilviaarruda.wordpress.com/ PROJETO ILUMINAÇÃO: LÚCIA CHEDIEK Lighting Design - Atua na área das Artes Cênicas e Arquitetura, com criações em peças de teatro, projetos em arquitetura cênica e luminotécnica. Seus projetos caracterizam - se por sua originalidade e pesquisa, que se fundamenta para criar desenho de luz, fornecendo elementos com uma expressiva carga simbólica, aspecto artístico e lúdico, desvinculados de padrões ou modismos. Sua origem está na cenografia, o que o faz interpretar o espaço arquitetônico por um ponto de vista peculiar. Em arquitetura executa projetos em iluminação cênica, auditórios, galerias de arte, exposição, museus, igrejas, estúdios e residências. Na sua trajetória foi vencedora do Prêmio Shell de Teatro de melhor iluminação pelo espetáculo Tauromaquia, da Cia Balagan, e foi vencedora do Prêmio ABILUX de Arquitetura, em São Paulo, pelo projeto de iluminação monumental da Basílica Santuário de Nazaré, em Belém do PA. DESIGNER GRÁFICA: LUCIANA FACCHINI é designer gráfica formada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU- USP) em 2000. Trabalhou na editora Cosac Naify entre 2005 e 2009. Dirige desde 2010 seu próprio estúdio, com trabalhos focados na área de cultura, es- pecialmente na área editorial e de exposições, com clientes como Instituto Moreira Salles, Masp, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Sesc, VideoBrasil, entre outros. PRÊMIOS ∂ Em 2018, o catálogo "Conflitos: fotografia e violência política no Brasil - 1889-1964" ga- nhou o prêmio Jabuti [60º Prêmio Jabuti] na categoria Projeto gráfico. ∂ Em 2016 os livros "5 Saraus: cada qual com sua poesia, cada qual com sua fúria [Imprensa Oficial]" e "Debret: Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil [Imprensa Oficial] ganharam res- pectivamente, 1º e 2º lugar em projeto gráfico" no 2º Prêmio ABEU 2016. ∂ Em 2015, o catálogo da exposição homônima “William Eggleston, a cor americana” que aconteceu no Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro no mesmo ano, foi eleito um dos cinco melhores catálogos de fotografia do mundo, pelo prêmio Paris Photo-Aperture Foun- dation de Fotolivros. ∂ Ganhou prêmios pelos livros Alice no país das maravilhas [2º lugar em projeto gráfico] – 52o Prêmio Jabuti, 2010, Moby Dick [1º lugar em projeto de capa] – 51o Prêmio Jabuti, 2009, Fera na selva [2º lugar em projeto gráfico] – 50o Prêmio Jabuti, 2008, Lampião e Lancelote [3º lugar em capa] – 49o Prêmio Jabuti, 2007, Bili com limão verde na mão [3º lugar na categoria projeto gráfico] – Prêmio Aluísio Magalhães, 2008. Em 2012 ganhou em 1º lugar o concurso Getty Images de melhor da capa de livro de 2011, com o livro “Ilusões Pesadas” de Sacha Sperling (Companhia das Letras). ∂ Em 2008, o livro Experiência Neoconcreta foi seleci onado pelo American Institute of Graphic Arts para a exposição 50 Books/50 Covers of 2007, em Nova York. ∂ Ganhou o Prêmio TIM (2008) pelo projeto gráfico do CD Toda vez que eu dou um passo o mundo sai do lugar do artista Siba. ∂ Teve trabalhos expostos na 7a, 8a, 9a, 10a e 12a Bienais de Design Gráfico da Associação deDesigners Gráficos do Brasil (ADG). Fez parte do juri da 13a Bienais de Design Gráfico da Associação de Designers Gráficos doBrasil (ADG). PALESTRANTES JOÃO DE JESUS PAES LOUREIRO nasceu na cidade de Abaetetuba, Pará.É poeta e professor de Estética, Filosofia da Arte e Cultura Amazônica, na Universidade Federal do Pará. Mestre em Teoria da Literatura e Semiótica pela PUC/UNICAMP, São Paulo e Doutor em Sociologia da Cultura pela Sorbonne pela Paris, França. No âmbito da cooperação entre a Universidade e o Governo do Estado e da capital Belém, foi cedido para exercer as funções de Secretário de Estado da Cultura, Criador e Superintendente da Fundação Cultural do Pará, Secretário de Estado da Educação e Secretário de Educação e Cultura de Belém, capital do Estado, Criador e Presideite do Instiruto de Artes do Pará. Primeiro livro publicado, “TAREFA”, editado pela União Nacional dos Estudantes e a União Acadêmica Paraense, em 1964. Em 1966, “CANTIGAS DE AMAR DE AMOR E DE PAZ”, pela Falângola Editora, Em 1968, “EPÍSTOLAS E BALADAS”, pela Grafisa Editora. Expôs na X Bienal de São Paulo, poemas visuais. Participou com um poema-objeto, da mostra A Vanguarda Visual Brasileira – 50 anos depois da Semana de Arte Moderna, organizada por Roberto Pontual, para a Galeria Colletio/SP. Prêmio Nacional de Melhor Livro de Poesia, em 1984, pela Associação Paulista de Críticos de Arte, com Altar em Chamas. Suas obras poéticas são Cantares Amazônicos (Porantim, Deslendário, Altar em Chamas) pela Ed. Civilização Brasileira. Pentacantos, Romance das Três Flautas – edição bilingue, português e alemão – O Poeta Wang Wei (699-759AD) na Visão de Sun Chian Chin e João de Jesus Paes Loureiro – edição bilingue, chinês e português – Iluminações e Iluminuras, traduzido por Kikuo Furuno e ilustrado por Tikashi Fukushima – edição bilingue, japonês e português – publicados por Roswi Kempf Editora/SP. Gesãnge des Amazonas, edição alemã, pela Editora DIA, de Berlim, 1991 – Cantares Amazônicos, edição italiana, L´Áquila, 1990. Altar em Chamas e Outros Poemas, O Ser Aberto. Elementos de Estética (Filosofia da arte) e Cultura Amazônica – Uma poética do Imaginário (tese de doutoramento) e A Poesia como Encantaria da Linguagem, editados pela CEJUP. Em 1998/99, pela Escrituras/SP em 2000 e 2001, pela Íman Editora, Lisboa,Portugal, 2003. Em 2015, pela Editora VALAR, Manaus. “Belém. O Azul e o Raro” (Poema em CD), pela Violões da Amazônia/PA., “Pássaro da Terra” (Teatro), pela Escrituras Editora/SP, e Obras Reunidas (4Volumes) S. Paulo, Escrituras Editora, 2000. Do Coração e suas Amarras, Escrituras Editora/SP., 2001. Edição universitária de “Obras Reunidas”, 2001. Elementos de Estética, 3ª edição, pela Editora da UFPa., 2002, lançado na 17ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. CD duplo “O Poeta e seu Canto”, edição do autor, 2002.Fragmento poesia, Escrituras Editora,SP, 2003 “Au Delà Du Méandre de Cê Fleuve” (Além da Curva daquele Rio), primeiro texto de ficção em prosa e publicado pela Editora Actes Sud, de Paris, 2002. LÁmour aux vêtements blancs ( Amor de roupas brancas) e Le fleuve aux royaumes enchantés ( Rio das encantarias), 2005 peças de teatro, Lês Édictions de la Gare, Vitri sur. Seine, França,– A Conversão Semiótica Na arte e na cultura. Editura Universitária/UFPA, 2007. Água da Fonte. Poesia. Escrituras Editora/SP. 2009. Café Central – O tempo submerso nos espelhos. Romance. Escrituras Editora/ SP.. 20011 “Paraler como quem anda nas ruas”. Escrituras Editora. SP. 2012. O Artesão das Águas. (3ª. Edição) PakaTatu. Belém, 2014, “Encantarias da Palavra”, poesia. Editora Universitária/UFPA, 2017. “TRIÁDICOS – Poesia em pequenos formatos”. Editora Valer. Manaus/AM. 2019, “CULTURA AMAZÔNICA HOJE – Uma poética do Imaginário revisitada”. Edição SECULT/PA. Belém 2019. Mariano Klautau Filho (minibio) - Palestrante Artista, pesquisador em arte e fotografia e curador independente. Mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP e Doutor em Artes Visuais pela ECA/USP. Professor de Artes Visuais e do Programa de Pós Graduação de Comunicacão, Linguagens e Cultura da Universidade da Amazônia. Curador do projeto “Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia” realizado no Museu Casa das Onze Janelas e Museu de Arte da UFPa desde 2010. Curador Visitante e consultor de fotografia da Pinacoteca de São Paulo, nos anos de 2016 e 2017, onde realizou a mostra Antilogias: o fotográfico na Pinacoteca. Como artista participou das exposições Triangular: arte deste século - Projeto Aquisições Recentes - Casa Niemeyer – Brasília – DF (2019/2020), Sobre a paisagem - Coletiva - Galeria Elf (2019), Transitivo – Inéditos e dispersos – Individual - Kamara Kó Galeria, Belém (2018), Feito poeira ao vento – Fotografia na Coleção MAR – RJ (2017/2018), Cidades invisíveis – MASP – SP (2014), Pororoca – Amazônia no Mar – RJ (2014), Percursos e Afetos - Fotografias 1928/2011 – Coleção Rubens Fernandes Junior - Pinacoteca de São Paulo (2011), Finisterra (individual) – Fauna Galeria – SP (2010) e Fotoclub – Montevideo – Uruguay (2009), Realidades Imprecisas – Sesc Pinheiros – São Paulo (2009), Finisterra_Carta Aérea – Wiesbaden – Alemanha (2008), Bienal del Fin Del Mundo - Ushuaia – Argentina (2007), Desindentidad – IVAM -Valência – Espanha (2006), IX Bienal de Havana (2006) entre outras. Possui obras nos acervos do Museu de Arte Moderna de São Paulo, Museu de Fotografia da Cidade de Curitiba, Coleção Joaquim Paiva – RJ, Coleção Pirelli/MASP – SP, Casa da Cultura da América Latina da Universidade de Brasília, Museu do Estado do Pará – Belém, MABEU - Belém e MAR – Museu de Arte do Rio – RJ.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.