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PRONAC 210056Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

I Festival Internacional de Forró

ASSOCIACAO CULTURAL BALAIO NORDESTE
Solicitado
R$ 879,8 mil
Aprovado
R$ 879,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
21

Localização e período

UF principal
PB
Município
João Pessoa
Início
2022-08-01
Término
2023-02-28
Locais de realização (1)
João Pessoa Paraíba

Resumo

O I Festival Internacional de Forró é uma mostra multidisciplinar de artes, desde dança, música tradicional, festa popular, apresentações de quadrilhas juninas, performances artísticas, oficinas culturais e aulões de dança, sobre o importante patrimônio brasileiro que é o Forró. O projeto ainda prevê a realização da exposição "Jackson É Pop! Jackson É 100", sobre a vida e obra de Jackson do Pandeiro. A sua realização será na cidade de João Pessoa _ Paraíba, prevendo ainda contrapartidas de responsabilidade social a serem executadas em escolas públicas do município.

Sinopse

Todo o projeto e seus produtos serão de classificação livre e abertos ao público em geral. As oficinas, palestras, masterclasses e demais produtos que serão realizados com conteúdo pedagógico e de formação ainda não foram definidos, pois dependem do alinhamento da programação e de quem serão os professores e palestrantes contratados para realizar as mesmas. Prevemos, contudo, que todos os conteúdos sejam definidos seguindo as seguintes diretrizes: Duração: 2h Conteúdo: a) Introdução ao Forró e à dança; b) Explicação sobre o gênero a ser leccionado; d) Roda de conversa sobre criação artística com artistas convidados (nomes ainda a serem definidos); ou e) Aula prática sobre o gênero; e f) Esclarecimento de dúvidas.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: O projeto visa a realização de um Festival de artes integradas, tendo como principal produto a dança no Forró, contando com a participação de artistas internacionais, nacionais e regionais. A mostra de artes contará com diversas apresentações culturais, palestras, oficinas e cursos, masterclasses, aulas-espetáculo, apresentações de artes cênicas de dança, que apresentarão os diferentes tipos de dança regionais do forró, apresentações musicais, quadrilhas juninas, aulões, performances artísticas e uma exposição sobre a vida e obra de Jackson do Pandeiro, com o objetivo de fomentar e diversificar o acesso a bens de consumo cultural de forma democrática e gratuita, além de reforçar o Forró como grande patrimônio imaterial brasileiro. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: O I Festival Internacional de Forró pretende valorizar o Forró como patrimônio imaterial da cultura brasileira, bem como atuar como canal de contato entre agentes culturais nacionais e internacionais, estimulando a produção cultural e objetivando-a através de oficinas, palestras e debates entre profissionais, além de contribuir para a formação de público, circulação de conhecimento, difusão de pensamento crítico, artístico e responsabilidade social. Assim, a presente proposta prevê a realização de 7 produtos culturais diferentes que acontecerão de forma integrada, realizando as seguintes atividades: - 2 (duas) Rodas de Sanfona - 2 (dois) Encontros de Quadrilhas Juninas - 1 (uma) Exposição "Jackson É Pop! Jackson É 100" - 4 (quatro) Apresentações de teatro infantil - 3 (três) Apresentações de grupos de dança - 4 (quatro) Aulões de dança - 2 (duas) Masterclasses - 9 (nove) Oficinas e cursos - 2 (duas) Aulas-espetáculo - 2 (duas) Rodas de Conversa - 4 (quatro) Apresentações de bandas nacionais - 4 (quatro) Apresentações de bandas locais - 2 (duas) Apresentações de DJs - 1 (uma) Feira de artesanato e gastronomia junina Todas as atividades acima descritas serão transmitidas pelo YouTube, de forma inteiramente gratuita e com acessibilidade prevista, como forma de ampliar o público e facilitar o acesso à cultura. Além disso o projeto ainda objetiva realizar palestras e oficinas junto a alunos de escolas públicas municipais de João Pessoa sobre o Forró como patrimônio cultural imaterial do Brasil. Como RESULTADO desta programação, o projeto prevê impactar: Direto: Total de 12.000 pessoas + 120 alunos e professores de escolas públicas de João Pessoa (PB) Indireto: 25.000 pessoas (através de redes sociais, website do projeto, divulgação e mídia espontânea).

Justificativa

O Forró é um estilo de dança e gênero musical influenciado por africanos e europeus, fruto de ritmos musicais tais como baião, xote e xaxado. É uma das danças típicas mais populares do Brasil, relacionada à região nordeste que extraiu e espalhou para o país os embalos de um ritmo ora lento, ora rápido, recheado de instrumentos como o triângulo, a sanfona e a zabumba. Contudo, a história do surgimento dessa dança típica é controversa. Alguns acreditam que o termo teria origem americana, quando operários das estradas de ferro do Nordeste se reuniam para dançar. Os ingleses que administravam as empresas chamavam a festa de ‘for all’ (para todos) e os nordestinos entendiam como forró. Outros afirmam que o estilo seria proveniente da palavra ‘forrobodó’, festas realizadas pelos nordestinos com danças, que já aconteciam antes da chegada dos ingleses. Contudo, algo comum nessas histórias é a presença de um ritmo quente, uma dança que transmite uma onda de alegria e movimento. Na década de 80, com o surgimento do forró eletrônico, novos instrumentos foram agregados à música, tais como a guitarra e o contrabaixo. Assim, outros tipos de públicos começaram a aderir a dança, que é dançado em pares, e evoluiu para vários estilos que têm raízes em diversos outras danças, adaptadas para o molde e a estética que a cultura e a música do forró apresenta. O estilo de música, bastante abrangente dentro do forró, também irá variar com as danças. Temos assim, dentro do gênero, diferentes tipos de danças tradicionais ou populares, que têm como característica em comum e clássica entre elas o abraço fechado e a dança em par: Xote - conhecida também como dança (tradicional) do forró. O passo original é chamado de dois para lá de dois para cá. Também são executados outros passos na mesma marcação. Ela acompanha músicas do xote e de outros gêneros como baião, coco, forró (gênero musical), rojão e toada. É a dança mais praticada nos forrós. Baião - tem passo de marcação binária, uma troca de pé de apoio, seguido de um quique de sola do outro pé. Ela acompanha as músicas do baião. Arrasta-pé - executada no passo de marcha. Ela acompanha músicas do arrasta-pé/polca e frevos executados por grupos de forró. Já as danças individuais, menos frequentes nos forrós são: Xaxado - dança trocando o pé de apoio marcando o tempo e contratempo das músicas do xaxado. Há versões estilizadas que não marcam o contratempo. Coco - passos com soladas no chão marcando o ritmo. Ela acompanha músicas do coco. O Forró tornou-se popular nas danças de salão que surgiram no fim dos anos 90 em escolas de dança profissional, a partir de misturas da dança do xote/forró com outras danças. Elas acompanham alguns gêneros musicais como o xote, baião, forró (gênero musical), coco, rojão e toada. As principais danças são: O forró raiz ou pé-de-serra - dançado em abraço fechado e contato corporal total, característica identitária da dança (tradicional) do forró, sem fazer movimentos em posições abertas. Sua criação começou nos eventos de forró de Itaúnas (ES), que introduziu principalmente movimentos intrínsecos e complexos de pernas, em sua maioria originados e modificados do tango e samba de gafieira; O forró eletrônico - dançado com mais balanço, tem grande influência da lambada, salsa e até mesmo a bachata dominicana; O forró universitário _ onde a maioria das figuras são em posições abertas com movimentos de braços de salsa. Há movimentos de outras danças, como zouk e lambada em posição aberta ou no abraço do xote/forró. Na sua enorme diversidade o Forró é um dos gêneros de dança mais internacionalizados do Brasil. Centenas de festivais acontecem no mundo inteiro e centenas de profissionais ensinam os diferentes estilos tanto dentro, quanto fora do país. Mas, até hoje, não se realizou no seu país originário um Festival Internacional de Forró que trouxesse para seus palcos e espaços, profissionais do mundo inteiro e objetivasse realizar diferentes oficinas de formação, debates e apresentações da arte da dança no Forró, como forma de reforçar seu caráter incontornável dentro do mesmo. O Forró, como sabemos, vai além da música. Sua dimensão simbólica agrega dança, gastronomia, design, artesanato, moda e uma importantíssima história que não se limita somente ao Nordeste. Para isso o presente projeto visa valorizar um patrimônio cultural imaterial, promover o encontro entre profissionais e agentes culturais, ser aberto ao público e visar a fruição de bens culturais e apresentar o que de melhor se produz dentro e fora do Brasil. De acordo com o Art. 1º da Lei 8313/91 a presente proposta enquadra-se nos seguintes incisos: "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais"; "II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais"; "III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores"; "IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional"; "V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira"; "VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória"; Ainda, e considerando o Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto atenderá os seguintes objetivos: "II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres"; "III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais"; "IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos"; "V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais".

Estratégia de execução

O proponente do atual projeto será remunerado pela rubrica: “Coordenador de Produção” e “Administração”. Outras informações passíveis de serem acrescentadas ao presente projeto serão enviadas à Secretaria Especial de Cultura para aprovação, dado que a pré-produção ainda não teve início e, possivelmente, após a realização da mesma, o projeto poderá sofrer alterações.

Especificação técnica

Compromete-se o projeto a encaminhar todos os projetos pedagógicos antes do início do projeto, dado que, no momento, não se iniciou a produção e não é possível saber quais serão as propostas de cada um dos professores. Ainda: o projeto prevê a realização de contrapartidas sociais, com a execução de palestras a ocorrerem em escolas públicas municipais. O plano dessa atividade de responsabilidade social prevê: Duração: 2h Conteúdo: a) Introdução ao I Festival Internacional de Forró; b) O Forró como patrimônio cultural imaterial do Brasil; c) Importância da dança dentro do Forró e seus diferentes tipos; d) Roda de conversa sobre criação artística com artista convidado (nome ainda a ser definido) e) Esclarecimento de dúvidas

Acessibilidade

1) FESTIVAL/MOSTRA – Produto principal Acessibilidade física: Todo o local onde será realizado o evento terá todas as medidas de acesso previstas pela Lei, como rampas, banheiros adaptados, lugares marcados e estacionamento; Acessibilidade para deficientes visuais: serão disponibilizados monitores no local para acompanhar e fazer a descrição de todo o contexto Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras 2) FESTA POPULAR – Produto secundário Acessibilidade física: Todo o local onde será realizado o evento terá todas as medidas de acesso previstas pela Lei, como rampas, banheiros adaptados, lugares marcados e estacionamento; Acessibilidade para deficientes visuais: serão disponibilizados monitores no local para acompanhar e fazer a descrição de todo o contexto Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras 3) EXPOSIÇÃO DE ARTES – Produto secundário Acessibilidade física: Todo o local onde será realizado o evento terá todas as medidas de acesso previstas pela Lei, como rampas, banheiros adaptados, lugares marcados e estacionamento; Acessibilidade para deficientes visuais: serão disponibilizados monitores no local para acompanhar e fazer a descrição de todo o contexto Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras 4) ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS – Produto secundário Acessibilidade física: Todo o local onde será realizado o evento terá todas as medidas de acesso previstas pela Lei, como rampas, banheiros adaptados, lugares marcados e estacionamento; Acessibilidade para deficientes visuais: serão disponibilizados monitores no local para acompanhar e fazer a descrição de todo o contexto Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras 5) CURSO/OFICINA/ESTÁGIO – Produto secundário Acessibilidade física: Todo o local onde será realizado o evento terá todas as medidas de acesso previstas pela Lei, como rampas, banheiros adaptados, lugares marcados e estacionamento; Acessibilidade para deficientes visuais: serão disponibilizados monitores no local para acompanhar e fazer a descrição de todo o contexto Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras 6) CONTRAPARTIDAS SOCIAIS – Produto secundário Acessibilidade física: as escolas deverão possuir todas as medidas de acesso previstas pela Lei, como rampas, banheiros adaptados, lugares marcados e estacionamento; Acessibilidade para deficientes visuais: não se aplica (não será realizada nenhuma apresentação audiovisual) Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras 7) APRESENTAÇÃO MUSICAL – Produto secundário Acessibilidade física: Todo o local onde será realizado o evento terá todas as medidas de acesso previstas pela Lei, como rampas, banheiros adaptados, lugares marcados e estacionamento; Acessibilidade para deficientes visuais: serão disponibilizados monitores no local para acompanhar e fazer a descrição de todo o contexto Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Todo o evento será transmitido pela internet e disponibilizado na plataforma YouTube, sendo completamente gratuito e de caráter universal, não havendo cobrança de ingressos ao público que queira participar, sendo que o público-alvo é a população em geral, com enfoque especial para a população entre os 18 e os 75 anos. Como forma de democratizar ainda mais o acesso, todos os registros audiovisuais deste projeto ficarão disponíveis no Youtube, possibilitando novos acessos e novos públicos. Em resumo, o projeto é um Festival multidisciplinar de artes, com conteúdo livre para todas as idades e tipos de públicos, bem como linguagens acessíveis que toquem transversalmente todos os públicos nas dimensões artísticas e formativas. Tem por intenção ser totalmente assente na democratização de acesso, na qualidade artística das propostas e no impacto destas na sociedade. RESPONSABILIDADE SOCIAL Ainda, de acordo com a Instrução Normativa nº 2 de 23 de abril de 2019, art.º 22, o projeto compromete-se a realizar ações de divulgação e palestras sobre Forró como patrimônio cultural imaterial do Brasil e a importância da dança, a realizarem-se em escolas públicas de João Pessoa, promovendo a o conhecimento sobre a linguagem artística, bem como gerar maior engajamento e atrair público junto dos estudantes. Assim, o projeto visa visitar 3 escolas da rede pública, impactando diretamente 120 estudantes no total, sendo 40 por escola, objetivando o aprofundamento do conhecimento de alunos e professores sobre bens culturais.

Ficha técnica

ADMINISTRAÇÃO E PRODUÇÃO | Joana Alves da Silva --> Presidente e representante legal da Associação Balaio do Nordeste Licenciada em Educação Artística pela Universidade da Paraíba (UFPB) com especialidade em artes plásticas, é também artesã, produtora e articuladora cultural. Fundadora e presidente da Associação Cultural Balaio Nordeste (ACBN), instituição cultural sem fins lucrativos, atuou em várias frentes de valorização e promoção da cultura popular, a exemplo da criação da Orquestra Sanfônica Balaio Nordeste, da Escola de Música Mestre Dominguinhos, do documentário/DVD do músico Pinto do Acordeom (parceria com o IPHAN), do Fórum de Forró Raiz e do Encontro de Foles e Sanfonas da Paraíba, edições de números I, II e III. Promoveu ainda diversos eventos, tais como: Encontro Nacional para Salvaguarda das Matrizes do Forró como Patrimônio Imaterial Brasileiro (em parceria com o IPHAN), Homenagem a Luiz Gonzaga (edições 2012, 2013, 2014 e 2015), Mulheres Pintando o Sete (homenagem à cantora Marinês) e Balaio Nordeste Rumo à França. Com o músico, compositor, pesquisador e escritor Climário Oliveira, produziu o lançamento do Livro Batuque Book, de autoria desse escritor; coproduziu o Projeto Cinquenta Anos de Oliveiras de Panelas; e idealizou o Processo de Registro do Forró como Patrimônio Imaterial Brasileiro. Atuou também em vários órgãos públicos como correalizadora de eventos e afins, como os eventos Fogueiras da Cultura e Festival de Artes de Areia (parceria com o governo do estado da Paraíba) e o Projeto Chama Forrozeira (parceria com a FUNJOPE). Em parceria com a Prefeitura Municipal de João Pessoa, coordenou os cursos de Acordeom, Técnica Vocal e Canto Coral, dentro do Projeto Oficina nos Bairros. Ainda como presidente da ACBN, promoveu cursos e oficinas, tais como: Curso de Confecção de Zabumba (com o Mestre Cícero/PB), Curso de Confecção de Rabeca (com o Mestre José Hermínio/PB), Toque e Confecção de Rabeca I e II (com o Mestre Nicodemos /PB), Oficina de Cavalo Marinho (com o mestre Luís Paixão/PD), Oficina de Customização, Oficina de Técnica em Sonorização e Oficina de Roteiro e Direção em Documentário. Joana Alves também produziu os figurinos do Grupo Musical As Bastianas (de 2000 a 2005), da cantora Jaqueline Alves (de 2005 a 2008) e da Orquestra Sanfônica Balaio Nordeste (de 2012 a 2015). É Vice-Conselheira de Cultura do Estado da Paraíba, Conselheira da Fundação Espaço Cultural da Paraíba (FUNESC) e Coordenadora dos Fóruns de Forró como Patrimônio Imaterial do Brasil, junto ao IPHAN. Em dezembro de 2018, Joana Alves foi reeleita Presidente da Associação Cultural Balaio Nordeste para o período 2018-2021, e em agosto de 2019 foi eleita Conselheira Suplente do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) para o triênio 2020-2022. COORDENADORA DE PRODUÇÃO | Dina Faria Produtora cultural, jornalista, radialista e escritora desde sempre manteve o seu vínculo à cultura e à comunicação. Organizou e produziu o “Festival Mundial da Juventude ‘98” e foi mentora e produtora do “Festival da Juventude 2001”, em Portugal. Desde 2012 reside no Brasil, sendo que há mais de 1 anos que se radicou na Paraíba, onde se apaixonou pela cultura nordestina. Já produziu diferentes projetos culturais e editoriais como “No Caminho das Águas” (Fundação Cargill), “Espírito Santo – Dr. Arthur Gerhardt”, “Paixão – O Brasil de Todos os Mundiais” e “Olimpíadas” (ambos do jornalista Orlando Duarte), “Felinos – A Luta pela sobrevivência” e “O Brasil de Carne e Osso” (ambos da Abook Editora). Destaque para a coordenação e produção executiva dos seguintes projetos culturais: “Nossa Via” (realizado entre 2016 e 2017, que levou 81.000 livros a alunos da rede municipal de ensino no interior de Minas Gerais e São Paulo), “Cultura na Virada da Saúde” (realizado em 2016 em São Paulo atingiu mais de 50.000 pessoas e ocorreu nos Parque Ibirapuera e Villa-Lobos), “Linha do tempo – O Brasil e o Esporte” (exposição lançada na Casa Brasil, nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, e que circulou no CCBB do Rio de Janeiro), “Ocupação Mulherio das Letras” (mostra de artes realizada em 2017 em João Pessoa, durante o evento Mulherio das Letras), “Lá & Cá” (exposição do fotógrafo Paulo Fridman, em 2018, no Sesc Parque D. Pedro II, em São Paulo) e "Nossa Via 2018" (projeto cultural que está decorrendo em 12 cidades do interior de Minas Gerais e São Paulo, com distribuição de 50.000 exemplares do livro de Pererê - Ziraldo - a alunos de escolas públicas e apresentação de teatro de fantoches). COORDENADORA DE PRODUÇÃO | Suelen Garcez Especialista em Gestão e Produção Cultural pela UFCG e graduada em Comunicação Social, com bacharelado em Relações Públicas pela UFPB, é produtora cultural por paixão. Paraibana, desde 2017 transita entre João Pessoa e São Paulo, se dedicando exclusivamente a produção artística e cultural brasileira. Atualmente é produtora executiva da cantora, atriz e apresentadora Ellen Oléria e produtora do grupo músico-teatral Cia do Tijolo, ambos com carreiras nacionais e internacionais. Além de produzir estes artistas, ela também escreve projetos independentes e presta assessoria para o Fórum de Forró de São Paulo, planejando e executando seus projetos. Em seus mais de 10 anos de carreira na área produziu por quatro anos a Orquestra Sanfônica Balaio Nordeste e por cinco, a cantora, atriz e apresentadora de rádio e TV, Sandra Belê. Contribuiu com a produção de grandes eventos como o Encontro Nacional de Forrozeiros, o Fórum do Forró de Raiz de São Paulo e o Festival Forró da Garoa. Acompanhou os artistas que produz em grandes palcos como na Virada Cultural de São Paulo, Virada Cultural Paulista, São João de Campina Grande, Festival Internacional de Garanhuns e em quase todos os SESC’s do Estado de São Paulo. Teve projetos aprovados em diversos editais e já foi coordenadora do Ponto de Cultura Balaio Nordeste, em que também participou da diretoria da ONG de mesmo nome. PROFESSORA DE DANÇA – FORRÓ | Íris de Franco (São Paulo - SP) Professora e Pesquisadora de Forró Dança, fomentadora do movimento feminista no Forró, mediadora de rodas de conversa feministas e terapêuticas, uma das idealizadoras e organizadoras do "Mulheres que Conduzem", "As Mulheres do Forró" e "Uaná Urbano". PALESTRANTE | Amorosa Sergipana (Aracaju - SE) Cantora e compositora, sendo a primeira no Brasil a gravar um CD em homenagem às Cidades de Sergipe, com base em sua história. Autora dos livros "Voo Rasante", "Translúcida", "Baú de Graças", "Matheus em Cordel" e "Eclesiastes em Septilha", este, também musicado. Ex- diretora de Arte e Cultura da Funcaju ( Aracaju) de 2013 a 2016, autora de diversos projetos, entre eles, Prêmio Banese de Música, Casarão da Clemilda, Vozes da Gente, Notas Musicais, tendo produzido dezenas de shows coletivos. Atuou como colunista por oito anos no Jornal Correio de Sergipe. É radialista e jornalista, tendo atuado em programas de rádio na década de 80, jornal impresso no mesmo período e TV com os programas Forró na Cidade (TV Caju) e Forrobodó (TV Atalaia). Atualmente é coordenadora do Fórum de Forró (SE), para Registro como Patrimônio Imaterial Brasileiro, membro das Academias Itabaianense e Aracajuana de Letras. Gravou seis CDs e participou de mais de dez coletâneas. Entre os prêmios como cantora, destaque como melhor intérprete do Festival Canta Nordeste (1993) promovido pela Rede Globo Nordeste, melhor intérprete da Festa da Música Brasileira (2001), promovido pela gravadora Panela de Barro e TV Bandeirantes/RJ. Com 34 anos de carreira, Amorosa não abre mão da sua terra, defendendo o fortalecimento da cultura numa visão regionalista, sem perder a conexão com a modernidade. DISK JOCKEY | DJ Preta (Salvador - BA) Jornalista, produtora executiva e pesquisadora de Forró Tradicional, DJ Preta pesquisa os ritmos nordestinos, e prioritariamente o forró, feito e interpretado por mulheres, e também o AfroBeats, música pop contemporânea da África Ocidental. PALESTRANTE | Oswaldinho Do Acordeon (São Paulo - SP) Acordeonista de grande genialidade e versatilidade, reconhecido internacionalmente, gravou seu primeiro disco aos oito anos de idade, e participou em centenas de discos com artistas de vários países. Seu grande sucesso foi a fusão da 5ª sinfonia de Beethoven com ritmos nordestinos, e atualmente a Asa Branca in Blues. Fluminense, filho de Pedro Sertanejo, é um dos precursores do forró em São Paulo, Oswaldinho mudou-se para São Paulo aos oito anos, onde iniciou-se no piano. Embora sem professor, acabava sempre namorando o acordeão, instrumento que no fundo mais gostava. Aos doze anos, já tocava profissionalmente com o pai, na gravadora Continental e em diversos forrós, “Caiu na escola da vida”. Ingressou na MPB através do Grupo Bendegó. A partir daí, tomou contato com Odair cabeça de Poeta e Grupo Capote, Tom Zé, Morares Moreira, Baby e Pepeu, Fagner, Djavan, Renato Teixeira, entre outros. Em 1984, Oswaldinho do Acordeon, apresenta-se como atração no “Festival do Campeonato Mundial de Acordeon” e conquistava a admiração de portugueses, ingleses, alemães, suíços, canadenses, japoneses e americanos. Atualmente com 24 discos gravados, Oswaldinho com certeza veio para reafirmar o conceito, que o insere no contexto de um dos melhores acordeonistas do mundo. Seu currículo registra gravações com as principais estrelas da MPB, de Elba Ramalho, Edson Cordeiro, Caetano Veloso, Jackson do Pandeiro, Lobão, Raul Seixas, Ney Matogrosso, Nara Leão, Milton Nascimento, Paul Simon, Manu Di Bango, Didier Lockwood e Cassiopeia, entre outros. Teve oportunidade de participar de Projetos como: Pixinguinha, US TOP, Free Jazz Festival, Festival de Montreal, Rock in Rio, Festival de Jazz de Montreux, Festival de Jazz de Chateauvallon – França, Juan Lês Piñs – França, Blue Note – N.Y., Ball Room N.Y., 500 anos do descobrimento – e MTV acústico de Rita Lee, além de festivais e encontros dos maiores acordeonistas do mundo em diversos países. PALESTRANTE | Antonio Spaccarotella (Itália) Maestre e acordeonista italiano, é envolvido em vários projetos de treinamento em institutos públicos e privados na Itália e no exterior, realizou seminários e masterclasses na: Shanghai Normal University (China), Departamento de Música da UFPB (Brasil), Conservatório de música PI Thaicovsky. (Itália), Conservatório de Música Stanislao Giacomantonio (Itália), a prestigiosa Academia Gnessin de Mosc, etc. Atualmente é professor de acordeão na Accademia Nuove Armonie di Paola CS e professor de acordeão no departamento de Jazz do Conservatório de Música P.I Thaicovsky. Foi um dos primeiros professores de acordeon diatônico do Campus AFAM-MIUR Santa Severina Kr. Realizou Workshops de World Music no 38º Festival Internacional de Castelfidardo. Ele é o coordenador didático do Accordion Advance, um projeto de sinergia de formação profissional internacional, que conta com uma turma de alunos e inúmeros vencedores e músicos de mais de 5 países. Ele colabora com a Roland Europa e Roland Itália e é diretor da escola oficial Roland da Calábria que seleciona e treina os finalistas do V-Accordion Festival em (Parco della Musica - Roma). Ele estabelece o S.I.A.C (Cultura de Acordeão da Itália do Sul), membro (I.A.C.A. primeiro membro votante italiano, C.I.A), CMA (Confederação Mondiale de l'Accordeon), foi o primeiro membro italiano do Comitê de Música do C.I.A-UNESCO World Cup C.I.A. DAIARA PARAÍSO (Alemanha) Professora de forró e dançarina de danças de salão há 20 anos. Começou na dança ainda na infância através do ballet clássico e jazz, sempre teve contato com a cultura nordestina através das festas juninas na escola, onde eu sempre fazia várias apresentações. Aprendeu a dançar forró com os nativos de Itaúnas, em especial com os criadores do estilo Itaúnas, que é o forró rico em movimentações de pernas, pés, sacadas, peões e movimentos de quadril. Assim adquiriu uma forma diferente de dançar. Através do forró estilo Itaúnas ficou conhecida no mundo todo, e dá aula de forró em vários estados do Brasil e alguns países da Europa, onde reside atualmente. Idealizadora e organizadora do evento FENFIT DANÇA, em Itaúnas, foi coordenadora estadual no ES do Fórum de Forró de Raiz. Este evento faz parte de um grande movimento no Brasil que tem como objetivo registrar o forró como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil e assim promover ações para sua salvaguarda e difusão. PROFESSOR DE DANÇA | Fábio Reis (Ruanda) Bailarino, professor e coreógrafo de dança de salão, tendo o Forró como principal modalidade, ritmo que vem estudando há 16 anos. Bicampeão do Campeonato Brasileiro de Forró, premiado em festivais nacionais e internacionais de dança, viaja por diversos países da América do Sul, Europa e Ásia, participa de inúmeros programas de TV, congressos de dança em todo o Brasil e, em sua última conquista, premiado como melhor Forró professor do Brasil em 2015 e 2016 (Troféu Baila Mundo). Seus estudos de dança de salão e folclore brasileiro o levaram a desenvolver um forró multicultural sem preconceitos, pois - em sua opinião - o forró é uma das mais ricas em termos de estilos e diferentes formas de dançar ao mesmo tempo. Fábio viveu em Stuttgart, Alemanha, onde trabalhou com Dança Bonito (Stuttgart e Tübingen), Forró em Karlsruhe e de onde parte para dar aulas de Forró pelo mundo. Hoje está no Ruanda. APRESENTAÇÃO MUSICAL | Anastácia (São Paulo - SP) Cantora e compositora, iniciou a carreira no ano de 1954, cantando na Rádio Jornal do Comércio no Recife. Em 1960, transferiu-se para São Paulo, onde passou a cantar gêneros nordestinos. Fez shows pelo interior paulista, participando da "Caravana do peru que fala", com Sílvio Santos. Em seguida apresentou-se com a dupla nordestina Venâncio e Corumba. Gravou em 1960 seu primeiro disco, A Dica do Deca e Forró fiá, todas de Venâncio e Corumbá. Em 1961 gravou o primeiro LP pela Chantecler. Em 1963, o cantor Noite Ilustrada gravou a primeira composição de Anastácia, Conselho de amigo, feita em parceria com Italúcia. Passou, em seguida, para a gravadora Continental onde gravou quatro LPs, que obtiveram sucesso especialmente no Nordeste. Em meados da década de 60, conheceu o cantor Dominguinhos, com quem se casou e fez parceria musical. Com Dominguinhos participou de uma caravana artística com o "Rei do baião" e compôs mais de 50 músicas. Em 1969, lançou pela RCA Victor o disco Caminho da roça, com a participação de Luiz Gonzaga nas faixas Minha gente, eu vou me embora, de Antônio Barros e Feira do pobre, de Onildo Almeida. Em 1970, lançou o LP Canto do sabiá, apenas com composições próprias. Em 1971, lançou o LP Torrão de ouro. Em 1973, Gilberto Gil gravou sua composição Eu só quero um xodó, parceria com Dominguinhos. Em 1974, teve duas de suas músicas gravadas por Gal Costa, que regravou De amor eu morrerei e Ângela Maria que gravou Amor que não presta não serve pra mim. Anastácia gravou cerca de 30 discos, constituindo-se num dos maiores nomes do forró. Outros intérpretes que gravaram composições suas foram Nana Caymmi, Cláudia Barroso, Jane Duboc, Doris Monteiro, José Augusto, Ângela Maria e outros, além dos internacionais Paul Murriat, Timy Thomas e Ornela Vanoni. APRESENTAÇÃO MUSICAL | Chambinho Do Acordeon (Fortaleza - CE) Mesmo tendo aprendido a tocar sanfona ainda criança, iniciou sua carreira profissional acompanhando no teclado grupos de samba e pagode, em São Paulo (SP). Após alguns anos tocando na noite em São Paulo (SP), recebeu um convite para integrar a Banda Caiana, onde obteve destaque, no contexto do "forró universitário", que fazia sucesso na época. Teve oportunidade de apresentar-se em casas importantes de forró da cidade de São Paulo, como KVA, Remelexo Brasil, Canto da Ema, Estância do Alto da Serra e Cooperativa Brasil. Ainda com a Banda, lançou 2 CDs pela Warner Music e fez turnê por todo o Brasil. Em seguida, recebeu convite para acompanhar a Banda de Pífanos de Caruaru. Com essa banda, gravou, em 2002, o CD "No século XXI, no Pátio do Forró", recebendo pelo trabalho os prêmios Tim e Grammy Latino, na categoria música regional. Na mesma época, realizou turnê para o nordeste com Dantas do Forró. Participou também de uma divulgação internacional do Forró, com o grupo Forró na Pressão, em Açores, Portugal. Integrou o Trio Zabumbão, por 2 anos. Acompanhou na sanfona nomes importantes do Forró, como Família Gonzaga, Anastácia e João Claudio Moreno. Na sequência, lançou-se em carreira solo, priorizando rirmos autênticos do Nordeste, como baião, xote, xaxado, côco e arrastapé. Em 2012, foi convidado para assumir o papel principal do filme “Gonzaga – De pai pra filho”, interpretando o Rei do Baião, dos 30 aos 50 anos, ao lado de Júlio Andrade, que interpretou Gonzaguinha. No mesmo ano apresentou-se na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), em uma mesa de debates promovida pela Comissão de Educação e Cultura intitulada "100 anos do Gonzagão - a importância de Luiz Gonzaga para a cultura brasileira". No mesmo ano, realizou participação na coleção tripla de CDs "Pernambuco forrozando para o mundo - Viva Dominguinhos!!!", produzida por Fábio Cabral, cantando a música "Domingos", de Carlos Villela e Xico Bizerra. Interpretando músicas de compositores em sua grande maioria pernambucanos, fizeram parte do projeto também artistas como Acioly Neto, Adelzon Viana, Dudu do Acordeon, Elba Ramalho, Hebert Lucena, Irah Caldeira, Liv Moraes, Petrúcio Amorim, Geraldo Maia, Sandro Haick, Spok, Jefferson Gonçalves, Joquinha Gonzaga, Maciel Melo, Jorge de Altinho, Luizinho Calixto, Silvério Pessoa, Walmir Silva, entre outros, além do próprio Dominguinhos. Na virada de 2019 para 2020, foi uma das principais atrações da festa de ano novo realizada no Polo Acaiaca, em Recife (PE). PALESTRANTES | Luizinho Calixto (Fortaleza - CE) Ganhou de seu irmão mais velho, Zé Calixto, sua primeira sanfona aos 8 anos de idade e começou a tocar sozinho. Descoberto por Jackson do Pandeiro, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde, em 1975, gravou seu primeiro disco, "Vamos dançar forró". Também no Rio de Janeiro, conheceu o apresentador e produtor Adelzon Alves, que o convidou para tocar no rádio ao lado de Jackson do Pandeiro. Morou seis anos no Rio de Janeiro, depois retornou o nordeste e chegou a tocar acordeom ao lado de Luiz Gonzaga. Em 1980, lançou o LP “Tocando com amor”, com suas composições “Homenagem a Pedro Chulé”, parceria com Zé Pretinho, “Você é meu xodó”, “Cheirinho do povo” e “Embrulhei e mandei”; além da faixa-título. Em 2001, lançou o disco “Em solo brasileiro”, com suas composições “Baião menino”, “Dança do lourinho”, “Um toque a mais”, “Passeando em Sª Cruz”, “Bicho papão”, “Chorinho pros Taumaturgo”, “O chamego do meu bem”, “Saudades de mãe Maria”, “Brasiliano”, “O tempero nordestino”, “É a cara dele”, “Meio quilo de forró”, “Harmonicamente” e “Forró no pé do muro”. Em 2016, apresentou-se como uma das principais atrações do maior palco da festa de São João de Campina Grande, na Paraíba. “O maior São João do mundo”, como é conhecida a festa, recebeu, nesta edição, uma média de 100 mil pessoas por dia. PALESTRANTE | Renato Borghetti (Porto Alegre - RS) Começou na música aos dez anos de idade, tocando uma gaita-ponto que ganhou do pai em Barra do Ribeiro. Em pouco tempo já era atração no Centro de Tradições Gaúchas comandado por seu pai e, aos 16 anos, se apresentou pela primeira vez. Seu primeiro disco, o Gaita-Ponto tornou-se o primeiro álbum de música instrumental brasileira a ganhar um disco de ouro, vendendo cem mil cópias. Excursionou por todo o Brasil, e por diversos países da Europa, e fez uma temporada no S.O.B.’s, em Nova Iorque. Em 1991 ganhou o prêmio disco do ano, na categoria regional, da Associação Paulista de Críticos de Arte. Renato mescla folclore e modernidade em suas composições, tendo um estilo inconfundível. Tem mais de uma quinzena de discos gravados e dezenas de participações em gravações. É torcedor do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, tendo tocado o Hino do Rio Grande do Sul na festa de abertura da Arena do Grêmio, em 8 de dezembro de 2012, juntamente com a Banda de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil. Demais profissionais ainda não foram contratados, pelo que não poderemos, desde já, informá-los.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.