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O projeto consiste na circulação nacional do espetáculo teatral "Maravilhoso Escândalo" criado em homenagem ao centenário da escritora Clarice Lispector. Além das temporadas de apresentações, está prevista a realização das oficinas "Mostra de Direção Teatral" ministrada pelo diretor do espetáculo, Gabriel Bulcão, a oficina de "Iniciação Teatral" com a atriz Dayanna Maia e a contrapartida social "Clarice Lispector e a epifania".
Espetáculo Maravilhoso Escândalo: Em Maravilhoso Escândalo uma solitária escritora e pintora se lança em infinitas reflexões sobre o tempo, a vida, os sonhos e visões, as flores, os estados da alma, a coragem e o medo e, principalmente, a arte da criação. Tudo é revelado através do olhar dessa pintora-narradora, que, assombrada por sua figura mais íntima, representada por uma jovem menina, cai em estado de graça em plena madrugada, durante um domingo em sua casa. Duração: 60min Classificação Indicativa: 12 anos
A circulação nacional do espetáculo "Maravilhoso Escândalo", é uma proposta artística que tem por objetivo principal a encenação da adaptação, feita por Gabriel Bulcão e Lúcia Soares, do romance Água Viva de Clarice Lispector em comemoração ao centenário de nascimento da autora, no ano de 2020, de extrema importância para a memória de sua obra e para a cultura e o povo brasileiro. Também aspiramos valorizar a leitura e o estudo de clássicos escritores brasileiros; proporcionar uma reflexão da narrativa dos fatos através de Maravilhoso Escândalo e, com isso, discutir valores fundamentais da psicologia humana; incentivar o contato do público com a obra de Clarice Lispector por preços populares, procurando beneficiar o maior número possível de pessoas; abrir espaço para discussões e aprofundamento temático entre o público e os integrantes do projeto Maravilhoso Escândalo e contribuir com a formação cultural do público e com o incentivo à frequência popular ao teatro. Concorrem para este objetivo geral, os seguintes objetivos específicos: - Circular com o espetáculo teatral "Maravilhoso Escândalo" por 04 capitais brasileiras realizando 12 apresentações por cidade; - Realizar 02 oficinas: "Mostra de Direção Teatral" e "Iniciação Teatral" em todas as cidades onde ocorrerá o projeto; - Promover a ação de formação cultural em formato de aula-debate "Clarice Lispector e a epifania" direcionada aos alunos e aos professores da rede pública de ensino- 02 encontros em cada cidade proposta.
A identificação de que os jovens leem pouco, de que conhecem, cada vez menos, os nossos artistas clássicos; e o fato de, em 2020, ser comemorado o centenário de Clarice Lispector foram os pontos de partida da concepção dessa adaptação textual para o teatro. Com o estudo aprofundado da obra clariceana, chegou-se à conclusão de que há, na escritora, a possibilidade de promover o autoconhecimento e a reflexão existencial no público em geral. A questão de repensar o ato de fazer arte é algo motivador e propulsor da valorização do estudo do artista ou de quem se interesse por tal processo. A peça tem os objetivos de discutir conflitos da alma humana e de mostrar como se esclarecem esses processos dentro de uma personagem "amadora", uma pessoa comum, surpreendida por suas reflexões cotidianas. Percebemos que existe grande identificação do público em geral com essas questões propostas. Tanto os jovens espectadores ainda estreantes da vida, como os espectadores de mais idade que nos trouxeram um retorno singular de arrebatamento com a peça. A partir do contato com Maravilhoso Escândalo, surge a motivação para que o público valorize suas próprias vontades, seus saberes, interesses e esclareça muitos de seus sentimentos, inclusive em relação às artes. Ademais, o projeto vai de encontro às diretrizes instituídas nos incisos I (contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais), II (promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais), VIII (estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória) e IX (priorizar o produto cultural originário do País) do Artigo 1º da Lei 8313 de 1991, por contribuir para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, por promover a produção cultural e artística brasileira, por estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal e por priorizar um produto cultural originário no Brasil. Ao propor a realização de apresentações de espetáculo teatral a baixo custo e oficinas gratuitas, o projeto proporciona o fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de espetáculo de artes cênicas e promove o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, através da distribuição gratuita e pública de ingressos para atividades culturais e artísticas conforme os objetivos descritos nos incisos II (fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;) e IV (estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;) do Artigo 3º da Lei 8313 de 1991. Sendo assim, ao transformar o projeto apto à captação de recursos junto às empresas patrocinadoras, a chancela desta Secretaria Especial de Cultura se faz de extrema importância para a viabilização de parcerias estratégicas e concretização dos objetivos propostos.
O projeto é inédito nas praças propostas.
1- Espetáculo “Maravilhoso Escândalo” - Proposta de encenação O romance Água Viva subverte as linhas tradicionais da narrativa (não apresenta uma ordem cronológica, espacial, foge do aristotélico e, em contrapartida, possui um certo abstracionismo), por isso foi aberta a possibilidade de uma encenação não realista: duas atrizes interpretam uma única mulher; cada uma representa um viés da personalidade dessa narradora/pintora. São sempre três nichos de personas que se entrelaçam durante o espetáculo: escritura, leitor e narrador; autor, personagem e ponto de vista; Id, ego e superego etc. Essas mulheres/personalidades vão ganhando significação ao longo dos atos. Também foi viabilizada a mesclagem das artes: música, teatro, literatura, expressão corporal e artes plásticas. É importante destacar que Clarice Lispector ingressou na pintura e produziu 18 telas ao longo dos anos de 1970. A encenação do espetáculo traz uma nascente erudita e operística; é contemporânea, mas não perde o tradicionalismo. O trabalho se volta para uma linguagem abstracionista, porém não necessariamente minimalista. O texto apresenta, sim, uma construção linguística bastante propícia à teatralidade. Uma das propostas diferenciais da peça está na concepção de um cenário construído por uma estrutura formada por quatro pedaços de cortina, em voal, presas do teto ao chão, formando uma área delimitada, onde se realiza a ação cênica. A escolha desta grande cortina ser em duas tonalidades de azul remete a um ambiente aquático, uterino, placentário e claustrofóbico. Como uma continuação do cenário, a idealização do figurino segue a mesma textura do voal e os tons de azul, assim como a iluminação, criando uma unificação espacial e temporal e sendo fiel, dessa maneira, à não linearidade do texto original. Toda esta idealização compõe também as personalidades da personagem “Mulher”, que se desdobra em “Mulher 1” e “Mulher 2”. Muitos comentários foram tecidos sobre esta ambientação cênica, que leva o espectador a ver através, isto é, como na maior parte do espetáculo as atrizes realizam a ação dentro desta grande cortina, o público consegue ter uma experiência sensorial e inúmeras interpretações. Uma delas de que a peça se passa dentro da cabeça desta mulher em contato com seus “eus”. 2- Oficina e Mostra de Direção Teatral ministrada pelo diretor Gabriel Bulcão Os participantes-diretores terão contato com técnicas de encenação teatral e dirigirão uma cena com alunos-atores, pondo em prática alguns dos preceitos estudados. As cenas trabalhadas na oficina serão de textos de Clarice Lispector. O curso explorará aspectos da direção teatral, a partir da experiência prática do diretor e dos atores em sala de ensaio: alguns caminhos e abordagens que poderão ajudar o aluno que pretende conhecer um pouco mais sobre o ofício de diretor. O último dia da oficina consistirá em uma mostra das cenas trabalhadas, com a presença de público convidado e espontâneo. Vagas: 30 (10 participantes-diretores e 20 participantes-atores). Duração: 4 encontros de 2h- totalizando 8h. 3- Oficina de Iniciação Teatral com a atriz Dayanna Maia Os participantes, a partir das descobertas do corpo, da voz e de seu meio de expressão, investigarão sensibilidade, verdade e a criatividade, participando de improvisações, leituras de textos de Clarice Lispector e processos de construção de personagens na elaboração de pequenas cenas. A equipe apresentará uma proposta de trabalho lúdico, coerente com a sua vivência e práticas artísticas. Faixa etária mínima: 15 anos. Vagas: 15. Duração: 4 encontros de 2h- totalizando 8h.
Em atendimento ao artigo 18 da Instrução Normativa nº 02 de 23 de abril de 2019, está previsto no orçamento analítico do projeto, custos com as seguintes medidas de acessibilidade: 1) Medidas de Acessibilidade Física (espetáculo/ oficinas/ contrapartida social- ação formativa cultural): O projeto será realizado em espaços que atendam às exigências estabelecidas pela lei 10098/2000, obedecendo desta forma a lei 5671/2006 quanto às condições de participação do Programa Nacional de Apoio à Cultura- PRONAC: recursos para portadores de necessidades especiais como rampas, elevadores, barras de apoio, banheiros adaptados, etc. A produção se encarregará de oferecer toda a atenção e o cuidado para com este público. Além disso, será priorizado o acesso de pessoas idosas às apresentações. 2) Medidas de Acessibilidade de Conteúdo (espetáculo/ oficinas/ contrapartida social- ação formativa cultural): Todos os produtos do projeto tecnicamente contemplam o público que possui deficiência visual: o espetáculo possui texto de dramaturgia, as oficinas contarão com monitores encarregados de acompanhar/orientar este público e a ação formativa cultural é em formato de aula debate. Quanto o atendimento ao público com deficiência auditiva, será contratado profissional intérprete de libras para todos os produtos do projeto. As medidas de acessibilidade adotadas serão informadas em todos os meios e materiais de divulgação do projeto.
Produto Principal- Apresentações do espetáculo “Maravilhoso Escândalo”: Como forma de favorecer a democratização de acesso das camadas populares ao espetáculo, será adotado o valor de ingresso popular de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada). Além disso, em atendimento ao artigo 21, a produção irá contatar escolas da rede pública de ensino e oferecer transporte gratuito ao público, favorecendo a ida dos estudantes ao evento. Produto Secundário- Oficinas “Mostra de Direção Teatral” e “Iniciação Teatral”: Em atenção ao item V do Art. 21, serão oferecidas duas oficinas gratuitas em cada cidade proposta no projeto. Contrapartida Social- Ação Formativa Cultural ““Clarice Lispector e a epifania”: Em acordo ao artigo 22, será realizada ação formativa cultural direcionada aos alunos e aos professores da rede pública de ensino em cada cidade proposta.
O proponente/dirigente prestará os seguintes serviços ao projeto: Coordenação Geral e Gestão administrativa-financeira. IDEALIZAÇÃO: GABRIEL BULCÃO E DAYANNA MAIA TEXTO: CLARICE LISPECTOR ADAPTAÇÃO: GABRIEL BULCÃO E LÚCIA SOARES DIREÇÃO ARTÍSTICA: GABRIEL BULCÃO ELENCO: GIOVANNA DE TONI E DAYANNA MAIA FIGURINO E CENÁRIO: MARCELO MARQUES ILUMINAÇÃO: LEYSA VIDAL DIREÇÃO DE MOVIMENTO: LUCIANA BICALHO ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO: RICARDO VENTURA TRILHA SONORA: GABRIEL BULCÃO CAPTAÇÃO E EDIÇÃO DE ÁUDIO (OFF): MAURIZIO BELLI PROGRAMAÇÃO VISUAL: LUCAS TOLEDO CONSULTORIA TEÓRICA: LÚCIA SOARES CHEFE DE COSTURA E MODELISTA: SÔNIA LOURENÇO FOTOS DE DIVULGAÇÃO: SÉRGINHO CARVALHO TÉCNICOS DE LUZ: JUCA BARACHO E LUIZ OLIVA OPERADORA DE SOM: RICARDO VENTURA OPERADOR DE LUZ: RAFAEL BARBOSA CONTRARREGRA: ROBSON DUTRA DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: MARCIO BLANCO PRODUÇÃO EXECUTIVA: SABRINE MULLER ASSESSORIA DE IMPRENSA: LEAD COMUNICAÇÃO REALIZAÇÃO: SUPIMPA PRODUÇÕES Gabriel Bulcão ( DIREÇÃO ARTÍTICA)- Ator e diretor de teatro, formado pela Faculdade CAL de Artes Cênicas. Pós-graduado, lato sensu, em Literatura, Arte e Pensamento Contemporâneo pela PUC-Rio. Como ator seu último trabalho foi COLISÃO de Renata Mizrahi, com direção de Alê Contini, no Teatro Glauce Rocha, em 2018. Como diretor seus últimos trabalhos foram: “Com defeito de Fabricação ou O stand-up que deu errado”, com o ator Jorge Hissa, no Teatro Poeira (única apresentação) e assistência de direção de Marcelo Marques na ópera: “A Voz Humana” de Jean Cocteau (com Eliane Coelho). Dayanna Maia (ATRIZ)- Atriz formada pela Faculdade CAL de Artes Cênicas. Um pouco antes de se formar, tornou-se integrante pioneira na Cia. Teatro de Acácia. Entre o período de 2016 a 2018 realizou com a companhia exposições, saraus artísticos, workshops, residências teatrais, duas temporadas da peça “Efêmera”, e participou de Festivais. Foi contemplada com o prêmio de melhor atriz no Festival de Teatro de Guaranésia (FETEG) – Minas Gerais. Participou de diversos cursos, como: Roteiro e Dramaturgia; Jornalismo; Interpretação para TV e Cinema; Treinamento físico para atores; coach com Marina Rigueira; entre outros. Giovanna De Toni (ATRIZ)- Atriz Ítalo-brasileira, com cursos de Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal de Santa Catarina; Diploma de atriz adquirido na Escola de Teatro Macunaíma, São Paulo; Diploma de atriz adquirido na Scuola D’Arte Drammatica Paolo Grassi / Piccolo Teatro di Milano, Itália e diplomada na Faculdade de Cinema, Universidade Estácio de Sá, Rio de Janeiro. No Brasil, além de televisão, cinema e teatro, produz espetáculos e projetos sociais e culturais. São mais de trinta espetáculos entre Itália e Brasil. Lucas Toledo (PROGRAMAÇÃO VISUAL)- Ator, natural de Itaperuna - RJ, formado pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL). Ilusionista profissional com 10 anos de experiência. Trabalhou como assistente de direção para o diretor Marcelo Morato nas peças: "A AURORA DA MINHA VIDA" de Naum Alves de Souza e "INSÂNIA" (Criação Coletiva). Como Designer Gráfico criou cartazes para as peças: “COLISÃO” de Renata Mizrahi com direção de Alê Contini, "BAILEI NA CURVA" de Julio Conte - dirigida por Antonio De Bonis, "DELICIOSO LUGAR" de Samuel Beckett - dirigida por Marcelo Morato e "DON JUAN" de Bertolt Brecht - dirigida por Adriana Maia. Marcelo Marques (FIGURINO E CENÁRIO)- Começou a sua carreira em 1978. Desde então, tem em seu currículo mais de 190 espetáculos de teatro, ao lado de diretores como Bibi Ferreira, Jorge Takla, André Heller, Roberto Vignatti, Sergio Britto, Jacqueline Laurence, Luis Arthur Nunes, Wolf Maia, Gilles Gwizdek, Cininha de Paula , Marco André Nunes ,e Flávio Marinho. Leysa Vidal (ILUMINAÇÃO)- Iluminadora, começou em teatro amador no início dos anos 80 em Niterói, sua terra natal, e posteriormente no Rio de Janeiro, tendo exercido, neste período, diferentes funções teatrais tais como produção, assistência de direção e operação de som. Em 1993 iniciou um estágio com o iluminador Jorginho de Carvalho, tornando-se sua assistente em dezenas de trabalhos. No ano seguinte Leysa foi contratada como operadora de luz do Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro, onde teve oportunidade de trabalhar com artistas como Matthias Langhoff, Peter Brook, Antunes Filho, Fernanda Montenegro, Deborah Colker, Aderbal Freire Filho, Maria Betânia e Ney Matogrosso. Luciana Bicalho (DIREÇÃO DE MOVIMENTO)- Especialista no Sistema Laban de análise do movimento, formada pelo Método Ivaldo Bertazzo. Graduada em dança contemporânea pela Faculdade Angel Vianna e pós-graduada em “Terapia através do movimento: corpo e subjetivação”. Integra também o corpo docente das pós-graduações latu sensu de “Preparador corporal nas artes cênicas”, onde desenvolveu disciplinas como “Estéticas do movimento: estudos em dança, videodança e multimídia”. Ministrou um curso na pós-graduação “Arte da Performance”, em BH. Lúcia Soares (CONSULTORIA TEÓRICA)- Licenciatura plena em Língua Portuguesa e Literaturas em língua portuguesa - Universidade Santa Úrsula (1983 a 1987); EAD Docência – Fundação Getúlio Vargas – out 2016/mar 2017 – R.J.; Formação em Executive Coaching – 2015 – Sociedade Brasileira de Coaching – S.P.; MBA em História da Arte - 2011 - Universidade Cândido Mendes - R.J. Experiência comprovada em carteira de trabalho, na rede particular do ensino do Rio de Janeiro por 31 anos consecutivos, em ensino fundamental II e em ensino médio. Ricardo Ventura (CONSULTORIA TEÓRICA)- É ator formado pela CAL e tradutor de textos teatrais. Seus trabalhos como ator no teatro incluem “Cyrano de Bergerac” com direção de João Fonseca; “O Homem Travesseiro”, “Festa de Família” e “Um Estranho no Ninho”, os três com direção de Bruce Gomlevsky, entre outros. Foi assistente de direção do infantil “O Menino que Teve um Sonho” com texto e direção de Gustavo Damasceno. Marcio Blanco (DIRETOR DE PRODUÇÃO) - Sócio dirigente da Supimpa Produções Artísticas e Culturais, Doutor e Mestre em Comunicação, na linha de Tecnologias de Comunicação e Cultura, pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. É professor substituto do curso de Cinema da Universidade Federal Fluminense. Possui experiência na área de direção, roteiro, produção em cinema, vídeo e televisão; produção cultural de eventos; educação popular e criação de redes de comunicação na web. Coordenou projetos de formação em audiovisual em espaços populares. Trabalhou na formulação e execução de políticas públicas na área de audiovisual, cultura digital e saúde do trabalhador para o Ministério da Cultura e Ministério da Saúde. Sabrine Muller (PRODUÇÃO EXECUTIVA) - Sabrine Muller é graduada em Produção e Política Cultural pela Universidade Cândido Mendes RJ. Por 05 anos foi produtora executiva e coordenadora de produção dos projetos “Festival Visões Periféricas”, “Meu Bairro Vale um Filme” e “Mostra Cinema das Mulheres que Falam em Português” da Associação Imaginário Digital. Desde 2015 é diretora de produção dos projetos da Esther Weitzman Companhia de Dança, “Dançar (não) é preciso” e “As Histórias que Inventamos Sobre Nós”. Em 2016, foi diretora de produção do espetáculo “O que Eu Mais Gosto é de Gente” de Angel Vianna. No teatro fez assistência de produção nos espetáculos “O Chefe de Tudo” e “Chuva”, ambos do grupo Tábula Rasa. Atualmente, presta serviços de produção no Espaço Abu, é produtora da Mostra Comunitária de Dança (Projeto Luar de Dança), do MiraArraiá da Soliedariedade na Marina da Glória (Escola Miraflores) e do espetáculo “Do Lugar Onde Estou Mal Te Vejo, entre outros”.
PROJETO ARQUIVADO.