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O Projeto MARY STUART pretende levar ao público brasileiro a adaptação e montagem teatral desta importante e histórica obra da clássica dramaturgia internacional, escrita por Friedrich Schiller e adaptada por Robert Icke. Além da produção do espetáculo, o Projeto contempla a estreia e 2 temporadas nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, sessões acessíveis, ação formativa envolvendo elenco e direção, cotas de ingressos a preços populares e doação de ingressos para ampliar o acesso da população a produções artísticas.
“A peça Mary Stuart conta a história da rainha da Escócia aprisionada e acusada de conspiração por Elisabeth I, rainha da Inglaterra. Maria era católica e Elisabeth protestante, o que por si só já geraria conflitos entre as duas monarcas. No entanto, o epicentro do conflito entre as duas é o fato de a ascensão de Elisabeth ao trono ser vista por alguns como ilegítima, sendo ela considerada pelos católicos uma filha bastarda de Henrique VIII (já que era fruto do segundo casamento deste). Sendo assim, Maria Stuart se declarava herdeira legítima da coroa inglesa e foi por isso acusada por Elisabeth I de conspiração.”
OBJETIVO GERAL Produzir o espetáculo teatral MARY STUART, protagonizado por Virginia Cavendish e Alessandra Negrini, com direção de Nelson Baskerville, a fim de levar ao conhecimento do público a obra histórica do importante dramaturgo Friedrich Schiller, ampliar a fruição da obra pela adaptação contemporânea de Robert Icke e valorizar a produção teatral com artistas nacionais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Envolver mais de 15 profissionais das artes para produzir o espetáculo teatral MARY STUART; - Viabilizar a estreia e 24 (vinte e quatro) apresentações do espetáculo em São Paulo; - Realizar 12 (doze) apresentações do espetáculo no Rio de Janeiro; - Destinar uma cota de 10% dos ingressos para pessoas em situação de vulnerabilidade social atendidas por instituições que realizem trabalhos responsáveis e comprometidos; - Viabilizar sessões acessíveis: 02 sessões com interprete de libras e 01 sessão com recurso de audiodescrição; - Oferecer, no mínimo, 02 sessões de Palestras conduzidas por elenco e direção como Ação formativa.
O Projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 deste Mecanismo de Incentivo à Cultura: Art. 1° I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E dentre os elencados no Art. 3°, o projeto se enquadra em: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. O Projeto MARY STUART propõe a montagem e produção do espetáculo teatral homônimo, protagonizado por Virginia Cavendish e Alessandra Negrini, com direção de Nelson Baskerville. É uma oportunidade para levar ao conhecimento do público a obra clássica do importante dramaturgo, poeta, filósofo e historiador alemão Friedrich Schiller. A tragédia política de Schiller nos leva aos bastidores da famosa rivalidade da história britânica entre Elizabeth I, rainha da Inglaterra, e Mary Stuart, rainha da Escócia. Originalmente escrita em versos e baseada em fontes históricas, a peça de Schiller imagina a vida das rainhas - uma no tribunal, outra na prisão - cercada por funcionários e criados. Pare este projeto, foi escolhida a versão contemporânea e enxuta do autor e diretor Robert Icke, que condensa a ação, reduzindo o elenco, enquanto mantém a estrutura simétrica da peça e a atmosfera tensa. Trata-se de uma versão moderna e acessível que consegue atingir diversos tipos de público e traz à reflexão temas como usurpação de poder, traição, orgulho em um confronto entre duas poderosas protagonistas femininas. Esta produção reúne duas talentosas atrizes, Alessandra Negrini e Virginia Cavendish, e o diretor Nelson Baskerville que vem desenvolvendo importantes pesquisas e montagens na área teatral. O elenco coadjuvante está em processo de seleção e será definido na fase de pré-produção. Na equipe artística foram convidados profissionais muito qualificados que contribuem significativamente para o sucesso de várias produções no cenário artístico contemporâneo como: o cenógrafo André Cortez, a figurinista Marichilene Artisevskis, o iluminador Wagner Freire e o diretor musical Daniel Maia, responsável pela trilha sonora. Além da montagem e da realização de duas temporadas em diferentes cidades do Brasil, o projeto prevê ações para viabilizar e expandir o acesso do público como ingressos a preços populares, doação de ingressos e sessões acessíveis com intérprete de libras e audiodescrição. Para execução de um projeto como este, com um conjunto de ações para atrair o público, democratizar o acesso e valorizar o trabalho de artistas comprometidos, é preciso obter apoio financeiro, pois a receita de bilheteria não cobre os investimentos necessários. Portanto, encaminhamos o projeto para análise, a fim de obter chancela deste mecanismo de incentivo à cultura e irmos em busca de tal apoio.
Espetáculo Teatral Duração: aproximadamente 100 minutos
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - TEATRO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Seleção de espaços de apresentação com estruturas facilitadores para locomoção do público tais como: rampas com elevação e largura adequadas, corrimões, banheiros adaptados e lugares adequados para pessoas com deficiência. DEFICIENTES AUDITIVOS: Realização de 02 sessões com intérprete de libras para pessoas com deficiência auditiva. DEFICIENTES VISUAIS: Contratação de serviço de Audiodescrição em 01 apresentação para fruição por pessoas com deficiência visual. PRODUTO: PALESTRA - AÇÃO FORMATIVA/CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: Seleção de espaços de apresentação com estruturas facilitadores para locomoção do público tais como: rampas com elevação e largura adequadas, corrimões, banheiros adaptados e lugares adequados para pessoas com deficiência. DEFICIENTES AUDITIVOS: Presença de intérprete de libras em 02 das ações formativas para participação de pessoas com deficiência auditiva. DEFICIENTES VISUAIS: Contratação de serviço de audiodescrição em 01 das palestras para a fruição da ação por pessoas com deficiência visual em uma das palestras. Os custos envolvidos encontram-se previstos na planilha orçamentária.
PRODUTO: ESPETÁCULO EM ARTES CÊNICAS - TEATRO III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; O projeto propõe o registro videográfico do espetáculo e edição deste material para disponibilizá-lo em canal da internet por um período determinado de forma gratuita e acessível. Comercialização e distribuição dos ingressos Preço Normal: R$ 50,00 Preço Meia-entrada: R$ 25,00 Patrocinador: 10% dos ingressos Divulgação: 10% dos ingressos Beneficiários da contrapartida: 20% dos ingressos
FICHA TÉCNICA Autor: Friedrich Schiller Adaptação: Robert Icke Direção do espetáculo: Nelson Baskerville Atores: Virginia Cavendish e Alessandra Negrini (demais atores a definir) Cenário: André Cortez Figurinos: Marichilene Artisheviks Iluminação: Wagner Freire Trilha sonora: Daniel Maia Técnico de som e luz: Junior Docini Produção Executiva: a definir Direção de produção: Virginia Cavendish Coordenação de produção: Casa Forte Produções (O proponente será remunerado por esta função) Proponente/Dirigente: Casa Forte Produções Artísticas - PROPONENTE DO PROJETO Função: Coordenação de produção - O PROPONENTE REALIZARÁ ESTA FUNÇÃO E POR ELA SERÁ REMUNERADO Currículo resumido: A Casa Forte Produções Artísticas foi criada, em 2004, pela atriz e produtora Virginia Cavendish com o objetivo de realizar espetáculos teatrais e obras audiovisuais. Já produziu espetáculos adultos que circularam por diversos estados brasileiros, tendo grande sucesso de público e crítica. Entre eles, “O Rio” de Jez Butterworth, com direção de Nelson Baskerville; “Não Vamos Pagar!” de Dario Fo, com direção de Inez Viana; “Hedda Gabler” de Henrik Ibsen, com direção de Walter Lima Jr; e “Comendo entre as Refeições”, de Donald Margulies com direção de Walter Lima Jr. No cinema, Coproduziu com Cinelandia “Através da Sombra”, de Walter Lima Jr. e “Até que a casa Caia” de Mauro Giuntini. Antes de fundar a Casa Forte Produções, Virginia produziu dois espetáculos teatrais: “Lisbela e o Prisioneiro”, de Osman Lins, direção de Guel Arraes e “A ver estrelas”, texto e direção de João Falcão. Já no cinema, foi produtora associada do filme “Lisbela e o Prisioneiro”, de Osman Lins, adaptação de Guel Arraes, Pedro Cardoso e Jorge Furtado. Nome: Nelson Baskerville Função: Diretor do espetáculo Currículo resumido: Formado pela EAD (Escola de Arte Dramática da USP), é ator, diretor e autor teatral, além de artista plástico. Foi ator e assistente de direção de Fauzi Arap durante os anos 1980, quando integrou a premiada montagem de Uma lição longe demais, de Zeno Wilde. Diretor-fundador da AntiKatártiKa Teatral (AKK), dirigiu em 2005, Camino Real de Tennessee Williams e 17 X Nelson – o Inferno de Todos Nós. Com a peça Luís Antônio-Gabriela, recebeu o Prêmio Shell 2011 de Melhor Diretor e o Prêmio APCA 2011 de Melhor Espetáculo, entre outros. Em 2012, dirigiu 4 espetáculos: 17 X Nelson – Parte 2 – Se não é eterno não é amor, Os 7 Gatinhos, de Nelson Rodrigues, A Falecida, de Nelson Rodrigues, e Brincando com Fogo, de August Strindberg. Recebeu mais duas indicações ao Prêmio Shell 2013, por seu trabalho de direção e iluminação no espetáculo As Estrelas Cadentes do Meu Céu são feitas de Bombas do Inimigo com a Cia. Provisório-Definitivo. Recentemente, adaptou e dirigiu 1Gaivota – É Impossível Viver sem Teatro, de Tchekhov e A Geladeira, de Copi. Em televisão atuou na minissérie Maysa e nas novelas Viver a Vida e Em Família, todas de Manoel Carlos com direção de Jayme Monjardim. Nome: Virginia Cavendish Função: Atriz do espetáculo Currículo resumido: Atriz e produtora. Participou de diversas novelas e seriados de televisão, como A vida secreta dos casais, Mandrake, Dona flor e seus dois maridos, Andando nas nuvens, O cravo e a rosa, As filhas da mãe, A grande família, Malhação, As canalhas, entre outras. Apresentou o TNT+filme, principal programa sobre cinema da tv. No teatro trabalhou com os mais renomados diretores brasileiros como Antunes Filho, João Falcão, Hamilton Vaz Pereira, Inêz Vianna e Nelson Baskerville. Fez, no cinema, filmes de sucesso como o Auto da Compadecida e Lisbela e o Prisioneiro, dirigidos por Guel Arraes. Atuou como protagonista no longa Através da Sombra de Walter Lima Jr., produzido por ela e Maria Dulce Saldanha, baseado na obra A volta do Parafuso de Henry James. É sócia diretora da Casa Forte Produções onde desenvolve projetos de teatro, cinema e televisão. Nome: Alessandra Negrini Função: Atriz do espetáculo Currículo resumido: Alessandra Negrini começou a estudar teatro aos 18 anos de idade, em 1988. A primeira oportunidade de trabalho na TV surgiu cinco anos depois, na Rede Globo, onde ganhou um papel secundário na novela Olho no Olho (1993). Por conta de seu bom desempenho em sua estreia, Negrini foi chamada para integrar o elenco da novela Cara e Coroa (1994). Entretanto seu primeiro papel marcante foi com a personagem-título da provocante minissérie Engraçadinha: Seus Amores e Seus Pecados, inspirada no romance de Nelson Rodrigues. A partir daí, Negrini construiu uma bem-sucedida carreira na televisão, onde participou de mais de 20 produções, entre novelas, séries e minisséries. Curiosamente, dois de seus papéis de maior destaque nos anos 2000 foram vilãs: a invejosa Selma de Desejos de Mulher (2002) e a mau-caráter Taís em Paraíso Tropical (2007), novela de Gilberto Braga onde a atriz interpretou duas irmãs gêmeas: a vilã já citada e a mocinha Paula. Negrini também se destacou na sétima arte. Sua estreia nos cinemas foi no drama O Que É Isso, Companheiro? (1997). Em 2007 ganhou o papel principal de Cleópatra (2007), interpretando uma das rainhas femininas mais icônicas de todos os tempos. Seu trabalho nesse drama biográfico dirigido por Júlio Bressane lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Brasília. No Teatro, atuou em O Beijo no Asfalto Selminha (2001), Credores (2003), A Gaivota (2011), A Senhora de Dubuque (2012), A Propósito de Senhorita Júlia (2016), Sonata Fantasma Bandeirante (2017), A Volta Ao Lar (2019) e Uísque & Vergonha (2019). Nome: Daniel Maia Função: Trilha Sonora Currículo resumido: Músico e Ator. É sound designer e compositor de dezenas de espetáculos. Colaborou com diretores como Gabriel Villela (indicação Prêmio Shell de melhor música para Fausto Zero e Vestido de Noiva), Marcelo Lazzaratto, Maria Thais, Tadashi Endo, Alexandre Reinecke, Lígia Cortez, Marcio Aurelio, Dan Stulbach, Cia. de Dança Palácio das Artes (Prêmio Sesc/Sated – Melhor Trilha Sonora de Espetáculo de Dança de 2002 e Prêmio Sesc/ Sated – Destaque Especial 12 anos em Trilha Sonora de Dança), Roberto Alencar, Mika Lins, Alvise Camozzi, Nelson Baskerville (indicação Prêmio Shell de melhor música com 1gaivota), entre outros. Entre seus últimos trabalhos estão: Concerto para João, direção Cassio Scapin, A-VÓS da Nave Gris Cia. Cênica de Dança, O Rio de Jez Butterworth com Maria Manoela, Nelson Baskerville e Virginia Cavendish, Romeu e Julieta 80, com Renato Borghi e Miriam Mehler e HA DÔ, de Tadashi Endo. Nome: André Cortez Função: Cenógrafo Currículo resumido: Formado em Arquitetura e Urbanismo pela UFMG em 1996, durante a sua formação, cursou disciplinas de pintura e escultura na Escola de Belas-Artes da UFMG. Dedica-se à cenografia desde 1998; após frequentar o curso de Cenografia e Indumentária Teatral. Participou de projetos no Centro de Pesquisa Teatral (CPT), coordenado por Antunes Filho. Trabalhou em parceria com Daniela Thomas por cinco anos em cenografias e figurinos de óperas, teatro e eventos. Já recebeu o prêmio APCA de melhor cenografia e dois prêmios Shell nos anos de 2000 e 2005. Participou da Exposição de Cenografia na Quadrienal de Praga em 2005 e 2007. Alguns de seus trabalhos realizados em Teatro foram: O Bonde Chamado Desejo - Texto: Tenesse Williams - Direção: Rafal Gomes; O quarto ao lado - Texto: Sarah Ruhl - Direção: Yara de Novaes; Contrações – Direção: Grace Passô - Texto: Mike Bartlett; Azul Resplendor – Texto: Eduardo Adrianzén - Direção: Renato Borghi e Elcio Nogueira Seixas; Uma vida no teatro - Texto: David Mamet - Direção: Alexandre Reinecke; Festa no covil – Texto: Juan Pablo Villalobos – Direção: Mika Lins – Adaptação: Mika Lins e Ana Saggese; Fora de mim – Texto: Martha Medeiros – Direção e adaptação: Francisco Ramalho Jr.; A Morte de Ivan Ilitch – Texto: Lev Tolstói – Direção e atuação: Cácia Goulart; O Casamento – Texto: Nelson Rodrigues – Direção e adaptação: Johana Albuquerque; O Ensaio – Texto e Direção: Leonardo Moreira; Toca do Coelho - Texto: David Lindsay-Abaire - Direção: Dan Stulbach; Hamlet – Texto: William Shakespeare – Direção e Adaptação: Ron Daniels, entre outros. Nome: Wagner Freire Função: Iluminador Currículo resumido: Iluminou espetáculos como “Querô” de Plínio Marcos, “Almanaque Brasil”, de Noemi Marinho, “Aulis” de Celso Frateschi e Elias Andreato; “Guerra Santa” de Gabriel Vilela; “A Gaivota” de Tchecov, direção de Francisco Medeiros, “Ubu Folias Physicas Pataphysicas e Musicaes”, direção de Cacá Rosset, “Salomé”; “Joana Dark”; “Um porto para Elizabeth Bishop”; “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”, “ Blue Room” direção José Possi Neto, Rei Lear, com direção de Elias Andreato. Wagner iluminou também diversas óperas, entre elas, “A “Traviata”, “IL Guarany”, “As Bodas de Fígaro” direção de José Possi Neto; “Os Pescadores de Pérolas”, direção de Naum Alves de Souza; “Madame Butterfly” e “Cavaleira Rusticana”, direção Jorge Takla. Entre outros shows, iluminou os de Zizi Possi (“Valsa Brasileira”, “Mais Simples”, “Per Amore”, “Passione”, ‘Puro Prazer “, ”Bossa”); Marlui Miranda, Jane Duboc, Banda Vexame, Lenine & Suzano, Wania Abreu, Leila Pinheiro. Em dança, Balé da Cidade de São Paulo nas coreografias “Como num Jardim”, “Plenilúnio”, “Entousiasmos” e “Baile na Roça”, “Bailes do Brasil”- Coreografia de J.C. Violla e direção de Naum Alves de Souza, “Muito Romantico”, coreografia de Susana Yamauchi e João Mauricio e direção de Naum Alves de Souza, “Dança das Marés” direção de Ivaldo Bertazzo. Wagner já recebeu os prêmios: Shell 93/97, APCA 93, Apetesp 93/96/97, Coca-Cola 96, 97, 99, 2001, 2008 e Cultura Inglesa 97. Nome: Marichilene Artisevskis Função: Figurinista Currículo resumido: Formação: Faculdade de Belas Artes de São Paulo e modelagem na Faculdade Senac Moda. É integrante da AntiKatártiKa Teatral (AKK). Em teatro trabalhou nas montagens de Francisco Medeiros: O que deitou mas não morreu, B – Caio Fernando Abreu, Terra sem lei, Os Passageiros, O Amante, Os Espectros, entre outras. Nas montagens de Nelson Baskerville: 17X Nelson – Parte I e II, Os Sete Gatinhos, Córtex, Credores, As estrelas cadentes do meu céu são feitas de bomba do inimigo, Lou e Leo, 1 Gaivota – É impossível viver sem teatro, A Geladeira, entre outras. E também em: Avenida Dropsie, de Will Eisner, dir: Felipe Hirsch (indicação Prêmio Shell 2005 de Melhor Figurino), Cacoete, dir: Heitor Goldflus, Notas da Superfície, dir: Márcia Abujanra, Crianças da Noite, dir: Marco Antonio Rodrigues, Camille e Rodin, dir: Elias Andreatto, Pais e Filhos, dir: Adolf Shapiro, Maldito Benefício, dir: Marcelo Lazzaratto, A bala na agulha, dir: Otávio Martins, entre outras. Nome: Junior Docini Função: Técnico de som e luz Currículo resumido: Ator formado pela escola Fundação das Artes em São Caetano do Sul 2009, professor de capoeira pela Associação de Capoeira Santa Isabel, artista orientador do programa, "Cidadania Artística Viva Arte Viva" desde de 2009. Técnico em Iluminação cênica compondo os trabalhos "Fuga", "Invenção do Mar", "A Dócil", TV- Sem Controle e Morte e Vida Severina. Últimos trabalhos como ator, Assim que se passarem cinco Anos, escola de teatro FASCS, Medeia, A mulher Fera, Medida por Medidal, todas no grupo "Folias", Sub Pop Ópera dos Mendigos, Maravilhoso Escritório Teatral, Cordel do Amor Sem FIM, com A Trupe Sinhá Zózima, Belisa e Perlimplim, Um amor Bonito Assim, bem no meio do Jardim, Enfim... com CIA Made in Brasil e Romeo e Julieta, com a CIA da MATILDE.
PROJETO ARQUIVADO.