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Projeto sociocultural que busca promover a valorização da cultura local e brasileira bem como a democratização do acesso a produção e a circulação cultural, através da oferta de atividades culturais para mulheres em vulnerabilidade no município. Atividades: Cursos a de Artesanato; Música e Dança; Mostra dos resultados alcançados nos cursos; E oficina de dança para estudantes e professores, como contrapartida social.
O projeto não dispõe de obras prontas, as mesmas serão construídas coletivamente com a participação de educadores e alunos, no decorrer do desenvolvimento do projeto, através das apresentações culturais.
Obejtivo Geral: Potencializar e fomentar as produções culturais local e brasileira, incentivando sua preservação e valorização no município de Paracatu. Objetivos Específicos ü Realizar Cursos de Artesanato, Música e Dança com carga horária total de 240 horas (cada), com atendimento a 100 mulheres; ü Realizar oficina de dança, como contrapartida social para 50 professores e estudantes da rede pública de ensino com carga horária total de 48 horas; ü Realizar mostras culturais (Festival /Mostra) com vistas a democratização do acesso a bens culturais com atendimento a 3.200 pessoas; ü Possibilitar a formação cultural e a valorização do patrimônio histórico e artístico local; ü Contribuir para o desenvolvimento sócio cultural das participantes; ü Possibilitar a participação de mulheres em situação de vulnerabilidade em atividades voltadas para a formação cultural; ü Promover a educação patrimonial com mulheres e suas famílias contribuindo para a formação de público e valorização do patrimônio; ü Promover a divulgação, valorização e fruição da cultura Paracatuense.
Os bens culturais são o produto e o testemunho das diferentes tradições e realizações intelectuais do passado e constituem, portanto, um elemento essencial da personalidade dos povos. Entretanto, o acesso à cultura infelizmente ainda é muito desigual, estando à mesma restrita a um número reduzido de pessoas que dominam o acesso aos segmentos culturais, excluindo integrantes de comunidades de baixa renda por situações diversas que impedem o acesso à circulação e a produção cultural no Brasil. Os dados do IBGE mostram que no Brasil, os 10% mais ricos são responsáveis por cerca de 40% de todo o consumo cultural. E além da desigualdade de renda, há também a desigualdade espacial, pois as regiões metropolitanas concentram 41% desse consumo. Já a pesquisa Gasto e Consumo das Famílias Brasileiras Contemporâneas, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mostra que as dificuldades de acesso da população à cultura constam em primeiro lugar entre os fatores causadores de desigualdades entre os brasileiros, seguido pelo acesso à educação. As famílias com maior poder econômico, diz o estudo, gastam 30% a mais com educação que as mais pobres e, desta forma, têm acesso mais fácil à cultura. Sabemos que a cultura é elaborada socialmente, é um produto coletivo que interiorizamos desde o nascimento e que faz parte de nossa personalidade como membros de um grupo social. É um instrumento importante para respondermos a pergunta: Quem sou eu? Sabemos que é indispensável preservá-la, e de acordo com sua importância histórica e artística, valorizá-la de modo que os povos se compenetrem de sua significação e de sua mensagem e, assim, fortaleçam a consciência de sua própria dignidade. Frente a esta preservação, encontramos arquitetas, ceramistas, historiadoras, mestres de capoeira, arqueólogas, sambistas, gestoras, paneleiras, antropólogas, cozinheiras, rendeiras, entre outras. Certo é que em todos os cantos do Brasil, elas são o patrimônio cultural vivo e entregam as suas vidas e sua energia à continuidade dos bens culturais que se constituem na maior riqueza do país, se tornando pontos fortes em favor da preservação cultural. Neste contexto, nossa proposta é promover a ações de preservação cultural, com base na formação cultural de mulheres em vulnerabilidade no município de Paracatu. A proposta se enquadra nos seguintes incisos do artigo1 da lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91 (negrito): I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
O projeto prevê a realização de cursos para mulheres de comunidades de baixa renda, assim segue projeto pedagógico. PROJETO PEDAGÓGICOJUSTIFICATIVA Os bens culturais são o produto e o testemunho das diferentes tradições e realizações intelectuais do passado e constituem, portanto, um elemento essencial da personalidade dos povos. Entretanto, o acesso à cultura infelizmente ainda é muito desigual, estando à mesma restrita a um número reduzido de pessoas que dominam o acesso aos segmentos culturais, excluindo integrantes de comunidades de baixa renda por situações diversas que impedem o acesso à circulação e a produção cultural no Brasil. Os dados do IBGE mostram que no Brasil, os 10% mais ricos são responsáveis por cerca de 40% de todo o consumo cultural. E além da desigualdade de renda, há também a desigualdade espacial, pois as regiões metropolitanas concentram 41% desse consumo. Já a pesquisa Gasto e Consumo das Famílias Brasileiras Contemporâneas, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mostra que as dificuldades de acesso da população à cultura constam em primeiro lugar entre os fatores causadores de desigualdades entre os brasileiros, seguido pelo acesso à educação. As famílias com maior poder econômico, diz o estudo, gastam 30% a mais com educação que as mais pobres e, desta forma, têm acesso mais fácil à cultura. Sabemos que a cultura é elaborada socialmente, é um produto coletivo que interiorizamos desde o nascimento e que faz parte de nossa personalidade como membros de um grupo social. É um instrumento importante para respondermos a pergunta: Quem sou eu? Sabemos que é indispensável preservá-la, e de acordo com sua importância histórica e artística, valorizá-la de modo que os povos se compenetrem de sua significação e de sua mensagem e, assim, fortaleçam a consciência de sua própria dignidade. Frente a esta preservação, encontramos arquitetas, ceramistas, historiadoras, mestres de capoeira, arqueólogas, sambistas, gestoras, paneleiras, antropólogas, cozinheiras, rendeiras, entre outras. Certo é que em todos os cantos do Brasil, elas são o patrimônio cultural vivo e entregam as suas vidas e sua energia à continuidade dos bens culturais que se constituem na maior riqueza do país, se tornando pontos fortes em favor da preservação cultural. Neste contexto, nossa proposta é promover a ações de preservação cultural, com base na formação cultural de mulheres em vulnerabilidade no município de Paracatu. OBJETIVO GERAL:Potencializar e fomentar as produções culturais local e brasileira, incentivando sua preservação e valorização no município de Paracatu. CLIENTELA - PÚBLICO ALVO100 mulheres em situação de vulnerabilidade social e integrante de famílias de baixa renda, nos cursos de 240 horas;50 estudantes de professores de escolas públicas, no curso de dança com 48 horas. APRESENTAÇÃO METODOLÓGICA 1.1 Metodologia Proposta Segundo a concepção de educação de Paulo Freire, educar é construir, é libertar o homem do determinismo, passando a reconhecer o papel da História, é onde a questão da identidade cultural, tanto em sua dimensão individual, como em relação à classe dos educandos é essencial à prática pedagógica proposta. Sem respeitar essa identidade, sem autonomia, sem levar em conta as experiências vividas pelos educandos, o processo será inoperante, somente meras palavras despidas de significação real. A intencionalidade está na capacidade de admirar o mundo, ao mesmo tempo desprendendo-se dele, nele estando, que desmistifica, problematiza e critica a realidade admirada, gerando a percepção daquilo que é inédito e viável. Por acreditar que o mundo é passível de transformação, a consciência crítica liga-se ao mundo da cultura e não da natureza. O educando deve primeiro descobrir-se como um construtor desse mundo da cultura. Essa concepção distingue natureza de cultura, entendendo a cultura como o acrescentamento que o homem faz ao mundo, ou como o resultado do seu trabalho, do seu esforço criador. Essa descoberta é a responsável pelo resgate da sua autoestima, pois, tanto é cultura a obra de um grande escultor, quanto o tijolo feito pelo oleiro.Alinhada às diretrizes Educacionais e Culturais, o projeto, tem por finalidade contribuir para o processo de formação de protagonistas juvenis, através de ações de mobilização social e conscientização popular através da implantação de ações afirmativas, levando-se em consideração a existência de populações “especiais” nos municípios, sendo observadas as diversidades.A metodologia se sustenta na relação teoria-prática, tendo sempre como foco as atividades culturais dos municípios contemplados e região, será totalmente interativa. Busca-se atingir objetivos pré-determinados através de diferentes momentos, alternando exposição de conteúdos, reflexão, discussão e execução de tarefas práticas com vistas à consolidação do aprendizado e à incorporação de conhecimentos, baseando-se nos fundamentos da reorientação coletiva, contemplando acompanhamento humano, cultural, social e econômico do (a) jovem.Como parte do trabalho, será realizada avaliação prévia dos (as) participantes no que diz respeito ao status do conhecimento. Espera-se poder, a partir disso, realizar um detalhamento dos conteúdos e atividades que serão desenvolvidos nas oficinas de forma a atender as expectativas e contribuir efetivamente para a melhoria do processo. 1.2 Princípios PedagógicosA função de qualquer iniciativa na área de capacitação e qualificação deve ser formar indivíduos críticos, capazes de aprender, autônomos (as), com iniciativa e capacidade para imaginar, buscar e implementar soluções para os problemas que se apresentarem no seu dia-a-dia. Da mesma maneira, deve preparar esse indivíduo para viver em um mundo em constantes e rápidas transformações no tocante ao conhecimento e à tecnologia, valorizando o desenvolvimento de habilidades e competências que lhe permitam sobreviver no mundo do trabalho e exercitar, de forma consciente, sua cidadania.Nossa proposta vê o aluno (a) como construtor (a) de seu conhecimento, mediado pelo(a) professor(a) e pelos elementos da nossa cultura. Para tanto, definimos conteúdos que têm significado para o(a) jovem e aplicamos técnicas que valorizam os conhecimentos por ele(a) já construídos, para que se estabeleçam relações significativas entre as situações vivenciadas no seu cotidiano e outros saberes sistematizados historicamente. A partir disso, o (a) jovem constrói novos saberes e é sujeito de sua aprendizagem. Com base nesses princípios, nos propomos a: Trabalhar a partir de problematizações e situações conhecidas pelo (a) educando, a fim de compreender qual o conhecimento que este tem sobre os conteúdos propostos, buscando motivá-lo (a) para a construção de novos saberes; Utilizar técnicas variadas que propiciem momentos coletivos e individuais, trabalhando com a sensibilidade e a criatividade, de forma a tornar o espaço da sala de aula algo prazeroso e produtivo; Compor as turmas com o máximo de 30 alunos (as), o que permitirá uma atenção mais individualizada aos jovens e às jovens; Capacitar periodicamente os educadores promovendo avaliações sistemáticas sobre o trabalho, de maneira a sanar quaisquer dúvidas que porventura surjam quanto aos conteúdos, objetivos propostos e técnicas, adequando o planejamento às diferentes localidades e grupos de jovens, pois qualquer planejamento em contato com a realidade sofre alterações; Avaliar sistematicamente o processo de ensino e aprendizagem, buscando cumprir os objetivos propostos. 1.3 Conteúdo programático e carga horária: CURSO – ARTESANATOConteúdo programático: Conceitos básicos do artesanato brasileiro; Técnicas de produção artesanal; Artesanato/ definição; Funcionalidade do artesanato; Escolha de material; Molde, Recorte, Acabamento, Ferramentas; Decoração; Técnicas de acabamento; Boneca de Pano; Pintura em tela: Artesanato em Cabaça, entre outros.CURSO – MUSICA Conteúdo programático: A importância da Apreciação Musical; Níveis da audição musical; elementos da música; despertar o gosto pela música, repertório diversificado e sobretudo valorização da música popular brasileira, ampliando o universo cultural das multiplicadoras. Dinâmica; Ritmo; Andamento; Melodia; Harmonia; Textura; Estilo; Gênero; História da Música Ocidental; Música Renascentista; Música Barroca; Música Clássica; Música Moderna e Contemporânea; Música Brasileira; Música Popular Brasileira: origens e categorias; Aspectos didáticos da audição musical; Recursos audiovisuais. CURSO – DANÇA Conteúdo programático: O que é dança; História da dança; Alongamentos Iniciais; Alongamentos na prática; Estilos de dança; Aspectos socioculturais (quem dança) idade, gênero. Aspectos cênicos (como dançam): figurino e adereços, aspecto físico do dançarino (interpretação da dança influência naquela que é dançada) maquiagem. Aspectos corporais: postura, alongamento e a percepção da diferença entre os corpos. Aspectos criativos: criação, improvisação e composição de danças; Local onde a dança a acontece: na sala, no pátio, na praça ou no palco. Iluminação: Construção da luz considerando as cores, linhas, formas, volume, no fundo, no centro, perto da plateia; Percepções rítmicas com ou sem estimulo sonoro; Experimentar, jogar, brincar com o som, investigar melodias, tonalidades, harmonias, relacionando -as a dança que é interpretada. Percepção das fontes sonoras: corpo, natureza, instrumentos musicais e meio ambiente; Danças urbanas e danças populares. MATERIAL DIDÁTICO UTILIZADO Será elaborado e reproduzido material didático específico abrangendo todos os conteúdos propostos. No início de cada oficina o educador receberá um conjunto contendo material necessário para o desenvolvimento das oficinas: como figurino, maquiagem, cenário, papel, cartolinas, canetas, tesouras, cola, cds, entre outros. CAPACITAÇÃO DOS COORDENADORES E EDUCADORES“É preciso (...) que o formando, desde o princípio de sua experiência formadora, assumindo-se com sujeito também da produção do saber, se convença definitivamente de que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção”. (A Pedagogia da Autonomia – Saberes necessários a prática docente)- Paulo FreireCom esta mesma visão a coordenação e toda equipe serão capacitados continuamente conforme critérios previamente definidos, em especial para a função de educador, o que facilitará a legitimação dos trabalhos a serem desenvolvidos no local. É fundamental que os instrutores tenham um desempenho homogêneo nas competências exigidas para ministrar o conteúdo programático do projeto, independente do local de sua realização. Também serão capacitados quanto à metodologia de trabalho e a realidade do público participante, a fim de que estejam preparados para acompanharem suas turmas durante as oficinas.A periodicidade das reuniões será definida com base na avaliação de desempenho, realizada constantemente pela equipe de coordenação.Os instrutores terão um papel importante nesta formação, já que eles serão os mediadores de uma construção de conhecimento e de identidade de cada grupo de jovens que atendidos. Para isso nos propomos à integração de cada instrutor com os adolescentes e jovens atendidos buscando interagir com os mesmos, apreendendo juntamente com eles a conhecer a sua realidade, a respeitar as diferenças, a propor ações de intervenção, ou seja, de transformação social, fazendo com que todos que participarão deste processo, ao final do projeto saiam com uma nova visão de mundo. CURRÍCULO DO RESPONSÁVELNome: Claudirene Rodrigues de Sousa Telefone: (38) 3671-56-62 /9 9843 -72-30 E-mail: claudirene@conscienciarte.org.br Formação Profissional: · Magistério – Escola Estadual Antônio Carlos - 1998· Graduada em Pedagogia (Faculdade do Noroeste de Minas - MG) –2006 · Pós-graduada em Psicopedagogia e Inclusão Social (Instituto Superior de Educação de Janaúba) – 2011· Pós-graduada em Orientação escolar, Supervisão escolar, inspeção escolar e docência no ensino superior (Faculdade Finom) - 2016Cursos:· Informática básica e Avançada; · Secretariado; · Auxiliar administrativo;· Recepcionista;· Desenvolvimento e Gestão Cultural;· Linguagem Brasileira de Sinais – Libras;· Sistema de Garantia de Direitos e a Atuação em Rede; SEDPAC · Violência Sexual contra crianças e adolescentes; SEDPAC· Estatuto da Criança e do Adolescente: garantia dos direitos de crianças e adolescentes na prática; SEDPAC· Marco regulatório do terceiro Setor – Instituto de filantropia Experiência profissional: · Fundação Conscienciarte – Paracatu – MGCargo: Diretora AdministrativaPeríodo: 2016 a 2017· Fundação Conscienciarte – Paracatu – MGCargo: Diretora Pedagógica Período: 2015 a 2016· Fundação Conscienciarte – Paracatu – MGCargo: Coordenadora Geral de Projetos Período: 2008 a 2015· Fundação Conscienciarte – Paracatu – MGCargo: Coordenadora Pedagógica Período: 2007 a 2008.· Fundação Conscienciarte – Paracatu – MGCargo: Educadora – Projeto Adolescente Aprendiz Período: 2006 a 2007.· Fundação Conscienciarte – Paracatu – MGCargo: Coordenadora de núcleo – Projeto Escolinha Conscienciarte/Programa Segundo Tempo Período: 2006 a 2007.· Fundação Conscienciarte – Paracatu – MGCargo: Educadora de arte e cultura – Projeto Escolinha Conscienciarte/Programa Segundo Tempo Período: 2005 a 2006.· Pré-escolar Paulo Kleber Ulhoa – Paracatu –MGCargo: EducadoraPeríodo: 2001 a 2003· Projeto EJA. Alfabetização de Jovens e Adultos – Paracatu – MGCargo: EducadoraPeríodo: 1998 a 1999
1. PRODUTO – CURSO/OFICINA/ESTÁGIOAs atividades periódicas de capacitação serão realizadas na sede instituição, que têm localização central, dispondo ainda de adaptação básica para o atendimento a portadores de necessidades especiais.Além disso, os materiais pedagógicos disponibilizados para o desenvolvimento das atividades, compreenderão também materiais adaptados caso necessário. E a metodologia de ensino será diversificada respeitando os diferentes graus de dificuldades.ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE VISUAL: linguagem oral e material em braile;ACESSIBILIDADE AUDITIVA: intérprete de libras.2. PRODUTO – FESTIVAL MOSTAACESSIBILIDADE FÍSICA: Espaço com: rampas, corrimões e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE VISUAL: linguagem oral;ACESSIBILIDADE AUDITIVA: intérprete de libras.3. PRODUTO – CONTRAPARTIDA SOCIAISAs atividades itinerantes previstas no projeto (apresentações culturais), serão realizadas em espaços públicos e comunitários como escolas, praças, associações, dentre outros, indo de encontro à comunidade. Prezaremos ainda pela seleção de espaços que contemplem adaptação básica que possibilite o livre acesso de idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício de seus direitos culturais. Além disso, os materiais pedagógicos disponibilizados para o desenvolvimento das atividades, compreenderão também materiais adaptados caso necessário. E a metodologia de ensino será diversificada respeitando os diferentes graus de dificuldades.ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: intérprete de libras;ACESSIBILIDADE VISUAL: linguagem oral e material em braile.
1. PRODUTO – CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: Acesso totalmente gratuito Art. 21 da IN nº 02/2019: V - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VI - Oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; 2. PRODUTO – FESTIVAL MOSTA Art. 21 da IN nº 02/2019: V - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; 3. PROTUDO – CONTRAPARTIDA SOCIAIS: Atividade de forma itinerante, indo até ao público; acesso totalmente gratuito. Art. 21 da IN nº 02/2019: V - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
O projeto será totalmente desenvolvido pela Fundação Conscienciarte, instituição proponente, sendo coordenado por profissional qualificado e estando este sob a supervisão da dirigente da instituição, a senhora Daviane Rocha Siqueira, tendo em vista que a mesma desempenha a função voluntária assim como os demais integrantes do conselho da instituição. Nome: DAVIANE ROCHA SIQUEIRA Função no projeto: Gestão Administrativa e Financeira do Projeto – (Voluntária) Currículo resumido: Licenciatura em Educação Física, Instituição: Faculdade Atenas Experiência Profissional: Empresa: Fundação Conscienciarte, função: Professora de dança; Empresa: Sesc Paracatu, função: Instrutora de Esporte e Lazer. CURRICULO PARTICIPANTES Nome completo: NUBIA APARECIDA DE OLIVEIRA função no projeto: Coordenadora currículo resumido: Graduação em Pedagogia - Faculdade do Noroeste de Minas – FINOM; Pós graduação em supervisão escolar, orientação escolar, inspeção escolar e docência do ensino superior. Experiência: Fundação Conscienciarte (Função: Coordenadora de projetos, Período: 2013 a 2016) Nome completo: LAILA LÁZARA DOS SANTOS Função no projeto: Assistente Currículo resumido: Licenciatura Plena em Pedagogia (2016), Instituição: Universidade Estadual de Montes Claros- Unimontes; Experiência Profissional: Auxiliar de Biblioteca (3 meses) Colégio Dom Elizeu Van de Weijer; Função: Auxiliar Administrativo 2 anos) Colégio Atenas. Nome completo: TATIANE OLIVEIRA S. SILVA Função no projeto: Assistente social Currículo resumido: Bacharel em Serviço Social, CRESS:23849; Experiência: Fundação Conscienciarte (Assistente social, 2 anos).
PROJETO ARQUIVADO.