| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 10456016000167 | SHELL BRASIL PETROLEO LTDA | 1900-01-01 | R$ 999,8 mil |
| 26270628000109 | SHOWCOMMERCE SISTEMAS DE GESTAO E PAGAMENTOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 1,3 mil |
O projeto contempla o planejamento de ações que serão implementadas para a concepção do COMPLEXO CULTURAL DO CHORO DE BRASÍLIA, envolvendo atividades da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello e do Clube do Choro, transformando-se em um grande centro propagador de arte, cultura e ensino, com ações que atenderão as premissas de sustentabilidade, acessibilidade, democratização de acesso e mobilidade urbana, no coração da capital federal. Será destinado a público compreendido nas diversas faixas etárias e residentes em todas Regiões Administrativas do Distrito Federal, que terão a oportunidade de desfrutar de oficinas, rodas de choro, atividades multidisciplinares, transversalidade de linguagens, com enfoque na música instrumental.
Segue conteúdos dos produtos do projeto: Produto Principal: APRESENTAÇÕES MUSICAIS Classificação etária: Livre para todos os públicos Descrição: apresentações de grupos artísticos, circenses e musicais selecionados pela curadoria do projeto, a saber, Henrique Filho (Reco do Bandolim) e Henrique Neto, importantes personalidades da música em nível internacional, primando por grupos ou artistas solo que representam toda a pluralidade cultural brasileira. Contrapartida Social: OFICINAS Classificação etária: Livre para todos os públicos Descrição: oficinas formativas culturais destinadas a alunos de instituições públicas, em especial na área de música. Carga horária: 10 horas-aula cada oficina x 04 Temática abordada: O tempo e o som do Brasil do Século XX Temática cultural (objetivo): Ampliar o conhecimento e correlacionar cultura e sociedade brasileiras do séc. XX, promovendo a interdisciplinaridade entre História, Música e Sociologia e fornecendo bases para abordagens pedagógicas e para que os alunos possam compreender os processos históricos que influenciaram as transformações da música brasileira nos sécs. XX e XXI.
OBJETIVO GERAL O objetivo da proposta é a criação do Complexo Cultural do Choro de Brasília, em 2023, visando ampliar as ações do Clube do Choro e da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, fazendo com que se converta em referência de centro cultural mundial e tornando as atividades acessíveis e divulgadas de forma massiva, promovendo a excelente música produzida por aqui, formando público para as artes desde a mais tenra idade, possibilitando o intercâmbio entre artistas, formação de público e convertendo-se em local de referência de cultura e congraçamento na capital federal, que por si só, tem a vocação latente da utilização de espaços públicos e da fluidez das pessoas que apreciam e se apropriam dos eventos ao ar-livre. Pretendemos levar as ações para área externa do Complexo, em local de fácil acesso, recebendo em torno de 200 pessoas por dia para desfrutar das ações que serão desenvolvidas aos sábados e domingos, incrementando as atividades que acontecem dentro do Clube, além de estabelecer, por meio de curadoria qualificada, uma programação de excelência que fará surgir um novo movimento e fluxo de público em torno do espaço. Vários aspectos confluem para o êxito da nova etapa. Sua localização geográfica estratégica, favorecerá ainda mais a frequência das pessoas permitindo o incentivo ao público para a utilização de meios de locomoção limpos, aumentando a qualidade de vida da população. Atuando fortemente na difusão cultural e formação de plateia, nesta nova fase de uma história que já tem mais de 40 anos, pretendemos dar continuidade à mobilização de público para a música instrumental, além da formação e qualificação de novos profissionais, que a exemplo de muitos que se formaram na Escola de Choro, projetaram-se em âmbito mundial com tamanha excelência que tomaram palcos de continentes diversos com maestria. As atividades compreendem apresentações artísticas, rodas musicais, eventos específicos para atender o público infantil e tributos a mestres da música instrumental, além de receber projetos parceiros. OBJETIVOS ESPECÍFICOS * Promover e divulgar importante equipamento cultural da capital brasileira, que foi projetado pelo célebre Oscar Niemeyer; * Criar o Complexo Cultural que seguirá recomendações de acessibilidade e sustentabilidade, em local estrategicamente localizado; * Realizar projeto de 01 ano, com 02 meses de pré-produção, 08 meses de produção/ execução e 02 meses para pós-produção que inclui a conciliação bancária e elaboração de relatórios de cumprimento do objeto/ contrapartida social; * Difundir a cultura do choro nacional e internacionalmente, projetando novos talentos e estabelecendo intercâmbios importantes entre músicos, fortalecendo conexões e intercâmbios musicais entre artistas e gêneros; * Realizar tributos a grandes mestres da música instrumental; * Promover Brasília como capital mundial do choro, gerando fluxo turístico e de artistas e incrementando o turismo local; * Gerar emprego e renda, fomentando a economia local e revertendo aproximadamente 70% dos recursos gerados para contratação de fornecedores, serviços e artistas do Distrito Federal; PROGRAMAÇÃO * Realizar 19 apresentações dos professores e alunos da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello; * Realizar 19 apresentações da Feijoada Musical (projeto da casa); * Realizar 19 apresentações do Grupo Choro Livre, filho dileto do Clube do Choro de Brasília que receberá um Grupo Convidado de outro gênero musical (19 cachês), revelando um rico panorama da Música Brasileira e as trocas que a mesma possibilita; * Realizar 19 atividades voltada ao público infantil (apresentações teatrais e circenses de artistas locais); * Realizar 19 atividades envolvendo diferentes gênero de dança (bumba-meu-boi, carimbó, danças africanas, catira, forró); * Realizar 04 apresentações de músicos/ bandas nacionais em atividade intitulada TRIBUTO AO MESTRE, no qual celebraremos grandes instrumentistas brasileiros; * Contratar Maestro para criação da Choro Popular Orquestra, envolvendo alunos de instituições públicas de ensino musical para trabalho que será desenvolvido ao longo ano para apresentação ao final do projeto. CONTRAPARTIDA SOCIAL * Realizar 04 oficinas com temática vinculada à música, ministradas por professor titular da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, em caráter de atividade formativa cultural, com 10 horas-aula cada uma, a ser realizada de 02 em 02 meses ao longo da execução do projeto, destinada a alunos de instituições públicas. Serão disponibilizadas 190 vagas por oficina, sendo que 50% das mesmas, serão direcionadas para alunos de comunidades periféricas ou Regiões Administrativas fora do Plano Piloto. Daremos ampla divulgação à oferta da contrapartida por meio de redes sociais, contatos com as instituições, Secretaria de Educação, UnB, Escola de Música, redes sociais e mídia espontânea, além de divulgação específica no release do projeto.
A história do Choro se confunde com a narrativa da construção da capital federal. Brasília, capital do Choro, cidade que tanto inspira e contribui para a fruição e criação musical. Aqui, nascem músicos de excelência que se apresentam em diversas partes do mundo, muitos deles formados na Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello. O Clube do Choro, localizado no mesmo Complexo Cultural, foi fundado em 1977 e nasceu dos encontros na casa da flautista francesa Odete Ernest Dias. O citarista Avena de Castro, grande amigo de Jacob do Bandolim, fora eleito por aclamação o primeiro presidente do Clube. Durante os seis meses em que Jacob do Bandolim morou na Capital da República, sua presença atraiu muitos chorões transferidos para Brasília na condição de funcionários públicos. Criou vários grupos instrumentais famosos e choveram convites para shows. Até o presidente Arthur da Costa e Silva quis uma apresentação exclusiva no Palácio da Alvorada. Jacob morreu duas semanas depois de regressar ao Rio de Janeiro, mas sua passagem por Brasília, para onde pretendia voltar, deixou plantada a semente do Espaço Cultural do Choro. Semente essa, que floresce a cada ano e reverbera em ações que repercutem por meio da casa de difusão cultural mais tradicional de Brasília, dos shows de músicos lá formados, e dos elementos musicais tradicionais que se combinaram para transformar a Escola de Choro Raphael Rabello num caso bem-sucedido de educação musical que muitos dizem ter se tornado uma verdadeira "usina de talentos". Presidido pelo jornalista e músico Henrique Lima Santos Filho, o Reco do Bandolim, as instituições (Clube do Choro e Escola de Choro) são pontos-chave da construção cultural e formação histórica e musical de Brasília. A Lei de Incentivo à Cultura, torna-se premente e de suma importância para a manutenção e ampliação das ações deste espaço de conexão e intercâmbio cultural tão salutares para a preservação do patrimônio projetado por Oscar Niemeyer, formação de músicos e de plateia e difusão da música produzida no Distrito Federal. Ambas instituições levam o nome do país para o mundo por meio de shows e turnês que já foram apresentadas em 05 continentes e trazem em sua trajetória o projeto de música instrumental brasileira mais duradouro e bem-sucedido da MPB, alcançando a marca de 4.500 shows realizados, assistidos por uma plateia de mais de 950 mil pessoas. O Espaço também foi reconhecido pelo Governo do Distrito Federal como Patrimônio Imaterial de Brasília e Patrimônio Cultural do Distrito Federal, pelos serviços culturais prestados à coletividade. No ano de 2017, foi considerado pelo Ministério da Cultura um case de sucesso, por ser uma instituição que, além de apresentar shows com os maiores artistas do país, também tem como missão a formação de público, o ensino musical e a inserção de alunos formados na escola no mercado de trabalho. Tais requisitos, levaram o MinC a considerar o Espaço Cultural do Choro como uma instituição cultural sustentável. No planejamento de ações para implementação do projeto, estamos atentos aos incisos do Artigo 1º do Programa Nacional de Apoio à Cultura, sendo que fazem parte das premissas contribuir para o pleno acesso aos produtos culturais resultantes da execução do projeto, bem como ao exercício dos direitos culturais dos cidadãos, promovendo, estimulando e valorizando a produção artística brasileira, dando palco aos artistas locais e propiciando intercâmbios com profissionais de outros estados; preservando bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; estimulando a produção e difusão de bens culturais de valor universal e preservando a cultura e memória de artistas brasileiros. Cabe salientar que a proposta se enquadra no Artigo 1º, nos incisos que seguem: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Por todo exposto, pode-se aferir que se trata de projeto com amplo enfoque cultural, além de estar atento a questão intergeracional pretendendo reunir desde a mais tenra idade até os mais vividos. Além disso, por se realizar em área central de Brasília, onde pessoas de todas as Regiões Administrativas do Entorno tem acesso, com ingressos a preços populares e cotas gratuitas, demonstra sua preocupação com a democratização de acesso e com o acolhimento de todas as camadas econômicas. Concernente aos objetivos que alcançaremos com a execução do projeto, tangentes ao Art. 3º da Lei 8313/91, seguem discriminados abaixo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Sem este importante mecanismo que é a Lei de Incentivo, torna-se praticamente inviável para uma entidade realizar projeto de tal vulto, que impactará positivamente em toda a cadeira produtiva da cultura, no ecossistema da música, inclusive fomentando o turismo local por meio de programação de excelência. Todas as prerrogativas elencadas garantem a consonância do projeto com os objetivos e normas da Lei de Incentivo à Cultura e com o objetivo maior de promoção do Brasil no exterior, valorizando e projetando nossa cultura indistintamente.
CURADORIA: Reco do Bandolim é jornalista, músico e produtor cultural. Criou a Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello e desde 1993, preside o Clube do Choro de Brasília, fundado há 43 anos. É responsável pelo projeto de música instrumental mais duradouro e bem sucedido da história da MPB, em cartaz há 25 anos no Clube do Choro. Recebeu das mãos do arquiteto Oscar Niemeyer o projeto do Espaço Cultural do Choro, inaugurado em 2011 no Setor Cultural de Brasília e que abriga as sedes definitivas do Clube e da Escola. Coordena a implantação de um Centro Nacional de Memória e Referência do Choro através de Acordo de Cooperação Científico e Tecnológico com a Universidade de Brasília - UnB. Foi eleito cidadão honorário de Brasília por unanimidade da Câmara Distrital. Henrique Neto é diretor da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, co-autor do Livro Manual do Choro (2017), graduado em licenciatura em música pela Universidade de Brasília (Brasil) e mestre em música pela Universidade de Aveiro (Portugal). Em 2019 foi condecorado com o Prêmio da Insígnia da Ordem do Rio Branco, concedido pelo Itamaraty, ao lado do Grupo Choro Livre, pelos serviços prestados à cultura brasileira no exterior. É idealizador e coordenador do ENCONTRO INTERNACIONAL DE CHORO (EICHO), promovido pela Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, em Brasília. Eixo curatorial: Fundamentado na produção instrumental a nível nacional e local, com o objetivo de divulgar novos artistas e enaltecer o trabalho de mestres consolidados da música instrumental. Nas demais atividades, curadoria ampla com olhar atento para envolver o aspecto intergeracional do projeto, a diversodade e pluralidade da produção urbana e popular, valorizando artistas com criações culturais próprias. Informamos que as passagens aéreas que serão utilizadas com recursos do projeto, serão destinadas aos artistas selecionados para os 04 shows da atividade intitulada Tributo ao Mestre. Tais artistas serão de fora de Brasília.
DETALHAMENTO DOS PRODUTOS: * 19 apresentações dos alunos e professores da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello; * 19 apresentações da Feijoada Musical (projeto da casa); * 19 apresentações do Grupo Choro Livre, filho dileto do Clube do Choro de Brasília que receberá um Grupo Convidado de outro gênero musical, revelando um rico panorama da Música Popular Brasileira; * 19 atividades voltada ao público infantil (teatro/ circo); * 19 atividade com tranversalidade de linguagens (dança e música); * 04 apresentações de músicos/ bandas nacionais em ação intitulada TRIBUTO AO MESTRE, no qual celebraremos grandes representantes da música brasileira e instrumental. CONTRAPARTIDA SOCIAL * 04 oficinas em caráter de atividade formativa cultural, com 10 horas-aula cada uma, a ser realizada de 02 em 02 meses ao longo da execução do projeto, destinada a alunos de instituições públicas. Serão disponibilizadas 190 vagas por oficina, sendo que 50% das mesmas, serão destinadas a alunos de comunidades periféricas. Ressaltamos que disponibilizaremos 760 vagas para o público beneficiado na contrapartida social, respeitando o disposto na Instrução Normativa nº 2 de 23 de abril de 2019, na seção III, Artigo 22, parágrafo 1º, e o quantitativo de 50% de vagas de beneficiários das ações formativas culturais a serem destinados a estudantes e professores de instituições públicas de ensino.
A implementação do projeto tem em suas premissas zelar pelo atendimento de critérios de acessibilidade, sustentabilidade e democratização de acesso. Em todas as ações realizadas, serão incluídos procedimentos alinhados com as orientações para bem atender o público e suas necessidades específicas. Abaixo discriminamos as medidas que adotaremos visando a promoção do acesso ao conteúdo do produto para pessoas com deficiência. Atendimento prioritário: Devem ter atendimento imediato e diferenciado às pessoas com deficiência e as com mobilidade reduzida. Em observância ao Decreto nº 5.296/2004, a equipe responsável pelo projeto propiciará: 1. Espaços e instalações acessíveis; 2. Mobiliário adequado, conforme estabelecido nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT; 3. Equipe para atender às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas; 4. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de referido público; 5. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas com deficiência, idosos ou com mobilidade reduzida; 6. Admissão de entrada e permanência de cão-guia de acompanhamento junto de pessoa com deficiência, mediante apresentação da carteira de vacina atualizada do animal. Apresentações Musicais/ Teatrais Acessibilidade Física: No tocante a ACESSIBILIDADE FÍSICA, o espaço dispõem de critérios de acessibilidade arquitetônica para atender pessoas com deficiência adequadamente. Os idosos/ pessoas com deficiência serão recepcionados por profissional que será contratado pelo projeto, receberão orientações e informações e serão acomodados em espaço próprio. A área utilizada tem rampa, portas em tamanho adequado e banheiros específicos em locais de fácil acesso. Acessibilidade para deficientes visuais: Quanto a ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO para pessoas com deficiência visual, atuaremos mobilizando instituições que trabalham com referido público, para que possamos recebê-los e por meio da audiodescrição e visita sensorial, apresentar o Clube e os shows por nós promovidos. Na Área de Alimentação, além dos lugares reservados para pessoas com deficiência, disponibilizaremos cardápios em braile. Acessibilidade para deficientes auditivos: Para as pessoas com deficiência auditiva, teremos intérpretes de libras que serão o canal comunicativo do público. Atuaremos na mobilização deste público por meio da coordenação do projeto e da contratação de uma produtora de acessibilidade. Contrapartidas Sociais (Oficinas) Acessibilidade Física: O Complexo Cultural do Choro de Brasília é uma construção projetada pelo célebre arquiteto Oscar Niemeyer, cujo projeto foi executado pela Terracap, empresa estatal do governo Federal e do Governo do Distrito Federal, cumprindo todos os requisitos de acessibilidade apontados na legislação pertinente. As oficinas serão realizadas em salas de aula adequadas, preservando a integridade do público e a plena fruição do conteúdo transmitido. Acessibilidade para deficientes visuais: As oficinas terão reserva de cota de 10% das vagas destinadas a pessoas com deficiência. Acessibilidade para deficientes auditivos: As oficinas terão reserva de cota de 10% das vagas destinadas a pessoas com deficiência. Informamos abaixo os itens contemplados na planilha do projeto para atender as medidas adotadas para acessibilidade de conteúdo: - Assistente de produção de acessibilidade: item 7 - Libras: item 19 - Áudiodescrição: item 32
Seguem abaixo descritas a forma de distribuição e comercialização dos produtos: Entre os itens relativos à democratização e ampliação de acesso, conforme IN 01/22, o projeto abarcará o que segue. Apresentação Musical * Realização de projeto em local de fácil acesso, com comercialização de ingressos somente para os Shows Tributo (04 shows), a preços populares de R$ 50,00 a meia-entrada e R$ 100,00 a inteira. O restante da programação será aberta ao público, sem cobrança de ingressos; * Os demais acessos para as atividades serão gratuitos; * Doação de 20% dos produtos resultantes do projeto para escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados, conforme Artigo 21, inciso I do art. 21 da IN nº 02/2019; * Realização de ações culturais específicas voltadas ao público infantil, conforme inciso VII do Art. 21. A quantidade de beneficiários esperada é de 7600 pessoas. Contrapartidas Sociais * Doação de 50% dos produtos resultantes do projeto (oficinas) para escolas públicas de música, devidamente identificados, conforme Artigo 21, inciso I da IN nº 02/2019, visando a formação para o ecossistema da música e a capacitação de jovens; * A quantidade de beneficiários que pretendemos alcançar é de 760 pessoas. Além das inciativas citadas acima, realizaremos apresentações musicais gratuitas, favorecendo o acesso à cultura, arte e informação, seguindo as prerrogativas do inciso V, do Art. 21 - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22. Com o objetivo de atender ao Artigo 21 da IN nº 02/2019, Inciso IV - permitiremos a captação de imagens das atividades e de espetáculos (contrapartida social e apresentações musicais), bem como autorizaremos sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, com cessão de direito de uso de imagem devidamente autorizada, caso haja interesse. Informamos abaixo os itens contemplados na planilha do projeto para atender as medidas de democratização/ ampliação de acesso: - Oficineiro (professor para ministrar oficinas referentes à contrapartoda social): item 1 - Maestro para concepção da primeira orquestra popular de Choro (Choro Popular Orquestra): item 24
ICEM - Instituto Cultural de Educação Musical de Brasília Concebido pelo arquiteto Oscar Niemeyer e construído pelo Governo do Distrito Federal, o Espaço Cultural do Choro foi entregue ao Instituto Cultural de Educação Musical pelo Governo do Distrito Federal em 2011. Desde então, vem realizando um trabalho de grande importância para a vida cultural da capital federal e para o Brasil, formando novos músicos voltados para o choro. Em abril de 2015 teve seu pedido formal para registro do gênero CHORO como Patrimônio Imaterial acolhido pelo Instituto Nacional de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN. Há duas décadas homenageia todos os anos um ícone da nossa música, recrutando 40 grandes instrumentistas ou grupos que abrem espaço em seus shows para executar composições do mestre escolhido. Coordenação Geral - Henrique Lima Santos Filho Jornalista, músico e produtor cultural, criou em 1997, a Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, a primeira do gênero no País. Desde 1993, preside o Clube do Choro de Brasília, fundado há 43 anos. Em sua sua gestão, o Clube do Choro recebeu a Medalha de Honra ao Mérito Cultural da Presidência da República, a mais alta comenda do gênero no país. Em 2011 recebeu a Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho, concedida pelo Tribunal Superior do Trabalho. Em sua gestão como Presidente, o Clube do Choro recebeu do Governo do Distrito Federal o título de Patrimônio Imaterial de Brasília. Em dezembro de 2017, Reco do Bandolim foi condecorado pelo Governo do Distrito Federal com a Medalha Brasília, pelos relevantes serviços culturais prestados à coletividade. Nos últimos 20 anos representou o Brasil em festivais e eventos nos cinco continentes, realizando apresentações musicais e palestras sobre a história do Choro em universidades, escolas, instituições culturais e até na Organização das Nações Unidas - ONU, à convite do Itamaraty. Atuará na coordenação geral do projeto, participando de todas as suas etapas, desenhando todas as ações e coordenando junto a cada área responsável para que seja pela a sua execução. Direção Artística e Musical - Henrique Neto Diretor da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, co-autor do Livro Manual do Choro (2017), graduado em licenciatura em música pela Universidade de Brasília (Brasil) e mestre em música pela Universidade de Aveiro (Portugal). Violonista licenciado em música pela Universidade de Brasília, mestrando em Jazz Performance na Universidade de Aveiro (Portugal), Coordenador e Co-Autor do Livro Manual do Choro (2017). Atuou como professor de violão e coordenador pedagógico da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello e, atualmente, é Vice-Diretor dessa Instituição. Em seu cd solo intitulado Caminhos Abertos (2010), apresenta composições autorais além de interpretar arranjos de clássicos da música brasileira. O estilo de Henrique é ao mesmo tempo versátil e refinado e explora a beleza e as nuances da escola brasileira de violão. Henrique tem presença frequente nos palcos de Festivais de Música pelo mundo. Já se apresentou em mais de 20 países, além de ter tocado com alguns dos mais importantes artistas da MPB como Paulinho da Viola, Hermeto Paschoal, Hamilton de Holanda, Danilo Caymmi, entre outros. Henrique é também o idealizador do Encontro Internacional Do Choro, realizado em Brasília, e coordenador musical da primeira edição do Choro Camp New England (EUA). Responsável pela direção artística e musical, acompanhará todas as atividades referentes as áreas de atuação, coordenando professores e instrutores e participando junto com o coordenador geral da concepção e direção da programação. Produção Executiva - Michele Milani Produtora responsável pela produção executiva do projeto, acompanhando todas as fases do mesmo, desde a elaboração e captação até a implementação das ações delineadas no planejamento, bem como elaboração de relatórios e entrega de prestação de contas final do projeto e relatório de cumprimento do objeto. Com mais de 20 anos de carreira no mercado cultural, atua na direção e coordenação de projetos, produção executiva e de logística. Trabalhou na área de eventos de grandes empresas, tal como Carlson Wagonlit, em São Paulo e BB Turismo, em Brasília, no cargo de coordenadora de eventos, onde desenvolveu 23 etapas do circuito Cultural Banco do Brasil. Na Alecrim Produções exerceu durante 05 anos as funções de coordenadora de logística, produção executiva e coordenação de de oficinas, em importantes projetos, dentre os quais podemos destacar: MPB Petrobras; Festival de Teatro Brasileiro; Festival Cultural Banco do Brasil; I Simpósio Internacional de Arquitetura e Museus. Desde 2013 no Cena Contemporânea - Festival Internacional de Teatro de Brasília, iniciou suas atividades na função de Coordenadora Institucional e de Mídia, passou pela assistência de Direção, coordenação de produção e coordenação geral do projeto. Atualmente atua na produção executiva do Clube e Escola de Choro e faz a Executiva da orquestra de Câmara de Brasília, sob a regência do Maestro Cláudio Cohen. Gestor Financeiro - Raimundo Luiz Barreto de Sá Teles Atua na área cultural, sendo responsável pela execução administrativa, financeira, acompanhamento e Prestação de Contas junto aos órgãos de controle de vários projetos culturais executados pelo Clube do Choro de Brasília e Instituto de Educação Musical, além do Projeto Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello nos anos de 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003 e 2004. Exerce, também, as atividades de Assessor Administrativo no Instituto Cultural Delphos, participando da elaboração de Projetos Culturais (2001 â€? Ópera CARMINA BURANA; 2002 â€? Concerto de Natal, ambos realizados na Sala Villa Lobos no Teatro Nacional Cláudio Santoro em Brasília, DF) além das Prestações de Contas. Como empresário é sócio da SABIÁ PROMOÇÕES E EVENTOS LTDA, empresa que se dedica a execução de atividades na área cultural, destacandoâ€?se a programação musical do BRASIL OPEN DE TENIS, para a D+BRASIL. Presta assessoria em assuntos relacionados à Projetos Culturais à TERRA DO SOM (Trio Elétrico Armandinho, Dodô e Osmar); Associação Feminina Marlierense (PROJETO APAREÇA NA PRAÇA, Marliériaâ€?MG), entre outros. Oficineiro - Gabriel Carneiro Divide sua carreira em três frentes: músico, pesquisador e professor. Foi no encontro com o pandeiro que se profissionalizou e descobriu sua verdadeira identificação musical. Como pandeirista de Choro é oriundo das interações características das rodas de choro da cidade, devendo muito de seu conhecimento à inquietude proporcionada em tais ambientes. Profissionalmente, acompanhou diversos instrumentistas em palcos importantes do DF, apresentando-se com frequência em ambientes como o Clube do Choro, SESC Garagem, SESC Estação, Teatro Nacional. Em constante aprimoramento, ampliou sua atuação, apresentando-se em palcos de diversas outras capitais do Brasil e também fora do país (com apresentações na Alemanha, França, Bélgica e Suíça). Em sua formação acadêmica possui um curso técnico em Música pela EMB, sendo graduado em História pela Universidade de Brasília, mestre em Música (com a dissertação O Choro de uma Cítara) e em História (com a dissertação No Rastro dos Cangaçeiros), ambas pela UnB. No âmbito da pesquisa, escreveu o capítulo biográfico sobre Avena de Castro no livro A Velha Guarda do Choro no Planalto Central. Já no âmbito docente, há 10 anos é professor de Pandeiro na Escola de Choro Raphael Rabello para turmas que vão do nível iniciante ao avançado. Além disso, lecionou em nível superior na faculdade IESA nas áreas de História do Brasil e de Teoria da História. Hoje encontra-se também vinculado à Secretaria de Educação do Distrito Federal trabalhando como professor da Subsecretaria de Formação Continuada de Professores (EAPE) onde ministra cursos de formação para os professores da rede pública do DF sobre História e Música do Brasil no Séc. XX.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.