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PRONAC 210083Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Turnê Vestido de Noiva

GRUPO ARTES/EVENTOS MULTIMEDIA
Solicitado
R$ 721,9 mil
Aprovado
R$ 721,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2021
    Cadastro PRONAC
    Ano 21
  2. 01/12/2021
    Início previsto
  3. 18/08/2023
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2021-12-01
Término
2023-08-18
Locais de realização (2)

Resumo

Este projeto prevê a estreia, temporada e turnê do novo espetáculo do Grupo Oficcina Multimédia, "Vestido de Noiva", com texto de Nelson Rodrigues e direção de Ione de Medeiros. O espetáculo estreará em Belo Horizonte, depois realizará outra temporada no Rio de Janeiro. Este projeto pretende realizar apresentações a preços populares,e apresentações gratuitas para alunos de projetos sócio culturais em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro e bate papos ( em BH, no RJ) após as apresentações. Os bate-papos com a plateia serão sobre temas relacionados ao espetáculo, dramaturgia e processo criativo do GOM.

Sinopse

Vestido de Noiva é uma peça teatral de Nelson Rodrigues na qual o autor mescla realidade, memória e alucinação para contar a triste história de Alaíde. Após ser atropelada por um carro em alta velocidade, ela é hospitalizada em estado de choque. Na mesa de cirurgia, oscilando entre a vida e a morte, a mente de Alaíde, busca reconstruir sua própria história, e aos poucos seus sonhos inconscientes e desejos mais inconfessáveis vêm à tona. Quem vai ajudá-la nessa reconstrução é a enigmática Madame Clessi, e, juntando as peças desse quebra-cabeça, as duas descobrem que houve um crime, cuja investigação será um dos motivos centrais da trama. Vestido de Noiva, escrita em 1943, mantém-se atual. O que poderia parecer um drama familiar, revela-se uma tragédia de alcance universal. Nesta obra, dividida em três atos, Nelson Rodrigues conta uma história a partir da análise do interior da mente da personagem, ou seja, de seu espírito, de sua psique, de sua alma.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Montagem e circulação do espetáculo Vestido de Noiva do Grupo Oficcina Multimédia com apresentação nos teatros do CCBB nas cidades de Belo Horizonte, e Rio de Janeiro. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Belo Horizonte 24 apresentações a preços populares 2 bate papos após a apresentação Rio de Janeiro 40 apresentações a preços populares 3 bate papos após a apresentação

Justificativa

Com a montagem de Vestido de Noiva, nosso objetivo é estrear o espetáculo no teatro 2 do CCBB de Belo Horizonte, no ano de 2021, e lá permanecemos em temporada por um período de 06 semanas. Em seguida queremos circular com o espetáculo Vestido de Noiva pela unidade do Rio de Janeiro do Centro Cultural Banco do Brasil. Vale ressaltar que em 2018, o GOM pela primeira vez montou uma obra de Nelson Rodrigues, Boca de Ouro, comemorando os 40 anos do Grupo e os 35 anos de direção de Ione de Medeiros. Com a estreia no Teatro 2 do CCBB de Belo Horizonte e temporada de 5 semanas tivemos excelente retorno do público e da crítica local. Devido ao sucesso da temporada recebemos do CCBB o convite para mais uma temporada de 2 semanas sempre no Teatro 2. Em 2019, a convite do SESC São Paulo o espetáculo seguiu em temporada de um mês no Teatro SESC Santo Amaro. Em São Paulo, mantivemos o excelente retorno do público local e o espetáculo foi indicado pelo crítico José Cetra como um dos 10 melhores apresentados em São Paulo no ano de 2019. A ótima experiência com o espetáculo Boca de Ouro nos estimulou a investirmos neste dramaturgo brasileiro aprofundando o conhecimento sobre o restante de sua obra. Constatamos a importância de Nelson Rodrigues para nossa cultura e o seu reconhecimento como o mais importante dramaturgo brasileiro. Suas obras vem sendo regularmente montadas no Brasil e exterior, confirmado o caráter atemporal e a universalidade de sua temática. A proposta de estreia e circulação de "Vestido de Noiva em Belo Horizonte se estendendo para mais uma importante capital do Brasil, possibilitará também a divulgação da pesquisa cênica multimeios que o GOM vem mantendo ininterruptamente desde o ano de 1977, quando o grupo foi criado. É Importante ressaltar que, Vestido de Noiva, se constitui como um desafio para os encenadores devido à complexidade da uma história, que nesta obra, vai ser contada sob o enfoque da mente da personagem e os dados de seu inconsciente. A história vai ser reconstruída juntando-se os cacos de um quebra-cabeças, feito de fatos, lembranças e desejos, espalhadas sem ordem cronológica, e distantes de uma lógica convencional. Como suporte desta reconstrução, em Vestido de Noiva, memória, alucinação e realidade, ora se justapõem, ora se alternam nos 3 atos que compõem a obra. Tudo se passa nos anos 40, tendo como tema, questões familiares próprias de uma classe burguesa, que no caso, reside na zona sul da cidade do Rio de Janeiro. No entanto, o que poderia parecer um drama familiar, revela-se uma tragédia atemporal, de alcance universal. Isto porque, nesta obra, Nelson Rodrigues investe na psiquê da personagem, e na análise de seu espírito, e da alma feminina no sentido amplo. Esta inovação teve consonância com o nascimento de uma nova ciência que ficou conhecida como a psicanálise. No início do século XX Sigmund Freud inaugurava a investigação da mente humana como um dos recursos para o tratamento de neuroses e psicoses, e estas informações começavam a chegar ao Brasil. Vestido de Noiva, estreado no ano de 1943, inovou ao contar uma estória construída a partir do inconsciente da personagem feminina. Com uma encenação revolucionária, sua estreia resultou em um enorme sucesso e promoveu a ruptura com a concepção do teatro que se fazia até aquela época no Brasil. As reações inflamadas, favoráveis ou adversas, contribuíram para que esta obra ficasse na história do teatro como um marco de ruptura na dramaturgia brasileira pautada em conceitos convencionais e ainda sem uma identidade própria, com um teatro ainda feito sobre uma cultura importada da Europa. A partir de então nascia com Nelson Rodrigues, o teatro moderno no Brasil. Pautado no fortalecimento de uma identidade brasileira , surgia uma nova dramaturgia, abrindo espaço para um teatro voltado para a cultura local, e investindo na busca de uma novas possibilidades de encenação. O caráter emblemático de Vestido de Noiva foi então um estímulo para que investíssemos nesta montagem. Coerente com a proposta de encenação multimeios particular ao GOM pretendemos com este espetáculo, manter a interdisciplinaridade que caracteriza a pesquisa do Grupo Oficcina Multimédia. Assim, nesta montagem, o cenário móvel, os gestos, os movimentos, a dança e a música, e o vídeo vão dialogar e se justapor ao texto de Nelson Rodrigues, ao vivo ou em off como uma das prioridades na encenação. Fiel à dramaturgia rodrigueana, a construção dos personagens será elaborada a partir de uma cronologia não-linear, buscando retratar o clima onírico e o ilusionismo, presente na proposta do próprio dramaturgo. Ao montar Vestido de Noiva, o GOM confirma também a diversidade das fontes utilizadas para seus espetáculos e dá continuidade à sua proposta cênica elaborada em 40 anos de atividades artísticas ininterruptas. Dentre os diversos espetáculos montados pelo grupo, muitos representaram Minas Gerais e o Brasil, em festivais nacionais e internacionais. Com uma produção voltada exclusivamente para a linguagem cênica contemporânea o GOM vem se tornando ao longo dos anos, como uma referência local, formador de artistas plurais nas diversas áreas da criação e produção artística. A montagem de mais um clássico da dramaturgia brasileira se justifica em um momento em que o país precisa revelar seus artistas e valorizar a produção nacional ameaçada pelo desinteresse e descaso das políticas culturais. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91 II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? A aprovação nesta Lei de Incentivo à Cultura é de extrema importância para a realização deste projeto, uma vez que o GOM foi aprovado no Edital do Centro Cultural Banco do Brasil (2021 / 2022) que usa dos Mecanismos desta Lei para patrocinar os projetos aprovados.

Estratégia de execução

SUSTENTABILIDADE Todo material impresso, será utilizado papel reciclável e/ou papel certificado. Todo o nosso cenário e figurino é com material usado, comprado em lojas de antiquários, materiais usados, brechós. Ou seja um cenário e figurino totalmente sustentável.

Especificação técnica

Apresentação do espetaculo Vestido de Noiva - Belo Horizonte – 24 apresentações no Teatro 2, de sexta a segunda, ingressos R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). - Rio de Janeiro – 40 apresentações no Teatro 1, de quarta a domingo, ingressos R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). Contrapartida Social - Formação de platéia Realizar 6 apresentações gratuitas para alunos e professores de projetos sócio culturais (02 em Belo Horizonte e 04 no Rio de janeiro) e 06 debates (2 em BH, 4 no RJ) após as apresentações. Os debates serão realizados em formato hibrido online, com transmissão nas redes sociais e com a plateia presente. Serão abordados temas relacionados ao espetáculo, dramaturgia e processo criativo do GOM, possibilitando a formação de opinião, a troca de ideias e o intercâmbio entre alunos e educadores. Dessa forma, atendemos a ação formativa do projeto, conforte art. 22 da IN 02/2019 Em cada cidade entraremos em contato com escolas e projetos oferecendo a oportunidade de participar dos espetáculos e dos debates. PÚBLICO ALVO BH – Teatro 2 – Capacidade normal 80 pessoas / Capacidade Reduzida Pandemia: 40 pessoas x 24 apresentaçoes Público Total: Capacidade normal: 1920 pessoas / Capacidade reduzida: 960 pessoas RJ – Teatro 3 - Capacidade normal 86 pessoas / Capacidade Reduzida Pandemia: 43 pessoas x 40 apresentaçoes Público Total: Capacidade normal: 3440 pessoas / Capacidade reduzida: 1720 pessoas Público Total das 2 cidades Belo Horizonte e Rio de Janeiro Capacidade normal: 5360 pessoas / Capacidade reduzida: 2680 pessoas Em 2021 ainda será um ano atipico, e estamos trabalhando com o cenario pandemico, assim, estamos calculando o publico em capacidade reduzida dos teatros, uma vez que é necessario respeitar o distanciamento social para o publico presente n

Acessibilidade

Apresentações em BH Acessibilidade física: Rampas de acesso e lugares reservados Apresentações no RJ Acessibilidade física: Rampas de acesso e lugares reservados Contrapartida Social Acessibilidade física: Rampas de acesso e lugares reservados Acessibilidade para deficientes Auditivos: libras 01 Espetaculo no Rio de Janeiro e 01 em Belo Horizonte Acessibilidade física: Rampas de acesso e lugares reservados Acessibilidade para deficientes Auditivos: libras Acessibilidade para deficientes Visuais:Audiodescrição As instalações do Centro Cultural Banco do Brasil, são adaptados para receber cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Não é possivel colocar em todos os espetaculos por se tratar de peças teatrais, mas estamos disponibilizando acessibilidade total em um espetaculo de Belo Horizonte e 01 no Rio de Janeiro. Optamos por dispoibilizar a contrapartida social por ser gratuito, dessa forma um maior numero de pessoas possa ser beneficiada.

Democratização do acesso

Apresentações Teatrais III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Contrapartida Social III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;

Ficha técnica

Proponente: Grupo Artes/Eventos Multimédia - Realização do Evento e Coordenação Geral Produção Executiva: Grupo Artes/Eventos Multimédia Direção, Concepção Cenográfica e Figurino: Ione de Medeiros Assistência de Direção, Figurino e Preparação Corporal: Jonnatha Horta Fortes Elenco: Alana Aquino, Heloísa Mandareli, Henrique Mourão, Hyu Oliveira, Jonnatha Horta Fortes, Leandro Rebello e Thiago Meira. Iluminação: Bruno Cerezoli Trilha Sonora: Francisco Cesar Vídeo: Concepção Ione de Medeiros e Henrique Mourão - Edição: Henrique Mourão Editor assistente: Hyu Oliveira Designer Gráfico: Adriana Peliano Gerenciamento Financeiro e Prestação de Contas: Roberta Oliveira Grupo Artes/Eventos Multimédia Grupo Oficcina Multimédia da Fundação de Educação Artística foi criado em 1977, no XI Festival de Inverno da UFMG, pelo compositor Rufo Herrera completando em 2017, quarenta anos ininterruptos de atuação cultural na cidade de Belo Horizonte/MG. O Grupo montou 26 espetáculos configurando um perfil multimeios, que se define pela multiplicidade da informação, pela diversidade das referências para as montagens, pela ênfase na criatividade, sempre fiel à experimentação e ao compromisso com o risco. Sob a direção de Ione de Medeiros, desde 1983 o roteiro de cada montagem resulta da participação criativa de todos integrantes, conquistamos o respeito do público e vários espetáculos do grupo estiveram presentes em muitos eventos culturais, além de representar o país em festivais nacionais e internacionais no Brasil e no exterior. O GOM também é responsável pela realização dos eventos Verão Arte Contemporânea, Bloomsday e Bienal dos Piores Poemas. Ione de Medeiros Ione de Medeiros é formada em Letras e Música. Participou da criação do Grupo Oficcina Multimédia em 1977 e em 1983 assumiu a direção. À frente do Grupo realizou a montagem de 23 espetáculos. Em 2018 completou 35 anos de direção teatral. Paralelamente à sua carreira de diretora, atua também como coordenadora de diversos eventos culturais, entre eles, o Verão Arte Contemporânea. Jonnatha Horta fortes Jonnatha Horta Fortes é graduado em Licenciatura no Curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de Minas Gerais. Participa do Grupo Oficcina Multimédia desde 2001 no qual trabalha como ator e preparador corporal do elenco. Desde 2005 é assistente de direção e de figurino de Ione de Medeiros e desde 2007 trabalha na realização e produção do Festival Verão Arte Contemporânea. Também é figurinista e professor de teatro em projetos sócio-culturais de Belo Horizonte. Henrique Mourão Henrique Mourão é graduado em Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas na Escola Guignard/UEMG. Desde 2002 integra o Grupo Oficina Multimédia no qual desenvolve um trabalho de pesquisa, edição e criação de vídeos e atuação cênica, além da produção dos eventos culturais e espetáculos teatrais que o GOM realiza. Desde 2007 - Trabalha na realização e produção do Festival Verão Arte Contemporânea. Francisco Cesar Francisco Cesar é graduado em Letras pela UFMG (2008). Possui formação livre em música pela Fundação de Educação Artística (FEA). Integrou o Grupo Oficcina Multimédia dirigido por Ione de Medeiros (2001 a 2006). Com este grupo realizou cinco trilhas sonoras para teatro. Recebeu Prêmio de Melhor Trilha Sonora no Festival Nacional de Cinema de Brasília (2016), com o longa-metragem ‘Arábia’ dirigido por Affonso Uchôa e João Dumans. Trabalhou como produtor cultural na Orquestra Filarmônica de Minas Gerais (2008 a 2001), e na FEA (2013 a 2017). Participou da gravação do disco ‘Microarquiteturas’ do músico e compositor Rafael Macedo (2018). Atualmente estuda música no Conservatório Superior de Música da Cidade de Buenos Aires “Manuel de Falla” (Argentina). Heloísa Mandareli Heloísa Mandareli, 28 anos, brasileira e natural da cidade de Poços de Caldas, Minas Gerais é Bacharel em Artes Cênicas com Habilitação em Direção Teatral pela Universidade Federal de Ouro Preto, onde Integrou a equipe da MultiCultural Produções Artísticas – empresa júnior de Artes Cênicas e Música da UFOP de 2012 a 2015 atuando junto as equipes de marketing e produção. Atuou Cia Helena de 2015 a 2017 como atriz diretora e produtora. E desde maio de 2019 atua junto ao grupo Oficcina Multimédia como atriz pesquisadora compondo o elenco do novo espetáculo do grupo “Vestido de Noiva” – Nelson Rodrigues. Thiago Meira Doutorando em Arte, na UFMG. Mestre em Artes Cênicas, pela UFOP. Graduado em Artes Cênicas pela UFOP (2008). Especialista em Rádio e TV pelo UniBH. Trabalhou como produtor de conteúdo e apresentador na TV UFOP, da Universidade Federal de Ouro Preto. Trabalhou como professor substituto de Artes Integradas no Centro Pedagógico da UFMG. Exerceu também a função de tutor à distância do Curso de Especialização em Mídias na Educação, na UFOP. Atualmente, professor de teatro no Coleguium. Desde 2019 é ator no Grupo Oficcina Multimédia Hyu Oliveira Hyu Oliveira é formado em Comunicação Social na UFMG e na Escola de Teatro PUC Minas. Desde 2019 é ator no Grupo Oficcina Multimédia e produtor no grupo Teato do Amanhã. Foi assistente de produção no Verão Arte Contemporânea 2020. Atuou nos espetáculos “Banheirão” (Teato do Amanhã), "Falar sobre flores é quase um crime" e "Resumos de resumos de resumos de resumos" (Escola de Teatro PUC Minas). Atuou e dirigiu as cenas curtas “Viram o Pai de Vocês” e “Confio”. Adriana Peliano Adriana Peliano é artista, designer, ilustradora e pesquisadora da relação entre a literatura e as artes visuais. Em 2009 fundou a Sociedade Lewis Carroll do Brasil. A linguagem da colagem é a marca de seu trabalho. Formada em Comunicação na UnB (1999); fez pós graduação em Design Gráfico no SENAC/SP (2001); mestrado em “New media arts” no KIAD / UK (2002) e mestrado em Estética e História da Arte na USP/SP (2012). Bruno Cerezoli Bruno Cerezoli é iluminador com MBA em Gerenciamento de Projetos pela FUMEC; Especialização em Architectural Lighting Design pela UNICSUL e Graduação em Artes Cênicas pela UFOP – 2005. Recebeu os seguintes prêmios: Melhor Iluminador (conjunto da obra) - 2011 – pelo SESC /SATED – Belo Horizonte - Melhor Criação de Luz Teatro Adulto - 2009 - Usiminas/SINPARC – Belo Horizonte – MG. Já trabalhou com os seguintes artistas: Zizi Possi, Jonas Bloch, Roldofo Vaz, Ione de Medeiros e Grupo Galpão. Alana Aquino Alana Aquino é graduada em Comunicação Social / Publicidade e Propaganda pelo UniBH (2011). Possui formação técnica em Comunicação Visual pelo SENAI CECOTEG (2014). Possui formação técnica como atriz pelo Espaço Cênico Rick Alves (2017). Possui formação livre em Teatro, Viola e Ballet Clássico pelo Centro Cultural SESIMINAS. Integrou o elenco do Curta-Metragem “Quem disse que Tereza não vêm” Dirigido por: Ana Flávia Paes e produzido pelo Projeto Cinevida em 2018. Curso Técnico em Ator (em andamento) no Teatro Universitário da UFMG. Leandro Rebello Ator formado pela CAL (2010) e bailarino pela Escola Angel Vianna (2012). Leandro já fez oficinas de interpretação pra tv e cinema. Atuou em curtas metragens dirigidos por Daniel Nolasco, Ana Galizia, Leo Bittencourt e Juliano Gomes. Participou do projeto piloto da web série "Antônimos" (2017). Participou de vídeos-danças dirigidos por Priscila Maia na Argentina e por Tadeu Vana no Brasil. Atuou em peças de teatro como Perdoa-me Por Me Traíres, O Casamento, O Telescópio, Tempo e Memória, Adormecida e Amor e Restos Humanos. Como bailarino participou de diversas Mostras Angel Vianna e foi integrante da cia. de dança P-24. Com a Parto cia. pesquisou uma linguagem própria de dança-teatro, dando origem ao trabalho Escambo, sob orientação de Patrícia Selonk e Isabel Pacheco. Em 2018 participou da residência CECAD no Sesc Palladium sob direção do Grupo Oficcina Multimédia (GOM). Um ano depois, em 2019, Leandro integrou o grupo, o qual está em processo de ensaio com a peça Vestido de Noiva. Roberta Juliane de Oliveira Formada em Gestão Financeira e Pós Graduada em Gestão de Tributos é sócia e diretora da empresa MR Consultoria de Projetos Ltra, atua mais de 15 anos com gestão e prestação de contas de projetos aprovados nas leis de incentivo cultural e esportiva. Resposavel pela gestão e prestação de contas dos seguintes projetos: FID Forum Internacional de Dança, Verão Arte Contemporânea, Festival SACI, Mostra de Cinema de Tiradentes, Mostra de Cinema de Ouro Preto, Mostra de Cinema de Belo Horizonte, dentre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Belo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de Janeiro