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Pré produção, produção, manutenção e realização da temporada do musical NOELXWILSON, de Marllos Silva.
A polêmica Noel Rosa (1910-1937) x Wilson Batista (1913-1968) durou menos de três anos, mas rendeu músicas interessantes e virou parte do folclore musical brasileiro. Quando o entrevero começou, na década de 1930, o boêmio da Vila já era um respeitado compositor, frequentador da Lapa, amigo de famosos e com o nome feito no meio radiofônico. Já o garoto Wilson ainda era um aprendiz, candidato a malandro e disposto a qualquer coisa para se tornar conhecido. Wilson Batista, que entraria para a história como um grande sambista da década de 1940, estava apenas começando a carreira quando compôs Lenço no Pescoço. Aí é que entra uma versão mais apimentada da história. Wilson Batista havia se engraçado com uma morena, frequentadora da Lapa e que também teria atraído a atenção de Noel Rosa. Só que os argumentos de Wilson foram mais fortes, e ele ficou com a moça, deixando Noel desapontado e ansioso para revidar na primeira oportunidade. A letra de Lenço no Pescoço era a desculpa que Noel precisava para dar uma lição no moleque atrevido. E com a arma que o poeta melhor sabia manejar: o samba. Assim, Noel compôs Rapaz Folgado, com endereço certo ao seu rival. Todos sabiam que a alfinetada era para Wilson, que não engolia provocações. "Brigar" com Noel era uma excelente chance para ficar famoso. Batendo na caixinha de fósforos e escrevendo a letra em papel de maço de cigarro, Wilson compôs a tréplica logo em seguida, intitulada Mocinho da Vila. Considerada fraca na letra e na melodia, a criação de Wilson foi ignorada por Noel, que continuou a escrever sambas sem nenhuma relação com o debate musical. Um desses sambas foi o belíssimo Feitiço da Vila. Nesta exaltação ao bairro de Vila Isabel, podemos sentir claramente a boemia, tão presente na vida de Noel Rosa e responsável pelo agravamento de sua doença (tuberculose). Na canção, Noel implorava para que o sol não nascesse, pois a roda de samba terminaria e as mulheres iriam para casa. Vale destacar também a beleza da imagem de galhos balançando ao som do samba. Desde que sua canção Mocinho da Vila fora ignorada por Noel, Wilson Batista estava fora de cena. Ainda fiel ao sonho de ser famoso e sabedor de que nenhum compositor popular brasileiro estava tão em evidência quanto Noel, Wilson não perdeu tempo e escreveu Conversa Fiada. Noel não podia ignorar a nova canção. O ajustamento de ritmo e a bela melodia já continham elementos que permitiam antever o grande sambista que Wilson Batista seria. A música era indiscutivelmente bem-feita, e o bairro de Vila Isabel tinha sido debochadamente atacado. O contra-ataque tinha que ser definitivo, mortal e em grande estilo. Veio na forma de um samba intitulado Palpite Infeliz – um dos mais populares e bem elaborados de toda a obra de Noel. Obra-prima da música brasileira, o samba ficaria para sempre na memória do povo e de Wilson Batista. Logo no primeiro verso, Noel chama atenção para o fato de o rival ainda não ser tão conhecido: "Quem é você que não sabe o que diz?". Mais do que provocativa, Palpite Infeliz também é uma obra integradora, que promove a confraternização do mundo do samba. A canção defende a Vila Isabel com elegância, sem colocá-la acima de Estácio de Sá, Salgueiro ou Mangueira. Para Noel, a disputa estava encerrada. Já Wilson pensava diferente, e a nova resposta veio com um golpe baixo intitulado Frankenstein da Vila. O samba era uma pilhéria com Noel, satirizando a sua feiúra provocada pelo defeito que tinha no queixo, causado por um acidente na hora do parto. Algumas testemunhas afirmam que Noel não deu importância ao samba, achando até graça do deboche. Outros garantem que a história não foi bem assim. Cícero Nunes, companheiro de muitas cervejadas, jura ter visto Noel chorar ao tocar no assunto. Ainda no mesmo ano, Wilson escreveu Terra de Cego, e cantou o samba para Noel no Café Leitão. Noel gostou da melodia, mas pediu para trocar a letra no próprio botequim. Como Wilson também havia andado de namoro com Ceci – uma antiga paixão de Noel Rosa -, a nova letra foi dedicada a ela. Com a música pronta, Noel viveu um "amor de parceria": a mulher era Ceci; o parceiro, Wilson Batista Era o fim de uma briga musical da qual pouca gente tomou conhecimento na época (com exceção do meio artístico).
OBJETIVO GERAL O projeto tem como objetivo a produção, realização e manutenção da temporada do musical origiinal NOELXWILSON de Marllos Silva. O projeto prevê uma temporada de 02 na cidade de São Paulo. Totalizando 24 apresentações. OBJETIVO ESPECIFICO O projeto será realizado de sexta a domingo, totalizando assim, 24 apresentações. Considerando a capacidade de 500 lugares do teatro, expectativa de atingir um público de até 12.000 espectadores. A duração deste espetáculo teatral musical é de aproximadamente 1h10.
Noel Rosa e Wilson Batista são dois dos nomes mais importantes da MPB, tem sua trajetória cravada em nossa história, e dentro dela um dos momentos mais marcantes é a polêmica musical travada entre eles no início do século XX. A polêmica Noel Rosa (1910-1937) x Wilson Batista (1913-1968) durou menos de três anos, mas rendeu músicas interessantes e virou parte do folclore musical brasileiro. Desta polêmica nasceram sambas conhecidos até hoje tais como: Lenço no pescoço, feitiço da vila, conversa fiada e muitos outros. E dela surgiram anedotas, livros, coletâneas, mas ainda não ganhou os palcos. Contar essa história nos palcos, nos permite manter viva a história da MPB. Celebrar nossos heróis. Apresentar ao público mais novo uma referência musical. E construir um repertório teatral. O teatro musical tem sido um dos responsáveis pela formação de novos públicos na cidade e no país. O gênero tem gerado interesse junto ao público, mas ainda são poucos os musicais brasileiros. Por isso a importância de se celebrar um projeto que trata deste gênero. O projeto se enquadra nos itens abaixo do Art. 1º da Lei 8313/91: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além de atender o ITEM abaixo do Art. 3° da da Lei 8313/91 : Item II - Fomento à produção cultural e artística mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
O proponente informa que será responsável pela gestão do projeto, alínea Coordenador do Produção, administração, diretor artístico e roteirista.
Não aplicável para este projeto.
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: O proponente informa que o teatro no qual serão realizadas as apresentação, é devidamente equipado com rampa de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na platéia, atendendo, assim, ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz "proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999" Acessibilidade para deficientes auditivos: O proponente informa que serão realizadas 02 sessões com interprete de libras, ação que busca possibilitar o pleno exercício dos seus direito cultural aos portadores de deficiência auditiva. Acessibilidade Visual: O proponente informa que será realizadas 01 sessão com audiodescrição, ação que buscam possibilitar o pleno exercício dos seus direito cultural aos portadores de deficiência visual. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: O proponente informa que o teatro no qual serão realizadas as apresentação, é devidamente equipado com rampa de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na platéia, atendendo, assim, ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz "proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999" Acessibilidade para deficientes auditivos: O proponente informa que serão realizadas 02 sessões com interprete de libras, ação que busca possibilitar o pleno exercício dos seus direito cultural aos portadores de deficiência auditiva. Acessibilidade Visual: O proponente informa que será realizadas 01 sessão com audiodescrição, ação que buscam possibilitar o pleno exercício dos seus direito cultural aos portadores de deficiência visual.
Haverá venda de 20% dos ingressos das apresentações a preço popular, garantindo a democratização do público. Referente à distribuição gratuita à população, adotaremos os incisos do artigo 21 da IN 05/2017: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
O PROPONENTE INFORMA QUE O SR. MARLLOS SILVA É SOCIO PROPRIETÁRIO (95% do capital da empresa) DA MARCENARIA DE CULTURA EMPRESA PROPONENTE DESTA FORMA NÃO HÁ DE FORMA NENHUMA A POSSIBILIDADE DO PROPONENTE SER INTERMEDIÁRIO, TENDO EM VISTA QUE ALÉM DE SER O AUTOR DO TEXTO DO ESPETÁCULO ELE TAMBÉM INTEGRARÁ A EQUIPE CRIATIVA DO ESPETÁCULO. A INFORMAÇÃO ENCONTRA SE NO CONTRATO SOCIAL E NO CARTÃO DE CNPJ AMBOS OS DOCUMENTOS ANEXADOS JUNTO A PROPOSTA. PRODUÇÃO Marcenaria de Cultura TEXTO e DIREÇÃO Marllos Silva DIREÇÃO DE PRODUÇÃOA Definir DIREÇÃO MUSICALCarlos Bauzys CENÁRIOS e FIGURINOSKleber Montanheiro DESIGNER DE LUZA Definir DESIGNER DE SOMA Definir ELENCOBeto Sargentelli - Noel RosaCesar Mello - Wilson Batista CURRÍCULOSMARLLOS SILVA - Coordenador de Produção, Direção Artística e Autor Criador e Produtor Executivo do Prêmio Bibi Ferreira CRÉDITOS COMO PRODUTOR Foi o produtor executivo de mais de 20 espetáculos e eventos culturais, é o idealizador e do Prêmio Bibi Ferreira, premiação aos profissionais e produções de teatro musical da cidade de São Paulo, que está na sua 7º Edição. É o Diretor da Marcenaria de Cultura, onde desenvolve projetos culturais e educacionais voltados a formação de artista para o teatro musical. CRÉDITOS COMO DIRETOR TEATRAL Seus créditos como diretor são: MUSICAIS: MADAGASCAR – A MUSICAL ADVENTURE (2019 – São Paulo e turnê), AMOR – (2010 – São Paulo), OLD B’DWAY (2010), CLÁSSICOS DA BROADWAY. NOS EMBALOS DA JOVEM GUARDA (2007 – São Paulo) e NOS EMBALOS DA JOVEM GUARDA SHOW (2008 – São Paulo e turnê), MUSICAL NOS ARCOS (2007-2008) PEÇAS: ASSIM DIRIA SHAKESPEARE - (2017 – São Paulo), AMOR & PÓLVORA (2017/2018) - DIRETOR RESIDENTE: CINDERELLA (2018), direção de Charles Moeller e Claudio Botelho, ASSISTENTE DE DIREÇÃO: LÁGRIMAS DE UM GUARDA CHUVA (2008) e ARENA CABARET, direção José Renato Pécora. DRAMATURGO Créditos como dramaturgo: MUSICAIS: NOS EMBALOS DA JOVEM GUARDA SHOW; NOS EMBALOS DA JOVEM GUARDA, AMOR, OLD B’DWAY; PEÇAS: SEQÜESTRO DA ALMA, AMOR & PÓLVORA, GUERRA É GUERRA e EMBATE. Atualmente está trabalhando em dois musicais originais O EMPREGO DA DOR e QUATRO DIAS DE SETEMBRO. Oficina de escrita para cinema do SENAC (2018), oficina de roteiro para cinema na ROTEIRARIA (2020) ATOR Graduado pelo Teatro Escola MACUNAÍMA, em 2001. Atuou como membro da CASA DA COMÉDIA de 2005 a 2010, companhia coordenada por JOSÉ RENATO PÉCORA. Integrou o grupo RSC de 2003 a 2007. Alguns dos seus trabalhos foram: JOSÉ E SEU MANTO TECHNICOLOR de ANDREW LLOYD WEBER, direção de IACOV HILLEL, os musicais ARENA CABARET e CARLOS GOMES, dirigidos por JOSÉ RENATO PÉCORA e direção Musical do MAESTRO JÚLIO MEDAGLIA. PONTO DE BALA, book and music by Daniel Salve. ARTE EDUCADOR Ministra oficinas sobre Interpretação da Canção e História do Teatro Musical, tendo ministrado oficinas em São Paulo, Campina Grande, Campinas, Sorocaba, Curitiba, entre outras cidades. Ministra cursos sobre Produção Teatral. Foi o responsável pela criação da proposta pedagógica do primeiro curso profissionalizante para atores de teatro musical. O curso da 4act Performing Arts. AUTOR Traduziu o livro INTERPRETAR CANÇÕES – ACTING SONGS, de David Brunetti. Primeira publicação voltada para a interpretação de teatro musical em português. Prepara o lançamento para 2021 do GUIA PRÁTICO DE PRODUÇÃO TEATRAL. DIRETOR MUSICAL Carlos Bauzys PREMIAÇÕESVENCEDORVencedor do prêmio de Melhor Direção Musical, no “Prêmio Bibi Ferreira – 2015” por “O Homem de La Mancha”.vencedor do prêmio Coca-Cola/Femsa na categoria Melhor Música de 2008 por “Kin Con Krof - pra cantar e imaginar”Vencedor do a de Menção Honrosa pela regência de orquestra de câmara no Concurso Nacional Ritmo e Som, promovido pela UNESP, em 2002. INDICAÇÕES Indicado juntamente com Ricardo Severo a Melhor Letra e Música no “Prêmio Bibi Ferreira” – 2019 por “Aparecida – Um musical”.Indicado juntamente com Daniel Rocha, a Melhor Arranjo Original no “Prêmio Bibi Ferreira – 2018” por “Rio Mais Brasil – O Nosso Musical”Indicado a Melhor Direção Musical no “Prêmio Bibi Ferreira – 2016” por “Cantando na Chuva”Indicado a Melhor Direção Musical no “Prêmio Bibi Ferreira – 2016” por “Cinderella – de Rodgers & Hammerstein”Indicado a Melhor Direção Musical no “Prêmio Bibi Ferreira – 2014” por “A Madrinha Embriagada” HISTÓRICO DE REALIZAÇÕESDiretor musical do espetáculo “Donna Summer”, “Zorro – Nasce Uma Lenda”, “Sunset Boulevard”, “Peter Pan – o musical da Broadway”, “Os Produtores”, “Cantando na Chuva”,Compositor e diretor musical do espetáculo “Aladdin”, “Aparecida – Um musical”, Diretor musical juntamente do grupo Barbatuques no espetáculo infantil “Só Mais Um Pouquinho”. Diretor Musical do Grupo Barbatuques no espetáculo de celebração de 20 anos de grupo. Com participação de Emicida e Metá-Metá. CENOGRAFO e FIGURINISTA Kleber Montaheiro Produtor, ator, diretor, cenógrafo, figurinista e iluminador. Kleber Montanheiro é um profissional que atua em diversas áreas do fazer teatral. Com formação plural, trabalhou como assistente e criador de grandes mestres do teatro nacional: Gianni Ratto, Roberto Lage, Wagner Freire, Antônio Abujamra, Myriam Muniz, Naum Alves de Souza, entre outros. Dirigiu em 2013 no Teatro Popular do SESI: Crônicas de Cavaleiros e Dragões, de Paulo Rogério Lopes, inspirado no livro A Saga de Siegfried, de Tatiana Belinky, PRÊMIOS Prêmio APCA 2008 de Melhor diretor por Sonho de Uma Noite de Verão Prêmio FEMSA 2009 de Melhor Diretor por A Odisséia de Arlequino Prêmio APCA 2012 de Cenário e Figurino A História do Incrível Peixe Orelha Prêmio FEMSA 2012 de Cenário e Figurino por A História do Incrível Peixe Orelha. Prêmio FEMSA 2013 de melhor iluminação por A Saga de Siegfried ELENCO Beto Sargentelli Ator, Cantor, Músico, Produtor e Arte-Educador graduado em Artes Cênicas/Teatro pela Faculdade Paulista de Artes e Interpretação para Cinema na Escola de Atores Wolf Maya, Beto Sargentelli é vencedor do renomado Prêmio Bibi Ferreira 2019 de Melhor Ator e garantiu pelos últimos 5 anos consecutivos 13 indicações e 9 conquistas a prêmios de Melhor Ator, o que o qualifica entre os principais nomes da nova geração de atores do país. O ator protagonizou boa parte dos grandes musicais realizados no Brasil e em 2019, foi convidado a interpretar Tony Elliot no espetáculo “Billy Elliot”, papel que já lhe rendeu até o momento o “Prêmio Broadway World - 2019” de Melhor Ator e mais 3 indicações por este trabalho. Em 2018/2019 idealizou, produziu e atuou no musical da Broadway “Os Últimos 5 Anos” na pele de Jamie Wellerstein (“Prêmio Bibi Ferreira” - Melhor Ator; “Prêmio Broadway World” - Melhor Ator ; Destaque Melhor Ator do site “É Sobre Musicais”). Em 2017/2018 viveu Zezé Di Camargo em "2 Filhos de Francisco" (“Prêmio Aplauso Brasil” – Melhor Ator; “Prêmio Musical Cast” - Melhor Ator; Destaque Melhor Ator – do site “É Sobre Musicais”). Destacam-se também Judas em "Godspell" (indicado "Prêmio Arte Qualidade Brasil" 2016), Galileo Figaro em "We Will Rock You" ("Prêmio Musical Cast“ 2016) e Pablo em "Mudança de Hábito" ("Prêmio Aplauso Brasil de Teatro” 2015). Cesar Mello Há anos César Melo divide seu tempo entre os Musicais da Broadway, sendo ele um dos principais nomes, o teatro, o cinema e a tv, incluindo 5 novelas na Rede Globo. Entre seus principais papéis na tv estão Ronaldo de “Viver a Vida”, Tadeu de “Babilônia e Chico de “Lado a Lado” (Emmy Internacional) Indicado em 2018 ao prêmio de melhor ator coadjuvante pelo filme “A Glória e a Graça” desde então vem colecionando grandes papéis no cinema. Protagonizou “Prisioneiro da Liberdade” de Jeferson D, “O Pastor e o Guerrilheiro” de José Eduardo Belmonte e no último ano filmou os longas “Terapia da Vingança” de Marcos Bernstein, “Clube dos Anjos” de Ângelo Defanti e as séries “Bom dia Veronica” e “Boca a Boca”. Com mais de 10 prêmios na carreira há anos vem colhendo sucesso de público e respeito da crítica no teatro. Compositor desde a adolescência, em 2015 lançou o EP “O Agora” e em 2019 o álbum “Ela é Afro” com grandes participações e ótimas críticas Personagens igualmente marcantes são, o Burro Falante em "Shrek", Simão Zelotes em "Jesus Cristo Superstar", Jack em “Into The Woods” e Lucas Beineke, o noivo de Wandinha Addams, no sucesso "A Família Addams". Demais realizações incluem “O Rei Leão" (Simba U/s), “Mamma Mia!”, o concerto “Disney In Concert”, “Nos Embalos da Jovem Guarda”, as peças “Amor e Pólvora”, "Cinema Falado - Fragmentos da Vida", "Bonitinha, Mas Ordinária", "Um Homem é um Homem" e a série inglesa da Netflix “Black Mirror”. Em 2020 celebrará 15 anos de carreira somando 27 peças, dentre elas 18 musicais, e protagonizando o que será seu 13º musical da Broadway: “West Side Story” na pele de Tony, sob direção da dupla Möeller & Botelho e o maestro Cláudio Cruz, além de realizar a turnê de seu espetáculo “Os Últimos 5 Anos” no papel que lhe garantiu o Prêmio Bibi Ferreira.”
PROJETO ARQUIVADO.