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Montar o espetáculo inédito "Uma noite para sempre", de Marcelo Rubens Paiva e realizar apresentações da peça em teatro de fácil acesso ao grande público no Rio de Janeiro. Ao final de 3 sessões, será aberto um espaço para debater com o público. Para a montagem, serão necessários 3 meses de ensaio e desenvolvimento da criação artística.
Um encontro casual acontece entre um homem e uma mulher após o expediente. Ambos trabalham na mesma empresa. Ela, auditora independente da editora. Ele, o editor de uma das revistas. O negócio sofre com os impactos da crise e é pretendido fazer cortes para minimizar os prejuízos. Sandra é encarregada das demissões e está disposta a tomar as decisões mais difíceis em nome do bom desenvolvimento da empresa. Douglas sabe que a manutenção de seu emprego está nas mãos dela, literalmente em sua pasta, e, ainda assim, a chama para sair. Em um restaurante vazio, ninguém aparece para lhes servir. Localizados ali, em um tempo que parece que parou, que se acumulou dentro daquele espaço, eles iniciam uma conversa íntima e profunda sobre as suas vivências. Um passado que invade, um futuro que os espreme. Eles são acorrentados ao momento presente. Ética e moral disparam uma discussão a respeito de acontecimentos que lhes marcaram de alguma forma no decorrer da vida e os faz refletir sobre suas posições em relação a seus desejos. Se existe algum culpado, eles são os culpados de existir. Será que algum dia foram felizes? O certo e o errado, o bem e o mal. Tudo parece incerto, fluido, disforme. No entanto, de uma coisa esses dois personagens estão de acordo desde o princípio, mesmo sem revelar um ao outro. De alguma maneira eles sabem, porque o momento foi propício a saber: sobre o amor, a gente aprende com o outro.
Objetivo Geral: Através de texto inédio de Marcelo Rubens Paixa, além de enaltecer a cultura nacional, os atores terão a oportunidade de realizar uma pesquisa sobre o fazer teatral no pós-pandemia. Além disso, temos o objetivo de abrir o debate sobre temas importantes para a vida em sociedade, a partir de um texto que trata sobre os encontros e desencontros da vida, "Uma Noite Para Sempre" levanta questões sobre sexualidade, aplicativos de relacionamento, desemprego, filhos, amor, quetões que sempre precisam ser atualizadas e discutidas por todos, especialmente após um momento tão atípico quanto o que ainda vivemos por conta do COVID-19. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Montar a peça teatral de Marcelo Rubens Paiva em teatro no Rio de Janeiro, durante temporada de dois meses- 24 apresentações; Promover um debate ao final de 3 das apresentações que permita a aproximação do público com os realizadores, proporcionando um espaço de troca de experiências, primeiras impressões e desdobramentos que venham a ser suscitados, como por exemplo, o processo de criação, a técnica e as diversas possibilidades de sustentabilidade do ator no teatro, visando incentivar o empreendedorismo cultural. ; Alcançar um público de mais de 3 mil espectadores; Realizar um espetáculo reconhecido pela Mídia e classe artística, levando o pública a refletir sobre as relações afetivas atuais, na forma como lidamos com nossos sonhos e desejos diante do tempo.
A peça inédita escrita pelo renomado escritor brasileiro Marcelo Rubens Paiva, traz à cena dois sujeitos que combinam um encontro após o expediente de trabalho. Em uma agradável cantina italiana, eles se propõem a contar suas histórias. O ambiente, por algum motivo, propicia a imersão dos personagens em uma profunda conversa que perpassa por questões características das relações atuais - a ascensão tecnológica, a frouxidão dos laços afetivos e o grande apreço pela liberdade. O que se revela nessas relações é uma busca por satisfações cada vez mais imediatas, que carregam a promessa de algo melhor e mais completo, sugerindo uma espécie de compulsão rumo ao triunfo de uma satisfação plena. O que está em jogo é a defesa contra possíveis frustrações e infortúnios, mas principalmente a tentativa de se livrar das contradições do amor. No espaço-tempo de Uma Noite Para Sempre se destaca algo singular que foge à cronologia linear. Eles se situam em um tempo próprio, forjado por esse encontro. É importante perceber o quanto os temas abordados na peça se demonstram ainda mais relevantes no momento conturbado em que vivemos, onde nos vemos obrigados a encarar um parasita que traz a mensagem da morte, sentimos a fragilidade da vida, a transitoriedade. A morte se aproxima do amor exatamente no ponto em que se relaciona com o mistério, com o porvir e nos coloca diante de uma ameaça desconhecida. O jogo de sedução é atravessado por esse abismo, onde cada passo em direção ao Outro é um risco que se corre. A fronteira entre a carícia suave e gentil e a garra que aperta é tênue. O futuro, mais do que nunca, é incerto. O que haverá de ser quando eles cruzarem os limites que os impedem de atender a exigência de seus desejos? Durante a temporada, possibilitaremos o acesso de todas as camadas sociais através de ingressos grátis ou a preços populares para um público de menor poder aquisitivo. De acordo com o art. 3 da lei 8313/91 nosso projeto objetiva o fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de espetáculo de arte cênicas. o PROJETO também se enquadra nos incisos I, II e III do Art. 1º da Lei 8313/91
Dos itens orçamentários apontados na planilha, serão objeto de própria remuneração os seguintes itens: - Coordenador do projeto (responsável pela gestão administrativa do projeto) -Atriz
Espetáculo de Artes Cênicas A produção teatral terá duração de 70 min. Contrapartida Social Os debates realizados após as 3 das apresentações terão duração de 40 min.
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. O espetáculo será realizado no Centro Cultural Banco do Brasil, espaço que oferece instalações adequadas estruturalmente, para garantir o acesso a pessoas idosas e aos portadores de necessidades especiais (sinalização, rampas de acesso, elevadores, banheiros e espaço especial na platéia). ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras CONTRAPARTIDA SOCIAL: ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. O espetáculo será realizado no Centro Cultural Banco do Brasil, espaço que oferece instalações adequadas estruturalmente, para garantir o acesso a pessoas idosas e aos portadores de necessidades especiais (sinalização, rampas de acesso, elevadores, banheiros e espaço especial na platéia). ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras * Não se aplica a acessibilidade para deficientes visuais neste projeto, visto que a peça se passa em cenário único com diálogo descritivo entre os atores. Qualquer pessoa com deficiência visual não terá problemas em compreender o espetáculo.
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS 1 - Serão disponibilizados ingressos gratuitos para população de baixa renda (20%), em cumprimento ao previsto no inciso I do Art. 21 da IN nº2/19. que visa a democratização do acesso à Arte e à Cultura, a popularização do Teatro, a formação de platéia e a inclusão social. Serão beneficiados cidadãos (jovens e adultos) carentes de recursos e/ou bens culturais, alunos e professores da rede publica de ensino e ONGs que realizem trabalhos socioculturais, observando acapacidade da casa e a classificação indicativa do espetáculo; 2 - Os ingressos serão vendidos, na bilheteria do teatro onde a peça será realizada, para jovens e adultos de todas as classes sociais, em todas as apresentações do espetáculo; Art.21 (IN nº2/19) CONTRAPARTIDA SOCIAIS 1 - Serão disponibilizados ingressos gratuitos para população de baixa renda (20%), em cumprimento ao previsto no inciso I do Art. 21 da IN nº2/19. que visa a democratização do acesso à Arte e à Cultura, a popularização do Teatro, a formação de platéia e a inclusão social. Serão beneficiados cidadãos (jovens e adultos) carentes de recursos e/ou bens culturais, alunos e professores da rede publica de ensino e ONGs que realizem trabalhos socioculturais, observando acapacidade da casa e a classificação indicativa do espetáculo; 2 - Os ingressos serão vendidos, na bilheteria do teatro onde a peça será realizada, para jovens e adultos de todas as classes sociais, em todas as apresentações do espetáculo; Art.21 (IN nº2/19)
FICHA TÉCNICA Autor: Marcelo Rubens Paiva Direção: Miwa Yanagizawa Assistente de direção: Lili Ferret Elenco: César Cadardeiro e Monique Franco Cenógrafo: José Dias Iluminador: Aurélio di Simone Diretor Musical: Marcello H. Figurinista: Juli Videla Produtor Executivo: Alexandre Scalamandré O proponente realizará as seguintes funções no projeto: - Coordenador do projeto (responsável pela gestão administrativa do projeto) -Atriz ( A atriz do projeto é um das sócias da proponente) Currículos Marcelo Rubens Paiva- Autor É um escritor, dramaturgo e jornalista brasileiro. Vencedor dos Prêmios Jabuti (1983) e ABL de Cinema (2012), escreveu: Livros - Feliz Ano Velho (1982); Blecaute (1986); Ua brari (1990); Bala na Agulha (1992); As Fêmeas (1994); Não És Tu, Brasil (1996); Malu de Bicicleta (2002); O Homem que Conhecia as Mulheres (2006); A Segunda Vez que Te Conheci (2008); Marcelo Rubens Paiva - Crônicas para ler na escola (2011); E Aí, Comeu? (2012); As Verdades Que Ela Não Diz (2012); 1 drible, 2 dribles, 3 dribles: manual do pequeno craque cidadão (2014); Ainda Estou Aqui (2015); Meninos em Fúria (2016); O Orangotango Marxista (2018); O Homem Ridículo (2019) Peças de Teatro- 525 Linhas (1989); E Aí, Comeu? (Da Boca pra Fora) (1998); Mais-que-Imperfeito (2001); Closet Show (2003); As Mentiras que os Homens Contam (2003); No Retrovisor (2003); Amo-te (2006); A Noite Mais Fria do Ano (2011); O Predador Entra na Sala (2012); C'est La Vie (2014); Amores Urbanos (2016); Uma Noite Para Sempre (2017) Roteiros de Cinema- Fiel (2012); E Aí, Comeu? (2012); Malu de Bicicleta (2013); Depois de Tudo (2015); Mais Forte que o Mundo (2016) Miwa Yanagizawa- Diretora Artista fundadora do AREAS Coletivo, de onde se destacam criações teatrais como ”Naquele dia vi você sumir”, trabalho de criação coletiva com o Grupo Magiluth, de Recife; “Breu”, de Pedro Brício (Prêmio Questão de Crítica de Melhor Direção e Iluminação; Prêmio APTR de Melhor Cenografia; indicação Prêmio Shell de Melhor Atriz); "Plano sobre queda", de Emanuel Aragão e a residência “Eles eram muitos”, realizada no SESC Ipiranga. Dirigiu, ainda, os espetáculos “Nastácia”, de Pedro Brício, à partir de “O Idiota”, de Fiodor Dostoievski ( levando o Prêmio Shell e o Prêmio APTR 2019 para Melhor Direção, e sendo também indicada ao Prêmio Cesgranrio para Direção em 2019) , “Iago”, de Geraldo Carneiro, uma versão de Otelo, de William Shakespeare (Indicação do prêmio Shell para Melhor Ator) , “Estudo Sobre a Maldade”, de Bruce de Araújo; ”Urgente”, da Cia. Luna Lunera em parceria com Maria Silva S. Campos e “Nada, uma peça para Manoel de Barros”, de Emanuel Aragão, com os Irmãos Guimarães (Prêmio Questão de Crítica de Melhor Elenco), entre outros. Como atriz, acabou de integrar o elenco da nova temporada da série “Sessão de Terapia”, dirigida por Selton Mello, participou das peças, “Trágica.3”, direção de Guilherme Leme; “Oleanna” de David Mamet com direção de Gustavo Paso, “Nada, uma peça para Manoel de Barros”, “Naquele dia vi você sumir”, entre outras. Ministra, com frequência, a “Oficina para o ator: a escuta”, que conta com inúmeras edições, no Rio, SP, MG, Japeri e PR, fazendo parte, também, de processos de criação de grupos como Teatro Kunyn e Grupo XIX de SP e Grupo Galpão de MG. Como professora de teatro, trabalhou, de 1996-2000, na Escola Solar Meninos de Luz, no Morro do Pavão-Pavãozinho e de 2000-2010, no Grupo Nós do Morro, no Vidigal, ambas, na cidade do RJ. Integrou o projeto Tempo Livre, na cidade de Japeri, uma parceria do Grupo Nós do Morro com o Sesc RJ, na constituição da Grupo Código, onde realizou os espetáculos - como diretora - “Censura Livre”, “Do Lado de Cá”, “Inimigos do Povo” e, a supervisão da peça “A Caminho de Belém”. Foi integrante da ciateatroautônomo, dirigida por Jefferson Miranda, por 18 anos. Site do AREAS Coletivo: www.areascoletivodearte.com Monique Franco- Atriz Graduada pelo Instituto CAL de Arte e Cultura, faculdade de artes cênicas. Começou a fazer teatro na Nova Zelândia em 2001, passou por diversas oficinas e worshops, dentre eles: Ariane Mnouchkine e Juliana Carneiro da Cunha, Daniel Herz, Vinícius Arneiro, Jefferson Miranda, Antônio Amâncio, Sérgio Penna, Wolf Maya, Miwa Yanagizawa e Celina Sodré. Atuou no Teatro em ALETHEA DREAMS de Rafael Souza- Ribeiro em 2019. Realizou duas temporadas no Teatro Casa de Cultura Laura Alvim no Rio de Janeiro; O VERDUGO- Hilda Hilst e direção de Alain Alberganti; Intervenção artística no Festival Cena Brasil Internacional no CCBB TUDO QUE ESTÁ AO MEU LADO- Autor e diretor: Fernando Rubio; atuou e produziu O NÓ DO CORAÇÃO- David Eldridge, direção de Guilherme Leme; PERTO DO CORAÇÃO SELVAGEM- Clarice Lispector, direção de Luiz Arthur Nunes; PEDAÇOS DE MIM- Coletânea de textos e direção de Jayme Periard; AMADEUS- Peter Shaffer, direção de Naum Alves De Souza. Cinema: Curta A VELHA FAZENDA- Roteiro e direção: Júlia Ruiz. Personagem: Bia. TV: “Santo Forte” (AXN) Direção: Roberto D’Ávila; “Tititi” (Globo) Direção: Jorge Fernando; “9mm” (FOX) Direção: Murilo Pasta. César Cadardeiro- Ator César Cardadeiro(Rio de Janeiro, 21 de março de 1990) iniciou sua carreira de ator aos 5 anos, participando de peças teatrais, comerciais, séries e novelas. Aos 16 anos, integrava seu segundo ano no seriado da TV Globo, Malhação(2006). Foi convidado à participar de três importantes adaptações da literatura brasileira para a televisão, como exemplo, o personagem Bentinho da série de Luiz Fernando Carvalho, Capitu(2008). Porém, seu trabalho mais longo na TV Brasileira, foi como Pedrinho do Sítio do Pica-Pau Amarelo(2001-2004) Em paralelo com as gravações do seriado Aline(2008-2010), na TV Globo, estreou no cinema com o longa metragem Divã(2009). Também participou dos filmes Nosso Lar(2010), Suprema Felicidade(2010), A Alegria(2011), Depois de Tudo(2015) e Amor.com(2017). Após ter concluído Bacharel na Faculdade de Artes Cênicas da Casa de Artes de Laranjeiras, foi convidado para participar da novela Amor Sem Igual(2019), como José Antônio. Esta última teve as gravações paralisadas temporariamente por conta da pandemia do Covid-19, ainda sem retorno pré-determinado. Atualmente está no ar na TV Globo e Record, que reprisam novelas que contaram com sua participação. Na Record com o personagem Tiago Maior, da novela Jesus(2018), ao mesmo tempo que, na Globo, interpreta o personagem Hugo, na novela Novo Mundo(2017). Marcello H. Diretor musical. Compôs as trilhas das peças O ESTRANGEIRO de Albert Camus, direção de Vera Holtz, que participou do festival de Edimburgo. ROCKANTIGONA e TRÁGICA.3, ambas dirigidas por Guilherme Leme. A segunda participou do Festival de Beijin na China. UMA RELAÇÃO PORNOGRÁFICA, com direção de Victor Garcia Peralta. MEMÓRIAS DE ADRIANO, com direção de Inez Viana. GRITOS, da Cia. Dos a Deux, trilha sonora indicada ao prêmio APTR. Em 2017, assina a direção musical de TOM NA FAZENDA, com direção de Rodrigo Portella, trabalho pelo qual recebeu indicação ao prêmio Shell. Além das peças: BRANCA, dirigida por Ivan Sugahara; ELA, dirigida por Paulo Verlings, INSETOS, da Cia dos Atores. Em 2019, assinou as trilhas de: AS CRIANÇAS, dirigida por Rodrigo Portella; SOLO, com direção de Vinicius Arneiro; TODAS AS COISAS MARAVILHOSAS, com direção de Fernando Philbert.
PROJETO ARQUIVADO.