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PRONAC 210109Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

LEANDRO VIEIRA - BANDEIRA PRA VESTIR NO CARNAVAL

MUSEO - MUSEOLOGIA E MUSEOGRAFIA LTDA
Solicitado
R$ 443,6 mil
Aprovado
R$ 443,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Artístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2021-05-03
Término
2023-03-02
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

"LEANDRO VIEIRA - Bandeira pra vestir no carnaval" é um livro de arte que se debruça sobre uma trilogia de desfiles assinados pelo artista Leandro Vieira para o carnaval da Mangueira entre 2018 e 2020. A publicação, amplamente ilustrada, reúne croquis do artista para o planejamento de fantasias e alegorias, fotos de estúdio para os protótipos prontos e referências de imagens para esta gênese de criação. Imagens de carnavais históricos e referências de obras de arte acompanham os textos. A publicação terá quatro ensaios: dos organizadores, o artista Leandro Vieira e a crítica de arte Daniela Name; do historiador Luiz Antônio Simas; e do jornalista Alan Diniz. Os textos oferecem uma perspectiva do carnaval como atividade artística que registra de forma crítica e sociocultural as características de seu tempo.

Sinopse

“Leandro Vieira - Bandeira pra vestir no carnaval” é um livro de arte com tiragem de 2000 exemplares, 256 páginas, formato 180 x 260 cm, capa dura com lombada de miolo aparente e costura manual. A capa em papel rígido, tipo kraft ou similar, traz impressão em serigrafia (hot stamping) que lembra um um desenho ou molde de costura, emulando os valores de “bastidores da criação” contidos na publicação. Uma sobrecapa envolve a edição e, desdobrada, transforma-se em um pôster, reproduzindo uma bandeira do Brasil nas cores da Mangueira. Este item com dupla função no projeto do designer Victor Aragão foi inspirado na bandeira gigante que figurou no desfile “História pra ninar gente grande”, campeão do carnaval carioca de 2019. As páginas internas em papel fosco off set e toda a edição é impressa a 4 cores. Em termos de conteúdo, os ensaios de Leandro Vieira, Daniela Name, Luiz Antônio Simas e Alan Diniz percorrem aspectos distintos e complementares do período que o livro documenta. Enquanto Vieira se debruça em uma genealogia do próprio carnaval a partir de sua experiência como artista e folião, Name investiga os cruzamentos entre a obra do artista e a história das imagens; Simas aborda os aspectos sociológicos do carnaval; e Diniz dá um depoimento como um jornalista que acompanha o trabalho do carnavalesco desde seu primeiro desfile, inventariando ainda a relação de Vieira com os blocos e o carnaval de rua. Com cerca de 300 imagens, “Bandeira pra vestir no carnaval” vai revelar a metodologia de Vieira em seu processo criativo, mostrando a gênese de fantasias e alegorias dos croquis até o desfile. A ênfase da publicação é justamente dar acesso ao leitor a esse bastidor da criação, apresentando o passo a passo da construção de um desfile, bem como os arcabouços históricos e estéticos que o sustentam.

Objetivos

Objetivo Geral: Pré-produzir, editar, imprimir, distribuir, divulgar e realizar o lançamento do livro "Leandro Vieira - Bandeira pra vestir no carnaval", sobre o trabalho do artista Leandro Vieira à frente do carnaval da escola de samba Estação Primeira de Mangueira entre os anos de 2018 e 2020. Com tiragem de 2000 exemplares - 200 deles destinados a bibliotecas de universidades, museus e escolas livres de arte -, o livro é uma edição primorosa que tem como principal meta inscrever o trabalho de Vieira na mais popular das escolas de samba do Rio de Janeiro dentro de um campo de pensamento e debate sobre artes visuais, história social e patrimônio cultural. A edição de 256 páginas, 4 cores, com quatro ensaios inéditos e dezenas de croquis e imagens jamais veiculados publicamente, pretende ampliar a capilaridade do carnaval como vetor dos temas da atualidade, além de identificar na plasticidade criada por Vieira relações, especialmente com a história da arte no Brasil, mas também com o patrimônio de imagens de outras partes do mundo. Depois de impresso, o livro terá um lançamento em livraria do Rio de Janeiro, com ampla divulgação na imprensa, nas redes sociais das empresas co-realizadoras do projeto e nos perfis dos organizadores, autores e demais integrantes da equipe. Objetivo específico: Além do lançamento do livro, objetivo principal deste projeto, os realizadores vão criar uma série de subprodutos que atendem a uma mesma meta _ a difusão e a democratização à informação a respeito do carnaval, e o seu reconhecimento como a mais potente manifestação audiovisual do Brasil. Entre estes objetivos, listamos 1- PRODUÇÃO E LANÇAMENTO DE VÍDEOS: "Leandro Vieira - Bandeira para vestir no carnaval" vai gerar uma série de dez vídeos curtos, de 2 a 5 minutos, e um vídeo maior, de 10 a 15 minutos. Estes filmes vão funcionar como ‘teasers’ de lançamento do livro nas redes sociais da Caju e da Museo, e também nas contas pessoais de Leandro Vieira, Daniela Name, Luiz Antonio Simas e demais integrantes da equipe. Dirigidos pela roteirista Jô Hallack, eles funcionarão como uma ferramenta de comunicação, mas serão um produto artístico que acrescenta nova camada de documentação e interpretação às questões abordadas. 2- PRODUÇÃO E LANÇAMENTO DE HOTSITES: Atuando na área cultural principalmente como uma plataforma de conteúdo e de projetos, a Caju também vai abrigar, na home de sua revista de ensaios (www.revistacaju.com.br), um hotsite especialmente dedicado a "Bandeira pra vestir no carnaval". Nesta área do site, estarão abrigados os vídeos feitos para o projeto, galeria de imagens e extratos de texto. Mais uma vez, propomos um produto com dupla função - comunicação e arte. 3- REALIZAÇÃO DE PALESTRA/ ENCONTROS EDUCATIVOS: Com a meta de irradiar e enraizar o conteúdo proposto pelo projeto será realizado um debate, voltado prioritariamente para estudantes e professores de instituições públicas de ensino, sobre "Bandeira pra vestir no carnaval" em um museu (sugerimos o Museu de Arte do Rio), com sorteio de 15 exemplares do livro e a presença dos organizadores Leandro Vieira e Daniela Name. A infraestrutura de som e imagem será a deste equipamento, e a mediação da equipe local. 4- REVERBERAÇÃO/ COMUNICAÇÃO: O trabalho de comunicação descrito neste projeto tem como meta colaborar não apenas com a plena realização do objetivo principal _ o lançamento do livro "Bandeira pra vestir no carnaval" _ como com a sinergia entre esses outros objetivos, propiciando que a reverberação dos conteúdos propostos atinja ao máximo de pessoas.

Justificativa

Por que editar um livro como "Leandro Vieira - Bandeira pra vestir no carnaval"? Em primeiro lugar, porque não existe um livro como este. Apesar de o carnaval ser a maior manifestação da cultura popular brasileira, quase não há registros vertiginosos sobre seu processo de criação. Geralmente figurando em publicações de apelo turístico e pouco texto - os chamados "coffee table books" -, o carnaval do Rio carece brutalmente de reconhecimento como arte, como fonte produtora de patrimônio audiovisual. Através dos três últimos desfiles concebidos por Leandro Vieira, esta edição lança um olhar mais amplo para a linguagem dos desfiles. A segunda razão para um livro como "Bandeira pra vestir no carnaval" é a trajetória do artista retratado. Com sete desfiles no currículo (cinco pela Mangueira, um pela Caprichosos de Pilares e um pela Imperatriz Leopoldinense), Vieira caminha, no momento em que esta proposta é inscrita, para a concepção, para 2021, de mais um enredo para a verde-e-rosa e a estreia em outra escola importantíssima: o Império Serrano. Elogiado pela imprensa especializada como um carnavalesco que vem repensando a estrutura dos cortejos, Vieira também tem o reconhecimento do meio acadêmico e do circuito de arte. A capilaridade inerente ao trabalho do artista, capaz de gerar interesse em públicos diversos, tem colaborado para que o carnaval seja alçado a um protagonismo que há muito não víamos, tanto no campo do debate quanto no da repercussão midiática. Vieira foi o pioneiro daquilo que Daniela Name definiu como uma "geração de narradores" do carnaval. Para a crítica, o carnavalesco é o criador mais proeminente de um grupo de jovens artistas que, a partir de novas formulações de conteúdo, tem levado os enredos da escola para um público muito mais amplo e heterogêneo do que aquele dos "entusiastas de carnaval". Com Vieira, a folia, especialmente em seus aspectos de pesquisa histórica e conceitual, tem se derramado para muito além dos dias de fevereiro e março em que o carnaval explode. Tanto Name quanto o crítico Marcelo Campos e a professora Claudia Saldanha, destacam, por caminhos distintos de análise, como o interesse de Vieira no conteúdo vem enriquecendo o carnaval em outros aspectos: o trabalho do artista na Mangueira gerou grandes sambas, além de "imagens sobreviventes", que seguem encantando e perturbando o olhar muitos meses depois de a festa terminar. A publicação que propomos procura emular o processo criativo do artista em seus aspectos visuais e conceituais, na intenção de contribuir para a criação de documentação histórica sobre o maior patrimônio cultural do Brasil. A necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para financiamento deste projeto se dá pela possibilidade de buscar, através deste meio, o recurso de incentivo fiscal como forma de obter patrocínio de incentivadores que visem apoiar a cultura nacional. O projeto se enquadra no inciso VII do Art. 1° da Lei n° 8313/91, no sentido de "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória" através da publicação do livro de Leandro Vieira, sobre o Carnaval, uma das principais expressões da cultura brasileira. O objetivo a ser alcançado está alinhado à alínea b, do inciso II, do Art. 3° da Lei n° 8313/91: fomento à produção cultural e artística, mediante edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.

Estratégia de execução

PRODUTOS DERIVADOS DO LIVRO, integrantes do projeto: 1-“Leandro Vieira - Bandeira para vestir no carnaval” vai gerar uma série de dez vídeos curtos, de 2 a 5 minutos, e um vídeo maior, com 10 a 15 minutos. Estes filmes vão funcionar como ‘teasers’ de lançamento do livro nas redes sociais da Caju e da Museo, e também nas contas pessoais de Leandro Vieira, Daniela Name, Luiz Antonio Simas e demais integrantes da equipe. Dirigidos pela roteirista Jô Hallack, eles funcionarão como uma ferramenta de comunicação,mas serão um produto artístico que acrescenta nova camada de documentação e interpretação às questões abordadas. 2-Atuando na área cultural principalmente como uma plataforma de conteúdo e de projetos, a Caju também vai abrigar, na home de sua revista de ensaios (www.revistacaju.com.br), um hotsite especialmente dedicado a “Bandeira pra vestir no carnaval”. Nesta área do site, estarão abrigados os vídeos feitos para o projeto, galeria de imagens e extratos de texto. Mais uma vez, propomos um produto com dupla função - comunicação e arte.

Especificação técnica

“Leandro Vieira - Bandeira para vestir no carnaval” Tiragem - 2000 exemplares 256 págs Capa e quarta capa: 180 x 260 mm || papel cartão couro ou kraft || serigrafia 2 x 0 cores especiais || hot stamping metalizado (160 x 160 mm) Sobrecapa: 580* x 406 mm ||| tyvek ou couché laminado || 4 x 2 cores especiais || hot stamping metalizado (160 x 160 mm) e dobra PRODUTOS DERIVADOS A- Vídeos “Leandro Vieira - Bandeira para vestir no carnaval” -10 vídeos com duração de 2’ a 5’ Filmagem HD Edição privilegiando formato IGTV/Stories do Instagram -1 vídeo com duração de 10’ a 15’ Filmagem HD Edição privilegiando formato panorama - YouTube B- Hotsite “Leandro Vieira - Bandeira para vestir no carnaval” 1 página Wordpress avançado, como aba em www.revistacaju.com.br *Um maior detalhamento das especificações técnicas do livro está na apresentação enviada em PDF.

Acessibilidade

As medidas de acessibilidade visam promover o acesso ao livro e ação formativa a pessoas com deficiência, conforme determina a Lei nº 13.146, de 2015, e o Decreto nº 9.404, de 2018. ACESSIBILIDADE FÍSICA O debate será realizado em equipamento cultural cuja acessibilidade seja praticada nas suas estruturas físicas, adaptados à visita de cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Como medida a ser adotada para promover o acesso às pessoas com deficiência auditiva serão realizadas as seguintes ações: - O debate contará com a presença de intérprete de Libras; - Os vídeos, que estarão disponíveis na internet através do hotsite, contarão com janela de interpretação em Libras, de acordo com a NBR-15290 da ABNT. Como medida a ser adotada para promover o acesso do livro às pessoas com deficiência visual serão realizadas as seguintes ações: - A publicação do livro será disponibilizada na versão sonora em formato magnético (audiolivro ou formato Daisy) ou em versão digital que possa ser processada por sistemas de leitura e ampliação de tela (formato Daisy ou livro no formato CD-ROM com recursos para pesquisa, ampliação e áudio);- O debate contará com audiodescrição.

Democratização do acesso

HOTSITE Disponibilização de um hotsite especialmente dedicado a “Bandeira pra vestir no carnaval”. Nesta área do site, estarão abrigados os vídeos feitos para o projeto, galeria de imagens e extratos de texto. “Leandro Vieira - Bandeira para vestir no carnaval” vai gerar uma série de dez vídeos curtos, de 2 a 5 minutos, e um vídeo maior, de 10 a 15 minutos. Estes filmes vão funcionar como ‘teasers’ de lançamento do livro nas redes sociais da Caju e da Museo, e também nas contas pessoais de Leandro Vieira, Daniela Name, Luiz Antonio Simas e demais integrantes da equipe. Dirigidos pela roteirista Jô Hallack, eles funcionarão como uma ferramenta de comunicação, mas serão um produto artístico que acrescenta nova camada de documentação e interpretação às questões abordadas. Esta iniciativa possibilitará a descentralização geográfica da distribuição do produto cultural, permitindo a democratização do acesso para um público mais amplo. Através do hotsite será atendido o disposto no Art 21 da IN nº02/2019 do ministério da cidadania, que versa: “III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22.” ESTÁGIO Oferecimento de estágio a estudante da rede pública em atividades de gestão cultural realizadas durante a produção do livro. Esta medida atende ao item VI do Art. 21 da IN n° 02/2019 do Ministério da Cidadania, qual seja, “oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural”.

Ficha técnica

A proponente Museo Museologia e Museografia será a responsável pela Produção Executiva do projeto. Coordenação editorial: Daniela Name e Leandro Vieira Realização: Museo Museologia e Museografia e Caju Conteúdo e Projetos Produção Executiva: Museo Museologia e Museografia Publishing: Caju Conteúdo e Projetos Identidade visual e design: Victor Aragão Textos: Daniela Name, Leandro Vieira, Luiz Antonio Simas e Alan Diniz Assessoria de comunicação: Xavante Comunicação Vídeos: Jô Hallack Construção e edição de hotsite: Super Nova Assistente editorial: Priscila Medeiros Revisão: Gustavo Barbosa Tradução: Daniela Belmiro Distribuição e estoque: Saudade Distribuidora Museo Museologia e Museografia Ltda Fundada em 2006, a MUSEO atua no planejamento e desenvolvimento de projetos culturais nas áreas de museologia e artes visuais. Dentre as exposições, destacam-se: Tecer Mundos (Sesc Quitandinha, 2019), O Museu Histórico da Cidade conta a sua história… (Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro, 2019), Jorge Fonseca — Labirinto de amor (Caixa Cultural Brasília, 2019; Caixa Cultural Rio de Janeiro e São Paulo, 2018), Desobediência Tecnológica — Ernesto Oroza (Caixa Cultural Recife, 2015), Augusto Boal (Centro Cultural Banco do Brasil RJ, 2015), Brasil, cinco séculos: um olhar Naïf (Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil RJ,2015), CONDENADOS — No meu país minha sexualidade é crime (Espaço Cultural dos Correios Fortaleza, 2015 e Salvador, 2012). A Museo ainda foi responsável pela produção de livros e catálogos de algumas dessas exposições. Desenvolveu projetos museológicos para Museu Light da Energia/RJ, Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos/RJ, Museu da Estrada de Ferro Madeira Mamoré/RO e Centro de Memória Moinho Fluminense/RJ. Daniela Name Mestre em História e Crítica da Arte e Doutora em Comunicação e Cultura, ambos os títulos pela UFRJ, Daniela atua em curadoria de arte desde 2004, tendo publicado livros como Espelho do Brasil (2008) e Almir Mavignier (2012), entre outros títulos. Curadora-geral da Caju, atuou como crítica da revista “Bravo!” e do jornal “O Globo”. Fez a curadoria de exposições como Diálogo concreto — Design e construtivismo no Brasil (Caixa Cultural, 2008), Amélia Toledo — Forma fluida (Paço Imperial, 2015), Daniel Senise (Gallery 32, Londres, 2010), Delson Uchoa (Ludwig Museum, Alemanha, 2015) e Angelo Venosa — Catilina (Paço Imperial, 2019). Foi pesquisadora do Museu da Língua Portuguesa (São Paulo, 2005), diretora do Museu do Ingá (Niterói-RJ, 2010-12), curadora-adjunta da 5ª edição do Prêmio CNI SESI Marcantonio Vilaça (2012-2015) e consultora em artes visuais do novo Museu da Imagem e do Som (Rio de Janeiro, 2014). Leandro Vieira Com sete desfiles no currículo (cinco pela Mangueira, um pela Caprichosos de Pilares e um pela Imperatriz Leopoldinense), Vieira caminha, no momento em que esta proposta é inscrita, para a concepção, para 2021, de mais um enredo para a verde-e-rosa e a estreia em outra escola importantíssima: o Império Serrano. Elogiado pela imprensa especializada como um carnavalesco que vem repensando a estrutura dos cortejos, Vieira também tem o reconhecimento do meio acadêmico (seu trabalho inspirou uma edição da revista “Concinnitas”, editado pelo Instituto de Arte da Uerj, e foi abordado na revista “Poiesis”, da UFF) e do circuito de arte (fez a exposição individual “Bastidores da criação” em 2017, no Paço Imperial; participou de “Rio de samba” em 2018-2019, no MAR e, em 2020, foi um dos artistas indicados ao Prêmio PIPA, um dos mais importantes do país). Luiz Antonio Simas É autor de diversos livros, como Dicionário da história social do samba, escrito com Nei Lopes e vencedor do prêmio Jabuti de 2016 na categoria Livro de Não-Ficção do Ano; Fogo no mato: a ciência encantadora das macumbas (2018), com Luiz Rufino; Pra tudo começar na quinta-feira: o enredo dos enredos (2015), com Fábio Fabato; Portela: tantas páginas belas (2012); Samba de enredo: história e arte (2010), com Alberto Mussa. Trabalhou como consultor no processo de criação do novo Museu da Imagem e do Som/MIS do Rio de Janeiro (2014). É jurado do prêmio Estandarte de Ouro/Jornal O GLOBO, a mais tradicional premiação do carnaval carioca. Alan Diniz É um dos autores do livro As três irmãs — um trio de penetras arrombou a festa, junto com Alexandre Medeiros e Fábio Fabato. O ensaio a seis mãos, publicado em janeiro de 2012, conta como três escolas de samba — Beija-Flor, Imperatriz Leopoldinense e Mocidade Independente de Padre Miguel — foram alçadas ao grupo das “grandes escolas” do carnaval carioca em 1976. Como jornalista e assessor de imprensa, dirige hoje a Xavante Comunicação e tem uma trajetória ligada ao trabalho institucional e de assessoria de imprensa ligado à música, tendo criado estratégias para as carreiras de artistas como Chico Buarque e Maria Bethânia, entre outros. Acompanha a trajetória de Leandro Vieira desde o início, na Caprichosos de Pilares, em 2015.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.