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PRONAC 210125Prestação de Contas AprovadaMecenato

2ª Mostra de Cinema Árabe Feminino

PARTISANE FILMES LTDA
Solicitado
R$ 213,4 mil
Aprovado
R$ 209,4 mil
Captado
R$ 155,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

74.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2021-02-01
Término
2022-03-29
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O projeto propõe a realização da 2ª edição da Mostra de Cinema Árabe Feminino. Serão apresentadas aproximadamente 40 sessões de cinema de mais de 10 países árabes diferentes, todos dirigidos por mulheres árabes. Contaremos também com de sessões comentadas, debates e masterclass. As contrapartidas sociais serão sessões fílmicas comentadas em Universidades Federais. Serão reunidos em um catálogo virtual(com cerca de 250 págs) informações sobre os filmes, além de entrevistas e ensaios de autores nacionais e internacionais que apresentam uma discussão pertinente sobre o cinema realizado por mulheres árabes. Haverá a construção de uma plataforma on-line em que possam ser disponibilizados filmes que serão exibidos na mostra, a iniciativa se deve a situação do COVID-19 que pode impossibilitar a ocupação de toda a capacidade da sala de cinema. As sessões comentadas debates e masterclass também serão disponibilizados on-line.

Sinopse

A 2ª Mostra de Cinema Árabe Feminino acontecerá de forma totalmente on-line, no site cinemaarabefeminino.com. Ao longo 6 semanas, a Mostra contará com a exibição de longas-metragens e curtas-metragens, todos dirigidos por mulheres árabes. A Mostra fará um recorte dentro das produções lançadas a partir dos anos 2000. Contaremos com uma master class com a diretora árabe Larissa Sansour. Haverá três mesas redondas, cada uma propondo um tema diferente a ser discutido.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS* O projeto propõe a realização da 2ª edição da Mostra de Cinema Árabe Feminino. Apresentando filmes de mais de 10 países Árabes diferentes, que fazem parte da produção cinematográfica contemporânea feita por mulheres árabes nas regiões do Magrebe e do Oriente Médio.OBJETIVOS ESPECÍFICOS* Apresentar aproximadamente 40 obras cinematográficas de mais de 10 países árabes. Com a Programação totalmente gratuita.* Promover debates e mesas redondas que discutam temas atuais que e apresentem similaridades entre os contextos árabe e brasileiro;* convidar uma diretora árabe para participar da programação com 01master class;* organizar sessões comentadas com as diretoras;* Publicar catálogo virtual (com cerca de 250 págs) que irá reunir informações sobre os filmes, além de entrevistas e ensaios de autores nacionais e internacionais que apresentam uma discussão pertinente sobre o cinema realizado por mulheres árabes.

Justificativa

Pretendemos, com esse projeto de mostra, apresentar ao público brasileiro uma seleção de obras cinematográficas dirigidas exclusivamente por mulheres árabes. O contexto histórico e político destes países mostram diversas realidades: desde o Egito e o Líbano, que sempre fomentaram a criação artística, até a Arábia Saudita, onde permanece-se proibido abrir salas de cinema. Focaremos essa contextualização dos povos árabes a partir da situação das mulheres. Como que, nestas sociedades desiguais, mulheres conseguem realizar obras cinematográficas? O que é ser artista, mulher e árabe? Essas questões serão debatidas a partir de filmes contemporâneos realizados exclusivamente por diretoras árabes, nascidas ou não no Magrebe ou no Oriente Médio. Não pretendemos apresentar uma única resposta sobre o que é ser mulher árabe, e sim discutir as várias possibilidades ao fazer um recorte dentro das produções lançadas a partir dos anos 2000. Almejamos abraçar ao menos uma obra cinematográfica de cada país, seja ela curta ou longa-metragem. A maioria dos filmes a serem exibidos não foram lançados comercialmente no Brasil. A primeira cineasta árabe a dirigir um longa-metragem se chama Moufida Tlatli, tunisiana. A partir dela, grandes cineastas ganharam reconhecimento nos maiores festivais internacionais, e expuseram suas realidades para o mundo. O mundo árabe está em foco mundialmente com suas questões e conflitos, e fazer esta mostra no Brasil é essencial para compreender melhor os contextos históricos e sociais destes países. Acreditamos que a mostra tenha caráter cultural e educativo, ao propor este debate e esta contextualização. Tendo em vista os argumento acima descritos, assim como a grande amplitude de atividades contempladas pelo festival, a presente proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Por fim, em relação ao Art. 3° da referida norma, serão alcançadas as seguintes finalidades: realização de festival de arte, contemplado pelo inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; e inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. A Lei de Incentivo à Cultura possibilitou a realização da 1º edição da Mostra de Cinema Árabe Feminino, alcançando mais de 3.000 espectadores, percebemos quão grande é o interesse do público em ter acesso à cultura árabe, desejamos dar continuidade ao projeto com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura.

Estratégia de execução

A Ação de formação de plateia do evento será: I) Sessões fílmicas e debates, destinadas a estudantes e professores da rede pública de ensino superior;II) O público contemplado pela ação terá cerca de 500 participantes, entre alunos e professores do ensino superior público, respeitando o Art. 57 da IN no 01/2017 do MinC;III) A ação será articulada com professores e centros estudantis de diversos departamentos e cursos, garantindo sua participação. O evento será realizado de forma on-lineIV) A ação será gravada e o produto resultante será disponibilizado na íntegra gratuitamente na página da mostra na internet e nas redes sociais doevento;V) O vídeo resultante da sessão comentada com debate será disponibilizado on-line.

Especificação técnica

Publicação de um catálogo com informações sobre os filmes, além de entrevistas e ensaios de autores nacionais e internacionais que apresentam uma discussão pertinente sobre o cinema feito por mulheres árabes. O catálogo contará apenas com edição digital. O catálogo da mostra irá reunir informações sobre todos os filmes exibidos, com sinopses, fichas técnicas e fotos dos filmes, além de informações sobre toda a programação.Haverá uma sessão dedicada a ensaios, entrevistas e textos críticos, inéditos ou republicados mediante autorização dos autores. Os textos são selecionados e organizados em função de sua pertinência para a reflexão sobre os filmes e temas que iram ser discutidos na mostra. - Número de páginas: 250 páginas, aproximadamente (o número de páginas pode variar).? Número de imagens: o número de imagens também varia de acordo com o número de filmes selecionados (uma vez que são incluídas imagens dos filmes, fornecidas pelos distribuidores e produtores dos mesmos).Idiomas: português e inglês (edição bilíngue), nas informações sobre os filmes, mostras, ensaios e entrevistas.

Acessibilidade

Deficientes auditivos podem acompanhar os filmes internacionais através da legendagem eletrônica.Garantimos dentro da programação 6 filmes com legenda descritiva que serão devidamente indicadas no material gráfico de divulgação.Dois debates de filmes que contém legenda descritiva serão comentadas e contarão com tradução em linguagem de libras.A Master class contará com tradução em linguagem de libras.

Democratização do acesso

O público deste evento é amplo e aberto. Não há pré-requisitos para participar da mostra, os filmes, os debates, mesas redondas e master class serão abertos a toda comunidade. Os filmes serão disponibilizados em uma plataforma on-line (cinemaarabefeminino.com), os debates e mesas redondas serão disponibilizados on-line no próprio site da mostra e na plataforma do Youtube, visando alcançar um público bastante ampliado e descentralizado geograficamente. Pelo fato das obras serem de diferentes países, esse alcance será bastante significativo. Toda a programação é inteiramente gratuita.Publicar catálogo virtual com informações (cerca de 250 págs) sobre os filmes, além de entrevistas e ensaios de autores nacionais e internacionais que apresentam uma discussão pertinente sobre o cinema realizado por mulheres árabes.?CONTRAPARTIDAS SOCIAIS* Como ação de contrapartida propomos realizar 7 sessões de filmes, com debates. Iremos realizá-las junto a Universidades públicas federais. Serão contratados palestrantes para comentar as sessões. As ações serão on-line e gratuitas, destinadas a alunos e professores de instituições de ensino, que visão a conscientização para a importância da arte e da cultura. Os filmes selecionados para exibição trarão o cinema realizado por mulheres árabes. Cada sessão contará com no mínimo 120 minutos de duração em cada universidade. Será alcançado um público de 500 pessoas, entre estudantes e professores das redes federais de educação.

Ficha técnica

CURADORIA/ PRODUÇÃO Analu Bambirra é formada em Cinema e Audiovisual pelo Centro Universitário UNA. Durante a faculdade, produziu o documentário “A cidade que vive em mim” (Fernanda Estevam, 2014), exibido no CineBH. Seu projeto de graduação, “Antes da Primavera, metade de mim” (Francisco Barbosa, 2015), teve recursos captados via Lei Rouanet e financiamento coletivo. Analu foi curadora e produtora da 1ª edição da Mostra de Cinema Árabe Feminino, que exibiu mais de 30 filmes no CCBB/RJ em Março/2019. Analu Bambirra é assistente de produção na Anavilhana desde 2014, tendo trabalhado, dentre outros projetos, nos curtas-metragens "Solon" (Clarissa Campolina, 2016), "Os que se vão" (Clarissa Campolina e Luiz Pretti, 2018) e nos longas-metragens "A cidade onde envelheço" (Marilia Rocha, 2016), “Enquanto Estamos Aqui” (Clarissa Campolina e Luiz Pretti, 2019) e “Breve História do Planeta Verde” (Santiago Loza, 2019). COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO/ PRODUÇÃO EXECUTIVA Layla Braz é graduada em Cinema e Audiovisual no Centro Universitário Una (2016). Produtora, programadora e curadora de mostras e festivais de cinema. Trabalha como produtora na Associação Filmes de Quintal desde 2014, onde produz o do forumdoc.bh – Festival do Filme Documentário e Etnográfico Fórum de Antropologia e Cinema. Trabalhou na produção das Mostras de Cinema, “Território Ameríndio” (2015), “Política e Palavra no Filmes Documentário” (2016) e na “Mostra Cinema Português Contemporâneo - Às Margens da Indústria” (2017), que foram realizados em parceria com o Sesc em Minas Gerais. Foi Assistente de Programação e Editorial do Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte (2018 e 2019). Produziu a Mostra de Cinema Árabe Feminino (2019), que trouxe para o CCBB Rio de Janeiro mais de 25 filmes entre curtas e longas-metragens que questionaram as expectativas quanto ao papel da mulher no Oriente Médio. Fez a seleção de filmes para a Mostra Contemporânea Brasileira do forumdoc.bh (2018/ 2019). Foi curadora da Mostra Brasil do Festival Internacional Curtas de Belo Horizonte (2019). É produtora do projeto Olhares Periféricos - Meu Território, meu cartão postal (2021). Produtora do Ciclo de Cinema e Narrativas da Diáspora Negra (2021). Produtora Artística do CURA - Circuito Urbano de Arte (2020). É idealizadora e Diretora Artística da Semana de Cinema Negro de Belo Horizonte (2021). Em seus trabalhos fomenta a construção de um olhar que tenha como urgência trazer para o primeiro plano as narrativas e os corpos historicamente alijados, com atenção especial ao trabalho de pessoas negras. PRODUÇÃO Fernanda Kalil é graduada em Cinema e Audiovisual pelo Centro Universitário Una. Produziu e montou o curta-metragem “Antes da Primavera, metade de mim” (Francisco Barbosa, 2015). Foi diretora e produtora do documentário “Barreiro – 160 anos” (2016), produzido pelo Centro Universitário Una, o filme foi exibido em casas culturais e eventos locais em comemoração do aniversário da região. Fernanda foi estagiária da Produtora Dígito Zero – produtora experimental no Centro Universitário Una. Foi contratada pela empresa por quatro anos, como técnica de laboratório. Foi assistente de produção no filme “Dia de Reis” (Marcos Pimentel, 2018), veiculado pela Globo Minas. Fernanda também foi assistente de produção da “Mostra de Cinema Árabe Feminino”, realizada em 2019 no CCBB/RJ. Atualmente, Fernanda faz parte da equipe do projeto “Minha África Imaginária”, dirigido por Tatiana Carvalho Costa, que participou do Brasil Cinemundi em 2018. PALESTRANTES Tatiana Carvalho Costa é graduada em Comunicação Social - Jornalismo - pela UFMG (1997), especialista em Jornalismo e Práticas Contemporâneas pelo UniBH (2000) e mestre em Comunicação Social, também pela UFMG (2005). Já participou de mesas e debates no Forumdoc.bh, Cineclube Aranha, LUMIAR, História Permanente do Cinema, SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual, dentre outros eventos. Foi coordenadora de produção de material audiovisual no Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT da UFMG (2010 a 2012). Fez a coordenação de produção, direção e roteiro para a série "Gênero e Diversidade na Escola" (2012), e a direção de curtas metragens não ficcionais: "TrasnHomemTrans" (2012), "Muito Prazer: Travestis e Transexuais de Juiz de Fora" (2011), Memorial Travestis e Transexuais de BH" (2010). Carol Almeida é doutora no programa de pós-graduação em Comunicação na UFPE, com pesquisa centrada no cinema contemporâneo brasileiro e as relações que este cinema estabelece com a psicogeografia das cidades que se filma. Desde 2017, faz parte da equipe curatorial do Festival Olhar de Cinema/Curitiba, assim como já participou da curadoria do Recifest e da Mostra Sesc de Cinema. Dá oficinas sobre crítica de cinema, curadoria e representação de mulheres no cinema. Integrou júris de festivais como Tiradentes, Mostra de São Paulo, FestCurtas BH, Janela de Cinema e Animage. No âmbito acadêmico, apresentou trabalhos em congressos e encontros nacionais como a Socine (2017/2018/2019), a Compós (2018), bem como encontros internacionais como o Simpósio Aby Warburg (Buenos Aires/2019) e a LASA (Guadalajara/2020), tendo neste último apresentado um trabalho sobre curadoria de imagens. Trabalha também como uma das editoras da Revista Plaf, dedicada a pensar criticamente histórias em quadrinhos, e é colaboradora do Suplemento Pernambuco, revista literária da qual também já foi editora. Escreve sobre cinema no blog foradequadro.com Daniele Abilas é antropóloga e pesquisadora afiliada ao NEOM - Núcleo de Estudos do Oriente Médio, da Universidade Federal Fluminense (UFF). Desenvolveu pesquisas etnográficas junto a refugiados palestinos no Brasil e no Líbano, e com organizações de base na Palestina e Israel, engajadas com a transformação do conflito político e a promoção de culturas de paz.Ana França é formada em Comunicação Social pela UFMG e atualmente cursa Especialização em Literatura Brasileira pela UERJ. Trabalhou por mais de dois anos na Anavilhana Filmes, uma proeminente produtora independente de Minas Gerais. Em 2019, atuou como segunda assistente de direção no longa de ficção “Canção ao Longe”, dirigido por Clarissa Campolina; foi curadora da mostra “Cinema Árabe Feminino”, realizada pelo Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro; dirigiu, em parceria com Isadora Fachardo e Gabriela Albuquerque, o curta documental “Obreiras”, exibido em festivais de cinema como Tiradentes, CineBH (Belo Horizonte) e GIRA (Berlim). Faz trabalhos de tradução de filmes, textos e roteiros das línguas Espanhol, Francês e Inglês. Dedica-se agora à tradução do livro “Reenchanting the world: the politics of the commons”, da autora feminista Silvia Federici, em colaboração com o Coletivo Sycorax. GESTÃO FINANCEIRA Diana Genrim é advogada graduada pela Universidade Federal de Ouro Preto – UFOP – em 2003 (OAB/MG 124.322); Gestão Cultural pelo Centro Universitário UNA de Belo Horizonte. Sócia-fundadora da Diversidade Consultoria e da Piancó & Gebrim Assessoria Jurídica, desde 2006 atua como consultora jurídica e gestora de projetos na área de Leis e Mecanismos de Incentivo e Fomento à Cultura, Convênios (inclusive através do SICONV), Direitos Culturais, Autorais, da Moda, Entretenimento e do Terceiro Setor, tendo atuado em diversos longas-metragens, curtas-metragens, gravações de CDs, livros, festivais de música, de cinema e de artes integradas; trabalha com comunidades tradicionais (indígenas, quilombolas, congados, comunidades de matriz africana), participou de registros e pesquisas na área de patrimônio imaterial e conhecimentos tradicionais, dentre outras assessorias para projetos na área das artes, da cultura e do entretenimento.

Providência

Prestação de Contas Aprovada de acordo com o RELATÓRIO EXECUTIVO DE AVALIAÇÃO DE RESULTADOS Nº 198/2024/CATE/SGPTC/SE/MINC (SEI nº1720597).