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PRONAC 210128Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Coreiros - por entre Rios e Ruas

Vilalobos Empreendimentos Sociais SS Ltda ME
Solicitado
R$ 598,9 mil
Aprovado
R$ 598,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2021-03-01
Término
2024-10-31
Locais de realização (2)
Brasília Distrito FederalSão Luís Maranhão

Resumo

Produção de filme documentário de média-metragem, com duração aproximada de 60 minutos, finalizado em 4k, sobre a história dos ritmos tradicionais maranhenses, contendo imagens de arquivo, depoimentos e show com execução de músicas que representam as histórias e culturas relatadas.

Sinopse

O Doc+show será um média-metragem, com duração aproximada de 60 minutos, visando a veiculação com primeira janela em TV ou streaming, para, posteriormente, distribuição em plataforma de vídeo gratuita. O documentário contará com depoimentos e entrevistas com mestres e pesquisadores da música tradicional maranhense, intercaladas com imagens dos shows gravados. Capitulo 1 - Cruzando os Rios Os rios carregam histórias, contidas nas palavras cantadas por quem viveu estiagens e inundações, cruzando as águas e o tempo. A natureza é parte do imaginário das lendas maranhenses, e no curso do rio são transportadas por milhares de quilómetros até desaguar no mar. Paisagens deslumbrantes como os Lençóis Maranhenses e as Baixadas Maranhenses são imagens constantes para quem mora no interior. Em seu primeiro capítulo, Coreiros apresenta as riquezas naturais presente nos tambores, bois, reisados e danças do Maranhão. Capitulo 2 - Navegando as Ruas As ruas são museus da memória do hoje, do ontem e do amanhã. No Carnaval e no São João se tornam rios de brincantes, tambores, matracas, pandeiros, cores, fantasias, fitas e foliões. Nos padrões dos azulejos e na elegância dos casarões de São Luís, à simplicidade das casas de taipa do interior, lendas, ritos religiosos e contos fazem parte das moradas e moradores dos centros urbanos. Em seu segundo capítulo, Coreiros apresenta o movimento urbano intrínseco ao Tambor de Crioula, Tambor de Mina, Tambor de Tamboca, Bumba-meu-boi, Cacuriá, Bambaê de Caixa, Lelê e outras manifestações populares. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Livre

Objetivos

Objetivo Geral O projeto Coreiros visa reconhecer a importância e prestar uma homenagem ao trabalho dos mestres tradicionais, em uma linguagem moderna. Conhecer nossas raízes culturais e descobrir o novo a partir delas é evoluir e entender o dinamismo dos processos sociais. Sem cultura não há memória, e num contexto onde ficamos cada vez mais imersos em tecnologias e buscando novidades, é cada vez mais vital conhecermos nossa cultura e nossas raízes, a fim de preservar a nossa memória como povo brasileiro. Com isso, pretendemos alcançar as seguintes metas: - Valorização e preservação de um patrimônio cultural brasileiro; - Contribuir para acesso e democratização da cultura brasileira, uma vez que todos os produtos serão disponibilizados gratuitamente; - geração de renda para profissionais de áreas fora do eixo de maior concentração de renda na cultura, abarcando aqui regiões do Distrito Federal e Maranhão. Objetivos Específicos - produção de 01 documentário musical de média-metragem (material audiovisual contendo o documentário e imagens do show Coreiros, para exibição em mostras e festivais de cinema, licenciamento em canais de TV, Streaming e internet). - gravação de 05 video aulas com conteúdo sobre a função de pesquisador iconográfico no audiovisual

Justificativa

O Maranhão possui uma das maiores diversidades de ecossistemas do país, quiçá do mundo, e sua cultura está intimamente ligada à formação da cultura brasileira. Com mais de 300 anos de tradição, sua música é parte essencial da construção da nossa identidade, e por isso sua preservação é fundamental. Muitas são as influências que deixaram um legado singular: sua percussão. São vários os ritmos provenientes, dentre eles Tambor De Crioula, Tambor De Taboca, Tambor De Mina, Bumba-Meu-Boi. Coreiros _ Por entre rios e ruas é um documentário musical em dois capítulos, um com um repertório e histórias inspirados nas no povo ribeirinho e outro nos os ritmos folclóricos das festas populares das cidades. Essa junção de natural e urbano estará refletida também na concepção do projeto, unindo a tradição com a inovação, linguagens musicais e cênicas à tecnologia. Na parte musical, Coreiros une batidas eletrônicas e sintetizadores aos tambores tradicionais da cultura maranhense, contracenando com nuances modernas em meio ancestralidade das músicas, todas repletas de cores, tambores e magia. E na parte audiovisual, aliamos a tradição com a difusão dos ritmos e culturas em vídeos para plataformas online, sendo mais uma forma de chamar a atenção de novos públicos dentro e fora do país e de colaborar em lutas de manutenção de identidades. Ao conceber este documentário, pretendemos apresentar ao público os ritmos tradicionais da música maranhense, pois uma boa parte da população de fora do Maranhão nunca teve contato com essa cultura. Assim, o projeto Coreiros se torna uma importante ligação do público com o movimento, e uma ferramenta de preservação de patrimônio imaterial. Com isso, iremos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A proposta atingirá os objetivos de: II - fomento à produção cultural e artística, mediante a produção de um documentário III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante proteção das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita de produto cultural e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Estratégia de execução

REPRESENTATIVIDADE e INCLUSÃO Coreiros é um projeto idealizado por Carlos Pial, músico e pesquisador negro e nordestino, que desde cedo vivenciou diversos aspectos da cultura popular e traçou sua caminhada em uma carreira que sempre levou em conta essa identidade. Em toda a equipe do projeto, seja artística, executiva e técnica, temos a presença de profissionais negros e mulheres, garantindo assim a equidade de gênero e raça. ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO Para a comunicação e divulgação do Coreiros utilizaremos apenas meios e ferramentas digitais, tanto por serem as que tem maior alcance de público, quanto por não necessitarem de nenhum material físico, reduzindo a produção de lixo e o impacto ambiental. Desde o início criaremos redes sociais e faremos a manutenção constante. Para isso contaremos com assessoria especializada, com estratégias direcionadas e posts patrocinados constantes redes. Como o projeto será realizado em plataformas online, esse será o foco de nossa comunicação, com investiremos nas próprias redes do projeto e de parceiros e em materiais promocionais como teasers e vídeos de pós-lançamento, gerando alto engajamento com o público-alvo. Além da divulgação em redes sociais, contaremos com assessoria de imprensa realizada por profissional com experiência em divulgação de projetos musicais, a fim de proporcionar ao projeto uma clipagem significativa e alta valoração de mídia, além de buscar parcerias para anúncios em grandes veículos de mídia. CONTRAPARTIDA SOCIAL Como contrapartida social, gravaremos 05 video aulas, com duração média de 1h cada, abordando o trabalho com pesquisa iconografcia para audiovisual e sua importância na preservação da cultura brasileira. Essas video aulas serão divulgadas no YouTube do projeto e dos artistas participantes, a fim de maximizar o alcance de público. EQUIPESEquipe BSB 03 músicos03 dançarinos01 técnico de som banda01 roadie banda01 iluminadora01 VJ01 produtora de viagem01 produtora executiva01 produtor audiovisual01 diretor/entrevistador documentário Equipe MA 01 produtor artístico01 técnico de som direto documentário01 diretor de fotografia/operador de câmera documentário01 assistente de direção documentário02 técnicos som show04 câmeras show02 roadies show01 cenografia show05 músicos convidados show

Especificação técnica

Doc+Show Formato: média-metragem Duração: 60 minutos (aproximada)Gênero: documentário musicalLinguagem: Imagens de arquivo, entrevistas, showTemas: Música, Cultura, Patrimônio ImaterialÁudio: 5.1 e estéreoImagem: 4KCor: colorido e preto e branco

Acessibilidade

Como medida de acessibilidade, prevemos a inserção de legendas para surdos e ensurdecidos (LSE), audiodescrição e janela de LIBRAS, aplicadas no produto final do projeto, que é o Doc+Show. Além disso, todos os materiais de divulgação serão postadas nas redes com a hasgtag #PraCegoVer, seguindo os parâmetros da campanha que consiste em despertar a atenção dos usuários de redes sociais para que coloquem uma descrição detalhada de suas publicações, para que essas informações possam ser reproduzidas em aplicativos de audiodescrição destinado aos eficientes visuais.

Democratização do acesso

O projeto Coreiros – Por entre rios e ruas tem uma grande premissa de democratização do acesso à cultura, principalmente por se tratar de um projeto cujo principal objetivo é a preservação e difusão de uma cultura tradicional que está cada vez mais distante da grande população. O produto gerado será de acesso gratuito para o público, seja na veiculação em internet, TVs e/ou Streaming. - O documentário será distribuido primeiramente em festivais e mostras de cinema, para, posteriormente, ser disponibilizado em canal de YouTube do projeto e para tentarmos licenciamento em canais de TV e/ou streamings - As video aulas de contrapartida serão disponibilizadas gratuitamente em plataforma digital de vídeo, em link exclusivo para os inscritos, com expectativa de 200 inscritos por aula. - o show que será gravado para compôr o documentário também será disponibilizado, na íntegra, no Youtube do projeto. - permitiremos a captação de imagens das gravações do show que irá compôr o documentário e autorizaremos sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias - garantiremos que 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais (contrapartidas) seja constituído de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.

Ficha técnica

Direção de produção: Villa-Lobos Produções (proponente) Produção Executiva: Carolina Villalobos Produtora cultural, especializada em produção executiva e elaboração de projetos, finalista do Prêmio Profissionais da Música 2018 nas categorias Produtor Executivo e Produtor de Eventos e em 2020 como Produtora Executiva. Graduada em audiovisual pela UnB, atuou como produtora em documentários, como o longa O Prólogo, e em festivais de cinema, como o como o FICI – Festival Internacional de Cinema Infantil, BIFF – Brasília International Film Festival e FAM – Florianópolis Audiovisual Mercosul. É sócia da Villa-Lobos Produções e atua na direção de produção e produção executiva de todos os projetos da empresa, além de realizar a produção local em Brasília de diversos projetos de empresas parceiras. Já foram mais de 20 mostras de cinema e 40 projetos de música, além de exposições e peças teatrais. Direção Musical e Curadoria: Carlos Pial Carlos Pial é um percussionista maranhense radicado em Brasília, reconhecido no país e no exterior. Dividiu palco com grandes artistas, dentre eles Terry Winter, Oven Gray, Naná Vasconcelos, Jair Rodrigues, Alcione, além de abrir shows de Zé Ramalho e Jorge Ben Jor. Apresentou-se em diversos lugares do Brasil, como Maranhão, Rondônia, Ceará, Goiás, além de shows na Suíça, Alemanha e Inglaterra. Em mais de vinte anos de estrada, teve seu trabalho reconhecido durante evento da Universidade Federal do Maranhão, o Prêmio Universidade FM, como melhor percussionista por sete vezes. Em 2016 lançou seu mais recente trabalho, “Alquimia dos Sons”, com 15 músicas autorais com ritmos genuinamente brasileiros, sons africanos, além de pitadas de jazz, blues entre outros gêneros. Entre 2017 e 2019 se dedicou aos shows de divulgação, circulando por São Paulo, Rio de Janeiro, Petrópolis, São Luís, Porto Velho, Alto Paraíso, Pirenópolis, além de diversos shows em Brasília. Direção artística e músicos principais: Thiago Delimacruz, Mariano Toniatti, Carlos Pial Thiago Delimacruz é percussionista, pesquisador musical e iluminador cênico. Iniciou na percussão popular ainda criança, tendo estudado, além da percussão, violoncelo, flauta doce, teclado e trombone, a grande maioria na Escola de Música de Brasília. Pesquisador, participou do Maracatu Camaleão, de Mestre Marcio em Olinda por 30 dias, tocando no cortejo de Carnaval em 2015; busca por várias vertentes da percussão, tendo participado de oficinas e workshops sobre ritmos e instrumentos brasileiros, africanos e árabes. É fundador e mestre de bateria do Bloco das Divinas Tetas. Já dividiu palco com artistas como Geraldo Azevedo, Lenine, Clarice Falcão, Falamansa, além de já ter tocado e gravado com diversas bandas e orquestras de Brasília. Mariano Toniatti é percussionista, compositor, professor de percussão e arranjador brasiliense. Iniciou seus estudos percussão aos 17, entre aulas com Carlos Pial e Edson Quesada, cursos de verão na Escola de Música de Brasília e diversas oficinas como de Marcos Suzano, Hermeto Pascoal, entre outros, sem contar com o convívio ao longo dos anos com mestres como Mestre Zé do Pife. Tocando profissionalmente desde 2008, já se apresentou nos principais palcos de Brasília, tendo também se apresentado nos estados de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Pernambuco e Paraíba. Passou por diversos grupos e bandas, e atualmente é integrante de grupos como Duo Alvenaria, Letícia Fialho e a Orquestra da Rua, Ska Niemeyer, Bloco das Divinas Tetas, Vitor Adonai Sexteto, Fanfarra Silivestre. Sem contar com participações em diversas manifestações de Samba, Choro, Côco, Forró. Produção Audiovisual: Gabriel Catta Preta Produtor de conteúdo e gestor de projetos, em seus 16 anos de carreira sempre atuou na formatação de conteúdos para diversos meios e mídias. Trabalhou na produção de identidades para programas de televisão e na produção de conteúdo para televisão, redes sociais, aplicativos e outros meios. Tem ampla experiência no desenvolvimento de projetos de produção e conteúdo para diversas instituições, entre elas TV BRASIL- Canal integración, SECOM, TV Brasil e OABRJ TV, ICMPD, Warner músic. Músicos convidados: Mestre Zé Olhinho, Mestre Raimundinho, Mestra Rosa Reis, Mestre Ribinha do Maracanã, Carla Coreira Mestra Rosa Reis: Com 25 anos de trabalho para a música do Maranhão, com uma trajetória de shows, gravação de cd’s, produção de eventos culturais e de projetos com jovens, contribuindo para a divulgação e fortalecimento da música maranhense. Seu trabalho reforça a importância da cultura negra através do canto, das composições, figurino, e ritmos da cultura afro-brasileira como o tambor de crioula, bumba boi, côco e outros. Atualmente é Coordenadora do Grupo Laborarte, que desenvolve ações permanentes com a cultura popular do Maranhão, – espetáculo de Casimiro Côco, danças populares, capoeira, oficinas de caixeiras, de danças populares – cacuriá e tambor. Participa dos grupos de dança popular - Cacuriá de Dona Teté e Tambor de Crioula do Laborarte. Participa como caixeira de festas do divino espírito santo realizada em várias casas de São Luís, sendo caixeira da Casa Das Minas, e está sempre produzindo espetáculos, eventos e outras ações voltadas para as manifestações tradicionais. Carla Coreira: integrante de uma das casas mais antigas de Tambor de Crioula do Maranhão, o tambor União de São Benedito, de Mestre Felipe de Sibá (in memoriam). Foi dançando nas rodas em São Luís que Carla ganhou notoriedade, sendo aclamada por nomes como Gilberto Gil e Ariano Suassuna. Carla Coreira também realiza a oficina“Mulheres que dão no couro”, com o objetivo de repassar a outras mulheres o toque e a dança do Tambor de Crioula. Além de suas atividades como brincante, incentivadora e produtora da cultura popular no Maranhão, Carla também tem viajado por todo o Brasil, promovendo oficinas, rodas e vivências de Tambor de Crioula em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Curitiba, Brasília, Pará e outros. Mestre Zé Olhinho: nasceu em São Vicente Ferrer, interior do Maranhão. Começou sua trajetória artística no Boi de Pindaré, sotaque da Baixada, junto com o Mestre Couchinho, e passou vários anos da sua vida artística neste grupo, que na época era o Boi do momento na região da Baixada. Com o passar do tempo foi para são Luís, para o bairro de Fátima, um bairro bem Cultural, e idealizou um dos melhores grupos folclóricos do Maranhão, o Boi de Santa fé, um dos mais requisitados da temporada junina do Maranhão. Mestre Raimundinho: nasceu em São João Batista - MA e desde os 16 anos de idade está envolvido com cultura popular, do Bumba Meu Boi ao Tambor de Crioula. Desde 2005, sob sua administração, o Tambor de Crioula "Cravos e Rosas de São Benedito" - União da Baixada. Começou em São João Batista, e demais povoados da região, onde batia um tambor, lá estava ele na roda dos mais velhos, até lhe darem uma oportunidade e daí em diante foi pegando o gosto e não parou mais, hoje é apaixonado pelo Bumba Meu Boi e Tambor de Crioula. Mestre Ribinha de Maracanã: atual cantador do Boi de Maracanã. Filho do saudoso "guriatã", o Mestre Humberto de Maracanã, um mestre de cultura com reconhecimento a nível nacional e internacional, Ribinha canta e compõe músicas e toadas desde criança, quando cantava em um boi mirim em uma escola no bairro de maracanã, zona rural de São Luís. Ainda criança criou seu próprio boi mirim, que se tornou um grande sucesso, o tornando conhecido na região, o que fez com que ingressasse como cantador auxiliar do boi de maracanã com 13 anos, ajudando seu pai. Com o tempo assumiu o comando do boi, como cantador e como diretor, junto a outros fundadores. Ao longo de sua carreira gravou diversos CDs, com toadas de autoria própria e também de outros cantadores. Realiza até hoje shows independentes e oficinas em paralelo aos trabalhos do Boi, tanto dentro como fora da temporada junina.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.