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PRONAC 210138Apresentou prestação de contasMecenato

A árvore - circulação

FONTES REALIZACOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 998,2 mil
Aprovado
R$ 1,07 mi
Captado
R$ 1,01 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (5)
CNPJ/CPFNomeDataValor
10264663000177BBN Banco Brasileiro de Negócios1900-01-01R$ 396,0 mil
04654734000145S2IT SOLUTIONS CONSULTORIA LTDA1900-01-01R$ 349,0 mil
00271032000121COMPASSO INFORMATICA S/A1900-01-01R$ 128,4 mil
06066832000197NET+PHONE TELECOMUNICACOES LTDA1900-01-01R$ 79,0 mil
37111377000128INVILLIA HOLDING SA1900-01-01R$ 60,0 mil

Eficiência de captação

94.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-03-04
Término

Resumo

O projeto prevê a adequação para formato presencial, ensaios e realização de temporadas do espetáculo teatral A Árvore nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo . O espetáculo foi montado em formato on line em 2021 e será adequado para o formato presencial possibilitando a retomada do projeto para realização de apresentações presenciais. Como CONTRAPARTIDA SOCIAL estão programadas Oficinas de Introdução à Linguagem Teatral.

Sinopse

Há alguns meses, M. vem enfrentando um estranho e inexplicável processo de metamorfose ao ver seu corpo transformar-se em uma estrutura vegetal. Prestes a completar a transmutação, ela se despede de suas feições mundanas com uma conferência que reflete sobre os aspectos extraordinários da experiência vivida por um corpo humano.

Objetivos

OBJETIVO GERAL1. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS – realizar adequação e ensaios do espetáculo A Árvore para realização de temporada na cidade de São Paulo e circulação pelo Nordeste com apresentações nas cidades de São Luís (MA), Salvador (BA), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB) e Recife (PE).2. CONTRAPARTIDA SOCIAL - realizar ação educativa através de Oficina de Introdução à linguagem teatral. OBJETIVO ESPECÍFICO1. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASAdequação e ensaios do espetáculo A Árvore, para realização de temporada paulista e circulação no Nordeste pelas cidades São Luís, Salvador, Fortaleza, João Pessoa e Recife, atingindo um público total de 10700 pessoas em um total de 26 apresentações, sendo: São Paulo - 14 apresentações – 300 pessoas por apresentação – total de 4200 espectadores São Luís – 3 apresentações – 660 pessoas por apresentação – total 1320 espectadores Salvador – 3 apresentações – 500 pessoas por apresentação – total 1500 espectadores Fortaleza – 2 apresentações – 440 pessoas por apresentação – total 880 espectadores João Pessoa – 2 apresentações – 650 pessoas por apresentação – total 1300 espectadores Recife – 2 apresentações – 750 pessoas por apresentação – total 1500 espectadores 2. CONTRAPARTIDA SOCIAL - realização de 2 Oficinas de Introdução à linguagem teatral, atingindo um público de 1100 pessoas, sendo: São Paulo - 1 oficina para 400 pessoas;São Luís do Maranhão - oficina para 700 pessoas.

Justificativa

Há alguns meses, M. vem enfrentando um estranho e inexplicável processo de metamorfose ao ver seu corpo transformar-se em uma estrutura vegetal. Prestes a completar a transmutação, ela se despede de suas feições mundanas com uma conferência que reflete sobre os aspectos extraordinários da experiência vivida por um corpo humano. Pois bem, durante muito tempo pensou-se que esses coletivos (enxames, bandos, rebanhos etc.) eram formados apenas por animais. No entanto, em um nível mais abstrato, qualquer conjunto de agentes individuais que decidem de maneira independente, que não possuem uma organização centralizada, que usam regras simples para se comunicar e agem coletivamente se assemelha a esse tipo de comunidade. E esse também é o caso das plantas, cuja estrutura modular pode ser equiparada a uma colônia de insetos. O texto é de um dos nomes mais aclamados da nova dramaturgia brasileira, a premiada Silvia Gomez. Com obra traduzida para nove idiomas, Silvia busca a atmosfera poética dessa relação tão peculiar. A atriz protagonista do espetáculo será Alessandra Negrini, uma das idealizadoras da proposta. Negrini possui 30 anos de carreira em teatro, que começou em São Paulo na escola EAD e com o Antunes Filho. A direção geral é de Ester Laccava que conecta a plateia de forma sinestésica e petica com este universo feminino e universo biológico das plantas. Através da lei de incentivo à cultura será possível realizar a adequação, ensaios e circulação deste espetáculo com recursos públicos de forma a contribuir para a valorização da cultura nacional. De acordo com o artigo Art. 1° da Lei 8313/91 o projeto se enquadra nos seguintes itens: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O Projeto tem por finalidade dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Sobre os debates que ocorrem após 2 apresentações (medida de democratização de acesso) O proponente entende o teatro como ferramenta de transformação, conscientização e mobilização social. Como o lugar, ou atividade, que propicia um distanciamento das problemáticas viabilizando um olhar reflexivo sobre as práticas comportamentais e culturais das sociedades. Para isso, esse projeto prevê, como medida de democratização de acesso, além das apresentações, a realização de 2 debates, de até 60 minutos, ao seu término das apresentações para sejam trocadas impressões entre os interlocutores. Essa é uma prática que o proponente tem realizado nos últimos anos e os resultados tem se mostrado bastante satisfatórios, onde podemos identificar que existe uma real aproximação do público com a obra teatral.

Especificação técnica

PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - Apresentação de espetáculo teatral com duração de aproximadamente 1h45; - Palestra/debate após apresentações com duração de 1h. PÚBLICO ALVO: jovens, adultos e idosos de todas as idades e classes sociais, com ou sem experiência como expectador de artes cênicas. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL - 2 Oficinas - duração de 2 horas (cada oficina) PÚBLICO ALVO: professores e alunos da rede pública de ensino

Acessibilidade

PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: Como forma de promover o acesso ao espetáculo para pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes as apresentações serão realizadas em locais que tenham acessibilidade para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida com rampas de acesso, corrimão nas escadas, banheiros adaptados para PNE e espaços reservados para cadeirantes e acompanhantes; Acessibilidade para deficientes visuais: Como forma de promover o acesso ao espetáculo para pessoas com deficiência visual serão realizadas apresentações com audio descrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: Como forma de promover o acesso ao espetáculo para pessoas com deficiência auditiva serão realizadas apresentações com a contratação de profissional de tradução em libras. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Como forma de promover o acesso para pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes a realização das Oficinas será em locais que tenham acessibilidade para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, rampas de acesso, corrimão nas escadas, banheiros adaptados para PNE e espaços reservados para cadeirantes e acompanhantes; Acessibilidade para deficientes visuais: Como forma de promover o acesso será oferecido áudio descrição para que pessoas com deficiência visual possam acompanhar as Oficinas; Acessibilidade para deficientes auditivos: Como forma de promover o acesso será oferecido tradução em libras para que pessoas com deficiência auditiva possam acompanhar as Oficinas.

Democratização do acesso

Seguem as medidas do artigo 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania que serão adotadas nos produtos do projeto: PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Medida V (realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas) do art. 21 da IN nº 05/2017 do MinC – realizando atividade de palestra/debate ao término de 5 apresentações. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL Medida V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22.

Ficha técnica

Silvia Gomez / dramaturgia Alessandra Negrini / atriz Ester Laccava / direção artística Elzemann Neves/ assistente de direção Camila Schimith / Cenário Mirella Brandi / iluminação Ana Paula Lopez / preparadora corporal André Prado / diretor técnico Luana Gorayeb / executiva administrativa Gabriel Paiva / diretor de produção O sócio da empresa proponente Gabriel Fontes Paiva, além da idealizador do projeto, irá exercer a função de direção de produção sendo responsável pela gestão de todos os processos decisórios do projeto. CURRÍCULOS SILVIA GOMEZ /DRAMATURGIA Formada em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais, Silvia Gomez também estudou teatro em Belo Horizonte, onde nasceu, em 1977. Morando em São Paulo desde 2001, sempre atuou como jornalista e dramaturga. De 2003 a 2011, integrou o Círculo de Dramaturgia do Centro de Pesquisas Teatrais (CPT-SESC), grupo dirigido por Antunes Filho, onde escreveu e viu encenada a peça "O céu cinco minutos antes da tempestade", publicada no livro "Círculo de Dramaturgia", em 2006, pela Editora Sesc. Traduzido para o espanhol, o texto também figurou no livro "Teatro Contemporáneo Brasileño", lançado em 2014 pelo Ministério das Relações Exteriores, e depois teve versões para o francês, sueco, alemão, inglês, italiano e mandarim. Escreveu e encenou ainda "O amor e outros estranhos rumores", "Abra a Janela antes de começar" e "Mantenha fora do alcance do bebê", esta vencedora dos prêmios de melhor dramaturgia APCA 2015 e Aplauso Brasil 2015, além de indicada ao Prêmio Shell, no mesmo ano. Em 2015, integrou o projeto Curioso, residência de dramaturgia e intercâmbio cultural Brasil-Escócia organizada pelo Playwrights' Studio em parceria com o British Council. Em 2017, ministrou aulas de dramaturgia no CPT e entrou em cartaz com a peça "Marte, você está aí?", em São Paulo. ALESSANDRA NEGRINI / ATRIZ A estreia de Alessandra Negrini na TV se deu 1993 na telenovela Olho no Olho, de Antônio Calmon, e no ano seguinte, participou do elenco de Cara e Coroa, do mesmo autor, ambas como coadjuvante. Em 1995, fez sucesso ao protagonizar a minissérie Engraçadinha: Seus Amores e Seus Pecados, baseada na obra de Nélson Rodrigues. Em 1997, interpretou uma vilã pela primeira vez, no remake de Anjo Mau, adaptação de Maria Adelaide Amaral. Depois, em 1998, protagonizou a novela Meu Bem Querer, de Ricardo Linhares. Em 2000, deu vida a Isabel Olinto, da elogiada minissérie A Muralha, uma homenagem aos 500 anos do Brasil. Em 2002, foi elogiada pela interpretação da vilã Selma, da novela Desejos de Mulher, de Euclydes Marinho. Em 2003, participou da série infantil Sítio do Picapau Amarelo, interpretando Rapunzel. Em 2004, fez uma participação na novela Celebridade, de Gilberto Braga. Em 2006, participou, como a socialite carioca Yedda Schidmt, da minissérie JK, que conta a trajetória de Juscelino Kubitschek. Além da televisão, Alessandra, também possui uma carreira sólida tanto no teatro quanto no cinema, já havendo feito nove filmes, como O Que É Isso, Companheiro?, Sexo, Amor e Traição e Os Desafinados. No teatro participou, entre outras, das peças Os Credores e A Gaivota, na qual viajou para a Europa, Canadá e Japão, além de No Verão (1996) com direção de Aderbal Freire Filho, O Avarento (1999), com direção de Amir Haddad, O Beijo no Asfalto (2001) de Nelson Rodrigues e direção de Marcus Alvisi, A Senhora de Dubuque (2011) de Edward Albee e direção de Leonardo Medeiros. Em 2007, foi protagonista da novela Paraíso Tropical, de Gilberto Braga. Na trama, a atriz interpretou as irmãs gêmeas Paula e Taís, havendo obtido muito sucesso. No mesmo ano, estreou o longa Cleópatra, de Julio Bressane, pelo qual ganhou o prêmio de melhor atriz do Festival de Brasília. Em 2008, atuou em mais dois filmes: A Erva do Rato, de Júlio Bressane e No Retrovisor de Mauro Mendonça Filho. Retornou às novelas na segunda fase de Lado a Lado, interpretando a cantora de ópera Catarina Ribeiro, uma das vilãs da trama. Em 2014, interpretou Susana, em Boogie Oogie. Em 2018, Alessandra retornou à televisão interpretando a vilã cômica Susana na novela Orgulho e Paixão. O personagem trabalha para Julieta (Gabriela Duarte), uma mulher que enriqueceu com o café, e fará de tudo para se tornar tão poderosa quanto ela. ESTER LACCAVA / DIREÇÃO ARTÍSTICA Com 38 anos de carreira, é atriz e diretora. Com “GAROTAS DA QUADRA” de Rebecca Prichard, espetáculo viabilizado pelo VIII Cultura Inglesa Festival, adaptação e direção de Mário Bortolotto, recebeu duas indicações ao prêmio Shell 2004 de melhor atriz e melhor tradução. Como produtora e atriz em “A festa de Abigaiu” foi vencedora do 11° Cultura Inglesa Festival, ganhando também o prêmio de melhor produção. Também foi indicada pela Revista VEJA SP como melhor peça de teatro em 2007. Como protagonista do espetáculo recebeu indicação ao Prêmio Shell 2008 na categoria de melhor atriz. Concebeu “A Árvore Seca”, de Alexandre Sansão, aventurando-se também na Trilha Sonora do espetáculo. Monólogo baseado na literatura de Cordel, rendeu-lhe a 4ª indicação ao Prêmio Shell de melhor atriz de 2011. Em 2019 é indicada ao prêmio APCA de melhor atriz em OSSADA, direção, atuação e dramaturgia também de Ester. ELZEMANN NEVES/ ASSISTENTE DE DIREÇÃO Roteirista e dramaturgo, mestre em Direito do Estado, professor de roteiro e dramaturgia do Centro Universitário Belas Artes e da Academia Internacional de Cinema – AIC, em 2020 integrou a comissão de seleção de projetos do BrLab, maior laboratório de roteiro e projetos da América Latina e Península Ibérica. Recebeu os prêmios de melhor roteiro no Festival de Paulínia (2010) e no Brazilian Film Festival de Miami (2010) pelo filme Depois do Almoço, além de ter sido exibido no Festival de Berlim – Berlinale (2010). O curta Lia e o Anjo foi selecionado pelo Festival da Cultura Inglesa (2013), e o documentário Anhangabaú da Feliz-Cidade, sobre o Teatro Oficina, integrou a Quadrienal de Arquitetura Cênica de Praga, em que o Brasil venceu a Triga de Ouro. Na Alemanha concluiu residência artística pela ZK/U Zentrum für Kunst und Urbanistik, cuja videoinstalação People Like You Appear To be Multiplying foi exibida na Berlin Art week-2013. No teatro escreveu e dirigiu as peças Josefina Canta, Mão e Pescoço (eleita uma das dez melhores peças do ano pela crítica especializada) e Quando Eu Era Bonita. Em 2019 assinou a dramaturgia (em parceria) da peça Ossada, e desenvolveu bíblia e roteiro da minissérie Sob Influência, para a Marginal Filmes, projeto contemplado com edital de desenvolvimento PRODAV 05 do Ministério da Cultura. CAMILA SCHIMITH / CENÁRIO Formada em Arquitetura e Urbanismo pela UFMG, Arquiteta transdisciplinar sendo a pesquisa em arte e o espaço relacionado à expressão artística o seu maior foco de interesse. Trabalha há 15 anos com projetos de arquitetura, design, artes visuais e performáticas. Tem experiência em projetos de museografia, desenho de exposições, direção de arte e espaços narrativos para teatro, música, moda, publicidade e cinema. Fez parte de equipe de Daniela Thomas durante 10 anos onde coordenou de projetos internacionais e nacionais. Atua há 5 anos como profissional autônoma. No teatro teve projetos de cenografia indicados aos prêmios Shell, APTR, Questão de Crítica e Cesgranrio. Teve projetos premiados na categoria cenografia (em parceria com Daniela Thomas) na 11a edição do APTR e na categoria iluminação (em parceria com Anna Turra e Rogério Velloso) na 14a edição do APTR. ANA PAULA LOPEZ / PREPARADORA CORPORAL Atriz, bailarina e diretora e diretora de movimento. Bacharel pelo Curso de Dança da Universidade Anhembi Morumb. Atriz pela EAD – Escola de Arte Dramática da Escola de Comunicações e Artes - Universidade de São Paulo. Estudou a técnica Klauss Vianna com Jorge Balbyns e Mônica Balmann, na Escola Klauss Vianna. Como diretora de movimento, preparadora de elenco e diretora assistente trabalhou em parceria com os diretores: Gabriel Fontes Paiva (Marte, você está aí? (2017), Golondrina (Tânia Boldezan ganhou o prêmio Shell de melhor atriz de 2019) e Neste Mundo Louco, Nesta Noite Brilhante (2019), Yara de Novaes em Corpos Opacos (2018), Brian ou Brenda (2019), Kenia Dias e Ricardo Garcia em Corpo Acúmulo - Núcleo Experimental do SES (2018), Resposta ao Capataz - formandos da Escola de Arte Dramática da USP (2018), Rita Batata em Tubarão Banguela (2018), Silvana Garcia em Senhora X, Senhorita Y (2018), Cynthia Falabella em Princesa Falalinda sem papas na língua (2019) e Rapte-me Agora (2020), entre outros. Orientou a Oficina Galáxias no estúdiofitacrepeSP, com as artistas Kenia Dias e Cris Lozano em 2020. ANDRÉ PRADO / DIRETOR TÉCNICO Iniciou seus estudo acadêmicos no curso de Comunicação Social pela Universidade São Judas Tadeu. É formado em Eletroeletrônica pela Escola SENAI Jacob Lafer, estudou Iluminação cênica com o diretor Roberto Lima. Tem atuado como iluminador de muitos grupos da cena teatral, música e da dança paulistana. Foi coordenador técnico do Projeto Piloto e da primeira gestão da ocupação artística da antiga Escola Municipal de Bailados de São Paulo, hoje CRDSP (Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo) em uma parceria da Cooperativa Paulista de Dança com a Prefeitura de São Paulo e uma série de mostras e festivais como a “Mostra do Fomento à Dança de 2016”, A 2º edição da Mostra Latino-Americana “Contradança” em 2001 e latino americana, “Dança à Deriva” em 2015.No campo da formação, ainda no CRD foi responsável por implantar e ministrar oficinas de iluminação cênica e tecnologias teatrais voltadas para público específico (artistas residentes do CRD) e público livre com duração de um ano no período em que foi coordenador técnico do espaço. Realizou uma série de oficinas livres ocorridas na cidade em São Paulo por meio de contrapartidas oferecidas em editais públicos diversos e um curso livre na Bolívia, com certificação do consulado brasileiro do país, voltado à artistas locais. LUANA GORAYEB - EXECUTIVA ADMINISTRATIVA Graduada em administração de empresas iniciou sua carreira de produtora no cinema em 1997 como assistente de produção nas filmagens de “Cronicamente Inviável”, de Sérgio Bianchi. Em 2000. Participa de seu primeiro projeto teatral quando integra a equipe de produção do espetáculo “Subúrbia” sob a direção de Francisco Medeiros. De lá pra cá vem se especializando na área atuando em trabalhos com profissionais e companhias como: Maria Thais / Cia Balagan - “A Besta na Lua” e “Tauromaquia”, Johanna Albuquerque - “Collegas” - Cia do Feijão – “Nonada”, Cia Brasileira de Teatro - produções locais em São Paulo - e Grupo 3 de Teatro – com quem trabalha desde 2006 nos 6 espetáculos do repertório do grupo. Desde 2005 também realiza trabalhos musicais junto ao Projeto Memória Brasileira. Gestora e Coordenadora de Projetos Culturais, em sua trajetória se aperfeiçoou trabalhando em diversas funções; atualmente é uma profissional da área cultural, especializada em Teatro, com conhecimento dos processos de produção - desde o planejamento, passando pela execução e prestação de conta – com qualificação em administração financeira. GABRIEL FONTES PAIVA / IDEALIZADOR E DIRETOR DE PRODUÇÃO Dirigiu os espetáculos teatrais “Neste Mundo Louco Nesta Noite Brilhante” de Silvia Gomez; “A Golondrina” de Guillem Clua; “Marte, Você Está Aí?” de Silvia Gomez e “Uma Espécie de Alasca” de Harold Pinter. Concebe e dirige espetáculos musicais como a série Na Mira da Música Brasileira. Atua como curador, pesquisador e editor em projetos culturais de caráter documental, histórico e pedagógico como as mostras "Murilo Rubião - O Reescritor Fantástico" e "Mostra Contemporânea de Arte Mineira" e a publicação "O Continente Negro". Idealizou e realizou mais de 60 projetos culturais de destaque fundamentados em pesquisas e experimentações cênicas e construídos coletivamente com alguns dos principais artistas do teatro e da música da atualidade no Brasil. Possui seu escritório de produção cultural desde 2001, a Fontes Realizações Artísticas. É diretor artístico da companhia teatral que fundou em 2005 juntamente com Yara de Novaes e Débora Falabella, o Grupo 3 de Teatro. Desde 2004, realiza os concertos do Projeto Memória Brasileira, ao lado de Myriam Taubkin. Endereços eletrônicos para conhecer melhor seu trabalho: www.fontes.art.br www.grupo3.art.br www.youtube/namiradamusicabr

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-12-31
Locais de realização (6)
Salvador BahiaFortaleza CearáSão Luís MaranhãoJoão Pessoa ParaíbaRecife PernambucoSão Paulo São Paulo