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Montagem e produção de espetáculo artístico de artes cênicas, que reúne teatro, música e dança. O espetáculo será apresentado nas trilhas dentro de sítio em meio à natureza, serão formados grupos de espectadores que caminharão nas trilhas e se depararão com as apresentações em locais estratégicos do trajeto. O projeto busca integrar a sociedade ao ambiente do sítio, tudo através da arte e de experiências enriquecedoras. Além das apresentações artísticas, estão previstas oficinas de olhar fotográfico.
O projeto se propõe a oferecer cultura e uma experiência lúdica única a todos os participantes em visita ao Sítio Duas Cachoeiras (Jardim Botânico Araribá) (RPPN). Através de composições musicais próprias com temas ligados às 4 estações e aos elementos da natureza, em locais chaves das trilhas interpretativas. Serão realizadas apresentações musicais com dança e teatro executadas por artistas locais e regionais. Os temas abordados nas ações artísticas, letras, roteiros teatrais e dança serão criados especificamente de forma integrada ao percurso nas trilhas, sendo todo o conteúdo artístico de criação própria dos artistas envolvidos. As ações serão integradas à dinâmica que acontecerá durante a caminhada pela trilha, através da música e intervenções teatrais e de dança, espera-se transformar a experiência das crianças, jovens e adultos visitantes em um momento inesquecível. Sabe-se através da experiência atual que o uso de diversas linguagens artísticas (teatro, música e dança) aumentam a amplitide da compreensão e a fruição da vivência do espetáculo.
Objetivos Gerais Os objetivos principais e gerais do projeto apresentado se coadunam com os seguintes incisos do artigo 2º, do decreto 5.761/2006, o presente projeto tem os seguintes objetivos gerais: I - valorizar a cultura nacional, considerando suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; (...) VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental; (...) Ademais, o projeto também possui os seguintes objetivos gerais: Despertar no público o desejo de conhecer manifestações artísticas inovadoras e experimentais; Despertar no público a curiosidade sobre o enredo da história; Conquistar e trabalhar a atenção do público para trabalhos artísticos; Desenvolver a habilidade de expressar ideias com desembaraço e originalidade; Possibilitar a busca de soluções para as dificuldades emocionais; Incentivar o público a refletir, associar e identificar com personagens, refletindo sobre as próprias atitudes, através da arte; Proporcionar uma viagem ao mundo do imaginário alimentando a criatividade e suprindo o desejo de fantasias de maneira a estimular o seu desenvolvimento; Aliviar suas ansiedades e medos; Estimular o gosto pelo teatro fundamentando as diretrizes para formar um apreciador das artes cênicas; Despertar a curiosidade e promover a discussão sobre valores, virtudes e atitudes positivas que podemos praticar para tornar melhor o mundo em que vivemos; Estimular, por meio da arte, a consciência do público para práticas sustentáveis; Conscientizar o público sobre os problemas ambientais que assolam nosso mundo e despertar o interesse sobre atitudes positivas para reverter e modificar essa situação. Objetivos Específicos Realizar a produção do espetáculo artístico de artes cênicas que une teatro, música e dança; Realizar a todo, 32 apresentações do espetáculo _ 4 apresentações por mês, sendo 3 apresentações para escolas e 1 apresentação aberta à comunidade, totalmente de graça; Proporcionar à população mais carente, gratuitamente, uma atividade artística que sensibilize para a apreciação estética de artes cênicas; Realizar 24 apresentações para escolas públicas, conforme agendamento; Realizar 8 apresentações abertas à comunidade; Apoiar a democratização de acesso aos bens culturais priorizando o atendimento de escolas públicas; Formação de público através do contato com uma montagem artística diferente e inovadora, que explora vários sentidos do público; Atender cerca de 2.240 pessoas;
O projeto apresentado busca levar ao público uma experiência artística inovadora, pois será realizada em um local diferente do convencional, com o deslocamento do público pelo sítio e com a realização de forma bastante dinâmica e integrada, sendo o ambiente natural um grande cenário ao ar livre. Serão realizadas apresentações musicais com dança e teatro executadas por artistas locais e regionais. Os temas abordados nas ações artísticas, como letras, roteiros teatrais e dança, serão criados especificamente de forma a utilizar o ambiente de forma orgânica com o espetáculo que falará dos elementos e estações da natureza. Assim, importante e relevante se faz a aprovação do presente projeto, pois o mesmo atende ao previsto pelo artigo 1º, da Lei nº 8.313/1991, que em seus incisos a seguir colacionados, prevê: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; (...) IX - priorizar o produto cultural originário do País. Isso porque o projeto pretende produzir espetáculo que será levado de forma totalmente gratuita ao público e o correrá no Sítio Duas Cachoeiras, que, desde 1985, promove educação e agricultura e é o ambiente ideal para o desenvolvimento do espetáculo. Ademais, como já dito, todo o desenvolvimento artístico do projeto se dará por artistas locais. O projeto proposto não busca somente preservar a forma de criar de artistas do interior do estado de São Paulo e da Serra da Mantiqueira, mas também busca proporcionar uma experiência diferente para o público. O espetáculo oferecerá a oportunidade de o público apreciar uma experiência artística agradável e transformadora, tudo pelo uso da dança, do teatro e da música. Além do aspecto lúdico, o espetáculo se evidencia como objeto de apreciação estética, pois os elementos de figurino e cênicos se fundem ao cenário da própria natureza. Com a realização deste projeto, proporcionaremos que o público carente tenha acesso à diversidade artística, colaborando para a democratização dos valores culturais e artísticos. Como consequência direta estimularemos a formação de público, pois é reconhecendo a diversidade de linguagens que o público constrói o seu olhar crítico sobre a arte e estabelece com ela sua relação. Nesse caminho, é possível observar que a aprovação do projeto apresentado se enquadra no previsto pelo artigo 3º, da Lei 8.313/1991: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; (...) IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Pois, não só possibilidade a produção de espetáculo de artes cênicas de alto valor artístico, como também permite o acesso da população a tal produto cultural, uma vez que as apresentações se realizarão de forma totalmente gratuita. Por fim, com a devida vênia, se destaca que o projeto apresentado possui os requisitos necessários para sua aprovação nos termos do artigo 18, §3º, alínea "a", da Lei 8.313/1991, pois seu produto principal é espetáculo de artes cênicas.
Não se aplica.
OFICINA OLHAR FOTOGRÁFICO Oficina que sairá no ambiente do sítio como objeto e a ação terá duração de 40 a 50 minutos, será oferecida a 15 participantes, onde serão oferecidas noções de fotografia, como enquadramento por exemplo, com material muito simples, como a câmera dos celulares. Público: pessoas interessadas em fotografia.
Com a finalidade de atender ao disposto pelo artigo 18, da IN 02/2019, proponente destaca as condições de acessibilidade. PRODUTO: PEÇA TEATRAL Acessibilidade física: tendo em vista que o projeto ocorrerá em um sítio, com o deslocamento do público pelas trilhas, não é possível a acessibilidade física. Acessibilidade auditiva: encaminhamento de material para intérprete de LIBRAS que acompanha o aluno. Acessibilidade visual: Primeiramente, proponente destaca que são crianças muito novas que serão contempladas com o projeto, motivo pelo qual entende que audiodescrição não é a melhor opção para acessibilidade, e sim o próprio preparo dos profissionais para sensibilização do deficiente. Todavia, o espetáculo poderá sim ser acompanhado por deficientes auditivos, pois ocorrerá em meio a natureza, que permite experimentações táteis. PRODUTO: OFICINA OLHAR FOTOGRÁFICO – ARTIGO 22 Acessibilidade física: tendo em vista que o projeto ocorrerá em um sítio, com o deslocamento do público pelas trilhas, não é possível a acessibilidade física. Acessibilidade auditiva: as oficinas ocorrerão apenas nos dias de apresentações abertas à comunidade. Assim, no momento da retirada dos convites, aferiremos a participação de deficientes auditivos. Caso haja interesse de tal público, haverá intérprete de LIBRAS. Acessibilidade visual: por se tratar de oficina de fotografia, a acessibilidade não é possível nesse caso OFICINA DE CONSTRUÇÃO DE OBJETOS COM MATERIAIS COLHIDOS NA NATUREZA – ARTIGO 22 Acessibilidade física: tendo em vista que o projeto ocorrerá em um sítio, com o deslocamento do público pelas trilhas, não é possível a acessibilidade física. Acessibilidade auditiva: as oficinas ocorrerão apenas nos dias de apresentações abertas à comunidade. Assim, no momento da retirada dos convites, aferiremos a participação de deficientes auditivos. Caso haja interesse de tal público, haverá intérprete de LIBRAS. Acessibilidade visual: a oficina de construção de objetos com matérias colhidos na natureza é plenamente acessível.
Primeiramente, em atendimento ao previsto pelo artigo 20, da IN 02/2019, destaca-se que o projeto prevê a realização de 32 apresentações do espetáculo teatral. Ao final do projeto terá atingido um público de aproximadamente 2.240 pessoas. O número acima indicado considera a presença de 70 pessoas por dia de apresentação Posto isso, a proponente destaca que o projeto atende ao previsto pelo artigo 21, inciso I, da IN 02/2019, por se tratar de projeto totalmente gratuito, bem como atende o previsto pelo inciso VII do mesmo artigo: Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; (...) II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; (...). Diante de todo o acima exposto, a proponente, com toda a vênia e acatamento, entende ter demonstrado formas de democratização de acesso ao bem cultural produzido.
Proponente/Coordenação Geral do Projeto: Saci Comunicação Produção Executiva: Patrícia dos Santos Produção Executiva: Gislei Cuel Sales Produtor musical: Luis Fernando Corradini Diretor artístico: Marcelo Bomfim Bailarinas: Tábata Cassiani Pedreno e Ana Carolina Pansani Músico: Diego Mozer; Danilo Ciolfi.; e Caique Neri Chaves CURRÍCULOS Breve currículo da Proponente: Saci Comunicação Empresa comprometida com a viabilização de diversos projetos na área cultural, com experiência na produção de livros, espetáculos teatrais, musicais danças, shows, exposições, vídeos e eventos em geral. Nessa ocasião, se apresenta como proponente, sendo então responsável pela gestão administrativa/técnico-financeira do projeto. Desempenhará funções de administração, bem como promoverá todas as diligências necessárias para a execução do projeto, desde a parte técnica/administrativa, até a parte de produção do projeto em si. Ademais, se apresenta como representante civil e penal do projeto. Nesse caminho, será remunerada com as verbas de Coordenação Geral. Patrícia dos Santos: sólida experiência na área cultural, atuando na idealização, viabilização e produção executiva de projetos, em empresas, centros culturais, escolas e faculdades. Graduada em Administração pela FAC – Faculdade Anhanguera de Campinas, com ênfase em Propaganda e Marketing, e mestrado em Gestão em Artes pelo Senac Lapa. Patrícia dos Santos é uma das sócias da Renovarte Produções Culturais, atuando na prospecção e visitas a empresas privadas, públicas, institutos e fundações, buscando captação de recursos para a realização de projetos culturais. Além disso, é responsável pelo planejamento, implementação e gestão da comunicação de suporte à captação, com aplicação integrada de diversas ferramentas. Também realiza a divulgação das Leis de Incentivos Fiscais para realização de projetos, como Lei Rouanet e Lei do ICMS/SP. Gislei Cuel Sales: Formação em Ciências Jurídicas e Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC Campinas), desde os tempos acadêmicos esteve envolvida nas mais diversas expressões de cultura na cidade, em especial no campo da literatura, ora no desenvolvimento ou apoio de publicações científico/acadêmicas na área de pesquisa, vezes outras em publicações literárias e artísticas. O pendor e gosto pelas artes combinados à formação profissional permitiram a união entre o universo criativo do qual sempre participou, com a promoção e realização no campo factual através dos mecanismos legais de incentivo à cultura, envolvendo-se principalmente em diversos projetos apoiados pela Lei Rouanet. Ainda nos bancos acadêmicos escreveu vários artigos e matérias publicadas nos jornais estudantis, e, mesmo após a conclusão da graduação continuou a contribuir neste segmento de informação e divulgação cultural. A produção cultural é a principal atividade e enfoque atual, seja na concepção e execução de projetos, ou meramente na produção executiva dos projetos culturais, principalmente voltados para a literatura e produção teatral. Luis Fernando Corradini: Como jurado de arte e música, já participou de carnavais em Vitória (2015 e 2016). Festivais de música brasileira em Itapira (2014 a 2017), Amparo e Monte Alegre do Sul. Atua com produção musical e artística a mais de 10 anos tendo produzido trabalhos próprios e de artistas da região. Caique Neri Chaves: Iniciou os estudos de música aos oito anos de idade, na antiga “Associação Fazendo Arte”, tendo a primeira experiência de palco aos 10 anos. Aos 15 já somava diversas premiações com algumas formações de música popular brasileira, como vencedor do Primeiro Festival de Verão em Movimento da cidade de Amparo-SP em 2012, e o terceiro lugar no 1º Festival de Música Popular Brasileira de Serra Negra, com músicas autorais. Aos 16 anos, deu início a aulas de violão 7 cordas e com apenas 17 anos já acompanhava e produzia algumas bandas da região, em ritmos tipicamente brasileiros. No ano de 2015 iniciou estudos de guitarra na escola Adagio de Música, onde iniciou o aprimoramento da improvisação. Tábata Cassiani Pedreno: Iniciei a dança aos 9 anos de idade, praticando Ballet, Jazz e Teatro, na cidade de Pedreira. Dancei até os 18 anos, quando decidi parar, para gerir a empresa do meu pai Retornei aos 26 anos, porém desenvolvendo agora as técnicas da dança Contemporânea, uma arte que visa compreender o corpo e suas inúmeras possibilidades e belezas. Numa nova perspectiva de vida, agora dedico minha dança à compreensão de quem sou, e como a natureza que habita fora, também habita dentro de mim. Ana Carolina Pansani: Atualmente dirige a Escola Carol Pansani Ballet em Pedreira-SP e é cursista da formação de professores da metodologia da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil e do programa de ensino de ballet clássico de Alice Arja do Rio de Janeiro. Falo de minha escola, como uma extensão de quem sou. Busco trazer para meus alunos a consciência corporal e respeito pelas adversidades. Compreensão de que estamos todos conectados e, portanto, devemos sempre respeito uns aos outros. Na Cultura Empresarial da Escola, estão três Pilares. A Humildade, Compaixão e Transformação. A cura e autocompreensão vindo através da Arte. Abordando constantemente o respeito pela natureza, pelos animais, não apenas nas ações internas de preservação ecológica, mas como em nossas modalidades, com professores que declaradamente amam e respeitam a natureza. Diego Mozer: músico (baixo elétrico e acústico) e produtor cultural, natural de Amparo. Cursou MPB/Jazz no Conservatório de Tatuí e é músico profissional desde 2009, atuando em diversas bandas da cidade como Cooperativa, Balaio de Moça, Rose Gypsy Jazz e Made in Roça. Também já atuou em orquestras, musicais e gravações. Atua como professor de contrabaixo desde 2012, atuando na Adagio Escola de Música e Escolas das Artes, em Jaguariúna. Hoje dá aulas na Herrero Musical. MARCELO BOMFIM: Artista-Docente (projetos culturais de música, teatro, contação de histórias, circo infantil, jardinagem e audiovisual) Músico multi-instrumentista, sonoplasta, construtor de instrumentos e esculturas musicais Contador e Cantador de Histórias Bacharel em Música Popular (Universidade de Campinas - UNICAMP). Licenciado em Música (Faculdade Paulista São José). Atualmente é Professor de musicalização infantil da Rede Municipal de Educação de Águas de Lindóia, Coordenador Pedagógico e Cultural do Movimento Asas, Músico e Sonoplasta membro da Cia. das Cores (Teatro de Animação), Sanfoneiro e arranjador musical do grupo “Fuzuê da Roça” – Festas Juninas, Membro da Cooperativa Paulista de Teatro. Danilo Ciolfi: Saxofonista, Flautista e Oboísta, desde 2004 vem fazendo parte de diversas formações: Bandas Municipais, Bandas de Marcha, Bandas Sinfônicas, Big Bands, Orquestras, Combos, além de ser músico free-lance, tocando em eventos e apresentações pela região do circuito das águas paulista e muitas outras cidades do país. Participou de vários festivais de música, como aluno e instrumentista. Professor da Oficina de Madeiras e músico da Escola das Artes de Jaguariúna, de 2018 até o presente momento, participando inclusive das apresentações dos musicais "Addams"(2018) e "Bruxas"(2019). Maria Carolina Herrero Ferrari: Carolina Herrero, 29 anos, é musicista, cantora, compositora, pianista, percussionista, professora de música. Seu contato com a música vem desde muito cedo. Embarcou nos estudos de piano aos 7 anos de idade com a professora Vanderci. Aos 10 anos entrou nas aulas de Canto e Piano com a professora Sandra Carletti. Em 2009 entrou no curso de Canto MPB/Jazz no Conservatório Dramático e Musical Dr.Carlos de Campos, em Tatuí-SP e se formou em 2013. Nos seus cinco anos de curso teve oportunidade de cantar com a Big Band Jovem de Tatuí. Cantou no projeto Vitrine no conservatório de Tatuí abrindo o show da Banda Savana com o Maestro Branco ao lado do músico Yukio Torihara, o qual tiveram um duo durante 3 anos
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.